Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 204215Apresentou prestação de contasMecenato

MÚSICA DAS ESFERAS

ESTUDIO BUM DE DESIGN LTDA
Solicitado
R$ 599,9 mil
Aprovado
R$ 617,3 mil
Captado
R$ 599,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 599,9 mil

Eficiência de captação

97.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-01
Término
2024-07-31

Resumo

Produção de um média metragem de animação (2D) com duração de 16 minutos destinado à primeira infância (até 6 anos de idade). Fará parte do projeto a produção de uma cartilha educativa para estimular o desenvolvimento das capacidades cognitivas e motoras, promovendo o aprendizado de maneira lúdica. As brincadeiras serão alternadas entre propostas que solicitem a atenção e o raciocínio, com outras, que proporcionem a escuta e a fruição. A cartilha terá uma tiragem impressa (10 mil exemplares), a ser distribuída pelo Patrocinador. Tanto o filme como a cartilha estarão disponíveis para visualização e download no site do projeto.

Sinopse

Classificação etária: Livre Logline: Uma menina e seu gato numa aventura mágica de descoberta da música. Público-alvo/espectadores: crianças de 0 a 10 anos, pais,educadores. Janelas: média metragem com 16 minutos. Segmentos e canais: apto para todas as janelas digitais, bem como para o vídeo sob demanda (p.e. Netflix ou Amazon Prime)e streaming gratuito (Youtube). Tema de fundo: música e matemática como representações humanas da natureza. Motivação e premissa: A infância é um período de oportunidades únicas que, se não aproveitadas, perdem-se para sempre. O olhar de uma criança não pressupõe, apenas vê. Essa visão desimpedida e limpa é a base para possibilidades infinitas, quando alimentadas com vivências diretas dos fenômenos. A narrativa busca evidenciar a limitação da percepção indireta do mundo, mediada pela tela de um tablet, sugerindo a riqueza da experimentação sensorial na elaboração de visões de universo únicas. Tom e gênero dramático: Fantasia/aventura em animação 2D, sem locução, com ênfase na trilha sonora e incidental. Enredo-base e conflito central: Menina urbana de 6 anos, limitada em sua relação com o mundo por um tablet, entra em contato com o universo da música, numa viagem imaginária, mediada por seu gato e um baú mágico. O passeio percorre conceitos basilares da música, matemática, filosofia e história, acumulados desde a Antiguidade. A justaposição das manifestações musicais de variadas eras e civilizações oferece um panorama amplo da diversidade de culturas e propõe à criança horizontes muito mais vastos do que os de uma tela. Descrição do universo da trama: Dimensão imaginária, onde elementos básicos da música, de sua sintaxe e relações matemáticas são visualizadas por meio de personagens e ambientações fantásticas. Argumento Seu Godofredo é uma simpatia. Sorridente, óculos na ponta do nariz, vive na porta de sua casa jogando conversa fora. Vez por outra, seu cavaquinho vem junto e logo junta gente em cantorias que duram a tarde toda. Seu Godofredo só não sai na porta quando tem visita importante. Hoje, sua neta Lalá, de 6 anos, vem visitá-lo. Ele arruma a casa, prepara um lanche e espera, impaciente. Pouco antes das 3 da tarde, a mãe de Lalá encosta o carro na frente da casa e buzina. Lalá desembarca, carregando seu gato Mimi, e corre para encontrar o avô. Um rápido aceno, e lá vai a mãe de Lalá, apressada. Os 3 entram e seu Godofredo faz festa, feliz. Vai até um canto da sala, abre um baú e tira seu cavaquinho. Avô e neta se divertem, cantando, mas Mimi não presta atenção. Está mais interessado no baú. O gato rodeia, cutuca, fareja, escuta. O baú quieto. Mimi já caminhava para se juntar a Lalá quando ouve um zumbido. Agora, não há mais dúvida: vem do baú! Mimi apoia-se nas bordas do baú e investiga. Um chapéu palheta, uma camisa listrada, uma fita amarela, um monte de coisas velhas. Decidido, Mimi pula para dentro e começa a revirar o conteúdo. Entretido na xeretice, Mimi nem percebe quando o baú começa a vibrar, bem de leve. O gato só se preocupa quando a tampa do baú se fecha. Mimi encolhe-se num canto, enquanto o baú dá uns solavancos e solta um murmúrio elétrico, como o zumbido das asas de um colibri. Não dura muito o susto de Mimi e, dali a pouco, o baú fica quieto e a tampa se abre, novamente. Desconfiado, Mimi deixa seu canto devagarinho e espia pela borda do baú. A princípio, não entende nada. Não está mais na sala do avô de Lalá. Fora, uma paisagem terrosa, com uns postes marrons. Enquanto Mimi tenta entender a situação, uns bichos esquisitos aparecem. Eles sobem numas escadinhas que existem ao lado dos postes. A cada passo que dão, os degraus fazem “tump”. Com a fila subindo e descendo, o “tump-tump” vai pegando ritmo, como se fossem soldados marchando. Curioso, Mimi não resiste, sai do baú e segue aqueles bichos. Parecem tatus, mas tem cristas coloridas. Olhando melhor, Mimi vê que os postes devem ser árvores. Lá no topo, balançam uns cabelinhos azuis e violetas. Talvez fossem folhas. E as escadinhas lembram raízes. A aventura fantástica proporcionada pelo baú leva Mimi ao universo da música e ao Sistema G, formado por uma estrela, 4 planetas-naipes e um cometa que a orbitam. As relações entre esses 6 elementos fornecem o repertório que apresenta conceitos básicos da música. Tudo com elegância visual, sem diálogos nem narrador mas – claro –, com muita ênfase nas trilhas sonora e incidental. No planeta Percussão, o ritmo impera. Ilustrando a dualidade apontada por Lévi-Strauss (“O Cru e o Cozido”. 1a ed. Cosac & Naify, 2004. Pg. 42.) entre natureza-ruído e cultura-música, a cadência organiza as relações entre os seres do planeta. O planeta Cordas é o reino dos timbres, onde vigora a escala pentatônica e o campo modal, característico de culturas tradicionais. O planeta Sopro apresenta a melodia, a escala temperada, noções sobre intervalos, harmônicos, campo tonal e dinâmica na música. No planeta Vocal, o foco é sobre a elaboração da harmonia por meio da música, impalpável e invisível – como lembra Wisnik (“O Som e o Sentido”. 1ª ed. Companhia das Letras, 1989. Pg. 25.) -, aproximando-nos de uma ligação com o espiritual. O cometa Matemática passeia pelas órbitas dos 4 planetas. Exibe em sua cauda as relações numéricas e geométricas intrínsecas à música. Após passear com Mimi pelo sistema G, o baú afasta-se da órbita do cometa e viaja em direção ao sol. Os planetas ficam para trás. Os timbres, as harmonias, os tempos, as proporções, tudo se revela no movimento ordenado dos astros. Música das esferas. Dentro do baú, Mimi brinca, despreocupado, e nem se dá conta de que a tampa se abriu. Está de volta. O barulho de louça e talheres o chama para a cozinha, onde Lalá e seu avô tomam o lanche de fim de tarde.

Objetivos

Objetivo Geral: Produção de um filme de animação de média metragem (16"), disponibilizado de forma gratuita no YOUTUBE e no site do projeto. Cartilha educativa com atividades complementares. O projeto tem como objetivo principal a formação de repertório musical através da simples exposição das crianças ao universo sonoro, além de estimular as capacidades psiquicas e motoras, que na primeira infância se encontram em fase formação. O projeto MÚSICA DAS ESFERAS, mira a infância como terreno fértil, pois é ela, um período de oportunidades únicas que, se não aproveitadas, perdem-se para sempre. A percepção visual de uma criança é a base para possibilidades infinitas, quando alimentadas com vivências diretas dos fenômenos. É nesta fase que a criança desenvolve a linguagem, fator determinante para sua inserção na sociedade. Objetivo específico: Produção de um filme de animação de média metragem (16"), disponibilizado de forma gratuita no YOUTUBE e no site do projeto. Cartilha educativa (10 mil exemplares) com atividades complementares, para professores e alunos. Seu conteúdo será disponibilizado em versão digital, no site do projeto, para download gratuito. Como Contrapartida Social, serão realizadas 4 exibições, da animação, seguidas de debate, com a presença do Produtor, Diretor de Arte e dos Roteiristas. Os debates acontecerão em 4 bibliotecas públicas, nas zonas Norte/Sul/Leste/Oeste, da capital paulista.

Justificativa

Por se tratar de um projeto de cunho educativo e cultural, com ênfase na linguagem musical, MÚSICA DAS ESFERA, se enquadra nos seguintes Incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória). Sendo um filme de animação de média metragem, se enquadra no inciso II-a do Art.3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

Por uma escolha do roteirista, do diretor e do produtor, a animação não contará com diálogos, nem narrações. A trilha será composta, única e exclusivamente, por sons incidentais e música, pois se trata de um projeto voltado à Educação Musical. Entendemos que o roteiro, da forma como foi entregue, dá todas as indicações do desenrolar da obra, que se concluirá na confecção do storyboard final, a ser executado no período de pré-produção do projeto, conforme indicado nas Etapas de Trabalho. Portanto o roteiro não contará com o desenvolvimento de diálogos.

Especificação técnica

MÉDIA METRAGEM Duração: 16 minutos Técnica: 2D Cut out com a utilização do software Toon Boom CARTILHA 10.000 cartilhas formato aberto 400x300mm/formato fechado 200x300mm, composta de Capa em papel offset 150g/m2 + 12 páginas em papel offset 90g/m2 + 4 páginas em papel offset 150g/m2 + lâmina em papel adesivo com faca reta. Impressão 4x4 cores. Acabamento: refile, corte especial, grampo e intercalação. 1.000 Caixas/displays para 10 cartilhas em papel ondulado impressa em 4x0 cores com faca especial.

Acessibilidade

A animação MÚSICA DAS ESFERAS, contará com legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais. O website do projeto contará com ferramentas de tradução simultânea dos textos em LIBRAS, narração do conteúdo escrito e zoom para o corpo da letra, aumentando as possibilidas de compreensão para o público portador de deficiências visuais e auditivas. Tanto o filme, como a cartilha educativa, estarão disponíveis para acesso e download gratuito, no website do projeto. Todos os materiais de divulgação conterão as informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

O filme ficará disponível, de forma gratuita, na plataforma de streaming YOUTUBE, nas redes sociais FACEBOOK e INSTAGRAM e no website no projeto. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Cartilha Educativa: Com tiragem de 10 mil exemplares, distribuídos de forma gratuita pelo Patrocinador, preferencialmente para escolas do setor público, contará com propostas de atividades extracurriculares, pensadas e desenvolvidas pelo Prof. João Kulcsár, mestre em alfabetização visual, para alunos, professores e pais, sem limite de idades. Terá uma versão digital, a qual poderá, ser baixada e impressa através do website do projeto, atingindo um público de mais de 44 milhões de pessoas no território brasileiro. LIVE de lançamento seguida de debate: Na ocasião do lançamento da animação, será marcada uma live no YOUTUBE, com a expectativa de ter por volta de 10/20 mil espectadores, sem restrição etária. A LIVE com duração de 01 hora - 16 minutos de projeção e 44 minutos de debate - contará com a presença do Roteirista, do Diretor de Arte e Animação e do Produtor Geral do projeto. Centrará a discussão nos fazeres do mundo audiovisual, especificamente do da animação, como forma de fomentar a produção do gênero de forma autoral e independente. Projeção em escolas/bibliotecas públicas da cidade de São Paulo: Com público estimado entre 150 a 300 espectadores, a depender da capacidade dos auditórios de cada local, serão ofertadas 4 exibições seguidas de debate, na 4 zonas da cidade - Norte/Sul/Leste/Oeste - com entrada gratuita, mediante retirada de senha, respeitando a lotação permitida dos espaços a serem prospectados. Cada exibição, mais o debate, terão 1:30 horas de duração, sendo 16 minutos para a exibição e o restante para a formulação de perguntas e respostas pelos participantes. O debate será conduzido pelo Roteirista, do Diretor de Arte e Animação e do Produtor Geral do projeto, como o objetivo de estimular à produção audiovisual entre os participantes. Não haverá restrição de faixa etária.

Ficha técnica

BUMMUB (Proponente/Produção Executiva/Direção de Produção/Direção de Arte/Storyboard/Pesquisa/Direção de Animação) www.bummub.art.br Fundada em 1996, pelos arquitetos Marco A. R. Alves e Fernando Uehara – FAU/USP – atua na área cultural, desenvolvendo projetos para exposições (Paris a e Modernidade, Museé D’Orsay no CCBB/SP, CERRADO – Uma Janela para o planeta com curadoria de Jorge Wagnsberg – Cosmo Caixa Barcelona) e museus (Museu da Imigração do Estado de São Paulo, Museu de Florianópolis/SESC e Museu de Arte Sacra de Paraty). 2012 Paraíso é selecionado para o DocBrazil Festival em Beijing/China 2009 PARAÍSO é selecionado para a fase internacional (Berlim) do INPUT-Internacional Public Televison Conference para representar o Brasil ao lado das produções, Antônias e Pedra do Reino da TV Globo. O argumento para o documentário VERMELHO é selecionado no Atlantidoc 3- Festival Internacional de Cine Documental del Uruguay para o workshop de direção com odocumentarista Michael Chanan, professor da Roehampton University, Londres. 2005 Produção e direção, com Caetana Britto, do documentário PARAÍSO (2005) - segundo lugar no edital DOC TV II. Paraíso faz parte do box NOVOS OLHARES, coletânea DOCTV-TV Cultura, ao lado das produções Acidente (Cao Guimarães e Pablo Lobato) e Vilas Volantes (Alexandre Veras). 1997 Menção Honrosa no Prêmio Nascente/USP 1997 com o vídeo arte SANTA GENEROSA – orientador: Décio Pignatari. LUIZ CÉSAR ARASHIRO (Roteiro) Arquiteto formado pela FAUUSP. Iniciou-se profissionalmente elaborando telas digitais para o Serviço de Videotexto da Editora Abril (1983-1984). Trabalhou no estúdio Collages, do jornalista e artista gráfico Tide Hellmeister, realizando as primeiras produções gráficas assistidas por computador (1985-1987). Trabalhou no Bureau de Editoração Eletrônica da Editora Gráficos Burti (1988-1992). Colaborou com o diretor de produção Yoshito Yagura no projeto de digitalização das agências publicitárias W/Brasil e Salles Interamericana (1993-1994). Coordenou a implantação do sistema Docutech Xerox na Editora Gráficos Burti (1995). Gerenciou a Unidade Multimídia da Casa do Vaticano/Editora Gráficos Burti (1996-1997). Participou do desenvolvimento da TransBurti Network (TBN), primeira rede B2B brasileira voltada ao mercado de comunicação (1998). Desenvolveu cd-roms e programas de treinamento informatizados para a Arthur Andersen e websites para Kyocera Wireless (Brasil e América Latina), DM9, entre outros, por sua empresa Desígnio Arquitetura de Informação (1999-2005). Gerenciou o projeto de automatização do setor de fotolito da Litokromia Gráfica e Editora (2006-2007). Participou na idealização, projeto e implantação da agência 24\7 Inteligência Digital, do Grupo ABC (2008-2010). SPLIT STUDIO (Animação, Edição e Finalização) www.splitstudio.ca/ Estúdio de animação, inaugurado em 2010, vem desenvolvendo diversos projetos, de comerciais de TV a longa metragens de animação para clientes como Cartoon Network, Nickelodeon, Globo, Sanrio, Instituto Ayrton Senna, Riot Games e Maurício de Sousa Produções. Destaque para a animação Tito e os Pássaros, vencedora do Anima Mundi 2018 e representante brasileira na lista dos pré-selecionados ao Oscar de Melhor Animação (2019) e Miss & Grubs, filme vencedor de 02 Kikitos de animação – Trilha Sonora e Direção – no 43º Festival de Gramado. JOSE AUGUSTO MANNIS (Sound Design – Trilha Sonora) Graduação: Faculdade de Engenharia Industrial (FAC) (Engenharia Elétrica), Instituto de Artes da UNESP (IAP) (Composição e Regência), Conservatoire National Superieur de Musique et Danse de Paris (Composição de música eletroacústica e Pesquisa musical), Mestrado em Música pela Université de Paris VIII (1988) e Doutorado em Música pela Universidade Estadual de Campinas (2008). Atualmente é professor da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente nos seguintes temas: música contemporânea, composição (música)-século xx. composição (música)-século xxi, sonologia (música), engenharia de áudio, acústica musical e documentação musical. JANETE EL HAOULI (Sound Design – Consultoria pedagógico musical) É musicista, produtora cultural e pesquisadora com ênfase em rádio como mídia experimental, em voz musical estendida, ecologia sonora e paisagem sonora. Possui bacharelado em Música (piano) pela Faculdade de Música Mãe de Deus de Londrina, PR (1977). Mestrado em Ciências da Comunicação e Doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (USP). Pós-doutorado pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Departamento de Música e Teatro (1981-2011). Foi diretora da Rádio Educativa UEL FM (2001-2005), da Casa de Cultura da UEL (2007-2010) e do Setor de Informação e Comunicação do Centro Cultural São Paulo (2012). Integra o Collectif Environnement Sonore (France- Suisse) e o Grupo Ars Acustica International. CLEMENT ZULAR (mixagem ATMOS) http://clementzular.com.br/site/ Formado pela Escola Municipal de Música / flautista. Estudou com Sofia Helena Freitas Guimarães de Oliveira, Bernardo Toledo Piza, Lenice Priolli, Jean Noël Saghaard, Wilson Duarte Rezende, Ailton Escobar, Naomi Munakata, Oswaldo Lacerda, Laura Abrahão, entre outros. Participou do Conjunto de Flautas doce “Guiomar Novaes”, prêmio APCA melhor conjunto instrumental 1981 categoria música erudita e 1o colocado no Concurso Nacional de Flauta Doce 1975. Concertos e apresentações por todo o país e nos festivais de Campos do Jordão e Gramado sob o convite do Maestro Eleazar de Carvalho. Duos com violão e Quinteto de jazz/standards/MPB. Membro da Sociedade Brasileira de Acústica, Membro da ABPAudio Associação Brasileira dos Profissionais de Áudio, Membro AES Audio Engineering Society. JOÃO KULCSÁR (Acessibilidade e conteúdo para Cartilha) www.alfabetizacaovisual.com Mestre em artes pela Universidade de Kent, Inglaterra, 1996/7, como bolsista do The British Council. Professor visitante na Universidade de Harvard 2002/3, como bolsista da Comissão Fulbright. Professor de fotografia do Senac-SP desde 1990. Ex-Presidente da REDE de produtores da fotografia no Brasil. Diretor do Festival de Fotografia de Paranapiacaba. Curador de exposições fotográficas no Brasil, como as de Claudia Andujar (2004 e 2009); Cristiano Mascaro (1999); Maureen Bisilliat (1999); Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias (2017). No exterior, foi curador de exposições nos seguintes países: Portugal, Estados Unidos, Cuba, Inglaterra, Itália e Suíça. Na área de formação de professores, foi coordenador/ idealizador do projeto de uso de fotografia em sala de aula pelo Itaú Cultural e Secretaria de Educação do Estado de SP em 2004. Coordena o projeto de alfabetização visual, que desenvolve atividades de fotografia e educação no Brasil na Fundação Gol de Letra, Meninos do Morumbi, Febem e, no exterior, na Alta Scuola Pedagogica di Locarno (Suíça), no Instituto Português de Fotografia (Portugal), na HABLA (México), na Universidade de Harvard - Graduate School of Education (EUA). ARTE PLURAL (Assessoria de imprensa) http://artepluralweb.com.br/ A Arteplural é dirigida pela jornalista Maria Fernanda Teixeira, que soma experiência como repórter e redatora da área de cultura e variedades, nos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde. Fez o primeiro frila para o Jornal Leia Livros (Caio Fernando Abreu). No tempo de faculdade - Jornalismo (Cásper Líbero) e Rádio e TV (FAAP) -, trabalhou no Canja (José Trajano, Paulo Polé e Sergio de Souza) e no Jornal Lira Paulistana. É membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Escreve crônicas e tem contos publicados nas coletâneas Quem Conta um Conto (concurso literário da Editora Giostri e Parlapatões) e Como Enganar o Google (Terracota, Marcelino Freire). Lançou o livro Esquadrão das Drags, ao lado de Roseli Tardelli, um projeto do Proac.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo