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Produzir uma temporada do espetáculo Arigó. O Espetáculo terá cunho, estética e abordagem artística, primando pela democratização e difusão da arte em si. A peça tem 1 hora e 10 minutos de duração, com figurinos artisticamente sucateados, dando um caráter de roupas envelhecida e gastas, e o roteiro exprime um solo narrativo que utiliza da técnica da contação de historias resultando na finalidade artística da temporada. Juntamente a proposta, realisar duas oficinas de cunho artistico, para estudantes de teatro e de escola publica.
O projeto aqui apresentado, o Espetáculo Arigó, é um monólogo, de 1h10m de duração, a ser realizado em uma temporada, com 16 sessões, na cidade Rio de Janeiro. A proposta tem classificação indicativa 14 anos. Seguirá nos anexos a Dramaturgia da peça artística teatral e o comprovante de inicialização de registro na Biblioteca Nacional do mesmo, uma vez que a B. Nacional está fechada por conta da Pandemia. Ao término do projeto, anexaremos o registro. Será realizado também duas oficinas de caráter gratuito sobre o processo de criação do espetáculo, com o Ator e com o Diretor da peça, com classificação indicativa 14 anos.
Objetivo Geral: O objetivo principal do projeto em questão, é realizar uma temporada de um mês do espetáculo artístico Arigó, na cidade Rio de Janeiro, possibilitando a oportunidade da população ter acesso a um bem artístico cultural no âmbito das artes cênicas apoiada na técnica da contação de historia, para seguir o artigo I e V do decreto 5761 que diz: o Pronac tem como missão apoiar programas que tem como finalidade valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão e incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. Objetivo Especifico: - Realizar uma temporada do espetáculo de teatro Arigó, totalizando 16 sessões apresentadas publicamente, estimando atingir o número de 960 beneficiários com a proposta. - Realizar a Contrapartida Social contendo duas oficinas, uma com elenco e outra com Diretor da peça, gratuitamente. visando atender 96 participantes gratuitamente.
JUSTIFICATIVA O Espetáculo narrativo nasce de uma pesquisa de historias brasileiras de importância cultural, e que se utiliza da técnica de contação de historias para narrar a aventura de um indivíduo em busca da "vitória". As referências na escrita e de dramaturgia que norteiam o texto, vem de uma pesquisa em cima das obras artísticas teatrais de autores como: Dario Fo, em Tigresa, Johan Padan em A Descobertas da Américas; e de adaptações artística de autores literários como: Gabriel Garcia Marquez em Relatos de um Naufrago, e os contos dos Mineiros: Guimarães Rosa, (Famigerado, Terceira Viagem, Grande Sertão Verbas) e Murilo Rubião. A temporada teatral do espetáculo Arigó tem sua relevância no mercado artístico cultural, pois está alinhado as finalidades prevista no primeiro artigo da Lei 8.313/1991, que diz: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que a temporada terá 20% de seus ingressos destinados a pessoas carentes sem condições aquisitivas. Podendo ser Escola publicas e/ou organizações beneficentes. Alem disso o projeto, prioriza o produto cultural originário do País, uma vez que a obra artística aqui inscrita, é autoral e prioriza a investigação e o olhar para temas nacionais com relevância cultural, buscando: II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Alinha-se também a art 3 da Lei 8.313/91, que diz (II - fomento à produção cultural e artística, mediante) : - e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: - a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Tratando de um projeto independente, sem vinculo com grandes produtoras, é de suma importância para seu pleno desenvolvimento o apoio da Lei 8313/91. Ressalta-se também. Embora seja um espetáculo em monologo, existe uma equipe grande técnica (cenógrafo, figurinista, iluminador, fotografo, produção, comunicação, operadores, assistentes, entre outros), que serão o alicerce da proposta, porém são antes de tudo, atores, que precisam trabalhar e desempenham outras funções enquanto o mercado não aquece. Esse acúmulo de funções, vem sendo cada vez mais notório no mercado cultural teatral. Faz-se necessário a valorização dos recurso humanos, cada qual em seu nixo, estimulando a criação artística e promovendo o mercado cultural brasileiro.
O Espetáculo é ou/terá: - Uma Temporada; - Monólogo; - Duração: 1 h e 10 minutos; - Dramaturgia: solo narrativo/ contação de historia; - 16 apresentações; Contrapartida Social: - 02 oficinas ( Uma com o Ator e outra com o Diretor) - Metodologia com referência na montagem do espetáculo Arigó, visando mediante a exercicios teatrais, textuais, grupais, a exploração do ator no solo narrativo. - 5h de duração.
ESPETÁCULO TEATRAL: Acessibilidade física: Contará também com o espaço de realização respeitando a Lei nº 13.146, de 2015, em seu inciso I, do Art. 44, que diz: § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo: O espetáculo contará com o conteúdo disponibilizado em libras. O profissional de libras está previsto no orçamento. Para facilitação, será disponibilizado dois monitores (que estão previsto no orçamento do projeto) para prestar assistência no momento de realização do espetáculo. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: Contará também com o espaço de realização respeitando a Lei nº 13.146, de 2015, em seu inciso I, do Art. 44, que diz: § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo: O espetáculo contará com o conteúdo disponibilizado em libras. O profissional de libras está previsto no orçamento. Para facilitação, será disponibilizado dois monitores (que estão previsto no orçamento do projeto) para prestar assistência no momento de realização do espetáculo.
ESPETÁCULO TEATRAL: Referente a distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do art 20 da instrução normativa n2/2019 do Ministério da cidadania para doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; Adotamos também o exposto no item III do art 21: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; CONTRAPARTIDA SOCIAL: Seguindo o item III do art. 21: III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
PROPONENTE: Ezequiel Vasconcelos Santos - Coordenador Geral, Ator, Roteiro, Cenógrafo e Oficineiro. (não voluntário) FORMAÇÃO: Bacharelando em Artes Cênica – Faculdade CAL - Conclusão 30 de julho, 2020. Elaboração de Roteiro – AIC ( Escola Internacional de Cinema),2018. Elaboração de Roteiro – Oficina Sesc, 2017/18. Escola de Atores Wolf Maya - RJ, 2014. ÁREAS DE ATUAÇÃO: Ator(DRT - 51471/RJ); Educador Popular (contação de história, capoeira, teatro e dança); Projetos Sociais/Culturais: Gestão e elaboração de Projetos Socioculturais. Últimos Projetos: Espetáculo Marat Sade – Dir. Marcelo Morato 2019; Minérios – Montagens coletiva – 2018/2019; Teatro cultiva Rede – Processo de montagens coletiva – 2017; Espetáculo "33 Variações" no Teatro Nathália Timberg na Barra da Tijuca, direção de Wolf Maya – 2016; Teatro: Perto de Um Coração Selvagem, Dir. DELSON ANTUNES - 2016; Montagem Teatral "Verão Veríssimo" dirigida por ISIO GHELMAN - 2015; Espetáculo "O que te Move?" Dirigida por DANIELLA VISCO - 2015 Coord/ prof/Gestão de projetos: Professor da oficina de teatro do Projeto “Inter-Ação Lúdica - Legitimidade” para crianças e adolescentes (7 - 14 anos), no Centro de Referência da Infância e Preservação da Vida - ONG Casa Guará/ Brumadinho - MG. Gestor e professor de teatro na realização do Teatro em Rede, adaptação do Projeto Teatro Cultiva-Rede para acontecer em Minas Gerais/ Brumadinho em 2018. Idealizador e Gestor do projeto Teatro Cultiva-Rede, classificado no Prêmio Arte escola do Rio de Janeiro em 2017. Gestor e Contador de historias no projeto "Broas Historias" que foi parte das atividades da Casa Guará que ganhou o Prêmio regional Itau-UNICEF em 2013. Marcelo Morato: Diretor Geral/artístico e Oficineiro. (não Voluntário) Marcelo Morato (cujo nome artístico até 2011 era Marcelo Mello), tendo se profissionalizado como ator pela Escola de Teatro Martins Pena em 1990, trabalha nas Artes Cênicas há mais de trinta anos como ator, diretor, dramaturgo e professor de teatro. Seus mais recentes trabalhos como ator de teatro foram Rose, Um Estranho no Ninho, Timon de Atenas, As Três Irmãs, Uma Professora muito Maluquinha, Óidipous Filho de Laios, Acrobatas, Onde Canta o Sabiá, O Diabo e o Bom Deus, Mundo Pânico, Vagina Dentata, Sinfonia Metástase, Entre Quatro Paredes, Atlântida – o Reino da Chanchada e Curupira. Dirigiu, entre outros espetáculos, Mandala, Musas, Azul Metálico, Arranha Céu e O Pequenino Grão de Areia. Dirigiu e atuou em Dezenove não é Vinte, Entropia, Meninos do Mangue, Todo Mundo Tem Todo Mundo É, Elogio da Loucura, Den-Bau e Contos e Cantigas Populares. Foi indicado ao Prêmio Mambembe como ator em Curupira; ator e diretor em Contos e Cantigas Populares; ao Prêmio Zilka Salaberry como diretor em O Pequenino Grão de Areia (ganhador na categoria Melhor Espetáculo). Como dramaturgo, escreveu Uma Peça como Eu Gosto (indicada ao Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Texto), Uma Loira na Lua, Dezenove não é Vinte e Tudo o que é teu é meu. Desde 2000, é professor do Curso de Formação Profissional de Ator CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e, a partir de 2012, da Faculdade CAL de Artes Cênicas, nas disciplinas de Interpretação, História do Teatro Brasileiro e Universal, Estética dos Encenadores, Prática da Literatura Dramática, além de dar aulas de direção teatral em cursos livres realizados na mesma instituição. Desde julho de 2015 integra o corpo docente do Curso de Pós-Graduação da Faculdade CAL. Também foi professor do Curso de Pós-Graduação (Arte e Produção Cultural; Arte, Cultura e Sociedade no Brasil) da Universidade Veiga de Almeida, onde ministrava as disciplinas História do Teatro no Brasil e Festas e Cerimônias. Anteriormente, foi professor da PUC (Pontifícia Universidade Católica), do Curso de Musicalização Agnes Moço e do Atelier de Atores da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra), entre outras instituições. Lavinia Bizzotto: Direção de movimento e Palco; (não Voluntário) Diretora, bailarina, atriz e diretora de movimento, iniciou sua carreira como bailarina na Quasar Cia.de Dança de 1997 a 2007. Atualmente está cursando Bacharelado em Artes Cênicas pela CAL ( Centro de Artes de Laranjeiras). Assina a direção do espetáculo solo “A Pequena Morte”, contemplada pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna (2015) e também pelo Prêmio Funarte Carequinha de estímulo ao Circo onde desenvolveu o projeto de Residência Artística AÉRIENNE- EM PLENO AR junto com o acrobata francês Damien Droin (2014). Desde 2009 desenvolveu vários trabalhos como Diretora de Movimento na cena do teatro carioca, assinando os seguintes espetáculos:
PROJETO ARQUIVADO.