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Realização de um Festival de artes fotográficas tendo a natureza como tema principal, em um dos mais belos e inspiradores cenários do Sul do Brasil, a Serra Catarinense. O projeto é formado por exposições, workshops, palestras, debates e trilhas fotográficas, promovendo o intercâmbio cultural e a troca de experiências entre estudantes, aficcionados e profissionais renomados da fotografia brasileira.
Não se aplica.
O projeto que apresentamos para análise desta Secretaria tem como objetivo a realização do primeiro Festival de Fotografia da Serra, um evento que visa ressaltar e difundir a arte fotográfica e as técnicas fotográficas para profissionais, amadores e estudantes, de forma ampla e aberta, através de troca de experiências com fotógrafos renomados do Brasil e que tem na natureza o seu principal foco e fonte de inspiração, e no campo onde exercem sua atividade profissional e/ou acadêmica. OBJETIVO GERAL Promover e realizar o Primeiro Festival de Fotografia da Serra, composto por uma Exposição Fotográfica Itinerante, um ciclo de Palestras e Debates, além de Workshops e Oficinas de Fotografia e aquarelas, envolvendo e divulgando as artes visuais e a fotografia a um público amplo, visando a difusão da arte fotográfica e a formaçào de plaetéia de forma ampla, acessível e democrática. O I Festival de Fotografia da Serra acontecerá durante 4 dias numa das regiões mais fotogênicas do Hemisfério Sul, a Serra Catarinense. Terá a duração total de 60 dias de atividades, prolongado e estendendo impacto e a repercussão que os dias do Festival causarão em uma região composta por 18 municípiios e aproximadamente 300 mil habitantes. O Festival terá como sede e principal palco das atividades a cidade de Urubici-SC, onde contará com o apoio local do Serviço Social do Comércio -SESC- e do escritório regional do ICMBio (gestor do Parque Nacional de São Joaquim). Contará também com o apoio e a curadoria da Associação dos Fotógrafos de Natureza _ AFNATURA e das Secretarias Municipais de Educação e Cultura. Um Concurso Fotográfico será promovido antecipadamente à realizaçào do Festival, como forma de incentivar a participação popular, o interesse pela fotografia e o estímulo ao olhar pelo entorno e à captura de imagens da região, apliando assim a sua repercussão e abrangência. O concurso selecionará 5 imagens para serem incorporadas à Exposição Fotográfica principal. As inscrições serão gratuitas e amplamente divulgadas para ampliar a participação do público local, e a seleção será feita pelos profissionais de fotografia que participarão do Debates e Palestras, sem custo adicional ao projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Este projeto pretende atingir os cerca de 200 mil habitantes da região conhecida como Serra Catarinense, formada por 13 cidades no Centro-Sul do Estado de Santa Catarina. - Mais diretamente, as Exposições Fotográficas e o Festival deverão impactar 2,2 mil pessoas nos seus dias de realização, público formado por moradores dessas cidades e eventuais turistas ou viajantes em trânsito pela região, que recebe um grande fluxo turístico anual devido à beleza e grandiosidade do seu entorno natural. Todos eles terão acesso livre e gratuito. - As Oficinas deverão atingir um público total de 100 pessoas. O formato projeto do I Festival de Fotografia da Serra contempla também uma Exposição Itinerante, a partir do acervo da AFNATURA-Associação Brailseira de Fotógrafos da Natureza, que será parceira deste projeto. As Exposições acontecerão nas cidades de Urubici, Lages e São Joaquim, e serão aberta ao público com acesso gratuito. Os workshops - 5 no total - serão realizados em trilhas em meio a ambientes naturais, com uma carga horária de 7h e direito a certificado. Serão ministrados por 5 fotógrafos de renomado profissionalismo e competência nas artes da fotografia de natureza. Participarão também dos debates e palestras que acontecem ao longo do Festival. Os Debates e Palestras acontecerão na abertura do Ferstival, no seu encerramento, e ao longo das outras duas noites do evento. Todos serão abertos e gratuitos. O evento de abertura do Festival de Fotografia da Serra será realizado em Urubici-SC, com uma palestra tendo como tema "Fotografia de Natureza", realizada a cargo da AFNATURA. A AFNATURA é uma entidade sem fins lucrativos destinada a a promover a arte fotográfica de natureza em suas diversas formas de manifestação, integrando sem distinção de qualquer tipo os que exercitam a fotografia, amadora ou profissionalmente, e atuando na defesa do inalienável direito de registro e difusão de imagens que promovam e ajudem a preservar a vida em sua plenitude. As oficinas em trilhas no Parque Nacional de São Joaquim-SC serão acompanhadas e monitoradas pelo ICMBio, que também apoia este projeto. Programação: Urubici (SC) Lançamento do Festival de Fotografia da Serra, com projeções e exposição. Palestra: Fotografia de Natureza (AFNATURA). Demais Palestras "Como fotografar a natureza: técnicas e relatos" "Vida Silvestre e observação fotográfica" "Macro Fotografia" "Aquarela de Natureza Viva" "Photoshop-Quando se pode aplicar Mesa Redonda - Encerramento "O futuro da Fotografia de Natureza" Trilhas Fotográficas (entre 10 e 15 pessoas). - Nascentes do Rio Pelos - Campos de Santa Bárbara - Morro do Baú - Cascata do Avencal - Casa de Pedra e Cascata do Corvo Branco Exposições Três exposições, cada uma delas com 25 quadros(fotografias) selecionadas pela AFNTARUA, além de 5 outros selecionados pelo Concurso Fotogr'fafico popular.
A realização deste projeto, a partir da troca de informações, técnicas fotográficas e experiências, entre profissionais, estudantes e amantes da fotografia brasileira, será de grande importância para a valorização das artes visuais e para a sua difusão. Esta modalidade de fotografia ocupa cada vez mais espaços na mídia impressa, internet, catálogos de turismo, livros de arte, didáticos e em exposições, demonstrando a importância de preparar profissionais para captação das imagens da flora, fauna e paisagens do nosso país. Ao mesmo tempo, é cada vez maior o número de interessados por esse tipo de manifestação artística, principalmente após a popularização das máquinas fotográficas digitais e dos aparelhos celulares com dispositivo fotográfico. O Brasil possui hoje um movimento forte e consolidado de arte fotográfica voltada para a natureza como fonte inspiradora. A demanda por mais conhecimento, informação e recursos técnicos só cresce, e a realização do Festival de Fotografia da Serra, tendo a natureza como tema e ambiente principal, vem suprir essa lacuna com seus eventos voltados para a formação de platéia e fotógrafos A fotografia de natureza é muito recente no Brasil, sendo um de seus marcos o encarte fotográfico que acompanhava o Chocolate Surpresa, há muitos anos atrás. Reportagens em revistas deste período como Geográfica Universal, Manchete e Horizonte Geográfico, começaram a contar a história da nossa natureza e não mais dos elefantes, ursos e girafas de outros continentes. A partir da década de 80, com a ajuda dos fotógrafos, começou a formar-se dentro da nossa cultura um imaginário da natureza nativa do Brasil. Os precursores fotógrafos de natureza tiveram um papel fundamental neste processo ocupando um espaço na mídia e nas editoras antes dedicado a natureza de outros países. Hoje o Brasil está maduro para a promoção de um evento de impacto sobre fotografia em meio à natureza exuberante da região onde acontecerá, visando promover a troca de experiências com fotógrafos profissionais e experientes com iniciantes e aficcionados. Com este objetivo, será realizada também a divulgação prévia do Festival pela promomoção de um concurso cultural fotográfico, onde as melhores fotos serão selecionadas pelos 5 fotógrafos profissionais participantes das Palestras e Debates e tomarão parte na exposiçào que vai percorrer as cidades de Lages, São Joaquim e Urubici-SC, estimulando entre a população da região a arte fotográfica numa área com paisagens magníficas. O local escolhido para a realização do I Festival de Fotografia da Serra é reconhecido pela exuberância e preservação do seu patrimônio natural, pela tradição folclórica e gastronômica, e pelas inúmeras e originais manifestações culturais que ocorrem na região, onde confluem influências locais, de migrantes e imigrantes italianos, alemães, portugueses e latinos, além de fazer parte de momentos decisivos da história brasileira e da formação do Sul do Brasil, como o roteiro dos Tropeiros do séuclos XVII e XVIII e o movimento do Contestado, entre outros. A exuberância natural, as inúmeras trilhas e caminhos entre povoados tradicionais e na região do entorno e do interior do Parque Nacional de São Joaquim são apropriadas para que os fotógrafos tirem o maior proveito de técnicas fotográficas ligadas a ambientes naturais e culturais. A proximidade com o mar e com a Floresta Atlântica ampliará as possibilidades fotográficas, permitindo explorar todas as nuances técnicas e artísticas da arte fotográfica voltada para captar as mais belas imagens. Urubici, sede do Festival, é um pitoresco município localizado na serra Catarinense, distante apenas 170 km de Florianópolis. Privilegiado por estar localizado na região do Vale do Rio Canoas, onde tem na Formação Serra Geral (Aparados da Serra) suas maiores altitudes, ultrapassando os 1.800 metros. Lá fica localizada a sede do Parque Nacional de São Joaquim, que tem no município seus maiores atrativos, que são o Morro da Igreja e a Pedra Furada, onde aliás, foram registradas as temperaturas mais baixas da história do país, -17,8° chegando a -40° de sensação térmica. Porém nos meses mais quentes a temperatura fica amena e banhos de rio e cachoeira são um deleite para os aventureiros. Montanhas, Cânions, Vales, Florestas de Araucária, Campos de Altitude, Gastronomia Típica e Pousadas Charmosas fazem com que Urubici seja considerado um dos locais mais belos e de paisagens mais fotogênicos do Hemisfério Sul, com uma rica tradição cultural e de manifestações populares. Por tudo isso, e também por atender as exigências e pressupostos da Lei 8313/91 e beneficiar uma ampla camada da população de uma região normalmente dessassistida pela circulação de bens culturais no Brasil, e que poderá usufruir do intercâmbio cultural e do conhecimento de profissionais de renome artístico na arte da fotografia de forma gratuita, o que justifica o apoio desta Secretaria para receber o incentivo através do Artigo 18 da Lei 8313 de 1991, pois atende ao - Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; - Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Ressaltando que todas suas ações serão GRATUITAS - exposições, palestras, debates, projeções, lançamentos e trilhas.
nao se aplica
EXPOSIÇÃO: Acessibilidade Física: os locais selecionados terão rampas de acesso para cadeirantes ou portadores de necessidades especiais para locomoção Acessibilidade sonora : Todas as exposições terão placas com descritivo em braile e mapas orientativos do local/sala da exposição Acessibilidade visual: Todas as exposiçòes terão audio-guia com descritivo das obras e do ambiente. OFICINAS/WORKSHOPS/PALESTRAS Acessibilidade Física: as oficinas serão realizadas em espaços culturais públicos ou galerias do SESC, já devidamente preparados com acesso a cadeirantes ou portadores de necessidades especiais para locomoção. Acessibilidade visual: todos eventos terão audio-guia. Acessibilidade sonora: todos os eventos terão tradução em libras. CONTRAPARTIDA Acessibilidade Física: Os eventos serão realizadas em espaços culturais públicos já devidamente preparados com acesso a cadeirantes ou portadores de necessidades especiais para locomoção. Acessibilidade visual: os eventos terão audio guia. Acessibilidade sonora: os eventos terão traducào em libras. FESTIVAL: Acessibilidade Física: Os eventos serão realizadas em espaços culturais públicos ojá devidamente preparados com acesso a cadeirantes ou portadores de necessidades especiais para locomoção. Acessibilidade visual: os eventos terão etiquetas e conteúdo resumido em braile. Acessibilidade sonora: os eventos terão tradução em libras Os locais da realização das atividades estarão aptos a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadores de necessidades especia is. As atividades em meio a trilhas de natureza terão pelo menos uma opção para portadores de necessidades especiais.
De acordo com a IN 02/2019, Inciso I, o Projeto irá destinar: I - doar,no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamobilidade reduzida e aos idosos;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
O Proponente deste Projeto será responsável pela Administração, sendo remunerado como Assistente Administrativo por 6 meses pelo valor de R$ 1.500,00. Será remunerado também pela captação de recursos, de acordo com os Custos Vinculados do Projeto. PROPONENTE: Mano a Mano Produções Ltda A Mano a Mano Produções Artísticas Ltda surgiu em 2004 em Curiitba-PR e desde então especializou-se em criar, produzir e realizar projetos culturais incentivados. Já realizou 20 projetos nas áreas de música, fotografia, cinema, artes cênicas e artes integradas, além de editar e publicar livros, organizar workshops e oficinas culturais, todos aproveitando as vantagens de leis de incentivo cultural locais e nacionais. Umberto Luiz Miele Sociólogo formado pela FFLCH-USP, trabalha na área de comunicação e de projetos culturais desde 2001. É responsável por projetos de Fotografia e artes visuais há pelo menos 15 anos, destacando-se a criação e realização do Prêmio New Holland de Fotojornalismo, um dos mais importantes da América Latina e que está em sua 14a. edição, todas elas aprovadas por esta Secretaria. DIRETOR ARTÍSTICO: Zig Koch Ricardo (Zig) Koch Cavalcanti nasceu em Curitiba em 26 de dezembro de 1958. Diplomou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Católica do Paraná, em 1982, tendo exercido a profissão por quatro anos. Em 1986 optou definitivamente pela fotografia, que praticava desde os 16 anos, quando passou a assinar seus trabalhos como Zig Koch, seu apelido de infância. Tem o foco do seu trabalho voltado para fotografia de natureza, populações tradicionais e turismo. Possui um arquivo com mais de 150 mil imagens sobre fauna, flora, áreas de preservação, comunidades tradicionais, biomas brasileiros entre outros assuntos. Ministra palestras e cursos em escolas e Universidades sobre Educação Ambiental e Fotografia de Natureza. Participa com freqüência entrevistas para rádio e TV com temas de fotografia e meio ambiente. Por sua importante contribuição em projetos culturais e educacionais, em 15 anos de fotografia profissional, o MIS - Museu da Imagem e do Som do Paraná lançou, em 18 de abril de 2000, o caderno nº 22 intitulado “Zig Koch – Fotógrafo”, obra que relata sua vida e sua trajetória profissional. Na mesma ocasião, foi aberta uma exposição de Zig Koch, com fotografias da Natureza Brasileira. Suas fotografias fazem parte do acervo permanente do MASP (Museu de Arte de São Paulo) através da Coleção Pirelli de Fotografia na sua edição 17 (2009). Exposições individuais “Serra do Mar, um Reino Encantado” (1989), Espaço Cultural IBM - Curitiba; “Projeto Peixe-Boi” - Fundação O Boticário (1993), Itinerante; “Reserva Biologia Marinha do Arvoredo” Fundação O Boticário (1993) Itinerante; “Guaraqueçaba” Fundação O Boticário (1993) itinerante; “Parque Estadual Pico do Marumbi”. Instituto Ambiental do Paraná IAP (1995) Permanente realizada para comemorar a inauguração do Parque – Morretes - PR; "Visão Aérea do Brasil de Tordesilhas" (2002) Itinerante com a abertura no Congresso Nacional no DF, Itinerante por cinco capitais brasileiras em 2002; “Araucária - A Floresta do Brasil Meridional”, que acompanhou o lançamento do livro de mesmo nome (2002) – Doada para a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem SPVS - Itinerante; “Retratos do Brasil - Cidade de Curitiba” que acompanhou o lançamento do livro com o mesmo nome. Memorial de Curitiba (2004) Doada para Fundação Cultural de Curitiba - Itinerante; “Tocadores na Escola” série de cartazes produzidos pela Olaria Cultural (2005). Impressa em off set para distribuição nas escolas. “Condomínio da Biodiversidade” (1998) Itinerante “Floresta com Araucária - TNC, (2006) Espaço Cultural Citigroup em São Paulo, após o término tornou-se itinerante pela TNC. “Expedição Jarí WWF-Brasil”, para COP8, MOP3 o maior encontro mundial para discutir a biodiversidade e biosegurança realizado em Curitiba/Pinhais em março de 2006. Após o término da COP8 tornou-se itinerante. “Natureza Brasileira”, (2006) com abertura no Shopping Barigui em Curitiba. Doada para Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS) para se tornar itinerante. “Conhecendo o Papagaio-de-cara-roxa”, (2008) com abertura no Shopping Cristal Plaza em Curitiba. Após o lançamento tornou-se itinerante. Realizada pelo Projeto Papagaio-de-cara-roxa vinculado à Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS). “Mostrarte” Painel fotográfico de 5 x 3m tendo como tema borboletas e poema da Cecília Meireles no espaço “POÉTICA DO ESPAÇO” no colégio Medianeira – Curitiba - inaugurado em 30 de novembro de (2009). (Permanente) “Araucária” Acompanhou a segunda Edição do Livro “Araucária A Floresta do Brasil Meridional” lançado em 2010 no Museu Botânico de Curitiba, sendo doa da para a SPVS para ser itinerante em espaços públicos. Exposições internacionais “Brasil de Tordesilhas” (janeiro de 2003) França na cidade de Cannes. Foi a exposição escolhida para decorar o estande brasileiro, país homenageado na França na 37a edição do Mercado Internacional de Edição Musical – MIDEM “Tacadores, Homem, Terra, Música e Cordas” (20 de março a 7 Julho de 2009) Portugal. Museu da Musica Portuguesa em Cascais.. Fotografias de Zig Koch e textos de Lia Marchi. “Tacadores, Homem, Terra, Música e Cordas” (15 a 17 de Julho de 2009) Portugal. Biblioteca de Évaro na cidade de Évaro.. Fotografias de Zig Koch e textos de Lia Marchi. “Naturaleza del Brasil”, (outubro de 2009) Costa Rica na cidade de San José. de Zig Koch, en la Galería Nacional. GUSTAGO PEDRO Gustavo Pedro, fotógrafo carioca com mais de 20 anos de experiência em fotografia de natureza, jurado de muitos concursos nacionais, co-fundador da Associação de Fotógrafos de Natureza-AFNATURA, tendo participado de campanhas ambientais de diversas ONGs como SOS Mata Atlântica, WWF, The Nature Conservacy, dentre outras. Participou de livros como Amazônia (Ed.Céu Azul de Copacabana), Atlas de Unidades de Conservação do RJ (Ed.Metalivros), Brasil Retratos Poéticos (Ed.Escrituras), In the spirit of Rio (Ed.Assouline) e outros, tendo como trabalho autoral o livro Parque estadual dos Três Picos (Ed.Luminatti). Fez a curadoria e texto da exposição coletiva Diminuta Natureza montada no Espaço Cultural Correios(Foto Rio 2017), selecionando trabalhos de Luis Claudio Marigo, Haroldo Palo Jr., Valdemir Cunha, Luciano Candisani, Zig Koch e outros. José Luis Medeiros Fógrafo, desde de 1995, sempre mostrou preocupação com as manifestações culturais do homem interagindo com a natureza. Escolheu Mato Grosso pela diversidade que existe neste Estado para desenvolver seus projetos. José Medeiros começou a fotografar aos 16 anos e sempre demonstrou profundo interesse na cultura popular brasileira. São 30 anos de experiencia , retratando o tempo, a vida selvagem, a natureza, as manifestações culturais brasileiras e os saberes de povos tradicionais. Desenvolveu projetos de pesquisa e viagens fotograficas guiadas, na regiao do Amazonas e Mato Grosso. Ministrou dezenas de workshops de fotografia e oficinas fotograficas. Seu trabalho é referencia no país, com varios premios, publicações em jornais, sites, revistas, livros, alem de realizar mostras interativas, nacionais e internacionais. Sua missão fotográfica e antropológica, marcada sempre pela postura questionadora, convida a refletir sobre as questões existenciais humanas. Durante muitos anos, trabalhou como repórter fotográfico na imprensa Mato- Grossense Leonardo SalomãoNatural da Paraíba, Leonardo Salomão dedica sua vida à fotografia, documentando histórias e pessoas em todo o mundo. Fotografo, Diretor de fotografia e especializado em documentação, de áreas de dificil acesso, com Drones. É co criador do Projeto Évoé , o qual retrata a cultura alimentar de diferentes nações. Desenvolveu o projeto Special Collects para a Google no Brasil Leonardo Salomão é comunicador e fotógrafo, desde 2012 desenvolve projetos audiovisuais envolvendo comunidades tradicionais brasileiras, também em diversos países da África e Asia. Atua também na área de videos e fotografias institucionais.Atualmente atua como diretor na produtora Yuca Filmes. José Paiva Trocou a Engenharia pela fotografia em 1984. Desde então viaja pelos quatro cantos do mundo criando imagens É pós graduado em fotografia pela UNIVALI. Já ensinou fotografia na ESPM, UDESC e FURB. É autor dos livros “Expedição Natureza Santa Catarina”, “Natureza Gaúcha” e “Natureza Tocantins”. Suas fotos foram selecionadas para a coleção Pirelli MASP em 2009. Em 2012 recebeu o Prêmio FUNARTE Marc Ferrez. https://zepaiva.com/ biografia/ ARTISTAS PARTICIPANTES: DIRETORA DE PRODUÇÃO SCHIRLEY ETHEL BRITO Schirley Ethel Brito iniciou sua atividade profissional na área cultural como curadora da Caleidoscópio, galeria paulistana que revelou artistas como Vivian Altman, Fabio Bortoli, Lidia Zorrilla e Kimi Nii, entre outros. Trabalhou também no acompanhamento de produção e divulgação do curta-metragem Frankstein Punk, de Cao Hamburger. Foi responsável pela expansão de cursos da Acameia Brasileira de Vídeo e Fast Vídeo para Salvador. Participou da produção de Arte e Figurino do filme “A Lenda do Pai Inácio”, rodado na Chapada Diamantina. No mesmo período, foi responsável pela documentação em vídeo das manifestações populares como Festa de São João, Carnaval, Marujada, Penitentes e Via sacra, entre outras, na capital e interior da Bahia A partir de 1989, trabalhou na produção de vídeos publicitários, vídeodocumentários e empresarias em Curitiba. Dois anos mais tarde, ampliou sua atuação para a produção e criação de figurinos e cenários, através da Bastidores Produção de Figurino, empresa que criou na mesma cidade. Realizou desde então trabalhos como produtora para espetáculos como “Flauta Mágica” e “Curi-tim”(ópera), “Tartufo”,”Doente Imaginário” “As Primícias”, “Reis do Iê,Iê, Iê”, “A Volta ao Dia em 80 Mundos” (teatro); Festival de Cinema de Curitiba (cinema). Mais recentemente, Schirley Ethel Brito coordenou a produção dos shows musicais “Água, Riqueza do Brasil”, com Almir Satter e Renato Teixeira (2003) e “Gaúchos do Brasil”, com Yamandu Costa e Renato Borghetti (2005), ambos projetos culturais aprovados pelo MinC/Pronac. Também coordenou as cinco edições da Exposição do Prêmio New Holland de Fotojornalismo no Brasil e três edições na Argentina (projetos culturais também aprovados pelo MinC/Pronac). Dirigiu e coordenou o Projeto “Cara do Brasil”, com Rolando Boldrin, que percorreu 26 cidades brasileiras. Atalmente, é produtora executiva do Prêmio New Holland de Fotojornalismo, um dos mais importantes e tradicionais da América Latina, que está em sua 14a edição.
PROJETO ARQUIVADO.