Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Produzir um livro bilíngue (português / mandarim) que apresente a história da imigração chinesa no Brasil, oficialmente iniciada em 1900 _ portanto, há 120 anos, mas que se inicia de fato nos tempos do Brasil colônia _, e que legou ao país o privilégio de conviver com um povo cuja história é repleta de cultura, empreendedorismo e contribuições para nossa sociedade. As tradições e costumes desse povo milenar. Os aspectos culturais presentes no dia a dia tanto dos chineses quanto dos brasileiros.
CAPÍTULOS - Estrutura preliminar Cap. 1 – os antecedentes da presença chinesa no Brasil / séc 16 a 19 - a contratação de centenas de chineses para o plantio de chá no Jardim Botânico, no início do século XIX. Trazidos por ordem de d. João VI, os chineses teriam como tarefa aclimatar a valiosa planta em terras brasileiras. O chá era um dos principais produtos de comércio no Ocidente, plantá-lo no Brasil aumentaria os lucros da Coroa Portuguesa. Os planos de produzir chá para exportação fracassaram, o que desestimulou os planos de uma contínua imigração chinesa neste período. Rugendas, quando viajou pelo país acompanhando a expedição Langsdorff na década de 1820, desenhou chineses trabalhando em uma plantação de chá no Rio de Janeiro ao lado de escravos negros; - navios vindos da China chegavam a Salvador, então capital da colônia, carregados de porcelanas, leques e, claro, seda; - em diversas cidades de diferentes Estados, como Bahia, Minas Gerais e São Paulo, são encontradas as chamadas “chinesices” (ou chinoiseries), introduzidas entre os séculos XVI e XIX. São marcas na arte sacra, na arquitetura, que refletem a influência do oriente em, por exemplo, rostos dos santos e dragões esculpidos em templos. A igreja de Nossa Sonhara do Rosário, em Embu das Artes, próxima a São Paulo, dentre outras, possui chinesices. - presença no cotidiano do Brasil colônia e Império: o hábito de empinar pipas, estourar fogos de artifício, usar roupas de seda ornamentadas e coloridas e até mesmo homens ricos ostentando unhas exageradamente compridas, para mostrar que não precisavam fazer trabalhos manuais, tal qual os mandarins da China. - presença de muitos engenheiros chineses nos projetos de construção de ferrovias, na segunda metade do século 19. - as discussões sobre a vinda de imigrantes chineses para as lavouras de café, em meio aos debates sobre fim da escravidão: em 1890, o recém formado governo republicano promulgou o decreto n.528, com a finalidade de regularizar a introdução e localização de imigrantes no Brasil. O documento era assinado pelo presidente da República, Deodoro da Fonseca e pelo ministro da Agricultura, Francisco Glicério. A “restrição” de entrada dos imigrantes da África e da Ásia tinha ares de proibição, pois seria permitida apenas com autorização do congresso nacional. Em 1892, foi aprovada a lei n º 97 que permitia a entrada de imigrantes chineses e japoneses no Brasil. Cap. 2 – a primeira imigração oficial – século 20 A chegada do primeiro navio, em 1900. Consta no acervo digital do Museu da Imigração a matrícula de 119 chineses, com idades entre 20 e 40 anos, todos homens e solteiros, na Hospedaria dos Imigrantes, onde hoje fica o museu, no bairro da Mooca, em São Paulo. Cap. 3 – a maior leva de imigrantes e os dias atuais - o grande fluxo da imigração chinesa para o Brasil se deu a partir da década de 1950. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China, e que ocasionavam a falta de alimentos no país. Um grande número de chineses mudou-se inicialmente para Taiwan e, logo em seguida, buscou um novo país no estrangeiro. Grande número deles imigrou para o Brasil; - as longas viagens de navio, as dificuldades de adaptação no novo país: língua, costumes, culinária; - o estabelecimento de relações diplomáticas entre Brasil e China, há 46 anos; - 2018:criação do Ibrachina – Instituto Sociocultural Brasil China Cap. 4 – Tradições e costumes Quais as tradições e costumes do povo chinês? A influência dos costumes e tradições de um povo oriental e sua convivência harmônica em um país do Ocidente e predominantemente tropical. Apresentar um panorama sobre: Os festivais (da Primavera, da Laterna, do Dragão Embriagado); a gastronomia (rolinho primavera, talharim, bolinhos de carne e pastéis, barbatanas de tubarão); as artes marciais; a Escrita e Caligrafia; a Arquitetura (muralha da China); a Sociedade Chinesa; a religião; as Artes(Literatura, Artes Gráficas, Música)
GERAL - Publicar um livro que conte a história da imigração chinesa no Brasil, sua presença em nossa sociedade e as contribuições em diferentes segmentos, em especial na cultura e cotidiano, mas também na economia, agricultura e gastronomia. ESPECÍFICOS - Produzir 1400 exemplares de um livro apresentando a história da imigração chinesa no Brasil; (LIVRO) - Publicar o conteúdo do livro em português e mandarim; (LIVRO) - Apresentar a importância da presença da cultura chinesa ao longo dos últimos 120 anos no Brasil, mas também a força de sua presença e influência no momento atual, nas áreas da cultura, gastronomia e economia; (LIVRO) - Demonstrar a influência dos costumes e tradições de um povo oriental e sua convivência harmônica em um país do Ocidente e predominantemente tropical; (LIVRO) - Produzir e distribuir 200 CDs com uma narrativa resumida do conteúdo do livro, para acesso aos deficientes visuais; (LIVRO) - Disponibilizar o conteúdo da publicação em site da internet, para acesso gratuito; (LIVRO) - Realizar três palestras como contrapartida social a estudantes e professores de escolas públicas, sobre a relevância da cultura chinesa em nosso país. (CONTRAPARTIDA SOCIAL)
A imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do Brasil no século 19, em razão do enorme tamanho do território brasileiro a ser povoado e do desenvolvimento das plantações de café, que demandavam mão de obra numerosa. Com a pressão global pelo fim da escravidão, consumada apenas em 1888, suíços, alemães, eslavos, turcos, árabes, italianos e japoneses _ e os chineses, a partir de 1900 _ desempenharam papel fundamental em nossa sociedade. Todos são povos cujos representantes se fixaram no território brasileiro, exercendo diferentes papéis, nos mais variados ramos de negócio, como, por exemplo, a indústria cafeeira, a construção de ferrovias, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, o comércio, etc. Graças a todos e a cada um destes povos e etnias, temos hoje um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo, com uma cultura diversificada e de grande valor histórico. A imigração chinesa no Brasil teve início em 1812, quando dom João VI trouxe, de Macau, algumas centenas de chineses, com o propósito de introduzir o cultivo de chá no país. Eles iniciaram lavouras experimentais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e na Fazenda Imperial de Santa Cruz, porém o experimento fracassou e a colônia chinesa desapareceu. Estima-se terem chegado cerca de 3.000 chineses ao longo de todo o século 19 no Brasil. Ao longo do período, os trabalhadores chineses, ou "chins", como eram chamados, são retratados em diferentes publicações associados a estereótipos carregados do racismo científico, comum à época e em discussões sobre políticas migratórias. Ainda assim, registram-se, em diversas cidades de diferentes Estados, como Bahia, Minas Gerais e São Paulo, as chamadas "chinesices" (ou chinoiseries), introduzidas entre os séculos 16 e 19. São marcas na arte sacra, na arquitetura, que refletem a influência do oriente em, por exemplo, rostos dos santos e dragões esculpidos em templos. A igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Embu das Artes, próxima a São Paulo, dentre outras, possui chinesices. Também se registra a presença chinesa no cotidiano do Brasil colônia e Império no hábito de empinar pipas, estourar fogos de artifício, usar roupas de seda ornamentadas e coloridas, e até mesmo o costume de homens ricos ostentarem unhas exageradamente compridas, para mostrar que não precisavam fazer trabalhos manuais, tal qual os mandarins da China. Em 15 de agosto de 1900, atracou no porto de Santos (SP) o navio a vapor Malange, vindo de Lisboa e trazendo trabalhadores chineses para lavouras de café no interior e São Paulo. Consta no acervo digital do Museu da Imigração a matrícula de 119 chineses, com idades entre 20 e 40 anos, todos homens e solteiros, na Hospedaria dos Imigrantes, onde hoje fica o museu, no bairro da Mooca, em São Paulo. Mas o grande fluxo da imigração chinesa para o Brasil se deu a partir da década de 1950. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China, e que ocasionavam a falta de alimentos no país. Um grande número de chineses mudou-se inicialmente para Taiwan e, logo em seguida, buscou um novo país no estrangeiro. Grande número deles imigrou para o Brasil. Essas diferentes atividades refletem a diversidade da própria comunidade chinesa. Vindos de Taiwan, Hong Kong ou de várias partes da China continental, no século 20, os fluxos migratórios tiveram motivações e perfis também diferentes. Todos estes aspectos históricos e culturais serão retratados no livro Chineses no Brasil - uma história para se contar e emocionar. O projeto atende o artigo 1º da lei 8313/91 em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; # ocorre através ao acesso gratuito a todos os produtos resultantes do projeto: livro e palestras III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; # difunde o projeto e suas atividades culturais através da liberação em diversos canais livres, como sites de internet V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; # a publicação do livro salvaguarda o projeto, seu modo de fazer, seus objetivos e as consequências positivas para a sociedade, bem como divulga o trabalho de designers E o artigo 3º da mesma lei em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
- O livro será biligue, português-mandarim; - A remuneração do pronente está lançada em Produtor Executivo, pois prestará serviço ao projeto, sendo responsável pelo controle geral, contratações, aprovações de conteúdos, contato com a gráfica para impressão, aprovações de provas, coordenação com o financeiro, organização da distribuição dos livros, chegando na prestação de contas. Outras atividades também podem ser excutadas pelo proponente.
LIVRO FORMATO 210 MM POR 280 MM CAPA DURA QUATRO CORES, COM SOBRE CAPA EM COUCHE 80 GSM MIOLO 160 PÁGINAS – COUCHE 120 GSM 2000 EXEMPLARES BILINGUE: PORTUGUÊS - MANDARIM** PROPOSTO 1400 EXEMPLARESBILINGUE: PORTUGUÊS - MANDARIM (resumo dos capítulos)Revestimento: 50x30cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 150g.Papelão: 46x26cm, sem impressão em Papelão Cinza 1.7mm.Guardas: 4 págs, 46x26cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 170g.Miolo: 96 págs, 23x26cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Máquina Fosco F/V em Off-set 150g.Lombada:9mm, Dobrado(Miolo), Intercalado(Miolo), Colagem na lombada, Costurado, Capa Dura, Prolam Fosco=1 lado(s)(Revestimento), Verniz UV Localizado=1 lado(s) (Revestimento), sherink individual.
# Livro ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplicaDEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: gravação de CDs com narrativa (áudio descrição) resumida do conteúdo da publicação. # Palestras ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização em local de fácil acessoDEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica
Como medida de ampliação do acesso ao bem ou serviço cultural, serão atendidos os respectivos itens do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério do Turismo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Proponente: Quattro ProjetosResponsável pela coordenação geral do projeto, vai atuar em conjunto com os oficineiros, palestrantes, definindo as atividades. Sob seu cuidado está a execução do projeto como apresentado a lei de incentivo. Responsável pela contratação dos profissionais que irão atuar, bem como supervisionar as compras necessárias para as oficinas. Ao final, coordenar todo o processo de prestação de contas junto com o financeiro. A rubrica Produtor Executivo é sua remuneração. Atuando desde maio de 2008 em atividades culturais, como exposições, palestras, oficinas de arte. Coordenação Editorial, RedaçãoALMA DA PALVRA - Ricardo Bueno, Jornalista formado pela UFRGS, foi repórter, redator e editor do jornal Zero Hora de 1989 a 1996. Coordenou a área de comunicação empresarial da Plural Comunicação / Grupo Amanhã de 1998 a 2000, gerenciando a produção de inúmeras publicações e ferramentas de relacionamento institucional. Formatou e foi um dos editores do projeto "As Marcas do Rio Grande", prêmio Aberje Sul 2003 na categoria Publicação Especial (projeto aprovado na Lei Rouanet, com apoio da Gerdau e RGE Energia). Foi coordenador editorial do projeto "Rio Grande do Sul: Seu Povo, Sua Alma", realização da Duetto em 2008, que consistiu na produção de um livro com 160 páginas e uma exposição fotográfica, iniciativa que também contou com o apoio da Lei Rouanet. Projeto Gráfico e editoração eletrônica:Luciane Porto TrindadeGraduação em comunição social – Habilitação Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (USFM) em 1995Gós-graduação em Expressão Gráfica pela PUCProjeto Gráfico e Direção de arte do livro Mãos Meninas Mulheres – A Cultura como Ferramenta de Inclusão SocialProjeto Gráfico e Direção de Arte do livro Povoamento e Civilização Movidos a Pau-Brasil, Cana e Ouro Revisão:Denise Mallman ValleriusPós-doutoranda em Letras (Estudos de Tradução) pela Universidade de Barcelona; Doutora em Estudos de Literatura - Habilitação Literatura Comparada pelo Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, integrando a linha de pesquisa Relações Interliterárias e Tradução, em que desenvolveu trabalho sobre aspectos tradutórios na obra de Jorge Luis Borges. Atua como docente no curso de gradução em Letras da UFRGS, desde o ano de 2007, na condição de professora substituta do setor de Teoria Literária, e na rede particular de ensino de Porto Alegre. Desde 2004, integra a equipe de reavaliadores da prova de redação do concurso Vestibular da Universidade federal do Rio Grande do Sul e, desde 2006, integra a equipe de revisores da Fundação de Apoio da Universidade federal do Rio Grande do Sul (FAURGS).Licenciada em Letras por essa mesma Universidade, atuou como pesquisadora no projeto de iniciação científica PIBIC-CNPq O texto literário estrangeiro: leitura, tradução e produção, tendo recebido a premiação de Destaque no XV Salão de IC da UFRGS, em 2003, pelo trabalho intitulado Uma análise de traduções de Jorge Luis Borges: familiarização ou estranhamento?.Possui diversos artigos publicados em periódicos e revistas, além de capítulos de livros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.