| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03562124000159 | WILSON SONS SERVIÇOS MARÍTIMOS | 1900-01-01 | R$ 260,0 mil |
| 87096616000196 | Unimed Porto Alegre Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico Ltda | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 92934215000106 | BANRISUL SOLUCOES EM PAGAMENTOS S.A. - INSTITUICAO DE PAGAMENTO | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 01582075000190 | RIO GRANDE SEGUROS E PREVIDENCIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 04330736000189 | DACOLONIA ALIMENTOS NATURAIS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 70,0 mil |
| 03941052000150 | ALIBEM COMERCIAL DE ALIMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 88006960000100 | SIDERSUL - Produtos Siderúrgicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 93489243000116 | Comercial Buffon Combustíveis e Trasportes Ltda | 1900-01-01 | R$ 38,8 mil |
| ***786570** | MARCIO KERECKI | 1900-01-01 | R$ 450,00 |
Este Plano de Atividades 2021 trata-se da continuidade das atividades da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, majoritariamente no que se refere às oficinas permanentes de musicalização e prática de concerto sinfônico para crianças e jovens provenientes de famílias de baixa renda da Grande Porto Alegre e à realização da temporada de concertos oficiais do período, em Porto Alegre, com regência do Diretor Artístico da OJRS ou maestro convidado de grande expressão, podendo serem realizados de maneira presencial ou online (conforme orientações dos decretos sobre COVID-19 e retomada de atividades culturais presenciais); e realização de concertos didáticos online para escolas públicas, como contrapartida social do projeto.
CONCERTOS OFICIAIS Os programas dos concertos oficiais são realizados contemplando o ensino musical dos jovens no processo , sendo o repertório atendendo a essa evolução , de modo crescente .
Objetivo Geral Garantir a continuidade das atividades da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul no exercício 2021; proporcionar formação musical e de prática de concerto gratuita a crianças e jovens estudantes de escolas públicas e provenientes de famílias de baixa renda da Grande Porto Alegre; viabilizar a realização dos concertos oficiais da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Objetivos Específicos • Proporcionar formação em música sinfônica e prática de concerto a cerca de 120 crianças e adolescentes, filhos de famílias de baixa renda, estudantes de escolas públicas municipais e estaduais, já matriculados na OJRS. • Promover a autoestima e a inclusão social e investir na formação artístico-profissional e na criação de oportunidades dos alunos, por meio da cultura e de um processo altamente qualificado de aprendizagem da música erudita e instrumental. • Proporcionar bolsa-auxílio mensal de R$ 200,00 a 25 alunos do nível 2 (os alunos com idade superior a 14 anos estão enquadrados no Programa Jovem Aprendiz, por meio de convênio com a Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio e empresas apoiadoras). • Realizar duas (02) masterclasses e dois concertos oficiais com dois maestros convidados, podendo ser presenciais ou online, a definir ao longo do período. • Realizar 108/aula semanais de oficinas de teoria e prática musical, de formação de orquestra e preparatórias aos concertos, a cargo do diretor artístico musical, dos professores especializados e da coordenação pedagógica, totalizando 12 meses de aula, em formato presencial mas com possibilidade de adaptação ao formato online, caso seja necessário em função da COVID-19 • Realizar 48 horas/aula semanais de monitoria musical, a cargo dos alunos mais graduados da própria OJRS, muitos deles já cursando a Faculdade de Música da UFRGS. • Investir na valorização da autoestima e na apresentação pessoal dos alunos, por meio da disponibilização gratuita de uniformes, agasalhos e trajes para uso nos concertos, apresentações, aulas e viagens. • Registrar em fotografia e vídeo as apresentações da OJRS. • Realizar 06 concertos gratuitos da OJRS ao público em geral, em formato presencial ou online, contemplando um público aproximado de 3.000 pessoas. • Por meio da concessão de bolsa-aprendizagem aos alunos e da remuneração aos profissionais envolvidos, gerar renda a indivíduos e injetar recursos na economia da cultura da cidade, do Estado e do país. • Qualificar a formação musical oferecida a adolescentes e jovens brasileiros. • Contribuir para a formação de plateias para música erudita e instrumental. • Contribuir para propagar o modelo de orquestras jovens e sua importância para a formação musical, formação de plateia, valorização da música erudita, geração de oportunidades de vida, trabalho e renda para adolescentes e jovens e também para a produção e divulgação da música gaúcha e brasileira. • Realizar Dois Concertos Didáticos online destinados a escolas da Rede Pública de Ensino como contrapartida do projeto, para 500 alunos e professores.
Ao completar 11 anos de atividades, a OJRS renova sua confiança no mecanismo de Incentivo Fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac),que desde o início vem viabilizando suas atividades. Em 2018, conquistou a importante realização de se apresentar no Festival Internacional de Campos do Jordão, em formação sinfônica com 42 músicos, durante concerto na conha acústica da cidade, que foi um marco na vida da orquestra . Em 2019 realizou seu concerto de 10 anos para 1200 pessoas ,reunindo todos os integrantes da orquestra desde iniciantes até avançados .Foram realizados três concertos marcando a importância da Cultura Gaúcha num encontro da Orquestra Jovem e o do Músico Renato Borghetti e o projeto Fábrica de Gaiteiros, que foram realizados nas cidades de porto Alegre , Nova Santa Rita e Triunfo. Em 2020, as atividades foram iniciadas de maneira presencial , com a realização das oficinas , das aulas individuais de instrumentos e prática de concerto.Em março com o advento da pandemia de forma muita rápida reorganizamos a metodologia , a forma de dar aulas, e as aulas passaram a ser realizadas através das diferentes plataformas digitais ,neste momento foi realizado um diagnóstico sobre as necessidades de cada aluno referente às suas condições de acesso a internet, no que em alguns casos foi provido pela instituição.Neste momento cada professor de instrumento realiza com seu grupo de alunos o calendário de atendimento semanal individual e em grupo.A avaliação dos alunos está sendo realizada trimestralmente através de uma banca , com envio de áudios e vídeos. Também estão sendo realizadas desde "Lives" através do Instagram da OJRS com convidados do cenário musical , como forma de agregar conhecimento , também aos alunos é solicitado que eles assistam e façam um relato dos pontos importantes que o convidado aborda. Já estiveram conosco : Hugo Pilger, Fernando Sardo , Davi Coelho, Edilson Ventureli,Arthur Nestrovski,Carlos Fecher, Alexandre Ritter,Luiz carlos Corrêa, Ney Fialkow, Marlos Nobre.Neste período foi produzido um vídeo : A história da música e a evolução sinfônica" ,dirigida pelo cineasta Rene Goya Filho, com ênfase nos instrumentos de sopro, com animações e cada período os alunos é interpretam uma música representativa do mesmo.O Objetivo foi organizar um material em vídeo com linguagem para o público em geral, podendo ser usado em escolas , projetos etce. No mês de agosto iniciamos nossa temporada oficial de concertos através do FACEBOOK. Aos alunos que já haviam logrado ingressar na Faculdade de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após frequentarem gratuitamente curso pré-vestibular, mediante convênio da OJRS com a instituição parceira Curso Universitário.Em 2020 quatro alunos ingressaram no curso de Bacharelado em música na UFRGS A OJRS foi criada em 2008, em Porto Alegre, com a missão de proporcionar formação musical, vivência cultural, inclusão social e geração de renda a adolescentes e jovens provenientes de famílias de baixa renda, matriculados em escolas públicas municipais e estaduais. A Associação Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, mantenedora da OJRS, conta com um leque permanente de patrocinadores e parceiros, tais como Banrisul, Postos Buffon, UNIMED,BRDE,Braskem, Sidersul, Redemaq, Curso Universitário, Zaffari, Fundação Pão dos Pobres de Santo Antônio, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social do RS, Ministério Público Estadual, Federação dos Municípios do RS, Secretaria Estadual de Educação e Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Estadual da Cultura, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Centro Histórico Cultural da Santa Casa . Desde seu surgimento, a OJRS tem direção artístico-musical a cargo do violinista e maestro Telmo Jaconi, que por mais de 40 anos foi spalla da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa). O corpo docente é formado por músicos-professores dotados de notório saber em sua área instrumental e pedagógica (ver currículos em Ficha Técnica). Os alunos participam das oficinas gratuitas de formação e cultura musical erudita e popular, prática instrumental e formação e prática para concertos, cinco vezes por semana, realizadas em salas cedidas pela Fundação Pão dos Pobres de Porto Alegre. As aulas ocorrem no turno inverso ao da escola. Nos concertos e apresentações em Porto Alegre ou em outras localidades, que geralmente ocorrem no horário noturno, os alunos têm acompanhamento permanente do corpo docente e recebem gratuitamente o transporte até o local e de retorno para casa, alimentação, traje completo e hospedagem, se for o caso, itens cujo custeio são objeto desta proposta cultural. Os alunos do nível 2 de aprendizagem que ultrapassaram a fase inicial de adaptação ao projeto e comprovam interesse em prosseguir na OJRS, recebem bolsa-auxílio de R$ 200,00 custeadas pelo projeto cultural. Os alunos da fase 3 de aprendizagem recebem bolsa-auxílio enquadrada no Programa Jovem Aprendiz da Fundação Pão dos Pobres, em convênio com a OJRS mas sem custo para a instituição mantenedora. Além dos concertos oficiais ou não, a OJRS realiza dezenas de concertos como orquestra convidada, cujos custos correm por conta da instituição patrocinadora do evento em questão. Os concertos da OJRS são gratuitos e abertos ao público, o que proporciona visibilidade ao projeto e oportunidades de lazer artístico-cultural aos cidadãos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Também , possui como objetivos que vêm ao encontro do Art. 3° da referida norma I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
NA
PROJETO PEDAGÓGICO1. Objetivo geralPromover a inclusão social através do ensino da musica e da formação de valores, ética e cidadania. 2. Objetivos específicos• Desenvolver a técnica e a interpretação dos instrumentos.• Preparar o músico para performance e o ensino da técnica e do repertório.• Conhecer as diferenças de estilo pertencente a cada período da Historia da música, suas particularidades técnicas e musicais.• Realizar o estudo das obras mais representativas do repertório.• Desenvolver a percepção, a criatividade artística e o espírito crítico e analítico do aluno.• Preparar os alunos para atuarem como agentes de difusão da cultura e da arte com valores éticos e morais, pertinentes nas suas relações interpessoais.• Desenvolver o domínio de conhecimentos de modo interdisciplinar, integrando teoria à prática.• Promover o desenvolvimento da autoestima através das apresentações públicas (concertos). 3. JustificativaUma das características mais importantes da música é ser considerada uma linguagem universal, sendo assim, possui uma alta capacidade de envolver e sensibilizar as pessoas, principalmente as crianças e jovens, constituindo-se numa ferramenta de transformação.O ensino da musica possibilita o desenvolvimento e fortalecimento do raciocínio lógico do senso estético, da percepção e sensibilidade, assim como a coordenação motora, a criatividade, especialmente entre as crianças e adolescentes.No coletivo a orquestra se mescla com o indivíduo para todos fazerem música, compreender a responsabilidade da sua participação, compreender esta ação coletiva que fala e expressa uma linguagem única.Estamos então diante de um processo que vai além do ensino da música. Temos, através destas vivências, a formação cidadã, que por desenvolver valores essenciais à convivência e construção da sociedade é, comprovadamente, transformadora. 4. Carga horária completa: 800 h 5. Cliente/Público alvo (características e idade)Crianças, adolescentes e jovens na faixa etária dos 10 aos 24 anos, matriculados na rede pública de ensino, em situação de vulnerabilidade social e renda familiar de até 03 salários mínimos. 6. Metodologia O desenvolvimento do ensino é estruturado em aulas e atividades pedagógicas que se interligam entre a teoria e a prática musical, desenvolvidas através dos componentes curriculares para cada um dos instrumentos e na formação geral.A aula individual é desenvolvida através de atendimento personalizado ao aluno, o qual recebe acompanhamento relativo ao seu instrumento musical, buscando promover sua expressão musical.A aula por grupo de instrumento é realizada com o objetivo de desenvolver os aspectos motores e cognitivos voltados ao desenvolvimento da teoria musical e a performance da música em grupo.Na aula destinada ao grande grupo, onde se dá a Prática Orquestral, é desenvolvida a performance musical de repertório, os componentes de interpretação, a interação dos diversos naipes e a interação com a regência. São em formato de ensaio musical e incluem os concertos públicos .Em grande grupo também são desenvolvidas a formação geral, de valores, arte, ética e estética. 7. Material didático utilizadoInstrumentos MusicaisPartiturasLivros , dvd e cd 8. Profissionais envolvidos e respectivas formaçõesProfessores com Formação em Música e RegênciaVer currículos em FICHA TÉCNICA 9. Responsável pela Coordenação (nome e currículo)Telmo Jaconi – Direção Artística e MaestroIniciou seus estudos de violino aos 8 anos. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Spual, passou uma longa temporada na Academia de Música de Viena, na Áustria, sob orientação de Edith Steinbauer, aluna de Carl Flesch. Durante o período na Europa, participou como Violinista na Wienner Kammeroper, Theater na der Wien, Wienner Volksoper, Philharmonia Hungarica. Mais jovem integrante da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Sul – OSPA, onde foi aceito aos 14 anos, em 1966, Jaconi se aposentou no posto de Spalla (primeiro violinista). Nos mais de 40 anos de carreira como violinista, atuou como solista de praticamente todas as orquestras Brasileiras e de algumas no exterior. Desde 2009, é maestro, professor de violino e responsável pela Direção Artística da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. 10. Resumo dos conteúdos que serão ministrados.• Teoria e prática instrumental• Noções gerais de manuseio, manutenção e conservação do instrumento musical• Postura corporal para execução do instrumento• Posição das mãos esquerda e direita• Produção do som• Terminologia específica de cada instrumento• Noções teóricas gerais objetivando a leitura rítmica e melódica de partitura• Exercícios técnicos de afinação e articulação• Repertório de estilos variados• Prática de orquestra• Repertório orquestral• Leitura de partituras• Afinação• Interpretação- Dinâmica, articulação e fraseado• Aspectos artísticos da prática orquestral• Formação de valores, cidadania e empreendedorismo 11. Oficina/Instrumentos de aprendizagem e alunos por instrumentoViolino - 32 Viola - 20 Violoncelo - 12 Contrabaixo acústico - 6 Percussão - 8 Clarinete - 7 Fagote - 4 Oboé - 4 Flauta transversal - 6 Piano - 5 Trombone - 3 Trompa - 4 Trompete - 6 Tuba - 3 Obs.: as flautas doces são utilizadas como parte da aprendizagem de musicalização de todos os alunos, por isso não constam como oficina específica
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: escolha de espaços adaptados ao atendimento de portadores de necessidades especiais físicas: elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. Caso ainda não seja permitida a realização de apresentações culturais em formato presencial, de acordo com os decretos vigentes sobre a COVID-19, os concertos serão realizados online, sendo acessíveis a todos os públicos. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. Caso os concertos aconteçam de maneira online, será utilizada a legendagem das falas que constarem nos concertos. DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música instrumental, tanto em formato presencial como no formato online. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecem as aulas possui elevador, rampas de acesso no térreo, escadas com corrimão e sanitários para portadores de necessidades especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS: a medida de atendimento é a realização de aulas com um professor exclusivo para cada portador de deficiência, caso haja demanda. DEFICIENTES VISUAIS: a medida de atendimento é a realização de aulas com um professor exclusivo para cada portador de deficiência, caso haja demanda PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS / CONCERTOS DIDÁTICOS ONLINE: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por ser online contempla todos os públicos DEFICIENTES AUDITIVOS: será utilizada legendagem nos vídeos do concertos didáticos DEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música instrumental.
OFICINAS A seleção de alunos para a Orquestra Jovem do RS é pública, amplamente divulgada por Busdoor, assessoria de imprensa e mídias sociais, e não admite discriminação de gênero, política, orientação sexual, religiosa e racial. As limitações de idade e social referem-se ao público alvo do projeto. As oficinas de musicalização e prática de concerto beneficiarão 120 jovens, de forma totalmente gratuita. Ainda, as atividades de ensino musical contemplam as seguintes medidas sugeridas no Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019: VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CONCERTOS / APRESENTAÇÃO MUSICAL As apresentações da OJRS são abertas ao público, gratuitas e divulgadas amplamente na imprensa e nas mídias sociais da região de interesse. Os concertos oficiais da temporada serão realizados em teatros localizados localizados no centro da cidade de Porto Alegre, abertos ao público e com entrada gratuita. Caso seja necessária a realização em formato online, permanece a gratuidade e amplia-se o acesso ao público, de regionalizando a execução e permitindo o acesso de todos. A agenda de concertos e a gratuidade dos ingressos serão amplamente divulgadas na imprensa e mídias sociais, visando atingir estudantes, apreciadores de música e o público em geral. Ainda, as atividades de apresentação musical da SJRS contemplam as seguintes medidas sugeridas no Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
A administração geral do projeto, (inclusive financeira), caberá à proponente do projeto. PROPONENTE: Carla Zitto - Presidente da Associação Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul - Coordenadora Administrativa voluntária Pedagoga e especialista em planejamento e gestão de projetos de inovação, geração de renda e inclusão social, nas áreas pública e privada.Experiências Profissionais : Prefeitura Municipal de PortoAlegre – Gabinete de Inovação e Tecnologia Cargo:Assessora Especialista –Gerente de Projetos na área da Economia Criativa e Inovação 2013/2016 - Fundação de Assistência Social e Cidadania –Prefeitura Municipal de Porto Alegre -Cargo Diretora Técnica – 2011/2012 -Governo do Estado do Rio Grande do Sul –Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social –Cargo: Diretora Departamento do Trabalho - 2007/2009 - Fundação O Pão dos Pobres de SantoAntônio – Coordenadora Pedagógica 2003/2007 -Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Cargo Diretora - 1995/2002-Membro da Diretoria da Fundação de Cultura e Esporte do Sport Club internacional-FECI -Diretora Assistencial -2019 Telmo Jaconi – Direção Artística e Maestro Iniciou seus estudos de violino aos 8 anos. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Spual, passou uma longa temporada na Academia de Música de Viena, na Áustria, sob orientação de Edith Steinbauer, aluna de Carl Flesch. Durante o período na Europa, participou como Violinista na Wienner Kammeroper, Theater na der Wien, Wienner Volksoper, Philharmonia Hungarica. Mais jovem integrante da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Sul – OSPA, onde foi aceito aos 14 anos, em 1966, Jaconi se aposentou no posto de Spalla (primeiro violinista). Nos mais de 40 anos de carreira como violinista, atuou como solista de praticamente todas as orquestras Brasileiras e de algumas no exterior. Desde 2009, é maestro, professor de violino e responsável pela Direção Artística da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Adilson Souza Vieira – Professor de Fagote Iniciou seus estudos no conservatório Pablo Konlós, no ano de 2006 onde começou as estudar fagote com o professor Adolfo Almeida Junior. Participou de festivais como: festival SESC (Pelotas- RS), festival de Jaraguá do Sul (FEMUSC) e festival Verão Musical em Gramado (RS).Teve aulas com professores como: Fábio Cury (BRA), Steban Falconi (URU), Stefano Canutti (ITA) e Martin Kuuskmann. No ano de 2009 foi ganhador do prêmio Jovens Solistas da Orquestra do SESI Fundarte, executando um dos concertos em dó maior de Antonio Vivaldi. Atualmente estuda com o professor Adolfo Almeida no curso superior da UFRGS. Vem atuando em orquestras e bandas do estado como músico convidado, entre elas: OSPA, Unisinos Anchieta, Orquestra do Teatro São Pedro, OSNH, Orquestra de Sopros Eintracht. Atualmente é primeiro fagote efetivo da OSUCS e da OFPUCRS. Pedro Gabriel Lima - Professor de Piano Bacharel em piano pela UFSM com a professora Vera Vianna, estudou sob orientação de Ney Fialkow e Cristina Caparelli, na UFRGS. Foi premiado no 22° Concurso Nacional de Piano Artlivre, em São Paulo – SP, e semifinalista do Concurso Nacional Jovens Solistas Sebastian Benda. Foi um dos selecionados do Concurso Jovens Solistas da Orquestra de Câmara da Fundarte - Montenegro. Possui experiência também na área de regência coral. Em Porto Alegre foi pianista do Coro Sinfônico da OSPA e do Coral da UFRGS, atua como pianista correpetidor e desenvolve intenso trabalho como docente. Daniel de Abrantes Timm - Professor de Violino OMB 29.859 Natural de Porto Alegre iniciou seus estudos de violino aos 12 anos em 1988, no Projeto Prelúdio, na classe da Professora Mainê Maria Valenti. Em seguida ingressou no Curso de Extensão em Instrumentos do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo aulas com a Professora Hella Frank e, Teoria Musical com a Professora Laís Oliveira. Paralelamente, estudou na Escola de Música da OSPA onde foi aluno das Professoras Vera Catarina e Jacqueline de Menezes. No ano de 2000 formou-se Bacharel em Música - Habilitação Cordas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo sido aluno do Professor MarcelloGuerchfeld. OrquestraJuvenil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul de 1987 a 1989. Integrou a Orquestra do Departamento de Música do Instituto de Artes da UFRGS sob direção de Fredi Gerling e posteriormente Antônio Carlos Cunha. Foi membro fundador da Orquestra Sesi-Fundarte em 1996. De 1998 a 2003 integrou a Orquestra de Câmara Teatro São Pedro. Em 2001 passou a integrar a Orquestra Sinfônica SESC-RS. De 2003 a 2007 foi membro efetivo da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul.Integrou Quarteto de Cordas, orientado pelo Professor Marcello Guerchfeld, ao longo do curso de Graduação, onde executaram obras de Dmitri Shostakovich e Ludwig van Beethoven em diversas salas de Porto Alegre e interior do Estado. Elimar Garcia Blazina – Professor de Clarineta Iniciou seus estudos de clarinete com o professor José Weber na igreja Assembleia de Deus de Viamão, ingressando logo em seguida na Escola de Música da OSPA( Orquestra Sinfônica de Porto Alegre ), tendo aulas com Marcelo Piraíno e Diego Grendene concluindo os cursos básico e avançado em clarinete. Graduou-se em clarinete pela UFRGS com o professor Augusto Maurer, sendo por um período de dois anos monitor da classe de extensão em clarinete, na referida universidade. Participou de Master Class e cursos de férias com os professores: Manfred Preis (Alemanha), Michel Lethiec (França), Jorge Montilla (Venezuela/EUA), DarkoBrelek (Eslovênia), Diego Grendene (Brasil), Pedro Robato (Brasil), Fernando Silveira (Brasil), Christine Bellomy (EUA),David Shea (EUA),Wonkak Kim (Coréia), entre outros. Vencedor do XI, XII e XV Concurso de Jovens Solistas da OSPA, finalista do II Concurso Jovens Solistas da rquestra Sinfônica do Paraná. Ministra desde 2012 aulas de teoria, solfejo e clarinete para adolescentes, jovens e adultos na Igreja Evangélica Assembleia de Deus do bairro Partenon em Porto Alegre. Atuou como músico convidado em concertos com a OSPA, Orquestra do Theatro São Pedro e Orquestra SESI-FUNDARTE, com a qual atuou também como solista em quatro concertos. Clarinetista da Banda Municipal de Porto Alegre, da Orquestra Filarmônica da PUCRS e integrante do Quinteto de Sopros Austro. Fábio de Mattos Alves – Professor de Contrabaixo Iniciou seus estudos d e contrabaixo acústico com João Pederiva e Milton Romay Masciadri (OSPA). Formou-se Bacharel em Contrabaixo Acústico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) sob orientação dos professores Alexandre Ritter, Éder Kinappe e Luciano Dalmolin. Durante sua formação estudou com Milton Walter Masciadri na University of Geórgia (UGA/EUA), onde participou do Double Bass Symposium com Franco Petracchi. Frequentou de festivais de música com os professores Giuseppe Ettorre, Michinori Bunya, Jeff Bradetich, Gudrun Raschen, Sérgio de Oliveira, Max Ebert, Milton Walter Masciadri, Milton Romay Masciadri. Participou de Masterclasses com Marcos Machado, Paul Sharpe, Maria Helena Salomão, Diogo Baggio e Colin Chatfield, Joel Quarrington e Giuseppe Ettorre. Cursou o programa de extensão Contrabaixo Avançado na UFRGS com prof. Dr. Alexandre Ritter. Atuou na Orquestra de Câmara de Caxias do Sul (SCM), no Quarteto de Contrabaixos do DMUS-IA da UFRGS. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (OSUCS) e da Orquestra UNISINOS/Anchieta e como convidado, na Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro e Orquestra Filarmônica da PUC- RS. Como professor de contrabaixo acústico lecionou na Extensão UFRGS, no programa Sesi de música e atualmente é professor da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Vinicius Dias Prates – Professor de Flauta Bacharel e Mestre em música (habilitação em Flauta Transversal) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Iniciou seus estudos no Projeto Prelúdio em 1986, quando este era mantido pela UFRGS. Em 1998 ingressou no Curso de Extensão em Intrumentos Musicais na mesma universidade. Em 2004 obteve seu título de nível superior e em 2015 o mestrado, especializando-se em Práticas Interpretativas. Durante a graduação teve como professores o Dr. Leonardo Winter, Renato Kimashi e João Batista Sartor. Na pós-graudação foi orientado pelos professores Dr Leonardo Winter e Dra Any Raquel Carvalho. Participou de vários festivais e masterclasses com flautistas renomados no Brasil e no exterior, como Tadeu Coelho (EUA), Michael Titi (ING), Felix Rengly (SUI), Eduardo Monteiro (RJ), Lucas Robato (BA), Michel Bellavance (CAN) e Ransom Wilson (EUA).Atividades profissionais em 1999 na Orquestra de Sopros de Caxias do Sul,como primeira flauta e posteriormente como flautim. Foi integrante fundador doquinteto de MPB Café Acústico com o qual ganhou o Prêmio Açorianos em 2000 e2001. Vem atuando como músico convidado nas orquestras do Theatro São Pedro,SESI, SESC, Unisinos, ULBRA, UCS, Banda Municipal de Porto Alegre, Orquestra deSopros de Novo Hamburgo (OSNH) e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Maria Fernanda Leitão Canabarro - Professora de Viola Iniciou seus estudos de viola com a professora Hella Frank, no períodode março a dezembro de 2004 no curso de extensão da UFRGS; graduou-se no Curso de Bacharelado em viola da UFRGS da classe de Hella Frank; cursou o mestrado duranteum ano na University of Oklahoma, com o Prof. Mark Neumann e teve seus estudos aperfeiçoados pelo professor Ryszard Groblewsky na HKB (Hochschule der Kunst Bern, Suíça ), onde realizou o curso CAS(Certificate of Advances Studies). Em julho de 2013, formou-se no curso de pós-graduação daUFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), obtendo o título de mestre em performance musical, tendo como orientador o professor Carlos Aleixo. Integrou o naipe de violas da Orquestrada Unisinos/Anchieta em Porto Alegre e fez parte do Projeto Vida com Arte, atuando como professora de viola, durante cinco anos (2012-2017). Também como professora de viola, atua no Projeto Projari em Guaiba – RS e no projeto Orquestra Jovem do Estado. Participou como aluna especial a classe do doutorado em Filosofia na UFRGS (2017) e a classe de Performance Musical na UFMG (2017). Hoje é doutoranda orientada pelo prof. Carlos Aleixo na UFMG linha de pesquisa Performance Musical, e é integrante do naipe de viola da Orquestra de Câmara da Ulbra e Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro. Davi Coelho - Professor de clarinete Seu instrumento inicialmente foi o clarinete, o qual estudou com Marcelo Piraíno e Augusto Maurer nos cursos de extensão em música pela UFRGS. Em 1995 iniciou seus estudos no Conservatório Pablo Komlós onde se formou em teoria e percepção musical no ano de 1999. Em 2003 no mesmo conservatório, começou seus estudos de fagote com o professor Adolfo Almeida Júnior. Também participou de Master Class com os professores Alejandro Aizemberg e Esteban Falconi. É formado em regência coral pela UFRGS, tendo como orientador o Professor Dr. Jocelei Bohrer. Já atuou como músico contratado em diversas orquestras do estado do Rio Grande do Sul, dentre elas: OSPA, Orquestra Filarmônica da PUCRS, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra SESI Fundarte, Orquestra do SESC, Orquestra Unisinos e Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul. Como arranjador, desenvolveu diversos trabalhos com artistas consagrados como: Fafá de Belém, Guilherme Arantes, João Bosco, Vanessa da Mata e Paulinho da Viola. Também estudou oboé com o professor Fernando Gualda (UFRGS). Em 2014 assume a regência da Banda Municipal de Porto Alegre, cargo que exerce atualmente. No momento está cursando licenciatura em música pela UFRGS. Isac Costa - Professor de sopro Isac Costa Soares é mestrando em educação musical pela UFRGS, licenciado em música pelo IPA e formado em trompete/performance pelo conservatório Pablo Komlós (escola de música da OSPA). Participou de diversos festivais de música, tais como, Festival Internacional Sesc de música, Gramado in Concert, Festival Internacional de inverno da UFSM e outros. Além disso, atua como músico efetivo na Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo e já participou como músico convidado da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Banda Municipal de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Gramado, Orquestra da Ulbra, entre outros. Atualmente é professor de trompete na orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, Projeto Ouviravida, Projari e leciona aulas particulares de música. Nadabe Tomás – Professor de Trompa Nascido em Ribeirão Preto-SP, Nadabe Tomás iniciou seus estudos na trompa com Edgar Fernandes Ribeiro. Complementando sua formação, participou dos principais festivais de música do Brasil: Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão|SP, Festival Internacional SESC de Música – Pelotas|RS, Festival nternacional Música nas Montanhas, Poços de Caldas|MG, entre outros. Atuou como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica do Paraná , Camerata Antiqua de Curitiba ,Orquestra Sinfônica do Sodre|Uruguai , como também as principais Orquestras do Rio Grande Sul. Como membro do Quinteto Porto Alegre participou do Álbum " Campos neutrais" de Vitor Ramil, atuou como solista à frente da Orquestra Filarmônica de Montevidéu e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, e também atuou como docente no Festival Internacional de Música do Pará,Festival de Banda do Pará,Festival Internacional de Metais Urubrass em Montevidéu, Festival de Música em Teutônia-Rs , e Seminário de Performance e Pesquisa em Instrumentos de Metais em Goiânia . Em 2019 recebeu Menção Honrosa no V Concurso Jovens solistas Marcus Bonna. Atualmente , além de professor da Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul,é integrante da Quinteto Porto Alegre , Quinteto Som 5 e membro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre Marco - Professor de Trombone Iniciou seus estudos em musica aos 11 anos em 1976. Em 1980 ingressou na Banda Municipal de Porto Alegre. Em 1981 aprofundar seus estudos musicais na Escola da Papa, em Teoria e Prática de Instrumentos( Trombone, Eugénio e Tuba). Nesse período atuou em várias organizações musicais: Orquestra Sinfônica de Caxias (OSCA), Orquestra dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Na Banda Municipal já atuou como Diretor Administrativo e continua como instrumentista. Graduou-se em Licenciatura em Musica pelo IPA E atualmente está em fase de conclusão em Especialização em Musica pela FEEVALE e pelo INSTITUTO ALPHA.
Comprovação Financeira do Projeto em Análise