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PRONAC 203918Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação do Espetáculo Rastro: o que temos para dizer sobre esse tempo

DIEGO PEREIRA BORGES
Solicitado
R$ 66,5 mil
Aprovado
R$ 66,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-05-01
Término
2021-09-30
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe a circulação do espetáculo solo: "Rastro: O que podemos para dizer sobre este tempo" primeira coprodução envolvendo dois relevantes grupos de teatro de Brasília (Teatro do Concreto e o Teatro do Instante) por duas cidades da região Sudeste. Além de apresentações estão previstas conversas/debates com o público e a realização de oficina de interpretação teatral.

Sinopse

Em cena, um homem só, a percorrer labirintos de camadas históricas em que a esfera pública e privada se justapõem, se friccionam e se complementam: o momento mais íntimo quando as mãos de uma mãe segura o filho no primeiro passo é colocado lado a lado com a lembrança das mãos que seguram o martelo que ajudou a quebrar o muro de Berlim ou da mão que segurou a arma que calou a voz de uma mulher a tiros. O processo de criação do espetáculo teve como ponto de partida a pergunta o que podemos dizer sobre esse tempo?, motivada pelo desejo de pensar nosso tempo histórico, especialmente nessas conturbadas primeiras duas décadas do século XXI. Em cena, o próprio tempo, atormentado de beleza e horror diante de um jovem século que, aos cacos, parece reprisar antigos horrores. A própria marcha da humanidade sem uma utopia para se segurar, seja em Brasília, São Paulo, Tóquio ou Allepo. É esse o desejo de Rastro, embaralhar os tempos para nos convidar a uma profunda reflexão sobre o momento presente.

Objetivos

Objetivo GeralPromover circulação com 24 apresentações do espetáculo solo "Rastro: o que temos para dizer sobre esse tempo", sendo 12 em São Paulo/SP e 12 no Rio de Janeiro/RJ; Objetivos específicos - Realizar 24 apresentações para um público total de 1.800 pessoas, sendo 75 por apresentação; - Possibilitar 02 conversas/debates entre público e artistas pós espetáculo, por cidade, totalizando 04 conversas/debates com o público total de 300 pessoas; - Realizar 04 apresentações com tradução em LIBRAS, 02 por cidade, permitindo acesso a pessoas com restrição auditiva, para um público total de 300 pessoas; - Realizar 02 apresentações com visita tátil guiada, 01 por cidade, permitindo acesso a pessoas com deficiência visual, para um público total de 150 pessoas; - Realizar 06 oficinas de interpretação ministrada por Diego Borges, sendo 03 por cidade, com 8hrs de duração cada, para até 30 estudantes/participantes por oficina, totalizando 180 pessoas;

Justificativa

O espetáculo recebeu o apoio do FAC (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal) para realizar sua montagem no ano de 2021 que acontecerá de janeiro a abril. Contudo este fomento não será suficiente para circular com o espetáculo em outras cidades. O espetáculo "Rastro" (nome provisório) tem como ponto de partida a pergunta: "o que podemos dizer sobre este tempo?". A provocação temática é motivada pelo desejo de pensar nosso tempo histórico, especialmente nessas conturbadas primeiras duas décadas do século XXI. Assim, a noção de tempo e suas múltiplas leituras se configuram como elementos estruturantes do trabalho, numa perspectiva ativa e crítica, como aponta a pesquisadora Jeanne Marie Gagnebin em seu livro "Lembrar escrever esquecer", em que discute tempo e memória não como figuras da melancolia ou narcísicas, ao contrário, propõe que a elaboração do passado "lembra dos mortos, por piedade e fidelidade, mas também por amor aos vivos". É esse o desejo de Rastro, embaralhar os tempos para nos convidar a uma profunda reflexão sobre o momento presente. Nessa perspectiva, entende o papel mediador do artista - aquele que está sensível e poroso às questões do seu tempo - e percebe no encontro ancestral que o rito de ir ao teatro proporciona, um tempo-espaço capaz de restaurar de modo sensível a possibilidade do encontro, da escuta, do diálogo, da alteridade e do dissenso como potências de uma sociedade democrática. Além da temática conectada com o momento brasileiro, a inédita parceria artística entre os grupos Teatro do Concreto e Teatro do Instante, sem dúvida, é um diferencial deste projeto. Do ponto de vista da pesquisa de linguagem, a criação de Rastro reúne num encontro potente os traços marcantes das encenações de Francis Wilker (Teatro do Concreto), em que o jogo entre elementos biográficos, ficcionais e procedimentos performativos são estruturantes da cena, com a pesquisa sobre corpo e treinamento de atores desenvolvida na Europa por Diego Borges nos últimos anos com artistas e grupos como Workcenter Of Grotowski and Thomas Richards (Itália), Institut of Grotowski (Polônia), Teatro O Bando (Portugal), entre outros. Além disso, conta ainda com a experiência do dramaturgo goiano radicado em São Paulo, João Dias Turchi, que tem se dedicado a pensar a criação do texto fortemente influenciada por dispositivos ligados à performance art e à noção de rubricagem. Uma criação que procura ainda re-inscrever na paisagem da produção teatral do Distrito Federal o lugar de uma linguagem que convencionou-se chamar de "teatro físico", abordagem técnica e poética que tem sido pouco investigada na cena local nos últimos anos. A escolhas das cidades para circulação se devem ao fato dos vínculos com as Universidades: Unb - Universidade de Brasília, ECA-USP, e UniRio, onde os artistas envolvidos desenvolveram ou ainda desenvolvem projetos de pesquisa. A importânica de levar este espetáculo a estas cidades se dá ao fato de serem grandes eixos culturais à priori, mas também por serem territórios, no caso de SP e Rio, pouco explorados pelo artistas de Brasília, que acabam ficando na maioria das vezes fora dos Festivais e prêmios por não terem se apresentado nas capitais mencionadas. Para além do diferencial de seus atributos temáticos e de pesquisa de linguagem, o projeto em questão privilegia ainda um eixo formativo associado ao processo de pesquisa e montagem cênica. Nesse sentido, para contribuir com a formação de artistas e espectadores, ampliando o alcance do projeto, serão realizadas 03 oficinas de atuação com foco no trabalho físico do ator, com 8h-aula cada, destinada a 30 participantes/estudantes por oficina. Desse modo, este projeto fortalece o vínculo entre arte e educação e o acesso à produção artística e cultural como um direito de todos. Portanto, a finalidade do projeto é poder partilhar o trabalho dos artistas de Brasília nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, difundindo assim a o teatro local e entrar em contato com as cenas culturais de cada uma das cidades, no intuito de futuramente se desdobrar para outras cidades do Brasil através de festivais e mostras. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.VIII -­ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Na cidade de São Paulo não estão previstos valores para custeio de hospedagem e alimentação para o diretor (único profissional não residente na cidade), pois contaremos com apoios locais. Assim como não está previsto locação de espaço para o evento pois contaremos com concessão gratuita de pautas por meio de parcerias institucionais.

Especificação técnica

O espetáculo terá 60 minutos de duração.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN 02/2019, a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, o projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:a) Acessibilidade física: O espetáculo será realizado em Teatros ou espaços com acessibilidade física para portadores de necessidades especiais, tais como rampas, banheiros, espaços reservados, entradas e saídas equipadas para fácil acesso;b) Acessibilidade para deficientes visuais: Será realizada uma sessão por cidade, por meio da visita tátil guiada, para pessoas com deficiência visual, sem custo para o projeto.c) Acessibilidade para deficientes auditivos: Serão realizadas 04 apresentações com tradução em Libras, sendo 02 em cada cidade, para acesso ao conteúdo por deficientes auditivos.CONTRAPARTIDA SOCIAL: a) Acessibilidade física: O espaço utilizado para realização da oficina estará dentro das normas de acessibilidade física, como rampas, banheiros, espaços reservados, entradas e saídas equipadas para fácil acesso;b) Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá profissional da equipe do projeto disponível para a realização de audiodescrição direta (sem utilização de equipamentos) para pessoas com deficiência visual, sem custo para o projeto.c) Acessibilidade para deficientes auditivos: Havendo dentre os participantes, pessoas com deficiência auditiva, será disponibilizado profissional para realização de tradução em Libras.

Democratização do acesso

O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 21 da IN 02/2019: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;CONTRAPARTIDA SOCIAL:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Diego Borges (Ator, Oficineiro e Coordenador Geral do projeto). DRT 0003117/DF, 32 anos, é bacharel e mestre em teatro pela Universidade de Brasília - UnB. Estudou na University of Edinburgh e na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (ESTC), participou de cursos e workshops em Nova York, Lisboa, Varsóvia, no Grotowski Institute em Wroclaw na Polônia e no Workcenter of Grotowski and Thomas Richards na Itália. É assistente de direção e produtor do espetáculo português A DIVINA COMÉDIA - INFERNO, eleito o melhor espetáculo do país em 2017. É ator do espetáculo "Festa de Inauguração" do Teatro do Concreto. É também ator e diretor na companhia Teatro do Instante grupo de pesquisa vinculado a Universidade de Brasília, onde é ator e diretor dos espetáculos EN CONTRA, CONTRA O AMOR e DO CONTRA, trilogia em parceria entre os países: Brasil, Portugal e Espanha. É um dos diretores e atores do projeto GUNGUNHANA um projeto em parceria com Mia Couto (Moçambique) e o Teatro O Bando (Portugal), espetáculo foi apresentado nos três países nos anos de 2018 e 2019. Idealizou e é diretor geral do Cena Universitária - 1° Festival Universitário Nacional de Brasília (CÉU), que em 2020 realizará sua terceira edição. No teatro Diego Borges premiado como melhor ator no festival SESC TEATRO CANDANGO, pelo espetáculo "Não Alimente os Bichos", onde também assina direção e dramaturgia, além de outras indicações. Trabalhou em mais de 25 espetáculos de teatro profissionalmente. Há mais de dez anos trabalha em parceria com o Teatro O Bando em Portugal. Participou de Festivais de Teatro e Cinema no Brasil e na Europa. Atualmente ministra o workshop "First Body" onde já esteve em Nova York (EUA), Berlim (Alemanha), Lisboa (Portugal), Maputo (Moçambique) e por várias cidades do Brasil. No CINEMA foi premiado como MELHOR ATOR pelo curta-metragem "A Noite Por Testemunha", no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e também no Festival de Cinema de Cabo Frio - RJ. É assistente de direção do longa metragem "Nenhures" e da série "Pantanal e Outros Bichos". Iniciou sua carreira no cinema aos 9 anos de idade, atuou em três longas-metragens e diversos curtas. Protagonizou o premiado curta "Pobre é Quem Não Tem Jipe", e o longa " A Oitava Cor do Arco-íris". Francis Wilker de Carvalho (Direção Artística) é diretor do grupo brasiliense Teatro do Concreto e professor do curso de Licenciatura em Teatro do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará. Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), é doutor na mesma escola, sob orientação de Antônio Araújo. Entre suas encenações destaca-se "Entrepartidas", pela qual foi eleito Melhor Diretor no Prêmio SESC do Teatro Candango em 2011. Como assistente de direção, colaborou com o Teatro da Vertigem (SP) em Bom Retiro, 958m. Nos últimos anos, tem colaborado periodicamente como curador, debatedor e crítico junto a festivais de teatro em todo o país e tem artigos publicados em sites e revistas dedicados ao pensamento sobre o teatro contemporâneo. Natural de Jataí (GO), vive e trabalha em Fortaleza. Principais encenações: Cama de Baleias (2017, CE): premiado na categoria Formação como Melhor Direção pelo Prêmio Ceará em Cena (2018). Todas as ruas têm nome de homem (2015, ES): reconhecido com voto de louvor pela Câmara Municipal de Vitória; apresentado em sete cidades do Espírito Santo. Entrepartidas (2010, DF): premiado nas categorias de Melhor Direção, Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia no Prêmio SESC do Teatro Candango (2011); selecionado para integrar o projeto Palco Giratório do Departamento Nacional do SESC (2018) e apresentado nos estados de MG, TO, RS, RJ, PB, MT, SP, RO, CE e DF. Diário do Maldito (2006, DF): indicado pelo jornal Correio Braziliense como um dos 50 espetáculos mais relevantes da cena candanga; premiado nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Cenografia no Prêmio SESC do Teatro Candango (2007) e Melhor Espetáculo e Melhor Cenografia no Festival Nacional de Teatro de Macapá (2008); apresentado nos estados de SP, MG, TO, MT, GO, RR, MS e DF. Kenia Dias (Direção Artística) é doutora pela PUC-SP, mestre em Artes Cênicas pela Unibverisade de Brasília, onde também formou-se bacharel. Em Brasília, integra desde 2014 as ações do coletivo Aisthesis, ao lado de Giselle Rodrigues, Glauber Coradesqui, Jonathan Andrade e Francis Wilker, voltado à pesquisa de procedimentos de criação na zona híbrida entre dança contemporânea, teatro e performance. Desde que deixou a capital em 2008, a diretora, performer e artista pedagoga tem colaborado em importantes projetos artísticos ao lado de nomes como Grupo Galpão (MG), Teatro da Vertigem (SP), Grace Passô, Marcio Abreu, Yara de Novaes, além de participações como professora e diretora convidada na Escola de Artes Dramáticas da USP (EAD), Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI SP e Escola Livre de Teatro de Santo André. Kenia também coordena em parceria com Ricardo Garcia o Estudiofitacrepe – ateliê de som e movimento, sediado em São Paulo e uma referência na música experimental e nas práticas envolvendo som e movimento. No centro do pensamento, da poética e da pedagogia da artista está o corpo, permanentemente em obras, operando com noções de acúmulo, potência e decadência. É justamente a investigação do movimento e das possibilidades desse corpo em cena o diferencial do trabalho da brasiliense que vem ganhando destaque e inscrito momentos preciosos em espetáculos contemporâneos como Outros (Grupo Galpão), Vaga Carne (Grace Passô), Acúmulos (Núcleo Experimental do SESI), Resposta ao capataz (EAD/USP), entre outros. João Dias Turchi (Dramaturgo) é escritor, mestre em teatro pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e fez parte da 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia SESI- British Council. É autor da peça Máquina de escrever reticências (2012), dirigida por Beth Lopes, no SESI Paulista. Dirigiu e escreveu, junto ao grupo Cinza, as ações Ponto de Fuga (2014), na Casa do Povo; Planta (2013), realizada dentro da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo; Reunião de Condomínio (2016), no museu do louvre pau-brazyl. É autor da peça Todas as ruas têm nome de homem (2016), direção de Francis Wilker. Escreveu e atuou em 69 Salas HeV (2016), na Casa do Povo e Terminal 10 mg (2017), ambas com o MEXA, que trabalha com comunidade LGBTT em situação de rua. Escreveu o livro Histórias para serem lidas em voz alta, o livro-site Hipertexto e executou a Máquina Hipertexto, com Gustavo Colombini. É também um dos integrantes do Grupo de Estudos Práticos em Linguagem Experimental (GEPLE). Trabalha como consultor de projetos culturais do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP). Elenor Cecon Junior (Direção de produção) é formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, com mais de 20 anos no mercado cultural, atuando na gestão de instituições e projetos culturais. Desenvolve trabalhos com grupos teatrais e de dança em São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. É parecerista de projetos culturais para organizações governamentais. Ministra cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança e do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Atuou como tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, tendo participado de importantes intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Chile); 4º Kugoma (Moçambique) e Platform 11+ (Portugal).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.