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PRONAC 204270Arquivado a pedido proponenteMecenato

Do outro lado do rio: o Pouso Frio de Toledo/PR

MARIA CRISTINA DE CASTRO PEREIRA
Solicitado
R$ 107,2 mil
Aprovado
R$ 107,2 mil
Captado
R$ 2,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Toledo
Início
2021-02-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Toledo Paraná

Resumo

Este projeto cultural pretende realizar duas ações: a publicação de um livro histórico sobre uma área de ocupação na cidade - o Pouso Frio - deixada à margem na historiografia e nos monumentos locais (o texto a ser revisado e editado para publicação foi escrito como dissertação de mestrado em História em 2016); e a produção de um áudio drama ambientado neste espaço-tempo (décadas de 1950 a 1990). Cleusa Pereira escreveu a "rádio-novela" em São Paulo/SP, em julho de 2019, e enviou à sua filha, Mariane Yukari, para gravação em Toledo/PR. Os dois produtos, livro e áudio drama, em formato ebook e podcast, serão disponibilizados gratuitamente para o público. Livro e primeiro episódio do áudio drama serão lançados em evento artístico-pedagógico.

Sinopse

O projeto "Do outro lado do rio: o Pouso Frio de Toledo" começa com a publicação de um livro de história com foco no Oeste do Paraná, na segunda metade do século XX. O cenário é o processo de êxodo rural que trouxe à Toledo e ao Pouso Frio milhares de pessoas em busca de melhores condições de vida e trabalho, que construíram redes de solidariedade entre familiares, amizades e vizinhanças ao longo das décadas e dos desafios. A área de ocupação chamada de Pouso Frio na cidade de Toledo/PR foi também palco de movimentações e transformações produzidas naquele espaço, particularmente na década de 1980 quando "novos personagens entram em cena" e acontece a "regularização" da área, com realinhamento, alargamento e abertura de ruas, realinhamento de cercas e muros, drenagem de áreas alagadiças e recuo e transporte de casas. A investigação sobre a história do Pouso Frio privilegiou a problematização das experiências de seus habitantes, particularmente a partir de entrevistas orais, articulando a noção de experiência ao de cultura. Cultura entendida como os modos de viver, abarcando todas as experiências das pessoas, desde o trabalho, as relações familiares, o lazer, a religião, até as vestimentas, a alimentação, entre outros. O livro está dividido em três capítulos. No primeiro oriento a investigação para a constituição do Pouso Frio e as transformações produzidas neste espaço, privilegiando a problematização das experiências dos sujeitos que viveram nesta área: suas estratégias de sobrevivência; inserção no mercado de trabalho; problemas enfrentados; condições de moradia; expectativas; práticas sociais de luta produzidas; e por fim, a interpretação que fizeram no momento da entrevista. Outra questão abordada diz respeito às circunstâncias ou formas pelas quais os entrevistados tomaram conhecimento e passaram a participar da ocupação do Pouso Frio. Como este espaço urbano foi concebido por estes trabalhadores recém-chegados e quais intervenções eles produziram ali. E, principalmente, como suas expectativas e valores foram ou não reelaboradas neste novo espaço, no trabalho, na moradia, no lazer. No segundo capítulo estuda os movimentos reivindicatórios de moradores(as) do Pouso Frio, os processos de organização, suas conquistas e suas relações com o poder público municipal; A construção dos espaços e instituições que possibilitaram e/ou contribuíram para as organizações populares no Pouso Frio, como as Associações de Moradores e a Pastoral Operária. É evidenciado também as potencialidades organizativas e reivindicatórias das organizações de bairro e o papel da Igreja, fundamentalmente por meio das Comunidades Eclesiais de Base, na formação e suporte destes movimentos urbanos. O terceiro e último capítulo trata do processo inicial de identificação dos proprietários legais dos terrenos que compunham o Pouso Frio (e a posterior compra ou desapropriação pela Prefeitura Municipal), até a “doação” às pessoas que lá viviam. A abertura de ruas, o transporte e recuo de casas, as remoções de famílias, os asfaltamentos, entre outras transformações no bairro são problemáticas abordadas. A partir de sua própria pesquisa (entre ela a dissertação de mestrado à ser publicada) e inspiração, Cleusa Pereira escreveu a rádio novela "Ciça", que conta a história de Maria Cecilia desde o seu nascimento, tendo como fundo de cena a colonização do município de Toledo no Oeste do Paraná, mais precisamente Pouso Frio, lugar ocupado por trabalhadores vindos de diversas regiões do Brasil e do Paraguai, com diferentes etnias buscavam melhores condições de vida. Eram pessoas que não se encaixavam no projeto idealizado pela Madeireira Maripá, que comprou a Fazenda Britânia em 1946, com o intuito de vender lotes planejados e organizados, sendo que para a compra destes lotes eram necessários preencher alguns critérios como localidade de origem (principalmente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e descendência (alemães e italianos), condições financeiras, entre outros, para quem não preenchia estes critérios sobrava as terras ilegais, conhecida como Pouso Frio (do outro lado do rio). Nossa história começa no final de 1949, quando João e Maria chegam em Pouso Frio, vindos de não se sabe onde. Maria está grávida e muito fraca, mas com a ajuda de Dona Francisca ela dá à luz a Ciça e ainda com a colaboração dela e de seu marido Seu Heitor o casal se estabelece. Na trajetória da narrativa temos um vislumbre das dificuldades desse povo marginalizado, vivendo em um lugar sem a menor infraestrutura, bem como uma referência a lenda das Cataratas de Foz do Iguaçu, somos testemunhas do crescimento de Ciça, das reviravoltas de sua vida e do terrível segredo que seus pais guardam a sete chaves. Perguntamos: De onde esse casal vem? E do que eles estão fugindo? A rádio novela é dividida em capítulos, onde cada um deles conta uma fase da vida de Ciça: CAPITULO – 1 (A CHEGADA) Personagens:• Narrador• Seu Heitor• Dona Francisca• Seu Ernesto• João• Maria- Chegada de João e Maria em Pouso Frio- Dificuldades que os migrantes enfrentavam na viagem até Pouso Frio- Inicio da amizade entre João e Maria e Seu Heitor e Dona Francisca- Nascimento conturbado de Ciça CAPITULO – 2 (QUEM CASA QUER CASA)Personagens:• Narrador • João• Seu Heitor• Capataz• Maria• Dona Francisca• Comadre- Seu Heitor ajuda João a arrumar emprega e conseguir terreno para construir casa- Diferença entre a colonização de Vila Toledo e dos posseiros em Pouso Frio- João e Maria mudam para a nova casa e compram maquina de costura- Segredos de João e Maria CAPITULO – 3 (PRIMEIRA INFÂNCIA)Personagens:• Narrador • Dona Francisca• Maria• Seu Heitor• João • Ciça- Festa de aniversário de cinco anos de Ciça, ela ganha cachorrinha dos padrinhos Seu Heitor e Dona Francisca- João e Maria lar feliz, tem até chiqueiro com porquinhos- Maria é costureira requisitada- Pouso Frio continua sem nenhuma infraestrutura- Ciça quer saber a origem de seu nome- Maria está preocupada existe uma sombra que pode tirar a felicidade do jovem casal CAPITULO – 4 (DIAS FELIZES)Personagens:• Narrador • Ciça• Malaquias• Maria• João• Seu Heitor• Aluno 1• Aluno 2• Aluno 3• Dona Francisca- Ciça está com sete anos e conhece Malaquias que está com 09 anos, ele mora em Vila Toledo- Maria agora dá aulas para crianças e adultos em sala improvisada- Todos estão ansiosos com a festa que vai acontecer na cidade de Toledo- Maria desmaia e vai para o hospital CAPITULO – 5 (A ESTRELA MAIS BRILHANTE)Personagens:• Narrador • João• Dona Francisca• Malaquias • Ciça • Seu Heitor- Maria morre- Ciça em choque encontra Malaquias que lhe conta a lenda das Cataratas de Foz do Iguaçu- Chegou o dia da Festa de Cristo Rei, mas o povo de Pouso Frio não vai e o dia do enterro de Maria CAPITULO – 6 (TEMPOS DIFÍCEIS) – PARTE 1 Personagens:• Narrador • Dona Francisca• Seu Heitor• João• Ciça • Malaquias • Comadre• Miguelzinho• Zé Caçador- João começa a beber e Ciça passa necessidades, seu sonho de ir para a escola está morto e enterrado, ela escondida de seu pai ajuda os vizinhos em troca de comida e esconde dos padrinhos a real condição- Laços de amizade entre Ciça e Malaquias se tornam mais fortes- Festa surpresa de 13 anos de Ciça e João chega bêbado e se indispõe com Seu Heitor- Ciça se interpõe na discussão e vai com o seu pai para casa- João joga os presentes de Ciça fora, ela chora e Miguelzinho guarda os presentes e entrega para ela escondido- O bando de Zé Caçador dá uma surra e João e Ciça o defende- Seu Heitor e outros moradores vão ajudar pai e filha- Zé Caçador e Seu Heitor se conhecem, lutaram juntos na Guerra do Contestado- O clima está pesado, mas o bando vai embora- Seu Heitor está muito preocupado CAPITULO – 7 (TEMPOS DIFÍCEIS) – PARTE 2Personagens:• Narrador • Seu Heitor • Ciça • Dona Francisca• Zé Caçador• João• Malaquias - Seu Heitor vai conversar com Zé Caçador, falam dos tempos antigos e da Operação Branqueamento- Zé Caçador não admite, mas tem medo de Seu Heitor e de Dona Francisca e ele promete deixar Ciça e João em paz- Ciça está com medo, mas sente a necessidade de lutar pelos direitos do povo de Pouso Frio- Festa de aniversário da cidade de Toledo, é 1965, Ciça vai com os padrinhos na festa e encontra Malaquias- Os pais de Malaquias não gostaram de ver ele e Ciça juntos, pois são de condições financeiras diferentes e mandam o rapaz estudar em São Paulo- Malaquias se desde de Ciça e lhe dá o primeiro beijo e promete voltar CAPITULO – 8 (A CARTA) Personagens:• Narrador • Ciça • Seu Heitor• Dona Francisca • João- Pouso Frio continua esquecido, sem progresso- Ciça com 16 anos, retoma o trabalho de sua mãe e começa a dar aulas, incutindo em seus alunos que devem lutar por melhores condições de vida- Ciça completa 18 anos, ela sente falta de Malaquias- Dona Francisca entrega uma carta que Maria deixou para ela- A carta conta toda a verdade sobre os motivos que fizeram João e Maria fugirem- Ciça fica perplexa e pede segredo para os padrinhos- João está muito doente, pede perdão para a filha e falece- Ciça abre o quarto de costura de sua mãe, pois seu pai o trancara desde que Maria morreu e ela queria as lembranças da mãe de volta- Ciça agora órfã decide conhecer sua família de São Paulo e parte em viagem contrariando a vontade dos padrinhos CAPITULO – 9 (ENCONTROS E DESENCONTROS) – primeira opçãoPersonagens:• Narrador • Ciça• Empregado• Coronel Leôncio• Rafael• Dona Dita• Seu Heitor• Dona Francisca• Malaquias- Ciça chega Fazenda Santa Clara em Andradina/SP, onde seus pais cresceram- A avó de Ciça já faleceu e seu avô e seu tio a maltratam, lhe dão dinheiro para ir embora, ela recusa, pois só queria conhece-los - Ciça vai embora magoada, brava e frustada, antes de ir conhece Dona Dita, empregada da fazenda que criou seu pai- Dona Dita conta outros fatos sobre seus pais que Ciça desconhecia- Ciça volta para Pouso Frio, muito feliz de ter conhecido Dona Dita, mas antes vai até as Cataratas do Iguaçu, ela cai nas água e morre afogada- Malaquias volta para Pouso Frio, procura Ciça e descobre que ela morreu, fica desesperado e isso destrói sua vida- O povo de Pouso Frio nos anos seguintes dá continuidade ao trabalho de Ciça, lutando por uma vida melhor e conseguem muitas vitórias. CAPITULO – 9 (ENCONTROS E DESENCONTROS) – segunda opçãoPersonagens:• Narrador • Ciça• Empregado• Coronel Leôncio• Rafael• Dona Dita• Seu Heitor• Dona Francisca• Malaquias Ciça chega Fazenda Santa Clara em Andradina/SP, onde seus pais cresceram- A avó de Ciça já faleceu e seu avô e seu tio a maltratam, lhe dão dinheiro para ir embora, ela recusa, pois só queria conhece-los - Ciça vai embora magoada, brava e frustada, antes de ir conhece Dona Dita, empregada da fazenda que criou seu pai- Dona Dita conta outros fatos sobre seus pais que Ciça desconhecia- Malaquias volta para Pouso Frio e procura por Ciça, eles se reencontram e se casam- Após 50 anos o casal continua feliz, Ciça realizou seu sonho de estudar e ser professora e teve a frente de cada luta que o povo de Pouso Frio empreendeu ao longo dos anos por melhores condições de vida - Ciça foi homenageada por seus esforços e agora tem uma escola com o seu nome. Viver do outro lado do rio constituiu-se em experiências singulares sobre o viver na cidade de Toledo desde suas origens. Produziu sentidos e significados entre as gerações. Esta população expressiva faz parte da história do município, da história social e do trabalho. Sua presença e atuação na cidade e no campo do Oeste Paranaense precisa ser declarada, compondo e recompondo memórias e narrativas. Classificação indicativa etária livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Dar visibilidade para a existência e história de uma área de Toledo/PR e seus habitantes, chamada até a década de 1980 de "Pouso Frio" (quando passou por um processo de "regularização") e recorrentemente esquecida nos livros de história, monumentos e cerimoniais de comemoração à atuação de pioneiros(as) e entre as novas gerações do bairro e da cidade. Objetivos específicos: - Editar, revisar o texto e publicar o livro "Do outro lado do rio: o Pouso Frio de Toledo/PR (1950-1990)" - 300 exemplares impressos, parte para distribuição gratuita em escola públicas municipais e estaduais, institutos federais, bibliotecas públicas e museus. Ebook gratuito; - Produzir o áudio drama "CIÇA", com nove capítulos, ficção ambientada no Pouso Frio, disponibilização gratuita; - Realizar um evento de lançamento dos produtos com intervenções artísticas neste espaço, atualmente Vila Pioneira;

Justificativa

A captação e canalização de recursos para este Projeto Cultural se faz pertinente considerando que contribui para facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando os recursos humanos e conteúdos locais, no caso, a região Oeste Paranaense, especificamente a cidade de Toledo/PR. Apoia, valoriza e difunde manifestações culturais criadas aqui, seja o livro, o áudio drama ou as interevenções artísticas propostas para o dia de lançamento dos produtos, no bairro. Preservando memórias sobreviventes sobre o viver na cidade desde seu início, no final da década de 1940 até o fim do processo de "regularização" do Pouso Frio no início de 1990. Neste sentido, expressões ditas por antigos moradores como "de um lado do rio feijão branco, do outro lado do rio feijão preto", sinalizam para a importância de ações que colocam em pauta a história do município e contemple as pessoas que viviam "do outro lado do rio", no Pouso Frio. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Esta proposta de Projeto Cultural almeja contribuir socialmente para a promoção e incentivo do hábito da leitura, assim como para a formação de público de expressões artísticas teatrais exclusivamente auditivas.

Especificação técnica

PEREIRA, Cleusa. Ciça. (rádio novela) 9 episódios. Acervo pessoal. PEREIRA, Maria C. de C. Trabalho, moradia e cidade: lutas de trabalhadores no Pouso Frio de Toledo (décadas de 1950-1990). Dissertação (Mestrado em História). 2016. 129 f. Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Marechal Cândido Rondon, 2016.

Acessibilidade

PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: Será impresso em braille gratuitamente pelo Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP) - Cascavel. PRODUTO: ÁUDIO DRAMA/WEBSÉRIE ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilização de texto escrito. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica CONTRAPARTIDA SOCIAL E LANÇAMENTO DOS PRODUTOS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Centro Cultural Ondy Helio Niederauer, local do evento, têm medidas de acessibilidade (rampas de acesso, corredores largos e banheiros adaptados) DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Áudio descrição. Há possibilidades de parceria com instituições para realizar este trabalho.

Democratização do acesso

PRODUTO: LIVRO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; A forma de disponibilização de 40% dos livros impressos, respeitadas as medidas de precaução e combate ao coronavírus definidas pelas autoridades públicas, será através da entrega/doação de exemplares para as bibliotecas de escolas municipais e estaduais do município de Toledo, bibliotecas do IFPR - Câmpus Umuarama e Cascavel, da Unioeste - Campus Marechal Cândido Rondon e Toledo e para o Museu Histórico Willy Barth. As bibliotecas públicas (do centro, da Vila Pioneiro e do terminal urbano), geladeiras de livros (como a da Casa da Cultura) e outros projetos sociais também recebem o livro impresso. Disponibilização online e gratuita, formato ebook. PRODUTO: ÁUDIO DRAMA/WEBSÉRIE IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Em formato podcast, gratuito na internet e acessível em outras mídias (rádio, por exemplo). EVENTO DE LANÇAMENTO DOS PRODUTOS: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

Maria Cristina de Castro Pereira Função: Proponente/dirigente - Trabalho não remunerado Pesquisadora Atriz RG 10.285.529-9 / CPF 071.646.099-85 / Data Nascimento 01.03.1992 / Celular (45) 998438678 / e-mail cristina.pereira@ifpr.edu.br / Residente em Toledo/PR Formada no Curso de Formação de Docentes para a Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental - Normal Médio (2009). Graduada em História pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE (2013). Mestre pelo Programa de Pós Graduação em História da UNIOESTE, área de concentração "História, Poder e Práticas Sociais" (2016). Doutoranda no Programa de Pós Graduação em História da UNIOESTE, área de concentração "História, Poder e Práticas Sociais". Realiza pesquisa vinculada à Linha de Pesquisa Trabalho e Movimentos Sociais - LTMS. Professora de História Moderna e Contemporânea no Instituto Federal do Paraná (IFPR) - Campus Umuarama. Atriz da Companhia Cênica de Cascavel, Grupo Put's de Teatro de Toledo e Corvusapiens Grupo de Teatro de Umuarama. Mariane Yukari Takenobu Perez - Nome artístico: Mariane Yukari Função: Direção do áudio drama DRT: 0036524/SP Reside atualmente em Cascavel/PR Graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu (SP/2011); com técnicas de Iluminação e Sonoplastia adquiridas pela USJT/SP e SP Escola De Teatro/SP (2012), bem como realizou duas oficinas de técnica de Iluminação realizada no Teatro Municipal de Cascavel (2018 e 2019). Desenvolve trabalho na área de percussão e percussão rudimentar em uma banda marcial, aprendizado obtido através de ações voluntárias que visam à paz, cultura e educação desde 2001, através de uma Organização não governamental chamada BSGI. Dirigiu o espetáculo ‘Por Cada Amanhecer’ no Festival de Cenas Curtas - FECT em Osasco/SP (2014); direção coletiva ‘A Descoberta de Glória’ no Projeto Recreio nas Férias em Osasco/SP (2014). Ministra aulas de Teatro livre desde 2015. Iniciou como professora pela Associação Voluntária e Universitária Mediares na UTFPR/MD (2015/2016/2017); Casa da Cultura de Matelândia/PR (2017); CRAS I II III IV de Toledo/PR (2018); NACA de Toledo/PR (2018); CERTI de Toledo/PR (2018); Escola e Ballet ArteMúsica em Toledo/PR (2019) e atualmente trabalha no CRAS de Catanduvas/PR (2020). Ministrou também a ‘Oficina – A Arte do Improviso’ na Unioeste Campus Toledo (2019), na programação do XIX Seminário de Extensão da Unioeste. Cursou a oficina Metodologia para Mapeamentos Culturais e Oficina Aberta: Cultura, projetos e políticas Culturais no CEU das Artes Toledo, originada do projeto ‘Fortalecendo Redes Culturais’ realizado pelo Cebrap SP e financiado pelo ‘Internacional Fund for Culture Diversity’ da Unesco, a qual originou a formação da rede Rizoma Cultural Toledo, lançada com intuito de seguir fortalecendo iniciativas de artistas de todas as linguagens, agentes, produtores e fazedores de cultura residentes na cidade, compondo a equipe de facilitadores dessa rede. Em 2019 foi integrante da Cia Cênica de Cascavel, cumprindo as funções de Preparadora de elenco, Assistente de direção e Iluminadora com o espetáculo “O Auto das Sete Essências”, sendo apresentado no encerramento de dois festivais de Teatro em 2019 nas cidades de Palotina/PR e Cascavel/PR. Cleusa Aparecida Pereira – Nome Artístico: Cleusa Pereira Função: Dramaturga RG 6.998.950-3 / CPF 879.147.008-00 / Data Nascimento 23.01.1958 / Celular 98373-6265 / e-mail capereira2088@yahoo.com.br / DRT 0042431/SP / Residente em Osasco/SP Formada em Técnica em Arte Dramática pelo SENAC (Unidade Lapa/SP), concluido em 2013 e com graduação incompleta em Artes Visuais (licenciatura) pela FMU/SP (2016/2017), tendo como experiência profissional em Dramaturgia A FADA, O ANJINHO E O URSINHO TRISTE / A FADA E SUA VARINHA MÁGICA (ambos em 2020 – Literatura Infantil) / CIÇA (2019 - radio novela baseada na história de Toledo/PR) / AMANDA (2017 – curta metragem) / POR CADA AMANHECER (2014 – peça teatral em parceria com Camila Costa Melo) / A DESCOBERTA DE GLÓRIA (2014 – peça teatral infantil em parceria com Camila Costa Melo) / DEVANEIOS (2010 – peça teatral em parceria com Camila Costa Melo). Como atriz as minhas experiências profissionais em áudio visual são: AMANDA (2017 – curta metragem) / ANA (2016 – curta metragem). E no teatro são: R’EXISTÊNCIA (2017 – performance) / BARRELA (2016 – peça teatral) /POR CADA AMANHECER (2014 – peça teatral) A DESCOBERTA DE GLORIA (2014 -peça infantil) / MAK’NÁRIO (2012 – peça teatral) / SANTEIRO (2011 – peça teatral) / DEVANEIOS (2010 – peça teatral) / MORTE E VIDA SEVERINA (2010 – peça teatral) / LIBERDADE, LIBERDADE (2009 – peça teatral).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.