Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 204056Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ÁGUAS DO RIO VERDE

MARCONDES ALEXANDRE PINTO JUNIOR
Solicitado
R$ 39,3 mil
Aprovado
R$ 39,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
GO
Município
Ceres
Início
2021-01-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

Edição de 1.000 (um mil) exemplares do primeiro livro do escritor Marcondes Alexandre Pinto Júnior :ÁGUAS DO RIO VERDE. Trata-se de um livro de memórias sobre Carmo do Rio Verde, que é uma pequena cidade do interior de Goiás cravada no Centro do vale do São Patrício na região norte de Goiás. Como contrapartida social acontecerá uma palestra/oficina sobre literatura, direcionada à alunos e professores de Escola da Rede Pública de Ensino.

Sinopse

Sinopse do Livro: Aguas do Rio Verde Carmo do Rio Verde é uma pequena cidade do interior de Goiás cravada no Centro do vale do São Patrício na região norte de Goiás. Mais propriamente no início dos anos 1970, suas ruas não tem asfalto ou qualquer outro tipo de calçamento ou pavimentação e a poeira, ou o barro ou a lama, é comum no cotidiano do povo desta terra, assim como ocorre, naturalmente nessa época praticamente, em todas as pequenas cidades desta parte do país. É essa gente do campo, proprietários, arrendatários, meeiros, suas esposas e filhos, que promovem o grosso da economia local... São eles, esse povo da roça, que promove a movimentação das casas de comércio e de prestadores de serviço da cidade. E assim vamos conhecendo a vida das pessoas simples da pequena cidade, com seus afazeres, lutas pela sobrevivência e cotidiano. O autor nos apresenta os armarinhos, banco, empresa de telefonia, pequenos armazéns , marcenaria, lojas de tecido, moedor de fubá, sorveteria, bares, farmácia etc, bem como seus profissionais como professores, farmacêuticos, costureiras, professores, alfaiates, advogados, odontólogos, telefonistas, açougueiros, lojistas, médicos, entre outros. O livro traz interessante relato da vida cotidiana na época, a vida na casa do escritor, os bailes, a vida na cidade, os hábitos e costumes da época. Revisitando a infância do autor, seus amigos, descobertas, numa época bem mais ingênua que a vivenciada hoje, trazendo-nos um sentimento de saudosismo mesmo. Vamos conhecendo o menino Marcondinho. Assim revisitamos os bailes e conjuntos musicais da época, o cinema (adquirido por seu pai), o inexplicável mundo lúdico da sétima arte. “A questão é que quando meu pai comprou o cine era o início da década de 1970, ocasião em que, em cidades como Carmo do Rio Verde não havia mais do que cinco ou seis aparelhos de tevês. De modo que a fantasia do cinema, os filmes, o mundo lúdico da imagem misturado com som, para a quase totalidade das pessoas da cidade e do campo só poderiam ser vistos nos cinemas. Razão por que todas as cidades tinham um cine.” Fatos curiosos como a chegada da televisão, O telejornal nacional da TV Globo que, dentre tantas coisas, mostrou-nos a chegada do homem à Lua, a guerra do Vietnam e do Camboja. Os conflitos do canal de Suez, o escândalo do Watergate, os incêndios dos edifícios Joelma e Andraus na capital de São Paulo, dentre tantos outros eventos ou fatos, não podiam mesmo deixar de serem interessante e fantásticos. A difícil lida do homem do campo na época. De forma que, não só por necessidade, porém principalmente por causa do fascínio pela modernidade da cidade é que as pessoas foram migrando da zona rural para a área urbana. As brincadeiras infantis faziam a alegria da criançada, tais como : brincar de bolo, chicotinho queimado, queimada e salva latinha, minha direita está vaga, passar anel, jogo de bete, brincar de papagaio, cavalo de pau, elástico, salve cadeia, roubar bandeira, finca, biloquê, damas, tocar pião, telefone com latinhas, entre outras. Nadar no rio era outra forma de diversão. Havia nas cidades como fonte de diversão os circos. ’ Nossa família, não sei se por uma questão de escolha, ou de acaso, sempre fomos envolvidos com arte. Meu pai tinha um cinema – a sétima arte e nós sempre estávamos vendo filmes; meus irmãos tinham um conjunto musical, por conseguinte, a gente estava sempre envolvidos com instrumentos musicais, com música e ainda, vendo as apresentações deles´. As crianças criaram também um cirquinho improvisado. “É verdade que o cirquinho não durou muito tempo, mas o importante é que ficou na história das vidas de todas aquelas crianças, com as diversas expressões de arte, ainda que de forma ingênua e infantil, nossa turma conseguiu mostrar a tanta gente daquela época. Mesmo à custa de luz de velas e de lamparinas”. “No primeiro dia de aula, lembro-me de que minha mãe me enviou para a escola apenas me dizendo que eu fosse sozinho que a professora estaria me esperando. Sem entender como a coisa iria funcionar, eu lhe disse que não queria ir sozinho e que eu precisava ser acompanhado, pois, o primeiro dia de aula de uma criança é um marco bastante significativo na vida de uma pessoa, contudo, minha mãe não tinha a menor noção e, provavelmente, ela pensava que mandar um menino sozinho para a escola seria uma boa oportunidade de dizer a ele que a vida escolar começa como uma demonstração de autonomia e coragem, e que o menino, em assim procedendo, cresceria forte e resistente para as intempéries da vida. Com certeza minha mãe estava errada, mas não a culpo por isso, pois a evolução vem com o tempo, o que ainda não tinha ocorrido”. O autor também nos conta peculiaridades sobre o Regime Militar. Sendo criança na época, não compreendia diretamente o regime... As religiões e igrejas da época, onde o escritor demonstra as transformações históricas ou sociológicas pelas quais passaram as pessoas e a pequena cidade de Carmo do Rio Verde, sejam elas católicas ou evangélicas, protestantes ou pentecostais. A pequena Carmo do Rio Verde, segue sua vida com seus festejos religiosos, procissões, barraquinhas e parques de brinquedos. Uma visão sobre a cidade, as crianças e adultos. Um relato sobre a realidade local, inclusive sobre as casas de baixo meretrício, casa da luz vermelha, ou outras denominações dadas na época. “Carmo do Rio Verde, a exemplo de grande parte das cidades de nosso País, tinha, nos anos de 1970, como principal e quase única atividade de produção, de geração de emprego ou renda, o trabalho agrícola. É, nessa mesma época, que eu vivi e vivenciei muitas situações que fazem lembrar, com bom grado, a minha relação com os trabalhadores rurais.’ Assim o autor faz um relato sobre como era a vida na fazenda de seu pai, o trabalho, os costumes, as confraternizações, a alimentação, a lida diária das pessoas simples e de sua família, especialmente seu pai. Há ainda dois textos de despedida de sua mãe e de seu pai, comoventes e belos, de demonstração de caráter, amor e dedicação à família. “Creio que não podemos deixar morrer a história de meus pais naquele lugar, a minha vida naquela fazenda, e espero que as nossas próximas gerações reconheçam a importância dos seus ancestrais”. - Oficina/Palestra : A oficina propõe estimular a investigação de possibilidades para a escrita criativa de micronarrativas, partindo de elementos como oralidade popular, fotografias, cartas, cartão-postal, observação do cotidiano, personagens, palavras soltas, visando oferecer ao participante.

Objetivos

Objetivo Geral: Estimular a leitura e a valorização da memória da cidade de Carmo do Rio Verde Goiás, através da edição do livro "Águas do Rio Verde". Objetivos Específicos: - Edição de 1.000 (um mil) exemplares do livro "Águas do Rio Verde", sendo o primeiro livro do escritor Marcondes Alexandre Pinto Júnior. - Oferecer 1 (uma) oficina/palestra sobre literatura, com 100 (cem) vagas para alunos e professores da Rede Publica de Ensino.- Incentivar e fomentar a prática da leitura e da escrita;-Destacar um escritor que a cada texto, se reafirma como um novo representante da literatura do Estado de Goiás;- Atrair bons e novos leitores, norteando a consciência da autenticidade da prática da leitura;- Divulgar histórias e memórias da cidade de Carmo do Rio Verde, Goiás, resgatadas pelo escritor, com contéudo relevante para a cidade e o Estado de Goiás.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; "A infância não é uma coisa que morre em nós e seca uma vez cumprido o seu ciclo. Não é uma lembrança. É o mais vivo dos tesouros e continua a nos enriquecer sem que o saibamos". Franz Hellens Ao que se vê, um livro repleto de histórias de vida que são dignas de serem contadas, acompanhando o fazer literário do escritor. memórias de infância, passadas em Carmo do Rio Verde-GO, na década de 70. A infância é o período no qual edificamos as bases que sustentarão tudo o que virá depois _ chão firme que apoiará todos os passos. É também um fase mágica, onde o brincar e a imaginação constroem memórias afetivas cheias de significado que irão perdurar por toda a existência. Engana-se quem pensa que o começo da vida é uma etapa que fica para trás depois que viramos adultos. É um ciclo vivo, que volta, e se renova. Ecos da criança que fomos continuam a ressoar dentro de nós no decorrer da vida. A presente obra é baseada em fatos verdadeiros que, na maioria deles, foram presenciados pelo autor, tratando-se de histórias ocorridas na década de 1970, ou de estórias contadas naquela época, no tempo de sua infância. Em alguns momentos, a narrativa ocorre por informações que o autor coletou de alguns parentes ou amigos que também viveram naquela ocasião. Portanto, pode haver um ou outro equívoco com relação a nomes de pessoas, lugares e datas.O autor não deixou escapar absolutamente nada. As famílias, seus membros de A a Z, descritos e estudados em todos os seus momentos de vida. Com este livro, mesmo sem conhecer Carmo do Rio Verde, passamos a nos familiarizar com muitos de seus habitantes e seus lugares. Livro importante, para resgate histórico local, antes que o avanço da tecnologia e o desaparecimento das pessoas idosas, venham apagar ou alterar os verdadeiros conhecimentos. São 25 capítulos em 275 páginas. Inicia poeticamente, com uma gota de orvalho que crescendo, recebendo águas até virar o caudaloso Rio Verde : "Uma gota de orvalho cai de uma folha e vai bater na terra. É o orvalho matinal, que por força da mãenatureza, vai dando a sua contribuição à vida no planeta. Ela vai mergulhartranquilamente ali naquele chão. Naquele lugar ela não termina o seu ciclo, mascontinuamente vai se juntar a outras gotas e assim escorrer até chegar a umanascente ou vai virar chuva, que depois vai pro chão, que vai pra nascente, que entãovai para uma nascente, que então vai para um pequeno córrego, que depois cai emum outro córrego que vai chegar até a um rio e ali vai correr todos os dias, num lugaronde se passa água sempre, mas nunca passa a mesma água. É como a vida, é comoos dias de nossas vidas, onde todas as transformações de cada momento vivido nosleva a ser sempre nós mesmos, mas nunca a mesma pessoa, como as águas do rio." Trata-se de um compêndio de leitura interessante, deste escritor que em sua primeira obra, nos apresenta um relato tão poético sobre sua querida Carmo do Rio Verde, e os acontecimentos passados, que nortearam as novas gerações, que agora, poderão se deliciar com as brincadeiras de infância, as histórias, os pensamentos de outrora num eterno ciclo que é a vida, neste ir e vir de gerações após gerações. Uma obra importante para o registro histórico da cidade e do Estado de Goiás.

Especificação técnica

Livro - 1000 LIVROS COSTURADOS - Águas do Rio Verde CAPA: 21x46cm, 4x0 cores Tinta Escala em Supremo 250g. MIOLO: 276 págs, 15x21cm, 1 cor Tinta Preta em Off-set 75g. Lombada:14mm, ISBN e Ficha Catalográfica, Costurado, Dobrado, Plastificação Fosco=1 s, Corte/Vinco, Hot Melt. Autor : Marcondes Alexandre Pinto Júnior Edição: Gráfica Kelp´s =====================

Acessibilidade

LIVRO PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplicaDEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplicaDEFICIENTES VISUAIS: livros em Braille CONTRAPARTIDA SOCIAL PRODUTO: OFICINA/ PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de librasDEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e material em braile.

Democratização do acesso

PRODUTO: LIVRO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

Escritor: Marcondes Alexandre Pinto Júnior Coordenador:Marcondes Alexandre Pinto Júnior - trabalho não remunerado CURRÍCULO DADOS PESSOAIS:Nome:MARCONDES ALEXANDRE PINTO JUNIORQualificação: Brasileiro, casado, advogado com OAB.GO. 22.409 e OAB.BA.37.857, portador de C. Identidade n. 1.457.104 (SSP.GO.) e CPF:331.093.461-68;Endereço Residencial: Rua Alfredo de Pádua, n.. 628, Centro, Ceres, Goiás.CEP. 76.300.000ESCOLARIDADE: Ensino Básico (Primeiro Grau): Concluiu na Escola Estadual de PrimeiroGrau OLAVO BILAC, Setor Aeroviário, Goiânia, Goiás no ano de 1979; Ensino Médio (Segundo Grau): Concluiu na Escola Projeção, Asa Norte,Brasilia, DF, no ano de 1984; Graduação em LETRAS MODERNAS: Concluiu na FAFISP, em Ceres,Goiás, no ano de 1988; Graduação em Direito: Concluiu na UFG, na cidade de Goiás, GO, noano de 2003; Pós-Graduação LATU SENSU (Especialização) em DireitoAdministrativo pelo IDAG, em Goiânia no ano de 2006; Pós-Graduação em Direito Previdenciário LATU SENSU pela ATAMEem Goiânia, no ano de 2007;EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Atuou como Assessor Jurídico do Município de Itaguaru-Goiás no anode 2006; Atuou como Assessor Jurídico do Município de Campos Verdes-Goiásno ano de 2008; Atuou como Assessor Jurídico da Câmara Municipal de Carmo do RioVerde no ano de 2008;2 Atuou como Assessor Jurídico do Município de Itaguaru-Goiás no anode 2009 e 2010; Exerceu o magistério na UEG, unidade de Ceres, no ano de 2006; Este é o primeiro projeto e primeiro livro do autor. Produção Executiva: trabalho remunerado Dalva Alves da Paixão Paixão. Poeta, designer (UFG 2001 ) e arte educadora. Produtora executiva há 13 anos. Trabalhou durante 15 anos na Fundação Jaime Câmara / Casagrande Galeria de Arte, Goiânia- Go. Trabalhou durante 2 anos na Assessoria Cultural do CEP em Artes Basileu França.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.