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PRONAC 204220Apresentou prestação de contasMecenato

PLANO BIANUAL DE ATIVIDADE 2021 E 2022 - MUBE

MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE
Solicitado
R$ 5,93 mi
Aprovado
R$ 8,49 mi
Captado
R$ 7,86 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (25)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 3,00 mi
03407049000151VOTORANTIM S.A.1900-01-01R$ 1,00 mi
49475833000106Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.1900-01-01R$ 687,3 mil
32588139000194J.P. MORGAN CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 579,4 mil
89637490000145KLABIN S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
03798096000173AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A1900-01-01R$ 465,0 mil
01637895000132Votorantim Cimentos Ltda1900-01-01R$ 350,0 mil
61490561000100Distribuidora Automotiva S.A1900-01-01R$ 282,0 mil
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 200,0 mil
45762077000137Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados1900-01-01R$ 150,0 mil
04272637000198AGEO NORTE TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A1900-01-01R$ 135,0 mil
62395546000146Car central de Autopeças e Rolamentos S/A.1900-01-01R$ 110,0 mil
33851205000130J.P. MORGAN S.A. - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS1900-01-01R$ 100,0 mil
68857085000162Tietê Veículos S.A1900-01-01R$ 90,0 mil
61100202000108COFIPE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 50,0 mil
30902142000105SAFRA VIDA E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 50,0 mil
62180047000131Safra Distr. de Titulos e Valores Mobiliários Ltda1900-01-01R$ 44,8 mil
42580092000923Pellegrino Distribuidora de Autopeças Ltda.1900-01-01R$ 23,0 mil
***447048**Olavo Egydio Setubal Junior1900-01-01R$ 15,0 mil
07097695000110TAMINCO DO BRASIL PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
***530838**Fabricio Fortuna Avino1900-01-01R$ 6,0 mil
03017677000120Banco J. Safra S.A1900-01-01R$ 5,2 mil
***393178**JOSE AURIEMO NETO1900-01-01R$ 4,0 mil
***429277**Patrícia Secco Margulis1900-01-01R$ 3,0 mil
***772418**SOL CAMACHO DAVALOS1900-01-01R$ 2,0 mil

Eficiência de captação

92.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O MuBE é uma instituição permanente e dará, em seu Plano Anual de Atividades 2021, continuidade às ações que vem realizando há mais de 20 anos, que incluem importantes exposições de artes visuais, assim como as concurso, ações de arte educação, biblioteca, cursos, teatro aberto, catálogos de exposições, apresentação musical e manutenção do acervo e do prédio que tem acesso gratuito o ano inteiro. O MuBE realiza aindacomo contrapartida social, visitas guiadas para professores e alunos.

Sinopse

EXPOSIÇÕES: 1. Exposição individual de Amilcar de Castro Em comemoração ao centenário de Amilcar de Castro, um dos mais importantes artistas brasileiros, o MuBE apresentará uma exposição individual do artista. Inicialmente programada para início em 15 de dezembro de 2020 e encerramento em maio de 2021, esta mostra, por isto, foi inscrita tanto no Plano anual do MuBE de 2020, quanto no Plano anual do MuBE de 2021. Devido a questões de captação, é possível que a mostra tenha seu início adiado para o início de 2021. Esta exposição terá duração de 4 meses. Classificação etária: Livre Com curadoria de Guilherme Wisnik, Galciani Neves e Rodrigo de Castro, a mostra ocupará as áreas internas e externa do Museu, contando com esculturas de diversas dimensões, inclusive de grande porte para a área externa do MuBE, desenhos, pinturas e gravuras, trazendo para o público um relevante recorte da produção de Amilcar de Castro. 2. Coleções no MuBE, 3a Edição. O MuBE realiza mostras de coleções públicas ou particulares em que peças tridimensionais e bidimensionais são dispostas com o objetivo de revelar a construção do olhar do colecionador. Com ênfase em trabalhos contemporâneos, a série de mostras Coleções no MuBE tem como objetivo dar visibilidade para trabalhos que não são vistos com frequência em São Paulo, ou porque não estão expostos ou porque estão em outras cidades ou países. Em 2021 acontecerá a sua 3a edição onde será apresentado um recorte de uma importante coleção Brasileira. Essa exposição, com curadoria de Galciani Neves e de curador adjunto indicado pelo proprietário da coleção, ocupará as áreas internas e parte da área externa do MuBE com desenhos, pinturas, esculturas e instalações e terá duração de 2 meses. Classificação etária: Livre 3. O Sopro do Mundo (título provisório) Com curadoria de Galciani Neves, esta exposição tem como título ?O Sopro do Mundo? frase inspirada no livro ?A Vida das Plantas?, do filósofo italiano Emanuele Coccia. Reforçando o papel do MuBE como Museu da Escultura e Ecologia, esta mostra traz o olhar e a sensibilidade da arte para questões do nosso planeta. Com obras encomendadas de artistas especialmente para a exposição e obras emprestadas de diferentes acervos, a mostra ocupará as áreas internas e externas do MuBE por 3 meses. Classificação etária: Livre 4. Exposição individual de Liuba Wolf Liuba Wolf, nascida na Bulgaria em 1923, passou grande parte de sua vda no Brasil onde faleceu em 2005. Morando e trabalhando em São Paulo, foi uma escultora com intensa produção, com participado em diversas edições da Bienal de São Paulo e tendo obras no acervo de importantes Museus no Brasil e no Mundo. Esta exposição pretende mostrar um amplo panorama do trabalho da artista, incluindo não só as suas conhecidas esculturas de animais em bronze, como também seus desenhos, documentos e estudos de suas obras, além de obras de alguns artistas que dialoguem e tragam novas reflexões sobre o trabalho de Liuba. Com curadoria de Galciani Neves, esta exposição ocupará as áreas expositivas da Grande Sala e parte da área externa do museu e deverá ter duração de 3 meses. Classificação etária: Livre 5. Exposição individual do artista Juraci Dórea em pareceria com a Bienal de São Paulo Dentro da proposta da 34ª Bienal de São Paulo, com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti e Paulo Miyada, de enfatizar poéticas da "relação" para unir instituições culturais da cidade, o MuBE apresentará a exposição individual do artista Juraci Dórea. Escultor, pintor, desenhista, fotógrafo e programador visual, Juraci Dórea aborda em seu trabalho questões do sertão da Bahia, paisagem que lhe é tão familiar. Suas esculturas de madeira e couro, fotografias e trabalhos em técnicas diversas, além de alguns projetos, serão apresentados em sua exposição no MuBE que ocupará a área de convivência do Museu e parte da área externa, tendo duração de 3 meses. Classificação etária: Livre Esta exposição prevista anteriormente para 2020, foi transferida para 2021 devido ao adiamento da 34ª Bienal de São Paulo. 6. Exposição da série "Arte ao ar livre" - 2a Edição (sem título definido) 2ª edição da série de exposições "Arte ao Ar Livre", que pretende trazer para o MuBE a discussão sobre a interação do Museu com a Cidade. A arquitetura proposta por Paulo Mendes da Rocha para o MuBE permite explorar, de forma única, questões como o Museu, a cidade e seus limites através da arte. Ocupando a área mais nobre do MuBE, a área expositiva externa, em sua segunda edição, a exposição da série "Arte ao Ar Livre", terá o prazer de apresentar ao público obras pensadas para serem vistas por quem passa na rua em frente à sede do MuBE, um importante corredor viário da cidade. Assim, motoristas, passageiros de transportes públicos e pedestres que estejam andando pela calçada, podem apreciar obras de arte a distância, mesmo sem entrar no Museu, ampliando ainda mais o público beneficiado pelas exposições do Museu. Com curadoria de Galciani Neves, essa exposição terá duração de 3 meses. Classificação etária: Livre 7. Exposição individual de Frans KrajcbergEm comemoração ao centenário de Frans Krajcberg, um dos mais importantes artistas e ativistas ambientais do mundo, o MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia apresentará uma exposição individual do artista em 2022. A mostra ocupará as áreas interna e externa do Museu, contando com esculturas de diversas dimensões, inclusive de grande porte para a área externa do MuBE, desenhos, relevos, pinturas e gravuras, trazendo para o público um relevante recorte da produção de Frans Krajcberg.Nascido na Polônia, em 1921, Frans Krajcberg mudou-se para o Brasil na década de 1950, onde desenvolveu sua conhecida obra. Naturalizado brasileiro, faleceu em 2017, no Rio de Janeiro.8. Arte, Natureza e Pré-história (título provisório)Ao falar sobre o projeto do MuBE, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, seu criador, invariavelmente citava Stonehenge (Inglaterra), considerado um dos primeiros monumentos construídos pelo homem.Partindo dessa referência, a mostra com título provisório ?Arte, Natureza e Pré-história? trará para o MuBE importantes acervos arqueológicos, registros dos primeiros ocupantes das américas e seus locais de ocupação, em diálogo com a arte contemporânea, a arquitetura e as cidades.Nesta exposição, que ocupara as áreas internas e externas do Museu, partindo do acervo e das produções encontradas em sítios arqueológicos brasileiros, será possível trazer para o público um diálogo entre arte rupestre, arquitetura moderna e arte contemporânea, mostrando traços de similaridade e distanciamento.Estão incluídos neste plano anual os custos da montagem, manutenção e desmontagem desta exposição.9. Exposição individual de Leonardo FinottiEsta exposição trará um panorama da obra do destacado artista visual Leonardo Finotti, que através da fotografia desenvolveu um olhar próprio sobre a arquitetura.Estão incluídos neste plano anual os custos da montagem, manutenção e desmontagem desta exposição.

Objetivos

OBJETIVO GERALO MuBE é uma instituição permanente e dará, em seu Plano Bianual de Atividades 2021-2022, continuidade às ações que vem realizando anualmente há mais de 25 anos, além da implementação de uma nova programação ainda mais robusta e coerente. As ações do MuBE têm atenção especial à questão da democratização do acesso, tendo a ação educativa papel de destaque na mediação com todos os públicos.O Biênio 2021 - 2022 será um período especialmente difícil para as instituições culturais, devido ainda aos reflexos da pandemia e do longo período de isolamento social implantado desde 2020 e novos comportamentos que com ele surgiram.Como museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições de artes visuais nacional e internacional, que têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes.Destaca-se ainda que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Por isso, um dos principais objetivos do MuBE é a restauração, conservação e manutenção desse importante bem cultural que são seu edifício-sede e seu jardim e, por isso, os custos e despesas ligados a esse fim foram incluídos neste Plano Bianual. Importante salientar que é prevista uma manutenção nos aparelhos de apoio da marquise do MuBE a cada 25 anos e, por isso, incluímos nesse Plano Bianual, baseado em laudo técnico realizado pela empresa especializada Falcão Bauer, o orçamento para a realização das manutenções necessárias previstas para 2021 e 2022. Devido a questões de restrição de orçamento, as manutenções previstas no Plano Anual de 2020 que não puderam ser realizadas naquele período, foram então transferidas para este plano bianual e, por isso, incluídas neste projeto. Foi incluído ainda neste projeto, a troca dos aparelhos de ar-condicionado do Museu. Com mais de 25 anos os atuais aparelhos não mais funcionam de forma adequada e necessária para a manutenção das condições de controle de temperatura e umidade exigidas para a conservação das obras expostas no Museu. Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os balizadores temáticos de todas as atividades do museu, dessa forma, estão alocados no orçamento todos os custos com profissionais, serviços especializados de terceiros, materiais, serviços de apoio e estrutura física do espaço que permitem a realização das atividades com a máxima qualidade e melhor emprego dos recursos obtidos.As exposições planejadas de arte nacional e internacional serão realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim. Cabe ressaltar ainda que, seguindo a linha curatorial, o MuBE começou a construir um importante acervo de obras-projeto, cujas despesas também estão alocadas nesse Plano Anual. Mais detalhes seguem abaixo.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO PLANO BIANUALEXPOSIÇÕES No biênio 2021 - 2022 serão realizadas as seguintes exposições, que têm todas, entrada gratuita para o público:1.1. Exposição individual de Amilcar de Castro em comemoração ao seu centenário (curadoria Guilherme Wisnik, com curadoria adjunta de Galciani Neves e Rodrigo Castro)1.2. Exposição ?Coleções no MuBE? - 3a Edição.1.3. Exposição com título provisório "Por um Sopro" (curadoria: Galciani Neves e Natalie Unterstell)1.4. Exposição individual de Liuba Wolf1.5. Exposição individual do artista Juraci Dórea em pareceria com a Bienal de São Paulo (área de convivência)1.6. Exposição Arte ao Ar Livre - 2a Edição 1.7. Projeto Esculturas Efêmeras III1.8. Exposição individual de Frans Krajcberg1.9. Exposição individual de Leonardo Finotti2.0. Arte, Natureza e Pré-história (título provisório) EDUCATIVOLigado às exposições, de modo a torná-las acessíveis, garantindo a democratização e formação de público, o MuBE promove uma série de ações educativas, todas gratuitas, que são estruturadas para atender o público agendado e espontâneo.O MuBE acredita na importância de investir na formação cultural e artística e considera a arte um dos elementos fundamentais para a educação. O Educativo do MuBE é responsável pela formação de público do museu, viabilizando o acesso às exposições e seus conteúdos, oferecendo ações que mesclam diversas linguagens e abordagens, abrangendo todos os perfis de visitantes, dentre os quais: estudantes, profissionais, idosos, crianças, grupos escolares, famílias, instituições, projetos sociais, instituições de saúde, pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como qualquer grupo ou pessoa interessados em nossa programação.Mensalmente, o Educativo do MuBE recebe, gratuitamente, cerca de 10 grupos agendados de até 40 pessoas para visitas ao museu, que duram em média 1 hora e 30 minutos. O Programa de Visitação oferece visitas mediadas para grupos escolares de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, universitários, grupos de terceira idade, instituições de educação não formal, projetos sociais e qualquer outro grupo que esteja interessado nas exposições. As visitas mediadas são realizadas pelos educadores do MuBE por meio de diálogos que relacionam os conteúdos das exposições com o repertório dos visitantes.Programas de longo prazo:4.1.1. Programa de visitações das exposições4.1.2. Oficinas de final de semana - Aos sábados e domingos, 1 vez por mês, de 11h às 16h, na área externa do MuBE, será montada uma oficina livre em diálogo com as exposições em cartaz. Podendo ser desenho, frotagem, aquarela ou outra técnica.4.1.4. Visita guiada sobre a arquitetura do MuBE, às 5a feiras, à tarde, 1 vez por trimestre.Atividades onlineDurante o perído de isolamento social a equipe do educativo do MuBE desenvolveu uma série de atividades online de arte educação, por vídeo disponibilizadas na internet, nas redes sociais do MuBE, que continuarão a ser executadas, ampliando o alcance e diversificando o público beneficiado. São elasa. Ateliê a distância - Realização de pelo menos 1 vídeo de arte educação a cada trimestre, através da série ?Ateliê a distância do MuBE?. Nesse vídeo há sempre a apresentação de uma obra ou de um artista e uma proposta de atividade de oficina ou ateliê de arte educação que reflita sobre o trabalho/artista escolhido como tema. Esperamos que cada um desses ateliês conte com cerca de 400 visualizações.b. Conhecendo o artista - Realização de pelo menos 1 episódio por trimestre da série de vídeos ?Conhecendo o artista? sobre a trajetória de artistas que já expuseram no Museu. Esperamos que cada um dos episódios conte com cerca de 400 visualizações.CURSOSO MuBE promove bianualmente um curso de história da arte, inteiramente gratuito, com turma de 100 pessoas e um curso sobre história da arquitetura também inteiramente gratuito e 100 vagas.ACERVOO Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção, visando sempre o cumprimento da missão do Museu de colecionar, estudar, incentivar e difundir a arte moderna e contemporânea, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível. O MuBE começou, a partir de 2016, a formação de uma nova coleção cujo objetivo é a formação do acervo de obras-projeto. Para isso é crucial a participação do setor de acervo.5.1. Conservação do acervo5.1.1. Material de Conservação e Acondicionamento do Acervo5.1.2. Conservação - Higienização5.1.3. Manutenção de Obras de Arte do Jardim das Esculturas5.1.4. Restauro de Obras de Arte do Jardim das Esculturas5.1.5. Mobiliário para a Armazenagem e Acondicionamento do Acervo na Reserva Técnica do MuBE5.2. Documentação5.2.1. Banco de Dados - Sistema de Documentação e Gerenciamento do Acervo.5.2.2. Digitalização de Obras de ArteBIBLIOTECAA Biblioteca, ainda em formação, é especializada em arte contemporânea e é fonte de informações primárias na elaboração de diversos materiais impressos e audiovisuais. Tem por objetivos preservar, organizar e disponibilizar o acervo bibliográfico e audiovisual do MuBE.O MuBE tem ainda, em seu Espaço de Convivência, uma área reservada à leitura onde estão sempre disponíveis livros infantis, além dos livros sobre arte e arquitetura, para que o público possa ler e consultar.AUDITORIO / TEATRO INTERNOO MuBE possui ainda um auditório de 192 lugares, onde podem ser realizados cursos, palestras e seminários, ajudando assim a difundir arte e cultura. Os custos de manutenção e funcionamento do Auditório também estão contemplados nesse plano anual.TEATRO ABERTONeste espaço são realizadas experimentações das artes visuais no campo da perfomace.MARQUISE - MANUTENÇÃO E TROCA DOS APARELHOS DE APOIOO principal marco do premiado edifício-sede do MuBE, é sua marquise. Da forma como foi construída, ela necessita de uma manutenção que inclui a troca de seus aparelhos de apoio a cada cerca de 25 anos. Com a chegada do período desta manutenção, contratamos uma empresa especializada no assunto para a realização de laudo técnico das condições da marquise em 2019, com o resultado desse laudo, inserimos neste plano bianual as manutenções necessárias, procedimento muito importante para garantir a integridade desse patrimônio cultural que é o edifício-sede do MuBE. Devido à pandemia, e a falta de verbas, essas manutenções foram postergadas para este biênio e, por isso, incluidas neste plano projeto.MANUTENÇÃO E IMPERMEABILIZAÇÃO DO EDIFÍCIOO edifício-sede do MuBE é uma das principais obras do consagrado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, vencedor de todos os maiores prêmios da arquitetura mundial como o Pritzker em 2006, Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza e do Prêmio Imperial do Japão em 2016. A Manutenção e a restauração desse importante marco da arquitetura brutalista é uma das principais missões do MuBE, garantindo assim que as gerações futuras possam usufruir desse importante bem cultural.Como não houve captação de recursos em 2020 suficiente para a completa impermeabilização do edifício foi executada apenas manutenção parcial e paliativa, por isso, voltamos a incluí-la novamente no Plano bianual 2021-22TROCA DE APARELHO DE AR-CONDICIONADO.Com mais de 25 anos de uso, o ar-condicionado dos espaços internos do MuBE precisam ser trocados por apresentar muitos problemas que se intensificaram no último ano. O orçamento da compra e instalação dos novos equipamentos foi inserida neste PRONAC.Importante ressaltar que, com os novos equipamentos, será possível também um importante ganho energético e redução de custos.

Justificativa

A proposta se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91, de acordo com os Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta ainda se enquadra no Art. 3º da Lei 8313/91, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, da seguinte forma: II- fomento à produção cultural e artística, mediante: e - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a - construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; O MuBE é uma instituição sem fins lucrativos cuja finalidade é contribuir para a formação cultural da população, tendo a construção de sua sede sido iniciada em 1987, foi inaugurado em 1995. Com espaços generosos e toda a infra-estrutura necessária, está apto a organizar grandes eventos que expressam tendências específicas da cena artística contemporânea brasileira e internacional, dentre os quais não estão somente as exposições, mas também palestras, cursos, artes cênicas, expressão corporal e apresentações de música, que ampliam a percepção artística e cultural da população e garantem, assim, orientação e educação artística a seus frequentadores. Seu edifício-sede é um icônico e premiado projeto do grande arquiteto Paulo Mendes da Rocha e está rodeado por um belo jardim projetado por Roberto Burle Marx, na região central da cidade. O edifício possui duas galerias internas e uma grande área externa para exposições, espaço de convivência, teatro ao ar livre, auditório, ateliês, restaurante e jardim. O MuBE inscreve-se na história cultural a partir do conceito criado por Paulo Mendes da Rocha para o projeto do Museu. Uma maquete do MuBE, assim como as plantas e seu projeto original, fazem parte do acervo do MoMA de Nova York. Fundado em 1986, a partir da concessão do terreno pela prefeitura para a sua construção, que levou cerca de 9 anos, o MuBE foi inaugurado em 1995. O MuBE atinge um público médio ao ano de 100 mil pessoas, entre estudantes, interessados nas artes e em aproveitar o seu jardim e o público geral de São Paulo e de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE, pela nova curadoria, estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, começando a se tornar referência no cenário cultural e artístico do país nas questões da arte tridimensional. O MuBE acredita ainda na importância de investir na formação cultural e artística e considera a arte um dos elementos fundamentais para a educação e construção da cidadania. Ao longo de seus oito anos de existência, o Educativo do MuBE tem gerado uma significativa transformação social e uma ressignificação do espaço museológico. O Educativo do MuBE é responsável pela formação de público do museu, viabilizando o acesso às exposições e seus conteúdos, oferecendo ações que mesclam diversas linguagens e abordagens, abrangendo todos os perfis de visitantes, dentre os quais: estudantes, profissionais, idosos, crianças, grupos escolares, famílias, instituições, projetos sociais, instituições de saúde, pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como qualquer grupo ou pessoa interessados em nossa programação. Pelas ações do Educativo do MuBE, o MuBE foi congratulado em 2013 com Menção Honrosa pelo III Prêmio Ibero-Americano de Educação em Museus. É importante mencionar, ainda, a coleção que o MuBE começa a construir e sua relevância para as artes plásticas e a importância em torná-la acessível ao público em geral. Com a coleção de obras-projeto, o MuBE estará prestando um excelente serviço às artes ao preservar, mostrar e estudar um meio muito relevante para a arte contemporânea e que poucos museus têm em seus acervos. O Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção, visando sempre o cumprimento da missão do Museu de colecionar, estudar, incentivar e difundir a arte moderna e contemporânea, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível. A equipe técnica contratada é responsável pelo acompanhamento e produção das exposições do Museu, incluindo empréstimos das obras das exposições temporárias, bem como pelas atividades de acompanhamento de obras durante a coleta, montagem e desmontagem das exposições, e conservação e documentação dessas obras. Quando o MuBE solicita obras para participar de exposições temporárias, em caráter de empréstimo, a equipe do acervo acompanha todo o processo, que tem início na documentação e estabelecimento das condições de empréstimo, preparação das obras para a exposição, indicação de restauro se necessário, montagem especial quando necessário, bem como acompanhamento da obra na montagem, durante a exposição e em sua desmontagem e devolução. Nas exposições temporárias nos espaços expositivos do Museu, a equipe do Acervo também é responsável pela preparação técnica das obras, laudos e, durante todo o período da exposição, faz a vistoria, higienização, monitoramento e supervisão das condições ambientais. Junta-se a essa equipe algumas vezes, restauradores especializados que cuidam principalmente da higienização de obras mais delicadas participantes das mostras do museu. As atividades relativas à conservação justificam-se pela necessidade que as obras têm de cuidados preventivos frequentes para que se mantenham em bom estado de conservação, garantindo a sobrevida e integridade física e estética da obra de arte, bem como de restauro em casos extremos.

Estratégia de execução

O plano de passagens aéreas apresentado é provisório, podendo assim, sofrer alterações pois torna-se impossível uma clara definição das origens e destinos dos profissionais nacionais e internacionais que participarão do projeto. Aproveitamos para informar que os profissinais e artistas que participarão do projeto poderão ser alterados por outros que igual relevância, em conformidade com o projeto curatorial, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. Encaminhamos anexa a planta baixa do Museu onde encontram-se as áreas expositivas a serem utilizadas nas exposições.

Especificação técnica

AÇÃO EDUCATIVA: As visitas mediadas duram em média 1 hora e 30 minutos. O Programa de Visitação oferece visitas mediadas para grupos escolares de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, universitários, grupos de terceira idade, instituições de educação não formal, projetos sociais e qualquer outro grupo que esteja interessado nas exposições. As visitas mediadas são realizadas pelos educadores do MuBE por meio de diálogos que relacionam os conteúdos das exposições com o repertório dos visitantes. Em 2021, a atuação ocorrerá levando-se em conta os protocolos de segurança estabelecidos seguindo as orientações das secretarias de saúde, cultura e educação da cidade de São Paulo, comunicadas aos públicos conforme o museu percorrer as diferentes fases e etapas de segurança com foco na redução de danos causados socialmente pelo Covid 19, o que poderá afetar o número total de pessoas recebidas no Museu para essas visitas presenciais. Curso de formação especialmente voltado para educadores e professores da rede pública, gratuito, parcialmente online e presencial, que acontecerão em paralelo a 2 duas das exposições do MUBE realizadas em 2021. O curso será composto por 4 encontros com duração de 45 a 60 minutos (sendo 3 encontros online e 1 encontro presencial, quando o mesmo for permitido pelas autoridades sanitárias). A parte online será feita através da plataforma zoom ou Google Meet dependendo do número de inscritos. Além do curso, serão oferecidos também um material educativo em pdf. Serão oferecidas 100 vagas para cada um dos cursos. (obs.: Em havendo vagas livres não preenchidas integralmente por educadores da rede pública, poderá haver inscrição para educadores e professores da rede privada de ensino). CONCURSO:tem como objetivo incentivar, selecionar e divulgar a produção de esculturas efêmeras e obras-projeto no MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Uma comissão de seleção formada pelo curador do MuBE além de profissionais das Artes Visuais convidados, analisará os trabalhos enviados (via dossiê digital com memorial descritivo, fotografias, desenhos e link para o portfólio do artista), e irá eleger o trabalho que será apresentado no segundo semestre de 2021 na área externa do museu. A inscrição é gratuita. (Edital anexo). CATÁLOGO: No total serão 5 publicações. Cada publicação terá tiragem de 1.000 exemplares que seguirá a seguinte distribuição:(100 exemplares) 10% dist. gratuita para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público;(100 exemplares) 10% patrocinadores;(100 exemplares) 10% divulgação;(06 exemplares) Secretaria da Cultura;(347 exemplares) 34,7% distribuição gratuita para público em geral(347 exemplares) 34,7% destinados a venda na loja do Museu e em livrarias. Descrição do Catálogo:REVESTIMENTO CAPA: 4 páginas: Formato aberto: 460 x 280 mm; Formato Fechado: 230 x 280 mm; Couche 150 grs a 4 x 0 cores; Laminação Fosca frente, Refile; Empastamento automático; Colagem de guarda (forro); Provas Digitais; 1-REFORÇO CAPA: 4 páginas, Formato 230 x 280 mm; Papelão Cinza 2,20 mm (18) 18 grs (sem impressão) Corte. MIOLO: 130 páginas, formato aberto 460 x 280 mm; Formato Fechado: 230 x 280 mm; Offset 120 grs a 4 x4 cores; Dobra Central, Refile, Provas Digitais. GUARDA: 8 páginas, Formato Aberto 460 x 280 mm, Formato Fechado; 230 x 280 mm; Offset 120 grs a 4 x 4 cores, Dobra Central, Refile, Provas Digitais. ACABAMENTO GERAL: corte, costura, lombada quadrada (PUR), Encaixotar. BEM IMÓVEL - RESTAURO E PRESERVAÇÃO: O edifício-sede do MuBE, projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Importante salientar que é prevista uma manutenção nos aparelhos de apoio da marquise do MuBE a cada 25 anos e, por isso, incluímos nesse Plano anual, baseado em laudo técnico realizado pela empresa especializada Falcão Bauer, o orçamento para a realização das manutenções necessárias previstas para 2020. Devido a questões de restrição de orçamento, as manutenções previstas no Plano Anual de 2020 não puderam ser realizadas, sendo então transferidas para 2021 e, por isso, incluídas neste plano anual de 2021.

Acessibilidade

PRODUTO PLANO ANUAL Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. As atividades do MuBE realizam-se em sua sede, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os educadores/monitores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades e bastante utilizados para pessoas com deficiência visual. Em todas as exposições, há sempre pelo menos uma obra tátil, para que pessoas com algum tipo de deficiência possam interagir de forma mais intensa com o conteúdo apresentado. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os vídeos das exposições onde há falas, contam com legenda em português para permitir que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo SoundCloud e que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone, permitindo maior entendimento sobre o que é apresentado nas exposições. PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. A atividade de venda de catálogo realiza-se na sede do MuBE, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os catálogos serão produzidos também em versão digital e poderão ser baixados, permitindo a leitura dos programas utilizados por deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de catálogos com textos e imagens, não havendo conteúdo auditivo, esse produto é intrinsecamente acessível aos deficientes auditivos. PRODUTO BEM IMÓVEL - RESTAURAÇÃO / PRESERVAÇÃO Acessibilidade Física: O espaço físico do MuBE garante a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: As atividades artisticas, educativas e culturais do Museu são realizadas com com educadores/monitores do MuBE treinados para atender o público com necessidades especiais tanto para deficientes visuais quanto para deficientes auditivos. Os professores e arte-educadores do MuBE realizaram em 2017, em parceria com CNI/SESI/SENAI, curso com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas pelo Museu. O curso foi ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais. Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades artisticas, educativas e culturais do Museu são realizadas com com educadores/monitores do MuBE treinados para atender o público com necessidades especiais tanto para deficientes visuais quanto para deficientes auditivos. Os professores e arte-educadores do MuBE realizaram em 2017, em parceria com CNI/SESI/SENAI, curso com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas pelo Museu. O curso foi ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. A atividade de Apresentação Musical realiza-se na sede do MuBE, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Folder sobre a apresentação com letra ampliada para atender os deficientes visuais além do atendimento e acompanhamento durante as apresentações dos educadores/monitores do MuBE que são treinados para atender o público com necessidades especiais.. Acessibilidade para deficientes auditivos: Atendimento e acompanhamento durante as apresentações dos educadores/monitores do MuBE que são treinados para atender o público com necessidades especiais. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAL Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança.A atividade de Contrapartida Social realiza-se na sede do MuBE, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de visistas guiadas às exposições, os educadores/monitores do MuBE estão treinados para atender o público com necessidades especiais e irão acompanhar as atividades da contrapartida social do projeto. Além disso, as exposições se apresentam acessíveis. Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de visistas guiadas às exposições, os educadores/monitores do MuBE estão treinados para atender o público com necessidades especiais e irão acompanhar as atividades da contrapartida social do projeto. Além disso, as exposições se apresentam acessíveis.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOConforme apontado na descrição das atividades realizadas pelo Museu ao longo do período deste Plano, é possível perceber que as exposições do museu são gratuitas. Sendo importante mencionar ainda que as atividades promovidas pelo educativo são amplamente democráticas. Além de serem gratuitas, há uma intensa preocupação que um público vasto e representativo das diferentes camadas da sociedade participe e interaja com o museu. Um exemplo, são as parcerias institucionais com escolas públicas e centros de atenção psicossocial que o museu fomenta.O MuBE atinge um público médio de 75 mil pessoas por ano, entre estudantes, interessados em arte e em aproveitar seu jardim e o público geral de São Paulo, de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE, pela nova curadoria, estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, começando a se tornar referência no cenário cultural e artístico do país. Para todos os catálogos que forem produzidos, havendo captação de recursos suficiente para tal, serão feitas as distribuições das cotas obrigatórias, conforme detalhado abaixo. Serão impressas 2.000 unidades para o catálogo da exposição de Amilcar de Castro e 1.000 unidades para cada uma das demais 6 principais exposições. Esses catálogos serão distribuídos também seguindo a determinação legal: 10% para patrocinadores e 5% para divulgaçãoEm atendimento ao Art. 20 da Instrução Normativa nº 2, de 23/04/2019, inciso I, letra "a", 20% serão doados a beneficiários como Escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público. A Distribuição desses exemplares ampliará o acesso ao catálogo, sem distinção de gênero, condição social, etnia, ou qualquer outra distinção, garantindo assim a democratização do acesso.Em atendimento ao artigo 45, do Decreto 5761/2006, destinaremos ainda seis exemplares dos catálogos e das publicações produzidas para a Secretaria da Cultura.A seguir a demonstração detalhada da distribuição dos catálogos que forem produzidos. Cada publicação de catálogo seguirá o seguinte plano de distribuição:20% dist. gratuita para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público;10% patrocinadores;5% divulgação;(06 exemplares) Secretaria da Cultura;15% distribuição gratuita para público em geral25% destinados a venda na loja do Museu e em livrarias25% destinados a venda respeitando o valor do vale culturaTiragem média para cada uma das 6 exposições: 1.000 exemplaresTiragem catálogo exposição Amilcar de Castro: 2.000 exemplaresEm se tratando dos 7 catálogos a serem publicados, o plano de distribuição destes produtos totalizaria:20% dist. gratuita para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público;10% patrocinadores;5% divulgação;(06 exemplares) Secretaria da Cultura;15% distribuição gratuita para público em geral25% destinados a venda na loja do Museu e em livrarias25% destinados a venda respeitando o valor do vale culturaTiragem total para as 7 exposições: 8.000 exemplaresPreço de venda:Para os 7 catálogos produzidos:- Venda normal: R$100,00 (inteira) R$50,00 (meia) (Total R$150.000,00)- Venda promocional: R$50,00 (Total R$100.000,00)Total de receita estimada com venda de catálogos (considerando 7 catálogos produzidos): R$250.000,00Quanto ao público, é importante ressaltar que:Estimamos que um público entre 150 mil pessoas passará pelo MuBE no biênio 2021-22, devido ainda aos efeitos da pandemia. Deste total de pessoas, 100% dos visitantes terão entrada gratuita no Museu. Devido aos efeitos da pandemia, o número alvo de visitantes para 2021-2022 foi reduzido, pois não sabemos ainda quando a situação voltará às condições anteriores ao isolamento social, podendo ter certas medidas estendidas até 2022.

Ficha técnica

Currículo Mube O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da preservação da qualidade de vida na cidade de São Paulo. O MuBE é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP.Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha. Relevante notar que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, e inaugurado em 1995, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica.Desde 2016, o MuBE passa por um grande processo de reestruturação institucional, com mudanças em sua governança, com eleição de nova diretoria e conselho. A reestruturação do MuBE atingiu também sua área cultural, com a contratação de um novo curador em 2016, Cauê Alves, que continua à frente da curadoria do MuBE e é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e sua programação.Enquanto museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições nacionais e internacionais de artes visuais. As exposições nacionais e internacionais têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. O setor educativo do MuBE tem um papel importante na democratização do acesso, ao mediar o contato do público, tanto agendado quanto espontâneo, com o que é apresentado no museu.Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os principais balizadores temáticos da programação do Museu.As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim e criadas e organizadas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. Além das exposições principais, adiciona-se ainda os recitais dominicais, que acontecem há mais de 20 anos colaborando para a disseminação da música erudita, os espetáculos de artes cênicas, música e dança no auditório e no teatro aberto. O Diretor da série de recitais do MuBE é o Professor Doutor e consagrado pianista Luiz Guilherme Pozzi.Nos últimos anos foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), entre muitas outras. Sendo que todas as exposições apresentadas no MuBE são sempre acompanhadas de programas de mediação e arte-educação.Entre os recitais apresentados semanalmente aos domingos no auditório do MuBE, podemos destacar nomes como Cristina Ortiz (2018) e Cristian Budu (2019), entre outros.Cabe ressaltar ainda que, seguindo a nova linha curatorial, o MuBE começa a construir um importante acervo de obras-projeto, que já conta com mais de 20 obras, através, principalmente da doação de artistas, além das esculturas de seu acervo inicial.FICHA TÉCNICACoordenação Geral – FLAVIA VELLOSOConsultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importantes da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, coordena também todas as montagens das exposições realizadas no MuBE.Curadora – Galciani Neves Nascida em Fortaleza, Mestre e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Galciani é professora na FAAP e professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará. Autora do livro ?Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção? (Educ- SP e Fapesp, 2016), desenvolve ainda atividades relacionadas à crítica e acompanhamento de artistas. Já curou diversas exposições no Brasil e no exterior, como por exemplo: Biblioteca: floresta, coletiva, segunda edição, SESC Belém, 2020; Não vamos para Marte, coletiva, Galeria Jaqueline Martins, 2020; Risco palavra risco, exposição-ação coletiva com 4 artistas, Marp, Ribeirão Preto, 2019; Risco base móvel palavra, exposição individual de Vitor Cesar, MARP, Ribeirão Preto, 2019; Gabinete Ansiedade, exposição individual de Andrea Tavares, Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2019; É tarde mas ainda temos tempo, individual de Ana Teixeira – Centro Universitário Maria Antonia; 2019. Galciani Neves assumiu o cargo de curadora-chefe do MuBE em julho de 2020. (Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/6239584974510984). Coordenação Educativo – Talita Paes Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia.Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDALConservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e EcologiaPRINCIPAIS ARTISTASAmilcar de CastroAmilcar Augusto Pereira de Castro (Paraisópolis, Minas Gerais,1920 - Belo Horizonte, Minas Gerais, 2002). Escultor, gravador, desenhista, diagramador, cenógrafo, professor. Nascido e criado em Minas Gerais, Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da UFMG (1945). Concomitantemente, fez diversos cursos livres na área das artes a partir de 1944, tendo frequentado curso de desenho e pintura com Guignard (1896 - 1962), na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e escultura figurativa com Franz Weissmann (1911 - 2005). No fim da década de 1940, assumiu alguns cargos públicos, que logo abandonou, assim como a carreira de advogado. Paralelamente, em seus trabalhos, tem-se a passagem do desenho para a tridimensionalidade. Em 1952, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como diagramador em diversos periódicos, destacando-se a reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil. Depois de entrar em contato com a obra do suíço Max Bill (1908 - 1994), realizou sua primeira escultura construtiva, exposta na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1953. Participou de exposições do grupo concretista, no Rio de Janeiro e em São Paulo, em 1956, e assinou o Manifesto Neoconcreto em 1959. No ano seguinte, participou em Zurique da Mostra Internacional de Arte Concreta, organizada por Max Bill. Em 1968, mudou-se para os Estados Unidos, conjugando bolsa de estudo da Guggenheim Memorial Foundation com o prêmio de viagem ao exterior obtido na edição de 1967 do Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM). De volta ao Brasil, em 1971, fixa residência em Belo Horizonte. Tornou-se professor de composição e escultura da Escola Guignard, na qual trabalhou até 1977, inclusive como diretor. Lecionou na Faculdade de Belas Artes da UFMG, entre as décadas de 1970 e 1980. Em 1990, aposentou-se da docência e passou a dedicar-se com exclusividade à atividade artística.Amilcar de Castro é considerado um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros e em 2020 será comemorado o seu centenário.Liuba WolfNascida em 1923 na Bulgária, LIUBA iniciou em 1943 seus estudos no campo da arte na Escola de Belas Artes de Genebra, Suíça. De 1944 a 1949 estudou com a escultura francesa Germaine Richier, a princípio na Suíça e em seguida em Paris, onde passou a viver e trabalhar em 1946. Em 1949, ainda vivendo em Paris, monta atelier também em São Paulo. Em 1958, Casou-se com Ernesto Wolf, no Brasil, e passou a dividir seu tempo entre os ateliers de São Paulo e Paris. A partir de 1989 estabelece atelier também na Suíça. Falece em São Paulo em 2005.Das diversas exposições individuais e coletivas que realizou, destacam-se: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1965; Museu Nacional de Arte Moderna de Paris, 1967; Museu de Saint Paul de Vence na França, 1968; Hakone Open Air Museum no Japão, 1985; Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1996. Participou anualmente do Salon de la Jeune Sculpture de Paris no período entre 1964 e 1979; do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1962 e 1963; da Bienal Internacional de São Paulo nos anos 1963, 1965, 1967 e 1973; e de diversas edições do Panorama de Arte Atual Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo no período de 1970 a 1985. Suas obras integram importantes coleções públicas internacionais como a do Fond National d’Art Contemporain de Paris, do Museu de Saint Paul de Vence na França, do Kunsthelle de Nuremberg na Alemanha, do Hakone Open Air Museum no Japão e do Musée de la Sculpture en Plein Air de la Ville de Paris; e integram também importantes coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, da Coleção da Bienal de São Paulo e do Museu do Artista Brasileiro em Brasília.Juraci Dórea Juraci Dórea Falcão (Feira de Santana BA 1944) é escultor, pintor, desenhista, fotógrafo e programador visual. Graduado em arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, UFBA (1968). Na década de 1980, inicia o Projeto Terra - voltado à criação de grandes esculturas de couro e madeira, além de murais, no sertão baiano e é agraciado com a bolsa de Apoio à Produção de Artistas Plásticos oferecida pelo Concurso Ivan Serpa/MEC/Funarte/Inap/Capes, Rio de Janeiro. Em 1990, realiza o Projeto Canudos, no Teatro Castro Alves e no Açude de Cocorobó, em Salvador, em colaboração com Washington Falcão.É artista participante da 34a Bienal de São Paulo.Frans KrajcbergFrans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1921 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017). Escultor, pintor, gravador e fotógrafo. Autor de obras que têm como característica a exploração de elementos da natureza.Nascido na Polônia, Krajcberg forma-se em engenharia. Mais tarde, ao mudar-se para a Alemanha, ingressa na Academia de Belas Artes de Stuttgart, onde é aluno do pintor alemão Willi Baumeister (1889-1955).Sua carreira artística se inicia no Brasil, onde chega em 1948, procurando reconstruir a vida depois de perder toda a família em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Reside um curto período no Paraná (isolando-se na floresta para pintar) e, em 1951, participa da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, com duas pinturas. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1956, onde divide ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005). Naturaliza-se brasileiro no ano seguinte. Suas pinturas desse período tendem à abstração, predominando tons ocre e cinza. Trabalha motivos da floresta paranaense, com emaranhados de linhas vigorosas.O artista retorna a Paris em 1958, onde permanece até 1964. Alterna a estada em Paris com viagens a Ibiza, Espanha, onde produz trabalhos em papel japonês modelado sobre pedras e pintados a óleo ou guache. Essas "impressões" são realizadas com base no contato com a natureza e aproximam-se, nas formas, de paisagens vulcânicas ou lunares. Também em Ibiza, a partir de 1959, produz as primeiras "terras craqueladas", relevos quase sempre monocromáticos, com pigmentos extraídos de terras e minerais locais. De volta ao Brasil, em 1964, instala um ateliê em Cata Branca, Minas Gerais. A partir desse momento ocorre em sua obra a explosão no uso da cor e do espaço. Começa a criar as "sombras recortadas", nas quais associa cipós e raízes a madeiras recortadas. Nos primeiros trabalhos, opõe a geometria dos recortes à sinuosidade das formas naturais. Destacam-se as projeções de sombras em suas obras.Em 1972, passa a residir em Nova Viçosa, litoral sul da Bahia. Amplia o trabalho com escultura, iniciado em Minas Gerais. Intervém em troncos e raízes, entendendo-os como desenhos no espaço. Essas esculturas fixam-se no solo ou buscam libertar-se, direcionando-se para o alto. Krajcberg viaja constantemente para Amazônia e Mato Grosso. Dessas viagens, retorna com troncos e raízes calcinados, que utiliza em esculturas.Na década de 1980, inicia nova série de "gravuras", que consiste na modelagem em gesso de folhas de embaúba e outras árvores centenárias, impressas em papel japonês. Também nesse período, realiza a série Africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras associados a pigmentos minerais. Krajcberg sempre fotografa suas esculturas, muitas vezes tendo o mar como fundo. Continua produzindo suas obras até 2017, quando falece no Rio de Janeiro.Leonardo FinottiLeonardo Finotti é artista visual e tem sua trajetória estruturada através de dois pilares complementares. Ele empreende, através da fotografia, uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna e uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais.Após se graduar em Arquitetura e concluir uma pós graduação na Bauhaus Foundation, (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil . Contribui internacionalmente com diversos arquitetos e publicações, enquanto desenvolve diferentes projetos pessoais (exposições, publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixos principais de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio enquadrado (2016), A Collection of Latin American Modern Architecture (2016), para citar apenas alguns.Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus Dessau Foundation (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), MOT (Japão), Cité de L'Architecture & du Patrimonie (França) e MAR (Brasil). Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiado na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires.Paulo Mendes da RochaArquiteto, urbanista e professor, Paulo Archias Mendes da Rocha nasceu em Vitória (Espírito Santo) em 1928. Em 1954, forma-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Filho do engenheiro de portos e vias navegáveis Paulo Menezes Mendes da Rocha, diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli/USP entre 1943 e 1947, tem uma formação familiar ligada à reflexão sobre a relação entre engenharia e natureza. Destaca-se muito cedo, aos 29 anos, ao vencer o concurso para o Ginásio do Clube Atlético Paulistano, 1958, obra que lhe vale o Grande Prêmio Presidência da República na 6ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1961. Integra, a partir de então, o grupo que, com a liderança de Vilanova Artigas, constitui a chamada ?escola paulista? na arquitetura. Realiza entre 1960 e 1961 projetos de escolas para a rede pública e ingressa como professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Datam desse período obras fundamentais, como a sede social do Jockey Club de Goiânia, 1962, o edifício residencial Guaimbê, e a própria residência, 1964, no bairro do Butantã, ambos em São Paulo.Projeta em 1968, ao lado de Artigas e Fábio Penteado, o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães Prado – Parque Cecap, em Guarulhos, para 50 mil moradores. Afastado da FAU/USP em 1969, retorna à mesma em 1980 onde fica até 1998, quando é aposentado compulsoriamente, por ter completado 70 anos de idade. Vence, em 1969, o concurso nacional para o Pavilhão do Brasil na Expo’70, em Osaka: uma grande cobertura de concreto e vidro apoiada em colinas artificiais. No concurso internacional para o Centre Georges Pompidou (Beaubourg), em Paris, em 1971, seu projeto é um dos premiados.Preside o departamento paulista do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/SP em duas ocasiões: 1972-1973 e 1986-1987. Entre 1987 e 1988, seus projetos para a Loja Forma e para o Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, este também vencedor de um concurso, inauguram uma nova fase de reconhecimento público do seu trabalho. Seguem-se a esses, os projetos para o pórtico da Praça do Patriarca, 1992, em São Paulo, a reforma da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1993, e o Centro Cultural da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, 1996.Em 1996, as editoras Blau, de Portugal, e Gustavo Gilli, da Espanha, lançam, em co-edição, o livro Mendes da Rocha. Seu reconhecimento internacional se intensifica com a Sala Especial Mendes da Rocha na 10ª Documenta de Kassel, na Alemanha, 1997, e com o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-Americana, em 2000. Com a publicação do livro Paulo Mendes Da Rocha: Bauten Und Projekte, na Europa pela Niggli Verlag, em 2001, e encomendas de projetos na Espanha, recebe o importante Prêmio Pritzker, de 2006, condecoração máxima entre os arquitetos no mundo.A obra de Paulo Mendes da Rocha é reconhecida como uma das mais importantes da arquitetura mundial de todos os tempos.DETALHES DO MATERIAL IMPRESSO PARA DIVULGAÇÃOBANNERSBanners para divulgação, a serem instalados em 2 locais na sede do MuBE: na Avenida Europa e na Rua Alemanha, para todas as atividades do museu.A. Banner tamanho grande: 4,00 m de largura x 2,20 m alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.B. Banner tamanho médio horizontal: 2,50 m de largura x 1,00 m de alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.C. Banner tamanho médio vertical: 1,00 m de largura x 2,20 m de alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.CARTAZES PARA MOBILIÁRIO URBANOA. Bancas de Jornal – tamanho de 175 x 125 cm, 20 posters para cada exposição principalB. Relógios/pontos de ônibus - sendo, em média, 200 cartazes por exposiçãoFOLDERSA. Folder formato até A4 (21x29,7cm) - Folder institucional - apresentação do Museu/mapa/horários/contatos. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 C. Folder formato até A4(21x29,7cm) – Folder exposições, português e inglês. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 D. Folheto Postal - 10 x 15cm – Papel couchê fosco 300g. Custo unitário – R$ 0,50.ADESIVOS EM PS PARA TOTENSA. Impressão digital colorida em adesivo branco fosco aplicado sobre placa de PS, com 0,90 m de largura x 1,70 m de altura, para a parte da frente e para o verso de totem com informações das exposições e programação. Custo unitário: R$ 250 por lado, sendo R$ 500 para frente e verso. São usados 3 totens de sinalização na área interna do MuBE.ADESIVOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE VISITANTESA. Adesivo 4,3 cm de diâmetro, refile, couchê adesivo – custo unitário R$ 0,05CATÁLOGOSA. 7 catálogos, sendo 1 para cada uma das exposições: a. Individual de Amilcar de Castro; b. ?Coleções no MuBE" - 3a Edição; c. Individual de Liuba Wolf.; d. Por um Sopro; e. Individual de Krajcberg; f. Arte, Natureza e Pré-história (título provisório); g. Individual de Leonardo Finotti. Sendo impressas 2000 unidades para o catálogo de Amilcar de Castro, e 1000 unidades para cada um dos catálogos das demais exposições listadas acima. Tamanho médio - 28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. Custo unitário médio de R$ 50,00.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo