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PRONAC 204160Apresentou prestação de contasMecenato

Exposição - Lages 250 anos: de vila tropeira à cidade-polo da Serra Catarinense

FAZER GESTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 433,6 mil
Aprovado
R$ 433,6 mil
Captado
R$ 382,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04043327000100GTS do Brasil Ltda.1900-01-01R$ 137,5 mil
81905176000194Berneck Aglomerados S.A1900-01-01R$ 70,0 mil
05532428000107VOSSKO DO BRASIL ALIMENTOS CONGELADOS LTDA.1900-01-01R$ 68,0 mil
95758017000119BOA ESPERANCA INDUSTRIA COM E EXPORT DE MADEIRAS LTDA1900-01-01R$ 43,0 mil
80689839000118DISAUTO DIST DE AUTOPECAS LTDA1900-01-01R$ 21,0 mil
79426243000146COMPENSADOS LAGES LTDA1900-01-01R$ 19,0 mil
18504438000172BLUE TRADE COMERCIAL EXPORTADORA E IMPORTADORA LTDA1900-01-01R$ 13,0 mil
83012013000108TELEVISAO LAGES LTDA1900-01-01R$ 6,3 mil
08093667000198JZAGO MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA.1900-01-01R$ 4,3 mil

Eficiência de captação

88.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposições organizadas com museografia
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Lages
Início
2021-01-11
Término

Resumo

Trata-se de proposta para montagem de exposição de longa duração, aberta ao público pelo período de 12 meses, com acesso gratuito, sobre a história da cidade de Lages, como instrumento de valorização, investigação e comunicação dos patrimônios histórico-cultural e ambiente natural da Região Serrana de Santa Catarina. O projeto contempla um aspecto essencial que é a comunicação expositiva, a ser instalada em imóvel histórico, recentemente restaurado e doado à Prefeitura de Lages, e a realização de ações educativas para os mais diversos públicos.

Sinopse

Tópicos para a exposição A – Cronologia Histórica 1 – Pré-História e povos indígenas - Os Xokleng e os Kaingang - O Pinhão 2- Tropeirismo - A pecuária, o Ciclo das Tropas e a abertura dos caminhos - Caminho Viamão (RS) a Sorocaba (SP) - Sesmarias e fazendas - Fazendeiros, tropeiros e coronéis - Produtos regionais: charque, queijo serrano e erva-mate 3 – Evolução político-administrativa - 1766 - Fundação do povoado – Antônio Correia Pinto de Macedo - 1771 - Instalação oficial da Vila e constituição de seu território - 1820 – Lages passa a pertencer à Capitania de Santa Catarina - 1860 – Lages elevada à condição de Cidade - Emancipação dos distritos nos séculos XIX e XX - Lages Princesa da Serra e cidade-polo da Serra Catarinense 4 – Escravidão - A contribuição do trabalho dos negros escravizados para a manutenção de sociedade local - Cultura e Religiosidade como formas de resistência. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, a capoeira, o maculelê, os grupos religiosos de matriz africana 5 - Revoluções e Guerras - Revolução Farroupilha (1835-1845) e a República Lageana - Giuseppe e Anita Garibaldi - Revolução Federalista (1893-1895) - Guerra do Contestado (1912 – 1916) 6 - Grupos étnicos - Paulistas, portugueses e açorianos - Africanos - O Caboclo - Imigrantes e seus descentes – italianos, alemães, japoneses, sírio-libaneses e lituanos B – Economia 1- Ciclos econômicos - Pecuária extensiva - Ciclo da Madeira - Papel e Celulose - Turismo Rural - Geração de energia C – Meio ambiente natural 1 - O ecossistema - Mata de Araucárias (pinheiro brasileiro) - Rios: Pelotas, Canoas, Caveiras e Carahá - Fauna: Gralha Azul, Leão Baio (Puma), Papagaio Charão, Lobo Guará D - Cultura e Sociedade 1-Cultura e Vida Social - Carnaval - Festa Nacional do Pinhão e Sapecada da Canção Nativa - Clubes Sociais - Grupos Dramáticos - Festival de Teatro Amador – FETEL - Os Centros de Tradição Gaúchas - CTG 2 – Religiosidade e devoção - Irmandades e festas religiosas - Festa do Divino Espírito Santo 3 – Esporte - Clubes de Futebol - Jogos Amadores 4 – Veículos de Comunicação - Guia Serrano - o primeiro jornal de Lages - Jornal Correio Lageano - Rádio Clube 5 – Identidade Arquitetônica - Arquitetura luso-brasileira - Ecletismo - Art Déco - Modernismo - Patrimônio cultural edificado (Bens Tombados)

Objetivos

Objetivo Geral Implantação e montagem de exposição de longa duração, aberta ao público pelo período de 12 meses, sobre a história e cultura nos Campos de Lages e o desenvolvimento de ações educativas para a comunidade e visitantes, como instrumento de valorização, investigação e comunicação do conjunto de bens culturais desse território que revelem os elementos e fatores que compõem a sua trajetória histórica, visando a uma consciência participativa de cada cidadão na preservação da memória e na construção de identidades. Objetivos específicos - Elaborar o projeto expográfico executivo da exposição de longa duração com o aprofundamento da pesquisa histórica e cultural; planejamento de textos, elaboração de plantas, vistas e desenhos técnico-executivos para a expografia; identificação e seleção de acervos que irão compor a exposição; - Produzir e montar a exposição de longa duração com a execução do mobiliário, painéis, comunicação visual, iluminação, criação de itens de linguagem de apoio e outras necessidades comunicacionais; - Promover gratuitamente ações educativas voltadas ao atendimento do público organizado e/ou espontâneo pelo perído de 12 meses, em especial para rede pública de ensino, a partir de estratégias específicas de mediação cultural que facilitem apropriação da exposição e de outros elementos que compõem o patrimônio histórico-cultural da cidade; - Divulgar o projeto, parceiros e o programa de atividades buscando gerar o interesse público; - Prover o imóvel com itens de segurança e bem-estar, visando à segurança e conforto do público e funcionários.

Justificativa

A história da cidade de Lages está intimamente ligada à constituição e ao desenvolvimento da Região Sul do Brasil. A Vila de Nossa Senhora dos Prazeres das Lages, fundada em 1766 às margens do antigo caminho de tropas que ligava Viamão-RS a Sorocaba-SP, teve relevante papel no processo de ocupação do território meridional brasileiro, devido à sua posição geográfica. Segundo Santos (2015, p.19), por volta de 1730, em meio às disputas territoriais que traziam a guerra entre portugueses e espanhóis, a região hoje definida como Planalto Serrano, no Estado de Santa Catarina, conhecida, à época, como "Campos das Lagens", foi atravessada pelo caminho Viamão-Sorocaba, a Estrada Geral das Tropas. A inauguração do extenso percurso dessa via de circulação, juntamente com a fundação da Vila de Lages (instalada oficialmente em 1771) foi estratégica para assegurar os interesses coloniais da Coroa Portuguesa. De fato, resultou na principal rota de um complexo sistema viário que assegurou o desenvolvimento da economia pastoril e do Ciclo Tropeiro, garantindo a integração definitiva do Sul ao Centro do Brasil e consolidando os domínios luso-brasileiros na região platina. É importante destacar que nestes mais de 250 anos, Lages também teve intensa participação em fatos políticos com desdobramentos que marcaram a história do Brasil, como a Revolução Farroupilha (1835-1845). Pela proximidade com o epicentro da guerra entre republicanos e imperiais _ o estado do Rio Grande do Sul _ foi rota de movimentação de tropas e local de importantes batalhas com o protagonismo de Giuseppe e Anita Garibaldi, a qual, segundo alguns historiadores, nasceu em Lages (COSTA, 1982, p. 218). Outro elemento que teve papel fundamental no processo de ocupação e formação de Lages foram as características do ambiente natural. Os campos nativos e as matas de araucária (pinheiro brasileiro) contribuíram, respectivamente, para a pecuária extensiva e o ciclo da madeira, atividades de grande relevância até hoje para a economia não apenas da região, como de todo o estado. Pela importância adquirida durante a atividade madeireira, tendo se tornado uma das maiores e mais populosas cidades de Santa Catarina entre os anos 1940 e 1970, Lages se tornou conhecida como a Princesa da Serra. Mais recentemente, e novamente em proveito de suas riquezas naturais, foi o potencial hídrico que passou a oferecer uma nova perspectiva econômica para Lages e região. Servida por numerosos e importantes rios que nos últimos anos vem se prestando à instalação de usinas para a geração de energia elétrica, esse próspero segmento vem não apenas viabilizando o necessário desenvolvimento da indústria e da economia catarinense de maneira geral, como, ao consistir em fonte renovável e limpa, assegura a necessária sustentabilidade ambiental. Assim, a proposta da exposição de longa duração fundamenta-se na ideia de valorização da história local e regional (que também se desdobra nas esferas estadual e nacional), a partir de sua instalação em bem cultural tombado, restaurado e público. A abordagem proposta permite um recorte transversal ao longo desses 250 anos comemorados em 2021, pois, conforme exposto, abrange desde aspectos como os ciclos econômicos iniciais do tropeirismo e da madeira, que se materializam no rico patrimônio arquitetônico lageano ainda existente (do qual o próprio Casarão Juca Antunes é exemplo); a escravidão nos séculos XVIII e XIX; o coronelismo e a projeção lageana na política catarinense e brasileira; comportamentos, hábitos e costumes que traduziram o quotidiano doméstico e urbano de Lages ao longo de sua história; o grande legado desses diversos ciclos e aspectos históricos na atualidade, enquanto portador da memória e da identidade cultural de Lages, que como tal, constitui verdadeiro patrimônio a ser reconhecido e preservado. Vislumbra-se assim a implementação de ações educativas e culturais que serão promovidas pelo presente projeto, a partir do Casarão Juca Antunes, inclusive com a possibilidade de aproveitamento de outros equipamentos culturais e acervos, como museus, centros culturais e outros bens tombados. Sobre o Casarão Juca Antunes, o imóvel construído por volta de 1850 preserva boa parte dos elementos construtivos originais de uma típica residência de arquitetura luso-brasileira, como as paredes em alvenaria autoportante de pedra e tijolos, as janelas com guilhotinas e postigos, as fachadas enquadradas por cunhais e os beirais das coberturas feitos com telhas (beira-seveira). Frente a essa nova realidade, em que se tornou um bem público e restaurado, o Casarão Juca Antunes não apenas passa a valorizar o patrimônio arquitetônico lageano, como evoca a própria história da cidade de Lages e região. É, portanto, local apropriado para a implantação de um espaço cultural multidimensional, com exposição de longa duração, que está aberta ao público pelo período de 12 meses, e desenvolvimento de ações educativas e culturais que em muito contribuirão para difusão e valorização de importantes elementos constitutivos da memória e identidades locais. Para concluir este rol de motivações e justificativas, é importante expor o alinhamento desta proposta aos princípios da Lei n° 8.313, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac. Nossa maior e melhor justificativa é apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Quanto aos objetivos que tornam este projeto relevante temos as finalidades do Pronac de canalizar recursos de modo a preservar os bens materiais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Estratégia de execução

- O termo “longa duração”, empregado como adjetivo à exposição, não se refere a “permanente”, pois a Exposição Lages 250 anos não possui caráter continuado e definitivo, apenas indica que sua duração é de 12 (doze) meses, ou seja, com caráter temporário, limitado e determinado. Reforçamos que o tema proposto encontrará maior destaque no ano de 2021, quando serão comemorados os 250 de fundação da cidade de Lages. Esclarecemos, também, que a duração de 12 (doze) meses não se refere ao plano anual de atividades, e sim limita-se a indicar a duração do projeto, sem ter a finalidade de custeio de atividades permanentes. - Na definição do período de 12 (doze) meses em que a exposição ficará aberta ao público, diversos fatores foram levados em conta: - Dar condições de atingir a maior quantidade possível de pessoas, e assim obter o melhor custo per capita, ou seja, garantindo que o Valor por Pessoa Beneficiada atenda a IN 02/2019: “...é o quociente entre o somatório do valor solicitado para captação e o quantitativo de beneficiários do produto principal”. - A formação de uma equipe (coordenadora, mediadora e estagiário), para realização de atividades educativas, está ligada unicamente ao desenvolvimento de atividades educativas ao público que pretendemos beneficiar com a proposta, em especial alunos e professores da rede pública de ensino, conforme previsto nas contrapartidas sociais. - Destacamos que a proposta em pauta objetiva única e exclusivamente a montagem de exposição e a realização de atividades educativas a ela diretamente relacionadas. - Por fim, cabe frisar que a proponente da proposta não é proprietária e nem gestora de nenhum espaço ou equipamento cultural, e além disso, o imóvel onde será montada a exposição, o qual pertence à Prefeitura Municipal de Lages, foi cedido pela mesma, por meio da Fundação Cultural de Lages, conforme Carta de Anuência (anexa à proposta). - Também é importante informar que o imóvel terá única e exclusivamente a função de abrigar a exposição e receber o público, além do que a proponente do projeto não utilizará nenhum espaço do imóvel para realização de quaisquer outras atividades.

Especificação técnica

Os bens permanentes que em razão deste Projeto tenham sido adquiridos ou produzidos, serão doados e incorporados ao patrimônio da Fundação Cultural de Lages.

Acessibilidade

As ações de acessibilidade para garantir o acesso aos produtos, são: I) EXPOSIÇÃO DE ARTES a) Acessibilidade física: para garantir o acesso aos portadores de necessidades especiais, pessoas com mobilidade reduzida e idosos, o espaço estará livre de barreiras físicas, possibilitando a entrada e a circulação de cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida, onde estarão os módulos expositivos. b) Acessibilidade para deficientes visuais: os monitores da exposição serão preparados para atender o público de deficientes visuais desde a chegada ao espaço e por meio da mediação estarão apresentando o conteúdo da exposição. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: Os módulos audiovisuais da exposição terão legenda descritiva. II) CONTRAPARTIDA SOCIAL a) Acessibilidade física: o espaço que abrigará a exposição e onde serão realizadas as palestra, estará livre de barreiras físicas, possibilitando a entrada e a circulação de cadeirantes e portadores de necessidades especiais ou mobilidade reduzida. O ônibus que será oferecido gratuitamente para translado dos alunos e professorees da rede pública de ensino terá acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. b)Acessibilidade para deficientes visuais: os monitores da exposição acompanharaão os deficientes visuais desde a chegada no espaço e em todas as demandas que assegurem a iguardade de condições de acompanhar a palestra. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: será contratado um interprete de libras para as palestras.

Democratização do acesso

A exposição possibilitará amplo acesso público a um imóvel até então sem uso. A partir do exposição a sociedade terá um equipamento cultural contribuindo para fomento e difusão do patrimônio histórico-cultural da região. Entende-se que a exposição tem um público potencial amplo e diversificado, considerando seu caráter transversal, cultural e histórico. Trata-se de um público abrangente, de diversas faixas etárias (crianças, jovens, adultos, 3ª idade), espontâneo ou organizado, profissionais de diversas áreas, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, enfim, pessoas que buscam conhecimento, informação e lazer cultural, mas sobretudo, buscam construir suas referências. O espaço cultural terá sua política de comunicação voltada ao atendimento do público por meio da exposição, ações educativas e atividades culturais. Várias serão as ações promovidas para garantira a democratização do acesso à exposição: - O acesso à exposição será gratuito para todos os públicos; - Permitir a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - oferecer estágio a estudante de graduação para aturar nas atividades educativas desenvolvidas na proposta cultural; Para democratização de acesso será oferecido transporte gratuito aos estudantes e professores de escolas públicas para visitar a exposição;

Ficha técnica

Coordenação Geral – Sérgio Gregório Sartori: possui graduação em Administração pela Universidade do Planalto Catarinense (2014). Sócio administrador e gerente de projetos da empresa Fazer Gestão Cultural Ltda (2013 - atual). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Gerenciamento de Projetos Culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, economia criativa e leis de incentivo. Trabalhou como gerente de projetos culturais na Super Nova Comunicações (2004 a 2012) e como ator e dançarino (1995 a 2003). Atualmente é Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação - PROFNIT/UnB. Museóloga – Carla Juliane Nogueira de Souza: possui graduação em História pelo Centro Universitário FACVEST - Lages - SC (2009) e graduação em Museologia pela Universidade Barriga Verde - UNIBAVE - Orleans - SC (2016). Estudante do Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória) pela Universidade Federal de Santa Catarina/Turma 2020. Professora efetiva de História na Rede Municipal de Ensino de Lages. Atua principalmente nos seguintes temas: cultura, museu, patrimônio e educação. Historiador – Fabiano Teixeira dos Santos: possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL (2005) e mestrado em História pela Universidade de Passo Fundo - UPF (2011). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em História da Arquitetura e do Urbanismo, Patrimônio Cultural e Reabilitação e Restauro. Atualmente é Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Arquitet – Lurian Furtado Anselmo: Arquiteto e Urbanista formado pela Universidade do Estado de Santa Catarina, em Laguna/SC, sócio fundador do escritório de arquitetura, o qual leva o mesmo nome. Atualmente vice-presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, núcleo Lages, conselheiro representante do IAB/Lages no conselho de Patrimônio e Cultura de Lages, Conselheiro suplente representando o IAB/Lages, no conselho Municipal de Desenvolvimento Territorial de Lages, participante do grupo de trabalho de estudos do IAB/Lages referente a revisão do Plano Diretor do município de Lages, conselheiro nomeado pelo CMDT no grupo de estudos para elaboração da lei de poluição visual da cidade de Lages, conselheiro representante do IAB/Lages no conselho de estudos de implantação do empreendimento "Lages Business Park", condomínio empresarial no município de Lages. Comunicação – Públio Sartori: Publicitário e produtor cultural, sócio diretor da empresa Super Nova Comunicação e Cultura. Participou da execução de diversos projetos, dentre os quais a criação do Museu Hering, do Museu dos Clubes de Caça e Tiro de Blumenau e do Museu Tijucas. Possui experiência no mercado editoral e de comunicação.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-02-28
Locais de realização (1)
Lages Santa Catarina