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Realizar montagem teatral musical infantil e ação formativa para educadores da primeira infância. O período de execucao do projeto compreende em sua totalidade 06 meses, sendo 02 meses de ensaio, 03 de temporada e 01 mês para finalização.
O “Empinador de Estrela” é um conto que retrata o cotidiano de uma criança diante da angústia de uma possível perda, de forma lírica e emocionante. O ponto de partida da encenação é esse “espaço da memória”, misto do real e do imaginário, sem tempo definido, um campo, onde tudo pode ser acessado a qualquer momento, desde que haja um estímulo para que isso ocorra: uma música, um simples som, um objeto, um cheiro, uma palavra... Temos como objetivo específico, uma rápida transformação no interesse das crianças, instigando-os através da encenação, que seguirá um fluxo mágico da lembrança e da imaginação, a uma escalada para novos patamares culturais. Será estabelecido em cena, um jogo que acontece dentro de nós a todo o momento, quando lidamos com nossas lembranças: delicadezas, emoções, divertimentos, tristezas, tudo se reagrupando a todo instante, pois mesmo as lembranças, algo que a priori, parece estanque, sempre abre espaço para novas leituras à medida que vamos vivendo. O cenário será construído em vários níveis, para perfeita e ideal mobilidade dos atores, nesta concepção, criando-se vários patamares, onde ocorrerão as cenas. Os objetos cênicos ajudarão a compor o cenário e terão papel de suma importância para o desenvolvimento do espetáculo. Todo o cenário e elementos cênicos receberão pintura artística, com acabamento de qualidade de forma a ilustrar a cena de maneira eficaz e alegre. O espetáculo terá uma duração aproximada de 60 minutos.
Objetivo Geral Montagem e Temoporada do espetáculo "O Empinador de Estrela" é um conto infantil de Lourenço Diaféria, que retrata o cotidiano de uma criança diante da angústia de uma possível perda, de forma lírica e emocionante. O espetáculo contará com 05 (cicno) atores cantores e 03 (três) músicos. O espetáculo é um musical. Objetivos Específicos 1 - Realizar montagem e temporada do espetáculo infantil com execução de 6 meses 2 - Realizar workshps de formação para professores da rede pública de ensino para professores da primeira infancia, tendo como fio condutor o tema do espetáculo que é lidar com perdas precocemente. Baseado na obra homônima de Lourenço Diaféria, pretente levar ao teatro 7.200 espectdores, desses, 1.440 (40%) ingressos serão destinados à doação para população de baixa renda e comunidade de deficientes auditivos, o projeto prevê transcição em libras em todas as apresentações. A montagem do conto "O Empinador de estrelas" trabalha um tema importante e de dificil aceitação, de uma maneira lúdica e lírica. O tema abordado é a perda do pai, através de músicas de conhecimento geral, cantigas de rodas do universo infantil. Usando da música como pano de fundo e um instrumento para transmitir a mensagem da perda ao espectador e auxiliar as pessoas no dificil processo de assimilação dessa dor. O ponto de partida da encenação é esse "espaço da memória", misto do real e do imaginário, sem tempo definido, um campo, onde tudo pode ser acessado a qualquer momento, desde que haja um estímulo para que isso ocorra: uma música, um simples som, um objeto, um cheiro, uma palavra. Temos como objetivo específico, uma rápida transformação no interesse das crianças, instigando-os através da encenação, que seguirá um fluxo mágico da lembrança e da imaginação, a uma escalada para novos patamares culturais. Será estabelecido em cena, um jogo que acontece dentro de nós a todo o momento, quando lidamos com nossas lembranças: delicadezas, emoções, divertimentos, tristezas, tudo se reagrupando a todo instante, pois mesmo as lembranças, algo que a priori, parece estanque, sempre abre espaço para novas leituras à medida que vamos vivendo. O espetáculo terá Direção Geral de Milton Morales Filho e Direção Musical de Pedro Paulo Bogossian. O cenário será construído em vários níveis, para perfeita e ideal mobilidade dos atores, nesta concepção, criando-se vários patamares, onde ocorrerão as cenas. Os objetos cênicos ajudarão a compor o cenário e terão papel de suma importância para o desenvolvimento do espetáculo. Todo o cenário e elementos cênicos receberão pintura artística, com acabamento de qualidade de forma a ilustrar a cena de maneira eficaz e alegre. O espetáculo fará temporada de 03 meses, perfazendo 36 sessões, com apresentações aos sábados e domingos. O espetáculo terá uma duração aproximada de 60 minutos.
Este projeto tem como meta a formação de novos espectadores de teatro, buscando também estimular o hábito e o prazer, não só pelas artes cênicas, como pela leitura, promovendo o interesse a uma grande variedade de títulos, bem como ampliação de um saudável convívio social ,assim como, possibilitando a um grande número de crianças, o acesso à palavra, com texto correto e bem cuidado, através de uma encenação esmerada, e que agregue valores a sua formação. Acreditamos que um espetáculo responsável e bem elaborado contribuirá para que a criança desenvolva o gosto e o hábito de ir ao teatro, tornando-se no futuro, um assíduo freqüentador, não só de teatro, mas um apreciador de todas as manifestações culturais, sendo a Lei Rouanet o principal mecanismo disponível para a produção cultural, sem apelo comercial no país. Somente através do mecenato é possível realizar um projeto cultural e ainda beneficiar o povo brasileiro com doação de grande parte do produto, através das políticas de contrapartida social e demais enfoques adotados pela lei.
O proponente realizará a administração do projeto e será remunerado pelo mesmo item orçamentário.
Não se aplica.
O teatro que será escolhido para a apresentação do espetáculo, deverá possuir toda a acessibilidade e atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seus direitos culturais. O Teatro também terá que atender ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Todas as sessões contarão com interprete em libras durante a temporada em São Paulo. Conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, prevemos para todo o público as seguintes medidas: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: A garantia de que todo e qualquer espaço por onde o espetáculo passar, terá que obrigatoriamente estar equipado com rampas de acesso, lugares para cadeirantes, e outras medidas obrigatórias que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Todas as sessões terá intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo terá 5 (cinco) sessões com áudio descrição para pessoas com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: A garantia de que todo e qualquer espaço por onde o espetáculo passar, terá que obrigatoriamente estar equipado com rampas de acesso, lugares para cadeirantes, e outras medidas obrigatórias que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Todas as atividades da ação formativa terá intérprete de libras Acessibilidade para deficientes auditivos: A ação formativa será inteiramente com áudio descrição para pessoas com deficiência auditiva.
A distribuição dos ingressos serão distribuidos da seguinte forma: 20% dos ingressos serão DOADOS exclusivamente para instituições de caráter social e educativo. 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE aos patrocinadores 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE para a divulgação; 20% dos ingressos serão VENDIDOS A PREÇOS POPULARES 40% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente ***CONFORME ESPECIFICADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. - Outras medidas de distribuição de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; ... ***Disponibilizar transporte gratuíto para o 20% do público que receberá a doação de ingressos, prioridade para instituições que atendem para idosos, pessoas com deficiencia e mobilidade reduzida. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:
Idealização e Direção Geral: Beti Antunes Direção de Produção: Renato Araujo Texto: Lourenço Diaferia Direção: Milton Morales Filho Direção Musical: Pedro Paulo Bogossian Administração: Dani Correia AUTOR Lourenço Carlos Diaféria Nasceu no bairro do Brás, em São Paulo (SP), no ano de 1933. Contista, cronista e autor de histórias infantis, o jornalista iniciou sua carreira em 1956 na “Folha da Manhã”, hoje “Folha de S. Paulo”, como preparador de matérias. Em 1964 escreveu sua primeira crônica assinada. Ficou na “Folha” até 1977, ano em que foi preso e processado , com base na Lei de Segurança Nacional, pela autoria da crônica “Herói. Morto. Nós", considerada ofensiva às Forças Armadas. O processo durou cerca de três anos e terminou com a absolvição do cronista, que voltou a atuar na “Folha de S.Paulo . No ano de sua prisão, 1977, o conto “Como se fosse um boi” é premiado com o quarto lugar no VII Concurso Nacional de Contos do Paraná e incluído no livro Novos Contistas, editado pela Francisco Alves Editora. Colaborou também no “Jornal da Tarde”, “Diário Popular”, “Diário do Grande ABC”, e escreveu para as rádios "Excelsior", "Gazeta", "Record", "Bandeirantes" e para a "Rede Globo" Algumas obras: Um gato na terra do tamborim.1976 Circo dos Cavalões .1978 A morte sem colete.1983 A longa busca da comodidade.1988 O invisível cavalo voador – Falas contemporâneas.1990 Papéis íntimos de um ex-boy assumido. 1994 O imitador de gato. 2000 Brás – Sotaques e desmemorias . 2002 Milton Morales Filho Diretor/ Dramaturgo -Formado pela Escola de Arte Dramática da USP -Diretor, dramaturgo e fundador do Teatro da Gioconda -Formado em Medicina pela UNESP, e experiente Psico-pedagogo. -Diretor de teatro no Colégio Waldorf Micael, de São Paulo de 1996 a 2006. PRÊMIOS E INDICAÇÕES - Prêmio Melhor espetáculo infantil no Cultura Inglesa Festival 2009 com ENJOY! - Indicado ao prêmio FEMSA 2009 pelo texto de Histórias de Chuva – gênese - Indicado Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2009: -Histórias de Chuva-Gênese- melhor espetáculo infantil - Prêmio de Incentivo ao Teatro Paulista 2008 com o projeto Histórias de Chuva - Prêmio APCA 2007 melhor texto infantil, com O CADARÇO LARANJA -O3 indicações para o prêmio FEMSA/2007 com O CADARÇO LARANJA: melhor espetáculo texto e direção. -Prêmio como dramaturgo no Concurso de Dramaturgia da FUNARTE em 2005, região SUDESTE, categoria teatro para a infância e juventude, com o texto “O Cadarço Laranja”. - Prêmio melhor espetáculo no juri popular com O CADARÇO LARANJA no FENTEPIRA- Festival Nacional de Teatro de Piracicaba -2007 -Prêmio melhor diretor, melhor iluminação no XXIX Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba com O Detector de Sacis. -Menção honrosa no 3° concurso FUNDACC de Dramaturgia com o espetáculo O DETECTOR DE SACIS. -Prêmio melhor iluminação no XXXI Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba com “O Cadarço Laranja.” -Prêmio SESI Novos Talentos- (edição 01/2002) com o espetáculo- AS DEZ PALAVRAS. Textos de teatro ainda inéditos: - Sabaoth - Cor-de-chumbo - Conversas entre homens Eventos especiais: -Participação de mesa redonda sobre Teatro para todas as Idades, no Festival de Curitiba – 2007 Maestro Pedro Paulo Bogossian Graduado em Letras - Licenciatura Plena, Português, Inglês e suas respectivas Literaturas, pela Faculdade Nossa Cidade; Mestrado em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo. É Professor nos Cursos de Graduação Tecnológica em Produção Audiovisual e Design Gráfico da Faculdade Melies de Tecnologia, SP; e, Professor nos Cursos de Teatro e Rádio Televisão e Internet da Universidade Anhembi Morumbi. Tem formação em Piano Erudito pelo Instituto Musical Isaías Sávio e é reconhecido Diretor Musical do teatro paulista, com experiência em espetáculos musicais. Característica principal em seu trabalho é a inter-relação da cena teatral com a música, notadamente ao lançar um olhar crítico sobre os diversos estilos do discurso musical, seja como compositor, arranjador, preparador vocal ou pianista ao vivo em espetáculos teatrais. Formacão e graduação em música, composição e regência. Compositor, diretor musical, preparador vocal, músico e pianista,foi um dos fundadores do Circo Grafitti.
PROJETO ARQUIVADO.