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PRONAC 203884Arquivado a pedido proponenteMecenato

Museu Nacional de Belas Artes - Plano Anual de Atividades 2021

ASSOCIACAO DE AMIGOS E COLABORADORES DO MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES
Solicitado
R$ 1,79 mi
Aprovado
R$ 1,79 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-10-06
Término

Resumo

Esta proposta apresenta as atividades a serem realizadas no Museu Nacional de Belas Artes em 2021, contemplando as áreas de exposições, restauração e catalogação de acervos, acessibilidade e programação educativa, além de considerar a manutenção e conservação do equipamento cultural.

Sinopse

Livro sobre o acervo da Coleção Italiana do MBNA, com foco no importante núcleo de obras barrocas italianas de autores como Baciccia, Il Grechetto, Giovanni Lanfranco, Jacopo da Ponte, Francesco Cozza, Tiepolo, Francesco Guardi, Francesco Albani, entre outros.

Objetivos

Objetivo Geral - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivo específico I. Programa de exposições do Acervo (1.1) Realização de duas exposições de arte brasileira e ou estrangeira, visando acessibilidade e divulgação dos acervos, COM RECORTE CURATORIAL E SELEÇÃO DE OBRAS A SEREM DEFINIDAS; II. Programa de Restauração e Catalogação do Acervo Museológico e Arquivístico (2.1) Restauração de bens tombados - duas pinturas pertencentes ao acervo do MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES/IBRAM; (2.2) Gerenciamento e catalogação de acervo museológico do MNBA/IBRAM; (2.3) Gerenciamento e manutenção da guarda documental de acervo arquivístico do MNBA/IBRAM; III. Programa Educativo e de Acessibilidade (3.1) Visitas mediadas para estudantes ao acervo do Museu. Periodicidade: anual; (3.2) Visitas mediadas para famílias ao acervo do Museu. Periodicidade: anual; (3.3) Projeto Ver e Sentir através do Toque _ projeto experimental de acessibilidade estética. Periodicidade: 2 edições em 2018; (3.4) Conversa com o artista - projeto Arte em Dialogo - acessibilidade e divulgação da arte brasileira. Periodicidade: 2 edições em 2018. IV. Programa de publicações (4.1) 1 Livro sobre o acervo da Coleção Italiana do MBNA, com tiragem de 1.500 exemplares. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina para professores: contribuições para o ensino da Arte na Educação. Periodicidade: 4 edições em 2020.

Justificativa

Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o edifício de arquitetura eclética projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal. Criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes conjugou a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a ilha do Fundão. Neste mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte(Funarte) houve novo compartilhamento. Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco, 199, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(IPHAN) e a partir de 2003, a imponente construção passou a abrigar na sua totalidade o MNBA. Avançando na linha do tempo, em 2009 o MNBA foi incorporado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros. A bicentenária Coleção do Museu Nacional de Belas Artes se originou de três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro, em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821. Percorrendo suas galerias, o visitante pode vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil desde os seus primórdios até a contemporaneidade. Ocupando atualmente uma área de 17.000 m2, o Museu Nacional de Belas Artes constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira. Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea Um amplo e rico painel da arte nacional do século 20 e dos dias de hoje, é o que aguarda o visitante da Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea. Com mais de 1.800 m² de área e preenchida por cerca de 170 obras do acervo do Museu em caráter permanente, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea exibe alguns dos nomes mais expressivos produção artística moderna e contemporânea, incluindo recentes doações incorporadas à coleção do MNBA. O espaço está dividido em dois andares, abrigando pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações. No 1º andar, a exposição concentra obras do inicio até o final do século 20, enquanto que o 2º piso da Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea expõe trabalhos produzidos a partir dos anos 80 chegando até os dias de hoje. O deleite visual é proporcionado por obras de ícones como Goeldi, Carlos Oswald, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Portinari, Zélia Salgado, Fayga Ostrower, Pancetti, Abraham Palatnik, chegando mais recentemente até Vanda Pimentel, Daniel Senise, Gonçalo Ivo, Rubem Ludolf, Manfredo Souzaneto, Luis Áquila, Sergio Fingerman, Tomie Ohtake, entre muitos outros significativos autores. Com curadoria de técnicos do MNBA, a Galeria de Arte Brasileira Moderna Contemporânea é dotada de moderna linguagem museológica no qual a exposição é montada numa orientação cronológica, contendo núcleos temáticos voltados para o diálogo com a arte contemporânea. Galeria de Arte Brasileira do Século XIX Provavelmente a maior galeria de arte do país, concentra num só espaço nada menos do que os mais significativos autores e obras produzidas no século XIX no Brasil. Não bastasse isso, trata-se da galeria de arte permanente mais antiga do Rio de Janeiro, pois no início do século XX, abrigava uma seleção da pinacoteca da Escola Nacional de Belas Artes/Ibram/Minc. Dentro da imensa Galeria de Arte Brasileira, com 2 mil metros² e 8 metros de pé direito, estão em exibição 230 trabalhos, ou seja, 100 a mais do que a versão anterior. A coleção engloba pinturas, esculturas, arte sobre papel e mobiliário, todos restaurados para a mostra. Entre os destaques na Galeria de Arte Brasileira do Século XIX estão ícones das artes visuais como "Batalha do Avaí", de Pedro Américo (medindo 66m², data: 1872 / 1877); "Batalha dos Guararapes" (com 50m², data: 1879) e "Primeira Missa no Brasil" (1860), ambas de Vitor Meireles. Além destas obras monumentais, a mostra vai exibir "Más Notícias", de Rodolfo Amoedo (1895); "Descanso Modelo", de Almeida Junior (1882), "Gioventu", de Eliseu Visconti (1898), além de esculturas como "Cristo e a mulher adúltera", de Rodolfo Bernadelli (1888), "O rio Paraíba do Sul", de Almeida Reis (1886) e "Alegoria do Império Brasilero", de Chaves Pinheiro (1872). Além disso estão presentes trabalhos assinados por Belmiro de Almeida, Debret, Agostinho da Mota, Taunay, Araujo Porto Alegre, Zeferino da Costa, Castagneto, Antonio Parreira, Henrique Bernardelli, Facchinetti e Estevão Silva entre dezenas de outros. Galeria de Moldagens I e II Um dos cartões postais do Museu Nacional de Belas Artes, as duas Galerias de Moldagens abrigam mais de 150 obras em gesso. Esta magní- fica coleção é constituída por peças moldadas sobre originais do período helenístico, romano, e do greco clássico(a chamada Era de Ouro). A maioria das Moldagens expostas nas duas galerias do 2º piso do MNBA são peças realizadas do inicio do século XIX até 1928, principalmente no período entre 1860 e 1875, na França. Na Academia Imperial de Belas Artes, e depois na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), o estudo do desenho era feito diante dos moldes em gesso. Nesta época entendia-se que a simples contemplação não era suficiente para compreensão da beleza da escultura clássica, sendo necessário o desenho para o alcance do aspecto nobre e grandioso das obras. Parte da coleção de moldagens em gesso foi adquirida com o propósito de preencher os nichos existentes no segundo piso do edifício, que foi construído em 1908 para abrigar a Escola Nacional de Belas Artes. As moldagens em gesso foram feitas com a técnica de moldagem direta nas esculturas originais distribuídas nos principais museus europeus. Atualmente este procedimento este não é permitido, conferindo a coleção grande importância para representação histórica do ensino artístico no Brasil. Núcleo de Conservação e Restauração O Núcleo de Conservação e Restauração é responsável pela preservação do acervo do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, prolongando a perenidade dos bens culturais e, deste modo, possibilitando o seu estudo, divulgação e exposição. As atividades destinadas à conservação e restauração do acervo já eram desenvolvidas em 1937, ano de criação do MNBA e transferência do acervo da Escola Nacional de Belas Artes ao museu, e acompanham toda a trajetória da instituição. Os métodos utilizados para estas finalidades podem ser classificados como diretos e indiretos. Os métodos diretos compreendem as intervenções nos bens visando à conservação curativa de um dano ou a estabilização de processo de deterioração, inerente aos materiais constituintes dos objetos. Os métodos indiretos constituem as atividades de conservação preventiva que incluem: monitoramento dos objetos, monitoramento das condições ambientais, acondicionamento, manuseio, entre outras atividades. Objetivando a manutenção da preservação do seu acervo, o MNBA mantem dois amplos e equipados laboratórios de restauração para possibilitar o tratamento de obras sobre papel, pinturas e objetos tridimensionais, onde são executadas as intervenções nas obras. Por meio de convênio ou cooperação técnica, os Laboratórios de Conservação e Restauração do MNBA, podem atender a solicitações de outros museus e instituições afins. O núcleo de conservação também é responsável pelo monitoramento e gerenciamento das obras em guarda na Reserva Técnica, computando cerca de 22.000 itens. Em 2006, a reserva técnica praticamente dobrou o seu espaço útil. Atualmente, temos 1.736 metros quadrados para acondicionamento do acervo que não está em exposição. Além da ampliação dos espaços o projeto de modernização da reserva possibilitou a compra de mobiliário adequado e a instalação de um sistema automatizado de ventilação que fornece filtragem e a desumidificação do ar que circula dentro da reserva técnica. A solicitação de apoio ao Plano Anual do Museu Nacional de Belas Artes junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura ampliando o acesso às suas coleções. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Especificação técnica

LIVRO: Especificações técnicas: Formato fechado 21 x 21cm, 120 páginas, capa dura em triplex 250g/m² com 4x0 cores; miolo em Pólen 90g/m² com 4x4 cores. Tiragem: 1.500 exemplares.

Acessibilidade

Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva e visual estão contemplados no Museu Nacional de Belas Artes. A equipe de atendimento do Museu foi treinada pelos técnicos da Secretaria da Pessoa com Deficiência para sensibilização e orientações a respeito do acolhimento de pessoas com deficiência. PLANO ANUAL Acessibilidade Física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de ELEVADORES E RAMPAS, além de INSTALAÇÕES SANITÁRIAS COM UTILIZAÇÃO INDEPENDENTE, e dispõe-se de CADEIRAS DE RODA que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. As experiências museográficas serão PROVIDAS DE MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS À CIRCULAÇÃO DE PÚBLICOS ESPECÍFICOS COM DEFICIÊNCIA. Acessibilidade para deficientes auditivos: Promovemos visitas mediadas para portadores de deficiência auditiva, contando com recursos de vídeos com legendagem em LIBRAS; Acessibilidade para deficientes visuais: Promovemos visitas mediadas para portadores de deficiência visual, contando com recursos de vídeos com áudio-descrição e objetos táteis para fruição deste público. SEMINÁRIOS Acessibilidade Física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de ELEVADORES E RAMPAS, além de INSTALAÇÕES SANITÁRIAS COM UTILIZAÇÃO INDEPENDENTE, e dispõe-se de CADEIRAS DE RODA que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. Acessibilidade para deficientes auditivos: prevemos, sob demanda, a presença de intérprete de LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com atendimento especializado para condução e acomodação deste público. LIVRO Acessibilidade Física: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Não existe qualquer impedimento. Acessibilidade para deficientes visuais: Prevemos a disponibilização de audiolivro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso a todos os andares do edifício por meio de ELEVADORES E RAMPAS, além de INSTALAÇÕES SANITÁRIAS COM UTILIZAÇÃO INDEPENDENTE, e dispõe-se de CADEIRAS DE RODA que podem ser utilizadas gratuitamente pelos visitantes mediante simples solicitação a um dos funcionários. As experiências museográficas serão PROVIDAS DE MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS À CIRCULAÇÃO DE PÚBLICOS ESPECÍFICOS COM DEFICIÊNCIA. Acessibilidade para deficientes auditivos: Promovemos visitas mediadas para portadores de deficiência auditiva, contando com recursos de vídeos com legendagem em LIBRAS; Acessibilidade para deficientes visuais: Promovemos visitas mediadas para portadores de deficiência visual, contando com recursos de vídeos com áudio-descrição e objetos táteis para fruição deste público.

Democratização do acesso

O MNBA funciona de terça a sexta-feira das 10h às 18h; nos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h, fechando ao público às segundas-feiras. A Política de gratuidade busca contemplar públicos em situação de vulnerabilidade social, incentivar educadores e estudantes, contemplando também idosos (acima de 60 anos), menos de 05 anos, escolas municipais e estaduais em visita agendada. Aos domingos, o acesso é gratuito a todos. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto (podendo ser remunerado pela rubrica com mesma nomenclatura) e POR TODA A GESTÃO DO PROCESSO DECISÓRIO DO PROJETO. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de programas e equipamentos culturais. COORDENAÇÃO GERAL: ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS E COLABORADORES DO MNBA MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES Diretora: Mônica Figueiredo Braunschweiger Xexéu Nascida no Rio de Janeiro, Museóloga e Mestre em História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Ingressou em 1980 no corpo técnico do Museu de Nacional de Belas Artes, Ministério da Cultura, onde foi Curadora da Coleção de Desenho Brasileiro, entre os anos de 1987 e 2004. Seu interesse dentro da História da Arte no Brasil fixa-se no século XIX e primeiras décadas do século XX, tendo publicado ensaios em periódicos especializados. Tem realizado conferências a respeito da arte no Brasil do século XIX e sobre preservação de patrimônio público. Realizou curadoria de importantes exposições envolvendo segmentos da arte brasileira oitocentista e moderna. Participou entre os anos 2010 e 2012 como coordenadora do projeto Plus Ultra, em parceria com a UNICAMP, visando o estudo da Coleção de arte italiana no Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM/MinC. É membro do ICOM internacional e do Conselho Regional de Museologia – 2ª Região, sendo vice-presidente entre o período de 1987 e 1989. É Diretora do Museu Nacional de Belas Artes, unidade museológica do Instituto Brasileiro de Museus/IBRAM. Seção Educativa e Difusão Cultural: Amandio Miguel dos Santos Doutor em Literatura Comparada (UFF); Mestre em História e Crítica da Arte (UFRJ); Especialista em História da Arte e da Arquitetura (PUC-RJ); Licenciado em História da Arte (UERJ); Prêmio Sérgio Milliet da ABCA-AICA (1993); Professor Adjunto de Teoria e Crítica da Arte (UERJ- Faculdade de Educação); Coordenador de Comunicação do MNBA/IBRAM-MinC. Coordenadora Técnica: Cláudia Rocha Possui graduação em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1996), Pós-graduação em Teoria da Arte: Fundamentos e Práticas Artísticas (2002) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia da Universidade de São Paulo (2014). Técnica em Assuntos Culturais - Museóloga, do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), lotada no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), e Chefe da Divisão Técnica do MNBA. Tem experiência na área de Museologia, com ênfase em Documentação Museológica, Museus de Arte e de Ciências e exposições. Seção de Restauro e Conservação: Larissa Long Formada em Belas Artes (pintura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui pós-graduação em Conservação e Restauração de Bens Móveis Culturais pela Universidade Federal de Minas Gerais. Membro da Associação Brasileira de Conservadores e Restauradores (Abracor). Ingressou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2010. Atua, desde 2012, como conservadora-restauradora de pinturas no Museu Nacional de Belas Artes. Nessa instituição, coordenou o grupo de trabalho que elaborou o Plano de Gerenciamento de Risco para o Acervo e ocupou o cargo de coordenadora de Conservação e Restauradora de 2012 a 2015.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2022-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro