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O projeto O CACIQUE consiste na produção e edição de um livro destinado ao público infantil e juvenil com textos e uma série de 24 ‘tiras desenhadas’, ou ‘histórias em quadrinhos’, com o objetivo de narrar estórias, contos e fábulas, bem humoradas, sobre a contribuição que os povos indígenas da Amazônia podem dar à sociedade: as questões ambientais, de mudanças climáticas, de proteção das florestas e da biodiversidade. O projeto inclui, como produto secundário, a veiculação quinzenal de 2 tiras do livro, dentro de uma plataforma digital, e a produção de um desenho de animação de 40 segundos, também a cada quinzena, com os mesmos temas e personagens, para a difusão do livro e dos aspectos lúdicos e milenares que envolvem as culturas indígenas do Brasil, e ainda, a produção de um evento de lançamento.
SINOPSE DA OBRA 1 – Livro O CACIQUE (contos e ‘histórias em quadrinhos’): Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 150; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; 2 – Veiculação de 02 ‘tiras em quadrinhos’ dentro de uma plataforma digital, a cada quinzena, por 12 meses, com uma linguagem lúdica, criativa e atual, e uma temática voltada paras as questões ambientais brasileiras, tendo a preservação da Amazônia como foco e a difusão da cultura dos povos indígenas da região; 3 – Produção e veiculação de um desenho de animação de 40 segundos feito através do computador a cada mês, com os mesmos personagens das ‘tiras em quadrinhos’; 4 - Evento de Lançamento do projeto no Museu do Índio, no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe, de artistas convidados, personalidades e lideranças indígenas. 5 - Contrapartida social: o evento da contra partida social (ação formativa cultural) será realizado, em dois turnos (manhã e a tarde), na Escola Municipal México, localizada na Rua da Matriz, em Botafogo, para os seus professores e alunos. O evento será um dia antes do lançamento para promover, iclusive, o evento de lançamento no Museu do Índio. TEMA CENTRAL: Os povos indígenas falam a maioria das línguas mundiais. Herdaram e passaram para as gerações atuais um rico conhecimento, formas artísticas e tradições religiosas e culturais. Para marcar a importância das culturas indígenas, o livro O CACIQUE vem acentuar a contribuição que as sociedades indígenas podem e devem dar à sociedade moderna: as questões ambientais, de mudanças climáticas, de proteção das florestas e da biodiversidade. A ideia é contribuir para a conscientização da importância da preservação da Amazônia para o futuro das novas gerações brasileiras e de todos os povos do Planeta. DIVISÃO POR CAPÍTULOS: Serão 3 capítulos, a saber. 1º- Capítulo: Sobre a contradição criada pela cultura da colonização europeia de como os índios eram povos selvagens provocando uma cicatriz que se tornou milenar, um estigma social praticamente intransponível e um forte preconceito às características coletivas das sociedades indígenas ou suas crenças pessoais que vão na contramão da cultura oficial. 2º- Capítulo: Apresentação da discussão dos equívocos brasileiros sobre a história dos nossos índios, numa linguagem voltada para o público infanto-juvenil. A ideia é despertar o interesse por um conhecimento correto sobre a história indígena, sobre o que aconteceu com os índios, e revelar o verdadeiro relacionamento da sociedade brasileira com os povos indígenas. 3º- Capítulo: Descrição dos aspectos lúdicos e milenares que envolvem a cultura indígena no Brasil, conservados pela força de um comportamento que não se apaga nunca, apesar da violência que os interesses sociais impõem e projetam uma marca objetiva para descaracterizar a cultura indígena. O objetivo é acentuar os fundamentos essenciais da sociedade indígena provocando o questionamento de que as relações atuais entre os povos indígenas e a sociedade moderna precisam estabelecer parâmetros de convivência e de compreensão da diversidade natural que possuem. RELEVÂNCIA: É importante discutir os equívocos brasileiros sobre a história dos nossos índios, principalmente, para as crianças. Se não tivermos um conhecimento correto sobre a história indígena, sobre o que aconteceu com os índios, não poderemos explicar o Brasil contemporâneo. E nada melhor do que fazer isso através da arte e da cultura. Os índios brasileiros passaram para as gerações atuais um rico conhecimento, formas artísticas e tradições religiosas e culturais, que influenciaram e influenciam a arte brasileira até hoje. A arte indígena está presente na área cultural brasileira, sendo uma das bases estruturais mais importantes para a cultura do Brasil que é resultado da miscigenação de vários povos. O Modernismo foi o primeiro movimento cultural e artístico no Brasil que valorizou a identidade cultural brasileira, com as presenças do ‘índio’ e do ‘negro’ em nosso cotidiano. Em fevereiro de 2022, o Brasil vai celebrar 100 anos de modernismo e, em setembro, 200 anos da sua independência. O livro O CACIQUE se propõe a celebrar esses dois momentos históricos fazendo uma imersão na história e na cultura brasileiras, adotando a perspectiva da compreensão das suas particularidades esquecidas por uma cultura de consumo. O mais conhecido dos aforismos do Manifesto Antropofágico do Movimento Modernista projetava uma questão que terminou por ser anulada pela sua conversão em lema identitário: - Tupi or not tupi? O que o livro O CACIQUE, e as suas “estórias” em tiras, se propõem, como relevância cultural do tema abordado, é diagnosticar o quadro de referências no qual elas se inserem, os debates nos quais elas virão intervir, e, essencialmente, como se conectarão às diversas fontes de informação hoje existentes, de forma a reconstruir o caráter da questão indígena, exatamente como cultura, de um modo a localizar visões nacionalistas de identidade cultural. O projeto dirigindo-se ao público infanto-juvenil num momento tão importante de celebração da história brasileira terá uma importância não só para a área especificamente cultural, mas, também, para influir no comportamento das crianças e dos jovens na direção de um Brasil mais fraterno, fazendo isso de uma maneira lúdica e cheia de humor. Desta forma, os textos e as ‘tiras’ das estórias irão divulgar uma arte tradicional traduzida para o grande público como instrumento de personalização da identidade cultural brasileira.
OBJETIVOS GERAIS Contribuir para a conscientização da importância da preservação da Amazônia para o futuro das novas gerações brasileiras e dos povos de todo o Planeta; Agir positivamente na formação da opinião pública (crianças e adultos) para que a sociedade brasileira compreenda, de uma vez por todas, a complexidade ambiental da Amazônia, percebendo-a, sentindo-a, interagindo intimamente com ela, através das ‘histórias’, fazendo com que as crianças se familiarizem, mesmo à distância, e descubram o significado da utilização sustentável dos recursos naturais da região, com a floresta viva e não colocada ao chão. O objetivo é que as ‘histórias’ tenham fundamentos essenciais nas suas narrativas, enredo, personagens, tempo, lugar e mensagens elucidativas, apresentando uma maneira despojada nas suas descrições e possuindo um grande questionamento sobre as relações atuais entre os povos indígenas e a sociedade mundial. O CACIQUE será o personagem central, o herói das ‘histórias’, identificado com o que pensam os índios sobre o papel que têm diante da sociedade moderna, ao incentivar a compreensão de que a Terra é um organismo vivo, onde tudo tem sentido, onde tudo está ligado com tudo, e que "nós", seres humanos, não passamos de células de um de seus múltiplos tecidos, e assim devemos preservá-la. Centralizar, na plataforma digital, a divulgação do livro, esmiuçando a discussão ambiental para o público alvo, crianças e estudantes da rede pública e particular de ensino. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Impressão de 01 livro: tiragem 1.000 unidades, Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Triplex X 250g e saída em CTP; Miolo 150; Papel Polem Soft 80g _ 1/1 cor; Veicular 2 tiras do livro a cada quinzena, em uma plataforma digital, durante 12 meses; Produzir e veicular, na plataforma digital, um desenho de animação de 40 segundos, feito, através do computador, pelo ilustrador convidado para realizar o projeto, durante 12 meses; Contratar um ilustrador, desenhista e cartunista para criar as imagens das ‘tiras em quadrinhos’ e dos desenhos de animação; Contratar um roteirista para o desenvolvimento do projeto dando suporte de enredo e conteúdo aos desenhos; Contratar um redator para escrever as histórias projetadas pelos roteiros previamente estabelecidos; Dar sustentabilidade a uma equipe mensal de 01 coordenador geral, 01 produtor executivo; 01 assistente de produção, 01 assessor de comunicação, 01 dublador e 01 consultor de conteúdo; Criar e colocar em prática uma estratégia de marketing digital para maximizar a difusão do livro, das tiras e do desenho de animação, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento no Museu do Índio (em Botafogo) com as participações dos criadores do projeto, personalidades convidadas e lideranças indígenas; Realizar uma palestra destinada ao público infantil e os seus responsáveis em uma escola da rede pública de ensino, próxima ao local do evento de lançamento, para o cumprimento da contrapartida social.
JUSTIFICATIVA É importante discutir os equívocos brasileiros sobre a história dos nossos índios, principalmente, para as crianças. Se não tivermos um conhecimento correto sobre a história indígena, sobre o que aconteceu com os índios, não poderemos explicar o Brasil contemporâneo. As sociedades indígenas constituem um indicador extremamente sensível da natureza da sociedade que com elas interage. A sociedade brasileira se desnuda e se revela no relacionamento com os povos indígenas. É aí que o Brasil mostra a sua cara. Nesse sentido, tentar compreender as sociedades indígenas não é apenas procurar conhecer "o outro", "o que é diferente", mas implica conduzir as indagações e reflexões sobre a própria sociedade em que vivemos. Como sabemos, muito pouco foi feito para conhecermos a história indígena. As pesquisas são de uma pobreza ‘franciscana’. E o resultado da falta de informação será sempre a deformação da imagem do índio na escola, nos jornais, na televisão, enfim, em toda a nossa sociedade. Por que não temos uma história indígena brasileira? Esse é um dos argumentos que as ‘histórias em quadrinhos’ de O CACIQUE pretende difundir, com muita graça e humor, para que a história do índio no Brasil seja vista como uma manifestação fundamental da formação cultural do nosso país e que as futuras gerações tenham uma nova dimensão sobre ela, tomando-a como um ponto de partida para a compreensão de que existe uma história indígena brasileira, levando para as crianças o reflexo dessa discussão. Vamos passar a ideia de que a cultura indígena está excluída do comportamento do povo brasileiro por não possuir vínculos estabelecidos pelos valores da nossa sociedade. Resta descobrirmos os motivos reais desse esquecimento e mergulharmos na história do Brasil com a consciência enriquecedora do seu maior herói: o índio. O projeto se enquadra na Lei Rouanet como: a) livros ou obras de referência, impressos ou eletrônicos, de valor artístico, literário ou humanístico (art. 18, § 3º, alínea b).
OUTRAS INFORMAÇÕES: Os eventos de lançamento e o da contrapartida social serão realizados com o apoio institucional do Museu do Índio, Botafogo, sob a coordenação do professor e antropólogo José Ribamar Bessa Freire, tendo como convidados lideranças ameríndias para participarem dos respectivos eventos. Serão convidadas as principais escolas públicas e particulares da região.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO Livro: Capa, Cartão Supremo250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Triplex X 250g e saída em CTP; Miolo 150; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; Tiragem 1.000 unidades; Histórias em Quadrinhos, duas (2) tiras publicadas a cada quinzena, em uma plataforma digital (sítio na internet), durante 12 meses; Desenho de animação de 40 segundos, veiculado na plataforma digital, feito, através do computador, pelo ilustrador convidado para realizar o projeto, durante 12 meses. Lançamento no Museu do Índio. Público-alvo: alunos das escolas públicas e particulares do bairro de Botafogo. (1.000 alunos). PROJETO PEDAGÓGICO Discutir e colocar em pauta para as crianças e adolescentes, incluindo os seus familiares, os equívocos brasileiros sobre a história dos nossos índios. A proposta pedagógica é qualificar o conhecimento sobre a história indígena brasileira, os fatos que aconteceram durante a consolidação da cultura europeia com a colonização portuguesa e contar a História do índio brasileiro. Somos um povo de ‘matrizes ameríndias’, de ‘referência lusitana’ e de ‘uma mistura genuína de povos africanos’, o que transfere para a nossa essência uma qualidade extraordinariamente incomum e, até mesmo, excêntrica. Queremos acentuar as origens e as especificidades da nossa cultura e do nosso povo conferindo à narrativa do livro, das histórias em quadrinhos e dos desenhos animados a realidade atual do Brasil, refletida na consciência da história aventuresca do seu maior herói: o índio. A realidade brasileira reduziu a representação da coletividade do povo à incompreensão da sua genética social, que já deveria estar assimilada e incorporada por toda a nação. Se somos um povo diferente, conscientes ou não de “nós” mesmos, nossa consciência estará alçada no campo do imaginário brasileiro, cristalizada pelo amálgama das suas matrizes. Os conflitos instaurados pela colonização impuseram uma característica irreconciliável entre a sociedade nativa e a europeia. Esse fenômeno produziu uma cultura expansionista secular que reflete a observação das fronteiras ecológicas nos dias atuais, impondo o entendimento de que os modelos econômicos não podem mais exercer uma forte carga sobre a natureza, prevalecendo apenas o desenvolvimento, cujo objetivo é explorar, extrair, produzir, poluir e descartar. As histórias estarão pautadas na busca do equilíbrio ambiental, a partir de uma relação harmoniosa entre a ecologia e a economia, tendo na figura do índio não só um símbolo de heroísmo e resistência, mas o imperativo da preservação de toda a Humanidade e uma profunda identificação com as novas formas de sociabilidade que o futuro exige. Mas, tudo com muita graça, humor e entretenimento, principalmente, destinado para o público infanto-juvenil. A Orientação Pedagógica será realizada pelo antropólogo do Museu do Índio, José Ribamar Bessa Freire. Os roteiros e os textos foram conferidos às participações especiais dos escritores (ameríndios) Daniel Munduruku e Eliane Potiguara. Os desenhos serão produzidos pelo ilustrador e cartunista Cláudio Duarte. E a arte pelo designer gráfico Roberto Dalmaso.
ACESSIBILIDADE 1 – LIVRO – O CACIQUE ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS Gravação e distribuição gratuita de 500 CD’s com a descrição do livro e das histórias em quadrinhos. 2 – VEICULAÇÃO DAS’TIRAS’ NA INTERNET (SITE) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” na Veiculação das ‘tiras’ na Internet ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso à Plataforma se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com notas e comentários registrados sobre o conteúdo do Livro O CACIQUE. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Viabilizar um dispositivo que converta os áudios disponíveis em cada edição dos desenhos de animação para LIBRAS (a língua Brasileira de Sinais), com o objetivo de atender aos deficientes auditivos. 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO: Museu do Índio ACESSIBILIDADE FÍSICA: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos (jovens e crianças) para levar ao evento de lançamento um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor, e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro do local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. Faremos isso com uma instituição especializada. ASSECIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente no evento de lançamento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 – CONTRAPARTIDA SOCIAL: Escola Municipal México ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de um assistente de produção destinado ao atendimento dos deficientes físicos, acomodando-os adequadamente no auditório da escola e ajudando-os na sua locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento de lançamento no auditório da escola. Faremos isso em conjunto com a direção de cada escola. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente no evento da escola para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1- LIVRO I – Distribuir gratuitamente 500 CDs gravados de resumo dos conteúdos do livro O CACIQUE para o público deficiente. 2 – ‘TIRAS EM QUADRINHOS’ VEICULADAS NA INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE A VEICULAÇÃO DAS ‘TIRAS’ NA INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionada na contrapartida social junto à escola pública citada, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessa mesma escola, em conjunto e em comum acordo com a diretoria, os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos à internet para terem acesso ao conteúdo das ‘tiras em quadrinhos’ e dos desenhos de animação, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto, fazendo comentários, promovendo uma apresentação constante das publicações para os alunos.
FICHA TÉCNICA Organizadores – Maurício Nolasco e Beatriz Cardoso Ilustrador Desenhista – Cláudio Duarte Roteiro e textos – Maurício Nolasco e Daniel Munduruku Consultoria – Eliane Potiguara Orientação Pedagógica – José Ribamar Bessa Freire Arte e Designer – Roberto Dalmaso Revisão de Texto – Rodrigo Trindade Produção Executiva – Camilo Rezende Assistente de Produção – Flávia Campos Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos Coordenação Geral – Maurício Nolasco CLÁUDIO DUARTE Ilustrador, chargista, cartunista e designer gráfico. Começou a carreira no jornal Tribuna de Petrópolis, com charges e cartuns. Por convite de Carlos Heitor Conny, ilustrou a revista Fatos, tornando-se colaborador do Grupo Bloch para a revista Manchete. Em 1986, entre para o jornal O Globo, conseguindo vários prêmios internacionais com o seu trabalho. Pela The Society for News Design – SND obteve 7 premiações, entre elas uma medalha de ouro e uma de prata. No Brasil, ganhou o Prêmio Esso na categoria de artes gráficas. Tornou-se publicamente conhecido e publicado em importantes editoras: Abril, Record, Rocco, Objetiva, Salamandra e Vozes. Na área corporativa realizou trabalhos para: Petrobras, Shell, Banco do Brasil, Real Grandeza, Crea-Rj e Sindmar. DANIEL MUNDURUKU Graduado em Filosofia, História e Psicologia. Fez mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), Doutorado em Educação também pela USP e Pós-Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFCS-Car). É Diretor-Presidente do Instituto UK’a – Casa dos Saberes Ancestrais. Autor de 52 obras, sendo a maioria classificada como literatura infanto-juvenil. Extremamente engajado no movimento indígena brasileiro. E membro da Academia de Letras de Lorena. Recebeu a Comenda do Mérito Cultural por duas vezes e vários prêmios no Brasil e no exterior. Prêmio Jabuti, Érico Vanucci Mendes (CNPq) e Tolerância (UNESCO). ELIANE POTIGUARA Nomeada Embaixadora Universal da Paz em Genebra (Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix – Genebra – Suíça), após a reunião do Círculo Universal dos Embaixadores da Paz, entidade ligada a ONU (Organização das Nações Unidas) para trabalhar a favor da paz mundial. Participou na elaboração da Declaração Universal dos Povos Indígenas da ONU. É professora, escritora, ativista e empreendedora indígena brasileira, de origem étnica potiguara de seus avós, migrantes nordestinos. Foi nomeada uma das “Dez Mulheres do Ano de 1988” pelo Conselho das Mulheres do Brasil por ter criado a primeira organização de mulheres indígenas do Brasil, a “Rede Grumin de Mulheres Indígenas”, ter trabalhado pela educação e integração da mulher indígena no processo social, político e econômico do país e na elaboração da Constituição de 1988. Foi também uma das 52 brasileiras indicadas para o projeto internacional “Mil Mulheres para o Prêmio Nobel da Paz”. Formada em Letras, licenciou-se em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Participou de vários seminários sobre Direitos Indígenas na ONU e em Organizações Governamentais e Não-Governamentais. É escritora e narradora de histórias, tendo recebido o título de Cavalheiro da Ordem do Mérito Cultural do Brasil pelo Ministério da Cultura entregue em mãos pela Presidência da República. JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE É doutor em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Cursou doutorado em História na École des Hautes Études em Sciences Sociales na França. Orienta pesquisas de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), especialmente com temas de história social das línguas, línguas indígenas e literatura oral. É professor da UERJ, onde coordena o Programa de Estudo dos Povos Indígenas. Participa do Grupo de Trabalho de Sociolinguística da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa (ANPOLL). Foi consultor do Ministério da Educação para as questões de educação indígena. Publicou vários livros, entre os quais “Rio Babel: a história das línguas na Amazônia (2004) e O Português e o Tupi no Brasil”. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira turma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultora de comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Light e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. COORDENADORIA DE ADMISSIBILIDADE DE PROPOSTA Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura CGAH/DFI/SEFIC/SECULT/MINISTÉRIO DO TURISMO ASSUNTO: ESCLARECIMENTOS SOBRE ATIVIDADES TÉCNICAS Instituto Solidariedade e Cultura O Instituto Solidariedade e Cultura – ISC – é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caráter social, cultural e educacional, destinado a fomentar, por meio da implementação de estratégias de economia solidária e da utilização de princípios e técnicas de marketing social, o desenvolvimento e a sustentabilidade em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro e a difusão das manifestações de comunidades tradicionais de várias regiões do país. O ISC incentiva a criação de novas infraestruturas e espaços para a produção de bens culturais e o debate sobre o importante papel do Brasil como depositário de um valioso patrimônio histórico, cultural, ambiental e, notadamente, turístico. A experiência acumulada vem da realização do projeto “Escola de Percussão Batucadas Brasileiras”, patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, durante 10 anos (dez) consecutivos, na Rua Camerino 60 – Zona Portuária do Rio de Janeiro. E 2 anos (dois) com o patrocínio da Braskem, em Campos Elíseos, no Polo Petroquímico de Duque de Caxias. O projeto “Batucadas Brasileiras” levou a instituição a se relacionar com inúmeras comunidades tradicionais criativas do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Amazonas e Pará; escolas de samba, a exemplo da Mangueira, Portela, Beija-Flor de Nilópolis, Vila Isabel e Grande Rio; comunidades tradicionais afrodescendentes no Vale do Jequitinhonha, em Contagem, no Recôncavo da Bahia e em Salvador, comunidades de Maracatus em Pernambuco, comunidades folclóricas do Amazonas e do Pará, entre outras. A Missão do ISC é incentivar novos modelos educativos e sistemas alternativos de produção de cultura e comércio de produtos populares que permitam o desenvolvimento econômico e social nas comunidades, a geração de trabalho e renda, a disseminação de conceitos e valores sobre direitos humanos e cidadania, e a preservação ambiental e do patrimônio histórico e cultural, nas comunidades com as quais a instituição se relaciona. Sendo assim, o ISC busca promover a união dos povos tradicionais do Brasil, através da música, da dança, do cinema, da literatura, das artes plásticas e das manifestações populares cujas matrizes deram origem à cultura moderna e contemporânea. Para tanto o ISC obtém apoio e também se relaciona com vários profissionais da arte, consagrados ou não: artistas, cantores, compositores, músicos, sambistas, ritmistas, mestres de bateria, jornalistas, fotógrafos, artistas plásticos, ilustradores, cartunistas, artistas gráficos, escritores, antropólogos, acadêmicos, professores e alunos da rede de ensino, pública e privada, lideranças comunitárias, ameríndias e afrodescendentes. Esta é a base de sustentação teórica e prática de produção das atividades do Instituto Solidariedade e Cultura. Todos os projetos da instituição são de autoria própria e nunca participamos de projetos de outras instituições e de outros artistas, ou terceiros. É o ISC que sempre convida os profissionais das diversas áreas a participarem de suas atividades. E não o contrário. Sendo assim, declaramos, junto à Coordenadoria de Admissibilidade de Projeto da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o nosso total “desinteresse” de participar de ações culturais que não tenhamos o “controle ativo” das suas produções, desde a concepção original à realização da pré-produção, da produção, da divulgação e da administração dos projetos. Até mesmo para a captação dos recursos não nos utilizamos de intermediários, a não ser profissionais coordenados por nossa equipe. Declaro, para os devidos fins, como presidente atual do Instituto Solidariedade e Cultura, a total responsabilidade sobre o exercício de cada projeto apresentado a esta Coordenadoria, garantindo as minhas parcerias, para as suas realizações, com os senhores Sóstenes Luiz Frade Ramalho, Vice-Presidente e Secretário Geral, na produção executiva e administração dos projetos, e Camilo Rezende Nolasco, ex-Presidente e atual Coordenador de Planejamento e Relações Institucionais, contando com a participação especial do escritor e jornalista Maurício Nolasco, coordenador geral das nossas atividades, considerando que podemos contratar profissionais para executar funções descritas em nossos orçamentos. Deste modo, cumprindo com os esclarecimentos solicitados em relação ao exercício técnico das nossas atividades, agradecemos pela atenção. À COORDENADORIA DE ADMISSIBILIDADE DE PROPOSTA SECRETARIA NACIONAL DE FOMENTO E INCENTIVO À CULTURA CGAH / DFI / SEFIC / SECULT / MINISTÉRIO DO TURISMO Prezados, Declaro, para os devidos fins, como anuência, que sou o autor da concepção e do argumento do projeto O CACIQUE (livro, tiras em quadrinhos e desenhos gráficos de animação) e que participarei como o responsável direto no desenvolvimento permanente do roteiro das estórias e das suas redações, tendo como convidado (contratado) o escritor Daniel Munduruku para dividir essas responsabilidades, o ilustrador e cartunista Cláudio Duarte para a elaboração dos desenhos (contratado), a escritora Eliane Potiguara como consultora (contratada) e o antropólogo José Ribamar Bessa Freire para exercer a função de orientação pedagógica (contratado). Declaro ainda que, na condição de Coordenador Geral das atividades do Instituto Solidariedade e Cultura, repasso todos os direitos autorais da obra para a instituição por considerar que este trabalho faz parte da missão institucional da entidade e é destinado a fomentar conceitos e valores, sobre direitos humanos e cidadania, em defesa da preservação do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural do nosso país. Declaro também que o convite feito a todos os profissionais relacionados na ficha técnica e na planilha orçamentária projetada para a execução do projeto vem corroborar o sentido de parceria social que o ISC tem como sua filosofia participativa de trabalho e garanto a total independência de criação e concepção dos projetos da instituição, afirmando, ainda, que a entidade nunca participa de projetos como intermediadora de terceiros (pessoas físicas e/ou jurídicas), mas, sempre, e unicamente, como autora, logrando da experiência coletiva acumulada, nos últimos 15 anos, de se relacionar, com inúmeras comunidades tradicionais criativas em várias regiões do Brasil, artistas, jornalistas, escritores, músicos e outros profissionais ligados ao exercício da cultura brasileira. Sem mais. Atenciosamente. Maurício Nolasco Escritor e Jornalista Coordenador Geral Instituto Solidariedade e Cultura 21 99474 8375
PROJETO ARQUIVADO.