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Com o intuito de difusão, preservação e valorização do patrimônio cultural imaterial direcionada a música, o projeto prevê a gravação de um álbum de músicas digital, pocket show, catalogo digital com biografia e partituras das músicas gravadas.
Álbum de músicas digital – Esta ação de produção visa a gravação de um álbum em formato digital com 10 (dez) músicas, sendo elas, cinco músicas autorais (composições do proponente do projeto) e cinco músicas de outros autores adaptadas para a linguagem do cavaquinho solista. As músicas escolhidas para compor o álbum, partem da premissa conceitual da linguagem que tem o cavaquinho como instrumento principal, um instrumento solista. Assim, além das composições autorais que primam por esse conceito, há também com adaptações de importantes peças musicais oriundas do universo do violão erudito. • Concepção estética do projeto O cavaquinho como instrumento solista é uma vertente que muito se desenvolve no século XXI. Nessa concepção de cavaquinho solista pode se compreender que o músico cavaquinista executa uma melodia acompanhada de uma harmonia. Assim, criando uma relação polifônica entre a melodia principal e outras vozes que estão presentes na harmonia. Tal concepção já foi e ainda é muito desenvolvida entre músicos violonistas, eruditos e populares, possibilitando assim um íntimo diálogo entre o cavaquinho solista e toda a literatura já desenvolvida para o violão no mundo. As músicas que compõe o álbum proposto por esse projeto, utilizam se dessa concepção estética. Através da pesquisa feita sobre esse assunto foi possível compor algumas peças que utilizam dessa linguagem. Serão 4 (Quatro) as composições autorais que estarão presentes no álbum e cada uma aborda uma característica polifônica. As composições autorais presentes no álbum e suas características são: 1 - Catando Cavaco: Peça em duas partes, sendo a primeira parte na tonalidade de sol maior e a segunda parte na tonalidade de sol menor e que explora características como, a melodia acompanhada do acorde, vozes independentes da melodia principal, tremolo e arpejo. 2 - Lembrança: Peça em três partes, todas em tonalidade menor e que explora a mudança de compasso. Suas outras características são a melodia acompanhada de acorde e a utilização da técnica chamada de martelo duplo, onde duas cordas não paralelas são tocadas simultaneamente. Essa foi minha primeira composição observando a técnica de melodia acompanhada e a partitura dessa música está publicada no livro Rotas do Atlântico: Música para Braguinha da Madeira e Cavaquinho do Brasil. 3 – Suíte, Quarto e Sala: Peça com duas partes, sendo uma parte na tonalidade menor e a outra na tonalidade maior. A peça explora a execução de vozes independentes e tem como característica uma linguagem barroca. 4 – Valsa desconhecida: Peça com duas partes que explora a técnica do tremolo e melodia acompanhada. Trecho dessa peça já foi utilizado como trilha sonora de um curta metragem chamado “Prazer em te desconhecer” quando foi gravada com a seguinte instrumentação, violão, marimba de vidro, contrabaixo e escaleta. A outra parte que compõe o álbum parte da mesma concepção estética, porém se utiliza de outro recurso para sua execução. Essa parte utilizará da adaptação de músicas de renomados compositores da música, de domínio público tanto erudita como da música popular, são eles: Chiquinha Gonzaga, José Barbosa da Silva (Sinhô), Johann Sebastian Bach, Frédéric Chopin e Wolfgang Amadeus Mozart. Dessa forma pretende se fomentar a literatura do cavaquinho solista buscando e explorando técnicas presentes nas músicas desses grandes mestres. As peças escolhidas para a confecção das adaptações para o cavaquinho são: 1 –Jura (Sinhô): Essa música foi composta em 1928 e já foi diversas vezes gravadas por vários sambistas. 2 – Lua Branca (Chiquinha Gonzaga): Uma das mais célebres canções brasileiras e das mais conhecidas composições de Chiquinha Gonzaga, a modinha Lua branca tem história cercada de mistério. Foi escrita para a burleta Forrodobó, representada no Teatro São José em junho de 1912, como modinha das personagens Sá Zeferina e Escandanhas, cujos versos originais mantêm o espírito de caricatura da peça. Em 1929, apareceu essa versão romântica com o título Lua branca gravada pelo cantor Gastão Formenti, sem que se conheça até hoje a autoria dos versos e do novo título. 3 – Minueto em G maior (Johann Sebastian Bach): Os Minuetos em sol maior e sol menor BWV Anh. 114 e115, são um par de movimentos de uma suíte para cravo de Christian Petzold, que através de sua aparição no Caderno de 1725 para Anna Magdalena Bach, costumava ser atribuídos ao compositor. Esses Minuetos estão entre as peças mais conhecidas da literatura musical. 4 – Adelita (Francisco Tárrega): Francisco Tárrega foi um compositor e violonista clássico do período romântico, nascido na Espanha ele é considerado o pai do violão clássico e um dos maiores violonistas de todos os tempos. A peça Adelita foi composta em duas partes sendo a primeira na tonalidade de mi menor e a segunda parte em mi maior. 5 – Marcha Turca (Wolfgang Amadeus Mozart): Essa peça é parte da Sonata para Piano do compositor. Não se sabe ao certo onde e quando Mozart compôs essa sonata - provavelmente em Viena ou Salzburgo, por volata de 1738. O último movimento, Alla Turca ou popularmente conhecido como Marcha Turca é também ouvido separadamente, e é um dos trabalhos mais conhecidos de Mozart. Ela imita o som das bandas Janízaras Turcas, a música que estava em moda naquele tempo. 6 - Noturno, Op. 9, n.º 2 (Frédéric Chopin): Essa música faz parte de um conjunto de três Noturnos escritos pelo compoistor entre 1830 e 1832 e dedicados a Madame Camille Pleyel. Essa obra foi publicade em 1832. Estará disponível nas mídias eletrônicas para público em geral com classificação livre para todas as faixas etárias. Catalogo digital (Song book) Catalogo (tipo Song book) também em formato digital que contará com uma pequena biografia do proponente do projeto, as partituras das músicas a serem gravadas no álbum, um texto sobre a pesquisa das técnicas utilizadas e a forma de abordagem nas adaptações das peças oriundas da música erudita. Estará disponível nas mídias eletrônicas para público em geral com classificação livre, no entanto acredita-se que para público especifico da área musical considerando a disseminação de partituras que contam com termos técnicos. Pocket show O Pocket show prevê a realização da apresentação das 10 músicas que compõem o álbum gravado com comentários sobre suas características e técnicas utilizadas. Esta ação será aberta ao público de todas as faixas etárias com capacidade de 40 pessoas e com classificação livre. Oficina (contrapartida social) A oficina Diversons visa a apropriação de novas possibilidades sonoras em uma pesquisa da apropriação da linguagem musical no nível da performance como no entendimento hermético dos métodos de ensino e da própria engenharia que envolve a fabricação dos instrumentos musicais. A pedagogia empregada pela oficina é voltada para a formação musical de crianças, jovens e adultos. Fundamentada no desvelar lúdico musical dos sons e na valorização e apropriação da música popular brasileira, esta advinda das mais diversas manifestações culturais do nosso país, passando pelo norte como o Boi, no nordeste com o maracatu, baião, forró e as bandas de Pifano, no sudeste como o congado e o jongo. Utilizando como metodologia de ensino a oralidade, o Diversons busca a integralização do ensino musical e a valorização da cultura popular. DIVERSONS. Brincar com sons fazendo música. É a possibilidade criativa de uma vivência no qual o ouvir e criar é o caminho para a descoberta e re significação do mundo e dos sons. A oficina propicia um diferente contato da criança com a música, através de jogos, brincadeiras, dinâmicas, construção de objetos sonoros e instrumentos musicais que possibilitam vivências melódicas e rítmicas e no desenvolvimento da musicalidade. Além da alegria de construir um instrumento e poder toca-lo em grupo. As oficinas serão realizadas no Conservatório Estadual de Música Padre Jose maria Xavier, aberta ao público de todas as faixas etárias e de forma gratuita. Palestra (contrapartida social) As palestras versarão sobre a importância quanto a realização deste projeto e sobre o impacto e forma de disseminação dos produtos gerados assim como o processo de realização na construção das obras, suas características e técnicas utilizadas. Serao realizadas no Conservatório Estadual de Música Padre Jose maria Xavier, aberta ao público de todas as faixas etárias e de forma gratuita.
Geral Realizar o projeto "10 Peças para um cavaquinho" na integra, promovendo a democratização do acesso à informação. Específico - Promover o conhecimento, a reunião, a difusão do patrimônio cultural imaterial relacionado à Música; - Realizar a produção, gravação e distribuição de 01 (um) álbum digital com 10 (dez) Musicas; - Realizar a produção e distribuição de 01(um) catalogo (song book) digital com biografia e partituras; - Realizar 01 pocket show para disseminação do álbum digital para publico de ate 40 pessoas
"É preciso sensibilizar as comunidades para o tema da autenticidade do patrimônio cultural, fornecendo modelos para seu conhecimento adequado e sua valorização, para sua conservação e proteção, fomentando seu desfrute artístico, espiritual e seu uso educacional, cuja raiz comum sejam a memória histórica, os testemunhos e a continuidade cultural." (Trecho da Carta Patrimonial de Brasília sobre autenticidade, 1995) A música se insere num contexto único, pois faz parte da cultura de um povo, ultrapassa os limites do concreto, e se funda como legitimação de uma maneira de expressão que ganha caráter de tradição e se contextualiza em sua época, registra subjetivamente a organização social e cultural de um determinado povo, de um determinado grupo. Assim, esse projeto, foi pensado com o objetivo de revelar e potencializar os recursos do cavaquinho como instrumento solista. Todas as peças foram compostas, arranjadas e adaptadas no cavaquinho, buscando a cada momento obter mais do instrumento nos planos sonoro, harmônico, técnico e de expressividade. Ao longo do século XX, as oportunidades de trabalho profissional para os cavaquinistas, ocorreram mais na função de acompanhadores. Os chamados conjuntos regionais (2 ou 3 violões, cavaquinho e percussão mais um solista) foram reconhecidos ainda na década de 1930 mais apropriada para o acompanhamento do samba batucado. Já no final século XX os cavaquinistas também trabalhavam acompanhando grupos de forró e samba. A profissionalização veio com o rádio e as gravações, mas acabou por separar solistas e acompanhadores. Isso fez com que muitos cavaquinistas, que solavam e compunham para o instrumento, ficassem eclipsados, cumprindo o acompanhamento do regional sem obter o destaque de um Waldir Azevedo, Garoto ou Zé Menezes. Nesse início do século XXI vivemos outro momento para o instrumento, em que se busca solar acompanhando e acompanhar solando, uma nova forma de se explorar o cavaquinho. Essa nova forma de tocar o instrumento e o lugar que ele pretende ocupar dentro campo sociocultural se evidencia mais com a abertura do primeiro curso de graduação para o instrumento na UFRJ. Assim, o movimento para pesquisa e criação de estudos vem alçando voos cada vez mais altos. E por isso esse projeto se justifica, por ser um resultado referente a uma pesquisa de elaboração de literatura dessa nova forma de tocar e entender o cavaquinho. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é de extrema importância e relevância ao setor, fomentando aberturas de portas que possibilitam o desenvolvimento cultural e econômico no país. O Projeto se enquadra conforme previsto na Lei 8313/91, em seu artigo 1º. Itens: I, II, VI, VIII e IX. I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e IX - Priorizar o produto cultural originário do país. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução vide fonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A realização deste projeto justifica-se, portanto, por contribuir e fomentar a música instrumental e dialogar diretamente com as formas contemporâneas de se fazer música. Além de contribuir para a produção musical no atual cenário da cultura brasileira e também por fortalecer a cadeia produtiva do setor cultural no interior do país, corroborando com a construção e linguagem da história do cavaquinho no Brasil. Inciso V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Nao se aplica
Álbum digital Álbum com capa e encarte com 4 folhas digitais, 10 faixas musicais de aproximadamente 4 minutos Catalogo digital (Song book) – Catalogo digital com capa e até 40 paginas Pocket shows – não se aplica
Álbum digital Acessibilidade física: Disponibilizado gratuitamente em mídias Deficientes auditivos: não se aplica – música instrumental Deficiente visuais: Veiculação na internet músicas sonoras Catalogo digital (Song book) Acessibilidade física: Disponibilizado gratuitamente em mídias Deficientes auditivos: não se aplica Deficiente visuais: locução dos nomes das músicas e artista Pocket show (apresentaçao musical) Acessibilidade física: local com rampas de acesso Deficientes auditivos: apresentações sonoras Deficiente visuais: interprete de LIBRAS Oficina (contrapartida social) Acessibilidade física: local com rampas de acesso Deficientes auditivos: não se aplica Deficiente visuais: ação sonora Palestra (contrapartida social) Acessibilidade física: local com rampas de acesso Deficientes auditivos: interprete de LIBRAS Deficiente visuais: ação sonora OBS 1 - O serviço de locução dos nomes das músicas e artista previstos no catalogo digital nao terao custos. o serviço sera feito pelo proponente
Em atendimento ao inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, previmos as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Todos os produtos e ações resultantes do projeto serão disponibilizados de forma gratuita, sendo eles de acesso virtual ou através dos pockets shows.
Pablo Araújo Fernandes – Proponente, coordenador geral do projeto e musico Pablo Araújo começou a estudar música aos doze anos de idade na Banda Municipal de Monte Carmelo – MG. Seu primeiro instrumento foi a clarineta, migrando tempos depois para o violão e o universo das cordas. Aos dezenove anos se mudou para a cidade de São João Del rei – MG onde cursou violão no Conservatório de Música Padre José Maria Xavier e se graduou no curso de Filosofia na Universidade Federal de São João Del Rei. Apaixonado pelas artes, decidiu não seguir carreira acadêmica em filosofia e se dedicar integralmente a música. Se profisionalizou cursando worksops de mestres da música como Ian Guest, Juarez Moreira, Gilvan de Oliveira, Mestre Walter do Nação Estrela Brilhante e vários outros. Assim começou a tocar e acompanhar vários músicos e grupos em São João Del Rei. No ano de 2009, começa sua pesquisa no instrumento, cavaquinho, que o leva a descobrir e a pesquisar com mais afinco o universo do gênero Choro. Neste mesmo ano funda com outros músicos de São João Del Rei o grupo Chora Genésio. Ainda no ano de 2009, aprofunda sua pesquisa em fabricação de instrumentos musicais convencionais e não convencionais, participa de uma oficina semestral com o grupo UAKTI. Produz também em parceria com Neivison Barbosa e Luiz Nascimento a trilha do filme "Prazer em te desconhecer" do diretor Jairo Fará. Em 2010 começa a trabalhar como arte educador na Cia. Teatral Manicômicos. Dando aulas de música para crianças do projeto Arte por Toda Parte e para a turma do Cuso de preparação Para Atores. Com a Cia. Teatral Manicômicos produziu a trilha sonora para a peça Odisséia, a qual foi premiada como melhor trilha sonora no Festival de Teatro de Ubá no ano de 2011. Produziu e atuou na trilha sonora da peça Flor de Manacá com a qual ficou aproximadamente um ano em turnê. Em 2012 se apresentou com os grupos Boêmios de Isis e Chora Genésio no Inverno Cultural da Universidade Federal de São João Del Rei. Além de ministrar a oficina Diversons de música para crianças. Em 2013 gravou para o projeto A Bem Soar três composições suas e realizou seu primeiro show autoral pelo A Bem Soar Ao Vivo. Também em 2013, produziu e criou instrumentos convencionais e não convencionais na oficina Diversons, estes instrumentos foram doados a Cia. Teatral Manicômicos para pesquisas em trilhas sonoras e paisagens sonoras. Nesse ano ainda produziu em parceria a Cia. Teatral Manicômicos e aos músicos Carla Grazielle e Luiz Nascimento o projeto Cena da Música que contou com 10 (dez) espetáculos de música na sede da Cia. Em 2015, junto com o o grupo Chora Genésio gravou de maneira independente seu primeiro disco, o Moderno Antiquário. Esse disco foi lançado no teatro Yves Alves em Tiradentes – MG e no Clube de Choro de Brasília-DF. Em 2016, se apresentou no I Festival de Choro de Santos-SP e ministrou oficinas de música para os alunos do Clube do Choro da cidade santista. No mesmo ano, fez sua primeira turnê pela Europa, na qual se apresentou em três países, tais como: França, Bélgica e Holanda. Os destaques dessa turnê foram: entrevista do grupo Chora Genésio na rádio Canal B, participação na programação no evento comemorativo dos 20 anos da Cie. Ochossi e apresentação no evento "Fête de la Musique", todos realizados na cidade francesa de Rennes; concerto no teatro Munganga em Amsterdam-NL; apresentação na casa de show Cav'38 em Paris-FR e dois concertos no Moulinage des Crozes em Saint-Priest no sul da França; em Paris, além da gravação do segundo disco intitulado Bom Soar. Esse disco contou com a participação de dois músicos convidados Thierry Moncheny no violão de sete cordas e Karine Huet no acordeon. Em 2017, em parceria com o Isntituto Cooperforte e o Chora Genésio, iniciou se o projeto social intitulado "O Choro e os Chorões". O projeto possibilitou a realização de apresentações para crianças e adoslescentes em escolas públicas na região das Vertentes em Minas Gerais. E em março do mesmo ano partiu para a sua segunda turnê internacional com o grupo Chora Genésio. Se destaca nessa segunda turnê: o lançamento do disco Bom Soar e a ministração de oficinas de música no XIII Festival Internacional de Choro de Paris; concerto no teatro Munganga em Amsterdam-NL; concerto no Athelier Marcel Hastir em Bruxelas- BL; apresentação na Escola Portáil de Música de Roterdam-NL; ministração de oficinas em Toulouse – FR pelo clube do choro de Toulouse. Em 2018, se apresenta solo no A Bem Soar Ao Vivo e lança nas plataformas digitais duas canções de sua autoria. Essas canções foram gravadas por ele no violão e Luiz Nascimento voz. Também em 2018 estreou com o grupo Chora Genésio o concerto "Tudo é Relativo: Chora Genésio toca Ian Guest." em que o grupo homenageia o compositor húngaro. Em 2019 grava seu primeiro EP junto com o pianista Pedro Pecher. O EP contém quatro composições de sua autoria e fazem parte de diversas fases de sua carreira artística. Junto com o EP, lança também um livro digital contando o processo de realização do projeto e com as partituras das músicas. Ana Luiza Capel Moreno (Nina Capel) – Coordenação administrativa e prestação de contas Graduada em Artes Plásticas com curso técnico em Administração de Empresas, atua na área cultural desde 2002. Em 2008, entrou para equipe da Secretaria de Cultura e Turismo de São João del Rei. Com foco voltado ao desenvolvimento cultural local e no patrimônio cultural, trabalhou em diversos projetos como Gente com Arte; Tradicionais Grupos de Congado de São João Del Rei; Programação Artística e Manutenção do Teatro Municipal de São João del Rei II, Manutenção da Orquestra e Banda Ramalho, Festa do Queijo, Sinfonia dos Sinos, dentre outros. Em 2012, assumiu a Secretaria de Cultura e Turismo de São João del Rei, fortalecendo seus vínculos com o desenvolvimento cultural do município e região. Em 2013, iniciou as atividades da empresa, trabalhando em novas formas de desenvolvimento da região através da cultura. Atualmente, além de organizar e produzir eventos de grande porte, atua também com organização de eventos particulares. A empresa tem expertise em organização e produção de eventos de grande porte e contribui para a consolidação e o fortalecimento da cultura, do turismo e do desenvolvimento econômico do estado de Minas Gerais. Dentre os eventos que participa, estão o Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes, Fartura BH, Inverno Cultural da Universidade Federal de São João del Rei, Tiradentes Vinho & Jazz Festival, Tiradentes em Cena. Rafael Wolbert – Design Bacharelado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais;– Produção artística (com registro de MEI – Micro Empreendedor Individual); Artista Visual. Workshop “A fotografia nas artes cênicas” ministrada por Guto Muniz pelo I Festival Foto em Pauta, Tiradentes; Curso de Fotografia de estúdio por José Geraldo Chinelate, São João Del Rei. Música: Músico autodidata (instrumentos de ênfase: baixo elétrico, violão e voz); Rítmica e percussão – Instrumento complementar – André “Limão” Queiroz / UFMG, BH; 2010 - Oficina “Canto e Vo z para Atores” ministrada por Valéria Braga pela Cia Teatral ManiCômicos (hoje Cia. Teatro da Pedra), São João Del Rei, MG; Oficina “Groove” ministrada por Enéas Xavier pela Conexão Vivo, São João Del Rei; Workshop ministrado por Arthur Maia pela Pop Music, São João Del Rei. Experiência 2018 - Luiz Nascimento (MPB), como Baixista e produção do disco Misantrópico que será lançado em 2019; 2013 – 2018 - Grupo À Rita (MPB), como Baixista e produção do show Amalgamado para o 30º Inverno Cultural da UFSJ; 2004 – 2017 - Grupo Martelo de Pano (MPB), como Baixista e produção do disco Café da manhã, café da tarde (2008); 2013 – 2018 - Marcelo Tofani (MPB), como Baixista; 2010 - Trio Antônio Valdetaro (Jazz), como Baixista; Teatro: 2009 - 2013 - Espetáculo Domdeandar da Cia. Teatral ManiCômicos – Direção Juliano Pereira. Atuando como músico/ator e na produção de trilhas sonoras para o espetáculo; 2011 - 2013 - Espetáculo Borgobandoballo da Cia. Teatral ManiCômicos – Direção Juliano Pereira. Atuando como músico/ator, na produção de trilha sonoras, cenografia e peças gráficas para o espetáculo. 2010: Espetáculo “Terra de Livres” – Dir.Luís Fernando Lobo. Trabalhando como técnico iluminador. São João Del Rei; 2010: Espetáculo “Janela para mulheres – Ano da França o Brasil” – Direção Raquel Meneses. Trabalhando na concepção e operação da iluminação do espetáculo. São João Del Rei. Arte Educação: 2015 – 2017 – Monitor de informática no Laboratório de Artes Gráficas (GRAFO) da Escola de Belas Artes da UFMG; 2014 - Professor de música no projeto Arte por Toda Parte da Associação Cultural ManiCõmicos ministrando aulas no município de Lagoa Dourada, MG; 2010 – 2011 - Monitor Literário no Espaço Cultural ManiCômicos dentro do projeto Ponto de Cultura. 2011 Monitor de Informática no Espaço Cultural ManiCômicos ministrando oficina de computação para melhor idade Pedro Cantalice – Revisor de partitura Natural do Rio de Janeiro é bacharel em cavaquinho (UFRJ 2014 - 2018), atualmente cursa o mestrado em música pela UFRJ. No ano de 2013 foi coprodutor do CD Siqueira Entre Nós, com lançamento na Sala Municipal Baden Powell. Em 2015 estreou como solista a primeira Sonatina para Cavaquinho e Piano de Alexandre Schubert, sendo o convidado especial do evento “Cordas dedilhadas em concerto” promovido pela Escola de Música da UFRJ. Foi estagiário e posteriormente funcionário da Academia Brasileira de Música entre os anos de 2012 e 2014 onde trabalhou com digitalização, editoração e revisão do acervo de partituras. Dentro das principais edições realizadas estão as obras: Congada para coro misto de Francisco Mignone, Serestas de Heitor Villa-Lobos. Como Freelancer atuou na editoração dos 12 Estudos para cavaquinho solo de Henrique Cazes, presente no livro "Música Nova para Cavaquinho", exemplos musicas para o livro "A Arte de tocar bem piano" da pianista Miriam Ramos, além de transcrições de partituras avulsas para registro autoral. Excursionou para países como Argentina (2012 - Grupo Primeira Linha), Portugal (2014 - Siqueira e o Cavaquinho Brasileiro) e França (2015 - Mestre Siqueira) realizando shows, palestras e workshops de cavaquinho, bandolim e Música Brasileira. Atualmente se dedica a pesquisa intitulada Memória do Cavaquinho Brasileiro, que visa resgatar a história do instrumento, e a divulgação de novas obras para o instrumento. Willian Percy Davison – Diretor Musical Técnico em flauta transversal pela Escola de Música de Brasília (2012) / Licenciado em Flauta Transversal pela Universidade Federal de São João Del Rei / Metre em Flauta transversal (Música Mundo) pela (CODARTS) Universidade de Artes de Rotterdan (2019) Bill Davison já tocou com diversos grupos e produziu trilhas sonoras para curtas-metragens, tendo como foco a música brasileira. Com o grupo Chora Genésio produziu dois discos e duas turnês internacionais, tocando e ministrando oficinas de flauta brasileira e arranjos em várias cidades da Bélgica, Holanda e França. Foi professor de flauta no projeto Educar para preservar, da UFSJ e da EPM Holanda (Escola Portátil de Música de Rotterdan). Atualmente é flautista nos grupos Violeta Transversal, Trem Xaxado, Ísis Ferreira grupo e é também professor de flauta da Casa da Viola.
PROJETO ARQUIVADO.