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PRONAC 204021Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Brasil Negro

CLIPS PRODUCOES CULTURAIS E PUBLICIDADE LTDA
Solicitado
R$ 562,7 mil
Aprovado
R$ 562,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-01-01
Término
2023-07-31
Locais de realização (34)
União dos Palmares AlagoasCamamu BahiaEunápolis BahiaIlhéus BahiaSalvador BahiaBrasília Distrito FederalSão Mateus Espírito SantoVitória Espírito SantoCavalcante Goiás

Resumo

O livro "Brasil Negro" é um documentário fotográfico poético, guiado pelo "Inventário dos lugares de Memória do Tráfico de Escravos no Brasil", da UNESCO. O fotógrafo Cesar Fraga percorrerá as cinco regiões do país, dando visibilidade aos mais relevantes lugares de memória da nossa herança africana. A obra, sem precedentes em forma e extensão, será um merecido resgate das origens do povo brasileiro. Além do registro poético do patrimônio remanescente, o autor vai retratar aspectos contemporâneos de nosso povo. Vínculos que unirão para sempre o Brasil ao continente africano. A publicação será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura, sobrecapa e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Estão também previstas três palestras ministradas pelo autor para jovens em vulnerabilidade social e seus professores, além da produção de 1.000 cópias de um audiobook, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas.

Sinopse

Epígrafes, Prefácio, Apresentação e Sumário Introdução Apresentação do projeto, destacando a relevância, os objetivos, as perspectivas e os métodos do trabalho. Explanação fundamental sobre as relações entre Memória e História, abordando o embate que envolve a construção da memória sobre a escravidão no Brasil e sua relevância para debates mais amplos a respeito de inclusão, cidadania e enfrentamento do racismo estrutural. Capítulo 1 Um balanço historiográfico do tráfico negreiro e da escravidão moderna, destacando o papel da escravidão e do colonialismo no processo de desenvolvimento do mercantilismo europeu e inserindo o Brasil nesse processo, a partir das rotas do tráfico. Capítulo 2 Os marcos da escravidão no Brasil Meridional - os lugares de memória da escravidão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, enfocando o processo a partir da resistência – expressa no Quilombo Guajuvira (PR) – e na exploração exaustiva do trabalho, com destaques para a charqueadas do Rio Grande do Sul. Capítulo 3 Os marcos da escravidão em São Paulo e no sul do Rio de Janeiro - a Ilha do Bom Abrigo, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, São Sebastião, Paraty e o caminho do ouro; o Quilombo do Bracuí e a cultura jongueira de Angra dos Reis. Capítulo 4 Os marcos da escravidão nas Minas Gerais - a senzala da Fazenda Santa Clara, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário de São João Del-Rei, a mina do Chico Rei e a Igreja de Santa Efigênia, a tradição dos congados e moçambiques em Mariana. Capítulo 5 Os marcos da escravidão no Vale do Paraíba e na Serra Fluminense - o Quilombo Manoel Congo em Vassouras (RJ), a Fazenda do Lordelo em Sapucaía, um dos marcos da escravidão no Vale do Café, a tradição do jongo, a Fazenda dos Beneditinos e a memória da escravidão em Santo Antônio de Jacutinga (Duque de Caxias) e o Quilombo de Maria Conga em Magé; o culto aos pretos velhos na tradição banto-brasileira. Capítulo 6 Os marcos da escravidão na “Aringa africana” do Rio de Janeiro - usaremos a expressão “aringa”, usada por Lima Barreto e com o sentido de campo fortificado entre os Africanos da África Ocidental, para definir a região portuária do Rio de Janeiro, que Heitor dos Prazeres alcunhou como África em Miniatura: a Pedra do Sal, o Cais do Valongo, os zungus, as igrejas de São Elesbão e Santa Efigênia e do Rosário, o antigo terreiro de João Alabá, onde Tia Ciata de Oxum foi Yákekerê, a capoeira, o Cemitério dos Pretos Novos. A Praça Onze. Capítulo 7 Os marcos da escravidão no Norte Fluminense e no Espírito Santo - a senzala da Fazenda Machadinha, em Quissamã (RJ), a Catedral do Santíssimo Salvador, em Campos dos Goytacazes (RJ), a cultura do Boi Pintadinho, a Praia de Manguinhos e Buena (ES), o Porto de São Mateus (ES), a Festa de São Benedito na Barra do Jucu e o tambor de Congo (ES). Capítulo 8 Os marcos da escravidão na Bahia - o Engenho de Santana (Ilhéus) e a memória da Revolta dos crioulos de 1789, os terreiros de candomblé (Casa Branca do Engenho Velho, Gantois, Ilê do Axé Opô Afonjá, Alaketu, o Zogodô Bogum Malê Rundó, o Tumba Junsara, a capoeira e a manifestação Zambiapunga do Dia de Finados; o pelourinho e as irmandades negras em Salvador e em Cachoeira de São Félix. Capítulo 9 Os marcos da escravidão em Sergipe e Alagoas. A casa de Tio Herculano e os cultos afros em Laranjeiras (SE), a Igreja de Nossa Senhora dos Pretos de São Cristóvão (SE), a festa de São Gonçalo no povoado de Mussuca (SE), a Serra da Barriga e o Quilombo dos Palmares (AL). Capítulo 10 Os marcos da escravidão em Pernambuco e na Paraíba. As irmandades negras pernambucanas, o Quilombo de Mestre Malunguinho e o Sítio de Pai Adão, a tradição do Xambá, Porto de Galinhas e a Barra de Catauma. O baobá sagrado de João Pessoa. Alhandra (PB) e a anunciação do catimbó afro-indígena. Capítulo 11 Os marcos da escravidão no Maranhão e em Goiás. A Casa das Minas de São Luís do Maranhão, a Casa Fanti Ashanti, o pelourinho e o Quilombo de Alcântara (MA), o Sítio Histórico do Quilombo Kalunga (GO).

Objetivos

Objetivo Geral Pesquisar e divulgar o "holocausto africano", capítulo fundamental para o entendimento da História do Brasil; Produzir um ensaio fotográfico autoral e poético, retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados no Brasil, além de aspectos contemporâneos de seus descendentes; Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio afro-brasileiro, de valor inquestionável para a nossa cultura; Incentivar o respeito aos povos africanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Afirmar a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. Objetivos Específicos Realizar uma expedição fotográfica de norte a sul do Brasil, percorrendo as cidades mais influenciadas pela chegada de cativos africanos, retratando os lugares de memória material e imaterial do tráfico de escravizados e trazendo à luz a influência negra nas distintas culturas. Produzir um livro de arte bilingue (português/inglês), formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares; Distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas e comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social.

Justificativa

Tempos Extremos Estima-se que, entre o século XVI e meados do século XIX, cerca de quatro milhões de africanos (homens, mulheres e crianças) foram escravizados e transportados para o Brasil, um triste capítulo da História que nos uniu para sempre ao continente africano. Aqui eles foram importantes atores culturais, influenciando profundamente as formas de viver e de sentir do nosso povo, transmitindo à sociedade em formação, elementos valiosos da sua cultura. Hoje, apesar da pujança da cultura afro-brasileira, o racismo ainda prevalece em nossa sociedade, fruto podre de nosso passado escravagista. Em março de 2003, foi aprovada a Lei Federal nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. A Lei tem como objetivo promover uma educação que reconhece e valoriza a diversidade, comprometida com as origens do povo brasileiro. Passados mais de quinze anos, há muito o que se fazer para que isso se torna uma realidade plena em nosso país. Livro "Do Outro Lado" (2014) + Exposição "Sankofa" (2017) O fotógrafo Cesar Fraga cruzou de volta o Atlântico. Em uma viagem por nove países africanos _ Cabo Verde, Guiné Bissau, Senegal, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique _ percorreu as cidades protagonistas do tráfico de escravizados para o Brasil. Mais de um século após o fim do tráfico escravagista, o livro "Do outro lado" trouxe importantes registros da memória material e imaterial destes tempos extremos e um olhar contemporâneo sobre nossos irmãos africanos. O livro foi viabilizado com recursos da Lei de Inventivo à Cultura do Governo Federal. O mesmo conteúdo foi exibido na Exposição "Sankofa" (Caixa Cultural | RJ), nas Revistas Revista National Geographic e Courrier (Portugal) e no Caderno "Somos todos África", que rendeu ao fotógrafo Cesar Fraga um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND). Unesco O "Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil" foi organizado pelas historiadoras Hebe Mattos e Martha Abreu, da Universidade Federal Fluminense, e pelo antropólogo Milton Guran, representante do Comitê Científico Internacional do Projeto Rota do Escravo _ Resistência, Liberdade, Herança, da Unesco. Com a colaboração de pesquisadores de todo o país, se apresentou como primeiro passo no sentido de dar visibilidade aos lugares de memória da herança africana no Brasil. Iniciativas similares tem sido conduzidas em outros países, tanto na África, quanto nas Américas do Sul, Norte, Central e Caribe, como o recente Seminário sobre Preservação de Patrimônio Cultural de Matriz Africana, organizado pelo US National Park Service, com apoio do governo norte-americano. Não por coincidência, o evento aconteceu em Charleston (Carolina do Sul), o porto com maior fluxo de pessoas escravizadas, tendo recebido mais da metade da população escrava daquele país, via cais de Gadsden. Em Charleston há também iniciativa de criação do Internacional African American Museum, IAAM. Especialistas partilharam suas experiências e começaram a construir pontes para esse grande desafio americano, do Norte ao Sul: honrar e celebrar a herança africana. Livro "Brasil Negro" A proposta do livro é seguir o roteiro do "Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil" e botar o pé na estrada. De Alcântara (MA) a Jaguarão (RS), por quase 12 mil quilômetros, o fotógrafo Cesar Fraga irá estabelecer um novo encontro do Brasil com suas origens. O ensaio fotográfico poético pretende registrar os mais relevantes lugares de memória material catalogados e as manifestações contemporâneas da nossa cultura de matriz africana. Incentivo à Cultura A Lei de Incentivo à Cultura foi criada em 1991, quando a cultura brasileira atravessava uma fase especialmente cinzenta de sua existência. Foi quando os bons ventos começaram a soprar, a oferta na área disparou e a lei se tornou o principal financiador da cultura do país. Agora, quase três décadas mais tarde, após o país mergulhar em uma das crises mais profundas de sua história, voltamos a viver tempos sombrios. Nossa população está se distanciando cada vez mais das livrarias, que vêm amargando prejuízos e fechando suas portas. É nesse contexto que, mais do que nunca, precisamos botar a locomotiva novamente nos trilhos e seguir publicando livros relevantes, a mais poderosa ferramenta de transformação da sociedade. "Brasil Negro" é um desses projetos fundamentais. Vivemos em uma das sociedades mais ricas do planeta, em se tratando de cultura e diversidade racial. Mas é nesta mesma sociedade que ainda persiste um ambiente discriminatório contra os afrodescendentes, legado de um doloroso passado escravagista. Este cenário se torna um entrave ao progresso da sociedade brasileira, na medida em que vem de encontro aos direitos humanos mais fundamentais e aos anseios de uma nação justa, tolerante e democrática. O nosso olhar para os lugares de memória do tráfico de escravizados no Brasil, conhecendo e reconhecendo nossas origens, resgata nossa autoestima e fortalece a formação da nossa própria identidade. Impacto social "Olá, César. Meu nome é Maria Helena, sou professora da EMEF CAMPOS SALLES, do bairro de Heliópolis. Há alguns meses, você fez uma apresentação do seu projeto [livro "Do outro lado"] no Polo e levamos nossos alunos para assistir a sua palestra (maravilhosa, diga-se de passagem) e quando você abriu para debate, percebemos que os alunos, do 9o ano, não se consideram, ou negaram sua afro-ascendência. Então, a partir daquele dia, nós começamos um trabalho emergencial de conscientização e aceitação. Confesso que saíram materiais de pesquisa fantásticos, os alunos estão aprendendo e agora já se aceitam, alguns até com um certo orgulho, a sua ascendência afro. Por que estou lhe contando isso? Porque sua apresentação foi o início de tudo: da Mostra Cultural (07/11) e do TCA da escola para este ano. Muito obrigada pela contribuição". Excelência A primeira edição será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura, sobrecapa e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Um produto de altíssima qualidade, digno e ao mesmo tempo distante da realidade da esmagadora maioria da população, não fosse pelas ferramentas de incentivo à cultura. Enquadramento O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas, comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social e produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Incisos III, IV e V, ao retratar manifestações afro-brasileiras nas cinco regiões do nosso país, uma pequena amostra do diverso caldeirão étnico do Brasil; Inciso VI, ao trazer cores ao riquíssimo "Inventário dos lugares de Memória do Tráfico de Escravos no Brasil", da UNESCO; Inciso VII, ao incentivar o respeito aos povos africanos, provocando uma reflexão sobre os traços comuns que nos unem; Inciso VIII, ao produzir um livro que afirma a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. O projeto atenderá o Artigo 3º da Lei 8313/91, fomentando a produção cultural e artística, ao editar uma obra relativa às ciências humanas.

Especificação técnica

LIVRO Tiragem 3.000 unidades Idiomas Bilíngue (português / inglês) Páginas do miolo 240 (20 cadernos de 12) Formatos Miolo: fechado – 280 x 280 mm / aberto – 560 x 280 mm Capa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 620 x 320 mm Sobrecapa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 780 x 285 mm Papéis Miolo: couché fosco 150 g/m2 (BVS Plus Scheufelen ou similar) Revestimento da capa: couché brilho 115 g/m2 Sobrecapa: couché brilho 170 g/m2 Guardas: vergé 180 g/m2 Impressão Miolo: 4/4 cores (CMYK) + verniz de proteção à base d'água Capa e sobrecapa: 4/0 cores (CMYK) Guardas: 4/0 cores (CMYK) Acabamento Lombada costurada, capa dura e sobrecapa Laminação fosca na capa e na sobrecapa PALESTRAS Cada uma das três palestras será ministra para um público de aproximadamente 100 pessoas e terá duração de aproximadamente duas horas. O autor apresentará uma extensa seleção de fotos, convidando os jovens a "viajar" pela Brasil negro. Os eventos serão organizados pelo Instituto Ser+ (SP), uma organização sem fins lucrativos, com a proposta de desenvolver o potencial de jovens em vulnerabilidade social. AUDIOBOOKS Os audioserão produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais.

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: A seleção do espaço de lançamento do livro deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Está prevista a produção de 1.000 audiobooks junto a Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais. Com a ajuda de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A seleção dos espaços das três palestras deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As três palestras serão interpretadas em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Estudantes com deficiência visual receberão gratuitamente cópias dos audiobooks produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP).

Democratização do acesso

LIVRO Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para jovens estudantes em vulnerabilidade social, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão comercializados 300 livros (10% da tiragem) a R$ 36, valor abaixo do valor do Vale-Cultura, de acordo com o Inciso I, alínea "d" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de acordo com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Estão prevista três palestras ministradas pelo fotógrafo/autor para jovens estudantes, em escolas da rede pública, de acordo com o incisos V e VII do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. AUDIOBOOK Serão distribuídos gratuitamente 1.000 cópias do audiobook (100% da tiragem) para bibliotecas e instituições de apoio a deficientes visuais, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 e com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Três palestras serão ministradas pelo autor, em escolas da rede pública, de acordo com o Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Ficha técnica

Produção Executiva, Fotografia e Palestras – Cesar Fraga (autor) / Clips (proponente) Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ, pós-graduado em marketing pelo Instituto COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atuou em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia, África e Antártica. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra e as Revistas National Geographic, Courrier Internacional (Portugal), Gol e História Viva. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), das mostras “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e “MadurÁfrica” (2018) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra em 2014. Pesquisa e Redação – Luiz Antônio Simas (co-autor) / Clips (proponente) Historiador e escritor, é autor de livros como O vidente míope (2007), em parceria com Cássio Loredano; Samba de enredo: história e arte (2010), com Alberto Mussa; Pedrinhas miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros (2013); Dicionário da história social do samba (2016), com Nei Lopes, vencedor do Jabuti como melhor livro de não ficção; Almanaque brasilidades (2017); Guerreiro (2018), em parceria com o fotógrafo Cesar Fraga; Fogo no Mato: a ciência encantada das macumbas (2018) e O corpo encantado das ruas (2020). Curadoria, Coordenação Editorial e Projeto Gráfico – Aline Carrer / Clips (proponente) Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial e em exposições, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Na área expográfica, foi responsável pela Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); desenvolveu o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000). Tratamento de Imagens e Produção Gráfica – Clicio Barroso Filho / Clips (proponente) Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. Tradução – Annabella Blyth Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. Revisão de Textos – Camilla Savoia Sodré Azevedo Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. Audiodescrição – Fundação Dorina Nowill Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Luziânia Goiás
Alcântara Maranhão
São Luís Maranhão
Ouro Preto Minas Gerais
Santa Rita de Jacutinga Minas Gerais
São João del Rei Minas Gerais
Curiúva Paraná
Paranaguá Paraná
João Pessoa Paraíba
Recife Pernambuco
Osório Rio Grande do Sul
Pelotas Rio Grande do Sul
Torres Rio Grande do Sul
Campos dos Goytacazes Rio de Janeiro
Mangaratiba Rio de Janeiro
Parati Rio de Janeiro
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Valença Rio de Janeiro
Vassouras Rio de Janeiro
Balneário Camboriú Santa Catarina
Florianópolis Santa Catarina
Aracaju Sergipe
Cananéia São Paulo
São Paulo São Paulo
São Sebastião São Paulo