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O projeto "A descoberta do Eldorado: formação e consolidação política de Maringá (1947 a 1988)" resgatará, em formato de documentário, a história das gestões e dos desafios do Poder Executivo do Município de Maringá-PR, entre os anos de 1947 a 1988: da primeira eleição municipal até a promulgação da Constituição Federal.Omaterial será distribuído por meio das plataformas virtuais e redes sociais do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br), sendo categorizado como média-metragem, com duração estimada em 70 minutos, e finalização dovídeo em formato 4K.
O projeto “A descoberta do Eldorado: formação e consolidação política de Maringá (1947 a 1988)” resultará em um documentário de média metragem, estimado em 70 minutos. Seu conteúdo abordará as corridas eleitorais do período respectivo, bem como as figuras do Chefes do Executivo Municipal e os principais projetos e desafios enfrentados durante as suas gestões. O documentário trabalhará nove frentes de pesquisa, que subdividem cada uma das gestões do recorte temporal: · Eleições da fase distrital e a emancipação política de Maringá: 1947 a 1951; · A primeira eleição do Município: Inocente Villanova Júnior (1952-1956); · A personificação do Eldorado e a contínua tensão entre poderes: Américo Dias Ferraz (1956-1960); · Seria esse o nosso primeiro prefeito? João Paulino Vieira Filho (1960-1964); · Entre lambaris e tubarões: Luiz Moreira de Carvalho (1964-1968); · Um “pé-de-chinelo” no Poder: Adriano José Valente (1969-1973); · Uma família como legado: Silvio Magalhães Barros (1973-1977); · O retorno à cadeira: João Paulino Vieira Filho (1977-1982); · A cidade do futuro: Said Felício Ferreira (1983-1988). Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.
Objetivo geral Resgatar em formato de documentário de média metragem, de forma inédita, as corridas eleitorais realizadas no jovem Município de Maringá, localizado a Noroeste do Paraná, bem como os principais desafios enfrentados e parte das obras executadas ao longo das gestões dos prefeitos eleitos naqueles páreos. O conteúdo contextualizará como o Município teve sua formação forjada em meio à grandes embates e tensões. Dificuldades essas que seguiram ao longo dos anos. Paralelamente, será ilustrado, por meio de entrevistas e documentos textuais, jornalísticos e imagéticos, que os chefes do Poder Executivo, estabelecidos dentro do recorte temporal do projeto, 1947 a 1988, obtiveram conquistas significativas para a comunidade local ao longo de suas gestões. Objetivos específicos O projeto abordará tal temática de forma inédita para o segmento audiovisual local. Embora existam publicações impressas sobre o objeto-alvo dessa proposta (como o livro Da arte de votar e ser votado. Dias, Reginaldo Benedito. 2008; entre outros), o resgate dos embates políticos, os personagens eleitos e suas principais realizações ainda não foram explorados de maneira profunda por meio de documentários. Para responder a essa problemática surgiu o projeto "A descoberta do Eldorado: formação e consolidação política de Maringá (1947 a 1988)", que se propõe a aprofundar, dentro de seu escopo, em nove frentes de pesquisa que subdividem cada uma das gestões do recorte temporal: · Eleições da fase distrital e a emancipação política de Maringá: 1947 a 1951; · A primeira eleição do Município: Inocente Villanova Júnior (1952-1956); · A personificação do Eldorado e a contínua tensão entre poderes: Américo Dias Ferraz (1956-1960); · Seria esse o nosso primeiro prefeito? João Paulino Vieira Filho (1960-1964); · Entre lambaris e tubarões: Luiz Moreira de Carvalho (1964-1968); · Um "pé-de-chinelo" no Poder: Adriano José Valente (1969-1973); · Uma família como legado: Silvio Magalhães Barros (1973-1977); · O retorno à cadeira: João Paulino Vieira Filho (1977-1982); · A cidade do futuro: Said Felício Ferreira (1983-1988). A primeira frente contextualizará a etapa pré-municipal, de quando as eleições se davam na sede do distrito, o município de Mandaguari. Mesmo assim, os representantes de Maringá obtiveram êxito elegendo-se como representantes do então distrito. Por seu arrojo e desenvolvimento social e econômico, a analogia de "A descoberto do Eldorado" faz sentido a partir desse momento, quando com poucos anos de existência a cidade atinge os critérios necessários para ser elevada à categoria de Município, conquistando sua emancipação política. "Nova Canaã", "Eldorado", "Terra prometida", entre outras relações bíblicas, eram superlativos desenvolvidos por meio de peças de divulgação elaboradas pela equipe de publicidade de sua colonizadora, a Companhia de Terras Norte do Paraná, a qual foi responsável pela implantação de diversas cidades ao longo de quase 550 mil alqueires paulistas, nas regiões Norte e Noroeste do estado do Paraná. O documentário, de média metragem, está estimado em 70 minutos de duração. Para a construção de conteúdo final, serão realizadas dezenas de entrevistas com pesquisadores, pioneiros e familiares de cada um dos personagens de destaque, bem como será promovido o levantamento fotográfico, documental e textual para melhor contextualizar os eventos que serão abordados. Ainda, cada episódio contará com um apresentador, o criador e gestor do Maringá Histórica, Miguel Fernando. Haverá passagens em off para aprimorar o assunto que será explorado, bem como a inserção de vídeos raros e inéditos de cada período. O documentário finalizado será publicado, na íntegra, dentro das plataformas virtuais e redes sociais do Maringá Histórica: Site _ www.maringahistorica.com.br Facebook _ www.facebook.com/maringahistorica Instagram _ www.instagram.com/maringahistorica YouTube _ www.youtube.com.br/maringahistorica Na etapa de pós-produção, todas as entrevistas com personagens históricos serão disponibilizadas nas plataformas do Maringá Histórica como fontes primárias de pesquisas futuras.
Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa inglesa Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Em novembro de 1951, Maringá já estava apta a realizar sua primeira eleição municipal para eleger seu prefeito e vereadores. Era uma disputa onde todos desejavam aquela "noiva", como parafraseou o advogado que foi eleito um dos primeiros vereadores naquele páreo, Jorge Ferreira Duque Estrada, no primeiro livro versado sobre a história local (Terra Crua, 1961). Este mesmo impresso destacou que aquela foi a "disputa do vale tudo", onde folhetos apócrifos, o que hoje seriam chamados de "fake news", circulavam em um sem número por todas as camadas sociais. Foi naquele contexto que o Município começou a se forjar e, ao contrário do que muitos romanceiam, aquele foi um período de muitos embates, tensões, sangue e disputas pelo poder. Não houve consenso, como era de se esperar. Mas, infelizmente, a falta de registros em vídeos para o grande público faz com que essa percepção do passado vá se enfraquecendo com o passar dos anos. Soma-se a isto o falecimento, dia a dia, de mais e mais personagens que viveram aquelas épocas. A memória está se perdendo. Maringá possui um grande ativo ainda disponível para lapidação e é justamente nele que este projeto pretende, dentro outros objetivos, se embasar. Isto é, absorver a memória de pioneiros que presenciaram ou que participaram diretamente das disputas eleitorais e das gestões municipais de cada um dos prefeitos aqui elencados. Tais informações são fundamentais para que se organize o conteúdo em um formato consumível por diferentes públicos, sobretudo os mais jovens. O Maringá Histórica nasceu sob este princípio há mais de dez anos, quando propôs a pesquisa e a disseminação de fatos históricos de forma pragmática e atualizada ao grande público. Naturalmente, utilizando-se de plataformas digitais contemporâneas, atingiu-se as camadas mais jovens da sociedade local, onde despertou curiosidade e interesse pelo passado da cidade. Atualmente, são mais de 50 mil pessoas presentes entre todas as redes sociais do Maringá Histórica, as quais interagem com diversas publicações sobre acontecimentos históricos diariamente. Acerca do projeto em tela, vale elencar o motivo do recorte temporal estabelecido, ou seja, 1947 a 1988. Considerou-se esse período de 41 anos _ 1 gestão na fase distrital e 8 gestões do Poder Executivo Municipal formalizado - pelo fato de contemplar ex-prefeitos que já faleceram dentro do ciclo contínuo da história local, encerrando, assim, a incursão com a virada para o novo sistema democrático brasileiro, que se deu com a promulgação da Constituição Federal no final da década de 1980, momento que tem início as legislações utilizadas próximas ao tempo presente. Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f).
Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre a história do Município de Maringá. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos da cidade, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto. Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL serão realizadas 10 palestras em Escolas Públicas do Município de Maringá, a fim de apresentar detalhes da história da cidade. As mesmas serão desenvolvidas de forma gratuita, em datas a serem definidas. A ideia é ampliar a temática que será abordada pelo produto cultural principal deste projeto por meio do processo de Educação Patrimonial.
Conforme estabelecido pela IN 05/2017, o conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 70 minutos. A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica. Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.
O projeto de documentário de média metragem, “A descoberta do Eldorado: formação e consolidação política de Maringá (1947 a 1988)”, será desenvolvido para veiculação nas plataformas das redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Desse modo, em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019, adotaremos todas as medidas de acessibilidade: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária. Quanto aos locais das palestras que serão executadas como ações de contrapartida social, ressalta-se que as mesmas serão promovidas em Escolas Públicas instaladas no Município de Maringá, estruturas que já cumprem as normas estabelecidas pela legislação vigente de segurança e acessibilidade.
Pela característica do projeto, “A descoberta do Eldorado: formação e consolidação política de Maringá (1947 a 1988)” será veiculada abertamente nas redes sociais do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 50 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade. Naturalmente, sua distribuição se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e engajamento do público. Ainda, em consonância com a IN 05/2017, seguem as medidas de democratização do acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais que serão atendidas com o projeto: - Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, - Acesso aos episódios de forma desburocratizada e completamente gratuita. Em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, serão adotados como mecanismo de Democratização de Acesso: - III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Ou seja, todo o conteúdo produzido ficará à disposição para acesso gratuito na rede de internet. As "Ações formativas culturais", integrantes ao campo de Contrapartida social, serão realizadas para atender o disposto pelo art. 22 da IN nº 02/2019, por onde serão promovidas palestras sobre a história de Maringá. Lembra-se que: * As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. ** 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Neste caso, nossa ação será integralmente destinada a professores e estudantes da Rede Pública de Ensino Fundamental e Médio, de forma gratuita e presencial.
Maringá Histórica / Proponente e Coordenação do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2004, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 14 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 20 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 20 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 2,6 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Já produziu mais de 50 documentários de curta-metragem para distribuição por meio de mídias digitais (YouTube), bem como veículos televisos (Rede Massa). Todos estes materiais possuem a temática centrada na história local e/ou regional de Maringá. Além disso, leva conteúdos diários sobre a memória maringaense por meio da Mundo Livre FM. Miguel Fernando / Apresentador, roteirista, pesquisador e diretor geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Cosmos Filmes / Direção de fotografia, tratamento e colorização de imagens e edições Iniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários. Robson Jardim / Captação de imagens Como operador de câmera, trabalhou em diversos veículos de comunicação televisa. Atua na profissão há mais de 20 anos.
Prestação de Contas APROVADA de acordo com o Relatório Executivo de Avaliação de Resultados nº 270/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC(SEI/MinC1721169)