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PRONAC 204201Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Parto humanizado no Brasil

EDITORA BRASILEIRA DE ARTE E CULTURA LTDA.
Solicitado
R$ 321,6 mil
Aprovado
R$ 321,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santos
Início
2020-10-22
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

Neste livro bilíngue (português e inglês), que aborda a rotina dediversos profissionais que trabalhamcom o parto humanizado e com oparto domiciliar, vamos mostrar oprocesso de gestação e o nascimento de algumas crianças cujas mãesoptaram pelo parto humanizado (em alguns casos, em casa, com parteiras) em diferentes regiões do Brasil. O livro também traz relatos de especialistas como doulas e parteiras, médicos obstetras e ginecologistas, especialistas em saúde pública, familiares e, claro, as mães desses futuros brasileiros

Sinopse

Neste livro bilíngue (português/inglês), que aborda o trabalho de diversos profissionais que trabalham com o parto humanizado e com o parto domiciliar, vamos mostrar o processo de gestação e o nascimento de algumas crianças cujas mães optaram pelo parto humanizado (em alguns casos, em casa, com parteiras) em 5 cidades de diferentes regiões do Brasil. O livro também conta com relatos de especialistas como obstetras, ginecologistas, especialistas em saúde pública, doulas e parteiras, familiares e claro, as mães destes futuros brasileiros.

Objetivos

Objetivo geral O retorno ao parto normal e à humanização do parto é um processo que vem ganhando força no Brasil nos últimos anos. Além disso, dados e relatos sobre violência obstétrica _ caracterizada por assédio moral ou físico, cortes e procedimentos invasivos realizados sem a autorização da mulher e outros tipos de violência _ são frequentes. 25% das mulheres afirmaram já ter sofrido com tal. De acordo com a pesquisa Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre o parto e nascimento com coordenação da Escola Nacional de Saúde Pública e Fiocruz, 73% da mulheres que participaram da pesquisa não tiveram acesso a procedimentos não medicamentosos para o alívio da dor, como banho quente; apenas 26,6% dos recém-nascidos tiveram contato com a pele da mãe logo após seu nascimento e 40,9% das mães amamentou o bebê ainda em sua primeira hora de vida. A Lei federal 11.108/2005, conhecida como Lei do Acompanhante, garante à gestante o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: o parto prematuro aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade. Além, disso a cada 10 mil partos normais morrem duas mulheres. A cada 10 mil cesarianas morrem sete. Todos estes números servem para reforçar a relevância desse livro, que, além de trazer uma visão geral da vida familiar, do nascimento e da maternidade no país ao longo de sua história, tem como objetivo principal, ajudar a esclarecer a população, e as mulheres de modo geral, da importância do parto humanizado e de como esta prática precisa se tornar hegemônica no país. Objetivo específico a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Parto humanizado". b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto. c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.

Justificativa

O conceito de parto humanizado surgiu no final dos anos 1980, como uma resposta à violência obstétrica sofrida pelas mulheres no auge da onda das cesarianas eletivas. Na época, a cesárea era apresentada como a opção de parto mais segura, prática e saudável para toda uma geração de mulheres. Era o chamado "parto industrializado": a mulher teria o direito de escolher o dia e a hora do nascimento do bebê, além de fugir de um dos maiores tabus em relação ao ato de parir: o medo da dor. "Por essa narrativa, numa cesariana eletiva a mulher moderna, autônoma e instruída, não precisaria por óbvio, enfrentar a temida dor. Não à toa, a técnica ganhou espaço no Brasil. Hoje, nosso país é reconhecido como um dos que mais faz cesárias no mundo — só ficando atrás da China", afirma a obstetriz Ana Cristina Duarte, idealizadora do Siaparto, um evento que promove discussões sobre a assistência adequada ao parto. No SUS (Sistema Único de Saúde), a cirurgia de cesárea é feita em 56% dos nascimentos, enquanto na saúde suplementar supera a inacreditável marca de 80%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que esse número não passe de 15%. Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), uma cesariana mal indicada triplica o risco de morte materna e aumenta em seis vezes a probabilidade de a mãe ter uma complicação grave, como retirada do útero, infecção ou necessidade de fazer uma segunda cirurgia. "A medicina de hoje direciona grande parte de seus investimentos e esforços para que as doenças sejam mitigadas. Ainda assim, mesmo com boa vontade, alguns profissionais de saúde não conseguem olhar para a gestação, o parto e o puerpério como um evento fisiológico e benéfico, como é na maioria das vezes." Nesse momento tão especial, via de regra a mulher deveria ser apenas assistida, deixando seu corpo pleno e potente para agir sem necessidade de maiores intervenções. A parteira Naoli alia o conhecimento biomédico às práticas tradicionais, como aplicação de massagens e banhos quentes para aliviar as dores do parto. Desde 2011 ela faz atendimentos em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Ao longo de 40 anos de atividade, mais de 1,6 mil crianças já nasceram por meio de suas mãos. Segundo Naoli, nos casos em que atua, a taxa de transferência de mães e bebês para o hospital está abaixo de 2% _ semelhante ao registrado pelas parteiras japonesas, consideradas referência no assunto. "Não conto com nenhuma morte materna, nenhuma morte de recém-nascido que não fosse por malformação incompatível com a vida, nenhum bebê morreu na minha mão". Há 22 a parteira Clarice Andreozzi de 44 anos, trouxe ao mundo 262 bebês. A decisão, segundo ela, ocorreu após sofrer violência obstétrica em sua primeira gestação. "A minha experiência de maternidade e pós-parto me colocou no apoio às mulheres. Por toda a violência que eu sofri durante o parto, no trabalho de parto. Uma gestação com pouca informação e um parto de muito desamparo e dificuldade, fez com que eu tivesse o desejo de acolher pelo menos as mulheres que estavam próximas a mim, para que elas não sofressem como eu sofri", conta. "Não tem nada mais gratificante, não tem preço e nem como valorar a grande dádiva de ver um bebê chegando de maneira harmônica. Cada bebê que eu tenho prazer de receber em minhas mãos é uma benção", acrescenta. Segundo Clarice, a mulher que opta pelo parto natural tem que buscar informações. "É necessário ter muita consciência do seu corpo, um pré-natal muito bem feito, alimentação boa, estar consciente", esclarece. No Distrito Federal, o acompanhamento por uma parteira tradicional varia de R$ 5 mil a R$ 10 mil. O valor é negociado conforme as condições financeiras das gestantes e inclui tanto o período pré-natal, quanto parto e o atendimento após o nascimento do bebê. O trabalho também pode ser remunerado por meio de trocas _ tanto de serviços como bens. "Quem não nasceu por mim, na sala de parto, passou por mim na sala de vacina", conta Adiles Sebastiana de Sá, conhecida como Irmã Soledade em Santo Antônio do Descoberto, Goiás, onde se radicou há mais de 40 anos e ajudou a montar a estrutura dos serviços de saúde. Filha e neta de parteira, ela "partejou" os últimos irmãos. Só mais tarde, estudou, formou-se e fez uma pós-graduação. Os estudos a ajudaram "em alguma coisa", disse ela, "Mas não do fundamental. Naquela época a gente esquentava a tesoura, hoje esteriliza". Verónique Durand, doutora em Antropologia e autora do livro Órfãs de Esperança _ Violências contra a Mulher _ Alguns relatos no mundo, conta que na França as parteiras são conhecidas como sages femmes (mulheres sábias). Ela também lembra que no Ocidente as parteiras sempre tiveram muito prestígio, por saberem acompanhar as mulheres no parto. "Até 1560, a profissão era exclusivamente privada e feminina. Um marco da masculinizarão da obstetrícia foi a determinação de Luis XIV para os médicos acompanharem o parto de seus filhos. A maioria esquece que as parteiras têm "um conhecimento empírico e científico ao mesmo tempo". Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 140 milhões de nascimentos acontecem todos os anos, a maioria sem complicações para mulheres e bebês. A organização considera como "razoável" o índice de 15% dos nascimentos por meio de cesárias. No Brasil, 55,6% do total de partos realizados anualmente são cirúrgicos. Só este número, já justifica o debate e as propostas que esse livro pretende abordar. Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei no 8313/91. Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações Como a publicação irá retratar sobre as diferentes arquiteturas brasileiras, envolvendo construções inspiradas e/ou trazidas de outros países, será fundamental conscientizar a população sobre a importância que essas construções tiveram para a formação do nosso país e a importância de as preservarmos e as arquiteturas do futuro. De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 20,5 cm x 20,5 cm Formato aberto: 41 cm x 20,5 cm Quantidade de imagens: 80 Quantidade de laudas de texto: 10 Quantidade de páginas: 120 Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores Logomarcas Formato: Policromia A logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 4.000,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012 Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais) Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.

Ficha técnica

Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro SaadCoordenação Editorial: Pedro SaadPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.