Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 203919Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MUSICAL QUANDO A GENTE AMA

PALAVRA Z PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,30 mi
Aprovado
R$ 1,30 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-01-01
Término
2022-08-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

QUANDO A GENTE AMA é um musical em homenagem ao grande compositor sambista Arlindo Cruz, que retrata os altos e baixos do amor. No decorrer da peça, três casais se formam e o público acompanha histórias de amor embaladas pelos seus maiores sucessos. Esse é o clima do espetáculo.O elenco é acompanhado por cinco músicos que animam uma roda de samba em cena. São dez histórias curtas, cada uma delas relacionada a uma canção do repertório de Arlindo Cruz, a quem o espetáculo é dedicado.Aos poucos, a plateia vai conhecendo os personagens daquela roda, e percebendo que cada um deles tem sua história de amor para contar. O público entra em contato com toda uma galeria de personagens que parecem tirados do cotidiano, com os dramas (e comédias) das histórias de amor, acompanhadas por sucessos como Casal Sem Vergonha, O Show Tem Que Continuar e O Que é o Amor, entre outros.

Sinopse

Uma grande roda de samba se forma ao som de Dor de Amar, sucesso do mestre Arlindo Cruz. Ao som de versos como ...nesse mundo não tem professor pra matéria do amor ensinar, fica claro que vai se falar de amor. E de samba. Aos poucos, vamos conhecendo os componentes daquela roda, e vamos percebendo que cada um deles tem sua história de amor para contar. O público entra em contato com toda uma galeria de personagens que parecem tirados de nosso cotidiano, com seus dramas (e comédias) de amor. A cada momento, uma história ganha o centro da roda. São histórias curtas, algumas engraçadas, outras emocionantes...E cada uma delas acontece ao som de um sucesso do grande Arlindo Cruz. Num primeiro bloco, conhecemos casos mais cômicos, como o de um ex-casal cujo reencontro provoca faíscas, mistura de raiva e tesão mal-resolvido, tudo ao som de Você é o Espinho e Não a Flor. Ou o caso de Naldo e Janete , o Casal Sem Vergonha que já se separou tantas vezes que virou piada entre os amigos.O segundo bloco, mais romântico é aberto com uma bela reconciliação ao som de um dos maiores sucessos de Arlindo. O casal Ruy e Solange, recém-separado, cada um sofrendo de um lado, chega à conclusão de que Ainda é Tempo Pra Ser Feliz. Vemos ainda, entre outros casos emocionantes, um grande amor acabar ao som de Chegamos ao Fim: Acabou. Não dizem que tudo acaba em samba? Pois a gente tá acabando em ritmo de samba. A parte final aposta na força do amor com casos como o do casal que apesar do desgaste depois de sete anos de casamento, segue acreditando que O Show Tem Que Continuar. Ou da jovem Joana que sempre ouviu da mãe que quando a gente ama alguém que também ama a gente é como ganhar na loteria. Decidida, ela resolve ir embora do Brasil para viver sua história ao som de O Que é o Amor. E todos se unem para reafirmar a força do amor, ao som dessa canção da qual foi tirado o verso que dá nome ao espetáculo. Afinal ...quando a gente ama, brilha mais que o Sol. O texto do espetáculo encontra-se nos anexos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A música é uma das maiores paixões brasileiras, e as canções de Arlindo Cruz são adoradas exatamente pela sua riqueza e sensibilidade, e ao mesmo tempo pela simplicidade com que descreve situações vividas cotidianamente por muitas pessoas. Desta forma, a grande ideia que rege esse projeto é interpretar em cena o universo que permeia as canções de Arlindo Cruz. JJOPKPOK - Apresentar um espetáculo que visa a valorização da Cultura Negra- Compreender a concepção de etnia, raça e gênero a partir das histórias apresentadas no Musical- Reconhecer a produção artística proveniente da cultura do samba através da identificação de dialetos, vestimentas e desconstrução social de estereótipos de beleza. - Refletir sobre os conceitos de igualdade, empatia e diversidade.- Temática popular com excelência dos grandes musicais brasileiros- Riqueza do texto e da dramaturgia, muito próximos do cotidiano do público- A música como recurso e também como tema- Traz o nome de um nos maiores compositores da atualidade, não através de sua imagem, mas do conteúdo de suas obras- Um espetáculo leve que emociona, faz cantar e vibrar junto, com recursos cênicos sofisticados, aproximando novas plateias para o teatro de qualidade- Tem o poder de entreter e envolver, e dentro de cada espectador servir de inspiração para viver OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar temporada de 1 mês em cada uma das Praças, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília - realização no total de 48 apresentações do espetáculo- distribuição de 20% dos ingressos gratuitos a ONGs e escolas públicas.- realização de 2 oficinas gratuitas, em cada uma das cidades apresentadas.

Justificativa

A montagem estreou em novembro de 2013 no Teatro SESC Ginástico, cumprindo depois outras duas temporadas nos Teatros João Caetano (março 2014) e Dulcina ( abril 2014) sempre com grande sucesso. Agora, volta com seu elenco original, em uma homenagem ao grande compositor Arlindo Cruz. O musical, além de colocar no centro da cena o mais brasileiro dos ritmos é uma afirmação do talento de um grande compositor brasileiro. Cantor e compositor que ajudou a recolocar o samba nas paradas de sucesso, popularizando as rodas de samba, abrindo diálogo com a juventude, com a chamada MPB e outros gêneros, Arlindo Cruz tem mais de 500 canções gravadas por grandes nomes da música brasileira. Como compositor, cultiva gêneros diversos como o partido-alto, o samba-enredo, os sambas de fundo social e os sambas românticos. E é nesses últimos que se concentra o repertório de QUANDO A GENTE AMA, que tem inclusive o nome retirado do verso de um de seus maiores sucessos, O QUE É O AMOR. Pode-se dizer que o espetáculo transforma a obra de Arlindo em texto teatral destacando a poesia presente em seus versos e a apurada qualidade de suas melodias. A encenação é ambientada numa grande roda de samba. Aos poucos, vamos conhecendo seus componentes. E vamos percebendo que cada um deles tem sua história de amor para contar. O público entra em contato com toda uma galeria de personagens que parecem tirados de nosso cotidiano, com seus dramas (e comédias) de amor a cada momento, uma história ganha o centro da roda. Pode ser a história de uma grande paixão, ou de uma traição, um reencontro, uma grande briga, uma reconciliação. Histórias felizes, tristes, curiosas, engraçadas. E cada uma delas leva a um samba romântico de Arlindo. Uma estrutura dinâmica que propõe uma nova fórmula em termos de musical, e que homenageia um dos grandes nomes do mais importante gênero musical brasileiro, não usando um tom biográfico, e sim mostrando o quanto sua obra está presente no dia-a-dia do povo que tanto admira sua obra. Quantas histórias de amor não tiveram como fundo musical um dos muitos sucessos de Arlindo Cruz? Quantos amores não surgiram nos muitos pagodes e rodas de samba pelo Rio afora ao som de canções como O SHOW TEM QUE CONTINUAR, AINDA É TEMPO PARA SER FELIZ, O QUE É O AMOR, e tantas outras? Quantos fins de relacionamentos não podem ser retratados tendo como tema canções como CASAL SEM VERGONHA ou CHEGAMOS AO FIM? Muitas histórias e muitos sucessos. QUANDO A GENTE AMA é uma espécie de mergulho na realidade brasileira, na vida cotidiana de homens e mulheres comuns. A partir de situações cotidianas podemos pensar, por exemplo, em até que ponto a difícil luta pela sobrevivência interfere nas questões amorosas? Focalizando o relacionamento entre homens e mulheres, procurando detectar algumas de suas regras, alguns de seus elementos de tensão e/ou prazer o espetáculo forma um riquíssimo painel sobre essas relações, sempre tendo o samba como pano de fundo, como trilha sonora. A Proposta de um espetáculo como QUANDO A GENTE AMA representa a busca de um novo formato em termos de teatro musical, gênero que já algum tempo vem mostrando sua força no panorama teatral dos grandes centros do Brasil, mas que algumas vezes se mostra preso a fórmulas já testadas e conhecidas. O musical, que coloca o samba no centro do palco e oito atores (e atrizes) negros como protagonistas já divertiu e comoveu grandes plateias em suas primeiras temporadas. O próprio homenageado Arlindo Cruz declarou sobre a montagem: Ri, chorei, me emocionei. Todo mundo tem que ver. KPPKOK

Estratégia de execução

Conforme orientado na última solicitação, segue abaixo a resposta da última diligência que diz o seguinte: "público destinatário da contrapartida - autores e dramaturgos- é diferente daquele que dispõe a IN n. 02/2019)." Oficinas - aberta ao público, gratuita, destinada especificamente e obrigatoriamente para professores e alunos do ensino em qualquer nível, sendo, 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários, estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Afim de garantir o número de 480 participantes, iremos disponibilizar translados para as escolas e a oficina também será disponibilizada online nas plataformas digitais de forma gratuita para todas as instutioções de ensino convidadas. EMENTA OFICINA: O objetivo com a oficina será pensar nas possíveis funções da música na dramaturgia do Teatro Musical, e a partir dessa reflexão experimentar exercícios práticos. Ao final da oficina cada aluno deverá ter produzido o texto de uma cena teatral criada a partir da letra de uma canção, incorporando a mesma ao texto. A oficina será ministrada por João Batista, autor e diretor do espetáculo, como: QUANDO A GENTE AMA (a partir de canções de Arlindo Cruz). FORMATO (Carga horária): 1 (um )encontro com 4(quatro) hr. de duração (280 minutos)

Especificação técnica

Oficina com a diretor geral e professor de teatro João Batista. A ação será gratuita e terá como público alvo educadores e alunos da rede pública de ensino. Carga horária de 90 minutos

Acessibilidade

O proponente se responsabiliza por adotar as medidas necessárias ao cumprimento do Art. 18 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, que prevê medidas de acessibilidade obrigatórias e a inclusão dos custos relativos ao seu cumprimento no orçamento do projeto. Para tanto, o proponente se compromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia. Além disso, será realizada por praça uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete a contratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhor aproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público. Serão realizadas um total de 4 apresentações, uma em cada praça, de audiodescrição (para deficientes visuais), e 4 apresentações, uma em cada praça, de LIBRAS (deficientes auditivos). EM RESUMO: PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. A palestra prevista para o projeto também contará com o serviço de intérprete de libras e áudio descrição. A palestra prevista para o projeto também contará com o serviço de intérprete de libras e áudio descrição.A palestra prevista para o projeto também contará com o serviço de intérprete de libras e áudio descrição. Nas oficinas previstas para o projeto também contarão com o serviço de intérprete de libras e áudio descrição. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição.

Democratização do acesso

- Doação de uma cota de ingressos por temporada (20% por sessão), sem cobrança para o projeto social onde serão beneficiados (alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, etc). Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização. - A primeira parte deste trabalho é feita através de envio de correspondência para as secretarias de educação, associações e ONGs. A partir desse momento é feito agendamento, dentro do cronograma das sessões, e definida a quantidade de ingressos para cada instituição. - Para efeito de prestação de contas, no dia da apresentação a instituição deverá apresentar uma carta de confirmação com a quantidade de pessoas beneficiadas pela ação. Essas cartas serão apresentadas na prestação de contas do projeto. - Desta maneira, pretendemos contribuir para a formação de plateia possibilitando que todas as pessoas das mais variadas classes tenham acesso a espetáculos de excelência artística, contribuindo assim para a formação de crianças a adultos mais críticos e incluídos socialmente.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICATEXTO E DIREÇÃO - João BatistaARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL - Marcelo Alonso NevesDIRETOR DE MOVIMENTO - Dani CavanellasCENOGRAFIA - Doris RollembergFIGURINOS - Mauro LeiteILUMINAÇÃO - Renato MachadoPREPARAÇÃO VOCAL: Paula LealELENCO - Cris Vianna, Édio Nunes, Milton Filho, Patrícia Costa, Vilma Mello e Wladimir PinheiroIDEALIZAÇÃO: Cia Dramática de ComédiaPRODUÇÃO: Palavra Z FÁBIO DE LELIS – Músico / Interprete - Fábio D’Lélis, carioca, músico e ator, 45 anos, atuou em espetáculos teatrais, destaque para “Botequim ou Céu sobre Chuva”. Na música, tocou com alguns artistas entre eles Seu Jorge, Gabriel Moura, Eduardo Dusek, Arlindo Cruz, e atualmente com Serjão Loroza. Fez parte do grupo TUERJ sob o comando de Antônio Pedro, Amir Haddad, Andrea Dantas, etc... Participou de novelas, séries e humorísticos para TV. Atualmente está no ar com o programa Loroza Talk Soul em canal fechado e ainda no espetáculo “Quando a gente ama”. MARCOS PASSOS - Músico / Interprete - Carioca, nascido em novembro de 1975, concluiu seu curso superior de música pela UFRJ em 1998. Participou como professor em três edições do Festival de Música Internacional de Campos – RJ (FEMUSICA) e teve o privilégio de dar aula como professor substituto, na UFRJ e na UNIRIO. Em 2008 realizou uma turnê pelos Estados Unidos com o saxofonista Branford Marsalis, um dos mais renomados saxofonistas da atualidade. Desde 2002, ocupa a cadeira de Clarineta e Requinta da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. MARLON JULIO - Músico / Interprete - Violonista, compositor e arranjador. Iniciou seus estudos musicais em 1998 aos 9 anos de idade na Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense, banda centenária da cidade de Cordeiro-RJ onde teve as primeiras aulas de teoria musical e de violão com o professor Paulo Newton. Em 2002, começou a estudar no Rio de Janeiro na Escola Portátil de Música com os professores Maurício Carrilho, Paulo Aragão e alguns anos depois com João Lyra. Na EPM aprofundou seus conhecimentos no universo do choro e em 2008 passou a fazer parte da equipe de professores da Escola Portátil. Em 2017 formou-se em Licenciatura em Música pela UNIRIO. Atualmente, integra o grupo de choro Os Matutos e o Trio Júlio ao lado de seus Maycon Júlio (Bandolim) e Magno Júlio (Percussão). Como compositor, já teve algumas de suas músicas gravadas pelos grupos: Regional Carioca, Os Matutos, pelo cavaquinista Lucas Arantes, violonista Rafael Mallmith, bandolinista Luís Barcelos e pela cantora Lucia Helena. LEO ANTUNES - Músico / Interprete - Leo Antunes, músico carioca, 36 anos. Atuante nas rodas de Samba do RJ e no Carnaval. Se apresentou com artistas como João Bosco, Dudu Nobre, Serjão Loroza, Andre Rieu, Rodrigo Maranhão, Pretinho da Serrinha, Jongo da Serrinha, entre outros nomes. FELIPE DE LELIS - Músico / Interprete - Músico percussionista autodidata, começou atividade como músico tocando em bateria de escolas de samba. Participou de alguns projetos como percussionista e hoje exerce a profissão acompanhando artistas da MPB, Samba e outras áreas artísticas. Realizou trabalhos com artistas como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Gabriel Moura, Seu Jorge, Alice Caymmi e outros. Realizou também trabalhos em TV, teatro e rádio, acompanhando junto a banda de apoio e gravação de programas musicais. No Teatro o último trabalho foi o musical Quando a Gente Ama, de direção musical de Marcelo Alonso. Participou de gravações dos cd’s de escolas de samba desde 2003, DVD's de artistas como Serjão Loroza, Daniela Mercury, Dudu Nobre, projetos musicais realizados em outros países como Inglaterra, França, Bélgica e Portugal, acompanhando artistas. Há 15 anos exerce a função de Instrutor de Percussão em projetos musicais, como empolga as 9, Turbilhão Carioca, Cufa, Oficina de Percussão Império Serrano”. MILTON FILHO - Ator - Milton Filho, carioca suburbano 38 anos, atuou em varios espetáculos pelo Brasil: Chave-Um Tributo Musical, As Mimosas da Praça Tiradentes, Chacrinha o Musical, Sambra, Zeca Pagodinho-Uma História de Amor ao Samba, Contos Negreiros do Brasil, As Cangaceiras Guerreiras do Sertão. Atualmente está no ar com o personagem Chico na novela Amor Sem Igual da tv Record. WLADIMIR PINHEIRO - Ator - Ator, cantor e músico, Wladimir Pinheiro ingressou no meio teatral em 2002 no Cabaré Filosófico de Domingos Oliveira e logo esteve em cena sob direção de nomes como Paulo Betti, Sérgio Brito, Aderbal Freire Filho, Charles Moeller e Claudio Botelho, Gustavo Gasparani, João Fonseca, Tadeu Aguiar, entre outros. Atua também como diretor musical, arranjador e compositor em espetáculos de variados gêneros. Atualmente está indicado ao Prêmio Shell (categoria Música) pela direção musical de As Comadres (dirigido por Ariane Mnouchkine do Théâtre du Soleil - Paris) e trabalha também como produtor musical na novela Gênesis da Record TV. ÉDIO NUNES - Ator - Édio Nunes, 53 anos, Ator, Diretor e Coreógrafo, atuando em Teatro, TV e Cinema. Teatro- Kid Morengueira, Zeca, Uma História de Amor ao Samba, Sambra. TV- A Força do Querer, Malhação e O Outro lado do Paraíso. Cinema: Séries: Cinema de Enredo, Musicópolis e Casseta e Planeta. Dirigiu: Lapinha, Madame Satã e Cabaré Dulcina. Em cartaz com : Quando a Gente Ama e A Vida passou por Aqui. CRIS VIANNA - Atriz - Dedicação e versatilidade são características que não faltam a Cris Vianna, atriz que acumula trabalhos elogiados na TV, cinema e teatro. Na TV, sua personagem mais recente foi Cairu, na novela “O Tempo Não Para”, exibida pela Globo em 2018. Anteriormente, Cris integrou o elenco de outros sucessos da emissora como “América”, “Sinhá Moça”, “O Profeta”, “Duas Caras”, “Salve Jorge”, “Império”, entre outros. Além da TV, a atriz também é reconhecida no cinema através de diversos prêmios por suas atuações nos longas “Besouro”, pelo qual recebeu o Trófeu Raça Negra de Melhor Atriz, e “Última Parada 174”, de Bruno Barreto, onde recebeu o Prêmio Contigo de Melhor atriz. Seu mais recente trabalho no cinema foi em “O Segredo de Davi”, lançado em 2018 e exibido em festivais internacionais. No teatro, em 2019, Cris fez enorme sucesso com o musical “Quando a Gente Ama” em homenagem ao cantor e compositor Arlindo Cruz VILMA MELO - Atriz - Vilma Melo 2017: Prêmio Shell Melhor Atriz Chica da Silva, Prêmio Cenym Melhor Atriz Coadjuvante - A Vida de Billie Holliday, D.A. da UNI RIO passa a chamar Vilma Melo, indicação aos prêmios CBTIJ e Botequim Cultural melhor atriz Marrom, Nem Preto Nem Branco? 2018: Prêmio Aplauso Brasil Melhor Elenco Fulaninha e Dona Coisa, Prêmio Questão de Critica Melhor Espetáculo Balé Ralé. Prêmio Cesgranrio e Botequim Culturalmelhor atriz Chica da Silva. 2006: Prêmio Melhor Atriz Coadjuvante Festival de Teatro de Campos O Romance do Pavão Misterioso. 2019/2020: Saia-Prêmio Novas Dramaturgias, Noite do Sorriso Negro e Vale Night. Longas: Três Verões -Sandra Kogut e Regina Casé, Selvagem-Diego da Costa, a estrear Reação em Cadeia-Marcio Garcia. Série: Segunda Chamada 1ª e 2ª Temporadas - Globo, 4ª temporada de PSI- HBO, Baile de Máscaras- Canal Brasil, Teatro no Ato- João Falcão Arte 1, a estrear Cinema de Enredo- Prime in Box. Júri do Prêmio CBTIJ de Teatro para infância e Juventude. PATRICIA COSTA - Atriz - Patrícia Costa, atriz carioca, integrou o elenco de musicais como: “Quando a Gente Ama”, “ Sambra - 100 anos de Samba”, “ Os Negros”, “É Samba na veia, é Candeia”, “Ai, Ai, Brasil” e “ Ataulfo Alves - o Bom Crioulo “. Esteve em produções recentes da TV, como “Bom Sucesso” e “Malhação - Intensa como a Vida”. Está no ar com a personagem Cleide na novela “Totalmente Demais” da Tv Globo. JOÃO BATISTA - Diretor Geral - Professor de Interpretação na Faculdade CAL de Artes Cênicas. Autor e diretor do espetáculo OUVI DIZER QUE A VIDA É BOA (2018 e 2020), indicado ao Prêmio Botequim Cultural 2018 MELHOR TEXTO e MELHOR ATRIZ (Carol Machado). Diretor e autor do musical QUANDO A GENTE AMA com sambas e canções de Arlindo Cruz- SESC (2013/2014) e Imperator (2019). Responsável pela curadoria e dramaturgia da exposição QUE TEMPOS SÃO ESSES UM ANO COM BRECHT (2016). Diretor Artístico e Curador do Projeto VEJA A CENA, OUÇA A CANÇÃO, vencedor do Edital (FUNARJ/ 2014). Autor e/ou diretor: A ESTRELA SOBE (2017); LAPINHA musical estrelado por Isabel Fillardis (2014). BARTLEBY, O ESCRITURARIO (2011); A CAOLHA (texto e direção 2010); o musical infanto-juvenil A HISTORIA DE ROMEU E JULIETA (texto e direção 2008/2009/2010); O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO (texto e direção), incluído na lista de DEZ MELHORES ESPETÁCULOS DO ANO indicado para o Prêmio Shell 2008 na categoria MÚSICA (de Marcelo Alonso Neves). DANI CAVANELLAS – Diretora de movimento - É atriz, bailarina, coreógrafa e diretora de movimento pós-Graduada em Preparação Corporal para Atores na Faculdade Angel Vianna. Como bailarina fez parte da Escola de Dança do Teatro Municipal e da Cia Aérea de Dança. Como Coreógrafa, foi responsável pela Liga Internacional de Volley, do Prêmio Brasil Olímpico, do Rock in Rio, da TEAM WELCOME CERIMONIES nas Olímpiadas de 2016, do Rio Open 2020, entre vários outros eventos. Trabalhou como Diretora de Movimento de várias peças teatrais como: Bartleby, A Caolha, Flor Tapuya, Moleque Pizindim, Chagall, entre outras. Atualmente é Prepadora Gestual do quadro Show Dos Famosos do Domingão do Faustão e Coreógrafa da TV Record. MARCELO ALONSO NEVES – Direção Musical - Marcelo Alonso estudou na Berklee College of Music de 1977 a 1979, teve larga atuação como saxofonista nos anos 80 e 90, tendo tocado com Gilberto Gil, Elba Ramalho, Luiz Melodia, Tim Maia, Fafá de Belém e João Donato. Professor/formador de operadores de áudio e Prática de Criação de Trilha Sonora Para Teatro, tendo ministrado no curso de pós-graduação da Faculdade CAL e Sesc unidades de Vitória, Cuiabá e Recife. Há 30 anos se dedica à composição, direção musical e arranjos para espetáculos teatrais. Trabalhou com os diretores Enrique Diaz, Aderbal Freire-Filho, Emílio de Mello, Paulo José, José Wilker, Christiane Jatahy, Ticiana Studart, Cezar Augusto, Eduardo Wotzic, Gilberto Gawronski, Lúcia Coelho, Inez Viana, Pedro Brício, Camila Amado, Antonio De Bonis, João Batista e Cibele Forjaz, entre outros, tendo musicado mais de 300 espetáculos. Vencedor do prêmio CESGRANRIO 2016 por “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday Vencedor do prêmio Shell 2011 por “As Conchambranças de Quaderna” BRUNO MARIOZZ – Direção de Produção - Formado pela Cândido Mendes em Ciências Sociais e Produção e Política Cultural, pós-graduado no MBA de Bens Culturais na FGV. Diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, realizou os projetos Sociais "Conexão do Bem", e "Batuque Legal", Encontro e Macacos; Em 2012 realizou no Rio de Janeiro o evento Talentos Black MODA AFRO, reunindo novos artistas negros de diversas áreas da moda. No TEATRO com a Cia Histórias Pra Boi Dormir produziu os espetáculos; Guerra Dentro da Gente; Uma Peça Como Eu Gosto e; Bloco Infantil Boi Dormir; Espetáculos infantis: Patrícia Piolho (Direção Morena Cattoni); A Gaiola, Contos Partidos de Amor e Vamos Comprar Um Poeta (Direção Duda Maia); Espetáculos adultos: Tudo O Que Há Flora e Meu Saba e Perdoa-me Por Me Traíres (Direção Daniel); Ouvi Dizer que a Vida é Boa e o MUSICAL Quando a Gente Ama (Direção João Batista); CÁRCERE (Direção Vinícius Piedade). Gomalina Clube. No Carnaval Coordenador de Produção do 15º Prêmio Plumas e Paetês Cultural. DORIS ROLLEMBERG - Cenografia - Doris Rollemberg é cenógrafa, doutora em teatro pelo PPGAC/UNIRIO. É graduada em arquitetura-UFRJ. Professora de Cenografia da Escola de Teatro-UNIRIO. Participou como artista convidada da Mostra Brasileira na Quadrienal de Praga com a cenografia de Fábulas Dançadas de Leonardo da Vinci. A Mostra nacional ganhou o Golden Triga, prêmio máximo da Quadrienal de Praga. A mostra foi apresentada, em 2012, no Festival Internacional de Salisbury no Reino Unido, e ainda fez parte do Ano do Brasil em Portugal no Museu do Design e da Moda de Lisboa em 2012. Expos a maquete – objeto Grafismos na mostra do WORLD STAGE DESIGN 2013, em Cardiff, Pais de Gales. Foi Co-Curadora da Representação Brasileira na Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance de 2015, além de autora do projeto Expográfico. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 2018 pela cenografia de A última aventura é a Morte. Sendo também indicada para os Prêmios Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural no mesmo ano pelo mesmo trabalho. MAURO LEITE - Figurinista - Formado em Artes Cênicas pela UFRJ, Escola de Belas Artes, habilitação em Indumentária e em Estilismo pelo SENAI-CETIQT. Trabalha como figurinista na cidade do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, e foi contemplado com o Prêmio Coca Cola Teatro Jovem em 1997 com "E-pa-mi-non-das", em 1996 com "Esconde-Esconde" Direção de João Batista e em 1994 com "A Incrível História do Homem que Bebia Xixi", tendo os 03 espetáculos a direção de João Batista. Ganhou o Prêmio Riodança 2000 com o espetáculo "Cambindas" de Duda Maia. Indicado ao Premio Contigo de Teatro 2011 com "A Caolha" direção de João Batista, ao Premio Zilka Salaberry 2010 com "Tecendo Vassalissa" direção de Monica Alvarenga, ao Prêmio Mambembe 1995 com "Volpone" direção de João Batista e "Curupira" com direção de Ricardo Schoepke. Participou da equipe de criação da cerimônia de abertura dos Jogos Panamericanos de 2007. RENATO MACHADO - Iluminador - Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Há mais de vinte anos atuando no mercado cultural brasileiro. Diversas vezes indicado para premiações, recebeu em 1996 o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria Melhor Iluminação, com o espetáculo “Tempo de Infância” da diretora Alice Koenow. Em 2003, com “Tereza de Ávila, a santa descalça”, venceu o Prêmio Shell de Teatro – RJ; prêmio que também recebeu em 2005, pelo espetáculo de bonecos “Filme Noir”. Recebeu ainda o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil de 2010 pelo espetáculo “Marina, a sereiazinha” e o Prêmio APTR de Teatro 2010 pelos espetáculos: “Marina”, “A senhora dos afogados”, “Hamelin” e “O deus da carnificina”. É iluminador de diversas companhias teatrais como os grupos Sobrevento e Pequod, de teatro de bonecos, e a Companhia Teatro Autônomo, do diretor Jefferson Miranda; além de desenvolver parcerias com diretores como Christiane Jatahy e André Paes Leme.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.