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PRONAC 203879Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

3º Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense

Joacir Luz Filho
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itanhaém
Início
2021-09-14
Término
2021-09-18
Locais de realização (3)
Lages Santa CatarinaSão Joaquim Santa CatarinaUrubici Santa Catarina

Resumo

Realizar a terceira edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense - FICASC, nas cidades de Lages, São Joaquim e Urubici. Exibir gratuitamente aproximadamente 40 filmes de temática socioambiental, distribuídos em aproximadamente 44 sessões, realizar atividades paralelas como exposições fotográficas, palestras, oficinas e promover um amplo debate com foco no desenvolvimento sustentável. Serão realizadas sessões nos 05 dias de evento na cidade de Lages, um dia na cidade de São Joaquim e um dia na cidade de Urubici.

Sinopse

não cabe

Objetivos

Objetivo Geral: O festival tem como objetivo atrair público interessado e formar novas audiências, trazer cultura com informações de qualidade e gerar uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções e alternativas para um mundo mais sustentável. Promover debates entre cineastas, profissionais voltados para a área ambiental e o público com o intuito de se aprofundar nas questões abordadas nos filmes. Incentivar a ainda incipiente produção de cinema ambiental no Brasil oferecendo um novo canal de difusão, de trocas de informação e de divulgação. Incentivar a formação de público e a cultura com atividades em outras áreas da arte, sempre tratando de conteúdo socio-ambiental. Engajar professores das redes públicas municipais, estadual e particular, assim como, professores universitários das universidades públicas e particulares no projeto, de modo que os filmes, debates, e outras atividades possam subsidiar discussões posteriores em sala de aula. Criar espaços de inclusão social com a exibição de filmes e realização de atividades paralelas para públicos normalmente alijados destes espaços, tais como, pessoas em situação de rua, deficientes auditivos e visuais. Objetivos Específicos: Realizar 34 sessões de cinema na cidade de Lages, 05 sessões de cinema na cidade em Urubici, 05 sessões de cinema em São Joaquim. Realizar 01 atividade de educação ambiental que promova o engajamento da comunidade local, na busca de soluções para os problemas socio-ambientais. Homenagear 01 diretor ou produtor e outros atores do cinema ambiental brasileiro e internacional com intuito de promover a produção audiovisual e o intercambio entre os realizadores e o público geral. Realizar 01 exposição fotográfica com temática socioambiental de um renomado fotógrafo brasileiro ou internacional, diversificando as expressões artísticas e atraindo desta forma o público. Realizar 01 oficina de audiovisual em escola pública, visando estimular a produção local, realizar 04 debates com especialistas de diferentes áreas do conhecimento sobre questões socioambientais.

Justificativa

Apesar do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense buscar recursos através de outras fontes de financiamento, como editais de apoio a cultura, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento é de fundamental importância para a realização da proposta. Salientamos que a primeira edição do festival foi realizada exclusivamente através da Lei de Incentivo a Cultura do Ministério da Cidadania. A proposta apresentada atende a Lei 8313/91, de 23 de dezembro de 1991, Art 1, Itens I, III, IV, V, VI e VII, e no Art 3 Item IV a. No Brasil, a relevância e a urgência da questão ambiental ainda hoje não encontram correspondência na realização de grandes eventos que reúnam em sua programação manifestações artísticas de grande apelo popular, como o cinema e a música. Nos órgãos de comunicação de massa, a defesa do meio ambiente vem ganhando cada vez mais espaço, adquirindo importância e atingindo índices de audiência cada vez mais altos. No entanto, é preciso ampliar o alcance desta temática e estimular a opinião pública para que a sociedade possa contribuir para a reversão do quadro de destruição ambiental atual. Nessa linha o cinema, pode e deve desempenhar um papel relevante para essas mudanças. O Ficasc se propõe a exibir gratuitamente filmes em escolas e universidades públicas, espaços culturais comunitários e lar de idosos, locais que geralmente não recebem este tipo de iniciativa, ficando as mesmas restritas a salas de cinema ou centros culturais. Através de oficina de audiovisual, o Ficasc visa estimular a incipiente produção local, incluindo filmes realizados durante a oficina, na programação oficial do evento. O Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense surgiu para transformar a vida cultural de uma das mais importantes e prósperas regiões do estado de Santa Catarina, a Serra Catarinense com seus 18 municípios, a maioria com menos de 20 mil habitantes.

Especificação técnica

não cabe

Acessibilidade

As exibições de filmes e realização de debates acontecerão em salas que são adaptadas para receber portadores de necessidades especiais como, por exemplo, cadeirantes. Esses mesmos espaço atendem as necessidades de idosos, como por exemplo, rampas e elavadores que facilitam o acesso às salas de exibição. Serão realizadas sessões com acessibilidade. Sendo 3 para Lages: 1 sessão de áudio descrição, 1 sessão com Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, 1 sessão com Legendagem descritiva e 3 para o São Joaquim: 1 sessão de áudio descrição, 1 sessão em legendagem descritiva e 1 sessão com Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. 3 para o Urubibi: 1 sessão de áudio descrição, 1 sessão em legendagem descritiva e 1 sessão com Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.

Democratização do acesso

O Festival acontece gratuitamente em sua totalidade nas cidades de Lages, Urubici e São Joaquim. Nas sessões de cinema e nos debates, os ingressos estarão disponíveis nas salas de exibição e devem ser retirados com uma hora de antecedência. Para participação nas oficinas, serão sorteadas 20 vagas para estudantes das redes municipais e/ou estaduais de educação da cidade de Lages. As contrapartidas visam a conscientação para a importância da arte e da cultura, e se darão através de oficinas com temas ligados ao meio ambiente e ao cinema, tais como: oficinas de vídeo ambiental, oficinas de compostagem, de trabalho com materiais recicláveis etc. Além das oficinas serão realizados ao menos quatro debates com profissionais convidados para tal, os debates serão precedidos de sessões de cinema ambiental, e terão como temas os assuntos discutidos nos respectivos filmes. Serão realizados dois debates na cidade de Lages com perspectiva de público na ordem de 200 pessoas, assim como, um debate na cidade de São Joaquim, com perspectica de público na ordem de 100 pessoas, e um debate na cidade de Urubici, com perspectiva de público na ordem de 50 pessoas. Os debates acontecerão em escolas e universidades públicas na cidade Lages, e em escolas da Rede Pública de Ensino no caso das cidades de Urubici e São Joaquim. O total de pessoas contempladas entre debates e oficinas será na ordem de 350. Essas medidas atendem aos incisos 1 e 2 do Art. 22 da Instrução Normativa n° 2, de 23 de abril de 2019.

Ficha técnica

Doty Luz (Nome artístico). Há mais de 15 anos vem atuando nas áreas de audiovisual, educação e meio ambiente. Diretor Geral do FICASC - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (2019/2020), Ministrante do Curso “Elaborando Projetos Culturais” na Fundação Cultural de Lages (2020). Consultor em Alfabetização Audiovisual e Realizador de Oficinas de Audiovisual nas Escolas Autonomia (2019) e Professor da Disciplina de Cinema e Educação na Escola Expressão (2019). Coordenação de Produção na Itinerância da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (2014). Atua como Embaixador da Plataforma VideoCamp organizando exibições de filmes de caráter socioambiental (2017 à 2020). Trabalha na produção executiva e direção de documentários de caráter cultural e educativo. Membro Fundador do Encontro de Realizadores de Cinema Ambiental do Brasil e da América Latina – SESC Santos (2017/2018), Realizador das Oficinas de Vídeo Ambiental – SESC Santos (2017), Produtor do Documentário “Histórias do Mar e da Terra” – ONG Gaiato (2016). Atualmente leciona cinema e ministra cursos de formação para educadores, realizou em 2019 o curso no Sesc Lages no uso do cinema como ferramenta pedagógica (2019). Coordenação de Produção do Planeta.Doc Festival Internacional de Cinema Ambiental Florianópolis-SC (2017), coordenador da oficina em Artes Visuais – Antônio Carlos – SC (2017),Diretor da Fósforo Produções (2011 – 2020), Coordenador de Oficina de Vídeo realizada no Município de Eldorado – SP. Oficinas Culturais do Estado de São Paulo - Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo de abril a julho de 2014, coordenador de Oficina de Vídeo e Imagem na Fundação Casa de Itanhaém de Abril a Julho de 2013, Produtor Cultural e Documentarista Audiovisual – Registro Ancine nº 18422, Projeto Cultural selecionado no curso de Documentários da Natureza da Escola Internacional de Cinema e TV Santo Antonio de los Baños - EICTV de Cuba - Programa de Intercâmbio Cultural – Fundo Nacional de Cultura (FNC) – Ministério da Cultura (Minc) – Julho 2012, Direção: “Estatuto dos Povos Indígenas – do jeito que a gente quer” (2009). “Aperreio” (2010) “Sociedade Maranhense de Direitos Humanos - SMDH – 32 Anos em Defesa da Vida” (2011), colaborador e consultor: Awá Ka’apará – À Vida Awá (2010), produtor em Audiovisual do Núcleo de Extensão e Pesquisa com Comunidades Rurais, Negras Quilombolas e Indígenas (NURUNI) – Universidade Federal do Maranhão. Oficina de Territorialidade e Controle Social de Políticas de Saúde em Comunidades Indígenas no Maranhão – Povos: Guajajara, Krikati e Gavião (2011). Coordenador de Curadoria e Assistente de Diretor: Cristovam Muniz Thiago. Graduado em Ciências Biológicas pela Unirio, Mestre em Zoologia pelo Museu Nacional /UFRJ, Pesquisou Corais e Ambientes Recifais da Costa Brasileira, atua na área de Saneamento Ambiental. Curador, Coordenador de Curadoria e Assistente de Direção nas duas edições do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense, realizando a articulção com os produtores do filmes exibidos. Produtor Cultural com trabalhos realizados na área musical, tendo realizado a produção executiva dois CD's além de diversos shows no cenário catarinense. Produção Executiva: FLORA PETRI é produtora cultural, radicada em Paraty. Trabalha desde 2006 com receptivo, logística e produção executiva de festivais culturais, montagens e circulação de espetáculos, exposições e feiras. Desde 2009 integra os principais projetos e instituições culturais de Paraty como o Teatro Espaço (2009 a 2018), a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty (2013 e 2016), o Encontro de Ceramistas (2014 a 2019), a Folia Gastronômica (2017) e o Sesc Paraty, onde, produziu diversas exposições, inclusive de Francisco Brennand, com 32 obras trazidas do Recife. Co-criou o espaço Madame Duranga, reduto cultural que agitou a pequena cena alternativa da cidade com saraus, exposições e feiras de artistas independentes. Retorna ao Rio em 2018 para compor a equipe do XIV encontro internacional de palhaços Anjos do Picadeiro. Em 2020 vem se dedicando a novas formas de trabalho ligados a gestão de redes sociais para artistas e artesãos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.