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PRONAC 204231ArquivadoMecenato

VERGONHA DOS PÉS

REGA INICIO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 986,6 mil
Aprovado
R$ 986,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 443,7 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-10
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização da produção, montagem e temporada do espetáculo VERGONHA DOS PÉS, que conta a história da solitária Ana, que cursa faculdade de letras e sonha ser escritora. A peça é baseada no romance homônimo de Fernanda Young.

Sinopse

A solitária Ana, que sonha ser escritora, é a protagonista de Vergonha dos pés, peça baseada no romance de Fernanda Young. Cursando a faculdade de letras, a personagem decide abandonar as aulas para se dedicar ao primeiro livro, mas suas histórias jamais chegam ao papel. Em contrapartida, os leitores da vida real mergulham nos pensamentos da jovem, lírica e imprevisível. Enquanto divide seus pensamentos com momentos de puro ócio, a protagonista imagina o livro que deseja escrever. Em sua cabeça, se desenrola a história de Lívia, casada com Jonas, um famoso arquiteto, e melhor amiga de Mirna. Na vida de Ana, também há dois amores: o namorado Jaime e a amiga Elisa, que mora em uma cidade distante. Quando o namoro com Jaime entra em crise, Ana deixa o apartamento em que os dois viviam e volta a morar sozinha. Para ela, o amor deveria ser somente o início, acabando antes de cair na rotina e sufocar as pessoas com o tédio, consequência da desvalorização inevitável que atinge todos os relacionamentos. Inconformado, Jaime fica atrás de Ana, o que só aumenta a vontade dela de que ele a deixe em paz. Com uma narrativa sem linearidade, Vergonha dos pés alterna o presente de Ana, sozinha e entediada, com momentos da adolescência dela, sua conturbada relação com os pais, conversas com Elisa e toda a história de amor com Jaime. Paralelamente, os personagens que existem somente na imaginação da jovem vivem tramas sórdidas e repletas de emoções extremadas, que facilmente se confundem com os sentimentos de sua criadora.

Objetivos

Objetivo Geral Este projto tem por objetivo realizar a produção, montagem e temporada do espetáculo VERGONHA DOS PÉS, que conta a história da solitária Ana, que cursa faculdade de letras e sonha ser escritora. A peça é baseada no romance homônimo de Fernanda Young. Objetivo Específico Realizar a produção, montagem e temporada do espetáculo VERGONHA DOS PÉS. Este espetáculo tem previsão de 02 meses de ensaio e 02 meses e 02 semanas de temporada. A temporada será de 36 apresentações, sendo: 24 apresentações em São Paulo 12 apresentações no Rio de Janeiro As apresentações serão de sexta a domingo. Horário das apresentações: sexta e sábado as 21h e domingo as 18h Público estimado de aproximadamente 16.000 pessoas. Os Teatros terão capacidade estimada para 500 pessoas. Outros objetivos específicos: Com este projeto pretendemos contribuir para o desenvolvimento da área das artes cênicas por meio de apresentações teatrais; estimular o interesse de novos públicos pelo teatro contribuindo para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento. Pretendemos também estimular o contínuo aprimoramento de profissionais bem como a inserção de novos profissionais no mercado de artes cênicas. REPERCUSSÃO: Acreditamos que a proposta cultural terá repercussão a princípio local, mas com potencial para atrair público do entorno da Cidade de São Paulo e outras regiões do país por se tratar de um espetáculo cuja concepção é moderna e atual. IMPACTO: Espera-se que com a viabilização deste projeto cultural haja formação de novas plateias por meio de uma peça popular, estimulando a todos ao hábito e a prática de frequentar o Teatro.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A obra Vergonha dos pés é um romance protagonizado por Ana, uma jovem estudante de Letras, infeliz, histérica e desequilibrada em uma busca constante por algo que nem ela sabe o que é. Possuidora de conflitos existenciais corriqueiros nos tempos atuais, como a insatisfação com o corpo, as oscilações amorosas e os problemas familiares, Ana vive intensamente cada momento e vai criando histórias que só habitam seu próprio imaginário. O romance se caracteriza por acontecimentos que afetam profunda e diretamente, a personagem, uma característica da literatura contemporânea de Fernanda Young, em que os pequenos fatos ganham grande repercussão e têm papel fundamental na vida e na ficção. O indivíduo vive em constantes mudanças para atender às exigências da sociedade para apresentar um corpo magro, numa busca incansável pelo emagrecimento e a eterna juventude. Influências ainda mais fortes quando tratamos das exigências quanto à beleza feminina onde as mulheres, correm buscam incansavelmente um corpo escultural e cada vez mais aceitável: o sorriso, os braços, o abdomem, o cabelo, a cintura, o peso, enfim, o corpo perfeito! Este projeto conta as frustrações de Ana, seus sonhos, seus fracassos e os pensamentos que constituem um espaço em que o espectador também visita com frequência, fazendo com que ele se identifique e perceba semelhanças entre a ficção e a atualidade em que vive mas que acima de tudo, representa essa busca incessante por fazer parte, se inserir nessa sociedade e atender às suas exigências. A importância do apoio da Lei de Incentivo à Cultura será de extrema importância para a realização deste projeto como estímulo à produção cultural nacional, ampliando o acesso à cultura e estimulando a produção cultural como geradora de renda, emprego e desenvolvimento para o país através do seu produto gerado. Um segmento social que é fomentado tende a crescer e, com isso, gerar mais empregos e renda, profissionalizando os agentes que nele atuam e impulsionando o uso de novas tecnologias. O crescimento do setor cultural, portanto, implica diretamente no desenvolvimento econômico e impulsionam o desenvolvimento social ao proporcionarem a facilidade de acesso à cultura e um maior intercâmbio e diversidade culturais. Cultura é patrimônio comum do povo, deve ser acessível e plural e precisa ser protegido para garantia da diversidade cultural.

Estratégia de execução

Não há.

Especificação técnica

Duração: 1h20mQuantidade de elenco: 02Classificação etária: maiores de 14 anosQuantidade de cenas: 20 cenasTipo de peça: Drama No espetáculo, todos os personagens serão interpretados pelo casal de atores, que em cena se transformam ou manipulam bonecos que os representem.CenárioCom cenário terá um formato abstrato, e deve ser como uma caixa de surpresas, com diversos compartimentos que permitam mudanças rápidas (feitas pelos próprios atores) que se transforma no apartamento de Ana, faculdade, casa de Jaime e os diversos locais por onde a peça transita, levando o espectador a acompanhar as viagens e elucubrações, reais ou imaginárias, da personagem. Este também permitirá inúmeras projeções de desenhos e filmes de animação, que serão desenvolvidos pela ilustradora Estela May – filha da autora Fernanda Young; bem como projeções cartográficas, mais conhecidas com “map projections”.FigurinosTendo um figurino básico para cada ator, as diversas situações dos protagonistas, bem como as mudanças de personagens, serão feitas pelos atores e em cena, onde, de maneira teatral os adereços serão trocados, retirados do cenário. Tais adereços variam entre os mais realistas, com roupas comuns; até os mais excêntricos e exuberantes, tudo com muita cor e mesmo, brilho. Teremos uma média de 20 adereços para cada ator. Além de uma variedade de bonecos manipuláveis.

Acessibilidade

Medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: elevadores, rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, identificação de espaços para cadeirantes e etc. Acessibilidade para deficientes auditivos: 1 sessão com intérprete de libras.Acessibilidade para deficientes visuais: 1 sessão com audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia, rampas, portas largas, elevadores e banheiros adaptados.Acessibilidade para deficientes auditivos: LIBRASAcessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição Atende ao art. 18 da IN 02/2019 como medidas de acessibilidade compatíveis para disponibilização do produto.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Em atendimento ao artigo 21 da IN 2/2019, serão adotadas as seguintes medidas de democratização: 01 - Ensaio Aberto V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

O proponente será remunerado pela direção de produção e coordenação administrativa do projeto, sendo responsável por todo o o seu processo decisório. FICHA TÉCNICAAlexandre Reinecke – Direção de arteDaniel Maia – Desenho de somRenta Alvim – Diretor de produçãoPatricia Figueiredo – Produtor administrativo ALEXANDRE REINECKE – DiretorUm dos diretores mais atuantes do país, tendo dirigido mais 55 peças nos últimos 18 anos, dos mais variados gêneros e autores. Atualmente, também desenvolve séries para TV e Roteiros para longas-metragens.Dentre suas direções, destacam-se:QUARTA-FEIRA, SEM FALTA, LÁ EM CASA, com Beatriz Segall e Nicete Bruno em 2003; e em 2018 remontou com Eva Wilma e Suely Franco, A VOLTA AO LAR, de Harold Pinter, ADULTÉRIOS, de Woody Allen, com Fabio Assunção e Norival Rizzo, ORAÇÃO PARA UM PÉ-DE-CHINELO, de Plínio Marcos (dois Prêmios Shell e um APCA), EQUUS, de Peter Shaffer, com Elias Andreato e Leonardo Miggiorin, SUA EXCELÊNCIA, O CANDIDATO de Marcos Caruso, com Reynaldo Gianechini; TOC TOC, de Laurent Baffie - que ficou 6 anos em cartaz, SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE SÉRIO, de Friederich Dürremat, com Ana Lucia Torre e Antônio Petrin, OS SETE GATINHOS, de Nelson Rodrigues, com Barbara Paz e Dalton Vigh, OS 39 DEGRAUS, com Dan Stulbach e Danton Mello. Amores, Perdas e Meus Vestidos”, com Arlete Salles, Carolina Ferraz e Taís Araújo .Formou-se em direção de fotografia e roteiro para TV, na AIC, em 2015. Em 2016 dirigiu o Longa-metragem “O Amor no Divã”, com Zezé Polessa, Daniel Dantas, Fernanda Paes Leme e Paulo Vilhena; disponível na Netflix e Now. Roteirista e diretor do clipe “Que Amor é Esse”, de Zeca Baleiro; YouTube. Em 2013 teve 13 peças em cartaz e foi cotado para entrar no Guiness Book, como o diretor com mais peças em cartaz em um ano, na mesma cidade, dentre elas, “Trair e Coçar, é só Começar”, que re-dirigiu em comemoração aos 23 três anos de temporada. Dirigiu as duas peças de Fernanda Young, “A Idéia”, monólogo interpretado por ela e “Vergonha dos Pés”, com Priscilla Fantin e Danton Mello. Escreveu, traduziu e adaptou diversos textos e um musical inspirado na música “Domingo no Parque” de Gilberto Gil, aprovados por ele e em produção. DANIEL MAIA (PREPARADOR VOCAL)Dan Maia é músico e ator, nascido em Belo Horizonte e radicado em São Paulo desde 2000. Sob dir. Gabriel Villela atuou e criou arranjos para Ópera do Malandro, Os Saltimbancos e Gota dÁgua; foi vocalista da cantora Elba Ramalho no show Elba Canta Luiz; compôs a música para Auto da Liberdade; Fausto Zero, e Vestido de Noiva, indicadas ao Prêmio Shell de melhor música. Para a Cia. de Dança Palácio das Artes compôs para Coreografia de Cordel, dir. Tuca Pinheiro; Transtorna, dir. Cristina Machado; 22 Segredos e Tudo que se torna um, ambos de Sônia Mota. Compôs a trilha dos espetáculos Maratona de Nova Yorke Peça de Elevador, dir. Marcelo Lazzaratto. Fez a música original para Západ – a Tragédia do Poder com a Cia. Teatro Balagan e Os Cegos, ambos dir. Maria Thais; Compôs a música para as coreografias Divagar, de Sônia Mota, MabeMA, de Tadashi Endo, e para Os 39 degraus, dir. Alexandre Reinecke e para Mulheres que bebem Vodka, dir. Lígia Cortez. Sob a dir. Elias Andreato, compôs a música para Decifra-te ou me devora, Cruele Édipo. Fez a música para O Bosquee a dir. musical, além de atuar, no infantil Mozart apaga a luz, sob dir. Alvize Camozzi; para Absinto, dir. Cássio Scapin e para AIlusão Cômica, dir. Marcio Aurelio. Em 2012 compôs a música para Fukushima mon amour, solo de Tadashi Endo; O Andante, de Elias Andreato. Em 2013 compôs as trilhas para Uma Vida no Teatro, dir. Alexandre Reinecke, Marias da Luz, para a Cia. Teatral As Graças, dir. André Carreira; Maldito Benefício e Ricardo III, ambos sob dir. Marcelo Lazzaratto. Compôs as trilhas para A Casa de Bernarda Alba e Jocasta, dir. Elias Andreato e A Toca do Coelho, dir. Dan Stulbach. Fez a direção musical para a exposição Grimm Agreste e compôs as trilhas sonoras para Zoopraxiscópio, balé de Roberto Alencar; Palavra de Rainha, dir. Mika Lins; Marica, dir. Marcio Aurelio; 1gaivota – é impossível viver sem teatro, dir. Nelson Baskerville (indicado ao Prêmio Shell de melhor música); Visitando o Sr. Green, dir. Cássio Scapin; Rei Lear e A Língua em Pedaços, dir. Elias Andreato e A BestaeO Sucesso a Qualquer Preço, dir. Alexandre Reinecke; In Extremis, dir. Bruno Guida; Oliver, dir. Ed Moraes; Tudo no Seu Tempo, dir. Eduardo Muniz; dadesordemquenãoandasó, dir. Carlos Baldim; Boca Cheia d’Água, dir. Marcelo Carrusca e Bruna Longo; No Coração das Máquinas, dir. Rita Carelli e A Última Dança, solo de Natalia Gonsales; A Vida, dir. Nelson Baskerville, Antígona, dir. Moacir Chaves, HA DÔ, dir. Tadashi Endo; em 2018, compôs as trilhas para O Rio, dir. Nelson Baskerville, A Fera na Selva, dir. Malú Bazán, Romeu e Julieta 80, dir. Marcelo Lazzaratto, A-Vós, espetáculo de dança da Cia. Nave Gris, Concerto para João, dir. Cassio Scapin e VOID, dir. Alvise Camozzi e Beatriz Sayad. ESTELA MAY - (ILUSTRADORA) Graduação de animação pela FAAP. Começou a carreira publicando charges e ilustrações nas redes sociais. Nos dias atuais, atua como quadrinista, seus quadrinhos são leitura obrigatória na Folha de São Paulo e Revista Piauí. RENATA ALVIM (DIREÇÃO DE PRODUÇÃO)Com quase 25 anos de experiência em produção teatral, iniciou-se no mercado em 1995, na equipe de produção de “Píramo e Tisbe”, direção de Vladimir Capella. De lá pra cá, produziu espetáculos de alguns das mais importantes personalidades do teatro brasileiro. Na Cult Empreendimentos Culturais, atuou como Gerente Administrativo do Teatro Renaissance; Gerente Operacional dos Teatro Renaissance, Hilton, Vivo e Aliança Francesa; e finalmente Diretora de Operações e Produção das mesmas casas, tendo produzido e recebido grandes sucessos, como “Esperando Beckett”, direção de Gerald Thomas, com Marília Gabriela; “Quarta-feira Sem Falta Lá em Casa”, direção de Alexandre Reinecke para duas versões (com Beatriz Segall e Myriam Pires; e Beatriz Segall e Nicette Bruno); “Intimidade Indecente”, direção de Regina Galdino, com Irene Ravache e Marcos Caruso; “Coração Bazar”, direção de Gabriel Vilella, com Regina Duarte; “Como Aprendi a Dirigir um Carro”, com Andréa Beltrão e Paulo Betti; “Visitando o Sr. Green”, direção de Elias Andreato para duas versões (com Paulo Autran e Cassio Scapin, e Paulo Autran e Dan Stulbach); “Os Sete Afluentes do Rio Ota”, direção de Monique Gardenberg; “Sua Excelência o Candidato”, direção de Alexandre Reinecke, com Reynaldo Gianecchini; “Agreste”, direção de Marcio Aurélio, com Paulo Marcello e João Carlos Andreazza; “Baque”, direção de Monique Gardenberg, com Deborah Evelyn, Emilio de Melo e Carlos Evelyn; “Às Favas com os Escrúpulos”, direção de Jô Soares, com Bibi Ferreira, Juca de Oliveira, Adriane Galisteu, Neusa Maria Faro e Daniel Warren; e “Amigas Pero no Mucho”, direção de José Possi Neto, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato, Claudio Fontana e Romis Ferreira. Com sua empresa Rego Início Produções, foi Diretora de Produção e Produtora Executiva de montagens, como “Calígula”, direção de Gabriel Vilella, com Thiago Lacerda, Pascoal da Conceição, Pedro Henrique Moutinho, Ando Camargo, Rodrigo Fregnan e Jorge Emil; “Vergonha dos Pés”, direção de Alexandre Reinecke, com Priscila Fantin e Danton Mello; “Cocoricó”, direção de Fernando Gomes; e “Charlie & Lola”, direção de Roman Stefanski. Começou sua carreira com musicais em 2009 ao lado de Charles Moeller e Claudio Botelho, na equipe de produção em São Paulo dos espetáculos “A Noviça Rebelde”, “Beatles Num Céu de Diamante”, “7 – O Musical” e “O Despertar da Primavera”. Com Fred Hanson, produziu “O Médico e o Monstro”. Desde 2010 na Time For Fun, exerce a função de Gerente Geral da Divisão Teatro e produziu no Teatro Renault: “Mamma Mia!”, “A Família Addams”, “O Rei Leão”, “Mudança de Hábito”, “Wicked”, “Les Misérables” e “O Fantasma da Ópera”. PATRÍCIA FIGUEIREDO – (PRODUTOR ADMINISTRATIVO)Experiência em Gestão Cultural e Projetos Incentivados, prestação de contas de projetos culturais, elaboração e formatação de projetos culturais, planejamento financeiro, produção administrativa. Conhecimento da Instruções Normativas e Decretos que regem as Leis de incentivo. Atuante na área de desenvolvimento, planejamento e administração de projetos culturais, enquadrando propostas culturais nas principais leis de incentivo à cultura, estabelecendo metas e estratégias para o fomento e a difusão cultural. Atuante junto às Leis de Incentivo Fiscal do Estado de São Paulo – Programa de Ação Cultural – ProAC, Lei de Incentivo à Cultura - Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC. Experiência em planejamento, elaboração, controle de orçamento e coordenação financeira de projetos culturais. Atuando como consultora na área de incentivos fiscais no que diz respeito às fases de produção e controle financeiro de projetos incentivados por Leis de incentivos fiscais nacional, estadual e municipal. Alguns Projetos Elaborados Curta Teatro, Operação Abafa, Sua Excelência, o Candidato, Cada um com seus pobrema, Ricardo III, Pedro e o Lobo, O Mistério de Irma Vap, A Alma Boa de Setsuan, Arte, Cultura e Cidadania, O Pintor, O Casamento Segundo Nelson, Circuito Nacional de Teatro, Xugueder, Zorro, Silvio Santos vem aí.

Providência

Arquivado a pedido do proponente.