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Produção do curta metragem de ficção Noites na Janela, escrito por Henrique Truffi e Pedro Vieira, dos gêneros aventura, suspense e romance, com duração de 15 minutos, a ser finalizado em MPEG4 4K e Full HD. Trata-se da primeira produção audiovisual de dois novos cineastas brasileiros. O curta retrata a vida de dois jovens que vivem em duas casas frente a frente, e desenvolveram uma amizade se comunicando através de suas janelas por meio de cartazes, nunca tendo contato físico ou verbal. O projeto incluirá dois jovens de baixa renda de um curso gratuito para capacitação de fotografia nas filmagens, promovendo manipulação dos equipamentos e assistências no set como contrapartida social e formação cultural, junto com a disponibilização gratuita do filme no Youtube, após sua finalização.
O curta-metragem de ficção retrata a vida de dois jovens que vivem em duas casas frente à frente uma a outra, e desenvolveram uma amizade se comunicando através de suas janelas por meio de cartazes, nunca tendo contato físico ou verbal. Quando um estranho aparece em uma das casas, resta ao vizinho decidir se irá interferir na situação ou ficar em casa e assistir tudo por sua janela. Classificação etária: 10 anos
OBJETIVO GERAL: Produzir um curta metragem autoral abrindo o campo de atuação no mercado cinematográfico para novos cineastas e roteiristas, permitindo a inserção de jovens estudantes do Audiovisual no mercado de trabalho nacional. Para tanto, além do histórico do próprio proponente e dos autores do curta, a equipe também será formada por estagiários estudantes de cinema que deverão contar com o respaldo de profissionais convidados de reconhecido valor no mercado. Gravar um projeto de ficção dos gêneros aventura, suspense e romance, com duração de 15 minutos, a ser finalizado em MPEG4 4K e Full HD. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Gravar o curta metragem "Noites na Janela" de autoria de dois jovens cineastas. Contratar uma equipe jovem de novos profissionais bem formados, porém com pouca experiência, uma vez que um dos principais objetivos deste trabalho é abrir oportunidade atuação profissional em um mercado reconhecidamente muito "fechado" ao jovem trabalhador do cinema. Como contrapartida social, chamar dois jovens de baixa renda para compor a equipe profissional, com o intuito de abrir o mercado de trabalho para jovens profissionais interessados e bem qualificados mas que não fazem parte de uma elite econômica e profissional, parte de uma contrapartida social. Incluir esses jovens de um curso gratuito para capacitação de fotografia nas filmagens, provido por uma ONG na cidade de São Paulo, promovendo manipulação dos equipamentos e assistências no set como forma educacional e ação formativa cultural. Sabe-se que o campo do audiovisual brasileiro ainda é um espaço de circulação de uma elite econômica em razão dos altos custos para a formação de bons profissionais. Distribuir o filme gratuitamente pela plataforma Youtube, também como contrapartida social, para que a população brasileira tenha fácil acesso ao projeto. É esperado uma média de mil a dez mil visualizações, baseado em precedentes no meio. Versões com legendas em inglês e português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas na plataforma, para abranger ainda mais o acesso da população. Enviar obra depois de concluída para festivais nacionais e internacionais a fim de torná-la acessível e conhecida em todo o país, e em outros países, em circuito cultural e alternativo. Baseado em experiências anteriores, é esperado em torno de quinze exibições nesse meio, de maioria gratuita, com sessões de até cem participantes. As versões com legendas em inglês e em português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas e enviadas a organização dos eventos. (Esse objetivo é difícil de ser mensurado ou descrito a fundo, devido a atual pandemia do COVID-19 e incerteza de quais festivais e eventos se manterão no momento de conclusão do projeto).
O roteiro tem um elemento inovador em sua proposta dentro do circuito de produção de obras de curta metragem. A história se dá sob uma estrutura pouco explorada em território nacional e bem popular em produções estrangeiras, principalmente hollywoodianas. De acordo com um estudo da ANCINE realizado de 2009 a 2017, por mais que a maioria da produção cinematográfica nacional seja de documentários e dramas, cada um representando uma parcela de quase 40%, é o gênero de aventura que ocupa 38,26% da frequência de público nas salas de cinema, seguido por animação (19,9%) e comédia (15,93%). Como a produção nacional do gênero de aventura corresponde a 1,01% do total, fica a cargo das produções internacionais saciarem o mercado brasileiro, enquanto documentários e dramas representam 0,40% e 11,88%, respectivamente, do público total de bilheteria. Ao incorporar esses elementos e juntar com estéticas do cinema nacional, será realizado um projeto que pretende alcançar esse público e redirecionar parte dessa atenção de gênero às produções brasileiras. Com a disponibilização gratuita e a incorporação de jovens de baixa renda diretamente à produção do filme, a meta de democratização do acesso ao cinema (seja no papel de usufrui ou de quem produz) também será amplamente reforçada com a proposta deste projeto. O principal ponto disso tudo está no acesso ao mercado para novos profissionais da área, destacando a qualidade de formação destes jovens e abrindo um campo autônomo de atuação. "Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", como diria Glauber Rocha, seguido de um bom planejamento e uma boa formação profissional. Esta é a fórmula do projeto que pretende contribuir para uma nova configuração o cenário audiovisual brasileiro na sociedade contemporânea. Além da contrapartida social, que usará dois jovens de uma ONG de capacitação de jovens de baixa renda para fotografia incorporados as filmagens como formação cultural, a disponibilização gratuita do filme à população no Youtube por si só já é um fomento sem barreiras financeiras à cultura, permitindo que todos acessem esse material sem custos. Embasado no Art. 1° da Lei 8.313, o curta metragem em questão contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos cultuais, pela sua já mencionada distribuição gratuita e suas outras contrapartidas sociais. Como promoção e estimulação da regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e locais, fica evidente que o time de novos profissionais promove essa abertura no mercado, nessa busca dos encarregados pelo projeto de difundirem essa cultura nesse meio tão fechado e difícil de entrar, que é o audiovisual brasileiro, e pregando pelos ideais expostos na mencionada Lei. A Lei de Incentivo à Cultura serve nesse cenário como um caminho alternativo, que não presa pela hierarquia de produtoras com patrocínios diretos, e abre a possibilidade de produtores independentes se articularem e criarem novas maneiras de fazer arte nesse meio. Priorizando o produto cultural originário do país, o projeto traz um gênero popular no audiovisual, porém pouco explorados em território nacional. Assim, procuramos dividir aos poucos esse polo e focar a atenção da população brasileira num produto genuinamente nacional. Nessa mesma linha, buscamos preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nação, disponibilizando o filme no Youtube, uma plataforma presente na maioria dos países do mundo, e disponibilizando legendas em inglês, para que outras culturas tenham acesso ao nosso modo de audiovisual, e tomem um interesse maior pelo que está sendo produzido nesse meio no Brasil, contando uma história genuinamente brasileira. A obra a ser produzida, elemento dessa proposta, se encaixa no Art. 3° da Lei 8.313, inciso II, alínea a), por ser um fomento à produção cultural e artística, mediante produção de uma obra cinematográfica de média metragem. Ao atender esse objetivo, nos tornamos elegíveis a captação de recursos pelo Pronac, como a própria Lei exemplifica.
A democratização do acesso e a contrapartida social se dão pelo próprio modelo de projeto: trata-se de um projeto de acesso totalmente gratuito, distribuido pela internet, com participação de jovens profissionais da área do audiovisual e abertura de campo de atuação para jovens de baixa renda que desejem integrar um projeto de produção de cinematográfica.
Filme de Curta Metragem Ficção Gênero: Suspense/Aventura/Romance Duração: 15min Classificação: 10 anos Gravação com câmera digital Sony PXW-FX9 4K.
O filme contará com legendagem descritiva em português e inglês, para facilitar o acesso à pessoas com deficiência auditiva. Também serão disponibilizadas versões com audiodescrição e LIBRAS. O filme será distribuído gratuitamente pela plataforma Youtube, também como contrapartida social, para que a população brasileira tenha fácil acesso ao projeto. É esperado uma média de mil a dez mil visualizações, baseado em precedentes no meio. As versões com legendas em inglês e em português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas na plataforma, para abranger ainda mais o acesso da população. A obra depois de concluída será enviada para festivais nacionais e internacionais a fim de torná-la acessível e conhecida em todo o país em circuito cultural e alternativo. Baseado em experiências anteriores, é esperado em torno de quinze exibições nesse meio, de maioria gratuita, com sessões de até cem participantes. As versões com legendas em inglês e em português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas e enviadas a organização dos eventos. (Esse objetivo é difícil de ser mensurado ou descrito a fundo, devido a atual pandemia do COVID-19 e incerteza de quais festivais e eventos se manterão no momento de conclusão do projeto). Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Como se trata de um projeto que terá distribuição e veiculação pela internet e totalmente gratuito, ele por si só já é um projeto que prevê a democratização do acesso e a facilitação para consumo do conteúdo para população com pouca ou baixa instrução.
O filme será distribuído gratuitamente pela plataforma Youtube, também como contrapartida social, para que a população brasileira tenha fácil acesso ao projeto. É esperado uma média de mil a dez mil visualizações, baseado em precedentes no meio. As versões com legendas em inglês e em português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas na plataforma, para abranger ainda mais o acesso da população. A obra depois de concluída será enviada para festivais nacionais e internacionais a fim de torná-la acessível e conhecida em todo o país em circuito cultural e alternativo. Baseado em experiências anteriores, é esperado em torno de quinze exibições nesse meio, de maioria gratuita, com sessões de até cem participantes. As versões com legendas em inglês e em português para deficientes auditivos (legendagem descritiva), a versão em LIBRAS e a audiodescrição também serão disponibilizadas e enviadas a organização dos eventos. (Esse objetivo é difícil de ser mensurado ou descrito a fundo, devido a atual pandemia do COVID-19 e incerteza de quais festivais e eventos se manterão no momento de conclusão do projeto). Após concluído o filme, será oferecida uma a palestra gratuita de aproximadamente uma hora e meia, apresentada pelo produtor e os diretores do projeto, como ação formativa cultural. A palestra será oferecida para alunos da rede particular e pública com garantia de acesso de 50% da lotação do espaço para o público advindo da escola pública, que será convidado por meio de carta convite a instituições de ensino e por meio das redes sociais. Os alunos interessados preencherão uma ficha de cadastro na palestra para que possamos quantificar e qualificar a presença. O local da palestra será uma sala com capacidade para 50 pessoas, a ser definido. Será tratado o tema de produção idependente para audiovisual e como incentivar esse mercado, explicando os mecanismos utilizados no filme e a Lei de Incentivo a Cultura. A democratização do acesso e a contrapartida social se dão pelo próprio modelo de projeto: trata-se de um projeto de acesso totalmente gratuito, distribuído pela internet, com participação de jovens profissionais da área do audiovisual e abertura de campo de atuação para jovens de baixa renda que desejem integrar um projeto de produção de cinematográfica.
Direção e Roteiro: Pedro Vieira e Henrique Truffi Produção: Pedro Vieira Assistente de Direção: Valentina Silvestrini Direção de Fotografia: Fernando Sverner Direção de Arte e Figurinos: Vitória Kunzel Assistente de Produção: Eduardo Aliberti MINI CURRICULUNS: Direção e Roteiro: Pedro Vieira e Henrique Truffi Produção: Pedro Vieira Assistente de Direção: Valentina Silvestrini Direção de Fotografia: Fernando Sverner Direção de Arte e Figurinos: Vitória Kunzel Assistente de Produção: Eduardo Aliberti MINI CURICULUNS: Pedro Vieira – Foi produtor, tradutor e versionista da comédia musical da Broadway, Algo de Podre! (no original, Something Rotten!) dirigida por Gustavo Gasparani em abril de 2018. Foi Assistente de Produção no curta-metragem Brisas (2019), dirigido por Luiza Valverde. Trabalhou no departamento de arte para o curta-metragem Barulho da Chuva (2019), de Natália Carvalheira. Responsável pela adaptação do texto de O Mambembe, de Artur Azevedo, para uma montagem teatral dirigida por Gustavo Gasparani, em março de 2017, no Rio de Janeiro. Dirigiu, roteirizou e produziu o curta-metragem Olívia (2017), ganhador dos prêmios de Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora no Festival Identidade e Narrativa de Curtas (FINCA), na cidade do Rio de Janeiro. Henrique Truffi – Foi montador do curta-metragem Bom Carnaval (2020), filmado em Taquaritinga, SP, dirigido por Guilherme de Campos e Letícia Ohfugi. Dirigiu e roteirizou o filme A Casa e o Medo (2019), com Eduardo Aliberti, e Valentina Salvestrini. Foi premiado com melhor curta-metragem de Animação no COMUNICAFEST - Festival de Curtas da FAAP (Prêmio do Júri e Voto Popular); Semifinalistas no International Moving Festival do Iran; Selecionados pelo Tracce Cinematografiche, Itália; Selecionados pelo Maxi Youth - Enimation, Eslovênia, Seleção Oficial; Crash - Mostra Internacional de Cinema Fantástico, Goiânia; Prêmio de Melhor Curta de Animação no Festival Estudantil de Guaíba, Rio Grande do Sul. Valentina Salvestrini – Aluna de comunicação social na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) desde janeiro de 2019, teve sua pesquisa financiada pelo programa de bolsas de Iniciação Científica da universidade, de fevereiro a julho de 2020, orientada pela Prof.ª Dr.ª Lilian de Lucca Torres. Pesquisa: “A noção de performatividade de gênero nos filmes Tudo Sobre Minha Mãe (1999) e A Pele Que Habito (2011), de Pedro Almodóvar.” Foi 1ª Assistente de Direção no curta-metragem Bom Carnaval (2020), filmado em Taquaritinga, SP, dirigido por Guilherme de Campos e Letícia Ohfugi. Dirigiu e roteirizou o filme A Casa e o Medo (2019), com Eduardo Aliberti, e Henrique Truffi. Foi premiado com melhor curta-metragem de Animação no COMUNICAFEST - Festival de Curtas da FAAP, Prêmio do Júri e Voto Popular; Semifinalistas no International Moving Festival do Iran; Selecionados pelo Tracce Cinematografiche, Itália; Selecionados pelo Maxi Youth - Enimation, Eslovênia, Seleção Oficial; Crash - Mostra Internacional de Cinema Fantástico, Goiânia; Prêmio de melhor Curta de Animação no Festival Estudantil de Guaíba, Rio Grande do Sul. Foi Assistente de Produção no Festival MOVE CINE ARTE, São Paulo, de agosto a setembro de 2019. Festival organizado por André Fratti Costa e Steve Bisson. Foi Assistente de Som no curta-metragem Fique na Luz (2019), dirigido por David Alves. Foi Assistente de Arte no curta-metragem Silvio (2019), dirigido por Pedro Goto. Foi Assistente de Produção no curta-metragem Pê (2019), dirigido por Patrick Hanser. Foi Assistente de Produção no Festival MOVE CINE ARTE, São Paulo, em setembro de 2017. Fernando Sverner – Atuou como diretor de fotografia no filme O Clone (2020). Fotografou a matéria para a revista Revista Golfe & Turismo em 2020 sobre tenistas na quarentena. Foi colorista no curta-metragem Bom Carnaval (2020), filmado em Taquaritinga, SP, dirigido por Guilherme de Campos e Letícia Ohfugi. Foi operador de drone em 2019 para o videoclipe A Melhor de Todas, produzido pelo guitarrista Lúcio Maia e dirigido por Fernão Ciampa. Foi Diretor de Imagem em 2019 na Casa Artéria Teatral, Pompeia. Responsável pela coordenação, edição e filmagem das imagens projetadas durante o musical Areia. Com filmagens em Santos e São Paulo. O espetáculo estreou no teatro West Plaza. Fernando ganhou o prêmio de Melhor Curta por Emersão ao Mundo (2019), como diretor e roteirista no Festival de Curtas-Metragens da Casa Artéria, São Paulo. Vitória Kunzel: Foi Diretora de Arte no curta-metragem Bom Carnaval (2020), filmado em Taquaritinga, SP, dirigido por Guilherme de Campos e Letícia Ohfugi. Foi Assistente de Produção no Festival MOVE CINE ARTE, São Paulo, de agosto a setembro de 2019. Festival organizado por André Fratti Costa e Steve Bisson. Foi Assistente de Som no curta-metragem Fique na Luz (2019), dirigido por David Alves. Foi Assistente de Foto no curta-metragem Silvio (2019), dirigido por Pedro Goto. Foi Assistente de Produção no curta-metragem Pê (2019), dirigido por Patrick Hanser. Foi Diretora de Arte no filme Perfume (2016), filmado no Rio Grande do Sul, selecionado para a Mostra de Vídeos da Rede Sinodal de Educação. Eduardo Aliberti – Foi Produtor no curta-metragem Bom Carnaval (2020), filmado em Taquaritinga, SP, dirigido por Guilherme de Campos e Letícia Ohfugi. Foi Assistente de Produção no Festival MOVE CINE ARTE, São Paulo, de Agosto a Setembro de 2019. Festival organizado por André Fratti Costa e Steve Bisson. Foi Assistente de Arte no curta-metragem Enquanto Agonizo (2019), dirigido por Pedro Longo. Foi Assistente de Fotografia no curta-metragem Beto (2019), dirigido por Margot Conti. Foi Assistente de Arte no curta-metragem Ciclo da Morte (2019), dirigido por Maira Tavares. Dirigiu e roteirizou o filme A Casa e o Medo (2019), com Henrique Truffi, e Valentina Salvestrini. Foi premiado com melhor curta-metragem de Animação no COMUNICAFEST - Festival de Curtas da FAAP, Prêmio do Júri e Voto Popular; Semifinalistas no International Moving Festival do Iran; Selecionados pelo Tracce Cinematografiche, Itália; Selecionados pelo Maxi Youth - Enimation, Eslovênia, Seleção Oficial; Crash - Mostra Internacional de Cinema Fantástico, Goiânia; Prêmio de melhor Curta de Animação no Festival Estudantil de Guaíba, Rio Grande do Sul.
PRAZO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS ENCERRADO.