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O livro "Catarinas" é um documentário fotográfico poético, a partir de uma expedição do fotógrafo Cesar Fraga por diversos municípios de Santa Catarina, retratando a riquíssima diversidade humana do estado. Para os curiosos e amantes da fotografia, a obra revela pedaços do Brasil pouco conhecidos pela maioria dos brasileiros. A publicação será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Estão também previstas três palestras ministradas pelo autor para jovens estudantes em vulnerabilidade social e seus professores, além da produção de 1.000 cópias de um audiobook, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas.
Epígrafes, Prefácio, Apresentação e Sumário Introdução Apresentação do projeto, destacando a relevância, os objetivos e as perspectivas; explanação fundamental sobre as relações entre Memória e História; valorização da diversidade humana, tão presente em Santa Catarina, tão cara para a sociedade brasileira como um todo. Capítulo 01 – Pré-História Santa Catarina possui um importante acervo de inscrições rupestres pré-históricas. Urubici, na região serrana, é um dos lugares mais ricos em sítios arqueológicos do estado. No litoral, destaque para os sítios arqueológicos na praia do Santinho e na Ilha do Campeche (em Florianópolis) e na Ilha de Porto Belo. Os sambaquis, locais onde os índios processavam alimentos e sepultavam os mortos, também são destaque no estado. No município de Jaguaruna existem mais de 30 sambaquis, incluindo um dos maiores do mundo, com área de 10 hectares e até 30 m de altura. Capítulo 02 – Índios Indígenas dos grupos guarani, xokleng e kaingang já habitavam as terras catarinenses bem antes da chegada dos navegadores portugueses. Os índios Xokleng ainda preparam o delicioso Capung, assado em taquara na fogueira, nos municípios de José Boiteux e Doutor Pedrinho. Sua língua e sua cultura são únicas, não existem em outro lugar. Capítulo 03 – Açorianos Os açorianos começaram a chegar em grande número ao litoral catarinense no século XVIII a fim de ocupar as terras portuguesas e protegê-las de possíveis invasões. Deixaram sua marca em cidades litorâneas como Florianópolis, Imbituba, Itajaí e São Francisco do Sul, locais onde ainda se vê o casario colonial típico, além de tradições como a pesca artesanal, a renda de bilro e a culinária baseada em frutos do mar. Capítulo 04 – Africanos Vítimas do “holocausto negro”, os africanos foram trazidos para o trabalho escravo nas lavouras catarinenses. Em Criciúma, chegaram para trabalhar nas minas de carvão e na estrada de ferro. Hoje a cultura africana está bastante preservada nos quilombos de Vitor Meireles, Porto Belo, Rio Negrinho, Campos Novos e Praia Grande. Em municípios como Florianópolis, os orixás são cultuados pelos seus descendentes em terreiros de umbanda e candomblé. Capítulo 05 – Caiçaras Caiçara é o povo da beira-mar e pé de serra, mistura cabocla de índio, português e negro, uma boa amálgama de sabedoria ancestral, a mesma que originou a nacionalidade brasileira pós-colonização. Em Santa Catarina, está presente em municípios como Itapoá e Navegantes. Ali as famílias trazem consigo as mesmas tradições, décadas após décadas, como a arte de construir embarcações em madeira, o fandango, a pesca artesanal e a procissão de Nossa Senhora de Navegantes. Capítulo 06 – Italianos Atualmente, cerca de 45% da população catarinense é descendente de italianos. Em cidades como Urussanga, Nova Veneza e Nova Trento a arquitetura típica, a farta culinária regada a bons vinhos e outras tradições tipicamente italianas ainda podem ser encontradas. As casas dos imigrantes italianos, construídas com tábuas largas e pesadas, no tamanho de dois andares (com até 8 metros de comprimento), estão presentes em todas as regiões do Estado – destaque para as cidades de Urussanga, Orleans, Rodeio, Nova Trento, Tangará, Pinheiro Preto, Ascurra, e Botuverá. Capítulo 07 – Alemães Cidades como Blumenau e São Pedro de Alcântara são locais para se apreciar a influência dos colonizadores germânicos, seja na arquitetura, nas festas, nos jogos, na tradição cervejeira ou na gastronomia típica. Cerca de 35% da população catarinense é descendente de alemães. A influência germânica é visível na arquitetura em estilo enxaimel, facilmente identificada nos prédios com estruturas aparentes de madeira e paredes de tijolos maciços. Construções que podem ser encontradas em ótimo estado de conservação em cidades como Blumenau, Joinville, São Bento do Sul e São Pedro de Alcântara. Capítulo 08 – Japoneses A mais autêntica colônia japonesa do Sul do país está em Frei Rogério, mais precisamente na comunidade do Núcleo Celso Ramos. Lá se pode contemplar a beleza das espécies de cerejeiras trazidas do Japão para o Parque Sakura Matsuri. Outro destaque do município é o Parque Sino da Paz. As tradições orientais também podem ser vivenciadas nas principais festas da comunidade, como a Festa da Florada da Cerejeira. Capítulo 09 – Pomeranos Os pomeranos vieram de uma província da Prússia, que hoje corresponde à Alemanha e à Polônia, ainda no século XIX. Como muitos outros europeus, foram atraídos por promessas de agentes colonizadores brasileiros. Hoje muitos ainda se comunicam através da língua pomerana, falada somente no Brasil e que só recentemente ganhou sua versão escrita. Dentre suas muitas tradições, destaca-se a anual Festa Pomerana, em Pomerode. Capítulo 10 – Poloneses e ucranianos Assim como os outros europeus, foram trazidos pelo Império Brasileiro para o trabalho na lavoura, após a abolição da escravatura. Aqui mantiveram muitas das suas tradições. Suas casas de madeira são sempre coloridas, enfeitadas por desenhos e com a presença de lambrequins – rendilhados de madeira, com pontas em gota vertendo na direção do solo, fixos nas beiradas dos telhados. Destaque para as igrejas de Santo Estanilau (polonesa), Sagrada Família (ucraniana), em Itaiópolis e o conjunto de construções Art Nouveau, em Lages. Capítulo 11 – Austríacos Treze Tílias é um bom exemplo da colonização austríaca em Santa Catarina. Em outubro, a capital catarinense dos escultores e das esculturas em madeira é palco da Tirolerfest. Durante seis dias, a cidade celebra a cultura austríaca através da música, gastronomia, desfiles, dança, artesanato local e muito chopp. Em 2019, o evento comemorou os 85 anos da imigração austríaca na cidade, que parece uma vila típica saída dos Alpes, com galos de metal nos campanários, sinos na entrada das casas e portas e janelas em madeira trabalhada pelos artesãos locais. Capítulo 12 – Franceses e Espanhóis Em São Francisco do Sul, há uma grande diversidade de elementos arquitetônicos, emoldurados pela beleza da Baía da Babitonga. Seu centro histórico possui cerca de 400 imóveis tombados pelo Iphan A cidade é um das povoações mais antigas do Brasil e recebeu, ao longo da sua história, navegadores de diversas nacionalidades, principalmente franceses e espanhóis. Também às margens da Babitonga, os franceses fundaram o Falanstério do Saí, uma comunidade experimental intencional fourierista, formada em 1841 por colonos. Capítulo 13 – Sírios e Libaneses Os sírios e libaneses começaram a desembarcar em nosso território no final do século XIX. Perseguidos pelo Império Turco-Otomano, os cristãos viram na emigração uma forma de fuga da violenta dominação pela fé islâmica. Chegaram à região de Florianópolis e se estabeleceram comercialmente, obtendo grande prosperidade em seus negócios. As Guerra Civis no Líbano (de 1975 a 1990) e na Síria (que se estende até hoje), formou uma nova corrente migratória em direção ao Brasil, agora incluindo um número considerável de muçulmanos. A maioria se estabeleceu em Florianópolis, Criciúma, Tubarão e Lages.
Objetivo Geral Produzir um projeto artístico sobre a diversidade catarinense, de profunda relevância para o caldeirão humano brasileiro, apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Realizar um ensaio autoral e poético, afirmando a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética; Produzir textos aprofundados que enriqueçam o conteúdo artístico, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira; Pesquisar e divulgar a história dos povos de Santa Catarina, de valor inquestionável para patrimônio imaterial brasileiro, incentivando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Desenvolver a consciência internacional dos brasileiros, respeitando os valores e as tradições culturais dos imigrantes catarinenses; Inserir em nosso roteiro boa parte dos 22 conjuntos arquitetônicos tombados pelo IPHAN no Estado de Santa Catarina, preservando os bens materiais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Objetivos Específicos Realizar uma expedição fotográfica por diversos municípios de Santa Catarina, retratando a riquíssima diversidade humana do estado; Produzir um livro de arte bilingue (português/inglês), formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares; Distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas e comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social.
Origem A população de Santa Catarina tem sua origem em povos de diversas etnias. Indígenas dos grupos guarani, xokleng e kaingang já habitavam as terras catarinenses antes da chegada dos navegadores portugueses ao Brasil. Os açorianos começaram a chegar em grande número ao litoral catarinense no século XVIII a fim de ocupar as terras portuguesas e protegê-las de possíveis invasões. Vítimas do "holocausto negro", os africanos foram trazidos de países como Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique para o trabalho escravo nas lavouras brasileiras. Com fim da escravidão, após a independência do país, imigrantes alemães espalharam-se pela região norte do estado e pelo Vale do Itajaí. Mais tarde, imigrantes italianos também chegaram a Santa Catarina, instalando-se principalmente na região sul. Essas foram as principais correntes migratórias que participaram da formação da identidade cultural catarinense. Em menor número, poloneses, ucranianos, japoneses, austríacos, holandeses, húngaros e outros também contribuíram para o caráter multicultural dessa população. Destaca-se ainda a influência dos tropeiros gaúchos e paulistas que atravessavam as terras catarinenses no século XIX transportando gado entre RS e SP. Preservação Cultural Atualmente, cerca de 45% da população catarinense é descendente de italianos. Em cidades como Urussanga, Nova Veneza e Nova Trento, a arquitetura típica, a farta culinária regada a bons vinhos e outras tradições tipicamente italianas ainda podem ser encontradas. Já cidades como Blumenau e São Pedro de Alcântara são locais para se apreciar a influência dos colonizadores germânicos na arquitetura, nas festas, nos jogos, na tradição cervejeira e na gastronomia típica. Cerca de 35% da população catarinense é descendente de alemães. Os açorianos também deixaram sua marca, principalmente em cidades litorâneas como Florianópolis, Imbituba, Itajaí e São Francisco do Sul, locais onde ainda se vê o casario colonial típico, além de tradições como a pesca artesanal, a renda de bilro e a culinária baseada em frutos do mar. Treze Tílias é um bom exemplo da colonização austríaca, enquanto Frei Rogério abriga ainda uma colônia japonesa, entre outras cidades de colonização diversa. A cultura africana está bastante preservada nos quilombos de Vitor Meireles, Porto Belo, Rio Negrinho, Campos Novos e Praia Grande. Em municípios como Florianópolis, os orixás são cultuados pelos afro-descendentes em terreiros de umbanda e candomblé. Além disso, cerca de 10 mil indígenas residem em terras catarinenses nas quase 30 reservas espalhadas pelo estado. E Santa Catarina continua atraindo gente de todos os lugares do Brasil e do exterior. Prova disso é que entre os moradores atuais 15% não são catarinenses. Entre as festas religiosas catarinenses tradicionais destacam-se a procissão do Senhor Jesus dos Passos, a festa de São Sebastião, a festa do Divino Espírito Santo (festa móvel, com três dias de duração) e a procissão de Santa Catarina (padroeira do estado). Outras festas importantes no estado são o terno de reis, em janeiro; o boi-de-mamão, em janeiro e fevereiro, uma espécie de pantomima em que predomina a figura de um boi de papelão ou madeira, seguida de pessoas fantasiadas, dançarinos e cantores; e a farra do boi, na semana santa. Dos pratos típicos catarinenses, os mais conhecidos são a bijajica (bolinho feito de polvilho, ovos e açúcar, frito em banha) e o Ente mit Rotkohl (marreco com repolho roxo), especialidade da região de Brusque. Patrimônio Material A arquitetura típica e os monumentos encontrados em cada município catarinense remetem à cultura de seus colonizadores, sendo possível encontrar uma grande variedade de estilos em todo o estado. São ao todo 22 conjuntos arquitetônicos tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), além das edificações tombadas pelo Estado e pelos municípios. Museus e memoriais preservam importantes acervos históricos de cada região. Incentivo à Cultura A Lei de Incentivo à Cultura foi criada em 1991, quando a cultura brasileira atravessava uma fase especialmente cinzenta de sua existência. Foi quando os bons ventos começaram a soprar, a oferta na área disparou e a lei se tornou o principal financiador da cultura do país. Agora, quase três décadas mais tarde, após o país mergulhar em uma das crises mais profundas de sua história, voltamos a viver tempos sombrios. Nossa população está se distanciando cada vez mais das livrarias, que vêm amargando prejuízos e fechando suas portas. É nesse contexto que, mais do que nunca, precisamos botar a locomotiva novamente nos trilhos e seguir publicando livros relevantes, a mais poderosa ferramenta de transformação da sociedade. "Catarinas" é um desses projetos fundamentais. O livro tem o desafio de costurar essa incrível colcha de retalhos no sul do Brasil, a partir de pesquisas aprofundadas, relatos de viagem e um material fotográfico sem precedentes em forma e extensão. A obra retrata toda a diversidade humana do Estado _ de Itapoá à Praia Grande, dos quilombolas aos japoneses, dos pescadores aos industriais, de todas as raças e credos. Para os curiosos e amantes da fotografia, revela um pedaço do Brasil pouco conhecido pela maioria dos brasileiros. Excelência A primeira edição será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 240 páginas, capa dura, sobrecapa e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Um produto de altíssima qualidade, digno e ao mesmo tempo distante da realidade da esmagadora maioria da população, não fosse pelas ferramentas de incentivo à cultura. Enquadramento O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas, comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social e produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Incisos III, IV e V, ao produzir um projeto artístico sobre a diversidade catarinense, de profunda relevância para o caldeirão humano brasileiro; Inciso IV, ao pesquisar e divulgar a história dos povos de Santa Catarina e inserir em nosso roteiro boa parte dos 22 conjuntos arquitetônicos tombados pelo IPHAN no Estado de Santa Catarina; Inciso VII, ao retratar os valores e as tradições culturais originais dos imigrantes catarinenses; Inciso VIII, ao pesquisar e divulgar a história dos povos de Santa Catarina, de valor inquestionável para patrimônio imaterial do Brasil. O projeto "Catarinas" atenderá o Artigo 3º da Lei 8313/91, fomentando a produção cultural e artística, ao editar uma obra relativa às ciências humanas.
LIVRO Tiragem 3.000 unidades Idiomas Bilíngue (português / inglês) Páginas do miolo 240 (20 cadernos de 12) Formatos Miolo: fechado – 280 x 280 mm / aberto – 560 x 280 mm Capa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 620 x 320 mm Sobrecapa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 780 x 285 mm Papéis Miolo: couché fosco 150 g/m2 (BVS Plus Scheufelen ou similar) Revestimento da capa: couché brilho 115 g/m2 Sobrecapa: couché brilho 170 g/m2 Guardas: vergé 180 g/m2 Impressão Miolo: 4/4 cores (CMYK) + verniz de proteção à base d'água Capa e sobrecapa: 4/0 cores (CMYK) Guardas: 4/0 cores (CMYK) Acabamento Lombada costurada, capa dura e sobrecapa Laminação fosca na capa e na sobrecapa PALESTRAS Cada uma das três palestras será ministra para um público de aproximadamente 150 pessoas e terá duração de aproximadamente uma hora. O autor apresentará uma extensa seleção de fotos, convidando os jovens a "viajar" por Santa Catarina. Os eventos serão organizados em escolas públicas, com o apoio do Instituto Ser+ (SP), uma organização sem fins lucrativos, que desenvolve o potencial de jovens em vulnerabilidade social AUDIOBOOKS Os audioserão produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais.
LIVRO Acessibilidade física: A seleção do espaço de lançamento do livro deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Está prevista a produção de 1.000 audiobooks junto a Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais. Com a ajuda de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A seleção dos espaços das três palestras deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As três palestras serão interpretadas em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Estudantes com deficiência visual receberão gratuitamente cópias dos audiobooks produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP).
LIVRO Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para jovens estudantes em vulnerabilidade social, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão comercializados 300 livros (10% da tiragem) a R$ 36, valor abaixo do valor do Vale-Cultura, de acordo com o Inciso I, alínea "d" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de acordo com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Estão prevista três palestras ministradas pelo fotógrafo/autor para jovens estudantes, em escolas da rede pública, de acordo com o incisos V e VII do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. AUDIOBOOK Serão distribuídos gratuitamente 1.000 cópias do audiobook (100% da tiragem) para bibliotecas e instituições de apoio a deficientes visuais, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 e com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Três palestras serão ministradas pelo autor, em escolas da rede pública, de acordo com o Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.
Produção Executiva, Fotografia e Palestras – Cesar Fraga (autor) / Clips (proponente) Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ, pós-graduado em marketing pelo Instituto COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atuou em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia, África e Antártica. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra e as Revistas National Geographic, Courrier Internacional (Portugal), Gol e História Viva. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), das mostras “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e “MadurÁfrica” (2018) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra em 2014. Pesquisa e Redação – Isabel Clemente (co-autora) / Clips (proponente) Escritora e jornalista com 20 anos de experiência nos principais veículos de comunicação do país, foi editora e colunista da revista Época, repórter e correspondente em Londres da Folha de São Paulo e repórter especial do Jornal do Brasil. É autora de um livro de crônicas "A pior mãe do mundo: uma biografia não autorizada de todos nós"/ Editora 5W, co-autora de um livro semificional "Drogas: as histórias que não te contaram"/Editora Zahar e redatora de “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), do fotógrafo Cesar Fraga. Curadoria, Coordenação Editorial e Projeto Gráfico – Aline Carrer / Clips (proponente) Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial e em exposições, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Na área expográfica, foi responsável pela Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); desenvolveu o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000). Tratamento de Imagens e Produção Gráfica – Clicio Barroso Filho / Clips (proponente) Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. Tradução – Annabella Blyth Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. Revisão de Textos – Camilla Savoia Sodré Azevedo Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. Audiodescrição – Fundação Dorina Nowill Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.
PROJETO ARQUIVADO.