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PRONAC 203882Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Peixe Cabeça de Cobra

GIOVANI TOZI ROCHA DOMINGUES PRODUCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 303,9 mil
Aprovado
R$ 303,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-06-28
Término
2021-12-19
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Peixe Cabeça de Cobra é um projeto que envolve um processo de criação artística, conduzido por seis diretores brasileiros, de expressiva atuação, no cenário teatral contemporâneo. A criação de um texto dramatúrgico inédito, baseado na experiência audiovisual homônima, veiculada em plataformas digitais, durante o período da pandemia de 2020. Serão 20 apresentações do espetáculo teatral, resultado do referido processo de criação. O projeto engloba uma ação de formação e democratização através da literatura, especificamente do conto.

Sinopse

Peixe Cabeça de Cobra nasceu da vontade de documentar os desafios propostos pela pandemia de 2020, através de uma visão poética e artística. Por meio de um processo que sugeriu uma experiência inusitada no campo teatral, foi proposto um experimento realizado remotamente, onde seis diretores dirigiram o mesmo ator, inspirados pelo mesmo texto a uma obra final, no formato de curta metragem. Nessa nova etapa do projeto, as experiências no audio vissual farão parte de um espetáculo teatral no formato de comédia dramática, onde será levado ao palco seis visões diferentes, de um mesmo material, interpretados pelo mesmo ator. O projeto contempla também um ciclo de seis debates, incluindo um programa especial, com duas sessões de exibição e conversa sobre os curtas produzidos durante a pandemia.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Pesquisar novas formas de produção teatral. - Desenvolver mecanismos de realização de espetáculos teatrais, em contextos como os da pós-pandemia em 2020. - Experimentar linguagens teatrais pouco, ou nada, usuais conectadas à ferramentas tecnológicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar um processo de investigação artística tendo como material primário o contexto da pandemia do novo coronavírus. - Confeccionar um texto dramatúrgico inédito. - Produzir um espetáculo teatral no formato de monólogo, explorando diferentes linguagens. - Apresentar uma temporada de 20 sessões na cidade de São Paulo. - Oferecer gratuitamente um workshop para alunos e professores da Rede Pública sobre o conto e as infinitas possbilidades de interpretação que um texto oferece.

Justificativa

Dois mil e vinte será marcado como um ano que obrigou que fosse revista toda a forma de como nos comportávamos na terra. Em um panorama onde todas as esferas foram afetadas, a cultura foi uma das que mais sofreu impacto. Os eventos culturais foram os primeiros a serem cancelados, devido ao grande potencial de contagio em aglomerações. Certamente será um dos últimos a retomar à normalidade, por conta do possível receio do público pela segurança e pela dificuldade financeira que assola o país. Pensando nessa nova realidade, esse projeto foi desenhado na tentativa de apresentar uma nova perspectiva para a cena. Peixe cabeça de Cobra se justifica pela inovação em adicionar a um espetáculo no formato de monólogo, outras possibilidades além das já oferecidas pela dramaturgia e pela encenação convencional. Através do encontro de seis diretores de longa trajetória e colaboração artística, será oferecido ao público seis visões diferentes de um mesmo material, executado por um mesmo intérprete. Mais do que apresentar um trabalho complexo que figure no campo do virtuosismo técnico, esse projeto pretende projetar a ideia de que um mesmo fenômeno, por mais catastrófico que seja, pode ser cultivado de diferentes maneiras e encontre formas possíveis para sobreviver. Apoiar que Peixe cabeça de Cobra vá aos palcos é fomentar novas ideias para a cena brasileira. É incentivar o teatro de pesquisa, aliado ao cuidado e à preocupação de compartilhamento com o público, conduzido por diretores associados às mais importantes instituição de ensino e pesquisa do país.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

PRODUTO 1: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Sobre Acessibilidade física, essa produção declara que o teatro escolhido atenderá todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”. Dessa forma, fica estabelecido que os acessos e dependências do teatro facilitarão a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida, incluindo banheiros adaptados. Alihanhado a esse pensamento, será igualmente essencial, que esse público conte uma demanda de ingressos ofertadas a 50% do valor e tenha prioridade nos acessos ao espetáculo. Sobre a acessibilidade de conteúdo, serão realizadas: Acessibilidade para deficientes visuais: 1 Sessão com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais, LIBRAS. Haverá um tradutor posicionado em local adequado, seguindo os padrões estabeleciados pelos especialistas nesse tipo de comunicação. Segundo Carolina Fomin, autora de uma pesquisa sobre o posicionamento do intérprete, "as companhias de teatro devem entender que não é uma questão de ego do intérprete quando ele pede texto ou vídeo para estudar ou ver o tipo de roupa que deve usar. Estamos lá por causa de determinado público. É importante o artista entender que o público surdo não é o público do intérprete. Ele veio para ver a peça de teatro, não para ver o intérprete. Este é apenas a intermediação: está lá para passar a informação do que está acontecendo na cena. Hoje vemos que as pessoas estão começando a entender que a inclusão dos surdos não é só na escola, pois a pessoa não vive só da educação formal, ela também se forma em outros espaços, inclusive na arte." Portanto, entendendo que se trata de um acohimento, para gerar potencialização nessa ação, haverá o cuidado de se pensar junto à interpréte as melhores formas de receber esse profissional. Acessibilidade para deficientes auditivos: 1 sessão com audiodescrição. Haverá um profissional em audiodescrição, devidamente equipado, com estrutura técnica e espacial, seguindo os padrões estabeleciados pelos especialistas nesse tipo de comunicação. PRODUTO 2: Workshop "Um conto para seis pontos de vista" O encontro será oferecido para alunos e professores da Rede Pública e irá acontecer em dia e horário que melhor se adeque a rotina já estabelecida através da escola. O local atenderá as necessidades de locomação das turmas, sendo preferencialmente próximo, ou, na própria escola, caso haja estrutura. No caso de não ser na escola, o local será público e atenderá todas as exigências da lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”. Dessa forma, fica estabelecido que os acessos e dependências do espaço do Workshop facilitarão a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida, incluindo banheiros adaptados. Sobre a acessbilidade de conteúdo, o workshop terá: Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução em libras: Todo o conteúdo transmitido pelo profissonal responsável pela atividade será transmitido em tempo real pela tradutora em libras. Legenda Descritiva: O conteúdo audiovisual conterá legenda descritiva, garantindo a apreciação inclusiva de todos. Acessibilidade para deficientes visuais: Por ser uma atividade de natureza oral, onde a informação será apresentada de forma clara através da palavra, não será necessário o uso de audiodescrição nessa atividade. Ela será perfeitamente absorvida por deficientes visuais.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Os ingressos de Peixe Cabeça de Cobra serão vendidos no valor de R$ 40,00 (meia R$ 20,00) sendo 10% a R$ 20,00 (meia R$ 10,00). O público estimado é de 4000 pessoas. De acordo com o inciso I a do artigo 20 da IN MINC 05/2017, 10% dos ingressos serão doados para instituições de arte, associações carentes e/ou grupos de teatro. Até 10% serão destinados aos patrocinadores e até 10% serão destinados à divulgação. - Os seis debates previstos neste projeto serão ofertados de forma gratuita a todo o público, serão voltados à alunos de instituições artisticas, e busca-se superar o número previsto de beneficiados. * conforme o inciso II a do artigo 22 da IN MINC 05/2017. - AÇÃO EDUCATIVA Dos seis debates oferecidos, dois irão compor uma programação especial voltadas à alunos e/ou professores de escolas públicas, e será ministrada por um dos integrantes da equipe artística do projeto (ator, diretor e/ou dramaturgo). A atividade compreende: - Exibição dos curtas PEIXE CABEÇA DE COBRA - Sessão do espetáculo - Bate-Papo sobre o trabalho * conforme o inciso II a do artigo 22 da IN MINC 05/2017.

Ficha técnica

A essência do projeto é propôr que seis diferentes diretores estabeleçam seus olhares diante do mesmo material e do mesmo ator. DIRETORES Guilherme Sant`anna Guilherme Sant'Anna começou sua carreira profissional em 1972 e, desde essa época, manteve-se na ativa ininterruptamente, tendo realizado mais de 100 trabalhos em Teatro, Cinema, Televisão, Locução, etc. Foi vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator em 2012, e de dois Prêmios da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo (APCA) em 1990 e em 2005 na mesma categoria. É Arte Educador, Professor de História e de Interpretação Teatral, e Trabalha como ator efetivo junto ao grupo TAPA há mais de 20 anos, sob a direção de Eduardo Tolentino de Araújo. Em cinema fez o longa metragem “ Sua Excelência, o Candidato” de Ricardo Pinto Costa e vários curtas-metragens. Luiz Damasceno Cursou Artes Cênicas e Plásticas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre os anos de 1962 e 1967, tendo sido aluno de mestres em teatro como Eugênio Kusnet e Gerd Bornheim e artistas plásticos como Regina da Silveira, Ado Malagoli e Alice Soares. No teatro atuou com diretores como Ademar Guerra, Maurice Vaneau, Gerald Thomas, Mauro Mendonça Filho, Sérgio Ferrara, Bete Coelho, Bob Wilson, William Pereira, Otávio Martins entre outros e tendo sido professor de interpretação na EAD/ECA/USP em São Paulo por 25 anos. Conquistando ao longo de sua carreia dentro das artes, prêmio de pintura, de desenho, de cenografia, de figurino, de direção e prêmio SHELL de melhor ator. Marco Antônio Pâmio Pâmio é dono de uma majestosa trajetória no teatro. É ator, produtor, tradutor e diretor e coleciona em seu repertório mais de 60 obras, incluindo peças, telenovelas e minisséries, das quais recebeu diversos prêmios. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, na Inglaterra. Durante sua carreira, trabalhou com grandes nomes da cena cultural, como Aderbal Freire-Filho, Antunes Filho, Bárbara Bruno, Bete Coelho e Jô Soares. Dentre as produções de destaque, atuou na Rede Globo em “A Grande Família”, “Malhação”, “JK” e “Celebridade”. Participou da série “Onisciente”, que estreou no Netflix em 2020, interpretando o personagem Inácio Peixoto, além de outras produções da GNT, HBO e SBT. Em 2010 representou o Brasil no Globe Education Cultural Seminar: Shakespeare and his Stage, workshop para professores de 30 países, realizado no Globe Theatre de Londres. É vencedor dos prêmios APCA 1984 de ator-revelação em “Romeu e Julieta”, de Antunes Filho, como “Romeu , APCA 2006 de melhor ator em “Edmond” (no papel-título) e APCA 2014 de melhor diretor em “Assim é (se lhe parece)”. Também recebeu indicações ao prêmio Shell como ator e diretor. Marcelo Lazzaratto Professor Doutor do Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP e diretor artístico da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico desde a sua fundação. Professor de Interpretação do Teatro-Escola Célia Helena. Como ator Integrou a Companhia Razões Inversas, dirigida por Márcio Aurélio e sediada em São Paulo, desde 1992. Com esta encenou sete espetáculos que, juntos, ganharam 3 prêmios APCA e indicações para os prêmios Shell e APETESP além de participar do 1º Congresso Mundial de Teatro da Unesco, realizado em Caracas – Venezuela, do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) na cidade do Porto – Portugal; e ainda do Festival Internacional de Humor Constantin Tanase na Romênia. Formou-se em Artes Cênicas, Bacharel em Interpretação na ECA/ USP em 1991. Como diretor, entre seus trabalhos mais recentes, além das peças da Cia Elevador de Teatro Panorâmico estão: “Esperando Godot” de Samuel Becket, com A Boa Companhia, “A Entrevista”, de Samir Yazbek, com Lígia Cortez , “Pai”, com texto e atuação de Cristina Mutarelli e “O Homem a Besta e a Virtude”, de Luigi Pirandello. Neyde Veneziano Neyde Veneziano é uma grande especialista em teatro de revista brasileiro, escreveu e publicou cinco livros sobre teatro de revista. Um deles, o famoso “As Grandes Vedetes do Brasil” originou o documentário Mamãe quero ser Vedete. Ela é considerada a pesquisadora brasileira precursora na área de teatro musical e foi quem introduziu essa pesquisa nas Universidades do país. Neyde já dirigiu 40 espetáculos, entre São Paulo, Campinas, Florianópolis, Lisboa (PT) e Milão (IT) tendo recebido vários prêmios e indicações. Em 2013 foi indicada ao Shell como Melhor Diretora por Mistero Buffo, com o Grupo LaMinima (Domingos Montagner, Fernando Sampaio e Fernando Paz). Em 1988/1989, seu espetáculo Revistando o Teatro de Revista conquistou mais de 15 prêmios, tendo permanecido dois anos em cartaz, apresentando-se em temporada no Rio de janeiro e São Paulo e em vários teatros do Brasil. Professora Doutora e Livre Docente em Artes Cênicas pela USP e professora da UNICAMP, fez pós-doutorado sobre Dario Fo, em Milão. Desta importante pesquisa resultou seu livro A Cena de Dario Fo: o exercício da imaginação (Ed. Nobel), único livro escrito em língua portuguesa sobre o Nobel italiano. Sandra Corveloni Atriz, diretora e professora. Recebeu prêmios como o Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008, Melhor atriz Festival de Havana 2008, Qualidade Brasil os melhores de 2008, Prêmio Veja SP os destaques de 2008, Prêmio ACEI – Correspondentes Internacionais, Prêmio SESC de Melhor Atriz – júri popular 2009, Prêmio Contigo de Melhor Atriz – cinema, 2009 por “Linha de Passe”, Walter Salles e Daniela Thomas. Prêmio Mundo Maior Melhor Atriz por “Além da Janela”. Com 25 anos de experiência profissional na área teatral, atuou e dirigiu vários espetáculos teatrais. Interpretou nas peças “Dançando em Lúnassa”, “Credores”, “Sideman”, “O Livro dos Monstros Guardados”, “Retorno ao Deserto- Bernard Marie Kotès”, “Mistinguett”, “I Racconti Sul Vestito Incantato”, “O Califa da Rua do Sabão”, “Auto da Paixão e da Alegria”, “Major Bárbara”, “Órfãos de Jânio”, “Contos de Sedução”, “A Serpente”, “2000- As Viúvas”, “Ônibus da História”, “Ivanov”, entre outros. Na televisão esteve no elenco das novelas “Boogie Oogie”, “Amor à Vida”, “Amor Eterno Amor”, da Rede Globo, na série “A Grande Viagem” da TV Cultura, minissérie “O Brado Retumbante” da Rede Globo, “Malhação” Rede Globo, na série “Força Tarefa” também da Rede Globo, “Projeto Direções Unidos do Livramento da TV Cultura, “Projeto Direções O Telescópio” da Tv Cultura. ATOR Giovani Tozi Giovani Tozi é ator, produtor, artista plástico e doutorando e mestre em artes da cena pela unicamp. Foi artista residente no Performing Arts Forum na França. Integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Sesi da Av. Paulista, onde desenvolveu trabalhos com diversos diretores, entre eles, Felipe Hirsch, Georgette Fadel e Roberto Audio. Contemplado pelo Prêmio Coca-Cola Femsa por sua atuação em O Colecionador de Crepúsculos, de Vladimir Capella. Premiado pelo Proac Edital por seu solo autoral Saída de Emergência; por Corpo Estranho recebeu o Prêmio de Melhor Coreógrafo no Festival Curta Dança Nacional e foi indicado ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria Melhor Elenco, pelo espetáculo Pergunte ao Tempo, de Otavio Martins. Seus últimos trabalhos como ator no teatro são: Cais Oeste, com direção do francês Cyril Desclés; As Atrizes, dir. Léo Stefanini; As Luzes Do Ocaso, Daqui Ninguém Me Tira e Quiquiriqui, dirigidos por Neyde Veneziano; e Tróilo e Créssida e A Noite de 16 de Janeiro dirigidos por Jô Soares, pra quem também fez assistência de direção. Em resposta a diligência de 19/9/2020 informamos que a proponente será remunerada exclusivamente através das rubricas "direção de produção" e "ator". (A Tozi Produções Artísticas, proponente, é a empresa do ator Giovani Tozi) * observando os limites determinados pela legislação. *** Os demais componentes da equipe de criação serão definidos de acordo com o processo criativo, bem como o dramaturgista que trabalhará a partir do conto, o iliuminador e o cenógrafo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.