| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 361,3 mil |
A mostra Estúdio Hammer _ A Fantástica Fábrica de Horror é a primeira mostra a ser realizada no Brasil dos filmes clássicos de horror produzidos pelo Estúdio Hammer, abrangendo a produção dos anos 1950, passando pelo auge nos anos 1960 até o início da decadência nos anos 1970. Serão cerca de 32 longas-metragens _ em formato digital, 35mm e 16mm _ para os CCBBs do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, durante aproximadamente 4 semanas e 50 sessões em cada cidade,com 2 debates em formato online com intértrete de libras, uma Masterclass online sobre a hitória da maquiagem no cinema de horror e um curso online de 3 dias sobre o cinema de horror dos Estúdios Hammer e uma sessão com audiodescrição e legendas descritivas.
Não se aplica.
O Objetivo Geral da mostra Estúdio Hammer - A Fantástica Fábrica de Horror consiste na retrospectiva online dos filmes produzidos pelos Estúdios Hammer entre as décadas de 1950 e 1970.. O principal objetivo que se pretende alcançar é a difusão desta obra cinematográfica, e a sua finalidade é a formação de público, principalmente nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Projetamos um grande público, pois será o maior evento do gênero na América do Sul, nunca antes tantos filmes cultuados foram exibidos no mesmo evento, apenas Inglaterra e EUA fizeram tamanha homenagem. Os filmes da Hammer são cultuados, copiados, parodiados e reverenciados por uma legião de cinéfilos, incluindo nomes importantes como Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Guillermo Del Toro, Steven Spielberg, Dario Argento, David Lynch, Tim Burton entre outros. Os Objetivos Específicos da mostra Estúdio Hammer - A Fantática Fábrica de Horror são: - Criação de um catálogo on line, em formato PDF, com artigos críticos sobre os filmes do Estúdio Hammer, que encaramos como verdadeiro legado da mostra: uma importante fonte de pesquisa bibliográfica no Brasil, já que reunirá ensaios e entrevistas, além de uma filmografia contendo sinopses, fichas técnicas e demais dados dos filmes programados, de distribuição gratuita; - Dois debates, em formato online , cada um com dois especialistas na obra do Estúdio Hammer convidados e um mediador ( os dois debates terão tradução em libras ) ; - Uma palestra ( masterclass) com um cineasta especializado em filmes de terror ( sobre a maquiagem no cinema de terror) , a ser realizado de forma on line; - Um curso sobre o cinema do Estúdio Hammer, com a duração de 3 dias, a ser realizado de forma on line; - Uma sessão especial com audiodescrição, libras e legendas descritivas para portadores de necessidades especiais; Os filmes da mostra são: - A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein, 1957, ING, 82min, cor) Dir: Terence Fisher- O Vampiro da Noite (Dracula, 1958, ING, 82min, cor) Dir: Terence Fisher- A Vingança de Frankenstein (The Revenge of Frankenstein, 1958, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles, 1959, ING, 87min, cor) Dir: Terence Fisher- A Múmia (The Mummy, 1959, ING, 86min, cor) Dir: Terence Fisher- As Noivas do Vampiro (The Brides of Dracula, 1960, ING, 85min, cor) Dir: Terence Fisher- Grito de Pavor (Taste of Fear, 1961, ING, 81min, P&B) Dir: Seth Holt- Maldição de Lobisomem (The Curse of the Werewolf, 1961, ING, 93min, cor) Dir: Terence Fisher- O Fantasma da Ópera (The Phanton of the Opera, 1962, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- Malditos (The Damned, 1962, ING, 87min, P&B) Dir: Joseph Losey- O Monstro de Frankeinstein (The Evil of Frankenstein, 1964, ING, 84min, cor) Dir: Freddie Francis- A Górgona (The Gorgon, 1964, ING, 83min, cor) Dir: Terence Fisher- Drácula, o Príncipe das Trevas (Dracula: Prince of Darkness, 1966, ING, 90min, cor) Dir: Terence Fisher- Epidemia de Zumbis (The Plague of the Zombies, 1966, ING, 91min, cor) Dir: John Gilling- A Serpente (The Reptile, 1966, ING, 91min, cor) Dir: John Gilling - ...E Frankenstein Criou a Mulher (Frankenstein Created Woman, 1967, ING, 86min, cor) Dir: Terence Fisher- As Bodas de Satã (The Devils Rides Out, 1968, ING, 96min, cor) Dir: Terence Fisher- Drácula, o Perfil do Diabo (Dracula Has Risen from the Grave, 1968, ING, 92min, cor) Dir: Freddie Francis- Frankenstein Tem que Ser Destruído (Frankenstein Must Be Destroyed, 1969, ING, 98min, cor) Dir: Terence Fisher- O Sangue de Drácula (Taste the Blood of Dracula, 1970, ING, 91min, cor) Dir: Peter Sasdy- O Conde Drácula (Scars of Dracula, 1970, ING, 96min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Os Vampiros Amantes (The Vampire Lovers, 1970 ,ING, 91min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Condessa Drácula (Countess Dracula, 1971, ING, 93min, cor) Dir: Peter Sasdy- O Médico & Irmã Monstro (Dr. Jekyll & Sister Hyde, 1971, ING, 97min, cor) Dir: Roy Ward Baker- Drácula no Mundo da Minissaia (Dracula A.D. 1972, 1972, ING, 96min, cor) Dir: Alan Gibson- Os ritos Satânicos de Drácula (The Satanic Rites of Dracula, 1973, ING, 87min, cor) Dir: Alan Gibson- Capitão Kronos, O Caçador de Vampiros (Captain Kronos _ Vampire Hunter,1974, ING, 91min, cor) Dir: Brian Clemens- A Lenda dos Sete Vampiros (The Legend off the 7 Golden Vampires, 1974, ING/HKG, 83min, cor) Dir: Roy Ward Baker e Cheh Chang- Uma Filha para o Diabo (To the Devil a Daughter, 1976, ING, 95min, cor) Dir: Peter Sykes DOCUMENTÁRIOS- Fanex Files: Hammer Films (2008, ING, 95min, cor) Dir: A. Susan Svehla - Flesh and Blood: The Hammer Heritage of Horror (1994, ING, 100min, cor) Dir: Ted Newsom- Hammer: The Studio That Dripped Blood! (1987, ING, 50min, cor) Dir: David Thompson A mostra primeiramente havia sido pensada para ser realizada de forma on line, mas com a reabertura dos cinemas, no segundo semestre de 2020, o Centro Cultural Banco do Brasil decidiu fazer as exibições dos filmes de forma presencial, deixando apenas os eventos como debates, curso e palestra no formato on line.
A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento de Estúdio Hammer - A fantástica fábrica de horror, enquadra-se nos seguintes incisos do Art 1o. da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação em Art 3o. da referida norma, serão alcançados os seguintes objetivos: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; É necessário dizer que o Centro Cultural Banco do Brasil somente patrocina projetos previamente aprovados na Lei Rouanet. A mostra Estúdio Hammer - A Fantástica Fábrica de Horror se justifica na medida em que será a primeira ampla retrospectiva dedicada ao estúdio no Brasil e na América do Sul. Os filmes de terror dos Estúdios Hammer são cultuados internacionalmente, e influenciaram cineastas importantes como Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Guillermo Del Toro, Steven Spielberg, Dario Argento, David Lynch e Tim Burton. A influência da Hammer pode ser vista também no Brasil, quevive uma retomada do gênero horror, no trabalho de diretores como Marco Dutra, Juliana Rojas, Anita Rocha da Silveira, Francisco Aragão e Caetano Gotardo. A mostra primeiramente havia sido pensada para ser realizada de forma on line, mas com a reabertura dos cinemas, no segundo semestre de 2020, o Centro Cultural Banco do Brasil decidiu fazer as exibições dos filmes de forma presencial, deixando apenas os eventos como debates, curso e palestra no formato on line.
Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida, sócio da Voa - Comunicação e Cultura LTDA, proponente deste projeto, trabalhará na função de produção executiva. José Alves de Lima Aguiar e Marina Pessanha trabalharão nesta mostra na função de coordenação geral. Eduardo Reginato e Danilo Santos Crespo serão os curadores. O projeto não possui aquisição de material permanente. Questões referentes a bens históricos não se aplicam aa esta proposta.
A mostra será realizada nos Centros Culturais do Banco do Brasil do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, espaços que oferecem facilidades para portadores de necessidades especiais como: * Rampa de acesso às salas de exibição; * Cadeiras reservadas nas salas de exibição; * Sanitários adaptados; * A mostra terá uma sessão com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras). * A mostra terá uma sessão com audiodescrição, além dos filmes serem exibidos com legendas descritivas. * O debate terá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). * Na Planilha orçamentária, as rubricas de Intérprete de Libras, legendagem descritiva e Serviço de Audiodescrição cobrem as despesas com as medidas de acessibilidade previstas. Quanto a acessibilidade de conteúdo, a retrospectiva terá: - Uma sessão com legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra, de acordo com a Lei 13.146/2015. - Uma sessão conjunta com legendagem descritiva, LIBRAS e audiodescrição com narrador, visando ac atar a Lei 13.146 de 06/07/2015, que entrou em vigor no dia 02/01/2016.
A mostra oferece à população a oportunidade de ter contato com a produção cinematográfica do Estúdio Hammer, cujo legado no cinema de horror é inigualável. A mostra será gratuita. Todas as sessões presenciais da mostra serão gratuitas e todos os eventos online serão gratuitos. O projeto contará com a realização dois debates online (com interprete de LIBRAS), cada um com a presença de dois críticos e mediação dos curadores, onde serão discutido de forma breve a importância histórica e o legado da obra do Estúdio Hammer e ao final os palestrantes irão responder perguntas do público em geral. O debate será gratuito para toda a população, através da plataforma ZOOM. O projeto contará com uma palestra ( masterclass ) com o cineasta Rodrigo Aragão, sobre a maquiagem nos filmes de terror. O evento será realizado de forma online e gratuita através da plataforma ZOOM. . Haverá também um curso online, ministrado pelo curador Eduardo Reginato, com duração de 3 dias, através da plataforma ZOOM, com o máximo de 100 participantes por dia, com as seguintes características: Carga Horária: 6 horas (2 horas por dia, das 14h às 16h) Público-alvo: Aberto ao público geral, com 50% destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino por dia. Conteúdo Programático: A influência do gótico no cinema e literatura ingleses. O horror inglês. O contexto histórico de uma época e o surgimento do Estúdio Hammer na Inglaterra. As primeiras produções do Estúdio Hammer. O pulo do monstro: a grande virada cinematográfica do Estúdio Hammer e sua ascensão. Os monstros da Hammer. As características marcantes do estilo Hammer de horror e sua influência no cinema fantástico moderno. Os atores da Hammer: Christopher Lee, Peter Cushing e Ingrid Pitt, os mitos do horror. Os grandes diretores da Hammer e seus filmes. A queda do monstro: a decadência do Estúdio Hammer e suas últimas produções. O monstro não morreu: o legado deixado pela extensa filmografia do Estúdio Hammer e seus fiéis seguidores no cinema.
Eduardo Reginato (Curador): Eduardo Reginato é produtor, roteirista, escritor e crítico de cinema. É formado e mestre em Literatura pela Universidade Federal Fluminense, pesquisando o horror e a fantasia na literatura . Na televisão foi diretor e roteirista do programa Cinema Mundo (2006) do extinto canal Cine Brasil TV e produtor dos programas (Re)corte Cultural e Arte com Sérgio Britto da TVE (atual TV Brasil). Foi um dos curadores da Mostra Bertrand Blier e a Comédia da Provocação (2017) na Caixa Cultural SP e produtor das mostras Aventura Antonioni (2017), Syberberg, um filme da Alemanha (2016) e O Cinema Total de David Lean (2015), entre outras. Danilo Santos Crespo (Curador): Danilo Santos Crespo é roteirista, poeta, escritor e crítico de cinema. Formado em Letras - Inglês (UFF) é pesquisador de Literatura e Cinema ingleses. Escreveu o livro Memórias de Abacate, publicado em 2011 pela editora Nonoar. Em 2017, roteirizou e co-dirigiu os curtas-metragens “A entrada é a saída é a entrada”, “O começo de mim”, “Tudo Respira”. É, também, autor das peça “Entre” (2016) e “Adeus, Transeunte” (2018). Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida (Produtor Executivo): Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida é formado em Comunicação Social na UFRJ e em Cinema pela UFF. Trabalhou como crítico de cinema na revista Contracampo e na revista Moviola. Foi curador e produtor da mostra "Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial", no CCBB-RJ, SP e BSB, em 2013, da mostra "Surrealismo e Vanguardas" no CCBB-RJ, em 2014, da mostra "Francis Ford Coppola: O Cronista da América", no CCBB-RJ, SP e BSB, em 2015, e das mostras "A Vanguarda de São Francisco" em 2015, na Caixa Cultural-RJ, "Ken Jacobs", na Caixa Cultural-RJ em 2016, "Aventura Antonioni", nos CCBBs RJ, SP e BSB em 2017, e da mostra "Diretoras Negras no Cinema Brasileiro", na Caixa Cultural BSB e RJ em 2017. Foi produtor executivo da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016. José de Aguiar (Coordenador de Produção): José de Aguiar é diretor e produtor. Trabalhou como produtor da Mostra Londrina de Cinema, realizada pela ONG Kinoarte - Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina (2003), produtora de cinema, oficinas de realização e festivais no Sul do Brasil. Produziu e dirigiu o programa de tv "Esquinas", uma coprodução do Canal Brasil, da revista Piauí e da produtora Firula Filmes. Foi responsável pela produção executiva da mostra "Abel Ferrara, a Religião da Intensidade" , da mostra "Samuel Fuller", da mostra "Oscar Micheaux", da mostra "O Novo Cinema Pernambucano", da mostra "Francis Ford Coppola: O Cronista da América", e "Aventura Antonioni", todas no CCBB. Fez curadoria e produção das mostras "Surrealismo e Vanguardas" e "O Cinema Total de David Lean", também no CCBB. Foi coordenador de produção da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016. Marina Fonte Pessanha (Coordenadora de Produção): Marina Pessanha é formada em Jornalismo pela PUC-Rio e cursou o Máster en Documental Creativo de la UAB (2008/09), na Espanha. Dirigiu e produziu seus primeiros filmes: o curtametragem "Gladys" e o médiametragem "A Moldura" ("El marco", Espanha), produzido e exibido pela TVE Catalunya . Dirigiu o programa de tv "Esquinas", uma co-produção do Canal Brasil. Foi coordenadora de produção das mostras " Abel Ferrara, A Religião da Intensidade", "Samuel Fuller", "Oscar Micheaux", "Francis Ford Coppola" e "O Cinema Total de David Lean" e "Aventura Antonioni", no CCBB. Fez a curadoria da mostra "O Novo Cinema Pernambucano", no CCBB, e a curadoria e a produção da mostra "Surrealismo e Vanguardas", também no CCBB. Fez a produção executiva das mostras "A Vanguarda de São Francisco" e "Ken Jacobs", na Caixa Cultural-RJ, e da mostra "Diretoras Negras no Cinema Brasileiro", na Caixa Cultural BSB e RJ. Foi curadora da mostra "Do Brasil para o Mundo" no CCBB-RJ, em 2016.
Prestação de Contas Aprovada com ressalvas formal e sem prejuizo na Força Tarefa Nise da Silveira, instituída por meio da PORTARIA SGPTC/SE/MINC Nº 2, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2024, conforme Relatório Executivo nº 2413/Grupo Preto/SGPTC/Força-Tarefa - NS/SGPTC/GSE/GM de 18/12/2024.