| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01612795000151 | Brasal Refrigerantes S.A | 1900-01-01 | R$ 186,7 mil |
| 02199856000163 | Sartco Ltda | 1900-01-01 | R$ 116,5 mil |
É impossível contar a história do Brasil sem que se aborde, e de modo nada superficial, o estado de Minas Gerais. A grande dimensão de sua história, a força de sua representatividade política e a enorme capacidade de seu povo de conviver simultaneamente com a tradição e a inovação: Minas tem Diamantina e tem Pampulha, tem Congonhas e Inhotim. O impacto da cultura e dos artistas mineiros no modo de pensar, sentir e viver do brasileiro ainda não foi de todo mensurado. Um estado capaz de abarcar um Brasil que vai de Tiradentes à Juscelino, de Aleijadinho à Amilcar de Castro, de Tomás Antonio Gonzaga à Guimarães Rosa e de Xica da Silva, à Conceição Evaristo. Este livro de 192 páginas, bilíngue (português e inglês), com rica iconografia e com fotografias de tirar o fôlego conta essa bela história. Um livro para ser saboreado, como as finas iguarias que encontramos no mercado público de Belo Horizonte e nas centenas de pequenas cidades escondidas entre as montanhas e os sertões.
Um livro que destaca a história do estado de Minas Gerais em vários campos: a política, a econômica e social, a cultura, a arte, o povo e a natureza de Minas Gerais. Com uma pesquisa iconográfica que reúne os principais documentos manuscritos, impressos, fotografias e cartografia, desde a criação da capitania em 1720 até o seu tricentenário em 2020. O livro também traz fotografias inéditas e atuais que trazem um olhar inovador e inusitado sobre a paisagem e as cidades históricas mineiras. A obra pretende se tornar referência para diversos públicos, com informações que permitam aos leitores enriquecer o seu conhecimento sobre o tema.
Objetivo Geral 1) Contar a história do estado de Minas Gerais em seus vários aspectos: geográficos, políticos, econômicos, sociais e culturais.2) Dar a dimensão da importância do estado na história brasileira.3) Abordar a riqueza da cultura mineira, em suas várias vertentes: a cultura popular, a culinária, a religiosidade, a música, a literatura e as artes plásticas.4) Elencar as personalidades que se destacaram em inúmeras áreas de atuação.5) Ainda, por sua natureza didática e cultural, este livro também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8313/91. Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. Objetivo Específicoa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Minas Gerais".b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto.c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.
Em 1957, o escritor Guimarães Rosa, um dos maiores inventores da língua portuguesa, publicou um texto na revista O Cruzeiro que é uma declaração de amor e ao mesmo tempo uma síntese do mineiro e de sua terra: "Minas é a montanha, montanhas, o espaço erguido, a constante emergência, a verticalidade esconsa, o esforço estático; a suspensa região — que se escala. Atrás de muralhas, caminhos retorcidos, ela começa, como um desafio de serenidade." Convivem em Minas tradição e modernidade em uma exemplar diversidade cultural e natural gerada pela singularidade de sua formação, desde os anos de passagem entre os séculos XVII e XVIII pela ocupação pioneira do território interior do Brasil-Colônia em busca do ouro. Da "Minas minerária", na expressão de Guimarães Rosa, e seus ciclos de exploração, do ouro ao ferro, Minas deve sua origem, seu nome e sua formação. Mas também, na visão crítica da historiografia contemporânea, a sua espoliação econômica, que deveria ter colocado o Estado em melhor estágio de desenvolvimento. Na Colônia, no Império e na República, os mineiros atuaram decisivamente na formação da nacionalidade brasileira. Gerou surto cultural e artístico de renome internacional no Ciclo do Ouro. Com os inconfidentes de 1789 é pioneira no sentimento nativista. Contribuiu para a Independência de 1822 e para a formação das leis instituidoras do Império, com Bernardo Pereira de Vasconcelos, e para o ajuste com a Revolução Liberal de 1842, de Teófilo Otoni. Inspirou o movimento republicano que buscaram em Tiradentes e os poetas inconfidentes inspiração e modelo. Em Ouro Preto e cidades históricas os modernistas descobriram uma autêntica cultura brasileira, com Aleijadinho e Athayde, e nela fundamentaram a política de defesa patrimonialista, com o IPHAN, em 1937, com Gustavo Capanema, Drummond e Rodrigo Melo Franco de Andrade, que hoje fazem parte do Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO. Deste "caldo de cultura" surge a mineiridade, "mistura de mineirismo cultural e mineirice política", no dizer de Afonso Arinos. E encerramos esta justificativa, recorrendo mais uma vez à prosa poética e amorosa de Guimarães Rosa: "Só, e no mais: sem ti, jamais nunca — Minas, Minas Gerais, inconfidente, brasileira, paulista, emboaba, lírica e sábia, lendária, épica, mágica, diamantina, aurífera, ferrífera, ferrosa, férrica, balneária, hidromineral, jê, puri, acroá, goitacá, goianá, cafeeira, agrária, barroca, luzia, árcade, alpestre, rupestre, campestre, de el-rei, das minas, do ouro das minas, das pretas minas, negreira, mandigueira, moçambiqueira, conga, dos templos, santeira, quaresmeira, processional, granítica, de ouro em ferro, siderúrgica, calcárea, das perambeiras, serrana bela, idílica, ilógica, translógica, supralógica, intemporal, interna, leiteira, do leite e da vaca, das artes de Deus, do caos calmo, malasarte, conjuradora, adversa ao fácil, tijucana, januária, peluda, baeteira, tapiocana, catrumana, fabril, industriosa, industrial, fria, arcaica, mítica, enigmática, asiática, assombrada, salubre e salutar, assobradada, municipal, municipalíssima, paroquial, marília e heliodora, de pedra-sabão, de hematita compacta, da sabedoria, de Borba Gato, Minas joãopinheira, Minas plural, dos horizontes, de terra antiga, das lapas e cavernas, da Gruta de Maquiné, do Homem de Lagoa Santa, de Vila Rica, franciscana, barranqueira, bandoleira, pecuária, retraída, canônica, sertaneja, jagunça, clássica, mariana, claustral, humanista, política, sigilosa, estudiosa, comum, formiga e cigarra, labiríntica, pública e fechada, no alto afundada, toucinheira, metalúrgica, de liteira, mateira, missionária, benta e circuncisa, tropeira, borracheira, mangabeira, comboieira, rural, ladina, citadina, devota, cigana, amealhadora, mineral e intelectual, espiritual, arrieira, boiadeira, urucuiana, cordisburguesa, paraopebana, fluminense-das-velhas, barbacenense, leopoldinense, itaguarense, curvelana, belo-horizontina, do ar, do lar, da saudade, do queijo, do tutu, do milho e do porco, do angu, do frango com quiabo, Minas magra, capioa, enxuta, groteira, garimpeira, sussurrada, sibilada, Minas plenária, imo e âmago, chapadeira, veredeira, zebuzeira, burreira, bovina, vacum, forjadora, nativa, simplória, sabida sem desordem, sem inveja, sem realce, tempestiva, legalista, legal, governista, revoltosa, vaqueira, geralista, generalista, de não navios, de não ver navios, longe do mar, Minas sem mar, Minas em mim: Minas comigo. Minas." A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naçõesComo a publicação irá retratar sobre o estado de Minas Gerais, contando a grande dimensão da história do estado e relatando os marcos históricos presentes na história do país. Será fundamental conscientizar a população sobre a importância que as construções e, também, a cultura do estado tiveram para a formação do nosso país e importância de as preservarmos. De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 cm x 22,5 cm Formato aberto: 45 cm x 22,5 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 15Quantidade de páginas: 192 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação
LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 3.800,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticaSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresSerão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais)Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao públicoSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber:Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.
Marcos PifferÉ fotógrafo profissional desde 1989. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU Santos, tem especialização em Gestão Ambiental, é Mestre em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Doutorandopela mesma Universidade. É professor universitário e autor de 16 livros de fotografia, entre eles Flora – Inventário particular de espécies da Mata Atlântica, Patrimônio Histórico,Cultural e Natural – baixada santista, Coffea – O café no Brasil no século XXI, Santos – Roteiro lírico e poético, Litoral Norte e Edifício Caetano de Campos. Suas fotografias integram os acervos permanentes do Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), Instituto Cultural Itaú, Banco Itaú BBA , Coleção Fnac e várias coleções particulares. Dos prêmios recebidos, é importante citar a Bolsa de Artes da Fundação Vitae, concedida em 1996, e o Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1995. Parte de suas imagens foi exposta várias vezes no país e no exterior. Vale destacar as exposições individuais “Coffea”, itinerante, instalada na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos (SP), e que percorreu todas as livrarias Fnac pelo Brasil; “Santos – Roteiro Lírico e Poético”, no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE); “Litoral Norte” no MAM; bem como sua participação nas exposições coletivas “Ibero-Americana 92”, em Colônia (Alemanha), e no Espaço Cultural Kultur Fabrik Esch-Sur-Alzette, em Luxemburgo. Foi editor da revista Guaiaó, em que propõe pensar a cidade de Santos (SP) através da cultura litorânea. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Editorial: Pedro SaadFotografias: Marcos PifferPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.