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O projeto INSTRUMENTAL ‘SUÍNGUE’ consiste na produção e publicação de um livro sobre a história da música instrumental brasileira e do mundo, dando ênfase aos aspectos que compreendem a observação da música em seu contexto cultural, com o entendimento da música como cultura, incluindo, como produto secundário, a veiculação de uma série de PlayLists, numa plataforma digital, com uma programação a ser veiculada com frequência, de modo a ter resultados permanentes e definidos, com gravações em estúdio, montadas com fotos e ilustrações de arquivo.
SINOPSE DA OBRA 1 – Livro INSTRUMENTAL ‘SUÍNGUE’: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 280; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; 2 – 48 ‘Play Lists: Um banco de dados de música instrumental, com conteúdo aberto e inclusão de gravações de artistas brasileiros e estrangeiros, e registros de comunidades primitivas, para mostrar ao público o que há de melhor na história da música instrumental contemporânea, celebrando as manifestações atuais e do passado que tenham um valor artístico representativo da música instrumental do Brasil e do mundo. 3 - Evento de Lançamento do projeto na Casa de Cultura Ma-Re-De-Si, no Catete, Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe do projeto e de músicos e artistas convidados. 4 - Contrapartida Social: levar para O CE Amaro Cavalcanti, no Catete, a palestra do lançamento do projeto, com a participação da equipe e de pelo menos um músico instrumental consagrado.
OBJETIVOS GERAIS Contribuir para a divulgação da música instrumental brasileira contextualizando suas várias manifestações à música instrumental de outros países; Relacionar obras musicais de músicos consagrados e de referências folclóricas, brasileiras e estrangeiras, com o objetivo de compará-las, apresentando a influência que possuem com a fusão de diversos ritmos e estilos para a criação da música instrumental contemporânea; Construir um baco de dados, numa plataforma digital, com a veiculação de uma série de playlists sobre música instrumental, sem a pretensão específica de estabelecer referências didáticas e/ou históricas, mas com a intenção de recomendar a observação apurada sobre vários ritmos populares que servem de base aos gêneros musicais mais reconhecidos no Brasil e no mundo; Centralizar, na plataforma digital, a divulgação do livro proposto, ampliando suas discussões, gerando matérias, artigos, podcasts e entrevistas com artistas e músicos consagrados; Viabilizar reuniões virtuais com músicos, percussionistas, maestros e arranjadores para a promoção de uma discussão diversificada sobre a importância da música instrumental como expressão cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Impressão de 01 livro: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 285; Papel Polem Soft 80g _ 1/1 cor; Produzir para a plataforma digital uma série de 04 PlayLists por mês, uma por semana, de 02 horas de duração, durante 12 meses, somando 48 PlayLists, em 12 meses, com um total de 96 horas, gravadas em estúdio, contendo fotos e ilustrações de arquivo, entre Podcasts e entrevistas com grandes músicos; Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de 01 designer gráfico, 01 programador visual, 02 jornalistas-redatores, 01 revisor de textos, 02 produtores de conteúdo, 01 editor, 02 locutores, 01 coordenador geral e 01 assessor de comunicação. Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão das páginas e a divulgação do livro, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento na Casa Ma-Re-De-Si (no Catete, Rio de Janeiro), com a participação da equipe do projeto e músicos convidados; Realizar 01 Encontro Performático Musical (palestra e apresentação), com um músico convidado, e a equipe do projeto, em uma escola pública próxima ao espaço selecionado do lançamento para o cumprimento da contrapartida social, tendo por conteúdo a importância da música instrumental como fator de identidade da cultura brasileira.
JUSTIFICATIVA A ‘Etnomusicologia’ surgiu no final do século 19 e, no início do século 20, ficou conhecida como ‘Antropologia da Música’, ou ‘Etnografia Musical’, isto é, a ciência que estuda a música em seu contexto cultural, ou do estudo da música como cultura. Durante os últimos 30 anos, a ‘Etnomusicologia’ das terras do sul da América Latina experimentou um forte crescimento. Este fato está contribuindo para a compreensão de que, muito embora a região tenha vivido esquecida, durante muitos anos, pela falta um estudo profundo de suas referências etnomusicais, ela, agora, está deixando de ser, definitivamente, uma das mais desconhecidas e tem se tornado detentora de um conhecimento de suas próprias raízes, que podem ser consideradas, talvez, como uma das mais antigas matrizes musicais de todo o planeta. Essa descoberta é extremamente importante na medida em que os patrimônios culturais de natureza imaterial fazem parte da essência do comportamento social de um povo, da significação desse povo, independente da relação que ele tenha com outras culturas, vindas de outras partes do mundo e que, por ventura, possam gerar dependências ou contradições de identidade. Um número significativo de estudos acadêmicos e de textos dos mais variados foram produzidos nesse período sobre a ‘Etnomusicologia’ da região, especialmente o Brasil, partindo das sociedades primitivas. A música dos Estados Unidos, por exemplo, reflete a população multiétnica da sociedade americana, tendo em sua base tradicionalmente os gêneros afro-musicais de diversos ritmos e estilos. A base africana da música norte-americana forneceu os elementos essenciais para a expansão do Rock and roll, do Country, do Rhythm and blues, do Jazz, do Bebop, do Pop, do Tecnopop e, nos últimos anos, do Hip hop, que configuram entre os gêneros musicais mais conhecidos do mundo. A base da chamada Música Black americana forneceu os elementos essenciais da música instrumental do país: o Jazz e o Bebop. No Brasil, grupos instrumentais de altíssima qualidade, beberam da fonte do ‘baião instrumental’, por exemplo, tendo o Quarteto Novo um dos seus principais expoentes. Músicos extraordinários como Théo de Barros, Heraldo do Monte, Airto Moreira e o lendário Hermeto Pascoal, praticamente fundaram a história da música instrumental moderna brasileira, produzindo uma música universal, de qualidade e revolucionária. Essa música inovadora provém dos ritmos populares. Assim, o projeto INSTRUMENTAL ‘SUINGUE’ (o livro e o banco de dados digital) pretende contribuir para a difusão de um patrimônio musical junto ao público que gosta de música, conhecedor ou não da existência de uma relíquia abandonada, que, no fundo, está adormecida, mas que merece ser divulgada e colocada à superfície, em seu lugar de destaque, e que, indiscutivelmente, não deve ficar submetida a uma cultura de consumo, sem freios e sem critérios de qualidade. O projeto irá fazer um mapeamento das músicas e dos ritmos indígenas e afrodescendentes existentes no Brasil, na América Latina, nos Estados Unidos e outras regiões do Planeta, trazendo à tona grupos de música instrumental que "bebem" dessa fonte e são da mais alta competência. O projeto se enquadra na Lei Rouanet como: a) livros ou obras de referência, impressos ou eletrônicos, de valor artístico, literário ou humanístico (art. 18, § 3º, alínea b). Destacamos a importância de se criarem alternativas qualificadas de difusão e divulgação da música instrumental brasileira pelo motivo imprescindível de torná-la pública por ser tão preterida dentro das estruturas de comunicação existentes no Brasil, quase sempre voltadas para uma comunicação de massa destinada à música comercial, muitas vezes sem qualidade e de consumo descartável. Para o cumprimento das finalidades do Art. 3º- da Lei 8313/91, o projeto atenderá o item II do referido art. _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
OUTRAS INFORMAÇÕES: Os organizadores do projeto irão realizar o evento de contrapartida social no CE Amaro Cavalcanti, no Catete, com a participação de um músico brasileiro consagrado, a exemplo de Wagner Tiso, ou de Jorginho Gomes, ou de Sérgio Chiavazzolli, ou um outro músico entre os quais os organizadores se relacionam. O músico fará uma pequena apresentação para os alunos.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO Livro: Capa, Cartão Supremo250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Triplex X 250g e saída em CTP; Miolo 285; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; Conteúdo: fotos, entrevistas e artigos; Tiragem 1.000 unidades; Banco de dados de música instrumental (Sítio na Internet): criação de um banco de dados de música instrumental com matérias sobre vários movimentos musicais de qualidade do Brasil e do mundo, com a produção de uma série de 04 PlayLists por mês, 01 por semana, de 02 horas de duração, durante 12 meses, somando 48 PlayLists, em 12 meses, com um total de 96 horas, gravadas em estúdio, contendo fotos e ilustrações de arquivo, entre Podcasts e entrevistas com grandes músicos; Lançamento na Casa Cultural Ma-Re-De-Si (bairro Catete). Público-alvo: público em geral entre estudantes, professores, profissionais liberais, acadêmicos, artistas, jornalistas. PROJETO PEDAGÓGICO Discutir e colocar em pauta para o público consumidor de música de onde vêm as raízes originais da música moderna/contemporânea. A música moderna provém dos ritmos populares muitas vezes desconhecidos do grande público. Por isso, o projeto Instrumental ‘Suingue’ consiste em realizar um mapeamento das músicas indígenas e dos ritmos afrodescendentes existentes no Brasil, na América Latina, nos Estados Unidos e outras regiões do Planeta, mesclado ao trabalho de músicos consagrados. Assim, pretendemos despertar o interesse do público consumidor de música para a observação de que as matrizes dos ritmos populares, ou as suas várias modalidades folclóricas, servem de base aos gêneros musicais mais reconhecidos no Brasil e no mundo, sem a pretensão específica de estabelecer referências didáticas e ou históricas. O projeto pedagógico para a realização da proposta será favorecer o reconhecimento da música instrumental como uma ferramenta inovadora de qualidade, não comungando com os aspectos enraizados no corpo e na mente dos consumidores de uma música ‘fácil’, de um consumo descartável. Nosso esforço irá implicar em dar visibilidade a “lugares mais amplos” que a música instrumental, brasileira e de outros países, herdou do processo de formação cultural da sociedade moderna. Em sintonia com a qualidade da música instrumental que se pratica em todo o mundo, e em paralelo à sua parca divulgação, por causa de uma exacerbada cultura de consumo, o estudo da música que pretendemos realizar, implica numa maior aproximação com suas origens populares que representam a identidade social de uma comunidade, de um país, ou até mesmo de um povo. Assim, nossos objetivos serão: 1 – Ter como eixo condutor a difusão da música instrumental como um objeto de interculturalidade, relacionando-a como um bem público, de conhecimento e de prazer para o público consumidor. 2 – Nosso diferencial, ao nos empenhar na realização de um mapeamento das músicas indígenas e dos ritmos afrodescendentes existentes no Brasil, na América Latina, nos Estados Unidos e outras regiões do Planeta, trazendo à tona o trabalho de músicos consagrados que “bebem” dessa fonte de riqueza, e que são de altíssima competência, é partir de uma perspectiva globalizante de resgate das “coisas perdidas” de grupos sociais vitimados por uma deficiente transmissão cultural imposta pela cultura de massa. A interculturalidade é hoje um dos principais apelos para o desenvolvimento de uma cultura de intercâmbio sociocultural entre os grupos posicionados de modo desigual (negros e indígenas), no que se refere às condições de difusão e acesso aos bens de toda ordem. No sentido amplo, o projeto terá como finalidade a difusão da música instrumental de qualidade contemplando uma visão moderna, social e cultural sobre a música como uma expressão das artes que conduz o comportamento da Humanidade.
ACESSIBILIDADE 1 – LIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com notas e comentários registrados sobre o conteúdo do Livro INSTRUMENTAL ‘SUINGUE’. 2 – VEICULAÇÃO DE 48 PLAYLISTS NA INTERNET ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Veiculação de 48 Playlists na Internet” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso à plataforma se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Serão gravados 50 CDs de acessibilidade para deficientes visuais, contendo cada um deles a série da Playlist do mês, somando um total de 600 CDs, em 12 meses, que serão distribuídos gratuitamente para deficientes visuais, sempre atendendo o público de instituições especializadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDIOVISUAIS: Para a veiculação das PlayLists na plataforma digital, os conteúdos não serão produzidos pela equipe do projeto. Serão veiculados conteúdos de imagens de arquivos já existentes e de gravações de música já existentes, não sendo possível a produção de material referente à acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para a veiculação das PlayLists na plataforma digital, os conteúdos não serão produzidos pela equipe do projeto. Serão veiculados conteúdos de imagens de arquivos já existentes e de gravações de música já existentes, não sendo possível a produção de material referente à acessibilidade. 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos para levar ao evento de lançamento um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor, e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente no espaço do evento e ajudá-los na locomoção dentro do local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais para levá-los ao evento de lançamento. Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. Faremos isso com uma instituição especializada. ASSECIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes auditivos para leva-los ao evento de lançamento. Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 – CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Disponibilização de um assistente de produção destinado ao atendimento dos deficientes físicos na escola pública do evento para o cumprimento da contrapartida social, acomodando-os adequadamente no auditório da escola e ajudando-os na sua locomoção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento da escola pública relacionada para o cumprimento da contrapartida social. Faremos isso em conjunto com a direção da escola. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente na escola pública destinada a cumprir com a atividade da contrapartida social para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1- LIVRO II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; 2 – VEICULAÇÃO DAS PLAYLISTS NA INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; 4 – CONTRAPARTIDA SOCIAIL: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE A VEICULAÇÃO DAS PLAYLISTS NA INTERNET: Além da ação de formação cultural relacionada na contrapartida social junto a escola pública selecionada, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessa mesma escola em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos ao acesso à Veiculação das Play Lists na Internet, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos da escola pública.
FICHA TÉCNICA Organizadores – Maurício Nolasco e Beatriz Cardoso Arte e Designer – Roberto Dalmaso Produção Executiva – Camilo Rezende Assistente de Produção – Flávia Campos Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos Coordenação Geral – Maurício Nolasco BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira tirma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. COORDENADORIA DE ADMISSIBILIDADE DE PROPOSTA Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura CGAH/DFI/SEFIC/SECULT/MINISTÉRIO DO TURISMO ASSUNTO: ESCLARECIMENTOS SOBRE ATIVIDADES TÉCNICAS Instituto Solidariedade e Cultura O Instituto Solidariedade e Cultura – ISC – é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caráter social, cultural e educacional, destinado a fomentar, por meio da implementação de estratégias de economia solidária e da utilização de princípios e técnicas de marketing social, o desenvolvimento e a sustentabilidade em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro e a difusão das manifestações de comunidades tradicionais de várias regiões do país. O ISC incentiva a criação de novas infraestruturas e espaços para a produção de bens culturais e o debate sobre o importante papel do Brasil como depositário de um valioso patrimônio histórico, cultural, ambiental e, notadamente, turístico. A experiência acumulada vem da realização do projeto “Escola de Percussão Batucadas Brasileiras”, patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, durante 10 anos (dez) consecutivos, na Rua Camerino 60 – Zona Portuária do Rio de Janeiro. E 2 anos (dois) com o patrocínio da Braskem, em Campos Elíseos, no Polo Petroquímico de Duque de Caxias. O projeto “Batucadas Brasileiras” levou a instituição a se relacionar com inúmeras comunidades tradicionais criativas do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Amazonas e Pará; escolas de samba, a exemplo da Mangueira, Portela, Beija-Flor de Nilópolis, Vila Isabel e Grande Rio; comunidades tradicionais afrodescendentes na Baixada Fluminense, no Vale do Jequitinhonha (MG), em Contagem (MG), no Recôncavo da Bahia e em Salvador, comunidades de Maracatus em Pernambuco, comunidades folclóricas do Amazonas e do Pará, entre outras. A Missão do ISC é incentivar novos modelos educativos e sistemas alternativos de produção de cultura e comércio de produtos populares que permitam o desenvolvimento econômico e social nas comunidades, a geração de trabalho e renda, a disseminação de conceitos e valores sobre direitos humanos e cidadania, e a preservação ambiental e do patrimônio histórico e cultural, nas comunidades com as quais a instituição se relaciona. Sendo assim, o ISC busca promover a união dos povos tradicionais do Brasil, através da música, da dança, do cinema, da literatura, das artes plásticas e das manifestações populares cujas matrizes deram origem à cultura moderna e contemporânea. Para tanto o ISC obtém apoio e também se relaciona com vários profissionais da arte, consagrados ou não: artistas, cantores, compositores, músicos, sambistas, ritmistas, mestres de bateria, jornalistas, fotógrafos, artistas plásticos, ilustradores, cartunistas, artistas gráficos, escritores, antropólogos, acadêmicos, professores e alunos da rede de ensino, pública e privada, lideranças comunitárias, ameríndias e afrodescendentes. Esta é a base de sustentação teórica e prática de produção das atividades do Instituto Solidariedade e Cultura. Todos os projetos da instituição são de autoria própria e nunca participamos de projetos de outras instituições e de outros artistas, ou terceiros. É o ISC que sempre convida os profissionais das diversas áreas (contratados) a participarem de suas atividades. E não o contrário. Sendo assim, declaramos, junto à Coordenadoria de Admissibilidade de Projeto da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o nosso total “desinteresse” de participar de ações culturais que não tenhamos o “controle ativo” das suas produções, desde a concepção original à realização da pré-produção, da produção, da divulgação e da administração dos projetos. Até mesmo para a captação dos recursos não nos utilizamos de intermediários, a não ser profissionais coordenados por nossa equipe. Declaro, para os devidos fins, como presidente atual do Instituto Solidariedade e Cultura, a total responsabilidade sobre o exercício de cada projeto apresentado a esta Coordenadoria, garantindo as minhas parcerias, para as suas realizações, na produção executiva e administração, com os senhores Sóstenes Luiz Frade Ramalho, Vice-Presidente e Secretário Geral, e Camilo Rezende Nolasco, ex-Presidente e atual Coordenador de Planejamento e Relações Institucionais, contando com a participação especial do escritor e jornalista Maurício Nolasco, Coordenador Geral das nossas atividades e autor intelectual dos nossos projetos, considerando que podemos contratar outros profissionais para executar funções relacionadas em nossas planilhas orçamentárias.
PROJETO ARQUIVADO.