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A bailarina e coreógrafa paraense Silvia Kamyla apresenta através deste projeto a montagem, estreia e circulação do espetáculo de dança solo CASTANHA. A obra provocará a discussão das realidades humanas, crítica social, universo de gênero, violências, política, caos, arte, estabelecendo um instante de reflexão e uma unidade com quem assiste. O projeto também propõe a realização de debates com o público após cada apresentação e as oficinas de dança em cada cidade visitada, como contrapartida sociocultural.
A bailarina e coreógrafa paraense Silvia Kamyla, apresenta a montagem, estreia e circulação do espetáculo solo CASTANHA em teatros do Centro Cultural Banco do Brasil pelas capitais brasileiras Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, em um total de 09 apresentações; 03 em cada cidade mencionada.O espetáculo propõe ao público o lugar da escuta afetiva à trajetória pessoal e profissional da jovem bailarina, somada às vivências de outros artistas que farão parte da pesquisa em seu processo de montagem. A obra provocará a discussão das realidades humanas; crítica social, universo de gênero, violências, política, caos, arte; estabelecendo um instante de reflexão e uma unidade com quem assiste. Ao final de cada apresentação serão realizados debates com a bailarina. Os debates contarão com a presença de um/uma intérprete de LIBRAS.Classificação indicativa: a partir de 12 anos. O projeto prevê a cobrança de ingressos para as 09 apresentações, porém praticadas a preços populares, com a sugestão de R$20,00 (valor de inteira), com políticas de meia-entrada, previstas na legislação brasileira. Além da disponibilização dos ingressos a preços populares, também estão previstas como ação de democratização de acesso a oferta de 20% dos ingressos-cortesia de cada apresentação para portadores de necessidades especiais, idosos, estudantes de escolas públicas, escolas e grupos de dança de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é a realização da produção e montagem do espetáculo solo de dança CASTANHA em teatros do Centro Cultural Banco do Brasil, bem como sua circulação pelas capitais brasileiras Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Mulher, nortista, descendente indígena e artista. A bailarina e coreógrafa paraense Silvia Kamyla, apresenta no âmbito deste edital a proposição da produção e montagem do espetáculo solo CASTANHA. O espetáculo propõe ao público o lugar da escuta afetiva à trajetória pessoal e profissional da jovem bailarina, não diferente da grande fatia da população brasileira; construída a partir de sua infância e juventude em Belém, somada ao seu movimento migratório em busca oportunidades, conhecimento e desenvolvimento no mercado da dança no sudeste do país aos 19 anos de idade. Solidão, sexualidade, rejeição, descobertas, autoconhecimento, debates de gênero, estereótipos. Questionamentos. Discussões presentes em sua trajetória, propondo uma analogia entre as narrativas e estabelecendo uma relação de empatia entre bailarina e público. Com classificação indicativa de 12 anos a obra provocará a discussão das realidades humanas; crítica social, universo de gênero, violências veladas, política, caos, arte; estabelecendo um instante de reflexão e uma unidade com quem assiste. O período total de realização do projeto é de 08 meses, e está inicialmente previsto para ser executado entre março e outubro de 2021. O processo de montagem do espetáculo será executado em seis meses, sendo o sétimo mês destinado à estreia e circulação em 03 capitais brasileiras; Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, nos teatros do Centro Cultural Banco do Brasil. No oitavo mês está previsto o processo de fechamento do projeto, com a elaboração de relatórios e prestação de contas. O projeto prevê a cobrança de ingressos para as 09 apresentações, porém praticadas a preços populares, com a sugestão de R$20,00 (valor de inteira), com políticas de meia-entrada, previstas na legislação brasileira. Além da disponibilização dos ingressos a preços populares, também estão previstas como ação de democratização de acesso a oferta de 20% dos ingressos-cortesia de cada apresentação para estudantes de escolas públicas, escolas e grupos de dança de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao final de cada uma das 09 apresentações estão previstas a realização de debates com a bailarina com a presença de um/uma intérprete de LIBRAS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ESPETÁCULO: - Realização da montagem do espetáculo solo de dança CASTANHA; - Circular por 03 capitais brasileiras com o espetáculo CASTANHA: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo; - Realizar 09 apresentações, sendo 03 apresentações em cada capital; - Realizar 01 debate entre bailarina e público após cada apresentação do espetáculo, totalizando 09 debates; - Atingir 2.000 espectadores, aproximadamente, ao final da temporada de circulação. CONTRAPARTIDA SOCIOCULTURAL: - Realizar 03 oficinas de dança da modalidade " Street Jazz’, sendo uma em cada capital selecionada; - Oferecer 180 vagas, no total, para as oficinas.
A importância de se concretizar um projeto como este através da Lei de Incentivo à Cultura se faz pela própria necessidade de fomentar a dança dentro das suas especificidades e necessidades, tratando-a com produção cultural de um bem simbólico que agrega valores indispensáveis à sociedade. Também se faz pela necessidade de disseminar as culturas populares do Brasil, neste projeto, o norte do país, região de origem da proponente, além de incutir no público a compreensão das artes cênicas. Em síntese, este projeto pretende: Garantir o aprofundamento dessa linguagem, inaugurando uma nova dramaturgia, inserindo-a numa pesquisa que integra a dança e suas diversas linguagens. Democratizar o acesso às artes cênicas, ampliando as referências estéticas e conceituais acerca desta linguagem artística. Abrir oportunidade direta de reflexão através de bate papos e oficinas, trazendo à tona questões que instigam o fazer artístico. Capacitar e qualificar a classe artística através da apreciação, reflexão e interação com o produto artístico. Democratizar o acesso à cultura com produtos artísticos de qualidade. A obra CASTANHA apresentará os lugares que socialmente a artista e proponente Silvia Kamyla ocupa apresentando sua pluralidade enquanto mulher, nortista, descendente indígena e artista; lugares que naturalmente não são favoráveis dentro de uma sociedade patriarcal e preconceituosa. Nascida em Belém do Pará - uma das capitais mais ricas culturalmente do país, com influência diversificada, sendo predominantemente indígena, seguida de imigrantes de outros países. Inspirada pela mistura de culturas presentes em diversos aspectos culinários gastronômicos e culturais, como: carimbó e lundu, culinária excêntrica como o Tucupi, além de possuir a maior festa religiosa da América Latina, o Círio de Nazaré. Outras características marcantes são as festas com aparelhagem de ritmos Brega que se é consumido em sua maioria apenas no norte e nordeste. Toda esta pluralidade de culturas será inserida na construção dramatúrgica do espetáculo. Silvia Kamyla representa significativamente, junto a outros artistas do país, a cena cultural brasileira. Além de fortalecer a visibilidade da cena local e nacional, seu trabalho enquanto bailarina-intérprete-criadora, soma à cultura e à formação do indivíduo enquanto cidadão que cria, recria, reflete, dialoga, questiona e interage com as pessoas que a cercam. Artista da Dança, Silvia foca seus estudos nas Danças Urbanas, conquistando batalhas de importantes eventos como Fair Play Dance Camp (Polônia), Rio H2K (Brasil) e Brazil Dance Camp (Brasil), Hip Hop District (Brasil) nas categorias Hip Hop Dance e All Styles. Foi bailarina-intérprete nas companhias Cia Livre de Dança de Salão (PA), Cia Mirai de Dança (PA), Grupo de Jazz do Primeiro Ato (MG), Cia Fusion de Danças (MG) e Ballet Jovem de Minas Gerais. Como professora, ministra aulas regulares em Belo Horizonte/MG e cursos e workshops pelo Brasil. Além disso, seus trabalhos incluem videoclipes gravados no Brasil e na França, júri de competições e batalhas, audições, apresentações, shows, desfiles, comerciais, filmes e trabalhos como coreógrafa. O espetáculo propõe ao público o lugar da escuta afetiva à trajetória pessoal e profissional da bailarina, não diferente da grande fatia da população brasileira; construída a partir de sua infância e juventude em Belém, somada ao seu movimento migratório em busca oportunidades, conhecimento e desenvolvimento no mercado da dança no sudeste do país aos 19 anos de idade. Solidão, sexualidade, rejeição, descobertas, autoconhecimento. A obra provocará a discussão das realidades humanas; crítica social, universo de gênero, violências, política, caos, arte; estabelecendo um instante de reflexão e uma unidade com quem assiste. O título do trabalho, CASTANHA, foi escolhido pela artista como maneira de homenagear à semente típica da floresta tropical do Pará, terra natal da artista - amplamente cultivada e utilizada como produto de subsistência pelos povos indígenas, e de valor mercadológico considerável para a região norte do país. O nome também propõe uma alusão a artista, a colocando enquanto semente desta terra rica culturalmente. Com o intuito de favorecer o acesso à linguagem da dança enquanto manifestação artística e cultural, o projeto de montagem deste espetáculo abre portas para a pesquisa, o fomento da criação e da percepção dessa linguagem, e também para a apreensão de realidades que transitam no dia a dia do público. As apresentações seguidas de bate papo e oficinas irão oferecer a possibilidade de diálogo e troca criativa aos espectadores. O projeto de montagem de espetáculo, contribui ainda, para a cadeia produtiva cultural nacional, fortalecendo o circuito e a circulação da dança enquanto arte universal e contribuindo para a geração de empregos diretos e indiretos. Toda a comunidade ganha, quando projetos culturais bem-sucedidos são o reflexo de uma sociedade bem estruturada social e culturalmente. A arte e a cultura é que propiciam novas reflexões estéticas sobre homem e sua comunidade, transformando assim expectadores passivos em pensadores críticos e cidadãos aptos para construírem novas estruturas, mais justas, mais democráticas, mais humanas. O projeto está em consonância com os artigos e incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Atendendo ainda IN/ - CONTRAPARTIDA SOCIOCULTURAIS: Serão realizadas atividades de formação/capacitação através de oficinas e debates. As atividades seguem descritas abaixo: - Realização de 01 oficina da modalidade STREET JAZZ em cada capital onde o projeto circulará (Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro), totalizando 03 oficinas; - Realização de debates com a bailarina após cada apresentação do espetáculo.
Não se aplica.
PEÇAS GRÁFICAS PARA DIVULGAÇÃO DO ESPETÁCULO: Produção e impressão de cartazes, postais, programas, banner e lonas para fachadas dos teatros. MATERIAL AUDIOVISUAL PARA DIVULGAÇÃO DO ESPETÁCULO: Produção e veiculação de 01 VT promocional. IMPRENSA: Contratação de 01 assessoria de imprensa em cada capital. DEBATES: Serão realizados debates após cada uma das 09 apresentações, com intuito de oferecer a possibilidade de diálogo e troca criativa aos espectadores. OFICINA DE DANÇA - MODALIDADE STREET JAZZ (CONTRAPARTIDA SOCIOCULTURAL): Realização de 03 oficinas da modalidade street jazz, uma em cada capital onde o projeto circulará (Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro). As oficinas, com 02 horas de duração, serão ofertadas gratuitamente para professores e estudantes de instituições públicas, sendo necessária a prévia inscrição dos participantes através de email a ser divulgado pela produção do projeto. A capacidade máxima será de 60 pessoas a cada oficina.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros do Centro Cultural Banco do Brasil possuem estrutura física tais como rampas de acesso, assentos exclusivos, elevadores, sinalização clara e eficaz e banheiros para proporcionar total acessibilidade à terceira idade e portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: Como acessibilidade de conteúdo o projeto prevê a presença de um/uma intérprete de libras nos debates que seguem as 09 apresentações do espetáculo. DEFICIENTES VISUAIS: Não aplicável. Trata-se de um espetáculo de dança, sem a possibilidade de audiodescrição. PRODUTO: OFICINA CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso, assentos exclusivos, elevadores, sinalização clara e eficaz e banheiros para proporcionar total acessibilidade à terceira idade e portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Não aplicável. Trata-se de uma oficina de dança, sem a possibilidade de audiodescrição.
Como democratização do acesso o projeto faz algumas propostas: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 1) Gratuidade de 20% dos ingressos do espetáculo para parcerias com ong's, entidades, escolas e associações, tendo como objetivo atender ao público estudantil, jovens, idosos e pessoas portadores de deficiência. Também se incluem nesta gratuidade estudantes de escolas públicas, escolas e grupos de dança de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. 2) Facilitação do acesso pela população às apresentações do espetáculo, através da oferta de ingressos a preços populares, neste caso praticados a R$20,00 valor da inteira, com políticas de meia-entrada, previstas na legislação brasileira; CAPÍTULO IV - DA ACESSIBILIDADE, DEMOCRATIZAÇÃO, DO ACESSO E DAS AÇÕES COMPLEMENTARES SEÇÃO II DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, priorizando cidadãos com comprovado envolvimento em atividades voluntárias"; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012;
Considera-se para esta ficha técnica os profissionais que já demonstram interesse em participar do projeto. Os demais profissionais serão contratados mediante a disponibilidade e a captação de recurso. Proponente: Silvia Kamyla Sousa Pinheiro Função: Direção/Gestão e Financeiro Criadora coreográfica e bailarina Currículo resumido do proponente: Artista da Dança, Silvia Kamyla focou seus estudos nas Danças Urbanas, conquistou batalhas de importantes eventos como FairPlay Dance Camp (Polônia), Rio H2K (Brasil) e Brazil Dance Camp (Brasil), Hip Hop District (Brasil) nas categorias Hip HopDance e All Styles. Foi bailarina-intérprete nas companhias Cia Livre de Dança de Salão (PA), Cia Mirai de Dança (PA), Grupo deJazz do Primeiro Ato (MG), Cia Fusion de Danças(MG) e Ballet Jovem de Minas Gerais.Como professora, ministra aulas regulares em Belo Horizonte/MG e cursos e workshops pelo Brasil.Além disso, seus trabalhos incluem videoclipes gravados no Brasil e na França, júri de competições e batalhas, audições,apresentações, shows, desfiles, comerciais, filmes e trabalhos como coreógrafa. Prêmios e indicações 3° Lugar Krump | CFTK 2019 | São Paulo (SP) 2019 1º lugar hip hop | hip hop district 2018 | Jundiaí (SP) 2018 1º lugar batalha all styles | brazil dance camp (bdc) | Contagem (MG) 2017 3º lugar concurso capsularts | videodança 'castanha' | Belo Horizonte (MG) 2017 1º lugar batalha all styles | batalha na praça | Belo Horizonte (MG) 2016 1º lugar batalha hip hop | rio hip hop camp (rio h2k) | Rio de Janeiro (RJ) 2015 1º lugar batalha all styles | fair play dance camp | Varsóvia - Polônia 2015 1º lugar batalha all styles | desafio na pista família de rua (fdr) | virada cultural | Belo Horizonte (MG) 2015 1º lugar batalha all styles | horizontes urbanos | Belo Horizonte (MG) 2014 1ª batalha de cultura hip hop sete lagoas | Sete Lagoas (MG) 2014 1º lugar batalha all styles encontro urbano eacc | Nova Lima (MG) 2013 Indicada a melhor bailarina | dança pará festival | Belém (PA) 2012 Indicada a melhor bailarina | dança pará festival | Belém (PA) 2011 Bailarina revelação | feminino na dança | Belém (PA) 2010 Bailarina revelação | festival nacional de dança de rua | Belém (PA) 2010 Prêmios como coreógrafa 3º lugar coreografia 'territórios' | V Encontro de Inverno | Grupo Juvenil Studio Le Dance | Belo Horizonte (MG) 2017 Melhor comissão de frente | coreografia comissão de frente escola de samba cidade jardim | bailarinos primeiro ato | Belo Horizonte (MG) 2015 Formações Acadêmicas Curso de Desenvolvimento e Gestão Cultural | Observatório da Diversidade Cultural |(MG) 2019 Curso profissionalizante | escola primeiro ato centro de dança estágio e assistência | primeiro ato centro de dança (MG) 2013 Cursou licenciatura em dança | UFPA (Universidade Federal do Pará) 2012 Formada bailarina-intérprete-criadora | UFPA (Universidade Federal do Pará) 2010 Marcela de Oliveira Rodrigues Função: Produdora Executiva Currículo resumido: Formação acadêmica: - Graduada em Nível Superior no Curso de Eventos pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH. (2012) Formações complementares: - Cursando Teatro pelo Galpão Cine Horto. (2018-2019-2020) - Curso Assistente de Produção Cultural, oferecido pelo PRONATEC – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego e pelo TU – Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais. (2013) - Curso de Produção e Gestão Cultural – O Avesso da Cena, coordenador por Rômulo Avelar pelo Galpão Cine Horto. (2013) - Formação como Multiplicadora de Arte e Cultura no Segundo módulo do projeto Valores de Minas. (2009) Linguagens trabalhadas: Teatro, dança, capoeira, literatura, filosofia, história da arte, performance e elaboração de projetos culturais. - Formação no primeiro módulo do projeto Valores e Minas. (2008) Linguagens artísticas trabalhadas: Teatro, dança, circo, artes visuais e música. Algumas experiências profissionais: . Produtora do executiva do evento Palco Hip Hop 2020, no Sesc Palladium (fev 2020) . Produtora executiva do Circuito Municipal de Cultura, por meio do Centro de Intercâmbio e Referência Cultural - CIRC e Fundação Municipal de Cultura (dez 2019) . Produção administrativo/financeiro: orçamentos, setor de compras e contratações e serviços, área comercial, pela Appa - Associação Pró Cultura e Promoção das Artes (nov e dez 2019) . Coordenação da ação "Credenciamento de Ambulantes Carnaval 2020", pela Belotur (dez 2019) . Produtora executiva do Festival Literário Internacional - FLI BH, pela Fundação Municipal de Cultura (set 2019) . Produtora executiva do espetáculo MEXERICA da Cia Fusion de Danças Urbanas no teatro Sesc Centro em Goiânia-GO, pelo Festival Aldeia Sesc de Artes (set 2019) . Coordenação ação "Credenciamento de Ambulantes Carnaval 2019", pela Belotur (dez 2018) . Produtora executiva dos espetáculos de Rua do Festival internacional de Teatro Palco & Rua - FIT, pelo Instituto Periférico e Fundação Municipal (ago e set 2018) . Produtora executiva do Espetáculo Infantil MEXERICA, direção de Leandro Belilo, pela Cia Fusion de Danças Urbanas (fev a ago 2018). Bruna D'Carlo Rodrigues de Oliveira Ribeiro Função: Assistente de direção Currículo resumido: - Mestre em Educação pela PUC Minas. Linha de pesquisa: Currículo e Práticas Curriculares - Em processo de Doutoramento em Educação pela PUC –Minas MG - Psicopedagoga Institucional e Clínica pela UNI-BH - Graduada em Pedagogia pela PUC Minas - Especialização em Gestão de Projetos Sociais (em curso) - Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental. - Habilitação em Supervisão Educacional pela PUC Minas BH - Habilitação em Magistério das Matérias Pedagógicas do Ensino Médio - Curso de Extensão Em Pedagogia do Movimento UFMG - Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6663254302022153 DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE SERÃO SELECIONADOS POSTERIORMENTE , APÓS APROVAÇÃO DO PROJETO E CAPTAÇÃO DOS RECURSOS.
PROJETO ARQUIVADO.