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"O que é original? " É a exposição individual do artista Marcelo Conrado, a acontecer durante 3 meses no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro _ MNBA-RJ em 2021 , que instiga uma discussão sobre o conceito de autoria na arte contemporânea. O artista questiona, através de sua obra, a autoria na arte. Doutor em Direito pela UFPR e professor da mesma universidade, a exposição reúne reflexões próprias de suas duas vertentes profissionais: arte e direito. "Temos aqui uma discussão sobre os conceitos de autoria, anonimato, apropriação e originalidade na arte", explica o artista. Para isso, ele utiliza 20 fotografias licenciadas de bancos de imagens, sobrepostas a frases anônimas, retiradas de pichações, redes sociais ou conversas casuais. Em outro espaço da exposição, Conrado apresenta ao público 13 pinturas em grandes formatos. Estas, por sua vez, ao serem produzidas, receberam influência de outros artistas, o que mantém vivo o questionamento central da mostra.
“O que é original? “ É a exposição individual do artista Marcelo Conrado, a acontecer no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro – MNBA-RJ em 2021 , que instiga uma discussão sobre o conceito de autoria na arte contemporânea. O artista questiona, através de sua obra, a autoria na arte. Doutor em Direito pela UFPR e professor da mesma universidade, a exposição reúne reflexões próprias de suas duas vertentes profissionais: arte e direito. “Temos aqui uma discussão sobre os conceitos de autoria, anonimato, apropriação e originalidade na arte”, explica o artista. Para isso, ele utiliza 20 fotografias licenciadas de bancos de imagens, sobrepostas a frases anônimas, retiradas de pichações, redes sociais ou conversas casuais. “É um diálogo entre a apropriação de textos e imagens. Do duplo anonimato, das fotografias de banco de imagens e de frases, reivindico a autoria das obras”, informa. Em outro espaço da exposição, Conrado apresenta ao público 13 pinturas em grandes formatos. Estas, por sua vez, ao serem produzidas, receberam influência de outros artistas, o que mantém vivo o questionamento central da mostra. No espaço dedicado às pinturas, a autoria se faz presente por meio da mão do artista. Aqui não é possível delegar, diferente da sala dedicada às fotografias, onde a autoria é evidenciada pela via da apropriação. “Conrado se equilibra em duas vertentes. Na pintura, exercita sua expressão, emoção e subjetividade”, explica a curadora Maria José Justino. “A inclinação de Conrado pela fotografia e pela citação busca explorar outras possibilidades que os novos meios emprestam à arte. “ Ao se apropriar de ideias e citações, o artista alarga a fotografia e possibilita outro universo simbólico, novos sentidos a serem habitados, segundo informa a curadora. A mostra conta ainda com um painel de Led com frases em movimento, que remete a locais públicos de grande circulação que utilizam tal ferramenta de comunicação. Ao final, uma obra interativa convida o público a deixar contribuições para possíveis futuros trabalhos do artista.
Objetivo geral Realizar uma exposição de artes visuais do artista Marcelo Conrado no Museu Nacional de Belas Artes - RJ com o objetivo de propor questionamentos sobre os conceitos de autoria, obra e originalidade na arte contemporânea; Apresentar as diversas possibilidades de desdobramentos da autoria, tais como o processo de criação, a originalidade, o anonimato, a autoria colaborativa, o apropriacionismo, dentre outras questões; Objetivos específicos • Realizar palestras, talks e discussões com universidades no campo da arte e do direito; Promover uma visita guiada com a presença do artista e da curadora; com intérprete de libras. Para 40 pessoas.• Fazer registro videográfico com o artista e curador para ser disponibilizado gratuitamente a escolas e universidades.• Áudio Guia na Exposição• Instigar um diálogo interdisciplinar entre as artes visuais e o direito; • Familiarizar o público com as linguagens da arte contemporânea, ou seja, com os conceitos de obra e a ressignificação do conceito de originalidade; promover a participação do público, de todas as faixas etárias, na programação do Museu Nacional de Belas Artes _ MNBA-RJ Ações educativas Obra colaborativa na exposição A exposição é dividida em 3 partes ( a. pinturas, b. fotografias e c. local destinado para interação do público com a obra). Nesse último espaço os visitantes poderão deixar frases escritas para serem utilizadas pelo artista nas próximas exposições. Trata-se, portanto, de uma obra colaborativa e que requer a participação do público para que seja realizada.
Justificativa da lei de incentivo à cultura: em conformidade com a Lei de Incentivo à cultura, este projeto enquadra‐se no: Incisos do art. 1ºI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Atendendo ainda a IN 02/2019 - Contrapartidas SociaisOficinas educativas gratuitas Entrada Gratuita. A proposta da exposição justifica-se por trazer à luz algumas das questões mais instigantes da arte contemporânea, que são os conceitos de autoria, obra e originalidade, bem como seus desdobramentos. O que é original na arte hoje? O artista pode apropriar-se de obras de outros artistas? Ao artista é possível delegar a execução da obra? O que é mais importante, a ideia ou a execução da obra? Quando o público participa da obra, de quem é autoria? De onde surgem as ideias do artista? Como é o processo de criação do artista e quais são suas influências? Essas são algumas das perguntas que permeiam e, principalmente, justificam a proposta. Em texto que leva assinatura da curadora da exposição, a professora de história da arte Maria José Justino, ao enfrentar os possíveis significados do que é a originalidade na arte torna-se Impossível entrar nesse tema sem se reportar às reflexões de Walter Benjamin quando trata do assunto do artista como criador, da reprodutibilidade técnica da arte e do conceito de aura. A aura, para ele, só é possível na obra única, aquela que guarda autenticidade, que se funda no ritual. A aura é o DNA da arte. Mas a possibilidade de reprodução via novas tecnologias atinge em cheio a aura, particularmente a da pintura. Ao despojarem o objeto de seu véu, as técnicas de reprodução alteram a função da arte, abrindo caminho tanto para a tentativa da arte pela arte quanto para o exercício da arte política. Com o advento da informática (tecnologias que Benjamin não alcançou), o artista busca distanciar-se da aura. Novas simbologias tomam feição, culminando na identificação da arte com o conceito, em que não há mais lugar para a arte pela arte a arte passa a se relacionar com a política, a antropologia, a sociologia, a matemática, a filosofia, a vida. Arte pura, se é que existiu, deixa de ter sentido. Conrado partilha desses influxos. Mas a sua aventura pela arte não significa uma passagem da visualidade (pintura) para a arte conceitual (fotos-frases). Longe disso, nela convivem o poético e o propósito político. A estética contemplativa convive com a permutativa: pintura, fotos, textos, ideias. Conrado se equilibra em duas vertentes: na pintura, exercita expressão e subjetividade; nas fotos/textos, consuma a racionalidade. Ao se apropriar de simbologias imagens e palavras , constrói uma armadilha e aprisiona o espectador, que se vê compelido a refletir. E donde vêm essas imagens? Dalgures muitas delas ao alcance de todos, disponíveis via internet ou dispersas na rua. E os autores? Perdidos no tempo. Nessas fotos/frases, há de Conrado precisão na escolha. Mas se há seleção de frases e imagens, isso nos impõe a pergunta: na escolha não permanece uma autoria? Na pintura não há dúvida, o artista é o autor. E nessas outras experiências, onde fica a autoria? Quem é o criador? E o que é original? Conrado acredita que, mesmo se apropriando de outra obra, o artista, ao ressignificá-la, pode ser original. A autoria, desse modo, torna-se fluida. Conrado instala-se nas fronteiras entre estético e social, entre arte e política. Todo o seu recente trabalho equilibra-se na ideia de propriedade, das imagens às ideias. Dissolução do objeto (arte) e das relações criador-fruidor; apropriação e anonimato; a interação do público com as propostas do artista. Rito de passagem: nascimento e morte, entrada em outra dimensão. Conrado, como Ísis, recolhendo fragmentos da existência humana, afirma-se como um ser compassivo, sensível às tragédias humanas, capaz de compartilhar suas descobertas e achados. Apropria-se de imagens soltas na vida, liberadas da posse. Tudo está disponível, ao alcance nas redes sociais ou nos encontros fortuitos: frases aleatórias surpreendidas algures em caminhões, motos, no cinema, na literatura, na rua ou em prosa com amigos. Tudo é fonte. Com raras exceções, não as modifica, citando-as literalmente (fotos e frases) como as encontra, desfrutando do que pode surgir da junção de imagem e texto. Esse confronto cria perturbação, ativa o cérebro, estimula a sensibilidade. Mas Conrado não esquece do equilíbrio entre a pintura e o conceito: nem só gesto, nem só racionalidade. Como lembra Fernando Pessoa: É preciso também não ter filosofia nenhuma. Com filosofia não há árvores: há ideias apenas. Reflexão e gozo. Conrado nos devolve o prazer de sentir e pensar.
Folder Tiragem 3.000 unidades Formato: 60 x 18cm (aberto) e 15 x 18 (fechado)Cor: 4x4Papel 150g offset; Acabamento: 3 dobras paralelas - sanfona e refile. Acabamento final: refile Contendo imagens das obras, texto curatorial,ficha técnica e devidas logomarcas.
Exposição de Artes:O Museu Nacional de Belas Artes é adaptado tanto para cadeirantes, rampas, elevadores, como também para deficientes visuais com guias táteis e legendas em braile para que deficientes visuais possam apreciá-las por meio do tato, recebendo informações com textos, legendas em braileSerá feita uma obra/instalação para que visitantes com deficiência visual possam apreciá-las por meio do tato, recebendo informações com textos, legendas em braile . A visita guiada a mostra terá intérprete de libras. Registro videográfico da visita guiada e serão disponibilizadas na internet.Áudio descrição da mostra.Folder da mostraO Folder da mostra será distribuído gratuitamente e estará disponível online. Em cumprimento ao artigo 18 da IN no. 2 de 2019, parágrafo 2º, o material de divulgação irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas, sempre que tecnicamente possível..
Em atendimento ao Artigo 21 da IN nº 2 de 2019, o projeto adotará ainda as seguintes medidas de ampliação de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;Disponibilização na internet de registros audiovisuais: as exposições realizadas pelo museu e seus conteúdos são registrados em formato digital e disponibilizados ao público na página web do museu através da ferramenta “tour virtual em 3D”A visita guiada, mesa redonda e oficina estarão disponíveis na Internet.IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O MNBA funciona de terça a sexta-feira das 10h às 18h; nos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h, fechando ao público às segundas-feiras. A Política de gratuidade busca contemplar públicos em situação de vulnerabilidade social, incentivar educadores e estudantes, contemplando também idosos (acima de 60 anos), menos de 05 anos, escolas municipais e estaduais em visita agendada. Aos domingos, o acesso é gratuito a todos. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo benefício do Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Lembrando que o proponente não irá arrecadar com a bilheteria da mostra.
Coordenação do projeto Gavião Pinheiro Produção Cultural O proponente informa que será responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Coordenação geral de todas as etapas de realização e será remunerado nessa rúbrica. Rebeca Gavião Marques Gomes Pinheiro - Diretora executiva, Formada em Administração de Empresas pela Universdade Positivo, com pré MBA em Marketing pela UCSD-Califórnia, com especialização em Bens Culturais, Cultura Economia e Gestão - FGV-SP. Trabalhou na área de planejamento cultural do Museu Oscar Niemeyer de 2003 a 2012 onde desenvolveu várias mostras nacionais e internacionais. A GAVIÃO PINHEIRO é uma empresa de produção cultural com ênfase em projetos de artes visuais que tem como objetivo o desenvolvimento e execução de projetos culturais. Criada em 2013 por Rebeca Gavião Pinheiro, a Gavião Pinheiro desenvolveu diversos projetos culturais entre eles:Coodenação Geral do Salão Paranense de arte (64º, 65º e 66º)Coordenação Geral do Salão Nacional de Cerâmica (5º e 6º)Coordenação e produção de mostras no SESI -PR (Sinais de Fogo, Guita Soifer, Rubens Meister)• Produção da mostra Decodificação Cosmológica de Uiara Bartira – Museu Oscar Niemeyer – 2018• Produção do 19º Simpósio de Cerâmica – Museu Alfredo Andersen - 2019• Produção da mostra OFERENDAS de Guita Soifer – Museu Oscar Niemeyer – 2019• Produção da mostra O QUE É ORIGINAL de Marcelo Conrado – Museu Oscar Niemeyer - 2019 Coordenação geralKATIA AVILLEZGraduada em Letras pela PUC-RJ e em Marketing pela FGV- RJ, atua na Área de Diretora Geral da Globaleventos, alguns eventos em destaque: Coordenação Geral do Monumental2018, tema Arte Delas, na Marina da Gloria, Rio de Janeiro, de 25 novembro a 06 de Janeiro 2019. Realização Br Marinas. Produção-Geral da feira de arte e design autoral MADE, em sua 6aedição, no Pavilhão da Bienal de São Paulo de 26 junho a 01 de julho 2018. Patrocínio Master Bradesco Private Bank. Produção SP da Exposição “Hiper Foto –Brasil “de Jean-François Rauzier, março e abril 2018, no Centro Cultural São Paulo. Patrocínio: Caixa Seguradora Coordenação Geral da exposição “MONUMENTAL - ARTE MÓVEL" de 18 de novembro a 18 de dezembro 2017, realizada na Marina da Gloria, Rio de Janeiro. Patrocínio de Br Marinas. Produção-Geral da feira de design art. MADE 2017, em sua 5a Edição no Pavilhão da Bienal de São Paulo, de 9 a 13 de agosto 2017 para um público de 15.000 pessoas. Patrocínio Master Bradesco Private Bank. Produção do desfile “Revoada”, Arte&Fashion da artista plástica Patrícia Secco no Palácio São Clemente, Rio, em setembro 2017, para 600 convidados e com a participação de artistas renomados da TV Globo em prol da ONG “Terra dos Homens”. Coordenação Geral da exposição “Circuito dos Planetas“ da artista Renata Adler no Centro Cultural Parque das Ruinas e no McGallery Hotel Santa Teresa no Rio de Janeiro, agosto e setembro 2017. Idealização e Produção do projeto com o artista suíço Not Vital para o Consulado da Suíça em parceria com a Galeria Nara Roesler, abril 2017. Participação em parceria com a galeria “Gabinete de Arte k2o” no SP-arte, feira de arte contemporânea de São Paulo, abril 2017 e na Feira Scope, Miami, dezembro 2016. Coordenação Geral da exposição “MONUMENTAL - ARTE NA MARINA DA GLORIA" de 11 de novembro a 18 de dezembro 2016, realizada na Marina da Gloria, Rio de Janeiro. Patrocínio de Br Marinas. Produção-Geral do MADE 2016, 4a edição da Feira de Design e Arte, realizada no Jockey Club de São Paulo, de 08 a 14 de Agosto. Patrocinador Master: Bradesco Private Bank; Produção-Geral do MADE 2015, Feira de Design e Arte, realizada em parceria com o Grupo Abril em S. Paulo (Jockey Club) entre 11 e 15 de agosto, 2015, com 12,000 visitantes. Patrocinador Master: BRADESCO PRIVATE BANK; Coordenadora-Geral da exposição de design brasileiro contemporâneo "MADE a Milano", no Pallazo Lita em Milão, entre 14 e 19 abril 2015, com 15.000 visitantes. Patrocínio Master: APEX; Coordenadora-Geral (CEO) da Exposição "Feito por Brasileiros", Cidade Matarazzo, SP, entre setembro e outubro de 2014, com 150 mil visitantes (www.feitoporbrasileiros.com.br). Este evento foi o Vencedor do Prémio "Mais Importante Iniciativa Cultural em 2014". Coordenação de Produção Martha Pagy Desenvolve projetos de curadoria, consultoria e gestão cultural nas áreas de artes, patrimônio e memória.Martha foi uma das responsáveis pela formulação do perfil de atuação do Centro Cultural Banco do Brasil-CCBB no Rio, na função de diretora de programação e patrimônio, desde sua inauguração, em 1989, até 2003. No CCBB realizou exposições internacionais como SURREALISMO, LUCIO FONTANA, PICASSO, JENNY HOLZER, MoMA-Fotografias; e nacionais como WALTERCIO CALDAS, ADRIANA VAREJÃO, BEATRIZ MILHAZES, ISMAEL NERY, IVAN SERPA, FRANZ WEISSMANN, entre outros.Como Diretora do Instituto Arte Viva, no período de 2004 a 2005, realizou o Seminário Internacional Museus: Pontes entre Culturas, em parceria com o IPHAN/MinC, e desenvolveu o projeto da mostra Além da Imagem, realizada em 2005 no Oi Futuro. Em 2006, à frente de sua empresa Múltiplos Projetos Culturais, realizou exposição da artista Regina Silveira, no OI Futuro-Rio de Janeiro. Em 2007, idealizou e inaugurou o LARGO DAS ARTES, galeria de arte contemporânea localizada no Centro histórico do Rio de Janeiro, à frente da qual realizou em torno de 10 exposições ao ano, além de ações educativas e de formação de coleções.Nesse mesmo ano foi curadora da exposição Dias a Fio, do artista Zeka Araújo, na Galeria 90, Rio de Janeiro, no âmbito do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. Também em 2007 coordenou a edição de 200 álbuns de gravuras inéditas da artista Thereza Miranda sob patrocínio da Icatu Hartford. Em 2008, realizou a retrospectiva Thereza Miranda – Impressões, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; e promoveu a itinerância de parte dessa exposição para o Espaço Cultural Embaixada do Brasil, em Buenos Aires. Ainda em 2008 foi responsável pela idealização, curadoria e execução do projeto de arte pública Série Light Ilumina, com a instalação da obra Nuvem de Eduardo Coimbra na Praça XV, sob o patrocínio da Light. Em 2009, realizou a curadoria e produção das exposições Signos, com obras de 10 artistas brasileiros, no Largo das Artes; e Deslocamento, com trabalhos de 4 fotógrafos, na Casa do Saber – RJ. Em 2010, realizou a curadoria e produção das exposições Rosana Palazyan, individual da artista na Casa França-Brasil – RJ, com o patrocínio da Light e co-patrocínio da Embratel; e Entretempos, coletiva com 3 artistas, no Largo das Artes-RJ. Inicia nesse mesmo ano a produção da mostra Lygia Pape para realização no Museu Reina Sofia, em maio de 2011, a convite do próprio Museu.Realizou a curadoria da mostra 3 X DESENHO – Gabriel Netto, Leandro Pereira e Marinho, no Largo das Artes; e da coletiva ANO IV, na mesma galeria.Em 2012, coordenou a exposição Anima Mundi 20 anos para realização em Julho, no Monumento Estácio de Sá / RJ. Ainda em 2012 orientou o artista Marcelo Jácome na produção do trabalho site-specific instalado na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. E foi co-curadora da mostra [o espaço entre] na galeria Largo das Artes.Em 2013 realizou as exposições coletivas TAL 012 como co-curadora e co-produtora, na Galeria TechArtLab / Bhering - RJ; ANIMA MUNDI, como coordenadora e responsável pelo design de montagem: e AFETOS & SABERES; NARRATIVAS e PÃO DE AÇÚCAR, de MARIA-CARMEN PERLINGEIRO como curadora e organizadora, no Martha Pagy Escritório de Arte.Em 2014 realiza a individual AMADOR PEREZ, Uma Antologia, no Martha Pagy Escritório de Arte; a instalação PÓRTICO, de Marcelo Jácome, no Jardin d’Acclimatation / Paris, como curadora; a exposição ANATOMIA DA LUZ, de Albano Afonso, como Coordenadora no Oi Futuro - Flamengo.Participa da Contemporary Art Fair The Solo Project 2014, em Basel, como expositora e curadora.À frente de seu Escritório de Arte desde 2013, MARTHA PAGY representa e agencia artistas de gerações e linguagens diversas, acompanhando o desenvolvimento de suas carreiras e produção para a inserção de seus trabalhos no mercado da arte contemporânea. Com a proposta de criar um espaço que permita ao espectador um contato mais exclusivo e intimista com a arte, Martha Pagy trouxe a galeria para sua casa, apresentando as obras num ambiente e cenário propícios à fruição e à reflexão, e incentivando o colecionismo. CuradoriaMaria José Justino AREA DE ATUAÇÃO Estética, Crítica, História da Arte e Curadoria FORMAÇÃO /TITULAÇÃO Pós-Doctor: École des Hautes Études en Sciences Sociales – Paris (2008). Doutorado em Estética e Ciências das Artes – Universidade de Paris VIII (1991). Mestrado em Filosofia da Educação – PUC-SP (1983). Graduação em Pintura– Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1971). Graduação em Filosofia – Universidade Federal do Paraná (1968) Diretora da Escola de Música e Belas Artes do Paraná – EMBAP-UNESPAR (2012/2016). Professora de Estética e História da Arte na EMBAP - Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1998-2019). Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UFPR (1998/2002). Comissão Especial Permanente – Acervo Artístico EMBAP/UNESPAR. Coordenadora ABCA –Associação Brasileira de Críticos de Arte – Regional Sul 2004/2006. Membro da Academia Paranaense de Letras desde 2013. Cadeira 38. Membro do Conselho Editorial da Revista PROEXT, MEC/SESU, 2005. Coordenadora de Ação Cultural - Símbolo DAS-5, Secretaria de Estado da Cultura e do Esporte, 1986/87. Membro Efetivo do Conselho de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná. Decreto 1994/95. Membro Comissão Consultivo de Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba, 1995 Chefe do Departamento de Filosofia do Setor de Ciências Humanas da UFPR, 1983/85. Membro do Conselho Consultivo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MASPR, 1984 a 1987; 2016 a 2018. Membro do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Paraná biênio 1986/1987 e quadriênio 2014/2017. Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MASPR, 1984 a 1987; 2016 a 2018 Membro do Conselho Museu Oscar Niemeyer –MON, Paraná, 2015 a 2018. Presidente Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná. 1985/87. Comissão de Análise e Seleção de Obras para a Constituição do Acervo do Museu Oscar Niemeyer – MON, setembro 2013. Membro da Comissão de Estudos sobre a Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia. Portaria Reitor 038, 12.05.1986. Presidente da Sociedade de Estudos e Atividades Filosóficas. SEAF – Paraná, 1980/81. Editora da Revista de Ciências Humanas, Letras e Artes - UFPR (1995/1998). Membro do Conselho de Cultura da SEEC-PR (1995/96). Professora no Departamento de Filosofia da UFPR 1972/95. Professora de Estética no Curso Permanente de Teatro - Fundação Teatro Guaíra, Curitiba, Paraná (1974/78). Professora de História da Arte no Curso Permanente de Teatro - Fundação Teatro Guaíra, Curitiba, Paraná (1977/78). Professora nos Cursos de Especialização: Estética, Crítica de Arte, História de Arte, Leituras de Múltiplas Linguagens, Fundamentos Estéticos para Arte-Educação - EMBAP, FAP, PUCPR e UFTPR (1991 à 2009). Professora nos Cursos de Pós-Graduação: Sociologia da Arte – Mestrado em Artes – UFBahia (1997) e Estética Literária - Mestrado em Letras – UFPR (1993).Professora Visitante no Museu de Arte Contemporânea da USP, Março 2010. Conselheira no Conselho de Cultura, Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte do Paraná, Secretaria de Estado da Cultura e Esporte, Curitiba, (1984/97). Parecerista Revista Vórtex (ISSN 2317-9937), EMBAP-UNESPAR – Curitiba, PR, BR. Assessoria Técnico-Científica à Fundação Editora da UNESP, junho 2012. Parecerista Revista Sensorium. EMBAP-UNESPAR Curitiba, PR, BR. Parecer Técnico sobre o Conjunto dos Painéis Públicos de Poty Lazarotto. Conselho Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico – CEPHA. 20.08.2014. Curitiba, Paraná, Br. Curadorias: Schwanke, a linha reta não sonha. Instituto Internacional Juarez Machado, Joinville, Santa Catarina, 22 de junho a julho 2019. O que é Original? Marcelo Conrado. Museu Oscar Niemeyer – MON, Curitiba, 11 abril a 18 agosto de 2019. O que havia e o que resta: pinturas de Estela Sandrini. Instituto Internacional Juarez Machado, América, Joinville _ SC. 18 de agosto à 28 de outubro de 2018. Juliane Fuganti, Cinco Elementos, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, setembro a novembro 2018. Embap, 70 anos ensinando e produzindo arte. Museu Paranaense, Curitiba, 14.09.18 à 11.11.18. Centenário de João Vilanova Artigas, nos pormenores um universo, MON, agosto 2015 a julho 2016. Desejo de Salão: Salão Paranaense uma retrospectiva. 20 dez. 2011 a 18 mar 2012 – MAC-PR. Local: MON, Curitiba. LIVROS PUBLICADOS Mulheres na Arte. Que Diferença isso faz? Curitiba: Museu Oscar Niemeyer - MON, 2013. (188 p.) Museu Oscar Niemeyer: 2003 a 2007. Coord. Ariadne G. Mattei Manzi. Capítulo: Um olhar sobre o acervo do MON. Curitiba: Museu Oscar Niemeyer, 2008. (372 p.) A Pintura Morreu. Viva a pintura! In Por que Pintura. Curitiba: Solar do Rosário, 2009. (Capítulo) (176 p.) ISBN 978-85-60665-19-8. Guido Viaro, um visionário da arte. Curitiba: Museu Oscar Niemeyer - MON, 2007. (220 p.). MAJ 30 Anos. Exposição comemorativa dos 30 anos do Museu de Arte de Joinville. Joinvile, Santa Catarina, setembro, 2006. “Criticar é entrar na Crise - uma perspectiva histórica da crítica de arte” In Os Lugares da Crítica. Coord. L. Rebollo e A. Fabris. São Paulo: ABCA: Imprensa Oficial do Estado, 2005. Frans Krajcberg: a tragicidade da natureza pelo olhar da arte. Curitiba: Travessa dos Editores, 2005. (93 p.). "A admirável complexidade da arte" (In: Cordi. C. et al. Para Filosofar. São Paulo: Scipione, 2000 – Prêmio Jabuti, 2001), A Tarsila construtiva dos anos 1920,89. In (Org. L. Rebolo) Arte Brasileira no séc XX. São Paulo: ABCA/Imprensa Oficial, 2007. O Banquete Canibal - a modernidade em Tarsila do Amaral Curitiba: Editora da UFPR, 2002 (187 páginas) Catálogo Acervo MusA – Museu de Arte da UFPR (org.). Curitiba: UFPR/PROEC, 2002. (125 p.) Passeio pela Pintura Paranaense (org.). Curitiba: Editora da UFPR, 2002. (233 p.) Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares: a Experiência da UFPR (org.). Curitiba: UFPR/PROEC, 2002. Coordenação. (110 p.) Festival de Inverno da UFPR - 11 anos de Cultura, Arte e Cidadania (Org.). Curitiba: PROEC, 2001. (158 p.) Avaliação Nacional da Extensão. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Brasília: MEC, 2001 (co-autoria). Seja Marginal Seja Herói - modernidade e pós-modernidade em Hélio Oiticica. Curitiba: Editora da UFPR, 1998. (148 p.) Estela Sandrini: o Sensível Devaneio da Racionalidade. Curitiba: Kingraf, 1998. (135 p.) 50 anos do Salão Paranaense (coord. e org.). Curitiba: Secretaria do Estado da Cultura, Curitiba, 1995. ((326 páginas) De Bona, um exercício de criação (coord. e org.). Curitiba: Sciencia et Labor - UFPR, 1989. (69 p.) Tradição & Contradição (coord. e org.). Curitiba: Secretaria do Estado da Cultura, Curitiba, 1986. (154 p.) PRÊMIOS Prêmio Maria Eugênia Franco (Curadoria pela Exposição) ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte. 2011. Exposição: O Estado da Arte – 40 anos de Arte Contemporânea no Paraná. Museu Oscar Niemeyer – MON, Curitiba, setembro. 2010/24 de abril 2011.
PROJETO ARQUIVADO.