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Plano Anual dos Museus Castro Maya para 2021, contemplando as áreas de artes visuais, propondo uma programação cultural, ações educativas, divulgação, e manutenção do equipamento cultural, visa dar continuidade à melhoria da qualidade e a diversificação das atividades oferecidas à população e visitantes.
Não se aplica.
OBJETIVO GERALA filosofia dos Museus da Chácara do Céu e do Açude foi elaborada a partir da ampliação do conceito de patrimônio - que atualmente inclui, além dos bens móveis e imóveis de valor histórico e artístico, o meio ambiente e os chamados bens não tangíveis, da moderna teoria museológica, que considera como principais responsabilidades dos museus a Preservação-Pesquisa-Educação-Comunicação. OBJETIVOS ESPECÍFICOSI. Ações programadas para o Museu do Açude:(1.1) Instalação temporária de arte contemporânea para o circuito ao ar livre_ duração 06 meses;II. Ações programadas para o Museu Chácara do Céu:(2.1) 02 Exposições ?Os Amigos da Gravura? _ duração 05 meses cada;(2.2) Exposição ?Reler Debret? _ duração 04 meses.(2.3) Exposição ?Coleção Castro Maya- Novas aquisições em destaque? _ duração 04 meses.
Criada em 22 de março de 1991, a Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya tem como finalidade principal promover o aprimoramento e o desenvolvimento das atividades dos Museus Castro Maya - Museu Chácara do Céu e Museu do Açude -, e contribuir para ampliar ações junto à população. Por este motivo, faz parte do Plano Anual a implementação de ações que visam dinamizar, democratizar e tornar o espaço museal uma ferramenta de integração com as comunidades nas quais está situado, reforça também, a estratégia de dar continuidade à proposta de relacionar arte contemporânea com o meio ambiente em uma instituição pública. Para o Museu da Chácara do Céu, a excelência do seu acervo artístico e iconográfico conduz ao compromisso básico com a fruição estética. O caráter original de residência foi mantido, buscando-se preservar a disposição da sala de jantar e da biblioteca e reservar outros espaços para exposições temporárias do acervo, priorizando assim colocar o maior número possível de peças ao alcance do público. Cabe a esse museu desenvolver e apoiar atividades educativas, exposições, eventos e pesquisas que apresentem a arte e a cidade em sua relação de mútua dependência. Dessa forma, a prática de difusão cultural alcança a dimensão política de reflexão e desenvolvimento da cidadania. Para o Museu do Açude estabeleceu-se o trinômio Museu-Natureza-Cidade, justificado não apenas pelo aspecto óbvio de sua localização na Floresta da Tijuca, como também, e, sobretudo, pelos nexos históricos de Castro Maya com a Floresta e pela atualidade da questão da preservação do patrimônio natural. Sendo o museu um fato tipicamente urbano, nada mais apropriado do que refletir sobre essa floresta urbana, remodelada por seu patrono em 1943, como mais um elemento da complexa cidade do Rio de Janeiro que, segundo mostram as obras dos viajantes que Castro Maya colecionou, inclui, desde o século XVIII, a natureza em seus contornos urbanos. Sobre os Museus Castro Maya Os Museus Castro Maya_Museu do Açude, no Alto da Boa Vista e o Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa _ foram residências de Castro Maya por ele doadas à Fundação que levava seu nome, criada em 1963 e extinta em 1983, quando ambos os museus foram incorporados ao governo brasileiro e hoje integram o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), do Ministério da Cultura. Os prédios, acervos e parques dos Museus Castro Maya foram tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1974. A adaptação das residências às necessidades dos espaços museológicos públicos é um processo contínuo e considera as especificidades da tipologia dos Museus-Casa. Por esse motivo, nos Museus Castro Maya existem alguns cômodos mobiliados e ambientados que preservam o caráter de moradia dos espaços. O Museu da Chácara do Céu exibe coleções de arte de diversos períodos, e de diferentes origens, livros raros, mobiliário e artes decorativas, distribuídas em uma casa com três pavimentos. A casa em Santa Teresa, conhecida desde 1876 como Chácara do Céu, foi herdada por Castro Maya em 1936. Foi demolida em 1954 e em seu lugar o arquiteto Wladimir Alves de Souza projetou uma residência com características modernas integrada aos jardins que permitem uma magnífica vista da cidade do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara. Hoje, além das exposições de longa duração e temporárias, o museu mantém dois cômodos originalmente mobiliados e ambientados, a fim de preservar o caráter de residência do local. O Museu do Açude exibe as coleções de azulejaria e louça do Porto, arte oriental e artes aplicadas. A propriedade do Alto da Boa Vista foi adquirida em 1913 e reformada nos anos de 1920. Está localizada em meio à Floresta da Tijuca, numa área de 151.132m², que compreende quatro edifícios. O Museu do Açude foi criado em 1964, e a partir dos anos 1990 adota a perspectiva de patrimônio integral, aliando o patrimônio cultural ao natural. A solicitação de apoio ao Plano Anual dos Museus Castro Maya junto à SEFIC, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura ampliando o acesso às suas coleções. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
I. Ações programadas para o Museu do Açude:(1.1) instalação temporária de arte contemporânea para o circuito ao ar livre.A partir de 1999, o Museu do Açude começou a constituir seu Circuito de Arte Contemporânea ao ar livre, com obras que apontam diversos caminhos para lidar com a relação entre arte e meio ambiente. É composto atualmente de obras de renomados artistas brasileiros como Hélio Oiticica, Lygia Pape, Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, José Resende, Waltercio Caldas, Angelo Venosa, Nuno Ramos, Eduardo Coimbra e Piotr Uklansky, concebidas especialmente para o Museu.Em 2012 passou a contar também com projetos temporários que têm reafirmado a inesgotável capacidade criativa dos artistas quando provocados a lidar com a paisagem florestal do parque do Museu do Açude. O território da Mata Atlântica é, sem dúvida, desafiador por suas características de espaço expositivo não convencional e os fatores ambientais a serem considerados são inúmeros e complexos. Dessa experiência já tomaram parte Carla Guagliardi, João Modé, Ricardo Ventura, Tatiana Grinberg, Carlos Vergara, Gabriela Machado, Marcelo Jacome e Elizabeth Jobim.No período, planeja-se a execução de mais uma instalação a permanecer no parque do museu por um período mínimo de 180 dias.II. Ações programadas para o Museu Chácara do Céu:(2.1) Exposições ?Os Amigos da Gravura?O Projeto Os Amigos da Gravura foi iniciado em 1952 por Raymundo Castro Maya, dando continuidade ao clube de colecionadores da Água Forte, iniciativa de seu pai. Por mais de 10 anos, o colecionador editou um conjunto expressivo de obras gráficas de artistas, tais como: Oswaldo Goeldi, Fayga Ostrower, Lívio Abramo e Geza Heller. O projeto foi retomado em 1992 pela Associação Cultural de Amigos dos Museus Castro Maya, e desde então, anualmente, são convidados artistas plásticos a lançar uma tiragem de 61 exemplares, assim distribuídos: 50 para projeto Os Amigos da Gravura; 10 provas de artista e 01 prova para o impressor. O projeto prevê ainda mostras de artes visuais no Museu Chácara do Céu, a serem inauguradas no próprio museu no dia do lançamento da gravura, abertas por um período mínimo de 90 dias. No período, pretendemos a realização de duas edições. (2.2) Exposição ?Reler Debret?O brasileiro, de forma geral, vê o passado pelos olhos de Jean-Baptiste Debret. A iconografia do Brasil no período de transição de um modo de vida colonial para o de Nação independente é monopolizada pelo retrato criado por ele através dos desenhos e aquarelas produzidos durante sua estada na Corte do Rio de Janeiro, entre 1816-1831. O fascínio exercido pela representação de Brasil composta pelo pintor francês alcança também artistas contemporâneos que usam esse estoque de imagens como matéria prima. Esta proposta de exposição temporária enfoca a pertinência e os usos de Debret no vocabulário imagético atual.Os cariocas Claudia Hersz, Zemog e o italiano radicado no Rio Valério Montani serão convidados a expor juntos seus trabalhos que lidam com o passado revisitado. Na mesma sala as aquarelas originais de Debret pertencentes aos Museus Castro Maya estarão presentes oferecendo um paralelo de confrontação com as releituras contemporâneas. (2.3) Exposição ?Coleção Castro Maya- Novas aquisições em destaque’ A coleção Castro Maya foi formada a partir da acumulação de peças no seio de uma família e os Museus Castro Maya devem sua existência à doação ao público por parte de Raymundo de Castro Maya de todo o seu acervo. Após a morte do patrono, em 1968, a coleção passou a crescer num ritmo bem mais brando, beneficiando-se exclusivamente de doações ocasionais e obras de arte contemporânea criadas para os museus através dos projetos ?Os Amigos da Gravura? e Circuito de Arte Contemporânea ao ar livre do Museu do Açude. Recentemente, porém, deu-se a entrada na instituição de um número considerável de obras advindas de doações particulares e institucionais, bem como aquelas provenientes do contrato de parceria firmado entre o Ibram e a Receita Federal para a destinação de bens confiscados.Os Museus Castro Maya almejam exibir para o público esses novos elementos da coleção, lançando luz sobre as relações que podem ser tecidas entre eles e as peças da coleção original.III. Manutenção dos equipamentos culturais(3.1) Manutenção de exposições de acervo – conservação de obras, troca de sistema de iluminação, revisão do sistema de segurança, entre outros serviços e materiais;(3.2) Manutenção predial - reparos e manutenção de telhado, portas, contenção de encostas, pinturas, sistema hidráulico e elétrico, manutenção dos jardins, entre outros serviços e materiais; (3.3) Manutenção do sítio internet, divulgação das atividades e gestão administrativa.IV. PublicaçõesCatálogo ?Reler Debret? (capa + 80 páginas): Capa: Formato Aberto (incluindo lombada e orelhas): 81 x 25,5 cm; Formato Fechado: 21 x 25,5 cm, Impressão: 4/1, Papel: Duo design 300gr/m2, Miolo: Formato Aberto: 42 x 25,5 cm, Formato Fechado: 21 x 25,5 cm, Impressão: 4/4, Papel: Couché Matte 170 gr/ m2, Prova de cor de capa e miolo, Verniz de máquina área total em todas as páginas do miolo, Laminação fosca (frente da capa), Lombada quadrada, corte, vinco, costura e cola. Tiragem: 500 exemplares.Publicação do Mini catálogo ?Os Museus Castro Maya, vols. 1 e 2: o ?Museu da Chácara do Céu? e o ?Museu do Açude? (português/inglês)O catálogo dos Museus Castro Maya encontra-se esgotado há muitos anos, privando os visitantes, pesquisadores e interessados em geral da possibilidade de contar com uma publicação contendo informação e imagens da instituição e suas coleções.- Mini catálogo ?Os Museus Castro Maya, vol.1: o Museu da Chácara do Céu?Apresenta de forma concisa a história do museu da Chácara do Céu, de seu patrono e destaca em textos e fotos algumas peças chaves da coleção. - Mini catálogo ?Os Museus Castro Maya, vol.2: o Museu do Açude?Apresenta de forma concisa a história do Museu do Açude, de seu patrono e destacando em texto e imagens algumas peças chaves da coleção. A edição bilíngue (português/inglês) tem como objetivo o alcance do turista estrangeiro que representa um grande contingente de nosso público visitante.
ACESSIBILIDADE FÍSICA (todos os PRODUTOS): O Museu da Chácara do Céu possui elevador de acesso e o Museu do Açude tem 95% de seu acervo exposto em áreas acessíveis, permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida às suas dependências. As exposições serão providas de mobiliário e equipamentos adequados à circulação de públicos específicos com deficiência. PLANO ANUAL Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. EXPOSIÇÃO DE ARTE Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS, mediante agendamento prévio. Acessibilidade para deficientes visuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. Incluímos nesta proposta a solicitação de recursos para a sinalização em braille das instalações do Museu da Chácara do Céu e das exposições, e para a construção de novas rampas de acesso para cadeirantes.
PRODUTOS PLANO ANUAL / EXPOSIÇÃO DE ARTE Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.
O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO, e possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados anteriormente com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Diretora: Anna Paola BaptistaHistoriadora, mestre em História da Arte e Design pela UCE-Birmingham, Reino Unido e doutora em História Social pelo IFCS-UFRJ. Realizou diversas exposições como curadora, entre elas ?Tempos de Isabel?, no Arquivo Nacional, ?Encontros da arte abstrata-coleções Sattamini e Castro Maya?, ?Peças de novidade: o universo de Mestre Vitalino?, no Museu da Chácara do Céu, ?Portinari na Coleção Castro Maya?, que itinerou pela Caixa Cultural (Brasília, Salvador e Rio de Janeiro), Museu Oscar Niemeyer, MARGS e Pinacoteca do Estado de São Paulo, ?Debret: viagem ao sul do Brasil?, na Caixa Cultural São Paulo Brasília e Curitiba, ?Carybé ilustrador?, no Sesc Rio-Duque de Caxias, Campos de Goytacazes, Teresópolis, ?Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, no Museu da Chácara do Céu e Museu Lasar Segall, SP, ?O Rio de Janeiro de Debret?, nos espaços Correios de Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. É autora de diversos artigos em revistas especializadas e dos livros ?Castro Maya colecionador de Portinari?, editado em 2003 e ?Quatro décadas com Portinari- Coleção Ana Luiza e Ralph Camargo?, de 2011.Foi Curadora e Coordenadora Técnica dos Museus Castro Maya entre 1998-2021 e Diretora a partir de 2022.Coordenação Técnica: Vivian HortaDoutoranda em Artes Visuais pelo PPGAV/EBA/UFRJ, onde pesquisa a musealização de performances sob orientação do prof. Dr. Ivair Júnior Reinaldim. Mestre pelo mesmo programa, onde desenvolveu pesquisa que resultou na exposição "Coleção Castro Maya: a Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil em Destaque". Atua como museóloga nos Museus Castro Maya-IBRAM, desde 2010, onde ocupou o cargo de Coordenadora de Acervos/Chefe da Divisão de Processos Museológicos entre 2013 e 2022, ano a partir do qual assumiu a Coordenação Técnica da instituição.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.