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PRONAC 203899Apresentou prestação de contasMecenato

As Cadeiras

PEQUENA CENTRAL DE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 992,7 mil
Aprovado
R$ 947,9 mil
Captado
R$ 947,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04540010000170Porto Seguro - Seguro Saúde S/A1900-01-01R$ 947,9 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-11-02
Término

Resumo

Montagem e apresentação do espetáculo teatral "As Cadeiras", de Eugène Ionesco. Este é um dos primeiros textos do revolucionário autor romeno Eugène Ionesco (1912-1994). Ambientado numa ilha qualquer do planeta, o espetáculo coloca em cena um casal idosos que espera ansiosamente o momento de revelar a uma platéia imaginária o mistério do mundo.

Sinopse

Peça teatral: Ambientado numa ilha qualquer do planeta, As Cadeiras coloca em cena um casal de idosos que espera ansiosamente o momento de revelar a uma plateia imaginária o mistério do mundo. É quando os dois deixam aflorar alienação, isolamento, solidão, tédio e uma busca desesperada para entender a humanidade. Nessa ilha, o casal vive sua rotina do dia-a-dia, longe de tudo e de todos. O marido decide marcar uma grande cerimônia para transmitir aos seus amigos e ao mundo o significado da sua vida, a sua mensagem para a salvação da humanidade. *Direitos autorais já negociados com a ABRAMUS.

Objetivos

Objetivo geralO objetivo geral deste projeto é oferecer ao público brasileiro a gravação em vídeo da montagem de uma obra teatral de Eugène Ionesco que é um dos maiores dramaturgos. As peças de Ionesco retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência.As Cadeiras, escrita em 1951, oferece ao público uma reflexão sobre o ?ser idoso?. Sendo o texto considerado uma das obras primas do autor. Num espaço indefinido, vago, rodeado de água, portanto isolado do mundo e num entardecer simbólico que nos faz evocar a morte que se aproxima, um casal de idosos, para ocupar o tempo, todas as noites sem exceção, imita os meses e evoca vagamente uma viagem a Paris. Na noite da ação há, no entanto, uma mudança: instigado pela idosa, o idoso decide-se comunicar à humanidade a sua mensagem. Para isso, contrata um Orador e os convidados vão chegando, mas não são vistos pelo público e o espectador identifica pela construção dos diálogos que os dois vão tendo com eles. O discurso do idoso vai mudando claramente de tom, passa a ser pessoal, secundado pela mulher como um eco, exprimindo um desabafo sobre a injustiça da sua condição.OBJETIVO ESPECÍFICO Oferecer ao público brasileiro a oportunidade de recepção do espetáculo em vídeo As Cadeiras, em particular junto a segmentos sociais importantes: pelo público jovem, que deverá ser mobilizado a partir de uma divulgação em redes sociais; pelo público de terceira idade, beneficiário de descontos. Em todas as faixas etárias, o público deverá encontrar eco, nesse espetáculo, para as muitas questões de trajetória de vida e envelhecimento identificando-se com as questões próprias dessa fase, cuja universalidade é indiscutível. - As apresentações se darão através de vídeo do espetáculo, gravado com qualidade 4k, apresentado em 05 cidades brasileiras. - Gerar um total de mais de 30 empregos diretos (elenco e equipe).- Realizar 01 sessão com tradução em libras em cada cidade proposta.- Realizar 01 sessão com audiodescrição em cada cidade proposta- 1 palestra sobre produção teatral de 140 minutos em cada cidade - Oferecer transporte gratuito para 80 estudantes e professores em cada cidade de realização do projeto (total 320 beneficiários) - Contribuir para a formação de público, e democratizar o acesso à cultura, através de cotas de ingressos gratuitos para estudantes da rede pública e estudantes de teatro e demais ações de democratização do acesso que visem a conscientização para importância da arte e da cultura.

Justificativa

A peça Les Chaises escrita por Ionesco em 1951, foi representada pela primeira vez em 22 de abril de 1952, no teatro Lancry, em Paris. Foi traduzida e encenada no Brasil em 1960, levando o título As Cadeiras, tradução de Luis de Lima, com Camilla Amado no elenco. Sessenta anos depois, Camilla retorna aos palcos com a mesma peça em que estreou no teatro. Desta vez, ao lado de Marco Nanini e reunindo, em torno de um texto icônico uma equipe qualificada, somando os talentos dos experientes Gringo Cardia na direção de arte, Antônio Guedes nos figurinos, Jayme Monsanto na trilha sonora, sob a direção Fernando Libonati e produção da Pequena Central, garantindo um resultado de qualidade artística e técnica, além de trazer um caráter inovador. O grande valor da obra teatral de Eugène Ionesco foi reconhecido ao lhe ser atribuído inúmeros prêmios, incluindo Tours Prêmio Festival de filme, de 1959; Prix Italia, 1963; Sociedade de Autores Prémio Theater, 1966; Grand Prix Nacional para teatro, 1969; Monaco Grand Prix, 1969; Prémio Nacional Austríaco de Literatura Europeia, 1970; Prémio Jerusalém, 1973; e doutorado honoris causa da Universidade de Nova York e as Universidades de Leuven , Warwick e Tel Aviv. Ionesco foi membro da Academia Francesa em 1970. Diversas montagens de As Cadeiras pelo Brasil e mundo afora foram apresentadas no decorrer dos anos, confirmando a expressiva longevidade do texto. Esses dados já são suficientes para demonstrar a força dramática e as potencialidades de um texto que, toca em questões que atravessam o tempo. O isolamento, a solidão, o tédio. Dois idosos, de 94 e 95 anos, em uma busca desesperada para entender a humanidade. A utilização da Lei de Incentivo a Cultura busca a montagem de um texto de caráter universal trazendo ao público um texto de um renomado autor. O projeto enquadra-se nos incisos do Art. 1o. conforme abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art 3o. c) realização de espetáculo de artes cênicas

Estratégia de execução

Em meio a pandemia e ao isolamento social por ela imposto, nos vimos motivados a dar continuidade a produção teatral e encontramos a oportunidade de levar ao público um trabalho feito a partir da inquietação dos artistas envolvidos. Por isso, a montagem de “As Cadeiras”, que assim como as demais peças de Ionesco, retrata de maneira palpável a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência. A peça é uma farsa trágica e influenciou movimentos artísticos e de pensamento como o Teatro do Absurdo, embora o próprio Ionesco tenha rejeitado esta definição. “É uma definição imprópria. Meu teatro trata da condição humana. É um teatro realista”.

Especificação técnica

Espetáculo teatral EM VIDEOGênero: farsa trágica.Duração aproximada: 66 minutos.Classificação indicativa 12 anos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física para Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia: realização das apresentações em locais que contam com recursos para receber o público portador de necessidades especiais, tais como: rampas, elevadores, etc. Acessibilidade para deficientes auditivos para Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia: Exibição do video do espetáculo com recursos em tradução em libras. Realização de 01 sessão por praça Acessibilidade para deficientes visuais para Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia: Exibição do video do espetáculo com recursos de audiodescrição. Realização de 01 sessão por praça CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física para Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia: Realização da palestra em locais que contam com recursos para receber o público portador de necessidades especiais, tais como: rampas, elevadores, etc. Acessibilidade para deficientes auditivos para Rio de Janeiro, São Paulo,Recife, Fortaleza e Brasilia: Transmissão ao vivo da palestra co recurso de tradução em libras. Acessibilidade para deficientes visuais para Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia: Contratação de monitor para recepção do público portador de necessidades visuais. Uma vez que se trata de uma palestra (sem ações ou movimentos de cena como é o caso de um espetáculo), todo seu conteúdo pode ser acompanhado por deficientes visuais.

Democratização do acesso

As seguintes ações serão realizadas em todas as praças do projeto (rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasilia) , atendendo a clausula V do art.21 na IN 02/2019: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 (Palestra de 30 minutos sobre produção cultural). Manteremos esta proposta de democratização do acesso, ampliando sua abrangência:Convidaremos artistas/produtores no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília para participar ativamente com perguntas e provocações. Os encontros serão gravados e disponibilizados de maneira gratuita das plataformas de divulgação do projeto.Carga Horária: Duração de 02h20 (sendo intervalo de 20 minutos)Ministrado pelo Produtor e Diretor Fernando Libonati, que convidará um profissional da cultura das cidades listadas acima.Temas abordados:1 – Desafios e soluções em tempo de Pandemia. A criatividade de produção.2 - Texto, negociações, adaptações e traduções.3 - Orçamento e captação: Leis de incentivo, Lei Aldir Blanc, Recursos próprios.4 - Ensaios x COVID, Teatro ao Vivo x Teatro Gravado.5 - Abrindo caminhos, como transformar o resultado final em um produto com maior visibilidade e atingir um público maior para conhecer As Cadeiras.6- Comercialização, formato escolhido para lançamento mantendo as características das apresentações teatrais.7 - O que aprendemos até agora com essa experiência única.O proponente realizará ainda: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendoacessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aosidosos; 80 pessoas beneficiadas por praça III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dosespetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; (Transmissãoonline ao vivo das palestras)

Ficha técnica

Texto Eugène IonescoTradução Luis de Lima Elenco Camilla Amado e Marco NaniniDireção Fernando LibonatiCenários e Direção de Arte Gringo Cardia Iluminação Julio Parente Figurino Antônio GuedesTrilha Jayme Monsanto Produzido por Pequena Central Fernando Libonati - direção Sócio da Trupe Produções e da Pequena Central e diretor artístico do Galpão Gamboa, esteve a frente de algumas das mais relevantes produções do teatro brasileiro nas últimas décadas. Promoveu, em parceria com o curador Cesar Augusto, 6 edições da mostra Gamboavista, 4 edições da mostra Dança Gamboa, além de exposições e outras atividades que fizeram do espaço uma referência de boa programação a preços populares, ajudando a espalhar pelo Rio de Janeiro arte e cultura acessível. Em 2018 inaugura o REDUTO. Na pequena sala para 40 espectadores, abre programação para jovens artistas. É chegada a hora de um novo desafio. Com o Galpão Gamboa e o Reduto fechados por conta da pandemia e depois de bem sucedidas experiências como diretor nas três últimas edições do prêmio APTR de Teatro, a convite de seu sócio Marco Nanini, dirige aqui seu primeiro espetáculo. GRINGO CARDIA - direção de arte e cenário Designer, arquiteto, cenógrafo, artista gráfico, diretor de arte, de videoclipes, teatro, óperas, desfiles de moda, curador de museus e exposições no Brasil e no exterior. Em música, fez a direção de arte de capas de disco como Tom Jobim, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Marisa Monte, Ivete Sangalo, Chico Buarque, Carlinhos Brown, dentre outros; criou cenários de shows e dirigiu mais de 70 videoclipes. No teatro, fez cenários de peças onde trabalhou com diretores brasileiros como Mauro Rasi, Miguel Falabella, Hector Babenco e José Celso Martinez Corrêa, entre outros.Fez a direção e cenografia de espetáculos e exposições em Londres, Paris, Berlim, Nova Iorque e Tóquio. Trabalhou com o diretor alemão Werner Herzog na ópera “Midsummer Night ́s Dream”. É parceiro criativo e cenógrafo dos trabalhos da Cia. de Dança Deborah Colker e criou junto com ela, o espetáculo “O Ovo” do Cirque Du Soleil. Faz a curadoria, museografia e vídeos de vários museus pelo Brasil e mundo. Projetou o novo “Museu da Cruz Vermelha Internacional” em Genebra, na Suíça, com os arquitetos Shigeru Ban e Francis Kéré. Foi curador do “Memorial de Minas Gerais – VALE”, em Belo Horizonte, do “Museu A Casa do Rio Vermelho de Jorge Amado e Zélia Gattai” e do "Museu A Casa do Carnaval" em Salvador, do “Museu das Telecomunicações Oi” no Rio de Janeiro e Belo Horizonte e do “Museu Caminhão Itinerante - Sentimentos da Terra”, que viaja pelo interior do Brasil. Recebeu mais de 20 prêmios no mundo como designer. É diretor da ONG Escola Fábrica Spectaculu, que forma jovens das periferias do Rio de Janeiro em técnicos teatrais há 16 anos. Dirige o estúdio ACASAGRINGOCARDIA Design, no Rio de Janeiro. MARCO NANINI - ator Como ator de teatro participou de mais de 30 espetáculos e acumulou inúmeros prêmios por atuações em peças. Foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Felipe Hirsch, Gerald Thomas, Guel Arraes, João Falcão e Jô Soares. Também é um dos responsáveis pelo maior fenômeno do teatro brasileiro, O Mistério de Irma Vap, 11 anos em cartaz. Fora do teatro, atua também no cinema e na televisão. Tem em seu currículo filmes como Carlota Joaquina e Copacabana, de Carla Camurati, O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr., Lisbela e o Prisioneiro, Romancee O Bem Amado, de Guel Arraes, Apolônio Brasil, de Hugo Carvana, A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor e Greta, de Armando Praça. Ao lado de Marieta Severo, protagonizou o seriado A Grande Família, um dos maiores índices de audiência da televisão brasileira durante 14 anos.É produtor cultural há mais de 30 anos e idealizador do Instituto Galpão Gamboa, na Zona Portuária do Rio de Janeiro e que desde 2010 cria, através da cultura, do esporte e da saúde, oportunidades de inclusão social. CAMILLA AMADO - atriz Com mais de 60 anos de carreira, estreou como atriz em As cadeiras, na montagem que trouxe o teatro de Ionesco para o Brasil, dirigido por Luis de Lima. Transitando por gêneros do teatro - comédia, tragédia, drama, farsa e musical -, Camilla atuou em espetáculos como Electra (de Sófocles); Hamlet (de William Shakespeare), direção Diogo Villela; Carícias (Serguei Bebel); Tróia (de Eurípedes), Equilíbrio Delicado (de Eduard Albee), com Walmor Chagas e Tônia Carrero; A Falecida (de Nelson Rodrigues), A Exceção e a Regra (de Bertolt Brecht), O Homem Vivo (adaptação da obra de Bertolt Brecht) e Como Você Gosta (de William Shakespeare). Em 1973, em Encontro no Bar, (de Bráulio Pedroso) conheceu Marco Nanini com quem fez As Desgraças de uma Criança (de Martins Pena), direção Antônio Pedro. Trabalhou com renomados diretores do teatro como Ziembinski, com quem fez Vestido de Noiva, (de Nelson Rodrigues), Aderbal Freire-Filho, Paulo Affonso Grisolli, Ruy Guerra, Ítalo Rossi e Celso Nunes. ANTÔNIO GUEDES - figurino Atuante nas áreas de figurino, moda e arte urbana. Criador da marca gráfica, a Naked Neuras, onde comercializa roupas com suas ilustrações e gravuras. Começou a carreira no longa Irma Vap, de Carla Camuratti, e assinou seu primeiro figurino em 2005, no espetáculo Um Circo de Rins e Fígados, de Gerald Thomas. Indicado 2 vezes ao prêmio Shell, 4 ao APTR, 2 ao CesgranRio, venceu o prêmio APTR e o prêmio Questão de crítica em 2016 por O Homossexual ou a dificuldade de se expressar. Autor de figurinos como Ubu Rei, 2017, Amor em Dois Atos, 2016, Beije Minha Lápide, 2015, Pterodátilos, 2011, também faz direção de arte, como em Pedro Malasartes e a Arara Gigante, 2014, A Casa não Sabe, 2013. Com a Dobra, sua primeira marca de roupas, desfilou no Fashion Rio em 2010 e 2011. Como artista visual expôs Silks e cartazes na Galeria Atemporal, Babilônia Feira Hype, Reserva+ e MUV Galery. Estreou como diretor na performance multimídia Tundra, texto original seu, exibido no Tempo Festival, em 2015. JAYME MONSANTO - trilha Multi-Instrumentista, Compositor, Produtor Musical. Em mais de 15 anos de experiência profissional na música, dividiu palco ou gravou com artistas como Jards Macalé, Anavitória, Conjunto Noites do Norte, Roberta Campos, Jay Vaquer, Abayomy Afrobeat Orquestra e Vitor Kley, além de seu projeto autoral Whipallas. Desde 2011, Jayme faz parte da Sonido, produtora de áudio voltada para publicidade, fazendo trilhas, jingles, sound design e pós-produção de áudio para marcas como L'Oréal, Banco do Brasil, Coca-Cola, Mercado Livre, TIM e dezenas de outras, além de eventos como a queima de fogos do Réveillon de Copacabana e a cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. JULIO PARENTE - iluminação Artista multimídia, mestre em Artes da Cena pela ECO-UFRJ e graduado em design na PUC-Rio. Recebeu o prêmio de arquitetura Tomie Ohtake pelo projeto COTA 10, em conjunto com Pedro Varella, 2015. Leão de Bronze em Cannes pelo projeto Natural Medium, desenvolvido na empresa Tátil Design. Como artista e performer, foi selecionado para as residências: School of Visual Arts (Nova-Iorque 2013), Red Bull Station (São Paulo 2015), HOBRA (Rio 2016) e CONEXIDADE (Rio 2018) e os festivais CINERAMA (Campinas 2016), POLOS (Rio 2015), VISUALISMO (Rio 2015), LiveCinema (Rio 2015) e Multiplicidade (Rio 2016 e 2018). Foi produtor associado da casa COMUNA no Rio de Janeiro. É programador de tecnologia de vídeo das peças da diretora Christiane Jatahy desde 2011. COMPLETANDO COM AS INFORMAÇÕES FALTANTES *A empresa proponente será responsável pela gestão do processo decisório do projeto. Além de administrar o projeto, a proponente também será remunerada pelas seguintes rubricadas, a serem executadas pelos seus sócios: Sócio: Fernando Libonati será responsável pelo gerenciamento do projeto em sua totalidade e pela direção artística; Sócio: Marco Antonio Barroso Nanini executará a função de ator protagonista.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo