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PRONAC 203982ArquivadoMecenato

Restauração do Convento e Museu do Carmo em Salvador com Implantação do Centro Educativo de Restauro

EVOLUTION GESTÃO DE SERVIÇOS LTDA EPP
Solicitado
R$ 31,20 mi
Aprovado
R$ 31,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,03

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração de Patrimônio Material
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-04-05
Término
2024-10-30
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Restauração e revitalização do Convento do Carmo e do Museu , em Salvador, Bahia, bem notificado como patrimônio nacional em 15.02.1938 e tombado pelo ato n 82, em 11.05.1938. A restauração proposta inclui o conjunto arquitetônico, que contém claustro, sacristia, coro, os jardins dos fundos, salas no primeiro subsolo e o Museu que já foi grande atração do turismo cultural; está fechado há 27 anos, por falta de condições para manutenção. A nova proposta prevê áreas para produção de eventos culturais e corporativos; o espaço sendo restaurado, ter-se-á condições de sustentabilidade da instituição;haverá oportunidade de se fazer um trabalho interdisciplinar ( turismo, história, lazer e cultura), ofertando formação contínua e treinamento. Prevê-se aquisição de equipamentos para manutenção do acervo. Os anteprojetos desenvolvidos por uma equipe de voluntários para salvaguarda de bens patrimoniais, já foram aprovados na Superintendência do IPHAN em Salvador, Bahia, conforme parecer exarado.

Sinopse

Nesse caso especifico da obra de restauro e de revitalização do Convento do Carmo em Salvador, está prevista a Contrapartida Social através de Ações Fomativas Culturais e Educativas, do tipo palestras no âmbito da Educação Patrimonial, sendo duas para a população local, com foco em professores e alunos de escolas públicas das imediações do bairro Pelourinho e uma para as equipes de trabalhadores e funcionários da obra civil e seus familiares, a serem realizadas na semana de abertura dos trabalhos de restauração do Convento e Museu do Carmo. PLANO DE EXECUÇÃO O conteudo programático dessas palestras deverá focar as noções básicas da Educação Patrimonial, explorando temas desde O que é Patrimônio Cultural, porque restaurar e preservar, para quem preservá-lo e como preservar. Tal conteúdo estará fundamentado por publicações nacionais e internacionais sobre Educação Patrimonial, a exemplo de: Guia Básico de Educação Patrimonial da autoria de Maria de Lourdes Parreiras Horta, Evelina Grumberg e Adriana Queiróz, publicado pelo IPHAN em 1999; Educação Patrimonial Lugares de Memória, de Viviane Saballa, na revista MOUSEION, vol.1, 2007; Patrimônio Cultural Imaterial, para saber mais, por Copedoc/DAF/IPHAN, 2007; Manual de Atividdes Práticas de Educação Patrimonial, por Evelina Grumberg, IPHAN, 2007; "Communicating Heritage - A Handbook for the Tourism Sector, por World Tourism Organisation, em 2011; GUIDELINES ON CULTURAL HERITAGE, TECHNICAL TOOLS FOR HERITAGE CONSERVATION AND MANAGMENT/ Joint Project “EU/CoE Support to the Promotion of Cultural Diversity, 2012. Os textos em inglês serão devidamente traduzidos nos trechos em que forem apresentados ao público, por professores universitários voluntários. Carga Horaria : As palestras deverão durar cerca de uma hora, sendo 30 minutos de apresentação por um palestrante voluntário e 30 minutos de debate e conversa com o público participante, que será estimulado pelo método dialógico a colocar suas duvidas e contribuições. Dessa forma, estará sendo também aproveitada a metodologia do Aprendendo a Aprender e do Aprender fazendo.

Objetivos

Objetivo Geral Proteger e preservar o patrimônio cultural material do Convento e Museu do Carmo, em Salvador/BA, restaurando a Sacristia, o Museu e seu acervo, o Coro e também os pisos (tabuados) e forros do referido Museu para promover a revitalização do conjunto edificado através da implantação de um Centro Educativo de Restauro, para formação de auxiliares de restauração e de conservação de obras de arte, visando promover a elaboração de projetos específicos para atender a eventos diferenciados, a exemplo de espaços "multiuso", proporcionando assim sustentabilidade financeira para a manutenção e uso adequado da edificação, reconhecida como patrimônio nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, no Proc.nº 90-T-38 e registrado no Livro Histórico e das Belas Artes em 11.maio.1938 Objetivos Específicos Cadastrar detalhadamente os 08 espaços (Museu, Sacristia, Claustro, Coro, sala de Reserva Técnica, Serviços de Cozinha e Banheiro, Monta Carga e jardins do fundo), para fins arquitetônicos e históricos, identificando as funções anteriores para adequar às novas funções culturais. Realizar obras de construção civil para recuperar a edificação Convento do Carmo e criar novas estruturas de apoio a serviços culturais, educativos, sociais. Restaurar a Sacristia, Coro, Museu, além de pisos (tabuados) e forros do Museu Convento do Carmo. Implantar um Centro Educativo de Restauro e de elaboração de projetos para reformas na edificação, criando espaços "multiuso", para eventos diferenciados, proporcionando assim sustentabilidade financeira da edificação. Formar 250 jovens entre 17 a 21 anos, no Centro Educativo de Restauro como auxiliares de restauro. Formar 28 professores,no Centro Educativo de Restauro, sendo 04 de cada uma das sete escolas locais, nos princípios básicos da Educação Patrimonial. Rever e reorganizar o inventário já existente, do acervo artístico, histórico,acrescentando dados sobre estado de conservação e sobre valores financeiros das obras de arte e de todos os objetos que pertencem ao acervo do Museu comparando com a catalogação anterior, para descrever e codificar as obras encontradas de forma adequada e permanente (2400 peças). Produzir a revisão do Inventário com base nas normas do Conselho Internacional de Museus, do Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional, do Instituto Brasileiro de Museus e do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais. Delinear um Programa Museológico que contemple: um Projeto Museográfico e um Plano Museológico para que o Museu do Carmo possa vir a funcionar adequadamente, conforme a legislação vigente, fidelizando público e ampliando atividades educativas e culturais. Analisar levantamentos sócio-econômicos já realizados no entorno do Museu objetivando a descoberta de talentos que possam ser incorporados às atividades educativas e culturais do Museu, envolvendo a comunidade do entorno com a instituição cultural, contribuindo assim com o processo dialógico de revitalização. Promover ações de Contrapartida Social: indo além das ações relacionadas a um dos produtos finais, que é a criação de um Centro Educativo de Restauro, esse projeto prevê ações de contrapartida social, a saber: após a reabilitação física e museológica do conjunto arquitetônico e cultural do Convento do Carmo serão promovidas Ações Formativas Culturais e Educativas no âmbito da cidade do Salvador e região metropolitana, em caráter voluntário, para estudantes e professores de escolas públicas.Serão desenvolvidas Ações Formativas Culturais, presenciais e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições públicas de ensino de qualquer nível, que visam a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do primeiro produto cultural deste projeto, que é a reabilitação física e museológica da edificação e do acervo de 2400 peças artísticas e históricas. As ações formativas em educação e em cultura, que serão amplamente divulgadas, tomam por base o acervo restaurado e as histórias e memórias por ele suscitadas. Tipo de ações - palestras Quantidade - 03 assim distribuídas: 02 para professores e alunos; 01 para funcionários do projeto e familiares dos mesmos. Há uma previsão de atendimento de 80 a 100 participantes beneficiados (estudantes e professores, em especial os da região metropolitana no entorno da cidade do Salvador/Ba)

Justificativa

O Convento de Nossa Senhora do Carmo, do início do século XVII, está há muitos anos sem receber uma restauração especializada de caráter amplo, em suas instalações. Tem ocorrido, apenas, procedimentos básicos de limpeza, mas em se tratando de um bem de inestimável valor histórico e cultural, outros procedimentos se fazem necessários visando adequada manutenção. Na Sacristia, de inquestionável valor, vem ocorrendo um processo de arruinamento. Partes dos relevos com douramento se romperam e estão guardadas em gavetas da cômoda, em madeira lavrada. Fiações elétricas expostas, evidenciam, com absoluta clareza o risco de incêndio. Considerando os últimos fatos de destruição de prédios históricos tombados no Brasil, por razão de incêndios, ressalta-se o risco que corre a edificação e registra-se a urgente demanda de revisão nas instalações de prevenção e combate a incêndio. Observa-se pontos de instalação elétrica aparente, inclusive próximo a zonas úmidas. Reparos imediatos são necessários, evitando-se riscos em edificação que contém grande acervo estocado. O acervo do museu possui 2.400 obras. Este acervo conta com 260 imagens sacras, 300 peças de mobiliário, 230 peças de prata além de 1410 objetos diversos; encontra-se guardado há mais de 27 anos, por dificuldades financeiras para manutenção. Desde 2019, o acervo está passando por processo de conferência do inventário e sendo feito um novo diagnóstico situacional sobre o estado de conservação das peças, a cargo de museólogas especializadas. Na edificação destacam-se os pontos: As estruturas de madeira evidenciam a sua degradação, principalmente relacionada ao ataque de fungos apodrecedores e de cupins de solo. Observa-se também os danos ao material e às estruturas, relacionados a fendas sobre a superfície da madeira e descolamentos da madeira nos locais de junção entre a madeira e a alvenaria em diversos espaços. O ataque que as peças de madeira vêm sofrendo pelos fungos apodrecedores é decorrente da falta de tratamento da madeira empregada, associada ao umedecimento das peças de madeira oriundo das infiltrações de águas pluviais vindas do telhado, ou ainda umedecimento das peças de madeira por capilaridade decorrente das paredes externas onde essas peças se apoiam. Com relação ao ataque de cupins de solo, estes são detectados através dos caminhos deixados por esses insetos sobre a madeira. Este tipo de inseto xilófago deixa um rastro sobre a madeira na forma de um pequeno túnel arredondado, feito com terra para chegar até a madeira que será atacada. Ao se quebrar estes túneis, pequenos insetos saem de dentro, o que indica que a colônia está ativa e a peça atacada. Rompendo-se esses túneis, vê-se o aparecimento de cupins tipo operária e soldados, revelando que estes insetos xilófagos estão ativos em relação à degradação da madeira empregada nos espaços avaliados. Uma peça atacada tem sua resistência mecânica comprometida, portanto, a depender do grau do ataque, a peça deve ser retirada de serviço e substituída, o que só pode ser feito mediante um estudo mais aprofundado, feito peça a peça. Esse procedimento requer escoramento da estrutura para realização da inspeção, uma vez que o assoalho terá que ser removido para a avaliação. Verifica-se a predominância da degradação das peças de madeiras por estes agentes biológicos em peças estruturais como vigas para sustentação de pisos, forros, nas peças de madeira para revestimento de paredes, ornamentos de paredes como também de forros e aduelas das janelas. O ataque intenso por cupim de solo se deve à falta da correta manutenção da edificação. Geralmente em estruturas de construções antigas como as do Convento do Carmo, também é comum ocorrer ataques de brocas (outro tipo de agente degradador de madeiras) nas peças que compõem estruturas de madeira ou revestimentos de paredes e ornamentos feitos de madeira. Tem-se, então, o descolamento dos adornos do forro da sacristia, o que vem ocorrendo com frequência. As peças se encontram reunidas em gavetas do armário, cheias destes segmentos que caíram do teto e das paredes. O descolamento de peças que compõem os adornos da sacristia está relacionado a fatores tais como: ataque dos agentes biológicos descritos acima como também pela falência dos conectores metálicos empregados. Outro fator que pode estar contribuindo para o desprendimento destes adornos é o fato das vigas que sustentam o forro também servirem de apoio para o piso da sala superior, vibrando quando se caminha sobre este piso. Ressalta-se assim a demanda de intervenção nesta edificação e também no acervo estocado. Este acervo carece de ação imediata, pois não se encontra armazenado com espaçamento adequado, estando posicionado em corredores que não garantem fácil circulação em momento de sinistros e estão também próximos a pontos energizados, além de vários itens acondicionados com papel. O projeto contempla a implantação de um Centro Educativo de Restauro visando a formação de jovens auxiliares na salvaguarda de patrimônio cultural, utilizando a edificação como laboratório vivo, contribuindo assim para o desenvolvimento de profissionais, impactando na sua empregabilidade e na comunidade. Este projeto prevê ainda, juntamente com a Província Carmelitana de Santo Elias, gestora do Convento/Museu, e uma equipe multidisciplinar com profissionais de notório saber em áreas específicas, em parceria com o SEBRAE, o desenvolvimento de projetos de dinamização histórica e cultural dos espaços da edificação. Com isto, a instituição poderá ampliar sua receita, para manutenção do patrimônio histórico e oferta de ações de Educação Patrimonial para a comunidade. Diante do exposto, cremos ser de suma importância a proposta apresentada: é uma proposta viável na sua realização; visa impactar social e culturalmente a sociedade onde o Convento e Museu do Carmo estão inseridos; estabelece metas e resultados exequíveis; conta com equipe qualificada tecnicamente, responsável profissionalmente com ampla experiência em ações de preservação de patrimônio. Espera-se como resultados, além da recuperação física, a revitalização do sítio histórico, agregando benefícios para a comunidade através da aprendizagem com o restauro e o retorno à população deste bem material para visitação. Tal como previsto no artigo 216 da Constituição Brasileira, é um direito do cidadão ter acesso à sua cultura e sua história, mas é também um dever o exercício da cidadania responsável. Entendemos que essa proposta abrande e integra o direito e o dever. Escolheu-se a Lei de Incentivo à Cultura como o mecanismo de apoio à captação de recursos porque já foram feitos trabalhos entre essa empresa Evolution Gestão de Serviços Ltda e a referida Lei, tendo sido todos bem apoiados por empresas nacionais, com diálogo entre o MINc, as empresas e o proponente. Os resultados finais foram aprovados; as prestações de conta apreciadas e reconhecidas como muito satisfatórias. A Lei de Incentivo à Cultura impacta pelo respeito aos que com ela trabalham, exerce fiscalização adequada e estimula o empresariado brasileiro a se tornar parceiro da cultura nacional. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, no âmbito das artes plásticas de caráter sacro, arquitetura, música e literatura histórica sobre a Bahia e Brasil; O projeto, de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91, poderá fomentar a produção cultural e artística, mediante realização de exposições e concertos de música sacra ou congêneres, desde a etapa de finalizacao da obra de restauro, nos ambientes que já estarão disponiveis no espaco do Museu.

Estratégia de execução

O museu está ligado fisicamente ao Convento do Carmo e as obras atenderão tanto ao prédio onde se situam as salas de exposição quanto aos demais espaços, cujas funções também atenderão à programação cultural e educativa do Museu do Carmo. Além disso, o claustro próximo à entrada do Museu será organizado para receber eventos culturais, corporativos e familiares de tal forma que parte da renda obtida possa proporcionar rentabilidade a tal ponto que o Museu possa alcançar elevado grau de sustentabilidade. Também por essa razão, as instalações, acústicas, elétricas, sanitárias e de oferta culinária aos eventos estão sendo todas muito bem pensadas e estruturadas, com regras de uso muito bem adequadas à situação da instituição cultural ali presente, e ficarão sob a administração direta e autorização de uso, da gestão de eventos que trabalhará em consonância com a gestão do Museu do Carmo. A intenção é evitar que os locatários do espaço façam uso inadequado do mesmo, tal como vinha ocorrendo antes de terem sido pensados esses projetos de Restauração e de Revitalização do Museu do Carmo. A maioria dos membros da equipe técnica já trabalhou em projetos bem sucedidos de restauração e de revitalização de espaços patrimoniais, monumentais em arte sacra e em arquitetura vernacular, todos aprovados pelo IPHAN, quando se tratou de bens tombados, a exemplo da Igreja de Nossa Senhora de Santana em Salvador, da Catedral Basílica, do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia(em obras), do Palacete Bernardo Martins Catharino, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia/IPAC/, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, da Santa Casa de São Félix, Bahia, do Instituto Feminino da Bahia, do Museu Geológico da Bahia, do Convento de Cayru no Recôncavo Baiano. CONTRAPARTIDA SOCIAL Após a reabilitação física e museológica do Convento do Carmo serão promovidas ações educativas no âmbito da cidade do Salvador e região metropolitana, em caráter voluntário para estudantes e professores de escolas públicas. Serão desenvolvidas Ações Formativas Culturais, presenciais e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições públicas de ensino de qualquer nível, que visem a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto. Previsão de atendimento de 80 a 100 participantes beneficiados . Além da Contrapartida Social, este projeto de restauração de um patrimônio cultural brasileiro tombado em Salvador, na Bahia, tem também a intenção de, em uma nova etapa de inserção desse patrimônio à sociedade baiana e a partir da implantação do Centro Educativo de Restauro, formar jovens na profissão de auxiliares de restauro, de forma bastante qualificada através de cursos de curto e médio prazo, com temas específicos à área em questão. Além da formação básica em história, arte e patrimônio cultural devem estar incluídos conteúdos de língua portuguesa, de matemática, de contabilidade, de trabalho em equipe, de convivência pacífica, de apresentação pessoal, de inglês e espanhol, tudo em prol da melhor compreensão dos produtos e materiais pertinentes à área de restauro e os usos adequados que devem ser dados a eles. Além disso, o fato de se recuperar um patrimônio cultural tão significativo e de se poder reintegrá-lo à sociedade, permite produzir ações sociais ampliadas para outras áreas, tais como educação formal e não formal, turismo cultural e economia criativa. Ainda se poderá estabelecer, a partir desse patrimônio cultural recuperado, parcerias nacionais e internacionais que estimularão o desenvolvimento econômico, cultural, e social na cidade do Salvador.

Especificação técnica

No Centro Educativo de Restauro estão previstos cursos, oficinas e estágios cujo Projeto Pedagógico está sendo detalhado para apresentação quando a obra civil de restauro e de requalificação do conjunto arquitetônico que compõe o Convento do Carmo, em Salvador, estiver na fase final. Entretanto, pode-se perceber em linhas gerais o que a Coordenação Pedagógica está elaborando a respeito: O Centro Educativo de Restauro estará sendo criado dentro das instalações fisicas do Convento e Igreja de Nossa Senhora do Carmo, localizado em Salvador-BA. Esse conjunto foi tombado no Livro do Tombo Belas Artes: Inscrito em 05/1938 e também no Livro do Tombo Histórico: Inscrito em 05/1938, através do processo de número: 90-T-1938. Devido à carência de mão de obra especializada em auxiliares de conservação e de restauro, que possa dar suporte aos proejtos de restauração e de requalificação de bem culturais erigidos tombados como patrimônio nacional e patrimônio estadual no Brasil, esse Centro Educativo de Restauro está sendo pensado pedagogicamente como espaço de formação educativa, técnica e patrimonial. Por isso, tem como objetivo geral formar jovens aprendizes oriundos de familia de baixa renda em técnicas de manutenção, armazenamento de materiais, conservação preventiva e restauro básico de monumentos artisticos e históricos da herança brasileira. Os objetivos especificos focam em: a) educar jovens para a aquisição de olhar sensivel em relação ao patrimônio cultural brasileiro; b) promover ações de arte e cultura que possibilitem a identificação e a compreensão dos bens que formam o patrimônio cultural brasileiro; c) oferecer aos participantes informações básicas sobre a história do Brasil e da Bahia visando ampliar a compreensão sobre a origem dos bens que formam a herança cultural do Brasil; d) promover aulas práticas de conservação preventiva e de restauro básico visando a higienização, o armazenamento e o manuseio adequados dos bens culturais em museus e monumentos no Brasil; e) oferecer aulas de português, de matemática e de geometria analítica visando: aprimorar a compreensão e o uso da lingua portuguesa, nosso patrimônio comum; ampliar noções de matemática nas funções basicas de contas, orçamentos e custos diversos; amplair as noções de geometria analitica visando o dominio dos espaços, a execução dos mensuraramentos necessarios, a noção de espaço e formas. f) promover momentos de reflexão sobre trabalho em equipe e convivência pacífica em ambientes de trabalho visando resolução de conflitos;

Acessibilidade

A acessibilidade aos museus está prevista na legislação vigente no território nacional, assim como em normas, declarações, recomendações e tratados internacionais. De modo especial, o tema está presente no Estatuto de Museus, Lei no 11.904, de 14 de janeiro de 2009, que “institui o Estatuto de Museus e dá outras providências”, considera como um dos princípios fundamentais dos museus “a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural” (inciso V do artigo 2o). A democratização e o acesso aos códigos culturais, bem como a produção de códigos culturais de ampla circulação para além da territorialidade restrita de determinados grupos sociais, constituem um desafio extraordinário para a acessibilidade museal. Uma das diretrizes prioritárias aprovadas durante o 4o Fórum Nacional de Museus e incorporada ao PNSM (Plano Nacional Setorial de Museus) aponta para a necessidade de se “estabelecer uma política de acessibilidade universal para museus e centros culturais”, outro ponto de destaque no PNSM é a aprovação, no eixo temático “Cultura, Cidade e Cidadania”, de uma estratégia que recomenda “incrementar ações voltadas à garantia do direito à acessibilidade cognitiva, sensorial e motora para toda a população, sendo essa uma prioridade que reflete a dignidade humana frente ao patrimônio”. O que dá sentido à preservação é a comunicação. Preserva-se com objetivo de comunicar, com a finalidade de educação e laser; preserva-se para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Assim, pode-se dizer que, além de preservar, é fundamental garantir o acesso, garantir a acessibilidade como um direito de cidadania. O Caderno Museológico Acessibilidade a Museus constitui uma destacada contribuição para a adaptação das práticas, das instituições e dos espaços museais brasileiros de forma a torná-los acessíveis a todos. A Constituição Brasileira de 1988 adotou o termo “pessoas portadoras de deficiência”, caracterizando que a deficiência está na pessoa, mas não é a pessoa. Atualmente, a expressão “pessoa com deficiência”, ao ressaltar o conceito de pessoa, diminui o preconceito gerado por uma abordagem que reduzia a pessoa à sua deficiência e assim caracterizava esse grupo de indivíduos que portavam algo. Adaptações previstas no Produto Final, Bem Imóvel - Restauração / Preservação Patrimônio Cultural Restauração de Patrimônio Material: inclui todos os espaços. Produto Curso, Oficinas e estágio e produto Contrapartida, intérprete de Libras previsto. Banheiros adaptados. Assentos para obesos. RAMPAS /CORRIMÃOS - Para vencer os desníveis são previstas rampas. Os corrimãos, em duas alturas, serão contínuos, sem interrupções nos patamares, acabamentos curvos nas extremidades. ENTRADAS E PORTAS - A largura mínima de portas de entrada é de 1,40m, já que elas atendem a locais que podem receber grande numero de pessoas. As portas internas da edificação vão permitir que todas as pessoas possam circular livremente e com autonomia. LARGURA MÍNIMA DE ENTRADAS SEM PORTAS – Vai ser de 0,90m, o que permite a passagem de apenas uma cadeira de rodas ou um portador de deficiência visual.Serão utilizados sensores de presença. RECEPÇÃO - É onde se estabelece o primeiro contato, parada e informação. Assim, requer cuidados arquitetônicos e de serviços. O atendimento deve ser oferecido em área tranquila, que forneça boa audição e inteligibilidade; foi pensado um espaço próprio para essa estrutura isolando a mesma das salas de exposição, para que os barulhos relacionados aos agrupamentos – de escolares e turistas, por exemplo – e a espera, não perturbem os visitantes nas salas. O balcão de atendimento possui um dos lados acessíveis que é uma altura adequada para todos os usuários, inclusive para pessoas com deficiência em cadeira de rodas. Esse balcão possui altura inferior a 0,85m (face superior) e superior a 0,73m (face inferior). PISOS - Os pisos dos caminhos e percursos no interior de um museu serão fixos, não derrapantes e sem qualquer obstáculo na rota que se deseja percorrer. Na Estação Ciência foram criados eixos de circulação com espaços de, no mínimo, 0,90m de largura. SINALIZAÇÃO - A sinalização contempla um conjunto de informações destinadas à orientação do visitante, permitindo-lhe tomar decisões acerca do seu percurso nas sucessivas situações pontuais com as quais se defronte. Assim, as principais informações serão compostas por sinalização clara e direta, composta por linguagem escrita, braile e como pictogramas de uso comum, alguns desses também táteis. TEXTOS -Foram evitados suportes transparentes, brilhantes ou refletores, pois nestes é frequente a falta de contraste, o que dificulta a leitura. Buscou-se o máximo de contraste entre as tintas e os suportes. As informações foram padronizadas, adotando-se, na medida do possível, as siglas ou pictogramas convencionais. PLACAS INFORMATIVAS - Vão ser colocadas o mais próximo possível da área permitida de aproximação da obra ou objeto correspondente. Caso contrário, colocá-la o mais perto possível do lugar de observação, tendo o cuidado de evitar qualquer confusão com outros elementos expostos. O SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSO - Estes símbolos estarão aparentes nos equipamentos acessíveis ao público, localizados em locais de fácil visualização pelo visitante do museu. Além de estarem sinalizadas as entradas, rampas, sanitários, equipamentos especiais para o uso de pessoas com deficiência, saídas de emergência e outros ambientes acessíveis ou elementos que atendam às necessidades de pessoas com deficiência. BRAILLE E FIGURAS EM ALTO-RELEVO - Serão utilizados em caso de imagens e textos plotados. As informações em braille serão posicionadas de maneira que possam possibilitar a leitura de todos os visitantes do museu: idosos, adultos sentados ou em pé, pessoas em cadeira de rodas ou com muletas, crianças, pessoas com deficiência sensorial etc. OBJETOS INTERATIVOS – Os objetos que podem ser tocados vão estar dentro da zona de alcance gestual comum ao conjunto de visitantes, ou seja, entre 0,80m e 1,40m. Obras táteis são fundamentais para as pessoas com deficiência visual, causando um prazer muito grande na sua experiência de visita a um museu. ÁUDIO DESCRIÇÃO - Estes recursos serão usados no caso de textos e imagens em meio digital e audiovisual, para que pessoas com deficiência visual possam usufruir de maneira plena das informações oferecidas. LEGENDA EM TODOS OS AUDIOVISUAIS – Todos os vídeos que tem a presença de diálogos serão legendados para permitir a acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. MEDIADORES - Serão previstos mediadores que dominem outros idiomas além do português, a audiodescrição e a linguagem de sinais (Libras). As adaptações feitas no projeto Museu do Carmo buscam a acessibilidade, fornecendo ao espaço um sentido na fruição e no desfrute do bem cultural. A garantia do acesso de todos e inclusão da diversidade humana no usufruto igualitário do espaço proporciona satisfação, liberdade e segurança. Optou-se por não colocação de piso tátil por ser um circuito bastante plano e não muito longo, supervisionado por mediadores, o que torna a locomoção de pessoas, com níveis diferenciados de visão, mais facilitada. Também atende a uma solicitação dos órgãos de patrimônio quanto à preservar o máximo possível as características do monumento. Falas de apresentação pública- serão disponibilizados dispositivos de audio com narração para deficientes visuais e painel com legendagem para deficientes auditivos. Apostilas serão disponibilizadas em áudio-book.Os custos dessas ações de acessibilidade referentes às apostilas e a apresentação em audio não gerarão custos para o projeto em si, pois serão realizadas por voluntários da propria Província Carmelitana de Santo Elias em ato de solidariedade cristã.

Democratização do acesso

Os proponentes do projeto de Restauração do Convento e Museu do Carmo entendem que os museus, enquanto espaço de educação, de formação cidadã e de comunicação, se propõem a fazer o exercício da democracia participativa nas diversas etapas de execução de seus projetos. Por reconhecer que o acesso, aos espaços de cultura e de memória, também é um direito de todos e que a inclusão de segmentos sociais menos favorecidos ainda é um desafio local e nacional, o Museu do Carmo irá funcionar de forma gratuita, portanto não haverá venda de tickets para ingresso. O Museu tem previsão de manter um programa específico de mobilização com horário estendido possibilitando aos trabalhadores de outros setores, públicos e privados, a possibilidade de visitação. Essa será uma das ações básicas para a formação de público. O Museu do Carmo prevê o desenvolvimento de ações para diminuir os indicadores nacionais de pouca visitação aos monumentos históricos e formar e fidelizar o público frequentador, seja por não cobrar a entrada, ou na promoção junto aos parceiros locais e poder público, de ações para estimular a visita e valorização do patrimônio para público-alvo, a saber: estudantes das escolas públicas e particulares, moradores de bairros da região metropolitana e de bairros populares, privilegiando parcela do público que tem menos acesso à sua história e cultura. A meta é propiciar a oferta do bem patrimonial, como importante estratégia para que os indivíduos possam participar da vida cultural, formando o seu próprio “capital simbólico”. Com uma metodologia para conceber e alimentar a frequência ao Museu de forma participativa, como espaço construído em conjunto com a sociedade local, coletando fotos, imagens, depoimentos e informações diversificadas, a instituição cultural ainda prevê dar oportunidade para que os diferentes agentes culturais e sociais tenham vez e voz na construção dos dados e do acervo, com suas perspectivas, seus conhecimentos diversificados sobre a região urbana. Os eventos culturais e corporativos poderão cobrar ingressos dos participantes, mas está sendo elaborada uma política de público com redução de valores por faixa etária, por grupos de interesse, por tipo de evento com legislação específica sobre meia entrada. Da mesma forma, para as publicações do e sobre o Museu do Carmo haverá reduções de preços, inseridas na mesma politica de democratização de acesso. Palestra de apresentação pública - Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania serão disponibilizados, na Internet, registros audiovisuais das palestras de apresentação pública do projeto do Carmo à comunidade local e nacional, bem como as exposições do Museu, tanto a permanente quanto as temporárias e de outros eventos de carater presencial, sem prejuizo do disposto no & 2º do Artigo 22. As equipes pedagógica e de comunicação deverão trabalhar em sintonia para divulgarem em várias midias o Convento do Carmo na qualidade de monumento nacional tombado assim como o Museu de arte sagrada e suas atividades educativas e culturais. Quanto ao Produto Curso, oficinas, estágio a ser oferecidos a jovens aprendizes dentro do futuro Centro Educativo de Restauro, estima-se que seja possivel realizar convênios de cooperação técnica, científica e cultural com as universidades baianas para que tais cursos de formação em noções básicas de conservação e de restauração de bens móveis e imoveis do patrimônio cultural brasiliero sejam oferecidos no âmbito dos convênios, a exemplo do que já ocorreu com a Escola Oficina que existiu durante anos , em regime de cooperação entre a Universidade Federal da Bahia, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia e a Espanha. Tais cursos, oficinas e estágios pretendem ter como público alvo jovens aprendizes de ofícios específicos (marceneiros, carpinteiros, pedreiros de cantaria, ferreiros, vidraceiros, encanadores , pintores, entalhadores, entre outros) oriundos de familias de baixa renda e que possam, com essa formação garantir empregabilidade e renda em canteiros de obras de restauro de parimônio cultural erigido, tanto na Bahia quanto em outros estados do Brasil. aforma de acesso à inscrição nos cursos , oficias e estágios se dará por meio de solicitação de escolas de segundo grau no estado da Bahia, mas principalmenteas escolas sediadas em Salvador, as quais conhecerão as regras e criterios para inscrição, em igualdade de condições de acesso, a partir da divulgação pública na midia impressa e digital. Dessa forma estaremos atendendo aos requisitos da democratização de acesso dos interessados nesse tipo de aprendizagem técnica. Observação: este produto ganhou o nome Curso, Oficinas e Estagios quando na verdade deveria se chamar Produto Centro Educativo de Restauro . Como o sistema não permite que seja inserido um texto pelo proponente, mas sim que o mesmo clique em termos pré-existentes, nós fizemos uma solicitação dentro do proprio Salic para que fosse isncrito esse nome e pudessemos clica-lo. recebemos a resposta: "O proponente deve escolher entre os produtos listados no sistema. Não há como incluir novos produtos. Atenciosamente, Coordenação de admissibilidade". Fizemos a solicitação porque anos atrás era esse o procedimento recomendado pelo MINC, permitindo que as especificidades de cada projeto pudessem ser melhor compreendidas pelos avaliadores. Então, tivemos que escolher os termos que mais se aproximassem do produto que se pretende oferecer ao público, após as obras civis de restauro e de requalificação do bem tombado.

Ficha técnica

Os nomes dos componentes da equipe seguem em ordem alfabética, identificano função e formação: Alberto Fernandes de Souza (frei), sacerdote, Representante da Província Carmelitana de Santo Elias. Função; fiscalização dos anteprojetos que foram elaborados com vistas à captação de recursos para o desenvolvimento do Projeto Executivo. Formação em teologia e estudos cristãos. Frei Renê Vilela, atual gestor do Convento do Carmo em Salvador. Funçao: interlocutor entre as equipes de trabalho que executaram os anteprojetos ora apresentados e a equipe da Provincia que trabalha no referido Convento. Formação em teologia e estudos cristãos. Angela Márcia Andrade, engenheira. Função: responsável pelo acompanhamento e fiscalização técnica, administrativa e financeira das etapas fisicas e gestão do projeto civil durante sua vigência. Formação:Doutoranda em Engenharia Industrial na UFBA. Elabora Manuais de Uso e Manutenção para vários empreendimentos de construção civil em Salvador. Coordena o projeto de Reforma Civil do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Debora Barreto, arquiteta. Função: responsável pelo projeto acústico. Formação: Mestre em Engenharia e Ambientes Acústicos, pela UFBA. Edmara Mattos Mauricio, museóloga e professora de história. Função: Responsável por higienizar as obras que constam do acervo do Museu; conferir o inventário existente produzido pelo IPHAN muitos anos atrás com o que está sendo encontrado nas Reservas Técnicas e atualizá-lo em planilha excel, considerando o acervo diversificado em várias coleções distintas, encontrado em 2018/2019 no Convento do Carmo, Bahia. Formação: Licenciada em história (FTC); bacharel em Museologia (UFBA); especialista em "arte e patrimônio cultural" (Faculdade São Bento da Bahia) e em "educação, pobreza e desigualdade social" (FACED-UFBA). Gianmario Frinardi, restaurador. Função:responsável pelo projeto de restauro dos bens móveis integrados do Convento do Carmo, em especial na Sacristia. Formação: Especialista em restauro de bens móveis e imóveis e em obras de arte sacra. Desenvolveu trabalhos na Catedral Basílica de Salvador, no Convento de Cayru, no Instituto Feminino da Bahia. Ministra cursos de Formação para auxiliares de Restauro e estudantes de Belas Artes, em Minas Gerais, São Paulo e Bahia. Importante destacar que enviou o projeto de restauro apenas da Sacristia para a Lei de Incentivo Fiscal, foi aprovado e está em fase da captação de recursos específicos em valor menor do que R$400.000,00 (quatrocentos mil reais). Heloisa Helena Fernandes Gonçalves da Costa, museóloga. Função: responsável pelo projeto de revitalização museológica e museográfica do Museu do Carmo. Formação: Titular em museologia, professora doutora aposentada do Curso de Graduação em Museologia da UFBA e do Programa de Pós-Graduação em Museologia/mestrado da UFBA; professora visitante e colaboradora ativa no Programa de Pós -Graduação em Patrimônio Cultural/Mestrado e Doutorado da UFSM/RS e Mestrado em Gestão de Cidades Patrimoniais da Universidade Politécnica de Valencia/Espanha. Membro fundador do Fórum Unesco Universidades e Patrimônio (desde 1996). Curadora de exposições nacionais e internacionais de arte, antropologia, ciências físicas e tecnologia. Especialista em Gestão de Cidades Patrimônio. Implantou e dirigiu o Museu Geológico da Bahia. Foi Diretora Geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia/IPAC. Foi Mordoma da Santa Casa de Misericórdia da Bahia e presidente do Conselho de Cultura da mesma, de 1994 a 2016. É Consultora de várias instituições nacionais e internacionais de preservação de patrimônio cultural , tendo coordenado (2018/2019) o projeto de criação e de implantação da Estação Ciência do SESI, em Salvador. Coordenou em 2019 a equipe que elaborou e que está implantand, em 2020, o Museu do Mar Aleixo Belov no Centro Antigo de Salvador, em área tomabda como Patrimônio da Humanidade, a saber a praça Santo Antonio Além do Carmo. Irene Soares Santino, museóloga. Função: responsável pela elaboração de cursos para formação contínua e /ou treinamentos específicos, todos relacionados com a história e a arquitetura do Convento e Museu do Carmo e seu acervo. Graduada pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduada em Patrimônio Cultural e Artes, pela Faculdade São Bento. Foi Secretária de Educação em Vitória da Conquista e tem atuado como Coordenadora Pedagógica dos cursos oferecidos nas unidades da Caixa Cultural em Salvador e Recife, sobre Conservação Preventiva e noções básicas de restauração, sob o titulo Guardar na memória e salvar com ações. José Dionísio A. Neto, engenheiro. Função: responsável pelo projeto de áudio e video. Formação: Engenharia Civil na UFBA, especialização em tecnologias eletrônicas de comunicação. Participou prestando serviços similares nos projetos do Museu do Futebol e Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo e do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Julio Maia, restaurador. Função: responsável pela restauração de bens móveis integrados, sendo parceiro de Gianmario Frinardi nas atividades de restauro. Formação: Artes Plásticas e Restauro, Escola de Belas Artes, UFBA. Luiz Humberto Carvalho, arquiteto. Função: responsável pelo projeto arquitetônico do Convento do Carmo. Formação: graduado em Arquitetura na UFBA. Algumas obras relevantes e similares: IGREJA MATRIZ DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO E SANTA'ANA - Restauração e reforma, Largo de Santana, s/n, Nazaré- Salvador - Bahia - Área - 868,61m2; MUSEU DA LUZ - Projeto: Casa Cor Bahia 2010-Salvador; INSTITUTO DE HOSPITALIDADE, Projeto Portal da Misericórdia - Salvador- Bahia; MONUMENTO MARIA QUITÉRIA, Feira de Santana – BA; Santa Casa de Misericórdia da Bahia, fazendo parte do Conselho de Cultura da mesma. Marco Aurélio Jardim da Costa, engenheiro. Função: proponente e responsável pela Coordenação Geral do Projeto. Importante esclarecer que o proponente realizará a função de Coordenador Geral no projeto, sendo também responsável pela total gestão administrativa e financeira do mesmo, tendo sua remuneração prevista na rubrica Coordenação Geral, registrada na etapa de Pré-Produção e estendendo-se durante todo o período de produção/execução e pós-produção do projeto. A engenheira Angela Márcia Andrade acompanhará o trabalho do proponente, sendo responsável pelo acompanhamento e fiscalização técnica, administrativa e financeira das etapas físicas da obra civil e gestão do projeto civil durante sua vigência. Formação: Engenharia na Escola de Minas de Ouro Preto; especialização em Economia e Gestão de Empresas na Fundação Getulio Vargas, RJ. Mario Sergio, engenheiro.Função: responsável pelo projeto de climatização em todas as áreas em que essa está prevista, em acordo com as determinações do IPHAN. Formação: Engenharia Civil, UFBA. Sandra Tanajura Moreira Galeffi, museologa, administradora. Função: Responsável por digitalizar o inventário desde 2019 e por elaborar projetos de exposições temporárias temáticas para o Museu que será reaberto ao público. Formação: bacharel em administração (UNIFACS) , bacharel em Museologia (UFBA), especialista em Marketing (UNIFACS) e em Arte, Moda e Contemporaneidades (UNIFACS). Tereza Paim, engenheira. Função: responsável por coordenar as atividades ligadas ao planejamento de ações integradas entre o Convento, o Museu do Carmo e possíveis parceiros patrocinadores. Formação: Engenharia Eletrica na UFBA; (UFBA), empresária da área de entretenimento e gastronomia (Casa de Tereza, em Salvador). Thales de Azevedo, engenheiro eletricista. Função: responsável pelos projetos de instalações prediais do Convento do Carmo. Formação: Engenharia elétrica pela UFBA. Com um amplo curiculo de serviços em Salvador, na Bahia e em poutros esatdos barsieliros, atua também no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e em inúmeros edifícios empresariais e públicos em Salvador.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.