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Plano Anual do Instituto Onikoja para 2021, contemplando as áreas de patrimônio cultural, música e artes, propondo ações educativas, divulgação, e manutenção do equipamento cultural. Visa dar continuidade, a melhoria da qualidade e a diversificação das atividades oferecidas à população da Região de Sepetiba/RJ.
Não se aplica.
Gerais? o fortalecimento institucional de mais de 200 comunidades e coletivos de matriz africana através da replicação da metodologia utilizada, testada e aprovada pelo Instituto Onikoja; ? a elevação da renda familiar através da produção de bens culturais de artesanato (Bonecas Africanas Ahosis);? a diminuição vertiginosa dos casos de depressão, alcoolismo e menos valia dos idosos, idosas, adultos, crianças e jovens participantes das atividades sócio-culturais INCLUSIVAS;Específicos? Realizar oficinas de capoeira, percussão e dança para crianças e jovens, regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino;? Contrapartida social: Realizar passeios culturais, levando jovens e adultos participantes das oficinas a museus centros culturais e espetáculos, em várias localidades da região metropolitana do Rio de Janeiro.
O Instituto Onikoja é uma instituição sem fins lucrativos que "nasceu" comprometido com a missão de promover a cultura e o diálogo social; superar a intolerância religiosa e promover o patrimônio ético e simbólico de Matriz Africana. A herança africana é a base das ações de acolhimento e de igualdade social. Este projeto foi gestado em um solo sagrado, no espaço de uma comunidade-terreiro _ o Humpame Kuban Bewa Lemin, iniciando suas ações sócio-culturais em conjunto com a casa religiosa no ano de 2000 e, ao longo desses 19 anos, vem pautando tais ações no acolhimento de todas e todos, indistintamente, em todas as suas diferenças e para todos os credos, estabelecendo espaços de cooperação. Nesse sentido buscou-se a convivência com base no trabalho comum, compartilhado, baseado na valorização das capacidades individuais em prol de objetivos coletivos. Relações de confiança com a comunidade do entorno da sede da Instituição foram sendo construídas de forma a manifestar o desejo de acolhimento, de configuração dos projetos e de comunicação e diálogo com a vizinhança. Há nove anos Oficinas de Artesanato são ministradas ininterruptamente, tendo como produto principal as Bonecas Africanas Ahosis. O conceito das Bonecas Africanas Ahosis nasceu deste desejo de acolher a comunidade do entorno de sua sede, em especial mulheres na terceira idade em situação de vulnerabilidade social. Aos poucos o que era artesanato, e mais que uma terapia ocupacional, tornou-se um bem de valor cultural, não apenas mensurável em termos de retorno financeiro, mas que revela também valores intangíveis relacionados à herança afro-cultural, como também à auto-estima, ao orgulho, à produtividade e à melhoria de condições de vida e renda. O que era um projeto ultrapassou os limites dos muros da comunidade e até de seu bairro, e aos poucos foi ampliando seus espaços de ação. Um trabalho de tal dimensão só cresceu por conta de sua ousadia em acreditar que sonhos podem e devem se transformar em realidade. Esse conjunto de fatores, norteado por essa consciência, fez nascer o Instituto Onikoja que propõe um diálogo com a sociedade sobre os valores de Matriz Africana e ações de tolerância, pois é da natureza da africanidade que nos marca como identidade, renascer e frutificar sempre mesmo na adversidade. Ampliando, outras atividades (para crianças, jovens e adultos) foram sendo oferecidas, tais como oficinas de capoeira, música (Percussão), danças populares afro (tais como Zumbaxé e Maculelê), inclusão digital, culinária (alternativa e de axé), reforço escolar e atendimentos com advogados, psicólogos e assistentes sociais. Tais ações completam a rotina que hoje se estende por boa parte da comunidade do entorno da sede, em Sepetiba/RJ, indiferente a cor de pele, idade, gênero e credo. Entendendo a necessidade de replicar esse conceito de fortalecimento de outras Comunidades Terreiro (em constante situação de risco às ações de Racismo Religioso), o Instituto Onikoja realiza periodicamente seminários regulares chamados de Encontros Afrodialógicos que são encontros formulados para lideranças de axé para capacitação em Empreendedorismo Cultural gerando Economia Criativa e Solidária. Com isso as ações desenvolvidas pelo Instituto Onikoja ultrapassaram os limites do Município do Rio de Janeiro. Algumas das Oficinas ministradas pelo Instituto Onikoja também já foram replicadas em escolas da rede pública locais, dentre elas o Ciep Ministro Marcos Freire e a Escola Municipal Nelson Romero. RECONHECIMENTO No ano de 2014, as ações hoje "abraçadas" pelo Instituto Onikoja auxiliaram na seleção da Instituição Fundadora como Ponto de Cultura do Estado do Rio de Janeiro; em 2015 também recebeu o 1º Prêmio Afro Fluminense de Cultura do Estado pelo reconhecimento às nossas ações e transparência e, em 2017, o Prêmio de Culturas Populares do Ministério da Cultura. Ainda em 2017 o Instituto Onikoja, apesar de seu pouco tempo de existência jurídica, foi agraciado com o Prêmio Arte Escola Territórios Sociais; em Maio de 2018, foi homenageado pelo Arquivo Nacional pelo reconhecimento de suas ações sócio-culturais e em neste ano de 2019 foi premiado com o importante Diploma Heloneida Studart concedido pela Comissão de Cultura da ALERJ _ Assembléia Legislativa do Estado do RJ. O Instituto Onikoja está inscrito no COMDEPI - Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa do Município do Rio de Janeiro e no CMAS/RJ - Conselho Municipal de Assistência Social do Município do Rio de Janeiro. Nossa trajetória e ações podem ser acompanhadas no site: www.onikoja.org.br ou ainda nas redes sociais (facebook e instagran). A solicitação de apoio junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
(1) Oficinas de Capoeira Ministrada para crianças e adolescentes semanalmente, nas rodas de capoeira esses jovens podem ?gingar? e dar seus primeiros passos, nesta prática que só foi reconhecida em 1937, depois que Mestre Bimba a apresentou ao então presidente Getúlio Vargas, que a declarou esporte nacional. Em 2008, a capoeira foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O cuidado com a qualidade das cantigas entoadas e com o alongamento do corpo dos inscritos é uma constante nesse tipo de atividade.As crianças e adolescentes são selecionados a partir de demanda espontânea junto ao Instituto, e para que possam acessar o serviço, solicitamos como requisito a matrícula em uma unidade da Rede Pública de Ensino. A partir do momento que são inseridos é feito uma interação para que todos(as) se sintam dentro de um grupo de convivência coletiva.Carga horária: 6 horas/semana; fevereiro a junho, agosto a novembro.(2) Oficinas de Dança e Música Mais que cantar e dançar os participantes dessas oficinas conseguem se expressar através das manifestações culturais afro. As Oficinas são conduzidas pelos mestres de notório saber ancestral e não há quem não se emocione e interaja ao assistir suas apresentações.Carga horária: 4 horas/aula; periodicidade fevereiro a junho, agosto a novembro.(4) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Passeios Culturais: Periodicamente passeios culturais a museus, centros culturais e espetáculos são realizados gratuitamente diminuindo assim a distância cultural existente na população de uma região tão distante dos centros que atualmente promovem arte.Periodicidade: duas visitas por ano.
PLANO ANUAL Acessibilidade física: Nas atividades internas, todas as atividades serão feitas em salas no andar térreo, com rampa, facilitando o acesso aos portadores de deficiência física e de difícil locomoção. Procuraremos realizar as atividades externas em espaços que atendam as condições relevantes para o conforto do público PNE. Acessibilidade para deficientes auditivos: Prevemos a presença, sob demanda, de intérprete de Libras para portadores de deficiência auditiva; Acessibilidade para deficientes visuais: Prevemos pessoas especializadas para atender aos portadores de deficiência visual. OFICINAS Acessibilidade física: Nas atividades internas, todas as atividades serão feitas em salas no andar térreo, com rampa, facilitando o acesso aos portadores de deficiência física e de difícil locomoção. Procuraremos realizar as atividades externas em espaços que atendam as condições relevantes para o conforto do público PNE. Acessibilidade para deficientes auditivos: Prevemos a presença, sob demanda, de intérprete de Libras para portadores de deficiência auditiva Acessibilidade para deficientes visuais: Prevemos pessoas especializadas para atender aos portadores de deficiência visual. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Nos comprometemos a selecionar equipamentos culturais que apresentem condições para portadores de deficiência física e de difícil locomoção. Acessibilidade para deficientes auditivos: Prevemos a presença, sob demanda, de intérprete de Libras para portadores de deficiência auditiva Acessibilidade para deficientes visuais: Prevemos pessoas especializadas para atender aos portadores de deficiência visual.
Todas as atividades são gratuitas. A consolidação do trabalho realizado pelo Instituto Onikoja se verifica na qualificação da sua metodologia de trabalho, na expansão de suas ações e no crescimento exponencial dos seus resultados que, superam, a cada ano, as metas de atendimento direto dos públicos beneficiados. PRODUTOS PLANO ANUAL E OFICINAS Sobre o atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O proponente será responsável pela coordenação geral e gestão administrativa e financeira do projeto, possui experiência na gestão de projetos com recursos obtidos em editais. A atividade do proponente será feita sem remuneração com recursos do projeto.Coordenador Geral: ROGÉRIO VIEIRA ALVESComo cidadão, o brasileiro e carioca, Rogério Alves, nasceu em março de 1966, é Licenciado e Bacharelado em Química e tem seu trabalho e dedicação as ações sociais e religiosas reconhecidos, tendo já sido agraciado com diversas Moções Honrosas concedidas pela Alerj e pela Câmara Municipal do RJ. Como religioso, Temi Rogério ou Humbono Rogério de Olissa, iniciou-se no culto de matriz africana denominada Candomblé em 1993 e desde então estuda e defende sua crença; também atua como membro no combate a Intolerância Religiosa. Fundou o Instituto Onikoja que tem como dentre seus objetivos ter a herança cultural africana como base do acolhimento e da equidade social. É reconhecido como uma das principais lideranças de seu tempo, promovendo sempre ações de respeito e diálogo inter-religioso. As ações sócio culturais desenvolvidas no território social aonde encontra-se sediado, em Sepetiba, Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, já receberam vários prêmios de âmbito federal, estadual e municipal e constantemente é convidado a realizar workshops e falar sobre suas experiências de transformação social. Desde o ano de 2017 Humbono Rogério tem realizado os Encontros Afrodialógicos que, em sua 5ª. Edição, já capacitou mais de 120 lideranças de coletivos de matriz africana como empreendedores culturais e sociais replicando conceitos bem sucedidos desenvolvidos ao longo de quase 2 décadas de atuação e dedicação à preservação dos saberes e fazeres ancestrais milenares e na promoção de ações de equidade social. Instrutor de Capoeira: RONNY JEFFSON SOUSA MOREIRACapoeirista desde 1996, quando em Caxias do Maranhão, integrou o grupo Expressão Corporal. Em 1999, chegando ao Rio de Janeiro, associou-se ao grupo Lagoa Azul e em 2003 passou a fazer parte do grupo ABADA Capoeira, onde permaneceu por 14 anos. Atualmente faz parte do coletivo NOVA CAPOEIRA. Cursos de Aperfeiçoamento: Curso técnico de Capoeira (2008), ministrado por Mestre Nagô – Pedreira – SP; Oficinas de Culturas e Manifestações Populares de Dança (Jongo, Côco, Maculelê) – 2005 à 2017 – Jongo da Lapa. Participação em Jogos e Eventos: Abertura dos jogos Panamericanos – 2007; Festival Internacional da Arte Capoeira – 2005, 2007, 2009, 2011, 2013, 2015; Festival Nacional da Arte Capoeira – 2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014; Encontro Nacional da Arte Capoeira – Niterói – 2005 a 2017. Instrutor de percussão: ANTONIO RAIMUNDO MELLO SOARESPercussionista, nascido em Salvador, desenvolve diversos trabalhos para difundir a cultura Afro-brasileira no País. Trabalhou em diversos projetos como na USP, no núcleo de desenvolvimento da cultura Afro- Brasileira, com Mestre Pinguim, onde lecionava percussão e realizava apresentações com o grupo do núcleo em diversos lugares na cidade de São Paulo. Desenvolveu um trabalho no Ballet Estágio, com Marica Gidale e Alessandra Gidale, onde era inserido movimentos de Ballet ao som da percussão, com crianças de idade entre 6 a 12 anos. Realizou um trabalho novamente com Mestre Pinguim, na FEBEM de Tatuapé, onde levava para os internos os sons dos tambores e berimbais. Em 2017 integrou com vários percussionistas a ala de Timbau da Escola de Samba Vai-Vai em São Paulo, trazendo inovação rítmica para bateria da escola. Integrou a banda Savalukwe, que apresentava um ritmo Afro-pop na cidade de Salvador. Desenvolveu com a Coreógrafa Leandra Silva, um trabalho de dança Afro chamado ?Dejá Vu", no Tendal da Lapa, em São Paulo. Participou como Percussionista do Projeto ?Negro Fugido", que levava para as ruas a saga dos negros escravizados, que em batalha subjugam o rei de Portugal e exigem sua carta de alforria. Uma encenação de reparação histórica que coloca os negros como protagonistas da conquista da abolição da escravatura. Trabalhou com Lourenço Rebetés, na Orquestra Instrumental Corpo de Dentro, onde foi responsável pela parte percussiva juntamente com Ícaro Sá e Hudson. Fundou o projeto ?Sou do Reino de Dan" que leva cultura e dança Afro, para as comunidades do Candomblé, no Rio de Janeiro. Desenvolveu durante 3 anos e meio com Professor Baguinha, um projeto na UFBA, que transformava ritmos das matrizes africanas em partituras, esse trabalho foi realizado para tese de Doutorado do professor Baguinha, que é professor de Percussão na UFBA. No Centro Cultural Aláfia Ayo, em Salvador no bairro de Santo Antônio do Carmo, deu aulas de Percussão e Matriz Africana, junto com Ícaro Sá. Foi convidado a desenvolver um trabalho na Universidade Federal de Brasília, levando a cultura Afro para dentro da Universidade.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.