| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 530,0 mil |
| 59527788000131 | ERNST & YOUNG ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA | 1900-01-01 | R$ 404,7 mil |
| 01858774000110 | BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. | 1900-01-01 | R$ 290,0 mil |
| 03007331000141 | EBAZAR.COM.BR. LTDA | 1900-01-01 | R$ 221,4 mil |
| 48539407000118 | Basf S.A. | 1900-01-01 | R$ 220,0 mil |
| ***176198** | ADRIANA BARBOSA | 1900-01-01 | R$ 138,0 mil |
| 03361252000134 | MERCADOLIVRE.COM ATIVIDADES DE INTERNET LTDA | 1900-01-01 | R$ 28,0 mil |
Este projeto pretende viabilizar a 1ª edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS, com foco na premiação de 100 (cem) trabalhos artísticos realizados por artistas individuais e 50 (cinquenta) por grupos ou coletivos artísticos, num total de 150 (cento e cinquenta) prêmios nas seguintes categorias: Música Instrumental, Artes cênicas, Artes visuais, Literatura, Audiovisual e Patrimônio imaterial. As propostas serão inscritas via edital e avaliadas por uma comissão curatorial. Os selecionados receberão prêmios de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) na categoria individual e R$ 10.000,00 (dez mil reais) na categoria de grupos ou coletivos.
Realização da 1ª edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS, tendo como foco a premiação de 150 (cento e cinquenta) artistas individuais e grupos/coletivos, nas seguintes categorias: Música Instrumental, Artes cênicas, Artes visuais, Literatura, Audiovisual e Patrimônio imaterial. DETALHAMENTO DAS CATEGORIAS E SUBCATEGORIAS: 1. MÚSICA INSTRUMENTAL: serão destinados 50 (cinquenta) prêmios ao todo, sendo 30 (trinta) individuais e 20 (vinte) para grupos/coletivos, nas seguintes subcategorias: 1.1. ÁLBUM (10 individuais e 10 grupos/coletivos): lançamento de álbuns virtuais e/ou prensados (CDs, vinis, cassetes etc.) no período indicado. Esta subcategoria é recomendada para artistas ou grupos/coletivos de música instrumental de quaisquer gêneros ou ritmos, assim como de canto coral e música erudita, não sendo admitidas propostas de música cantada devido às restrições impostas pelo Art. 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 1.2. ESPETÁCULOS E PERFORMANCES (10 individuais e 10 grupos/coletivos): espetáculos, shows, concertos e demais performances digitais ou presenciais estreadas no período indicado. Esta subcategoria é recomendada para artistas ou grupos/coletivos de música instrumental de quaisquer gêneros ou ritmos, assim como de canto coral e música erudita, não sendo admitidas propostas de música cantada devido às restrições impostas pelo Art. 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 1.3. BASTIDORES / TÉCNICA (10 individuais): profissionais técnicos com atuação em álbuns e/ou espetáculos e performances lançados/estreados no período indicado. Esta subcategoria é recomendada para profissionais atuantes na área técnica e/ou artística das produções, tais como: produtores, produtores musicais ou diretores musicais, técnicos de sonorização e iluminação, roadies, cenógrafos, afinadores, camareiros, maquiadores, cenotécnicos etc., com obrigatoriedade de atuação em pelo menos um álbum ou espetáculo/performance lançado/estreado no período. 2. ARTES CÊNICAS: serão destinados 30 (trinta) prêmios ao todo, sendo 20 (vinte) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas seguintes subcategorias: 2.1. ESPETÁCULOS E PERFORMANCES (10 individuais e 10 grupos/coletivos): espetáculos, performances, intervenções e demais formas de exibição pública virtual ou presencial estreadas no período indicado. Esta subcategoria é recomendada para artistas ou grupos/coletivos de circo, dança e teatro, sendo admitidas também propostas de teatro animado, teatro de bonecos e teatro musical, além de múltiplas linguagens cênicas. 2.2. BASTIDORES / TÉCNICA (10 individuais): profissionais técnicos com atuação em espetáculos, performances, intervenções e demais formas de exibição pública virtual ou presencial estradas no período indicado. Esta subcategoria é recomendada para profissionais atuantes na área técnica e/ou artística das produções, tais como: diretores, produtores, dramaturgos, técnicos de sonorização e iluminação, contra-regras, cenógrafos, camareiros, maquiadores, cenotécnicos etc., com obrigatoriedade de atuação em pelo menos um espetáculo/performance estreado no período. 3. ARTES VISUAIS: serão destinados 30 (trinta) prêmios ao todo, sendo 20 (vinte) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas seguintes subcategorias: 3.1. EXPOSIÇÕES E INSTALAÇÕES (10 individuais e 5 coletivas): exposições, instalações, performances, murais e demais formas de exibição pública virtual ou presencial estreadas/lançadas no período indicado. Esta categoria é recomendada para artistas e/ou grupos/coletivos que possuam trabalhos relacionados (mas não restritos) às seguintes formas de expressão: pintura, gravura, fotografia, escultura, grafite, lambe-lambe, muralismo, instalação, performances, videoarte etc. 3.2. HQs E QUADRINHOS (10 individuais e 5 coletivas): publicações (impressas ou virtuais) lançadas no período indicado. Esta categoria é recomendada para artistas e/ou grupos/coletivos que tenham lançados trabalhos que reúnam artes visuais e literatura nos formatos HQ e Quadrinhos, sem restrições de temáticas. 4. LITERATURA: serão destinados 20 (vinte) prêmios ao todo, sendo 10 (dez) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas seguintes subcategorias: 4.1. PUBLICAÇÕES (10 individuais): publicações (impressas ou virtuais) lançadas no período indicado. Esta categoria é recomendada para artistas individuais que tenham lançado trabalhos de ficção (poesia ou prosa), sem quantidade mínima de páginas. Não serão aceitas publicações de caráter técnico, biografias ou conteúdos de ofensa religiosa ou preconceito de gênero, etnia ou classe social. 4.1. SARAUS (10 grupos/coletivos): realização de saraus literários no período indicado. Esta categoria é recomendada para grupos/coletivos que tenham trabalhos frequentes de saraus, com quantidade mínima de 5 (cinco) edições no período. 5. AUDIOVISUAL: serão destinados 10 (dez) prêmios individuais ao todo, na seguinte subcategoria (única): 5.1. CURTAS E MÉDIAS-METRAGENS (10 individuais): obras audiovisuais lançadas no período indicado. Esta categoria é recomendada para diretores e/ou cineastas com lançamento de curtas ou médias-metragens no período indicado, sendo admitidas obras com mais de um diretor. No ato da inscrição, o proponente deverá informar se trata de apenas um ou mais diretores envolvidos. Não serão aceitas produções de caráter tecnicista ou conteúdos de ofensa religiosa ou preconceito de gênero, etnia ou classe social. 6. PATRIMÔNIO IMATERIAL: serão destinados 10 (dez) prêmios individuais ao todo, na seguinte subcategoria (única): 6.1. AÇÕES DE DESTAQUE (10 individuais): ações (presenciais ou digitais) realizadas por artistas, técnicos e demais profissionais que se destacarem com ações de preservação, salvaguarda, educação patrimonial e capacitação em áreas relacionadas exclusivamente ao Patrimônio imaterial. Obs: o detalhamento das informações e das categorias segue na minuta do Edital.
Este projeto pretende viabilizar a 1ª edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS, com foco na premiação de 100 (cem) trabalhos artísticos realizados por artistas individuais e 50 (cinquenta) por grupos ou coletivos artísticos, num total de 150 (cento e cinquenta) prêmios. Serão admitidas inscrições de trabalhos artísticos estreados em 2019 até 2020 por artistas negros individuais (solo) ou grupos/coletivos protagonizados por negros, sendo limitada a uma inscrição por artista, grupo ou coletivo. Para as inscrições, será publicado um edital por meio da plataforma Prosas (www.prosas.com.br) e os interessados deverão enviar todas as informações e conteúdos relacionados a cada categoria.As propostas serão avaliadas por uma comissão curatorial e os artistas individuais selecionados receberão prêmios de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), enquanto os grupos/coletivos receberão R$ 10.000,00 (dez mil reais), conforme categorias e subcategorias abaixo relacionadas:a) MÚSICA INSTRUMENTAL: serão destinados 50 (cinquenta) prêmios ao todo, sendo 30 (trinta) individuais e 20 (vinte) para grupos/coletivos, nas subcategorias ÁLBUM (10 individuais e 10 grupos/coletivos), ESPETÁCULOS E PERFORMANCES (10 individuais e 10 grupos/coletivos) e BASTIDORES / TÉCNICA (10 individuais); b) ARTES CÊNICAS: serão destinados 30 (trinta) prêmios ao todo, sendo 20 (vinte) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas subcategorias ESPETÁCULOS E PERFORMANCES (10 individuais e 10 grupos/coletivos) e BASTIDORES / TÉCNICA (10 individuais); c) ARTES VISUAIS: serão destinados 30 (trinta) prêmios ao todo, sendo 20 (vinte) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas subcategorias EXPOSIÇÕES E INSTALAÇÕES (10 individuais e 5 coletivas) e HQs E QUADRINHOS (10 individuais e 5 coletivas); d) LITERATURA: serão destinados 20 (vinte) prêmios ao todo, sendo 10 (dez) individuais e 10 (dez) para grupos/coletivos, nas subcategorias PUBLICAÇÕES (10 individuais) e SARAUS (10 grupos/coletivos); e) AUDIOVISUAL: serão destinados 10 (dez) prêmios ao todo, na subcategoria CURTAS E MÉDIAS-METRAGENS (10 individuais); f) PATRIMÔNIO IMATERIAL: serão destinados 10 (dez) prêmios ao todo, na subcategoria AÇÕES DE DESTAQUE (10 individuais).OBS: o detalhamento de cada categoria se encontra no campo ?Sinopse da obra? e junto à minuta do Edital. OBJETIVO PRINCIPAL:Viabilizar a 1ª edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS com etapas de premiação a acontecer presencialmente em Fortaleza (CE) e São Paulo (SP), foco na premiação de 150 (cento e cinquenta) artistas e grupos/coletivos, nas seguintes categorias: Música Instrumental, Artes cênicas, Artes visuais, Literatura, Audiovisual e Patrimônio imaterial.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:a) Realizar um processo amplo e gratuito de inscrições, por meio da plataforma Prosas (www.prosas.com.br), incluindo linguagem simples e formulário amplamente acessível, desburocratizado e flexível;b) Divulgar as inscrições para o maior número possível de artistas individuais e grupos/coletivos protagonizados por negros no Brasil, sem restrição quanto à territorialidade para participação, ou seja, sendo permitida a inscrição por artistas e grupos/coletivos de todo o território nacional;c) Premiar 100 (cem) artistas individuais com o valor total de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e 50 (cinquenta) grupos/coletivos com o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), por meio das categorias e subcategorias admitidas pelo edital;d) Garantir a pluralidade do resultado e uma maior democratização do acesso aos recursos, por meio da delimitação mínima de 50% (cinquenta por cento) dos prêmios para as artistas mulheres (ou grupos/coletivos protagonizados por mulheres), assim como premiação de pelo menos 1 (um) artista ou grupo/coletivo de cada região do Brasil;e) Reconhecer artistas e grupos/coletivos com atuação expressiva nos últimos dois anos (2019 e 2020) no território nacional, considerando-se o desde o período pré-pandemia até produções realizadas durante o período de isolamento social ocasionado pelo Covid-19; f) Contribuir com a movimentação da cadeia produtiva da cultura e das artes, nos setores contemplados pelo projeto, ofertando premiações a artistas e grupos/coletivos negros que, assim como a maioria da classe artística brasileira, se encontra em período de dificuldades para atuação profissional;g) Contratar o serviço de Direção Artística, responsável por coordenar todo o processo artístico-cultural do projeto, bem como por coordenar diretamente o trabalho dos integrantes da Comissão Curatorial de Seleção;h) Realizar, a título de democratização do acesso (Art. 21, inciso V da IN 02/2019), o mínimo de 3 (três) lives em redes sociais, com instruções sobre o processo de inscrição e participação no prêmio, sem prejuízo da proposta de contrapartida social apresentada;i) Realizar, a título de contrapartida social (Art. 22, § 2° da IN 02/2019), 10 (dez) masterclasses em escolas públicas municipais e estaduais da cidade de São Paulo/SP;?j) Realizar dois eventos presenciais de premiação com participação da Diretora Artística do projeto e da Comissão Curatorial para anúncio dos premiados. O evento será realizado em duas etapas, sendo uma em Fortaleza (CE) e outra em São Paulo (SP), bem como será transmitido via Youtube, com previsão de quatro horas de duração, onde será apresentado um histórico da premiação (criação do edital, quantidade de inscritos, dados e estatísticas, dificultadores e facilitadores da seleção, dentre outras questões pertinentes ao Prêmio).
Em 2002, Adriana Barbosa se encontrava desempregada e buscava uma forma de ganhar dinheiro. Resolveu então, junto com uma amiga, criar um brechó onde vendia peças de roupas que não usava mais. O negócio foi bem sucedido e, em pouco tempo, começou a visitar várias feiras vendendo seus produtos, até que, numa dessas ocasiões, acabou sofrendo um arrastão e perdeu grande parte de seu investimento. Ao invés de se deixar abater, Adriana teve a ideia de criar a própria feira, onde não precisaria mais disputar espaço com pessoas brancas e pudesse expor produtos com os quais se identificasse e, mais ainda, onde pudesse envolver produtos feitos por pessoas negras para pessoas negras. Em paralelo, notou que que o bairro Vila Madalena (na zona oeste de São Paulo) estava se tornando palco de muitos eventos de black music, onde a maioria das baladas possuía público e DJs negros, mas nenhuma tinha um proprietário afro-brasileiro. Buscando resolver o problema da falta de protagonismo dos negros em eventos de cultura negra - e juntando a isso à ideia de criar a própria feira -, Adriana lançou, em 2002, a primeira Feira Preta na Praça Benedito Calixto, em São Paulo. Com 40 expositores e cerca de 7 mil visitantes, a feira foi um sucesso. A ideia era produzir um evento que reunisse cultura, produtos e serviços sob a estética afro e, de lá para cá, 20 anos se passaram e já foram realizadas quase 20 edições, com participação de mais de cinco mil artistas e um milhão de pessoas contempladas. Mas, mais do que isto, a Feira Preta deixou de ser apenas um evento anual e se transformou em uma plataforma de desenvolvimento da cultura negra em amplo espectro. Ou seja, a iniciativa teve tamanha exposição e repercussão nacional, que acabou sendo criado o Instituto Feira Preta que, atualmente, toca as suas atividades por meio da Preta Hub, um espaço multigênero, multilinguagem e regado a diversidade e liberdade de expressão, com foco na construção de ações, projetos e programas voltados às mais diversas manifestações artísticas da cultura negra, como literatura, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e culturas populares tradicionais (patrimônio imaterial). Em outras palavras, o que já era considerado "o maior evento de cultura negra da América Latina" cresceu e, hoje, se coloca dentre as instituições de maior representatividade e articulação no país quando o assunto é o protagonismo dos negros na arte. Dessa maneira, o 1° PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS surge justamente no intuito de promover e valorizar ainda mais a cultura negra, difundido conhecimento a respeito de nossa história num momento em que, cada vez mais, a sociedade aponta para uma importância ainda maior da afirmação e do resgate positivo da identidade negra no Brasil. Assim, compreendendo que o momento de pandemia ocasionada pelo Covid-19 trouxe dificuldades para toda a sociedade e, em especial, para a classe artística brasileira - sendo a primeira a ter as atividades paralisadas e, seguramente, a última a retomá-las -, nasce a 1a edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS com o objetivo de reconhecer e premiar artistas, grupos e coletivos negros que tenham se destacado nos últimos anos e, ainda assim, estejam impedidos (total ou parcialmente) de realizarem as suas atividades profissionais nos moldes "tradicionais" do mercado. A proposta, portanto, é premiar as iniciativas lançadas ou estreadas entre 2019 e 2020, contemplando desde o período pré-pandemia até produções realizadas durante o período de isolamento social. Nesse aspecto, o Prêmio surge num momento oportuno para somar esforços junto aos diversos editais e às diversas premiações que já vêm sendo realizadas diretamente pelas esferas municipal, estadual e federal, a exemplo da própria Lei Aldir Blanc. A expectativa é que o prêmio seja gradativamente ampliado, ano após ano, sempre com um enorme diferencial que reside justamente na simplificação de participação no processo. Ou seja, buscamos trazer um edital de linguagem simplificada, propondo a ampla e irrestrita participação pelo maior número de artistas e grupos/coletivos possível, voltando os olhos para que expoentes negros das mais diversas linguagens artísticas consigam não apenas sobreviver, mas, principalmente, terem os seus trabalhos artísticos reconhecidos e manterem a criatividade e a produção durante e depois da pandemia do Covid-19. O projeto se enquadra nos seguintes incisos/objetivos dos Arts. 1° e 3° da Lei 8.313/91: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - priorizar o produto cultural originário do País; - concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: - A minuta do edital do Prêmio segue anexada ao projeto cultural. - O produto principal (Prêmio) foi inserido na Área Música (Segmento: Música Instrumental), pelo fato de haver maior quantidade de prêmios relacionados ao setor (50 prêmios, ao todo). Informamos que, devido às restrições técnicas do Salic, não foi possível reproduzir o Produto Principal "Prêmio" em mais de um segmento, de modo que as premiações dos outros setores pudessem ser detalhadas. Assim, como o Produto Principal "Prêmio" é o único Produto do presente projeto, todos os itens de custo (rubricas) foram vinculados ao Produto Principal. - Todos os setores, as categorias e os tipos de premiação ofertadas pelo projeto cultural estão contempladas diretamente pelo Art. 18 da Lei Federal n° 8.313/1991 (Lei Federal de Incentivo à Cultura / Lei Rouanet) e encontram-se em conformidade com o Anexo IV da Instrução Normativa 02/2019. - A quantidade de premiados de todo os setores contemplados está detalhada em diversos campos do formulário de inscrição, em especial na Sinopse da Obra e na minuta do Edital do Prêmio. DILIGÊNCIA EMITIDA NA FASE DE ADMISSIBILIDADE: - As diligências referentes à contrapartida social e à declaração obrigatória de Música Instrumental foram devidamente sanadas em todos os campos do Formulário. - A declaração obrigatória foi anexada ao projeto cultural (arquivo "Carta ao Proponente"). - A resposta integral da diligência também foi anexada ao projeto cultural (arquivo "Outros documentos que comprovem a atuação do candidato).
OBJETO: 1° PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS FORMA DE SELEÇÃO: edital INSCRIÇÕES: gratuitas LOCAL DAS INSCRIÇÕES: plataforma Prosas (www.prosas.com.br) TOTAL DE PREMIADOS: 150, sendo 100 artistas individuais e 50 grupos/coletivos CATEGORIAS: vide detalhamento em “Sinopse da obra” e na minuta do edital anexada ao projeto cultural VALOR DOS PRÊMIOS: R$ 5.000,00 (individuais) e R$ 10.000,00 (grupos/coletivos) LIVES: 3 (três) lives de 1h no Instagram para apresentação do Prêmio, com participação 100% gratuita EVENTO DE PREMIAÇÃO: 4h de duração (aproximadamente), por meio do Youtube, com participação gratuita MINUTA DO EDITAL: segue anexada ao projeto cultural CONTRAPARTIDA SOCIAL: realização de 10 (dez) masterclasses em escolas públicas da cidade de São Paulo/SP, conforme detalhamento abaixo apresentado: ATIVIDADE: Realização de atividades educativas no formato MASTERCLASS, contendo apresentações instrumentais didáticas, ou seja, com execução de repertório musical acompanhada de explicações sobre cada instrumento que compõe o grupo, assim como a sua importância para a formação e o ritmo, descritivos do processo de composição de cada música integrante do repertório (processos criativos, como as músicas foram concebidas etc.), introdução ao processo de criação de partituras, arranjos e melodias, além de evidenciar o amplo histórico da música negra produzida historicamente no Brasil e no mundo CARGA HORÁRIA: 2 (duas) horas-aula por atividade FORMA DE ACESSO: presencial e gratuita (100% gratuita) QTDE. DE ATIVIDADES: 10 (dez) atividades presenciais, a serem realizadas em escolas públicas municipais e estaduais da cidade de São Paulo/SP PÚBLICO/PLATEIA: as masterclasses serão direcionadas exclusivamente para alunos e professores de escolas públicas MEMÓRIA DE CÁLCULO: 10 (dez) escolas públicas x 100 (cem) participantes por escola = 1.000 (mil) pessoas ACESSIBILIDADE: todas as atividades contarão com intérprete em libras QUEM REALIZARÁ A CONTRAPARTIDA: as atividades educativas (masterclasses) serão realizadas por 2 (dois) dos artistas ou grupos premiados na categoria Música Instrumental do Prêmio, a serem escolhido/indicados pela Comissão Curatorial. Cada um artista/grupo será responsável pela realização de 5 (cinco) masterclasses e os custos envolvidos foram inseridos na planilha financeira do Produto “Contrapartida Social” MOBILIZAÇÃO: para garantir que a masterclass contemplará este público, será buscada uma parceria junto às secretarias municipal e estadual de educação do estado de São Paulo/SP, visando mapear as escolas para realização das atividades e realização de mobilização de público previamente à realização das atividades. Será agendada uma data específica para cada escola, que terá a responsabilidade apenas de disponibilizar o espaço para as atividades (uma vez que os equipamentos técnicos e a produção serão viabilizadas pelo projeto) FORMA DE REALIZAÇÃO/OPERACIONALIZAÇÃO: em atendimento aos apontamentos realizados na diligência, informamos que a contrapartida social não se confundirá com as ações do projeto, sendo uma atividade totalmente à parte e realizada posteriormente à finalização do seu objeto principal (premiação). Além disso, também não se confundirá com as medidas de ampliação do acesso, por se tratar de ação paralela e posterior ao prêmio. A linguagem principal será a Música Instrumental, visando a conscientização para a importância da arte e da cultura, em especial da Música Instrumental, para o desenvolvimento cultural de nossa sociedade OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES: - Caso o período de isolamento social e impedimento de atividades presenciais ocasionado pela pandemia do Covid-19 persista até a época de realização da contrapartida, uma possibilidade alternativa seria a gravação em vídeo da masterclass e a sua respectiva disponibilização via internet (por meio de plataformas como o Youtube) para as escolas públicas municipais e estaduais, com a mesma carga horária e quantidade de alunos e professores contemplados. - A proposta de Contrapartida Social foi alterada, em conformidade com diligência apresentada ao projeto. - Tendo em vista a modificação da proposta de Contrapartida Social, conforme descritivos acima apresentados, os custos da Planilha Financeira do Produto “Contrapartida Social” foram atualizados.
PROTAGONISMO DE ARTISTAS PcD's: o edital de premiação terá como um dos critérios de seleção a participação de PcD’s nas propostas, ou seja, buscando não apenas propor a acessibilidade física e intelectual, mas principalmente reconhecer as propostas que incluam e/ou sejam protagonizadas por artistas PcD's individuais ou integrantes de grupos/coletivos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de proposta 100% virtual. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL (AO CONTEÚDO): o projeto poderá ser amplamente acessado por todos os tipos de público, uma vez que 100% do conteúdo será disponibilizado online. Além disso, haverá uma versão em áudio do edital (com transcrição em libras), visando o alcance por deficientes visuais e auditivos. ACESSIBILIDADE AO EVENTO DE PREMIAÇÃO: o evento online de premiação contará com intérprete em libras, visando a acessibilidade por deficientes auditivos. Os deficientes visuais serão contemplados por meio da audição, uma vez a atividade será transmitida ao vivo e o conteúdo será mantido no Youtube. ACESSIBILIDADE À PROPOSTA DE CONTRAPARTIDA: todas as masterclasses contarão com intérprete em libras, visando a acessibilidade por deficientes auditivos. Os deficientes visuais serão contemplados por meio da audição, uma vez a atividade será realizada presencialmente. DIVULGAÇÃO DA ACESSIBILIDADE: todas as ações de comunicação contarão com a hashtag #PraCegoVer, visando a facilitação da utilização de aplicativos de leitura e audiodescrição.
PROPOSTA DE DEMOCRATIZAÇÃO:O presente projeto já é 100% gratuito, ou seja, prevê a participação gratuita tanto pelos artistas individuais, quanto pelos grupos/coletivos. Além disso, o proponente se compromete a atender ao disposto no Art. 30 da IN 11/2024 (inciso V): realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, sem prejuízo ao disposto art. 32 (contrapartida social). Para o cumprimento da ação de democratização proposta, o proponente se compromete a realizar o mínimo de 3 (três) lives em redes sociais, com instruções sobre o processo de inscrição e participação no prêmio, sem prejuízo da proposta de contrapartida social abaixo apresentada.PROPOSTA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL:ATIVIDADE: Realização de atividades educativas no formato MASTERCLASS, contendo apresentações instrumentais e literárias didáticas, ou seja, com execução de repertório musical e literário, acompanhada de explicações sobre instrumentos, assim como a sua importância para a formação e o ritmo, descritivos do processo de composição de cada música integrante do repertório e letra (processos criativos, como as músicas foram concebidas etc.), introdução ao processo de criação de partituras, arranjos e melodias, além de evidenciar o amplo histórico da música negra produzida historicamente no Brasil e no mundoCARGA HORÁRIA: 2 (duas) horas-aula por atividadeFORMA DE ACESSO: presencial e gratuita (100% gratuita)QTDE. DE ATIVIDADES: 10 (dez) atividades presenciais, a serem realizadas em instituições de ensino regular (escolas da rede pública) e instituições que promovam ensino e atividades culturais, como a Rede SESC, através de turmas já existentes nos projetos residentes das unidades como CURUMIN (crianças) e JUVENTUDES SESC (jovens) da cidade de São Paulo/SPPÚBLICO/PLATEIA: as masterclasses serão direcionadas exclusivamente para alunos e professores instituições de ensino regular (escolas da rede pública) e instituições que promovam ensino e atividades culturais e sociais, como a Rede SESC, através de turmas já existentes nos projetos residentes das unidades como CURUMIN (crianças) e JUVENTUDES SESC (jovens)MEMÓRIA DE CÁLCULO: 10 (dez) instituições de ensino ou culturais x 100 (cem) participantes por escola = 1.000 (mil) pessoasACESSIBILIDADE: todas as atividades contarão com intérprete em librasQUEM REALIZARÁ A CONTRAPARTIDA: as atividades educativas (masterclasses) serão realizadas por artistas ou grupos premiados e inscritos nas categorias Música Instrumental e Literatura do Prêmio, a serem escolhido/indicados pela Comissão Curatorial. Cada um artista/grupo será responsável pela realização de 5 (cinco) masterclasses e os custos envolvidos foram inseridos na planilha financeira do Produto ?Contrapartida Social?MOBILIZAÇÃO: para garantir que a masterclass contemplará este público, será buscada uma parceria junto às secretarias municipal e estadual de educação do estado de São Paulo/SP, rede SESC, e instituições culturais e sociais públicas e privadas, para realização das atividades e realização de mobilização de público previamente à realização das atividades. Será agendada uma data específica para cada escola ou instituição, que terá a responsabilidade apenas de disponibilizar o espaço para as atividades (uma vez que os equipamentos técnicos e a produção serão viabilizadas pelo projeto)FORMA DE REALIZAÇÃO/OPERACIONALIZAÇÃO: em atendimento aos apontamentos realizados na diligência, informamos que a contrapartida social não se confundirá com as ações do projeto, sendo uma atividade totalmente à parte e realizada posteriormente à finalização do seu objeto principal (premiação). Além disso, também não se confundirá com as medidas de ampliação do acesso, por se tratar de ação paralela e posterior ao prêmio. As linguagens principais serão a Música Instrumental e Literatura, visando a conscientização para a importância da arte e da cultura, para o desenvolvimento cultural de nossa sociedadePÚBLICO ESTIMADO:- Lives: 3 atividades x 2.000 contemplados = 6.000 pessoas- Masterclasses (contrapartida): 10 atividades x 100 contemplados = 1.000 pessoas- Inscrições = estimativa de 3.500 inscrições (sendo 2.000 artistas individuais e 1.500 grupos/coletivos, com média de 8 integrantes, numa expectativa de 14.000 pessoas participantes)- Premiações = 150 premiações diretas, sendo 100 artistas individuais e 50 grupos/coletivos (com média de 8 integrantes, numa estimativa total de 500 pessoas premiadas)Total estimado de alcance: 21.500 pessoas
COMISSÃO CURATORIAL (CURADORES):DIREÇÃO ARTÍSTICA: Adriana Barbosa (coordenação de todos os curadores)MÚSICA INSTRUMENTAL: Romulo Alexis, Ana Karina Sebastião e Miss TacacáARTES VISUAIS: Nabor Jr., Renata Felinto, Ana LiraARTES VISUAIS - CULTURA GEEK: Anne Quiangala, Andreza Delgado e Alexandre Di MaioARTES CÊNICAS: Luciane Ramos Silva (Lulli Ramos), Sidney Santiago e Lupita AmorimLITERATURA: Ana Lucia Silva Souza e Eliana Alves CruzAUDIOVISUAL: Erika Candido, Janaina Oliveira, Chica Andrade e Felipe SáPATRIMÔNIO IMATERIAL: Oswaldo Faustino, Mãe Beth de Oxum e Diego Summer Rômulo Alexis | Música InstrumentalRômulo Alexis, artista multimídia, músico improvisador e pesquisador de processos criativos nas linguagens artísticas de visuais e performance. Ro?mulo Alexis se iniciou na música de invenc?a?o em profunda relac?a?o com o Free Jazz a? partir de 2008 na banda JazSmetak que o levou para a pesquisa da mu?sica contempora?nea na?o acade?mica. Desenvolve os projetos Radio Diaspora, duo de Free Jazz e improvisac?a?o livre com o baterista Wagner Ramos; Di?ade, duo de intervenc?a?o urbana com a artista do corpo Thais Ponzoni; co-dirige o grupo Membrana Experimental Fiat Lux que desenvolve performances, workshops e vive?ncias audiovisuais desde 2009. E? um dos fundadores do Circuito de Improvisac?a?o Livre de Sa?o Paulo e atua assiduamente em projetos de performance, video-arte e trilhas sonoras para danc?a e cinema. Atualmente trabalha com Chico César, Arrigo Barnabé e como integrante do programa "Conversa com Bial" na Rede Globo TV.Ana Karina Sebastião | Música InstrumentalAna Karina Sebastião é musicista, aos 12 anos, iniciou seus estudos de Contrabaixo Elétrico, ingressando na antiga Universidade Livre de Música (ULM), Hoje EMESP Tom Jobim. Participou de diversos festivais de música como integrante do Banda D’Brothers. Transita pelos mais diversos gêneros musicais, tendo tocado ao lado de grandes nomes da música nacional e internacional. Em 2016 foi convidada pelo músico Chico César a integrar sua banda, interpretando o disco "Estado de Poesia". Foi Baixista e Backing Vocal do programa "Na Voz Delas" nas temporadas 1, 2 e 3 e do programa "Samantha Canta" transmitidos pelo Canal Bis/Multishow. Participou de diversos Festivais e se apresentou em diversos países.Miss Tacacá | Música Instrumental23 anos, travesti paraense, MultiArtista, desde 2018 vem trazendo como carro chefe ritmos eletrônicos da região norte como Tecnomelody, Tecnobrega e Eletrotecno.Já fez eventos como Close Fest, TakaNight e Tecnotaka que já realizou mais de 13 eventos na cidade de Belém, produtora da TESÃOZINHO INICIAL e Diretora de eventos da galeria de arte HOA.Como atriz dirigiu e estrelou seu próprio filme para o festival Burning Man, que está disponível no site do sesc e uma série em seu canal no IGTV chamado BUNEKA DI NEKA, como modelo já participou de clips com artistas nacionais como Mateus Carrilho e Gretchen. Já desfilou para Vicenta Perrotta e Weider Silvero, já tocou em eventos pelo Brasil na cidade de Belém/ São Paulo/ Belo Horizonte/Recife/Goiânia/Recife/Manaus, entre elas, Coquetel Molotov, Batekoo, Mamba Negra, Chernobyl, Bloco do Mancha, Bloco das Bandidas, PopPorn, Buero, Diagonal, MARSHA!, e fez a trilha do desfile da Vicenta Perrotta, do Weider Silvero e do FKWALLYS na Casa de Criadores 2020/2021/2022, e sets para fora do Brasil como Berlim (DEADHYPE), Portugal (UM/QUARTO CLUB), México(DESCULONIZACION), Chile(POLVO CLUB), Londres(KIKO KOSTADINOV), Suíça (FESTIVAL IN/OUT), EUA (BURNING MAN 2020), TOKYO(Ether Tokyo 2022) entre outros, além de ter produzido durante a pandemia o primeiro festival LGBT+ online com 42 artistas paraenses!Nabor Jr. | Artes VisuaisNabor Jr., Jornalista especializado em jornalismo cultural e fotógrafo, é fundador e o responsável por criar, dirigir e fazer a captação de imagens e edição dos vídeos da revista O Menelick 2o Ato, de modo geral, a imprensa costuma fazer vista grossa para o cenário afro-brasileiro atual. Então, inspirado num modelo inovador de imprensa negra do jornal Menelick, fundado em 1915, Nabor criou seu próprio editorial que, além de promover música, teatro, cinema, artes plásticas, moda, literatura e poesia afrodescendentes, costuma convidar jovens artistas visuais negros para produzirem suas capas. Atua também como editor da revista ?Legi?tima Defesa – Uma revista de Teatro Negro? e é membro do Núcleo de Comunicação do Museu Afro Brasil.Renata Felinto | Artes VisuaisArtista visual, pesquisadora e professora - Doutora em Artes Visuais IA/UNESP - Especialista em Curadoria e Educação em Museus de Arte MAC/USP - Fellowship Post-Doctoral Center for Africana Studies, University of Pennsylvania - Professora adjunta Licenciatura em Artes Visuais e PROFARTES URCA/CE - Colaboradora na Especialização em Gestão Cultural Contemporânea Escola Itaú - Associada ABCA. 3ºPrêmio Select de Arte e Educação e Prêmio PIPA 2020 com participações exposições no Brasil e no exterior.Ana Lira | Artes Visuais(Caruaru, 1977. Vive e trabalha no Brasil) é artista visual, fotógrafa, curadora, rádio host, escritora e editora baseada no Brasil. É especialista em comunicação social pela UFPE com ênfase em Teoria e Crítica de Cultura. Possui uma prática baseada em processos coletivos e parcerias há mais de vinte anos. Nestas iniciativas, dedica-se a fortalecer práticas colaborativas de criação, as escutas das coletividades em que está envolvida, as dinâmicas culturais relacionadas com as sensibilidades cotidianas e as entrelinhas das relações de poder que afetam nosso processo de comunicação e a forma como produzimos conhecimento no mundo.Anne Quiangala | Artes Visuais - Cultura GeekÉ idealizadora do Preta, Nerd & Burning Hell – um blog sobre #nerdiandade Preta e Feminista (2014 até o presente) e uma das poucas fãs da série Birds of Prey, só tem itens da DC, mas é marvete. Mestra em literatura pela UnB, doutoranda em estudos do horror negro, estuda o discurso do horror escritos por mulheres negras.Andreza Delgado | Artes Visuais - Cultura Geek27 anos, baiana. Diretora Criativa na Irmãos Delgado, hub criativo que cria estratégia de comunicação e cobertura para shows e festivaisSócia fundadora da Perifacon, a primeira convenção nerd das favelas, criadora do Portal Perifacon, voltado para cultura POP. Uma das responsáveis pela Copa das Favelas, evento de esportes eletrônicos voltado para a periferia, premiado em 2021 como melhor projeto social geek.Fundadora da Gamer Perifa, iniciativa que democratiza os games. Trabalha como curadora e chegou a ser premiada pela campanha na qual participou: "Vivo: Fábulas da Conexão?. Também é apresentadora do podcast Lança a Braba.Alexandre Di Maio | Artes Visuais - Cultura GeekAlexandre De Maio começou sua carreira no jornalismo editando revistas de Hip-Hop de 1999 a 2009.Em 2006 lançou seu primeiro livro, uma HQ chamada ?Os inimigos não mandam flores'' (Ed. Pixel).Nesse mesmo período começou a dirigir videoclipes.Em 2010 entrou no início do site Catraca Livre onde se tornou sócio, e hoje, é Diretor de Audiovisual e Projetos.Desde 2010 vem desenvolvendo uma carreira paralela de Jornalismo em Quadrinhos trabalhando para os principais veículos de comunicação do país como Estadão, Folha, Veja, entre outros, e especialmente a Agência Pública onde ganhou o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo, em 2013, pela reportagem ?Meninas em jogo? sobre exploração sexual infantil.No mesmo ano lançou a HQ Desterro (Ed.Anadarco). Em 2016 foi a França a lançar três livros, Génération Favela (Ed. Ateliers Henry Dougier), Jesuis Rio e a versão francesa do Desterro (Ed. Anacaona).Em 2017 ganhou o prêmio "Amico Rom" na Itália pelas ilustrações do Guia Cigano.Em 2018 lançou seu primeiro livro solo de jornalismo em quadrinhos, intitulado Raul (Ed. Elefante). Entre 2011 e 2020 fez diversas animações para documentários, como no recente Amarelo do Netflix. Em 2021 ganhou o Prêmio Ciência e Saúde do The International Center for Journalists (ICFJ) na categoria inglês com uma matéria em quadrinhos sobre a Covid nas periferias paulistas, concorrendo com 672 inscrições de todo o mundo.Luciane Ramos Silva (Lulli Ramos) | Artes CênicasLuciane Ramos Silva, bailarina, antropóloga, intérprete-criadora e pesquisadora. Baseando-se em corporeidades africanas e afro-diaspóricas, articula as ideias de pluralidade, movimento e transformação em seus trabalhos. Sua produção evoca a ancestralidade negra presente na cultura de países que, como o Brasil, viveram a experiência colonial. O encontro entre dança e antropologia ocorre durante a graduação em ciências sociais, na Universidade de São Paulo (USP). Nessa época, inicia os estudos sobre religiosidades afro-brasileiras e atribui ao simbolismo mítico das danças dos orixás as referências estéticas e poéticas que marcam sua trajetória artística e intelectual. As produções artísticas de Luciane Ramos Silva são permeadas pela relação considerada intrínseca entre sujeito, cultura e coletividade, de forma que movimentos e gestos revelam elementos ligados à ancestralidade.Sidney Santiago | Artes CênicasSidney Santiago Kuanza é ator premiado no cinema, teatro e na área da publicação. Formado pela EAD/ECA-USP, atua como diretor, dramaturgo, professor, pesquisador e apresentador. É cofundador da Cia Os Crespos, que há 16 anos pesquisa, promove e produz Teatro Negro no Brasil em diálogo com a Diáspora. Suas pesquisas compreendem: ?O Negro no Teatro brasileiro/ Mídia e Racismo/ O audiovisual negro brasileiro e as personalidades negras dos palcos brasileiros nos séculos 19 e 20. Lupita Amorim | Artes CênicasLupita Amorim, 24 anos. Graduada em Ciências Sociais na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT; Coordenadora do Coletivo Negro Universitário da UFMT; Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação- NEPRE/UFMT.Ana Lucia Silva Souza | LiteraturaCria dos movimentos negros. Professora efetiva Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia. Graduada em Ciências Políticas e Sociais - Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Pós doutoranda em Linguística Aplicada - UECE, Pós doutora em Linguista Aplicada – UNB. Doutorado em Linguística Aplicada - Unicamp. Mestrado em Ciências Sociais – PUC_SP. Na trajetória movimenta pesquisas em estudos dos letramentos, relações raciais, hip-hop e juventudes, com foco em educação, formação inicial e continuada de professoras/es. Integra a Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as - ABPN. Faz parte do corpo diretivo da Ação Educativa. Tem desenvolvido curadorias ligadas a linguagens e literatura, entre elas algumas edições do Encontro Paulista de Hip Hop - Secretaria de Cultura do estado de SP. Tem, entre outras publicações individuais ou conjuntas: Letramentos De Reexistência. Poesia, Grafite, Música, Dança: Hip Hop, Ed Parábola, Letramentos no ensino Médio – Ed. Parábola. Vozes Juvenis: Reexistência – Ed. Segundo Selo, Escrita de Mulheres Negras em conta – Gotas Sobre Futuros – Ed Langage.Eliana Alves Cruz | LiteraturaEliana Alves Cruz é carioca, escritora, roteirista e jornalista pós graduada em comunicação empresarial. Foi a ganhadora do Prêmio Jabuti 2022 na categoria Contos, pelo livro ?A vestida?. Seu romance de estreia, Água de barrela, ganhou o Prêmio Oliveira Silveira de 2015, da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura, e foi menção honrosa do Prêmio Thomas Skidmore 2018, do Arquivo Nacional e da universidade americana Brown University.Erika Candido - Kilomba Produções | AudiovisualErika Candido é diretora executiva da Kilomba Produções, uma produtora especializada em desenvolver e produzir narrativas no mercado audiovisual brasileiro, com a missão de formar equipes majoritariamente negres. Assina a direção do longa-metragem ?Elza Infinita?, produzido para o GNT, premiado no Festival Internacional de Cinema de Nova York em 2022. Entre seus trabalhos de produção destacam-se: ?A vida invisível? de Karim Ainouz, filme premiado em Cannes em 2019 e pré-selecionado como filme estrangeiro para concorrer ao Oscar em 2019; ?O Estopim", de Rodrigo Mac Niven, longa metragem premiado no Emmy Awards em 2016; ?KBELA? de Yasmin Thayná, eleito melhor curta-metragem da Diáspora Africana da Academia Africana de Cinema (AMAA Awards 2017), além de ter participado como filme convidado de diversos festivais internacionais; e ainda o longa-metragem ?Quadro Negro?, que estreou na Premiere Brasil do Festival do Rio em 2021. Além dos filmes, foi produtora do Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul durante cinco edições. Em 2023 foi selecionada para a segunda turma do programa NICHO Executiva, organizado pela NICHO 54, projeto focado na formação de produtoras executivas negras que atuam no mercado audiovisualbrasileiro e internacional. É membra do conselho da Escola Pública de Cinema de Fortaleza, e desenvolve em alguns territórios o programa "Produção, tá na escuta?" com intuito de compartilhar saberes e tornar acessível processos e informações que ajudam a tornar o audiovisual mais acessível para pessoas negres e periféricas.Janaina Oliveira - Associação Apan | AudiovisualJanaína Oliveira ReFem - Roteirista, Diretora e mestra em Cultura e Territorialidades (UFF). Atualmente é Vice presidenta da APAN Associação de Profissionais do Audiovisual Negro e está analista de mercado e RH na Raio Agency.Em seu processo formativo teve como mestres Zózimo Bulbul, Manthia Diawara, Eduardo Coutinho, Ana Maria Gonçalves, João Moreira Sales, Paula Gaitán, Antônio Molina, Viviane Ferreira, Bernardo Oliveira, entre outres. Seu trabalho mais recente é o curta-metragem docficção Joãosinho da Goméa o Rei do Candomblé, 2020/RJ.Foi selecionado para mais 50 festivais nacionais e internacionais e também foi distribuído pela Vitrine Filmes para exibições em salas comerciais de cinema.Chica Andrade | AudiovisualChica Andrade é uma diretora, autora e roteirista brasileira. Co-dirigiu Segura Essa Pose, série documental original da Globoplay. É diretora e co-roteirista de House Of Hilton, documentário de longa metragem sobre Erika Hilton.Estamos Todos Aqui, seu primeiro curta ficcional, esteve elegível ao Oscar em 2018, recebeu prêmios em 42 festivais renomados como Kurzfilmtage Winterthur, La Plata e Gramado. O curta também abriu a sessão do filme Bacurau, na Noite do Cinema Brasileiro em Cannes.Recebeu o prêmio de melhor projeto de série no 1º Negras Narrativas, iniciativa da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, e foi curadora de roteiros no FRAPA 2023.Felipe Sá | AudiovisualFormado em Relações Públicas pela UERJ. Pós-graduando em Maketing e Mídias Digutais pela FGV. Atualmente é líder de grupo étnico racial do Grupo Globo. Trabalha há 10 anos no mercado audiovisual com passagens pela TNT Sports, Playboy do Brasil, Canal Brasil, Responsabilidade Social Globo e atualmente atua na área de Diversidade e Inovação em Conteúdos nos Estúdios Globo.Articulador e coordenador geral do Negritudes 22 - maior evento sobre narrativas negras feito pela Globo. Atuou nas Pautas de cultura de doação e cessão de mídia gratuita para ONGs, Institutos e Associações do terceiro setor.Em 2022 pela área de Responsabilidade Social da Globo atuou em eventos como Movimento LED e Criança Esperança.Consultor de diversidade do Prêmio Multishow 2022 e integra o Comitê Curador do Lanani - Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual da FLUP.Oswaldo Faustino | Patrimônio ImaterialJornalista, há mais de 40 anos – foi repórter da Agência Folhas e de O Estado de SP, entre outros, editor de Cultura do Diário Popular, subeditor do caderno Tempo Livre, da revista Visão e colaborador da revista Raça Brasil, por 20 anos –; bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Participou do NEINB/USP-Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro, da Universidade de São Paulo; ator; contador de histórias; ativista do movimento negro; foi relator da Pré-Conferência ?O papel dos meios de comunicação e de entretenimento no combate ao racismo?, da Fundação Cultural Palmares (1999), para substanciar o documento brasileiro apresentado na Conferência da ONU, em Durban, África do Sul, em 2001.É autor de 12 livros infantis e juvenis pautados na história e na cultura afro-brasileiras, dois dos quais didáticos, sobre Africanidades, voltados um ao ensino fundamental e o outro ao ensino médio, escritos em parceria com três especialistas nesta área do conhecimento.Mãe Beth de Oxum | Patrimônio ImaterialMãe Beth de Oxum é Iyalorixá do Ilê Axé Oxum Karê, mestra coquista e comunicadorapernambucana, com mais de 30 anos de atuação em Olinda. Há 22 anos, fundou a Sambada de Coco no bairro do Guadalupe junto com seus filhos e seu companheiro, o músico Quinho Caetés. O Coco de Umbigada acontece mensalmente e é um importante movimento de valorização da cultura popular nordestina. Também é fundadora do Afoxé Filhos de Oxum, um dos primeiros a incluir mulheres na percussão.Diego Summer | Patrimônio ImaterialNatural de Araguaína-Tocantins. Produtor Cultural, folclorista popular. Diretor Artístico, Ator, Performance, Dramaturgo e Bailarino.Formado no Estúdio de Treinamento Artístico (ETA), Oficina Os Satyros 2015, Oficina Shakespeare 2016 e Curso de Produção cultural Tomie Ohtake 2017.No ano de 2009, trabalhou na encenação Paixão de Cristo com a Cia Ciganos de teatro. ( Araguaína-To).Fundou a Cia.Contraste em 2014.Em 2018, cantou na ópera Carmen de Bizet com o coral da Cidade de São Paulo. Ainda em 2018 é indicado ao Prêmio de melhor Figurino com Geuves Correia. Espetáculo "Sertão Encantado. 2019 Cria Sertao Poesias e Versos, uma nossa pesquisa em cima da manifestação popular trazendo um show que mistura o forró pé de Serra com a Poesia de Cordel. Já em 2020 é premiado com seu Solo Configurações o Manifesto, no Festival Palco Presente. 2021 é indicado como o melhor Musical de Cultura Popular em Sp. Prêmio Arcanjo de Cultura. Em 2022 recebi o troféu de melhor folclorista Popular no Prêmio Sacode Poeira de Cultura.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.