| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06981180000116 | CEMIG DISTRIBUICAO S.A | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 01844555000182 | CNH INDUSTRIAL BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 11699534000174 | POTTENCIAL SEGURADORA S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 45985371000108 | 3M do Brasil | 1900-01-01 | R$ 196,0 mil |
| 16670085000155 | LOCALIZA RENT A CAR SA | 1900-01-01 | R$ 190,0 mil |
| 08014346000150 | 3M Manaus Indústria de Produtos Químicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 172,7 mil |
| ***945356** | STEFANE RABELO PEREIRA DA COSTA | 1900-01-01 | R$ 0,01 |
Realizar a 6ª edição do projeto CURA _ CIRCUITO URBANO DE ARTE que terá sua programação artística realizada na cidade de Belo Horizonte. O CURA oferecerá a público um Festival de Artes Visuais/Plásticas, e viabilizará a produção e exibição de obras em empenas de edifícios da região central da cidade. Com convite a artistas brasileiros e internacionais o projeto oferecerá gratuitamente um espaço de desenvolvimento artístico, fomento as artes visuais, com desenvolvimento de espaço para contemplação a um público diversificado e de todas as idades.
1) PROPOSTA CONCEITUAL/CURATORIAL - A curadoria e todas as suas ações de acompanhamento no decorrer de todo o processo será realizada pelas idealizadoras do projeto, mantendo-se fiel a 1ª edição realizada em 2017 em seus conceitos, nesta edição será realizada uma convocatória nacional para seleção de 2 (dois) artistas, ficando os 2 (dois) artistas internacionais a serem selecionados por pesquisa da equipe de curadoria. Todo o processo será executado de maneira extremamente cuidadosa, permitindo que tenhamos respeitadas a natureza do CURA e a busca por harmonia entre as obras e o circuito já anteriormente criado. A curadoria, realizada por 5 (cinco) profissionais capacitadas, tem como interesse oferecer ao público trabalhos de qualidade, que permitam ocupar a cidade respeitando as suas características e manter o diferencial do projeto de democratizar o acesso ás artes urbanas na região central de Belo Horizonte, permitindo a visualização das obras em um novo mirante de contemplação a ser desenvolvido de maneira inédita nesta edição. Também nesta edição daremos continuidade ao interesse de ser um espaço de voz, uma expressão máxima da linguagem das ruas e de toda a diversidade dos espaços públicos. Adquirimos um compromisso com o espaço comum e acreditamos na nossa responsabilidade social em mantê-lo democrático, buscando trazer à tona a batalha pela ascensão feminina à paridade de gêneros. Assim, a linha curatorial continuará tendo como pilar principal a mulher, sua força e capacidades como CURA. A curadoria terá como missão desenhar linha que contemple as artes visuais de maneira igualitária, trazendo o gênero devidamente equilibrado com a diversidade de linguagens e a criação das obras relacionadas à nossa cidade. Cura da cidade cinza através das cores. Cura da cidade concreto através da arte. Cura do mundo - homem, que exclui as mulheres, através das mãos femininas. Cura de um centro urbano, através de um mirante de arte a céu aberto. Cura da pressa do dia a dia, através da contemplação de grandes obras de arte. Cura do acesso restrito a arte, através de acesso gratuito às pinturas de artistas renomados. Cura do feio, através do belo por meio da criação de um grande acervo a céu aberto, um acervo que democratiza e aproxima o público das artes urbanas. 2) INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM EXPOSIÇÕES DE ARTE TEMPORÁRIAS E DE ACERVOS: a) proposta museográfica da exposição, documentação indispensável para conclusão da admissibilidade da proposta; O CURA – CIRCUITO ARTE URBANA possui peculiaridades por se tratar de um projeto que traz como foco a criação e execução de obras de grande magnitude, em laterais cegas de edifícios de região central de Belo Horizonte, formando um circuito de artes urbanas que pode ser acessado de diversos pontos da região e, especialmente, de um espaço de contemplação que será montado temporariamente para o projeto. Isso nos leva a uma impossibilidade, no momento dessa elaboração e inscrição de apresentar uma proposta museografica tradicional e, no intuito de garantir todos os esclarecimentos necessários, apresentamos um esboço inicial da possibilidade de realização das obras para percepção dessa comissão. Pedimos também que acessem documento com comprovações das 4 primeiras edições no intuito de clarear nossos interesses e viabilidade de execução do projeto. b) ficha técnica, com currículo dos curadores e dos artistas, quando for o caso; e O Festival, conforme apresentado não possui no momento, pelo seu perfil de execução a ficha técnica dos artistas envolvidos, sendo os mesmos definidos em período de pré-produção por curadoria conforme apresentado. Com isso, incluímos aqui um resumo dos trabalhos das curadoras, buscando nos manter dentro de todas as determinações desta Lei. Inicialmente, nesta inscrição, contamos com 3 (três) curadoras que são idealizadoras do CURA e, com isso, orientadoras naturais dos objetivos e desenvolvimento do projeto. Ao se confirmar a execução do mesmo, no ano de 2021, serão definidas mais 2 (duas) profissionais que integrarão a equipe e fortalecerão o processo de curadoria. · Juliana Flores - Juliana iniciou sua trajetória como curadora na área da literatura e pesquisou a fundo o mundo das ilustrações, a construção da narrativa ilustrada e sua relação com a narrativa escrita. Em 2017 Juliana começou a trabalhar com as artes visuais urbanas idealizou o CURA - Circuito Urbano de Arte, um dos principais festivais de arte urbana do país. Como curadora de artes visuais formada em ofício enquanto produzia festivais de arte pública, Juliana desenvolveu sua pesquisa artística com muita liberdade, sem as amarras que envolvem exposições dentro de espaços institucionais. No espaço público, o céu é o limite para criar e imaginar grandes obras. Sua trajetória é marcada por profundo respeito e colaboração com os artistas, para Juliana, conceber obras e exposições no espaço público significa ouvir atentamente o artista, entender a sua trajetória e criar junto. · Priscila Amoni - Uma das idealizadoras do CURA, é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Portugal, e hoje trabalha como muralista e diretora de arte no Cinema. A artista tem murais várias cidades do Brasil e da França. Em sua obra mulheres e plantas e mulheres-plantas são curandeiras brasileiras, são mulheres de cuja cabeça nascem plantas, órgãos vitais são frutas, pulmões podem ser bananas ou babosas, o coração pode ser uma pitaya o útero um grande cacho de guaranás. Criam-se hibridismos para reforçar a não separação humana com a natureza e o poder de transmutação presente em cada um. · Janaína Macruz – É produtora cultural belorizontina, sempre se envolveu nas artes visuais, cinema, música e teatro e em 2017 juntamente com Priscila Amoni e Juliana Flores, idealizou o CURA, desenvolvendo o seu conceito e curadorias para seleção de artistas. De lá para cá vem trabalhando pesquisas relacionadas às artes visuais, especialmente nas artes urbanas e realizando trabalhos curatoriais e produção junto ao Festival. · As demais curadoras previstas no projeto serão selecionadas em período de pré-produção, buscando adequação profissional a proposta e também de disponibilidade para os serviços a serem realizados, sendo apresentados em momento adequado todas as informações sobre a equipe. c) relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. O CURA, pelas características ora apresentadas pelo projeto, tem impedida, neste momento, de apresentar a ficha catalográfica das obras. As criações serão desenvolvidas com base no que aqui se apresenta e, a proponente, se compromete a remeter a todos os órgãos envolvidos o grid das obras e todas as fichas das obras no momento que as mesmas forem definidas. Importante ressaltar novamente que pelas características peculiares do projeto são necessárias análises de grande porte para definição das empenas e locais de pintura e, com isso, apenas possuimos capacidade de executar essas ações em período de pré-produção.
OBJETIVO GERAL readequado- Realizar, no decorrer de 24 (vinte e quatro) meses, todas as etapas que garantirão toda a programação artística do Festival CURA - Circuito Urbano de Arte de Belo Horizonte, que propõe a realização de obras de arte em 4 (quatro) empenas de edifícios em área central de Belo Horizonte, pintados por 4 (quatro) artistas nacionais, desenvolvimento ambiente de um mirante de contemplação que abrirá espaço para programação artística e exposição das artes desenvolvidas para apreciação na no centro de Belo Horizonte, especialmente na região da Praça Raul Soares; e após readequado, 02 empenas e espaço de contemplação na cidade de Manaus/AM. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar todas as etapas do projeto no período de 18 (dezoito) meses em Belo Horizonte/MG; ? Viabilizar a entrega e exposição de 4 (quatro) obras de artes visuais ao público mineiro; ?Garantir estrutura necessária para 1 (um) ambiente de contemplação da criação das obras, de maneira gratuita, para o público (mirante), com programação artística; ? Oferecer gratuitamente 1 (uma) visitas guiada pela Praça Raul Soares trazendo conceitos históricos e de artes urbanas de nossa cidade; ? Selecionar, por meio de 1 (uma) convocatória aberta os 2 (dois) aristas nacionais e por meio de seleção por curadoria especializada os 2 (dois) artistas internacionais que integrarão a equipe do projeto; ? Convidar para compor a equipe 5 (cinco) curadoras para seleção de artistas que integrarão a programação do CURA; ? Oferecer programação artística gratuita ao público; ? Contratar equipe especializada que contará, no mínimo, com 50% de integrantes do sexo feminino; ? Oferecer a um público médio de 80.000 pessoas; ? Realizar publicação de um catálogo do Festival que contará com tiragem de 1.000 (mil) cópias.INCLUIDO NESTA READEQUAÇÃO- Realizar, no decorrer de 6 meses, a execução de obras de arte em 2 (duas) empenas de edifícios no Largo São Sebastião em Manaus, pintados por 2 (dois) artistas artistas indígenas da região amazônica com visibilidade Internacional - DENILSON BANIWA - BRASIL e OLINDA SILVANO _ PERU.- Desenvolvimento ambiente de um mirante de contemplação que abrirá espaço para programação artística e espaço de contemplação e abertura de exposição de artistas manauara.APRESENTAÇÃOO CURA _ CIRCUITO URBANO DE ARTE é o primeiro festival de pintura em empenas de Belo Horizonte que viabilizar uma grande exposição de artes visuais na região central de BH. Em sua primeira edição em agosto de 2017 o festival realizou a pintura em 4 prédios e dois muros, um localizado na rua Sapucaí e outro dentro da Estação Central do Metrô. Em sua edição especial em homenagem aos 120 anos de Belo Horizonte, o festival pintou 2 prédios. No ano de 2018 realizou, no mês de novembro a pintura de mais 4 empenas e um muro. Todos os prédios pintados podem ser vistos da rua Sapucaí, transformando a rua no primeiro mirante de arte urbana do mundo. Os murais pintados têm entre 450 e 1.780 metros quadrados, sendo um deles o mural mais alto pintado por uma mulher na América Latina com 56 metros de altura. No ano de 2019, a convite do projeto Viva Lagoinha, o CURA fez a sua primeira edição fora do centro de Belo Horizonte, O CURA Lagoinha que ofereceu ao público pinturas em 4 (quatro) empenas, 5 (cinco) muros e na fachada de 2 (dois) bares. Além das pinturas, o festival, em todas as suas edições, promove mesas de debates, feiras de arte, festas e ações especiais sempre dialogando com a arte urbana e a cultura de rua em espaço estruturado especialmente para o período de realização, no Mirante CURA. Para o ano de 2020, será realizada uma edição especial em decorrência da pandemia, estando neste projeto pleiteada a execução no ano de 2021 da 5ª edição do Festival.O CURA é capaz de se moldar a novos espaços, locais e a percepção clara de que BH possui pontos extremamente especiais que podem nos levar a alcançar novos públicos, novos espaços, se mantendo atraente e reforçando a sua capacidade de democratização do acesso, da valorização da arte e do público, levando, de maneira inédita, para a região da Praça Raul Soares, ponto zero de nossa Capital.Assim, prevê realizar entre os dias 21 de setembro e 03 de outubro de 2021, programação de um grande Festival de artes urbanas na cidade de Belo Horizonte. Se firmando em sua 5ª edição frente ao cenário de artes visuais em nosso país o CURA, executará a pintura de obras de grande magnitude em laterais cegas (empenas) de edifícios da região central de Belo Horizonte, permitindo ao todo que tenhamos 4 (quatro) novas obras que serão executadas por artistas mineiros, nacionais e internacionais. As obras passarão a integrar o circuito de artes visuais criados por 4 (quatro) artistas convidados por meio de convocatória aberta com seleção realizada por 5 (cinco) curadoras especializadas que selecionarão 2 (dois) artistas nacionais, 1 (um) artista da América Latina e 1 (um) artista da Europa, criando um ambiente onde o público vivenciará um processo de construção artística extremamente rico.O projeto prevê estruturação do Mirante CURA, um ambiente temporário de contemplação para o público, contando com espaço confortável de onde poderão, em todo o período de construção das obras acompanhar ao vivo os trabalhos dos artistas. No Mirante teremos também programação artistica que permitirá a aproximação do público com projeto, democratizando o acesso e garantindo espaço de encontro.O CURA, vem buscando democratizar ao máximo suas ações e, nesta edição, lançará uma convocatória simples que permitirá a inscrição de artistas nacionais para a seleção de 2 (dois) profissionais. A equipe de curadoria será formada pelas 3 (três) idealizadoras do projeto e, ainda, por 2 (duas) profissionais mulheres das artes visuais. A curadoria terá como foco selecionar trabalhos de qualidade que possam equilibrar às diversidades de linguagens, gênero, a relação das Obras com Belo Horizonte e a cena internacional da arte urbana, realizando a seleção de obras que consigam dialogar com a cidade e a ocupação de espaços públicos por meio da arte. E, ainda dentro desses objetivos, a curadoria selecionará, por meio de pesquisa na América Latina e Europa, os outros 2 (dois) artistas, permitindo que se alinhe todos os conceitos e natureza do projeto, harmonizando as obras.Em mais uma etapa, o CURA, visando continuar a garantir visibilidade feminina no campo das artes visuais e também da produção cultural, se compromete a compor a equipe de produção e artística com um total mínimo de 50% de mulheres, fomentando e valorizando o trabalho profissional destas.O CURA se firmou como um Festival de grande porte onde uma das maiores estratégias, que garantem o sucesso de suas edições, está ligada ao fortalecimento das ações de comunicação, registros e divulgação em redes sociais. Com isso, buscamos sempre desenvolver estratégias bem traçadas que levem o nome do Festival aos mais diferentes meios de comunicação e ao cenário internacional de festivais de artes visuais. É um projeto extremamente peculiar, que por conta da construção de obras de grande magnitude mas empenas dos edifícios, nos leva a necessidade estruturais e financeiras pouco usuais, sendo necessário manter todas as contratações dentro de padrões de segurança rígidos e, com isso, apresentamos orçamentos que nos permitem trazer um evento seguro e adequado em todas as suas esferas. E, de maneira a garantir um importante registro das ações e das obras, o desenvolvimento de uma publicação, com tiragem de 1.000 (mil) cópias, que terá a sua distribuição realizada de maneira gratuita, permitindo que tenhamos um importante registro do Festival oferecido ao público. A publicação possui todo o seu detalhamento realizado em campo adequado, permitindo o conhecimento integral por parte dessa Comissão.No campo da produção, também pelas peculiaridades e estrutura do projeto, contamos com profissionais de produção em número necessário a cobrir todas as ações, considerando termos 04 diferentes pontos de realização de obras e o ambiente do Mirante CURA. O projeto será gerido por equipe especializada, buscando sempre prezar pelo bom uso do dinheiro público em prol da divulgação da cultura de maneira a democratizar o acesso a diversos tipos de públicos, de todas as idades. Assim, trazemos um projeto que valoriza as artes visuais e executa ações de cunho cultural que fomentam a cadeia produtiva e valorizam Minas Gerais e o Brasil diante do cenário internacional.Pra maiores informações: https://cura.art/
O CURA possui fortes justificativas para sua aprovação pois é uma iniciativa que, após quatro edições, vem cumprindo seus objetivos de valorização das artes visuais e criação de um evento democrático que se transforme em referência nacional e internacional. Neste projeto, temos uma estruturação que se baseia em inquietudes, no amadurecimento do evento, de trocas e percepções que vem sendo extremamente positivas para o CURA onde, passamos a entender também a cidade com outro olhar, como um organismo em movimento, um espaço amplo e merecedor de desenvolvimento de ações em pontos diversos para públicos diversos. Assim, pela primeira vez teremos a edição principal do CURA sendo levada a outra região do hipercentro, um importante ponto histórico _ a Praça Raul Soares - trazendo um novo circuito e construções artísticas inéditas, fomentando ainda mais as artes de rua em um processo rico. O CURA é um campo fértil para trocas, conhecimentos e para que artistas possam se fortalecer profissionalmente, oferecendo sua arte a um público de milhares de pessoas, em um período de exposição prolongado. Busca ainda trazer respostas ao ambiente das artes, as buscas de nossos artistas em se atualizarem na cena da streetart de maneira efetiva e fértil, cooperando ativamente com o crescimento da cidade na linguagem artística provinda da rua e do muralismo. A proposta se mantém como pioneira em seu formato que prevê a produção de obras de artes urbanas em empenas (laterais cegas) de edifícios, criando um circuito que tem permitida a visão de todas as obras de um ponto específico, do Mirante CURA, oferecendo ao público uma sensação de "museu a céu aberto". Com isso, trazemos à cidade obras de grande valor que são vivenciadas pelo público de maneira conjunta ou individual, dependendo do espaço onde se encontra. Isso enriquece o Festival em sua capacidade de beneficiar pessoas, das mais diferentes características, segmentos sociais, interesses, raças e credos. E, ainda, tendo como foco uma arte reconhecidamente urbana o CURA traz também famílias e diferentes gerações passeando e acompanhando o dia a dia das obras, fortalecendo o respeito pelo outro, pelo idoso, pelo diferente, pela arte. Em sua concepção temos um projeto democrático! Seja pela arte em que se foca, seja pelo seu formato e, em todas as suas edições, um ponto de grande destaque foi o fato de que o projeto trouxe, para além das questões artísticas, a excelência de sua execução e de nossos objetivos de fomento às artes visuais para todo o público, integrando um caráter de afetividade que vem marcando todas as suas realizações, seja em edições principais ou comemorativas. A Curadoria do projeto que vem mantendo uma coerência na harmonização das obras em respeito à cidade, ao local onde se insere e a qualidade das obras. Dessa maneira, nesta edição, ao agregar equipe mais duas profissionais especializadas e uma convocatória para artistas nacionais, fortaleceremos nossa natureza e buscaremos ampliar todo o processo de seleção. Nos campos técnicos contamos com equipe especializada, viabilizando um trabalho de xcelência em nossas ações. Temos uma iniciativa que vem mostrando a força das parcerias e do trabalho em rede, fortalecendo os envolvidos de maneira igualitária e difundindo a arte como algo extremamente positivo não só no campo artístico, mas também na economia, na diversidade e no turismo. Vale destacar que, pela primeira vez, atrelaremos ao projeto uma publicação de Catálogo do CURA _ CIRCUITO URBANO DE ARTE. Esse registro será de grande importância a história do Festival, garantindo perpetuar as nossas ações e democratizar ainda mais o acesso aos objetivos do CURA. Com a distribuição gratuita que prevê acessar diferentes tipos de público, teremos uma maior capacidade de levar os trabalhos à escolas, grupos e projetos socioculturais e a público de diferentes locais. Esse fato coopera com nossos interesses de disseminar a arte como sendo para todos, não só na programação, mas também por meio de um material de qualidade que será de grande valia em nosso crescimento como evento. No campo da mídia, as estratégias de comunicação se firmaram como de sucesso, os retornos do CURA tem sido indiscutíveis, com grande reconhecimento do público e da mídia em geral, com sucesso de divulgação local, nacional e internacional, garantindo a força do circuito frente a agentes de grande importância em sua realização. A aprovação deste projeto coopera para que mantenhamos e ampliemos o reconhecimento de Belo Horizonte no circuito de arte urbana do mundo, fomentando a participação de público e também de turistas e interessados por arte. Diversas capitais no mundo que começaram a valorizar a arte de rua como por exemplo Nova York, Moscou, Buenos Aires, Londres e Melbourne viram o turismo crescer atrelado às ações culturais, no caso, graças ao circuito de arte ao ar livre. O projeto não altera a sua natureza e dá continuidade ao interesse de priorizar a ascensão feminina à igualdade de gêneros nesse setor da arte. E vale lembrar que até a primeira edição do CURA em 2017 tínhamos apenas uma empena pintada por mulher no país e, após as edições do festival, incluímos mais 8 (oito) no circuito mundial. Isso demonstra que o projeto ainda coopera com o crescimento profissional de mulheres em um circuito preponderantemente masculino. A programação agregada, citada no projeto como não afetando nenhum dos objetivos que aqui propomos e permitirá o oferecimento apresentações musicais como DJ e apresentações que permitirão envolver ainda mais o público. Assim o CURA se firma como um misto de exposição de obras de arte e exposição em um formato interessante, inédito e que se renova a cada edição.. Defendemos ainda os itens orçamentários como essenciais à execução pois, pelas peculiaridades do projeto e o tamanho de sua produção, temos a necessidade de contar com diferentes incentivos para sua realização global, se fazendo vital o aporte da Lei Federal dados os altos custos de sua produção. Com cuidado gerencial no campo orçamentário, o CURA individualiza os projetos de criação das obras e de programação associada, estando todos os valores referentes à estrutura de grande porte necessária previstos neste projeto. E, se mantendo atento a atual situação relacionada à pandemia, o projeto possui permitidas as suas ações em possíveis adequações às questões do enfrentamento ao COVID-19. Buscamos aprovar um Festival com enorme capacidade positiva mediante o setor cultural, se mantendo inovador e não se limitando aos dias de execução, permitindo assim que seus objetivos se perpetuem em nossa cidade e permitam beneficiar, a cada dia um número maior de pessoas. A defesa também se ampara em suas características democráticas, de fortalecimento da cultura nacional, movimentando o setor artístico e da produção cultural local de maneira positiva, apresentando concepções artísticas que poucas vezes se viu em nossa cidade. Os cinzas concretos das laterais cegas se tornarão verdadeiras telas, recebendo cores vivas, formas e composições, enriquecendo de arte o cotidiano de quem passa pelo centro da cidade. Diante do apresentado, o CURA, tem como essencial o aporte desta Lei Federal de modo a garantir a execução de seus objetivos e devidamente adequado às suas premissas, vem cooperar ativamente com a valorização da cultural nacional e se enquadrando nos seguintes incisos do artigo 1º citada lei: Inciso I; Inciso II; Inciso III; Inciso IV; Inciso VIII; Inciso IX. As finalidades que serão alcançadas durante a execução do projeto, segundo previsto no Art 3º da Lei 8313/91, compreendem os seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
· DECLARAÇÃO REFERENTE AOS SERVIÇOS PRESTADOS PELO PROPONENTE Buscando se manter dentro do previsto pela Instrução Normativa em vigor, em especial ao seu artigo 11º, o proponente vem aqui esclarecer que dentro das funções neste projeto contará com sua representante legal figurando como Coordenadora Geral do Projeto e Curadora, fazendo jus a remuneração prevista e totalmente adequado às suas competências adquiridas em anos de envolvimento na área da cultura por parte de sua equipe. · DECLARAÇÃO REFERENTE AO PERFIL DO PROJETO O CURA é um projeto misto que envolve como ação principal a criação de uma grande EXPOSIÇÃO DE OBRAS DE ARTE, oferecendo ao público obras de grande magnitude em longo período de exposição e, também, traz perfil de Festival por possuir atrelado diversas ações secundárias que o fortalecem junto ao público e como uma iniciativa cultural quem vem despertando interesses de pessoas de todo o país. Com isso, apresentamos neste projeto diversas informações que buscam complementar e reforçar o entendimento sobre o CURA, permtindo ampliar as informações oferecidas a este Órgão, no intuito de viabilizar a sua aprovação. · (continuação) CURRICULOS EQUIPE TÉCNICA PRODUÇÃO EXECUTIVA – ANA CECÍLIA AUGUSTA DE ASSIS – CPF: 066.445.216-73Experiência Profissional - Carnaval Belotur 2019- Produção Bloco; Cura Edição 2018- Asistente de Produção; FIT- Festival Internacional de Teatro 2018- Produção e produção executiva. FESTIVAL Sarará + S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L-Coordenação de credenciamento. IV ENA- Encontro Nacional de Agroecologia- Produção Walls Jazz Festival 2018- Produção 33 anos Galocura-Produção; Cine OP 2018- ARTÍSTICO SAGRADA PROFANA; Jângalove Festival- 2018-Produção Movimento Benedito 2018- Produção; We love Carnaval| Circuito de bloquinhos 2018- Produção; FAN- Festival de Arte Negra 2017-Produção, produção executiva. Banda Mole (Carnaval Belo Horizonte/2017) - Assistente de Produção. ARCO BH 2017| Mostra de Arte Comtemporânea-Produção Virada Cultural de Belo Horizonte 2016 - Produção e Produção Executiva; Produção, receptivo e apoio. FAN- Festival de Arte Negra 2012 - Produção, produção executiva. COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO – DANIEL IGLESIAS SILVA BORGES – CPF: 062.681.266-61Será o responsável por toda a coordenação de comunicação do projeto, planejamento de comunicação, estratégias em mídias sociais e também nas mídias tradicionais. Responsável por acompanhar e orientar toda a equipe envolvida. Rubrica. Coordenação de Comunicação. Formação Profissional - UFMG > Publicidade e Propaganda (graduação); ● PUC MG > Produção em Mídias Digitais (pós-graduação); ● Mídia BH > Design Gráfico avançado (curso técnico); ● Qual o App? > Thiago Santos e Lara Dias (curso técnico); ● Estúdio Book, Estúdio Produto e Photoshop Avançado > Escola de Imagem (cursos técnicos); ● Shift Comunicação > estágio em Direção de Arte Publicitária; ● Fotografia Híbrida > Estúdio Luz; ● Fotografia Autoral > Rui Cezar Santos; ● Fotografia Conceitual ( Arnold Borgethi) Experiência Profissional - (2017/2018) Coordenador de Mídias Sociais do festival CURA - Circuito Urbano de Arte; • (2018) Coordenador de Mídias Sociais do projeto Música Mundo 2018; • (2018) Coordenador de Mídias Sociais do candidato a Dep. Estadual Dário das Muitas/Psol; • (2018) Coordenador de Mídias Sociais do projeto “Territórios de invenção” da Fundação de Educação Artística; • (2018) Coordenador de Mídias Sociais da artista Titane; • (2016/2018) Sócio da Agência “Área de Serviço”, especializada em produção de conteúdos digitais; • (2015/2016) Diretor da Associação dos Repórteres Fotográficos de Minas Gerais - ARFOC-MG na função de 1º Secretário • (2014/2016) Educomunicador na ONG Oficina de Imagens; • (2015) Técnico e educador no projeto "Cachola Empreendedora" em parceria com a Fundação Telefônica/Vivo e a ONG Oficina de Imagens de empreendedorismo juvenil na cidade de Almenara no Vale do Jequitinhonha; • (2015) Conferencista no evento "Devagar - O que se vê quando se olha?", realizado no Teatro Marília em Belo Horizonte, com a palestra "Antropologia do Selfie"; • ( 2008/atualmente) Sócio-fundador e coordenador de comunicação da Associação Cultural Casinha; • ( 2013/atualmente) Cocriador e diretor de criação do coletivo de fotografia Erro99; • ( 2014) Cocriador do "Festival de Fotografia Erro99 - Fotografia Sem Limites" DESGINER GRÁFICO – ALEXANDRE TEIXEIRA PEROCCO – CPF: 000.664.452-16Será o responsável pela criação de todo o projeto gráfico do CURA e também pelo acompanhamento em todo o período de execução da programação. Rubrica: Designer Formação Profissional – Graduação em Design – Universidade FUMEC 2005; Técnico em Design Gráfico – Escola Mídia (2000) Experiência Profissional – Design Gráfico independente há 17 anos, é responsável pela identidade visual e acompanhamentos do Festival CURA – Circuito Urbano de Arte, edições 2017, 2018, 2019 e 2020 (em andamento); Faz parte do Coletivo Gambiologia e é responsável pelas projetos gráficos de suas ações culturais: Exposição Gambiológos 2010 e 2014; Exposições Maquinação 3.0, 3.1, 3.2, 3.3., Revista Facta Vol. I a IV; Sócio Fundador do Estúdio Azucrina (desde 2005). COORDENAÇÃO EDITORIAL – LUCIANA AMARAL PRAXEDES – CPF: 045.021.356-07Responsável pela coordenação editorial do Catálogo para publicação no projeto, estando envolvida em todas as etapas até a conferência final. Doutora em Educação pela UFMG na linha de pesquisa "Política, Trabalho e Formação Humana", é mestra pelo mesmo programa, pós-graduada em Comunicação: Imagens e Culturas Midiáticas pela Fafich/UFMG e graduada em Jornalismo pelo UNI-BH. Possui ampla experiência docente em cursos de graduação e pós-graduação e, também, ensino fundamental. Como trajetória profissional, além da atuação docente, destaca-se a experiência em comunicação organizacional, jornalismo impresso, assessoria de comunicação (foco em publicações, gestão de conteúdo, gerenciamento de crise e media training), planejamento gráfico, projetos editoriais e gestão de projetos e eventos. Coordena e integra projetos de pesquisa que perpassam o campo da educação e da formação humana e o campo dos processos comunicacionais. Com significativa experiência em produção de eventos corporativos, acadêmicos, sociais e culturais, ministra cursos e palestras e possui livro, capítulos e artigos publicados no Brasil e em Portugal. CONTABILIDADE - ALCIONE ANTONIETA MARQUES REZENDE – CPF 027.379.516-31Será responsável pela contabilidade do projeto, apoio ao proponente e controle contábil em todas as suas etapas. Rubrica: Contabilidade Formação Profissional - Administração / Contábil (CRC MG-099141/O) Experiência Profissional - Experiência e atuação em serviços de gestão executiva, adm-financeira e de prestação de contas de projetos culturais, artísticos, audiovisuais, sociais, educacionais, científicos, de âmbito municipal, estadual, federal e internacional (Mercosul e Europa). Foi conselheira fiscal da ONG Oficina de Imagnes Comunicação e Educação. É membro da Organização de Mulheres Negras Ativas. É sócia da Sinergia Projetos Culturais Ltda, que compõe a equipe dos seguintes projetos artísticos e culturais financiados pela LMIC (concluídos e em andamento) / principais projetos: “A Arte do Ser” - Hip Hop das Minas (Cássia Reis Donato / Organização de Mulheres Negras Ativas); “A Imagem como Potência” (Cícero Pedro Leão de Almeida Oliveira); “A Noite dos Proletários” (João Paulo Dumans Guedes); “Ambulantes” (Leandro Aragão Soares), dentre outros.
INFORMAÇÕES RELACIONADAS PUBLICAÇÃO DE CATÁLOGO PROPOSTO: O Catálogo proposto pra criação pelo projeto, trará como temática as obras criadas pelo CURA – CIRCUITO URBANO DE ARTE em suas edições, permitindo assim que tenhamos um importante registro em formato de publicação que terá como base as seguintes informações técnicas: Tiragem: 1.000 cópias tamanho fechado: 24X21cm (largura X altura) orelha de cada lado de 18cm capa: papel ap 250g 4X4 cores + uv miolo: 80 páginas ap 90g 4X4 cores shirink individual acabamento brochura, colado e costurado Distribuição: 900 catálogos são distribuídos pra bibliotecas, instituições, centro culturais, imprensa e formadores de opinião. 100 catálogos distribuídos entre patrocinadores, artistas e equipe. OUTRAS INFORMAÇÕES ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO Foi desenhada de modo a permitir ampliar as informações da programação do projeto e, para isso, pauta sua estratégia em online e tradicional, permitindo que tenhamos abarcados diversos tipos de público. Nesta edição os cuidados com a comunicação aumentam ao trazemos uma convocatória, sendo necessário dois focos de ação (convocatória e evento) que terão cuidadoso trato no planejamento e execução. Tomamos também, pelas características do projeto, o interesse de garantir o destaque as obras a um público espontâneo, pessoas que transitam pela região da Praça Raul Soares, Barro Preto e nos Mercados Públicos do entorno e, também, em seu dia a dia tendo-o como local de passagem. Buscamos então agregar para além da forte divulgação em mídias sociais, distribuição de material gráfico, formas que nos permitam também atentar ao público sobre a existência das obras. Local de Realização - Região Central de BH, ocupando com obras de grafite empenas (laterais cegas) de edifícios, permitindo a visualização pelo público em diversos pontos, seja individualmente ou da completude das obras. Buscaremos um total de 4 (quatro) edifícios que, em período de planejamento deste projeto, tivemos a seleção de uma parcela deles considerando os altos custos dos levantamentos de sua totalidade. Dessa maneira teremos o projeto se realizando na região central de Belo Horizonte, com edifícios a serem selecionados em parceria com a equipe de curadoria, Diretoria de Patrimônio Histórico da PBH e equipe técnica especializada, garantindo a segurança e a adequação a toda a proposta. Vale ressaltar que essas informações são assim prestadas em decorrência dos altos custos de análise técnica de engenharia para viabilidade dos edifícios, nos levando a execução das ações em período de pré-produção do projeto. o Praça Raul Soares A praça Raul Soares que inicialmente foi denominada Quatorze de Setembro não constava do projeto inicial de Belo Horizonte. Seu traçado, de autoria do arquiteto Érico de Paula, utiliza elementos geométricos nas calçadas portuguesas, que fazem referência à cultura marajoara e ao estilo art déco. Os trabalhos de construção foram iniciados em 1929, sendo inaugurada em 1936. O tombamento estadual da Praça Raul Soares foi aprovado em 1988 e inscrito no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Ao longo da história da cidade, houve uma gradual desvalorização do espaço urbano ao redor da praça, especialmente em função da insegurança e criminalidade noturnos. Entretanto, em 2008, passou por reformas de revitalização. A Praça Raul Soares é tombada pelo IEPHA e por isso não pode ser descaracterizada, apenas restaurada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_Raul_Soares) Veja também:https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/08/08/interna_gerais,791903/ao-completar-80-anos-desafios-ainda-rondam-a-praca-raul-soares.shtml
O projeto CURA – CIRCUITO URBANO DE ARTE, um festival que busca ser democrático e inclusivo em sua natureza, no intuito de democratizar as artes públicas ao maior número de pessoas, buscará garantir o alcance de portadores de deficiência das mais diversas, nos adequando as premissas da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. A realização em área pública na região da Praça Raul Soares, no centro de Belo Horizonte/MG garantirá o acesso facilitado a portadores de deficiências físicas e necessidades especiais em geral. Esse fato também garante proximidade com dezenas de linhas de ônibus, estacionamentos públicos e particulares e, ainda, estação de bicicletas. O Mirante CURA contará em sua estrutura temporária com a previsão arquitetônica para desenvolvimento de rampa para acesso de portadores de necessidades especiais e, ainda, teremos viabilizado pelo projeto a contratação de profissional especializado em Libras que estará disponível na ação de fechamento da concepção das obras, garantindo acessibilidade. Será mantido também um profissional de produção que ficará das 10h às 18h, no decorrer de 12 dias, disponível no mirante da Sapucaí para descrever as obras que estarão sendo pintadas para público portador de necessidades visuais. O profissional será treinado pela equipe de curadoria para fornecer todas as informações de maneira clara, se fazendo como uma ferramenta de democratização do acesso e acessibilidade a idosos, portadores de necessidades visuais e demais interessados em tratamento especial a ser realizado pela produção. Existe também, na divulgação, a previsão de desenvolvimento de material de comunicação específico de cada obra com impressão em braile que ficará disponível no Mirante CURA, permitindo que portadores de necessidades visuais possam também se integrar ao projeto de maneira adequada. Assim, viabilizaremos no decorrer da realização do evento que prevê a construção de EXPOSIÇÃO DAS OBRAS DE ARTE do Festival CURA: - Contratação de Profissional Especializado em Libras; - Desenvolvimento de material em braile; - Treinamento de profissional para recepção e público idoso e/ou PNE; - Estruturação física e arquitetônica do espaço de contemplação da exposição de artes visuais adequadas as determinações legais para inclusão da pessoa com deficiência. E, considerando a previsão de publicação de um CATÁLOGO do Festival CURA, tomamos como ação de acessibilidade: - A distribuição de 50 (cinquenta) catálogos contendo CDs com todos os textos do catálogo e descrição das obras, permitindo o acesso pelo interessado através da plataforma MacDaisy. As unidades serão oferecidas para escolas e associações que trabalham a questão da inclusão de portadores de necessidades visuais no Estado de Minas Gerais, fomentando o acesso ás artes de maneira ampla.
O CURA – CIRCUITO URBANO DE ARTE prevê ações gratuitas, formatadas de modo que beneficiem público em geral, de diversas classes socais. As obras de arte poderão ser apreciadas gratuitamente em grande mirante de arte ao ar livre, localizado em região central da cidade, que permitirá um ambiente adequado e seguro para que as pessoas possam conhecer o projeto. E, a programação se dará de maneira inteiramente gratuita, a todo tipo de público. A sua realização em ponto central da cidade de Belo horizonte nos traz fatores democratizantes que são determinantes para o cumprimento de nossos objetivos. As criações das obras serão realizadas em um alinhamento que vem sendo importante para a cidade, de revitalização da região central e de fortalecimento como um polo artístico, criando circuitos de cultura alternativa. A facilidade de acesso por meio de dezenas de linhas de ônibus, estacionamentos para veículos, metrô e facilidade no trânsito a pé, estações de bicicletas, permite que o público interessado e até mesmo o público espontâneo das mais diversas regiões e cidades do entorno possa ser beneficiado pela contemplação das obras de arte. Com ampla divulgação de todas as suas ações, período de criação de obras e a programação associada (viabilizada por outras fontes) teremos como permitir a participação de um grande número de público, considerando também o movimento diário de pessoas em trânsito pela região. Assim, temos como base beneficiar uma média de 80.000 pessoas no decorrer das ações do projeto. Assim, tomamos como medidas que garantem a democratização do acesso, as seguintes medidas: EXPOSIÇÃO DE OBRA / FESTIVAL – CURA – CIRCUITO URBANO DE ARTE - Oferecimento de toda a programação gratuita a público em geral, de todas as idades e segmentos sociais, destacando que, pelo local de sua realização, temos também a possibilidade de beneficiar pessoas em situação de rua que residem na região do Barro Preto e Praça Raul Soares; E, ainda como ações democratizantes e nos mantendo dentro das medidas previstas como contrapartida social ao projeto, tomamos: - Oferecimento de 6 (seis) ônibus para deslocamento de alunos de escolas públicas das redes estadual e municipais para participação na programação de 6 (seis) Visitas Guiadas que serão oferecidas pelo projeto a título de contrapartida social; Toda a articulação junto as escolas será feita em período de pré-produção e as locações aqui informadas estão previstas em planilha orçamentária como umas das ações de democratização que permitirá a participação direta de uma média de 300 crianças e jovens de menor renda que possuem conhecidas dificuldades pelos tramites do dos governos municipal e estadual de liberação de verba para transporte. - Oferecimento de 15 (quinze) oficinas de Grafitti para alunos de escolas da rede pública da cidade de Belo Horizonte e Região Metropolitana a ser oferecida por profissional especializado. A oficina será ministrada nas próprias escolas a uma média de 40 alunos por turma. Toda a articulação junto as escolas será feita em período de pré-produção e os serviços aqui informados estão previstas em planilha orçamentária como umas das ações de democratização que permitirá a participação direta de uma média de 600 crianças e jovens de menor renda que possuem conhecidas dificuldades pelos tramites do dos governos municipal e estadual de liberação de verba para transporte. Vale ainda destacar que ao incluirmos ações em escolas, podemos contar com alunos dos mais diversos, incluindo portadores de necessidades especiais e, no caso das contrapartidas previstas, validar as açoes a um público de 1.000 jovens. CATÁLOGO – CURA – CIRCUITO URBANO DE ARTE O Projeto prevê, conforme apresentado, a distribuição gratuita de todas as unidades do CATÁLOGO produzido, porém, destacamos que 200 (duzentas) unidades que serão exclusivamente distribuídas a Escolas das Redes Públicas e Particulares da cidade de Belo Horizonte e Região Metropolitana, por meio das Secretarias de Educação do Município e do Estado de Minas Gerais e, ainda, a distribuição de 50 (cinquenta) unidades que serão distribuídas a Bibliotecas Públicas de Belo Horizonte e para todos Centros Culturais da Prefeitura da Cidade de Belo Horizonte, fortalecendo o intuito de ampliar o acesso de pessoas aos resultados do CURA em todas as suas esferas. Dessa maneira, tomamos como cumpridores do artigo 21 da IN em vigor em seus seguintes itens: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
COORDENAÇÃO DO PROJETO/CURADORIA-Juliana Mont´Alverne Flores–CPF 068.864.506-61 (Representante Legal)Responsável pela coordenação geral do projeto, tendo como foco realizar o planejamento, estruturação, acompanhamento de todas as etapas, viabilizando cada um dos objetivos traçados. Rubricas: Coordenação Geral. Curadoria. Será também responsável pela curadoria do projeto, realizando a pesquisa, seleção, tramites e contato com todos os artistas, assim como o acompanhamento de toda a construção artística e fechamentos. Rubrica: Cuadoria Juliana é jornalista formada pela PUC Minas, iniciou sua trajetória como curadora na área da literatura pelo Instituto Cultural Aletria e pesquisou a fundo o mundo das ilustrações, a construção da narrativa ilustrada e sua relação com a narrativa escrita, executando também como coordenadora diversos projetos na área. A partir de 2013 começou a trabalhar com arte urbana, como produtora do muralista Thiago Mazza, realizando 3 exposições e duas residências artísticas na Europa, em 2015 e outra em 2016. Em 2017 Juliana idealizou o CURA, um dos principais festivais de arte urbana do país. Como curadora de artes visuais formada em ofício enquanto produzia festivais de arte pública, desenvolve sua pesquisa artística com muita liberdade, sem as amarras que envolvem exposições dentro de espaços institucionais. No espaço público, o céu é o limite para criar e imaginar grandes obras. Sua trajetória é marcada por profundo respeito e colaboração com os artistas, para Juliana, conceber obras e exposições no espaço público significa ouvir atentamente o artista, entender a sua trajetória e criar junto. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO ARTÍSTICA.CURADORIA-Janaína Macruz Inácio–CPF 014.298.726-32Responsável pela curadoria e também pela coordenação artística do projeto, executando trabalhos em parceria com os demais profissionais, executando planejamento e organização das etapas relacionadas aos artistas, tramites necessários e coordenação do setor em período de execução.Rubrica: Coordenador de Produção.Curadoria É formada em Engenharia de Produção pela UFMG, cursou cinema na “Academia Internacional de Cinema”. Com grande envolvimento na área do cinema e produção executiva de projetos em diversas áreas na cidade de Belo Horizonte, possui histórico de trabalhos nas áreas da música, cinema, teatro, literatura e de grandes festivais, como a Virada Cultural. No ano de 2017 se firmou nas artes visuais ao idealizar, juntamente com Priscila Amoni e Juliana Flores, o CURA sendo responsável pela coordenação de produção artística em suas edições. CURADORIA–Priscila Machado Amoni dos Santos–CPF:068.493.306-32Integrará equipe de pesquisa, seleção, tramites e contato com todos os artistas, assim como o apoio a coordenação artística no acompanhamento das realizações. Rubrica: Curadoria FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2011/2013 Mestrado em Pintura – Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, FBAUL; 2007-2010 Graduação em Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais -Brasil (incompleto); 2003- 2007 Graduação em Design Gráfico, Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) –Brasil. Uma das idealizadoras do CURA, é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Portugal, e hoje trabalha como muralista e diretora de arte no Cinema. A artista tem murais várias cidades do Brasil e da França. Em sua obra mulheres e plantas e mulheres-plantas são curandeiras brasileiras, são mulheres de cuja cabeça nascem plantas, órgãos vitais são frutas, pulmões podem ser bananas ou babosas, o coração pode ser uma pitaya o útero um grande cacho de guaranás. Criam-se hibridismos para reforçar a não separação humana com a natureza e o poder de transmutação presente em cada um. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO–BRUNA PARDINI FARIA–CPF: 014.719.726-07Formação Profissional - 3° Grau – Incompleto; 2° Grau – New Rochelle High School – NY; CAPACITAÇÕES ADICIONAIS - • Inglês Fluente – TOFEL; • Excel Avançado; • Curso básico de Facilitação; • Iniciação em Art of Hosting; • Autocad básico; • Curso Data Sience; • Programação em Pyton. -- Experiência Profissional - • Coordenação de Produção Infraestrutura – CURA – Circuito Urbano de Arte (2020- em andamento); • Coordenação de Produção – CURA – Circuito Urbano de Arte – Edição Lagoinha (2019); Coordenação de produção – Casamentaço BH – Espaço 104 – Dezembro 2018; • Produção logística – Festival Internacional de Teatro 2018 – Belo Horizonte – Agosto e Setembro 2018; • Coordenação de produção – Encontro Nacional de Agroecologia – Parque Municipal Belo Horizonte – Maio 2018; • Co-idealizadora e co-coordenadora – Feiras e Circuitos Nossa Grama Verde - ano 2018; • Co-idealizadora e co-coordenadora – Rolezinhos Nossa Grama Verde - anos 2018 e 2019; • Produção Executiva – Circuito Santô - Belo Horizonte - Junho 2017 / Setembro 2018; • 2015 / atualmente - Freelancer - Co-Fundadora e coordenação de produção do movimento Nossa Grama Verde (movimento de identificação e valorização de iniciativas locais voltado para a cidade de Belo Horizonte); • 2013 / 2015 – Co-fundadora da Casa Imaginária: Espaço voltado para a economia criativa e compartilhada.; • 2013 – Sócia e diretora da empresa H&M Produtora de Eventos LTda - empresa de Comunicação e Eventos na área publicitária e cultural.; Principais Clientes: Inhotim / Cia de Dança Palácio das Artes / Bel Lar / USIPA. PRODUÇÃO EXECUTIVA Profissional responsável por realizar serviços de produção executiva no projeto, cooperando ativamente com a estruturação de produção de todo o CURA e, ainda, de sua execução. Rubrica: Produção Executiva. (1) SARA BORÉM SFREDO–CPF: 053.802.139-01Formação profissional: Engenheira Sanitarista e Ambiental (UFSC, 2010) Experiência Profissional - 2020|Produtora Cultural Projeto Ainda que Dura (LMIC) - Produtora Executiva 2019|Produtora Cultural: Do Brasil Ltda - Produtora executiva: Carnaval de Belo Horizonte 2019 BH; 2019|Produtora Cultural Diretoria de Museus - Coordenação executiva no Projeto: Descontorno Cultural 2019 pela FMC, BH; 2019|Produtora Cultural - Coordenação executiva no Projeto: Descontorno Cultural 2019 pela FMC, BH.; 2019|Produtora Cultural Empresa: Instituto Periférico Ltda - Produção executiva no Projeto: Virada Cultural de BH 2019; 2019| Produtora Cultural Pública Agência de Arte Ltda - Produtora executiva no Projeto: Pintura fachadeira do Shopping Boulevard; 2019| Produtora Cultural Empresa: Pública Agência de Arte Ltda - Produtora executiva no Projeto: Pintura fachadeira do Shopping Xavantes; 2019| Produtora Cultural Empresa: Pública Agência de Arte Ltda - Produtora executiva de base no projeto: Projeto Gentileza; 2019| Produtora de Ádio Visual Empresa: Área de Serviço - Produtora áudio visual nos Projetos: Mini documentários, pelo Lei.A em associação ao MPMG; 2019| Produtora Cultural Bloco de Carnaval Unidos do Barro Preto - Produtora executiva; Produtora Cultural Pública Agência de Arte Ltda - Produtora Executiva do CURA - Circuito Urbano de Arte 2018; ; 2018| Auxiliar Administrativo Pública Agência de Arte Ltda - Auxiliar da prestação de contas e gestão dos contratos do projeto no CURA - Circuito Urbano de Arte 2018; 2018| Produtora, Comunicação e Mídia Social Instituição: MUITAS - Assistente de comunicação e mídia social, Produtora executiva da candidatura de Rafa Barros Tcha Tcha, nas Eleições 2018; 2018| Produtora Cultural e Comunicação Empresa: Área de Serviço - Podutora da equipe de comunicação e produção áudio-visual no Projeto: MAMU - Morro Arte Mural - intervenção de arte urbana no Alto Vera Cruz. (2) ANA CECÍLIA AUGUSTA DE ASSIS – CPF: 066.445.216-73Formação Profissional - Extensão em Gestão Cultural pelo Observatório da Diversidade Cultural (2011); Pós-Graduação: Gestão em Marketing, Negócios e Finanças pela PUC MINAS(2008). Bacharel em Comunicação Social -Hab. Relações Públicas pelo UNI-BH(2005). (continua)
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.