Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O livro "Tinguá" é um documentário fotográfico poético sobre a Reserva Biológica Federal do Tinguá, retratando toda a riqueza natural, cultural e histórica deste santuário, localizado na baixada fluminense. Fundada em 1989, a reserva preserva em seu interior um grande número de nascentes, que formam as principais bacias hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro. Sua flora exuberante abriga uma infinidade de espécies animais, muitas delas ameaçadas de extinção. Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o Tinguá mantém preservadas as ruínas de Nossa Senhora de Santana das Palmeiras, além de seus doze aquedutos originais. A primeira edição será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Estão também previstas quatro palestras ministradas pelo autor para jovens em vulnerabilidade social, além da produção de um audiobook, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas.
Epígrafes, Prefácio, Apresentação e Sumário Introdução Explanação fundamental sobre a Reserva Biológica Federal do Tinguá, retratando toda a riqueza natural, cultural e histórica deste santuário. Capítulo 1 Ruínas de Santana das Palmeiras Capítulo 2 Conjunto histórico de aquedutos Capítulo 3 Nascentes Capítulo 4 Fauna Capítulo 5 Flora Capítulo 6 Profissionais envolvidos
Objetivo Geral Produzir um ensaio fotográfico poético, valorizando a Reserva Biológica do Tinguá, reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco; Afirmar a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética; Produzir textos aprofundados que enriqueçam o conteúdo artístico, pelas mãos de uma redatora fluminese, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pesquisar e divulgar a história da freguesia de Santana das Palmeiras e da Estrada Real do Comércio (tombada pelo IPHAN), de valor inquestionável para o patrimônio material brasileiro, incentivando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Inserir em nosso roteiro boa parte dos doze aquedutos originais, construídos por Dom Pedro II, preservando os bens materiais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Retratar toda a diversidade humana presente na Rebio, representada por pesquisadores, guardas florestais e educadores, salvaguardando os costumes locais do povo fluminense, parte do pluralismo da cultura nacional; Revelar ao grande público o cuidadoso e exaustivo trabalho de preservação dos mananciais, da fauna e da flora brasileira. Objetivos Específicos Produzir um livro de arte bilingue (português/inglês), formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares; Distribuir gratuitamente 750 exemplares a jovens em vulnerabilidade social e comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Ministrar quatro palestras para jovens em vulnerabilidade social.
Riqueza natural Reconhecida como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco, a Reserva Biológica do Tinguá estende-se por seis municípios fluminenses, numa área total de 26 mil hectares. Preserva em seu interior um grande número de nascentes, que forma as principais bacias hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro. Seus mananciais são responsáveis pelo abastecimento de quase 80% da água consumida na baixada fluminense. Sua localização e características únicas a tornam fundamental para a conservação do bioma Mata Atlântica, exercendo papel de corredor ecológico entre as áreas preservadas do sudeste brasileiro. Administrada pelo Instituto Chico Mendes, a Rebio apresenta uma fauna bastante rica e diversificada. Destacam-se as 296 espécies de pássaros, das quais 29% são endêmicas. A diversidade de aves de rapina se deve a abundância de presas vivas da Rebio. Na lista dos pássaros correndo sério risco de extinção podemos citar o macuco (ave símbolo da Reserva), o gavião-pombo-branco e o pavão do mato. A Rebio Tinguá abriga o menor anfíbio do mundo, o sapo pulga. Esta amostra reduzida da Floresta Atlântica é também representativa por abrigar grandes mamíferos e espécies ameaçadas de extinção, tais como o barbado, o tamanduá-mirim, o tapeti, a onça-parda, o cateto e o queixada. Coberta por uma exuberante floresta, a Reserva Biológica do Tinguá apresenta uma amostra representativa da flora da Mata Atlântica. Possui espécies arbóreas de maior importância econômica, como o jequitibá, a sapucaia, o quaopuruvu, o jatobá, a quaresmeira, o cedro, o araribá, a imbúia e o pau-brasil. Plantas medicinais como a annona cacaus, o geissorpermum vellosii, o pau-pereira, o cinco-chagas, a castanha-mineira, o copaíba, o jatobá-rosa, a falsa-espinheira e o jaborandi também aparecem com grande força no interior da reserva. Toda essa exuberância atrai cientistas de renome nacional e internacional. Pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da Fundação Oswaldo Cruz e vinculados a universidades do Rio de Janeiro e de São Paulo já utilizaram a Reserva Biológica do Tinguá para obter informações e realizar estudos de monitoramento da sua riqueza natural. Embora esteja situada próxima a uma área de alta densidade populacional, sua cobertura nativa apresenta-se praticamente intacta. A Lei nº 9.985 de 18 de julho de 2000, estabelece que reservas biológicas tais como o Tinguá só podem ser visitadas em caráter educacional e/ou científico, dependendo de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade. Patrimônio Histórico A Estrada Real do Comércio, concluída em 1822, fornecia um novo caminho do Porto do Rio de Janeiro até Minas Gerais e Goiás. Saindo da Vila de Nossa Senhora da Piedade do Iguaçu, cortava a atual Reserva Biológica do Tinguá subindo a serra, passava pelos arraiais de Estiva e chegava ao Porto de Ubá, nas margens do Rio Paraíba do Sul. Alguns resquícios, que ainda podem ser vistos nos municípios de Nova Iguaçu e Miguel Pereira, são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A abertura da Estrada influenciou o crescimento econômico da Baixada Fluminense e a criação da Vila de Nossa Senhora da Piedade do Iguaçu, que migrou e mudou de nome para Nova Iguaçu. Com a expansão das lavouras de café no vale do Rio Paraíba do Sul, na Serra do Tinguá e no Vale do Rio Santana, a Estrada tornou-se a principal via de escoamento desta região para o Porto do Rio de Janeiro. Tal prosperidade fez surgir o Arraial de Santana da Serra do Comércio, às margens da Estrada do Comércio, apontado na época como uma segunda Petrópolis, pela sua localização serrana e por seu clima ameno. Com a construção da Igreja Matriz de Santana, o local foi posteriormente elevado à freguesia de Santana das Palmeiras. Contava na época com cerca de dois mil moradores. Suntuosa, abrigava mais de duzentas casas, duas escolas (uma para meninos e outra para meninas), agência postal, delegacia, várias lojas de comércio e dois cemitérios (um para homens brancos, livres e ricos, outro para negros, escravos e indigentes). A construção da Estrada de Ferro Dom Pedro II, em 1858, proporcionou um caminho alternativo até a região cafeeira do vale do Rio Paraíba do Sul, diminuendo substancialmente o trânsito de pessoas e mercadorias da Estrada do Comércio. Isto fez com que os comerciantes locais ficassem desestimulados a fazer novos investimentos na região. Grandes extensões de terras foram adquiridas pelo Governo Imperial, que ali construiu a adutora do Rio São Pedro, assegurando o abastecimento de água para o Rio de Janeiro. A degradação ecológica da baixada fluminense causou assoreamento de rios e a formação de pântanos infestados de mosquitos que mantinham endemias, o que também acelerou o despovoamento da região. Já em 1889, o livro de atas da Câmara de Vereadores do Município de Iguaçu registrava que ninguém residia em Santana das Palmeiras. No local encontram-se hoje várias ruínas de construções do século XIX, entre as quais a igreja matriz de Santana e dos cemitérios dos homens brancos e negros. O conjunto, apelidado de "Machu Picchu do Iguaçu", tem acesso proibido aos visitantes. Incentivo à Cultura A Lei de Incentivo à Cultura foi criada em 1991, quando a cultura brasileira atravessava uma fase especialmente cinzenta de sua existência. Foi quando os bons ventos começaram a soprar, a oferta na área disparou e a lei se tornou o principal financiador da cultura do país. Agora, quase três décadas mais tarde, após o país mergulhar em uma das crises mais profundas de sua história, voltamos a viver tempos sombrios. Nossa população está se distanciando cada vez mais das livrarias, que vêm amargando prejuízos e fechando suas portas. É nesse contexto que, mais do que nunca, precisamos botar a locomotiva novamente nos trilhos e seguir publicando livros relevantes, a mais poderosa ferramenta de transformação da sociedade. "Tinguá" é um desses projetos fundamentais. O livro tem o desafio de mostrar ao Brasil toda a riqueza natural, cultural e histórica da baixada fluminense, a partir de um ensaio fotográfico poético da fauna, da flora, da arquitetura e de todos os responsáveis pela preservação deste nosso patrimônio. Algo que, para todos nós brasileiros, é sempre necessário. Para os curiosos e amantes da fotografia, revela um pedaço do Brasil pouco conhecido pela maioria dos brasileiros. A primeira edição será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Um produto de altíssima qualidade, digno e ao mesmo tempo distante da realidade da esmagadora maioria da população, não fosse pelas ferramentas de incentivo à cultura. Enquadramento O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao distribuir gratuitamente 750 exemplares a jovens em vulnerabilidade social, comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social e produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Inciso II, ao escolher uma redatora fluminense para produzir textos aprofundados que enriqueçam o conteúdo artístico; Inciso V, ao retratar a diversidade de atores no Tinguá (pesquisadores, guardas florestais e educadores); Inciso VI, ao pesquisar e divulgar a história da freguesia de Santana das Palmeiras e da Estrada Real do Comércio (tombada pelo IPHAN), de valor inquestionável para o patrimônio material brasileiro; Inciso VIII, ao produzir um livro que afirma a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. O projeto atenderá o Artigo 3º da Lei 8313/91, fomentando a produção cultural e artística, ao editar uma obra relativa às ciências humanas.
Impacto Ambiental Todo o trabalho na Reserva Biológica do Tinguá será fiscalizado pelo Instituto Chico Mendes, assegurando que o projeto não tenha impacto algum à fauna, à flora e ao patrimônio histórico.
LIVRO Tiragem 3.000 unidades Idiomas Bilíngue (português / inglês) Páginas do miolo 204 (17 cadernos de 12) Formatos Miolo: fechado – 280 x 280 mm / aberto – 560 x 280 mm Capa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 620 x 320 mm Sobrecapa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 780 x 285 mm Papéis Miolo: couché fosco 150 g/m2 (BVS Plus Scheufelen ou similar) Revestimento da capa: couché brilho 115 g/m2 Sobrecapa: couché brilho 170 g/m2 Guardas: vergé 180 g/m2 Impressão Miolo: 4/4 cores (CMYK) + verniz de proteção à base d'água Capa e sobrecapa: 4/0 cores (CMYK) Guardas: 4/0 cores (CMYK) Acabamento Lombada costurada, capa dura e sobrecapa Laminação fosca na capa e na sobrecapa PALESTRAS Cada uma das quatro palestras será ministra para um público de aproximadamente 150 pessoas e terá duração de aproximadamente duas horas . O autor apresentará uma extensa seleção de fotos, convidando os jovens a "viajar" pela Reserva Biológica do Tinguá. Os eventos serão organizados pelo Instituto Ser+ (SP), uma organização sem fins lucrativos, com a proposta de desenvolver o potencial de jovens em vulnerabilidade social. AUDIOBOOKS Os audioserão produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais.
LIVRO Acessibilidade física: A seleção do espaço de lançamento do livro deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Está prevista a produção de 1.000 audiobooks junto a Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais. Com a ajuda de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A seleção dos espaços das quatro palestras deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As quatro palestras serão interpretadas em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Estudantes com deficiência visual receberão gratuitamente cópias dos audiobooks produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP).
LIVRO Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para jovens estudantes em vulnerabilidade social, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão comercializados 300 livros (10% da tiragem) a R$ 36, valor abaixo do valor do Vale-Cultura, de acordo com o Inciso I, alínea "d" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de acordo com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Estão prevista quatro palestras ministradas pelo fotógrafo/autor para jovens estudantes, em escolas da rede pública, de acordo com o incisos V e VII do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. AUDIOBOOK Serão distribuídos gratuitamente 1.000 cópias do audiobook (100% da tiragem) para bibliotecas e instituições de apoio a deficientes visuais, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 e com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Quatro palestras serão ministradas pelo autor, em escolas da rede pública, de acordo com o Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.
Produção Executiva, Fotografia e Palestras – Cesar Fraga (autor) / Clips (Proponente) Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ, pós-graduado em marketing pelo Instituto COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atuou em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia, África e Antártica. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra e as Revistas National Geographic, Courrier Internacional (Portugal), Gol e História Viva. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), das mostras “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e “MadurÁfrica” (2018) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra em 2014. Pesquisa e Redação – Daniela Sholl (co-autora) / Clips (proponente) Jornalista formada pela PUC-RJ, mestre pela Universidade de Carfiff (GB) e pós-graduada em marketing pelo Instituto Coppead/UFRJ, é sócia-fundadora da DS Comunicação, em 1998, atuando desde então nas área assessoria de imprensa, PR, gerenciamento de crises, mídia training, produção de conteúdos e estratégia de comunicação integrada online e off-line. Foi diretora de comunicação social da Alerj, subeditora política do Jornal do Brasil e repórter sênior do Jornal O Dia. É autora do Livro “O Valor da Vida”/Condor (2019). Curadoria, Coordenação Editorial e Projeto Gráfico – Aline Carrer / Clips (proponente) Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial e em exposições, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Na área expográfica, foi responsável pela Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); desenvolveu o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000). Tratamento de Imagens e Produção Gráfica – Clicio Barroso Filho / Clips (proponente) Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. Tradução – Annabella Blyth Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. Revisão de Textos – Camilla Savoia Sodré Azevedo Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. Audiodescrição – Fundação Dorina Nowill Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.
PROJETO ARQUIVADO.