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PRONAC 203900Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A PIPA E A FLOR – 1ª Temporada

Casa Noar Eventos Ltda-ME
Solicitado
R$ 497,4 mil
Aprovado
R$ 497,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 06/10/2020
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-10-06
Término
2023-12-31
Locais de realização (6)

Resumo

Realizar de turnê com apresentações da peça A Pipa e Flor baseada em conto de Rubens Alves pela COMPANHIA TEATRO O GRANDE URSO NAVEGANTE e outras atividades como palestras, oficinas e contação de histórias para crianças.

Sinopse

A Pipa e a Flor"Era uma vez uma pipa.O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca…Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto…Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.– “Vocês não me pegam, vocês não me pegam…”E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos…Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim elo corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam…Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia. Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só…Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era…A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias…E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:– “Florzinha, me solta…” E a florzinha soltou.A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no não. E teve inveja da pipa.Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela… Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.– “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo…”E à inveja juntou-se o ciúme.Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer.E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.Via ali do baixinho, de sobre o quintal (esta essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima… E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início…Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar… E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.– “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de vôos e nos risos de outros tempos.Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos…Terceiro: A pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. Eassim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-avoar nas alturas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover educação, integração e aprendizagem através de atividades artisticas e culturais para o publico infantil e contribuir para a democratização do acesso à Arte e àCultura e formação de platéia.Dessa forma irá contribuir para o alcance dos seguintes metas: - Incentivar crianças a fruição de atividades culturais e artisticas:- Promover a arte de contar história- Promover atividades que valorizem o conhecimento da cultura popular, especialmente do universo de cantigas de roda; e- Promover acessibilidade nos produtos do projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 12 (doze) sessões da peça teatral "A pipa e a Flor" baseada em conto de Rubens Alves ;- Realizar 48 (quarenta e oito) sessões com Contadores de Histórias;- Realizar 12 (doze) oficina de Cantigas de Roda; - Realizar 12 (doze) palestras no evento;- Realizar 03 (três) Palestras como Ação Formativa Cultura (Contrapartida Social);

Justificativa

O projeto oferece um dia inteiro de atividades que promovem a integração e apredezagem para crianças. Abre espaço para a criatividade e a imabinação com ações que priorizam o convívio em grupo num encontro que celbra a ludicidade e o estar junto. Estas ações são asseguradas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no art. 16: " meninos e meninas tem o direto de brinca e, praticar esportes e divertir-se"A Pipa e a Flor é um projeto com resultados compravados pela sua primeira edição realizada no Teatro SESI - FIRJAN em abril de 2019na cidade do Rio de Janeiro.Conta com consultoria pedagógica especializada em público infantil para programação das atividades das oficinas, da peça de teatro e palestras, além de realização de parcerias com instituições artístico-culturais especializadas na cultura da infância, como o Instituto Rubem Alves que chacela o evento. O apoio do incentivo fiscal federal para a realização deste evento se torna fundamental, na medida em que proporciona a viabilização da captação de recursos e a concretização da criação deste espaço imaginário cultural. LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA Enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91 A realização do projeto contribui para o cumprimento das finalidades do Pronac, conforme o Art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei nº 8.313/91 O projeto atente os seguintes itens do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Enquadramento no Art. 3º da Lei nº8.313/91 Serão alcançados os seguintes objetivos referentes ao Art. 3º da Lei nº8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas (PEÇA TEATRAL), de música e de folclore. A referida proposta está enquadrada no ART. 18, § 3º, DA LEI Nº 8.313, DE 1991, segmento I _ ARTES CÊNICAS - INCISO e) teatro; (art. 18, § 3º, alínea a), conforme especifica o ANEXO IV da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019.

Estratégia de execução

As atividades do projeto visam operar com o lúdico atuando na apresentação e no oferta de experiências e possibilidades/ferramentas artísticas que contribuem para o desenvolvimento da comunicação, do aprendizado, como também para formação de valores. As ações propostas visam a interação e estimular nas crianças o respeito a sim mesmo, pelo próximo, pelo que a natureza representa para o futuro da humanidade e pela necessidade de criação de novos paradigmas no relacionamento do homem com a natureza. Tendo por base os ensinamentos do mestre e educador Rubem Alves serão realizadas atividades que potencializem a mensagem da peça tais como oficina, palestra e performance de contatores de histórias. A Pipa e a Flor é um espetáculo teatral, apresentado pelo grupo Teatro do Grande Urso Navegante, com texto original do livro de literatura infantil da autoria do escritor e psicanalista brasileiro Rubem Alves adaptado por Laerte Asnis.A peça estreou em 23 de dezembro de 1999 e já fez mais de 450 apresentações em diversas instituições culturais e educacionais do Brasil. Em 2001, a peça foi apresentada em 55 escolas de Portugal, numa turnê que durou três meses.“O meu amigo Laerte Asnis transformou a minha história "A Pipa e a Flor" num maravilhoso espetáculo teatral. Pela arte do intérprete —o Laerte, palhaço—, o texto que estava preso ao livro fica livre, ganha vida, movimento, música, humor. Com isso, a história se apossa daqueles que assistem ao espetáculo. E o extraordinário é que todos entendem, crianças e adultos. Eu chorei na primeira vez que o vi.” —Rubem Alves, em Folha Online, 2004.Laerte Asnis é ator, diretor e produtor teatral, orientador de Artes Cênicas e contador de histórias. Registro Profissional 23311/SP. Iniciou sua carreira teatral em 1985 em São Paulo, no Teatro Vento Forte, com Ilo Kruger. Coordenou diversas oficinas teatrais e encenou peças em diversas instituições culturais e educacionais do Brasil e Portugal, entre as quais: USP, UNICAMP, UNESP, UFSCar, SESCs, SESI, SEST, SENAT, Escola da Ponte e Escola Superior de Educação (Portugal) entre outras.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICA Peça "A Pipa e a Flor" Adaptação do livro "A PIPA E A FLOR" do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves (www.rubemalves.com.br). Estreou em 21 de dezembro de 1999 e desde então já foi encenada em diversas instituições culturais, educacionais e empresariais do Brasil e Portugal, em um total de 800 apresentações até este momento. Texto Original: Rubem AlvesAdaptação, Encenação e Direção: Laerte Asnis (DRT 23311/SP)Teclado e Direção Musical: Valéria Peres (OMB 48.421).Duração:45 minutos O Texto de Rubem Alves nos mostra o que há de mais desejado na vida, ou seja, a valorização das relações humanas, em todos os níveis. A peça fala de amor e também de seus agravantes como a inveja e o ciúme. A peça tem música ao vivo, com repertório erudito e cantigas de roda. Um piano faz a poética musical. A peça é interativa. Faz refletir sobre a felicidade, o brincar e a arte do bem viver. O projeto tem a chancela do Instituto Rubem Alves que inclusive autorizou o projeto a demoninar o projeto com o nome do conto que originou a peça.Realização em parceria com o Instituto Rubem Alves http://www.institutorubemalves.org.br Rubem Alves (1933 – 2014) foi um dos educadores mais célebres e respeitados no Brasil e no exterior. Pensador incansável e naturalmente instigado pela vida, sempre quis que os outros vissem a beleza do mundo através dos seus olhos. Por isso semeou ideias e o seu olhar através de livros e palestras. Desejou que os olhos das crianças, ainda encantadas pela vida, fossem a luz inspiradora para os adultos e educadores. Transitou em diversas áreas e consagrou-se como educador, teólogo, filósofo, psicanalista e autor de livros para crianças e adultos. Rompeu em todos os aspectos com as regras acadêmicas de escrita e dirigiu-se àquilo que lhe dizia o coração. Prova disso é que suas obras tocam a alma de seus leitores e muitas vezes transforma-os, gerando mais sensibilidade e humanismo. Seu legado é, e será, sempre um patrimônio cultural inovador e cativante. CONTRAPARTIDA SOCIAL - RODA DE CONVERSASerão realizada 03(três) Rodas de Conversas em escolas da rede publica de Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Itaperuna.Previsão de publico: 450 pessoas.Publico Alvo: Professores e estudantes da rede pública.Entrada Gratuita. Curadoria e Coordenação: Stanley WhibbeTemas: Dramaturgia e vida; o papel do teatro na sociedade contemporânea; O teatro e o dialogo com as novas mídias.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL – APRESENTAÇÃO TEATRAL Acessibilidade física Os teatros e Centros Culturais onde serão realizadas as apresentações deverão atender as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06; a saber: 1) acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida; 2) rampas; e 3)lugar reservado para cadeirantes. Acessibilidade de ConteúdoNas performances dos contadores de histórias haverá sessão exclusiva com tradução em libras, possibilitando o atendimento as demandas de crianças com deficiência auditiva. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em uma das sessões da roda de conversas haverá tradutor de libras. Obs. Os custos para efetivação das medidas de acessibilidade constam na planilha orçamentário do projeto.

Democratização do acesso

COMERCIALIZAÇÃO Haverá cobrança de ingressos nas sessoes do projeto. Preço:R$ 20,00 (vinte reais), com acesso a todas as atividades previstas. Será doada uma cota de 10% (dez por cento) dos convites para pessoas de baixa renda (associações de moradores, Ong’s, centros comunitários, etc.). 20% (vinte por cento) dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 15 (quinze reais). As sessões de Rodas de Conversa, voltadas para estudantes da rede publica, atenderá estudantes e professores. O acesso a estas atividades será gratuito. PÚBLICO ALVO Crianças s de 0-6 anos de todas as classes sociais, adolecentes e acompanhantes. Estima-se que o projeto atingirá diretamente um publico estimado de 3.500(três mil e quinhentas) pessoas nas apresentações teatrais ; e de 300 (trezentas) pessoas nas Rodas de Conversas. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DO ACESSO PRODUTO PRICIPAL - ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICA Em cumprimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 05/2017 o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL - Ações formativas culturais(Rodas de Conversas) Em cumprimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 05/2017 o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

A Casa Noar é dirigida por Ana Grace de Lacerd e já realizou O Festival Cultural A Pipa e a Flor, no Teatro Firjan Sesi, Unidade Jacarepaguá, em abril de 2019 na cidade do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que a proposta tem a chancela do Instituto Rubem Alves e que a peça teatral encenada pela Cia de Teatro O Grande Urso Navegante também tem autorização do referido Instituto. O empresa proponente fará a Coordenação Geral, Produção Executiva e Gestão Adminitrativo-financeira do projeto. Espetáculo A Pipa e Flor Rubem Alves - Texto Foi um dos educadores mais célebres e respeitados no Brasil e no exterior. Pensador incansável e naturalmente instigado pela vida, sempre quis que os outros vissem a beleza do mundo através dos seus olhos. Por isso semeou ideias e o seu olhar através de livros e palestras. Desejou que os olhos das crianças, ainda encantadas pela vida, fossem a luz inspiradora para os adultos e educadores. Transitou em diversas áreas e consagrou-se como educador, teólogo, filósofo, psicanalista e autor de livros para crianças e adultos. Rompeu em todos os aspectos com as regras acadêmicas de escrita e dirigiu-se àquilo que lhe dizia o coração. Prova disso é que suas obras tocam a alma de seus leitores e muitas vezes transforma-os, gerando mais sensibilidade e humanismo. Seu legado é, e será, sempre um patrimônio cultural inovador e cativante. Laerte Asnis - Dramaturgia / Cenografia Ator e Produtor Executivo: Licenciado em Educação Especial pela UFSCar. Registro Profissional como Artista na função Ator e Diretor - DRT 23.311/SP Registro na Cooperativa Paulista de Teatro - nº. 5571 .Formação Artística: Curso de Formação de Atores/Teatro Vento Forte/São Paulo/SP/Direção Geral: Ilo Krugli - Ano: 1985 a 1987 # Diretor Teatral, Ator, Produtor, Contador de Histórias e Orientador de Artes Cênicas. Diretor do Teatro do Grande Urso Navegante de São Paulo/SP Ator profissional do Teatro Vento Forte/São Paulo/SP (87-90) Orientador de Artes Cênicas / SESI / .Diretor Cênico do Coral Madrigal da Universidade Federal de São Carlos/SP. Profissional contratado para o Projeto “A arte de contar a ciência nos Jardins da Percepção do CDCC” - USP/São Carlos -2007 Profissional contratado para o Projeto da Pró-Reitoria de Extensão da Univ. Federal de São Carlos/SP - “Teatro para Servidores” - Projeto “Qualidade de Vida” -2007 Idealizador e Diretor do Grupo “Ofuscar – Teatro em Transe” da UFSCar (1999-2001) Professor de Interpretação Dramática Curso Técnico Ator – SENAC S. Carlos/SP (Abril à Nov. de 2007) Coordenador de Oficinas Teatrais/ Secretaria de Estado da Cultura/SP (91-05) # Roteirista dos Quadrinhos – Projeto Educação Ambiental/CDCC/USP – São Carlos/SP Atualmente é Ator e Diretor das seguintes peças teatrais para todas as idades: - A Pipa e a Flor, do livro homônimo de Rubem Alves . - Menina de Arte, do livro homônimo de Hebe Rios - “O Passe e o Gol”, do livro homônimo de Juca Kfouri - “Para Alice, com Amor”, do livro homônimo de José Pacheco - O Passarinho Engaiolado e As Cores do Crepúsculo”, dos livros homônimos de Rubem Alves # Coordenou oficinas e encenou e dirigiu peças teatrais em diversas instituições culturais, educacionais e sociais, entre as quais: SESC, SENAC, SEST SENAT ,USP, UNICAMP, UNESP, UFSCar, TEATROS, PREFEITURAS, Salesianos e NAI São Carlos, Aldeias SOS Brasil, Entidades Assistenciais, Hospitais e em mais de 80 cidades do Estado de São Paulo e em 17 Cidades (em 2001) em Portugal # Integrante do Grupo Cupuaçu de Dança Popular/São Paulo/SP (85-90) # Produtor Teatral # Rádio Ator – Programa Quintal Encantado – Rádio USP – São Paulo/SP (1988) # Diretor e Rádio Ator do programa Tem Criança na Rádio – Monteiro. Lobato/SP (2004) # Ator Manipulador de Bonecos. Cia. Grande Urso Navegante - Encenação Grupo criado e dirigido por Laerte Asnis, ator e Diretor, em 1991 na cidade de São Paulo, com foco no público infantil. A principal característica do grupo é montar e encenar peças com recursos simples, que possam ser apresentadas em qualquer tipo de espaço e eventos. Outra característica do grupo reside em seu repertório teatral, sempre baseado em livros de grandes personalidades do cenário literário e educacional, tais como Rubem Alves, Juca Kfouri, José Pacheco, Regina Drummond, Sandra Branco, Hebe Rios, entre outros. A Cia tem em seu repertório musical, músicas do cancioneiro universal, interpretadas ao vivo pela pianista e educadora musical Valéria Peres. Utiliza recursos artesanais na confecção dos elementos cênicos. Ficha Técnica Ana Grace Dantas - Coordenação Geral dos eventos. Atua há 6 anos na ArtRio (ArtRio - Feira Internacional de Arte Contemporâneado Rio de Janeiro), onde é atualmente diretora de produção. A feira demanda um sofisticado desenho de produção e é reconhecida como uma das mais importantes feiras de arte da América Latina. No ano de 2016, a feira reuniu 73 galerias, de sete países, nos armazéns do Píer Mauá. Com público estimado de 49 mil pessoas, a ArtRio se caracteriza como um evento de grande porte, com produção anual. Pedro Rangel - Produção Executiva Bacharelado em Ciências Sociais com ênfase em Produção e Políticas Culturais pela Universidade Cândido Mendes. Ao longo de 7 anos, atuou na coordenação e produção de diversos eventos culturais, especialmente com produção de logística, e de acessibilidade. Funções e atividades desenvolvidas: *Coordenador de Acessibilidade na Rio+20 Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável; *Diretor de Áudio-descrição, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, 2013; *Coordenador, no Festival Panorama, liderando a equipe de LIBRAS, no Rio de Janeiro, 2013; *Coordenador, do projeto “Trem do Samba” na Tenda do Saber, trabalhando com LIBRAS, no Rio de Janeiro, 2013; *Diretor de Operações, para TV GLOBO RJ trabalhando com closed caption; *Apoiador e assistente a cadeirantes, no Festival Art Rua; *Coordenador, na exposição Cidade Acessível, confeccionando a produção audiovisual e criação de conteúdo para legendagem, inserção de LIBRAS e serviços de closed caption; · Assistente de produção de logística para o Projeto -ARTRIO -2015 e 2016 -FEIRAINTERNACIONAL DE ARTE DO RIO DE JANEIRO; · Produtor de acessibilidade no projeto Cidade do Choro – Rio 450 anos; · Produtor da campanha da SBD -Sociedade Brasileira de Dertamatologia para prevensão ao câncer; · Coordenador de receptivo de desembarque Rio Open 2016 no Aeroporto Internacinal Tom Jobim. Rio de Janeiro, 2016; · Produtor de acessibilidade em LIBRAS no projeto IN CENA; · Coordenador de ativação da marca COCA-COLA no Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. Companhia de Teatro O Grande Urso Navegante A Cia. Grande Urso Navegante foi criada e é dirigida por Laerte Asnis, ator e diretor, em 1991 na cidade de São Paulo, com foco no público infantil. A principal característica do grupo é montar e encenar peças com recursos simples, que possam ser apresentadas em qualquer tipo de espaço e eventos. Seu repertório teatral, sempre é baseado em livros de personalidades do cenário literário e educacional, tais como Rubem Alves, Juca Kfouri, José Pacheco, Regina Drummond, Sandra Branco, Hebe Rios, entre outros. A Cia tem em seu repertório musical, músicas do cancioneiro universal, interpretadas ao vivo pela pianista e educadora musical Valéria Peres. E utiliza recursos artesanais na confecção dos elementos cênicos. A Cia. O Grande Urso Navegante atua em escolas, ambientes corporativos, entidades de assistências sociais, hospitais, congressos de educação e entre outros. A Cia já possui em seu currículo mais de 800 apresentações da adaptação do Livro A Pipa e a Flor no Brasil e em Portugual. Peças já encenadas pela companhia: - O Passe e o Gol; - Pequeno Diário; - Para Alice, com Amor de Jose Pacheco (peça exclusiva para educadores); e - Por que meninos têm pés grandes e as meninas têm pés pequenos? STANLEY WHIBBE - Consultoria em Gestão Stanley Livingstone Whibbe é Consultor do SEBRAE-RJ e da GV-CONSULTING (SP), Produtor Cultural e Professor Universitário. Pós-graduado em Teoria Crítica do Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1986). Especialista em Políticas Públicas e Governo da UFRJ, Turma 1997/98 onde apresentou a Monografia "Teatro , Estado e Cultura". Pósgraduado em Planejamento Econômico pela Universidade Autônoma do México (1981). Fez parte da Curadoria do FIT Cádiz – Festival Iberoamericano de Teatro – Espanha no período de 1996 a 1999. Foi Curador do Festival Recife do Teatro Nacional ao lado de Macksen Luiz, Elizangela Alves de Lima, Edelcio Mostaço e Aimar Labaki, durante 5 anos. Foi professor no Curso de Comunicação da Faculdade da Cidade no Rio de Janeiro (1985-1994).Foi Coordenador Nacional de Teatro da Funarte 1993 a 2003.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Salvador BahiaRecife PernambucoCampos dos Goytacazes Rio de JaneiroDuque de Caxias Rio de JaneiroItaperuna Rio de JaneiroNova Iguaçu Rio de Janeiro