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PRONAC 204126Apresentou prestação de contasMecenato

FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO

Rowney Archibald Scott Junior
Solicitado
R$ 147,3 mil
Aprovado
R$ 147,3 mil
Captado
R$ 147,3 mil
Outras fontes
R$ 195,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01327233000166AXXO CONSTRUTORA LTDA1900-01-01R$ 147,3 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2022-07-15
Término

Resumo

O FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, um dos principais festivais de música instrumental do Brasil, realizará sua 9ª edição com uma programação gratuita, que preenche de musicalidade o Vale do Capão, na Chapada Diamantina _ Bahia. As atividades se dividem entre workshops dos músicos convidados e apresentações musicais, com palco montado para receber diversas apresentações, nos dois dias do evento.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Após ficar um ano sem realização, por conta da Pandemia do Coronavírus _ Covid-19, a produção do Festival de Jazz do Capão reorganiza o projeto para retomada em 2021. Já foram 8 edições de grande sucesso (2010, 2011, 2013, 2014, 2015, 2017, 2018 e 2019). Neste FESTIVAL que agrega grandes nomes da música instrumental, da Bahia, do Brasil e também do exterior. Nos anos de 2012 e 2016 o Festival não aconteceu por falta de patrocínio. Em 2020, por conta das medidas de isolamento social, causadas pela Pandemia. Agora, após diversas reuniões com a Prefeitura de Palmeiras e com a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, a produção do evento se reorganiza para atender ao público, em 2021. Desde de 2017 o projeto conta com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, através do Edital de Projetos Calendarizados 2017/2019, aportando R$ 195.000,00 de patrocínio por ano. Em 2020, o Festival foi renovado por mais 2 anos, conforme Aditivo de Contrato (em anexo) e carta de apoio da Prefeitura de Palmeiras (em anexo). Mais uma vez contamos com o patrocínio via Lei Rouanet para complementar os custos do projeto, que precisam para acontecer de forma plena, com todos os protocolos de segurança necessários ao atendimento do público e da equipe de trabalho. Com isso, estamos cadastrando na Rouanet o complemento dos custos do projeto do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, para realizar as atividades no Vale do Capão, 4 workshops e 8 apresentações musicais. Assim, o valor proposto à Lei Rouanet para este projeto é de aproximadamente R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais). A programa pretendida são de 2 dias de Festival: 1º dia _ 2 workshops gratuitos, às 14hs e 16hs; 3 apresentações musicais, a partir das 21hs. 2º dia _ 2 workshops gratuitos, às 14hs e 16hs; 3 apresentações musicais, a partir das 21hs. Toda programação do FESTIVAL acontece no Vale do Capão, distrito de Caeté-Açú, município de Palmeiras, localizado na Chapada Diamantina _ Bahia. OBJETIVO GERAL: Realizar 2 dias de festival de música instrumental, com apresentações musicais e workshops, no Vale do Capão, Chapada Diamantina _ Bahia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Ministrar 4 workshops com os artistas convidados, nos 2 dias de Festival; - Realizar 8 apresentações de música instrumental, para um público previsto em 3.000 espectadores por dia; - Realizar 1 workshop para alunos da escola pública municipal do Vale do Capão; - Contratar os serviços de Restaurantes, Pousadas e outros prestadores de serviço locais, fomentando a Economia Criativa.

Justificativa

O projeto FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO enquadra-se em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91. Os Objetivos do Art. 3º em que se enquadram o projeto são: - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Nas duas primeiras edições do FESTIVAL, que contou com o patrocínio do Ministério da Cultura, o Vale do Capão pôde conferir as apresentações: em 2010 de Hermeto Pascoal, Mou Brasil, Toninho Horta, Grupo Garagem, Banda de Boca, Coral do Capão, Grupo Instrumental do Capão; e em 2011, as apresentações foram de Naná Vasconcelos, Orkestra Rumpilezz, Viola de Arame, Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, Ivan Lins, Jurandir Santana e Grupo, Carlos Malta e Pife Muderno. Em 2013 e 2014, o Programa Petrobras Cultural foi o patrocinador, possibilitando trazer para o evento nomes como: Munir Hossn, Gabriel Grossi, Letieres Leite Quinteto, Grupo Instrumental do Capão e João Bosco, em 2013; e Tiganá Santana, Raul de Souza, Gabi Guedes, Ricardo Herz e Dori Caymmi, em 2014. Em 2015, além do Programa Petrobras Cultural, o FESTIVAL contou também com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia e foi possível realizar apresentações dos músicos Ricardo Castro e André Mehmari, com um piano de cauda dentro do Circo do Capão; além de levar para o palco principal do evento, as atrações: Aguidavis do Jêje, Jorge Solovera, Joatan Nascimento, Toninho Ferragutti e Joyce Moreno. Em 2012 e 2016 o FESTIVAL não foi realizado por falta de patrocínio. E em 2017, aconteceu a primeira ação conjunta do Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, com o patrocínio através da Lei Rouanet, quando se conseguiu captar R$ 50.000,00 de 3 empresas via lei de incentivo federal. Neste ano a programação contou com: Egberto Gismonti, Ubiratan Marques, Quintetrio, Michaela Harrison, Pirombeira, além da Mostra Capão. Em 2018, a captação via Lei Rouanet foi menor, gerando R$ 32.000,00 de 3 empresas. A novidade deste ano foi a criação da Mostra EMUS, convidando uma banda formada por alunos da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. A programação ainda teve, Mostra Capão, Paulo Mutti, Filipe Moreno & Tarcísio Santos, Conexão Berlin, Joander Cruz, Eric Assmar Trio, além de Dani e Débora Gurgel. Em 2019, conseguimos mais uma vez o patrocínio complementar da Rouanet e a programação contou com o guitarrista baiano radicado na França, Nelson Veras, o instrumentista Luã Almeida, a banda alemã Kapelle 17, o renomado Cesar Camargo Mariano Trio, além das Mostra Capão (com 3 grupos TerrAqua, Andréa Chatalá e Yaya Massemba) e a Mostra Emus, com o grupo Quarteto Alquife.

Estratégia de execução

O proponente do projeto será remunerado com o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), o que corresponde a menos de 10% do valor total do projeto. Destacamos que alguns dos custos do Festival que não estão no orçamento enviado para a Rouanet, estão no Orçamento de Outras Fontes, que tem o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia. Algumas rubricas como sonorização, iluminação, serviços da equipe do Festival e outros valores, estão nas duas planilhas orçamentárias, porque os valores existentes no orçamento do Fundo de Cultura da Bahia não correspondem ao valor total do pagamento dos cachês dos profissionais e fornecedores, sendo coberta apenas uma parte desses valores.

Especificação técnica

PROGRAMAÇÃO DIA 1 1º Workshop – Morgana Moreno (flauta) e Marcelo Rosário (violão de 7): Choro: arranjos e repertórios para duos. 2º Workshop – Pedro Martins: Guitarra e composição Apresentações Musicais - Mostra Capão - Felipe Guedes e Ivan Sacerdote - Quartinas DIA 2 3º Workshop – Ivan Sacerdote: Clarineta brasileira 4º Workshop – Léa Freire: Flauta e composição Apresentações Musicais - Mostra EMUS - Morgana Moreno E Marcelo Rosário - Pedro Martins Quarteto WORKSHOPS Todos os workshops são bate-papos entre os artistas convidados e o público, apresentando um tema específico proposto por cada artista convidado. O tempo máximo de duração de 1 workshop é de 1h30. Por se tratarem de bate-papos, não existe projeto pedagógico nesses casos. CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizado um Workshop para os alunos da escola municipal do Vale do Capão, após a realização do FESTIVAL, contribuindo para a formação de crianças e adolescentes na cultura musical. O workshop será gratuito e para um público de 300 pessoas, acontecendo no auditório da escola. O público alvo de crianças e adolescentes desta ação formativa é diferente do público do Festival de Jazz do Capão, que é principalmente de adultos. INTERNET Atualização e manutenção do site www.festivaldejazzdocapao.com.br, conforme a identidade visual da nova edição do FESTIVAL.

Acessibilidade

Os espaços onde acontece o FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO possuem total acessibilidade aos portadores de deficiências físicas, atendendo as normas para realização de eventos via Lei Rouanet, como pode ser conferidos nos relatórios fotográficos enviados na prestação de contas dos projetos patrocinados em 2017 e 2018. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade física: os espaços de atividades (Circo do Capão e Coreto da Praça) são totalmente acessíveis, sem degraus e locais amplos e abertos. Acessibilidade para deficientes visuais: a produção do projeto terá Assistente treinado para realizar um atendimento diferencial a este público. Acessibilidade para deficientes auditivos: nos workshops será disponibilizado um tradutor de libras, caso exista dentro do público que assistirá o workshop, deficientes auditivos. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: os espaços de atividades (Circo do Capão e Coreto da Praça) são totalmente acessíveis, sem degraus e locais amplos e abertos) Acessibilidade para deficientes visuais: a produção do projeto terá Assistente treinado para realizar um atendimento diferencial a este público. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de um Festival de Música INSTRUMENTAL, não há uma opção de atendimento para os deficientes auditivos, neste produto específico, para além do interpertre de libras quando os apresentadores estiverem fazendo os anúncios. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: os espaços de atividades (Escola Municipal de Caeté-Açú) são totalmente acessíveis, sem degraus e locais amplos e abertos. Acessibilidade para deficientes visuais: a produção do projeto terá a produtora local treinada para realizar um atendimento diferencial a este público. Acessibilidade para deficientes auditivos: no Workshop para os alunos da escola municipal será disponibilizado um tradutor de libras, caso exista dentro do público que assistirá o workshop, deficientes auditivos.

Democratização do acesso

Conforme o Plano de Distribuição, o Festival é ao ar livre, não há venda de ingressos. As apresentações são todas gratuitas. Inclusive os workshops ministrados pelos artistas, que também não terão nenhum custo. O perfil do público do Festival de Jazz do Capão é o mais diverso possível, atraindo visitantes de todo o Brasil, que viajam para conhecer os recantos naturais da Chapada Diamantina e assistir ao festival de jazz. O Festival também é voltado para o público que mora no Vale do Capão e regiões vizinhas. Segundo Artigo 21 da IN Abril/2019: PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. OS WORKSHOPS GRATUITOS SÃO AS ATIVIDADES PARALELAS DAS APRESENTAÇÕES MUSICAIS. O FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO JÁ ACONTECE DESDE 2010. HÁ PELO MENOS 3 EDIÇÕES, COM PATROCÍNIO DA LEI ROUANET... ENCAMINHAMOS TODOS OS ANOS O MESMO PROJETO. O FESTIVAL É ACESSÍVEL, GRATUITO E PARA TODOS OS PÚBLICOS.

Ficha técnica

O proponente do projeto Rowney Scott será remunerado e é responsável pela administração/gestão do projeto, sendo responsável pelo processo decisório dentro do projeto. COORDENAÇÃO GERAL/ADM e DIREÇÃO ARTÍSTICA/CURADORIA - Rowney Scott Professor Adjunto da Escola de Música da UFBA, onde leciona Saxofone, Improvisação e Música de Câmara, participou da criação e foi coordenador do Curso de Graduação em Música Popular dessa universidade. Tem Doutorado em Execução Musical (Saxofone) pela UFBA (2007), Mestrado em Jazz Performance pela California Institute of the Arts (1990) e Graduação em Instrumento (Saxofone) pela UFBA (1986). É membro fundador do Grupo Garagem e integrante da Orkestra Rumpilezz, da banda de Carlinhos Brown e da banda da JamnoMam. Já atuou com Caetano Veloso (Prenda Minha), Gilberto Gil, Carlinhos Brown (Alfagamabetizado), Daniela Mercury (Feijão com Arroz) e Arnaldo Antunes (Paradeiro), entre outros. Atuou como solista das orquestras Sinfônicas da Bahia e da UFBA. É diretor artístico e curador do Festival de Jazz do Capão. É o idealizador do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, tendo atuado COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - Marília Gil Sócia-diretora da empresa baiana Gil & Canella Produções Ltda., Marília Gil traz uma experiência de mais de 25 anos em produção cultural, quando fundou, em 1992, a Gegê Produções Artísticas da Bahia, trazendo para a capital baiana grandes espetáculos, dentre eles: Show Tropicália Dois, com Gilberto Gil e Caetano Veloso; Show Tropicália Duo, com Gilberto Gil e Caetano Veloso (voz e violão); Grupo Corpo Companhia de Dança; Débora Colker Companhia de Dança; AUÊ – Um Programa Infantil; Prêmio Bahia aplaude de Teatro ano 1997; Desejo – Espetáculo Teatral com Vera Fischer e Guilherme Fontes; Nardja Zulpério, Espetáculo Teatral com Regina Casé (grande sucesso de bilheteria com oito dias de Teatro Castro Alves lotado). A frente da Gil & Canella Produções vêm produzindo: Trio e Camarote Expresso 2222; Produção local para o Projeto “Loucos por Música”; Lançamento do projeto “Conexão Vivo” no ano de 2010 na Bahia – Salvador e interior do Estado; Produção da circulação do espetáculo Alegria de Viver no interior; Produção Local do Espetáculo Deborah Colker – Agosto/2011; Produção Local do Espetáculo Pra Nhá Terra - Grupo Ponto de Partida – Outubro/2011. PRODUÇÃO EXECUTIVA – Tiago TAO Sócio-diretor da Cambuí Produções Ltda., empresa constituída em fevereiro de 2009, após a experiência de quase 10 anos de seus sócios nas áreas de produção cultural, jornalismo e publicidade. A produtora cultural foi criada com a missão de “TRANSFORMAR PROJETOS EM REALIDADE”. Nestes quase 10 anos de existência a Cambuí produziu, administrou e elaborou diversos projetos para editais e leis de incentivo, nas áreas de audiovisual, artes cênicas, música, literatura, artes visuais, patrimônio, meio ambiente e desenvolvimento social e comunitário. Dentre os trabalhos com música destaca-se: produção executiva do Festival de Jazz do Capão, entre 2013 e 2017; produção executiva dos projetos do artista Tiganá Santana; produção da turnê do show “Fica... Vai!”, da cantora e sanfoeira Lívia Mattos; produção executiva dos programas para web da VandexTV: “Berlim Puro” e “Jazz em Plutão”; produtor do disco do violeiro e luthier Pedro Santos; administração e prestação de contas do projeto “Orquestra de Pandeiros de Itapuã”; produção executiva do projeto “Sons da África”, para a Caixa Cultural. PRODUÇÃO LOCAL – Fabiana Carvalho Moradora do Vale do Capão desde 1988. De 1985 à 1987 – Ingressou no Curso de Comunicação com formação para jornalismo da Universidade Federal da Bahia, concluindo seis semestres. - Assistente de produção do VII Festival de Música Instrumental da Bahia (1986). - assistente de produção do Show Plano de Vôo do Grupo Garagem, com produção premiada no Troféu Cayme; - Assistente de produção do manifesto preservacionista do bairro Rio Vermelho, Salvador/Ba, no Show Som na Praça. De 1995 à 2007 - participou da implantação e da administração da Pousada Vale do Capão; - participou da implantação e da administração do Restaurante Jaqueira; - na Pousada Vale do Capão, produziu shows abertos com grupos e artistas de Salvador como o Grupo Garagem, o músico André Bernard e a banda de reggae Folha de Chá; - trabalhou com orçamentação e administração na área de construção civil na região da Chapada Diamantina. Realizou a produção local do Festival Internacional Diamantino de Circo, em 2017, na Chapada Diamantina. É a produtora local do Festival de Jazz do Capão, desde sua segunda edição. PROPOSTA PROVISÓRIA DA GRADE ARTÍSTICA, QUE PODE MUDAR DE ACORDO COM A AGENDA DE CADA ARTISTA/BANDA NO PERÍODO DA CONTRATAÇÃO, NA PRÉ-PRODUÇÃO: - MOSTRA CAPÃO – 2 grupos de música instrumental proveniente do próprio Vale do Capão, a seleção é feita pela curadoria do FESTIVAL; - MOSTRA EMUS/UFBA – 2 grupos de música instrumental proveniente da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia – a seleção é feita pela curadoria do FESTIVAL; - FELIPE GUEDES E IVAN SACERDOTE - O show marca o encontro de dois jovens expoentes da música instrumental da Bahia na atualidade. De um lado, a polivalência criativa do multi-instrumentista Felipe Guedes, que desfila sua musicalidade, com personalidade, em instrumentos diversos como guitarra, baixo, bateria, teclado, percussão, clarineta... Ao seu lado, o especialista Ivan Sacerdote, celebrado clarinetista da música popular brasileira, virtuoso na técnica, na improvisação e na brasilidade. Os dois, também compositores, produzem música viva, fresca e fascinante aos olhos e ouvidos das plateias que permeiam. - QUARTINAS – quarteto de música instrumental de São Paulo, liderado pela flautista e compositora Léa Freire. O grupo ainda é constituído pelas musicistas Tarita Souza (solfejos), Tatiana Parra (solfejos e violão), Thais Nicodemo (pianista e arranjadora). Todas as musicistas possuem vasta experiência, já tendo se apresentado com grandes nomes da música brasileira. Agora juntas pretende elevar a musicalidade das ‘quartinas’. - MORGANA MORENO E MARCELO ROSÁRIO - Com diversas incursões em solo Europeu, passando por Portugal, Alemanha e Holanda, entre outros, a dupla, que trabalha junto há mais de 10 anos e morou seis anos na Europa, acaba de lançar seu segundo disco “Nascente”. O show no FJC marca o reencontro com a música brasileira e contempla os mais diversos gêneros como o samba, choro, forró, canção, através de releituras e composições próprias. Lançando mão de uma formação intimista - flauta e violão –Morgana e Marcelo dialogam através de improvisação, com liberdade e de uma maneira mais despojada. O formato duo permite mais visibilidade à essência dos seus instrumentos e à afinidade artística e musical de ambos. - PEDRO MARTINS QUARTETO - Artista precoce, o guitarrista e compositor Pedro Martins surpreende com sua capacidade de ser profundo com tão pouca idade. Aos 14 anos, já tocava em festivais de jazz ao lado de importantes músicos de sua cidade.Conhece então Daniel Santiago que produz seu primeiro álbum “Sonhando Alto” contendo suas primeiras composições e arranjos. O álbum é lançado quando Pedro ainda tinha 17 anos. A partir daí, começou a tocar com conhecidos músicos do Brasil, como Hamilton de Holanda, Gabriel Grossi, Léo Gandelman, Ellen Oléria, Milton Nascimento, Emicida, Leny Andrade, Paulinho Moska, Rita Ribeiro. Com 18 anos, já tocava violão, guitarra, piano, baixo e bateria. Aos 23 anos de idade, foi escolhido o melhor guitarrista na Socar GuitarCompetition, no 49o Montreux Jazz Festiva, tendo no júri nomes consagrados como Kurt Rosenwinkel e John Mclaughlin. A partir dessa premiação seu nome e sua música ficaram conhecidos mundialmente, culminando com a produção de seu celebrado álbum Faces, produzido pelo próprio Kurt Rosenwinkel, com a participação de nomes como Brad Mehldau e Cris Potter.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2022-12-15
Locais de realização (1)
Palmeiras Bahia