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PRONAC 203861Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aquisição de obras de prataria sacra para o Centro Cultural Palácio da Sé

Etherea Consultoria Ltda
Solicitado
R$ 4,49 mi
Aprovado
R$ 4,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Doação/Aquis Acervos p/Museus e Inst. Pres Memória
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-11-01
Término
2023-08-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Aquisição de significativo conjunto de obras deprataria sacra cristã para integrar o acervo permanente do Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide, uma instituição que visa oferecer um panorama singular sobre a história do Brasil a partir da expressão cultural e artística do período colonial em sua face mais representativa, a religiosa.

Sinopse

O projeto compreende a aquisição de importante conjunto de obras de prataria sacra cristã do período colonial e imperial brasileiro. Para tal, compreende a elaboração de parecer técnico de autenticidade e importäncia; laudos técnicos de estado de conservação, construção de dossië com dados das obras; acompanhamento museológico para embalagem e transporte das obras até o Centro Cultural Palácio da Sé – Dom Sebastião Monteiro da Vide; exposição inaugural de recebimento das obras; confecção de catálogo e folder.

Objetivos

Objetivo geral - Adquirir significativo conjunto de obras de prataria sacra cristã do Brasil colonial e imperial para o Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide Objetivos específicos - Enriquecer o acervo permanente do Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide - Fundamentar o discurso didático expositivo sobre a expressão artística de devoção religiosa - Possibilitar a incorporação de importantes obras privadas no âmbito público, para usufruto da sociedade

Justificativa

Salvador foi a primeira capital do Brasil, mantendo essa importante posição até 1763. Aqui se estabeleceu a sede do poder colonial político, administrativo e religioso. É neste âmbito que nasce em 1551 a Sé Primacial do Brasil, a primeira Diocese do Brasil e uma das mais antigas das Américas, elevada a arquidiocese, tornou-se até 1892, por mais de duzentos anos, a maior arquidiocese do mundo. O Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide foi criado em 2 de janeiro de 2018 como espaço museal, centro de referência da história da Igreja Católica no Brasil. Está sediado no Palácio Arquiepiscopal de Salvador ou Palácio do Arcebispado de Salvador, Palácio Arquiepiscopal da Sé e Palácio da Sé, localizado na Praça da Sé, no Centro Histórico de Salvador. Construído no início do século XVIII como residência de arcebispos (inaugurado em 1715), esse exemplar arquitetônico do período colonial na cidade, possui subsolo e três pavimentos sobre a rua. Sua entrada é marcada por um frontão barroco e um portal em pedra de lioz decorado com o brasão de Dom Sebastião Monteiro da Vide, arcebispo de Salvador (1701-1722) na época da construção do edifício. O palácio foi tombado pelo IPHAN em 1938. O edifício ligava-se por passadiços elevados à antiga Igreja da Sé, demolida em 1933. Essa jovem instituição, inaugurada em 6 de dezembro de 2019, está em estruturação, buscando enriquecer sua narrativa e acervo, exibindo a antiga glória do passado colonial. O presente projeto tem por finalidade iniciar uma ação de fortalecimento do discurso didático expositivo do Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide, em uma de suas coleções principais, a imaginária, mostrando ao público a importância da expressão artística religiosa colonial no Brasil e suas conexões com o mundo. Seu acervo artístico colonial é de extrema importância. Devido a vários programas de modernização estilística e urbana ao longo dos séculos várias obras coloniais foram destruídas e privatizadas. Em 1913, foi demolida a antiga Igreja de São Pedro, da Freguesia de São Pedro Velho Extramuros, e em 1933 foi demolida a antiga Sé do Brasil, em prol da modernização da cidade. Nesse processo, muitas obras foram adquiridas por particulares. O conjunto de obras de prataria sacra cristã encontra-se em antiquário baiano, estando disponíveis para aquisição e incorporação ao acervo permanente do Centro Cultural Palácio da Sé _ Dom Sebastião Monteiro da Vide, uma oportunidade para resgate e democratização deste acervo colonial, propiciando o início de ação de completutide necessária para entendimento e disseminação de conhecimento sobre a Arte Colonial em sua face mais representativa, a religiosa. A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto à Secretaria Especial de Cultura, via Lei de Incentivo, é que no panorama econômico atual do país, e principalmente na Bahia, essa é uma das únicas formas de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;

Especificação técnica

1. Aquisição do conjunto de 11 obras de prataria sacra cristã setecentista e oitocentista para incorporar o acervo do Centro Cultural Palácio da Sé – Dom Sebastião Monteiro da Vide, Salvador-Bahia, com a documentação museológica e tramites necessários. 2. Exposição inaugural da incorporação das obras no Museu de Arte da Bahia. Preparação (5 meses). Duração da exposição (2 meses no projeto) 3. Elaboração de folder tamanho A4, 4x4 cores, 2 dobras, couché 170g, tiragem 5.000 exemplares 4. Confecção de catálogo - Quantidade : 2.000 exemplares, 4x4 cores, tamanho 17,0x24,0cm (papel couché fosco, miolo 150g e capa 300g), 24 páginas. Os valores de comercialização do catálogo serão feitos pela e para o Centro Cultural Palácio da Sé – Dom Sebastião Monteiro da Vide, para ajudar em sua manutenção.

Acessibilidade

As obras estarão em exposição nas salas expositivas do acervo permanente do Centro Cultural Palácio da Sé – Dom Sebastião Monteiro da Vide, atendendo à política de inclusão, pois o espaço possui elevador, bem como mediadores capacitados para atender tanto ao público infanto-juvenil como a idosos, deficientes visuais, auditivos e intelectuais (em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC). Vale ressaltar que os profissionais do Serviço Educativo da instituição têm experiência em atendimento ao público em sua pluralidade de necessidades, sendo nesse projeto capacitados para sintonia com o novo discurso institucional. A acessibilidade não traz nenhum custo ao projeto, exceto o custo de treinamento específico para os mediadores da instituição. Contrapartida social - democratizar o acesso a todos

Democratização do acesso

Acesso gratuito à exposição para grupos de instituições de ensino da rede publica e Ongs, bem como às atividades integradas à mesma. Visitação espontânea sem limitação de faixa etária, cor/raça, sexo/gênero, religião, condição sócio-cultural ou física. Capacidade local para receber agendamento para visita mediada pela equipe educativa institucional de grupos de até 200 pessoas por dia. As ações de democratização de acesso à exposição, além da gratuidade, segundo o art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC que a proposta irá adotar são os incisos: II - doar, além do previsto na alínea "a" do inciso I do art. 53, no mínimo, 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e artes de universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57; As ações de Formação de plateia incluem o acesso gratuito às atividades, as visitas mediadas à exposição e as palestras da curadoria e consultores do projeto. Conforme o paragrafo 2º do Art.57 da IN nº 01/2017 do MINC, as ações de Formação de Plateia (palestras e conteúdos expositivos das visitas mediadas) serão disponibilizadas pela internet para sensibilização do público. Desta forma o público, composto principalmente por professores e alunos, será estimulado a valorizar as expressões artísticas da Bahia colonial. A quantidade total prevista de público/ano para visitação da exposição de longa duração é de 10.000 pessoas, salvo condições especiais impostas. O Público Alvo são os estudantes e professores do ensino fundamental à pós-graduação das redes pública e privada.

Ficha técnica

1. Coordenação geral, curadoria, Projeto museográfico, projeto gráfico – Tecnomuseu (razão social Etherea Consultoria Ltda.). Empresa especializada na área museológica, criada em fev.2001, com ampla experiência área cultural, como: Projeto e museografia da exposição temporária A Talha Neoclássica na Bahia, Conjunto Cultural da Caixa, Salvador-BA(2003-4); Projeto, produção executiva e museografia da exposição temporária O gradil de ferro em Salvador no século XIX, Conjunto Cultural da Caixa, Salvador-BA (14/03-15/04/2007);Projeto de requalificação do Memorial Vitória Lisboa e Maneca Libânio, Gandu - Bahia (2013); Projeto expográfico da exposição temporária “Miguel Navarro y Cañizares e a fundação da Academia de Belas Artes da Bahia”, Galeria Cañizares, Salvador-BA, 2013; Projeto "Requalificação do Museu do Sertão Antonio Coelho - 1ª Etapa, Remanso-BA",Edital 15/2013-Setorial museus, coordenação, pesquisa, elaboração de textos, projeto museográfico, projeto gráfico, elaboração de Plano Museológico institucional (2016); Projeto museográfico, programação visual, projeto gráfico, produção e oficinas artísticas do projeto “Ações de dinamização para o Museu Municipal de Mucugê-BA”, Edital AGITAÇÃO CULTURAL-Dinamização em Espaços Culturais da Bahia-2015,SECULT-BA (2016); Projeto museográfico, produção e montagem da exposição temporária “Pancetti na Bahia – coleção BBM/ Clemente Mariani, comemorativa dos 10 anos do Museu da Misericórdia, Salvador-BA(2016), Projeto museográfico, curadoria e montagem da exposição temporária "Miguel Cordeiro: Primavera Burlesque”, Museu de Arte da Bahia, Salvador Bahia (20/04-03/06/2018). Coordenação museológica, curadoria, projeto expográfico e montagem da exposição temporária “Genaro: Traço, pincel e Trama”, Museu da Misericórdia, Salvador-Bahia (26/09-24/11/2019). 2. Pareceres técnicos e textos exposição e catálogo: Simone Trindade Vicente da Silva - Licenciada em História pela Universidade Católica do Salvador (1989), graduação em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (1990) e Mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (2005). Professora das disciplinas: História da Arte e Patrimônio Histórico e Educação do curso de Licenciatura em História, FTC-EAD de 2006-10 e professora da disciplina História do Brasil colonial no curso de especialização em História Social da Faculdade São Bento (2012). Museóloga do Setor de Conservação, Documentação e Pesquisa da Fundação Museu Carlos Costa Pinto desde 1991, ocupando a Coordenadoria do Setor de 1998 a 2011, passando a ser gestora administrativa até outubro de 2017, quando assumiu a diretoria adjunta cultural. Sócia fundadora e diretora operacional da Tecnomuseu Consultoria Ltda. desde 2001, que também é uma editora na área de Arte, destacando-se entre seus trabalhos: Coordenação de pesquisa, Pesquisa e organização do material de pesquisa coletado no projeto A Talha Neoclássica da Bahia, ganhador do Prêmio Clarival do Prado Valladares – Odebrecht (2005-6); Curadoria da exposição temporária “Artesãos da Fé”, Museu da Misericórdia, Salvador-Bahia (08/11-02/12/2018); Curadoria, pesquisa elaboração de textos expositivos e para catálogo da exposição “Joias Crioulas” na Caixa Cultural São Paulo e Caixa Cultura Curitiba, produção Instituto Victor Brecheret (2012); Curadoria da exposição temporária “Grandes Mestres Baianos: Presciliano, Valença e Mendonça”, Museu da Misericórdia, Salvador Bahia (14/09-15/10/2017). Tem experiência na área de Pesquisa histórica e iconográfica, Museologia (especialmente documentação, museografia e consultoria para implantação de museus), História da Arte, Artes Decorativas com destaque para Joias, Porcelana e cristal, com diversos artigos e publicações. Publicações em catálogos:- Textos do Catálogo do Museu Carlos Costa Pinto. Salvador: Fundação Museu Carlos Costa Pinto, 2003. 76p.;- Textos do Catálogo A Sedução das jóias - séculos XVIII e XIX: coleção particular - São Paulo. Salvador: Fundação Museu Carlos Costa Pinto, 2005;- Texto Pencas de balanganans para o catálogo da exposição temporária O que é que a Bahia tem: ourivesaria do Museu Carlos Costa Pinto. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2006, p.63-73 ; - Les chaines garnies de pendentifs (pencas de balangandãs) et la force magique des fruits et des animaux In: Terra Brasilis ed.Bruxelas : Ludion, 2011, p. 126-129; - Texto catálogo da Exposição Joias crioulas: Coleção Museu Carlos Costa Pinto na Caixa Cultural São Paulo (2012);- co-autora texto do catálogo “Grandes Mestres Baianos: Presciliano, Valença e Mendonça”, Museu da Misericórdia, Salvador Bahia (2017).- Texto do catálogo “Hector Bernabó: o Carybé da Bahia”, Museu da Misericórdia, Salvador-Bahia (2018).- Texto do catálogo “Genaro: Traço, pincel e Trama”, Museu da Misericórdia, Salvador-Bahia (2019). Artigos publicados:- Documentação em revista: breve histórico e modernização. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.15, p.7-12, jan/dez. 1992; - Processo de informatização na documentação do acervo do Museu Carlos Costa Pinto. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.16, p.10-12, jan/dez. 1993; - Museu Carlos Costa Pinto: 25 anos de evolução. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.17, p.7-11, jan/dez. 1994; - O projeto “O Tema do Mês”. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.18, p.10-11, jan/dez. 1995; - Considerações sobre o cristal. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.19, p.7-8, jan/dez. 1996; - Porcelana Macau. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.20, p.5-7, jan/dez. 1997; - O segredo da porcelana. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.21, p.5-7, jan/dez. 1998; - Para que serve o setor de documentação de um museu? Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.22, p.7-9, jan/dez. 1999; - Peônia: um símbolo na porcelana chinesa. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.23, p.7-11, jan/dez. 2000; - La dame au parasol: um motivo decorativo da porcelana chinesa. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.24, p.36-38, jan/dez. 2001; - A Flor de ouro. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.25, p.30-32, jan/dez. 2002; - Jóias do Museu Carlos Costa Pinto. Boletim do Museu Carlos Costa Pinto, Salvador, v.26, p.38-46, jan/dez. 2003/2005; - Genaro de Carvalho: o artista tapeceiro. Revista Ohun, Salvador, n.1, 2004 disponível em www.revistaohun.ufba.br; Pencas de balangandans. Cadernos do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, Salvador, n.3 2006, p.63-74.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.