| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| ***932518** | ALEX REIJERS | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
| ***946408** | CELSO ELUAN LIMA | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***982493** | GABRIELA FIGUEIREDO NEVES | 1900-01-01 | R$ 2,4 mil |
| ***223589** | ANA CAROLINA CERIOTTI | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***880478** | GABRIEL ORTEGA BERTELLA | 1900-01-01 | R$ 1,9 mil |
| ***017848** | ARLINDO EDUARDO FANTINI | 1900-01-01 | R$ 1,3 mil |
| ***257408** | JOSE MARIA EWERTON DOS SANTOS JUNIOR | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***364699** | KATIUSCIA GRAZIELA PEREIRA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***396178** | LUCIA MARIA PESSOA DE OLIVEIRA | 1900-01-01 | R$ 750,00 |
| ***399448** | NATHALIA NISHIMURA YAMANAKA | 1900-01-01 | R$ 450,00 |
| ***188458** | MARCELO TADEU BERTELLA | 1900-01-01 | R$ 440,00 |
| ***017229** | DEISE MIOTELLO | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***666319** | GUILHERME COIMBRA FELIX CARDOSO | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***292999** | WAGNER FERNANDES DE AQUINO | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
O projeto Telefone Sem Fio é uma iniciativa de palhaçaria em meio ao distanciamento social. Através de telefonemas, com ou sem vídeo, um palhaço e uma palhaça acessam, semanalmente, pessoas diferentes que queiram receber um momento de riso e descontração em suas casas, alcançando um público amplo, desde crianças até pessoas idosas. Em complemento, é prevista uma oficina de teatro, com foco na criação de vínculos e em jogos de palhaçaria, para professoras e professores.
SINOPSE Palhaço Billy por aqui, Palhaça Papoula por lá, todo mundo isolado… Com quem conversar? Adaptando-se a realidade do distanciamento social, Billy e Papoula, cada um em sua casa e loucos por estarem em contato com alguém, interagem com pessoas que estejam abertas a recebê-los em suas casas de maneira virtual. Nessa intervenção “home office”, qualquer desculpa é suficiente para despertar o sorriso em quem participa. Seja por vídeo chamada ou por ligação comum, o palco está dado para quem deseja um momento de descontração, riso e cócegas no coração. Uma iniciativa da Esquina Cômica, ponto de encontro entre os trabalhos de Allan Ortega e Pamela Leoni, esse projeto de intervenções busca o encontro entre pessoas que estão em suas casas, sentindo falta do encontro teatral, e essa dupla cômica. FICHA TÉCNICA: Elenco: Pamela Leoni e Allan Ortega Palhaces: Palhaça Papoula e Palhaço Billy Duração: 2 horas e 30 minutos Classificação: Livre
Objetivo Geral: Realizar intervenções artísticas semanais por videochamada (ou mesmo por ligação comum através de técnicas teatrais vocais), utilizando técnicas da palhaçaria, e promover a experiência teatral com artistas nacionais. Objetivos Específicos: - Realizar 15 intervenções artísticas à distância;- Alcançar um público de aproximadamente 180 pessoas;- Promover a oficina "Teatro e a criação de vínculo" para um público aproximado de 31 professoras e professores.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 9813/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: O Projeto Telefone Sem Fio é uma iniciativa da Esquina Cômica, um ponto de encontro entre os trabalhos cênicos de Allan Ortega e Pamela Leoni. Caracterizados pela linguagem da palhaçaria em seus trabalhos (ele como Palhaço Billy, ela enquanto Palhaça Papoula), esse novo projeto de intervenções artísticas à distância busca aproximar o público dessa linguagem. Acompanhados de técnicas tanto físicas como vocais, em uma linha de pesquisa do teatro físico popularizada no Brasil por Luís Otávio Burnier, um dos fundadores do LUME, da Unicamp, a dupla prevê interações tanto por vídeo como por ligações comuns, facilitando o acesso de pessoas que não possuem acesso para comunicação audiovisual. As intervenções previstas no projeto Telefone Sem Fio são relevantes para o meio cultural teatral, mais especificamente da palhaçaria, pelos seguintes motivos: Se tratando de um projeto com distribuição gratuita para pessoas com baixa renda, de regiões afastadas do circuito teatral de Campinas, o projeto contribui para "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91), uma vez que mantém o contato, mesmo que à distância, do público com o fazer artístico. Além disso, o projeto promove e estimula a "regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (inciso II do Art. 1º da Lei 8313/91), já que seu produto principal é realizado por artistas da cidade de Campinas para pessoas da cidade de Campinas. Apesar de não se limitar à cidade, sendo um projeto de contato virtual que pode chamar a atenção de pessoas de outros lugares do Brasil, o foco de realização das intervenções é a cidade dos próprios artistas. Por fim, em reinvenção constante dos trabalhos dos artistas, adaptando-se sempre à realidade cultural do País, ainda mais na situação atual de barreiras para o encontro pessoal, o projeto salvaguarda a "sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira" (inciso V do Art. 1º da Lei 8313/91), pois prevê uma inovação na área teatral no sentido de acompanhar as atuais iniciativas de contato virtual, sobretudo no âmbito da palhaçaria, que é caracterizada por muita interação com o público e sofre com a falta desse contato para continuar existindo. Dentre os objetivos alcançados do Art. 3º da referida norma, o projeto se enquadra nos dizeres do Inciso II - "fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore"; e também do Inciso IV - "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". Por ser um projeto que parte do zero, sem recurso prévio, e buscando o acesso a pessoas de regiões periféricas de Campinas, de baixa renda, é através da Lei de Incentivo à Cultura nacional, uma das maiores responsáveis por incentivo à Cultura do País, que o projeto busca financiar recursos para essa democratização do acesso, formação de público e transformação social por meio de novas experiências.
As intervenções serão realizadas a partir de celulares com câmera de resolução FHD. A duração de cada intervenção é de 2h30.
Ciente da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, seguem as medidas de acessibilidade do projeto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Por ser um projeto de ligações diretas entre os artistas e o público, não haverá necessidade de locomoção para as pessoas beneficiadas, estando elas livres para acessar o conteúdo cultural a partir do conforto de suas casas por meio de celular ou telefone. Acessibilidade para deficientes visuais: Pessoas com deficiência visual terão acesso à intervenção através de ligações comuns de telefone, onde os artistas se adaptarão para utilizar um repertório vocal exclusivamente para a pessoa com essa necessidade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Pessoas com deficiência auditiva terão acesso ao conteúdo das videochamadas por conta do repertório corporal e visual dos artistas com a câmera, que se adaptarão exclusivamente para a pessoa com essas necessidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Será selecionado um espaço que disponibilize das devidas facilitações para a locomoção no espaço físico, de acordo com as medidas dispostas no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Acessibilidade para deficientes visuais: Será dada uma atenção especial, pela minstrante da oficina Pamela Leoni, para inclusão das pessoas com deficiência visual, descrevendo com detalhes as atividades propostas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Contratação de um(a) intérprete de libras, caso tenho alguém com essa necessidade inscrita na oficina de contrapartida. DIVULGAÇÃO Com relação à divulgação, todo o material digital será acompanhado da #paracegover e de devida divulgação da possibilidade de acesso tanto por vídeo chamada como por ligação comum.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS As medidas adotadas para ampliar a democratização do acesso, em complemento conforme o Art. 21 da Instrução Normativa Vigente, além da gratuidade e popularização das ações, são: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. CONTRAPARTIDA SOCIAL As medidas adotadas para ampliar a democratização do acesso, em complemento conforme o Art. 21 da Instrução Normativa Vigente, além da gratuidade e popularização das ações, são: I- doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
A proponente do projeto, Pamela de Assis Castro Leoni, representante da pessoa jurídica Pamela de Assis Castro Leoni 38974790874, será artista do projeto (conhecido como Palhaça Papoula) e também coordenadora geral, principal responsável pela gestão do projeto, participando dos processos decisórios tanto da equipe de produção, como da divulgação e parte pedagógica. Segue abaixo o currículo dos principais participantes do projeto: Pamela Leoni - Coordenadora Geral, Artista e Arte Educadora Atriz, palhaça, diretora teatral, professora de teatro e pesquisadora de comicidade. Começou sua carreira em São Paulo e após cursar a graduação em Artes Cênicas na Universidade Estadual de Campinas passou a residir em Campinas. Fez sua formação complementar à graduação com artistas pesquisadores de palhaçaria, máscaras teatrais e teatro físico; tendo estudado na Escola dos Doutores da Alegria (SP), no Galpão do Circo (SP), no Lume Teatro (Campinas), no Barracão Teatro (Campinas), na Escola de Palhaças (SP), entre outras. Atualmente produz conteúdo em vídeo na linguagem da palhaçaria, ministra oficinas de teatro, palhaçaria e bufonaria online e realiza projetos diversos para diminuir os efeitos negativos do distanciamento social, como, por exemplo, o projeto “Tão Longe, Tão perto” do Sesc Campinas (no qual fazia intervenções artísticas para idosos por telefone) e o projeto “Histórias de Refúgio” do Sesc Consolação (no qual trabalhou juntamente com uma haitiana para desenvolver um vídeo sobre histórias do Haiti). Foi atriz e produtora da Damião e Cia de Teatro (direção de Mario Santana) e do grupo Filhos da Imundície (direção de Igor Amanajás) e com ambos os grupos ganhou prêmios de melhor atriz e melhor espetáculo. Atualmente tem sua própria companhia, Cia Laleoni, com a qual está criado um repertório de trabalhos para diferentes públicos; sendo os trabalhos principais: A “Vaqueira” (solo de palhaça dirigido por Andrea Macera), “Vida Gota” (contação de histórias dirigida por Allan Ortega) e “Ostentação Rural” (número de palhaça dirigido por ela mesma). O espetáculo “A Vaqueira” estreou no 5º Festival Internacional de Mulheres Palhaças de São Paulo e, também, compôs a programação do 15º Festival Internacional de Teatro de Campinas, o Feverestival. Como professora de teatro, criou o curso online “Teatro em Casa” e o “Laboratório de Pesquisa da Cia Laleoni, com os quais acessou aproximadamente 150 pessoas. Também ministrou aulas de teatro na ONG Hospitalhaços, na ONG Canto Cidadão, na Escola Livre de Teatro Mutatis, no Sesc Consolação, no Sesc Campinas, no Programa Universidade da Unicamp, entre outros. Na área de produção estagiou por um ano na programação de música, dança, teatro e circo do Sesc Campinas; fez a produção das cinco companhias teatrais com as quais trabalhou e de quinze oficinas que ministrou; e estudou com as produtoras Cassiane Tomilhero, Isabela Razera e Larissa Biasoli. Allan Ortega Monteiro - Produtor e Artista Ator, conhecido como Palhaço Billy, e produtor cultural integrante da Bons Ventos Produtora, em Campinas (SP). Formado em palhaçaria pela Escola de Palhaços do Circo da Dona Bilica, em Florianópolis, teve contato com diversas referências no teatro, palhaçaria, teatro de máscara, de animação e mímica: Eduardo Brasil (SP), Ésio Magalhães (SP), Tiche Vianna (SP), Ricardo Puccetti (SP), Pepe Nuñez (Espanha), Vanderleia Will (SC), Claudio Thebas (SP), Chacovachi (Argentina), João Carlos Artigos (RJ), Sílvia Leblon (SP), João Lima (BA), Ramón Merlo (Espanha), Paulo Belardin (RS), Inês Passic (Peru), Willian Sieverdt (SC) e Luis Louis (SP). Atualmente atua nos espetáculos “O Presente”, voltado para a primeira infância; e “Billy Aqui & Ali”, seu pocket show para todas as idades; além de dirigir a contação de histórias “Vida Gota”, da Cia Laleoni. Com “O Presente”, já participou do 23º Festival Isnard Azevedo (Floripa Teatro), do Festival de Verão da Casa do Palhaço, do Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler (FIK 2020, UDESC) e do 19º Festival Internacional de Teatro de Rosário do Sul (RS), onde recebeu 6 indicações de prêmios, ganhando como Melhor Ator, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular e Melhor Caracterização, na categoria de teatro infantil. Com o número “O Apito”, dirigido por Vanderléia Will, já apresentou em festivais e encontros de 9 estados brasileiros, com destaque para a 19ª Convenção Brasileira de Malabares e Circo (RJ), o 14º Anjos do Picadeiro (RJ), o 5º Festival de Circo de Taquaruçu (TO) e 12º Encontro Goiano de Malabares e Circo (GO). Como palhaço doutor, faz parte do projeto (A)Gentes do Riso, de visitas ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, realização da Traço Cia de Teatro. Desde 2017, alcança um público médio de 7,5 mil pessoas por ano. Como produtor, somada à sua formação e experiência artística, é formado em Economia pela Unicamp, com intercâmbio na Universidade de Jaén, Espanha. Em sua graduação realizou cursos paralelos como de matemática financeira, análise de projetos e decisões de investimento, técnico em transações imobiliárias e práticas em departamento financeiro, além de estágios em gestão de dados econômicos. Hoje faz toda a produção do Palhaço Billy e é integrante da Bons Ventos Produtora, atuando em projetos como o "Agenda Jovem por uma Cultura de Paz", financiado pela FEAC; o "TRANSpassadxs", premiado pelo Edital PROAC 2019; e o "Prosperidade Travesti", premiado pelo Matchfunding ENFRENTE, todos em Campinas (SP). Tatiane Hardt - Criadora de Identidade Visual Ilustradora/artista visual, produtora cultural, musicista, poetisa e palhaça. O trabalho de ilustração em palhaçaria surge em 2018, durante o curso de imersão e formação em palhaçaria Território do Riso ministrado por Lia Motta; tendo exposto seu trabalho em diversas feiras de artes visuais e festivais de palhaçaria no estado de Santa Catarina. Em 2019, desenvolveu as ilustrações da 1ª Mostra da Rede Catarina de Palhaças, da qual é integrante. Durante a Mostra fez o lançamento da série “Momento Palhacêutico”, dois volumes de livros para colorir com mensagens de meditação diária em lettering. Desenvolveu uma linha de produtos própria focada em palhaçaria, com mais de 20 produtos. Também em 2019 esteve presente na Rota de Arte Acessível do GT Acessibilidade do Coletivo COLMEIA com obra audiodescrita. Desenvolveu a Identidade Visual da 10ª Conferência Municipal de Cultura de Blumenau de 2019 na temática “Economia criativa”. Produziu a oficina "Introdução à Palhaçaria: Poética para Palhaçxs" em parceria com a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e SESC Blumenau, promovendo uma oficina gratuita, introdutória na arte de palhaçaria ministrada pela Cia Lunáticas (Florianópolis/SC). Em 2020 idealizou e produziu a 1ª e 2ª Edição da ESQUINA GRÁFICA - Artes Visuais em Blumenau/SC, numa parceria com a Feirinha da Servidão e o apoio da FURB. Uma feira gráfica permanente com foco na arte regional, promovendo um espaço de diálogo entre artista e público para trocas e comercialização de obras. Parceira do Palharé (Cabaré de Palhaçaria – Blumenau/SC), desenvolvendo peças gráficas de divulgação. É integrante do COLMEIA - Coletivo Multicultural de Experimentações e Intervenções Artísticas (Blumenau/SC) desde seu início em 2012, como expositora e produtora cultural. Esteve Vice-Presidente no CMPC (Conselho Municipal de Política Cultural de Blumenau) durante a gestão mar/2017-jun/2019, fazendo parte das comissões de trabalho para a elaboração do Plano Municipal de Cultura e Prêmio Herbert Holetz. É batuqueira de maracatu de baque virado há 11 anos, artista visual há 16 e mãe há 17 anos. Clipagem de design gráfico: https://www.behance.net/gallery/102512331/Clipagem-Design-Grafico Instagram: https://www.instagram.com/tita_tinta_
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