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PRONAC 204275Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Faz de Conta

PLAYBILLPETER PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 100,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-08-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Faz de Conta trata-se de um espetáculo teatral com texto de Bess Wohl e adaptação de José Pedro Peter, que versa sobre o imaginário coletivo de quem foi criança na década de 1980. A intenção é convidar o público para uma reflexão profunda sobre os nossos primeiros anos de vida e as marcas que carregamos até a fase adulta. Uma oportunidade de testemunhar o crescimento das personagens, tentando compreender e avaliar as consequências das atitudes dos adultos em nossas vidas. Como ação formativa cultural o projeto realizará workshop de produção teatral, abordando a cadeia produtiva do teatro, da ideia até a elaboração de um projeto.

Sinopse

Quatro irmãos pequenos têm sua infância virada de cabeça pra baixo pelos problemas misteriosos dos adultos em suas vidas. 32 anos mais tarde, eles ainda são assombrados pelas lembranças desse período. Quando os pais de Kitty, Léo, Bia e Conrado desaparecem misteriosamente, essas crianças passam o tempo no sótão de sua casa brincando de faz de conta. Embora, esse faz de conta possa parecer verdadeiro e cruel demais sem que elas percebam. Deixadas apenas com suas imaginações, elas passam por dias tentando se virar sozinhas, enquanto recebem pistas do paradeiro de seus pais. 32 anos mais tarde, nesse mesmo sótão, um evento reúne esses irmãos de volta, esclarecendo fatos do passado e nos mostrando como aquele episódio marcou pra sempre suas vidas.

Objetivos

O projeto Faz de Conta apresenta os seguintes objetivos gerais: - Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. - Apresentar ao público do Brasil uma obra sensível, leve e divertida da premiada dramaturga Bess Wohl, cujo repertório de peças foi produzido e desenvolvido nos Estados Unidos, majoritariamente em Nova York. - Transportar o público para os anos 1980, ativando o imaginário coletivo de quem viveu naquela época e de quem um dia foi criança. - Convidar o público para uma profunda reflexão sobre a infância e as marcas carregadas ao longo da vida, avaliando as consequências das atitudes dos adultos. - Abordar assuntos como perdão, escolha e superação, temas sensíveis e inerentes ao ser humano, como fio condutores da história. - Contribuir para ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão cultural e fortalecendo a economia criativa e desenvolvimento do país. O projeto Faz de Conta apresenta os seguintes objetivos específicos: - Realizar, no primeiro semestre de 2021, dois meses de temporada do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 24 apresentações. - Disponibilizar uma cota de 20% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro. - Realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. - Realizar, como ação formativa cultural (contrapartida social), atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a seguinte atividade para 240 pessoas, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - workshop de produção teatral com a equipe da Barata Comunicação (Eduardo Barata e/ou Elaine Moreira), abordando a cadeia produtiva do teatro, da ideia até a elaboração de um projeto. Esta atividade contará com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva. - Realizar 1 apresentação do espetáculo com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva.

Justificativa

Faz de Conta, texto da dramaturga Bess Wohl, é de uma delicadeza e uma beleza tão sublimes que merecia ser encenado no mundo inteiro. Com personagens cativantes e encantadoras, desafiando a linha tênue entre bully ou protetor, a peça nos transporta de volta aos anos 80 e mexe com a nostalgia de quem viveu naquela época e com a nostalgia de quem um dia foi criança. É uma reflexão profunda dos nossos primeiros anos e das marcas que todos carregam ao longo da vida. É uma oportunidade de testemunhar o crescimento dessas personagens e não apenas tentar compreendê-las, mas de avaliar as consequências das atitudes dos adultos em nossas vidas. Fala-se de perdão, de escolhas, de superação _ temas sensíveis e inerentes ao ser humano. O texto, além de diálogos incríveis, oferece um turbilhão de possibilidades artísticas que hão de movimentar a inspiração de vários profissionais da comunidade teatral, entre eles cenógrafo, iluminador, figurinista e visagista. Pela relevância dos temas a serem abordados e debatidos, o projeto Faz de Conta se justifica. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto Faz de Conta não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto Faz de Conta pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo Faz de Conta não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo Faz de Conta não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto Faz de Conta se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.

Especificação técnica

O projeto Faz de Conta apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. Seguem abaixo as especificações técnicas do material gráfico e de divulgação do espetáculo: - Convite virtual - Banner - Filipeta - Flyer virtual - Mídia impressa - Mídia radiofônica - Mídia virtual Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 240 pessoas, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - workshop de produção teatral com a equipe da Barata Comunicação (Eduardo Barata e/ou Elaine Moreira), abordando a cadeia produtiva do teatro, da ideia até a elaboração de um projeto.

Acessibilidade

O projeto Faz de Conta compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, em cada produto cadastrado no plano de distribuição, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo e do workshop em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva e visual. - Realização de workshop de produção teatral com a equipe da Barata Comunicação (Eduardo Barata e/ou Elaine Moreira), abordando a cadeia produtiva do teatro, da ideia até a elaboração de um projeto. Esta atividade contará com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual.

Democratização do acesso

O projeto Faz de Conta pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 10% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 20% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Através deste último item, o projeto pretende contribuir com o processo de formação de plateia, por meio de ações sociais em parceria com a Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. A intenção é disponibilizar a cota de 20% dos ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino nas apresentações da peça. Além disso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso. A disponibilização dos ingressos para a Secretaria de Educação será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação.

Ficha técnica

O proponente do projeto Faz de Conta realizará as atividades de coordenador do projeto, adaptador/tradutor e ator. Na função de coordenador do projeto, ele será responsável pela gestão do processo decisório, coordenando a execução do projeto, desde a fase de pré-produção, até a finalização. Ou seja, todos os processos realacionados ao projeto passarão necessariamente pela decisão do coordenador (proponente), não sendo esta delegada a nenhum outro profissional. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Texto: Bess Wohl Bess Wohl é uma dramaturga, roteirista e atriz americana cujas peças incluem Grand Horizons, Small Mouth Sounds e o livro do musical Pretty Filthy com o compositor / letrista Michael Friedman e The Civilians. Recebeu os seguintes prêmios: Outer Critics Circle Award - John Gassner Award, Drama Desk Sam Norkin Award. Adaptação: José Pedro Peter Empresário e advogado, mestre em Direito pela Northwestern School of Law, onde estudou Direito do Entretenimento e Narrativa Literária, José Pedro Peter fundou a Playbillpeter Produções Artísticas com o objetivo de buscar textos relevantes no exterior e inéditos no Brasil. Com passagens pela Escola de Atores Wolf Maya e pela Pós-Graduação em Roteiro para Cinema e TV na FAAP, em São Paulo, Peter busca criar um catálogo de peças inteligentes que também tenham apelo comercial. “Outras Cidades Desertas”, sua primeira tradução, foi finalista do Pulitzer de Drama em 2012 e segue em processo de captação. Em 2019, coproduziu, junto com Eduardo Barata, o espetáculo “Minha vida daria um Bolero”, com Françoise Forton e texto de Artur Xexéo. Em seguida, veio a produção “O Marido do Daniel”, texto off Broadway de Michael McKeever, que teve uma temporada de sucesso no Teatro Petra Gold, no Rio de Janeiro, entre janeiro e fevereiro de 2020 – na qual atuou como realizador, tradutor e ator. A peça teve direção do premiado Gilberto Gawronski e um elenco talentoso com Bruno Cabrerizo, Alexandre Lino, Ciro Sales e Dedina Bernadeli. Outras peças de dramaturgos renomados já traduzidas por Peter são, “American Son” de Christopher Demos-Brown, “Mothers and Sons” de Terrence McNally, “Grand Horizons” e “Make Believe”, ambas de Bess Wohl. No momento, trabalha numa adaptação de “After”, outro sucesso off Broadway de Michael McKeever. Direção: André Paes Leme Diretor teatral e professor do departamento de Direção Teatral da Uni-Rio, André Paes Leme é conhecido por seus espetáculos baseados em fábulas populares. Seus últimos trabalhos em teatro foram Um Amor de Vinil, Agosto e A Hora da Estrela – O Canto de Macabéa. Elenco: KITTY - Alinne Moraes No currículo de Alinne Moraes estão séries, novelas, minisséries e demais programas de muito sucesso. Os trabalhos mais relevantes de Alinne Moraes na televisão foram os seguintes: “Coração de Estudante”, “Os Normais”, “Mulheres Apaixonadas”, “Da Cor do Pecado”, “Como Uma Onda”, “Programa Novo”, “Bang Bang”, “Casseta e Planeta, Urgente!”, “Minha Nada Mole Vida”. No teatro, atuou nos espetáculos Dhrama – O incrível Diálogo entre Krishna e Arjuna, Dorotéia e Relâmpago Cifrado. LÉO - Marcéu Pierroti Formado em Artes Cênicas pela UNESA e Direção Teatral na UFRJ. Estudou em Nova Iorque no Stella Adler Studio of Acting, formando-se em Adler Technique. Últimos trabalhos: Macrossérie “Jezabel”(Record) e as séries – “Pela Fechadura” (Prime Box Brazil) e “(Des)encontros” (Sony). No teatro: Moléstia(2018/2019) dir.:Marcéu Pierrotti; “Match” dir.: Bruno Guida (2018); “O Beijo no Asfalto – O Musical” dir.: João Fonseca (2016/2018); “Como os peixes chegaram ali” dir.: Miwa Yanagizawa (2016); “O Tempo e os Conways” dir.: Vera Fajardo (2014). Estudos com Ariane Mnouchkine (e elenco do Théatrê du Soleil), Eduardo Milewicz, Robert Castle, Fátima Toledo, Sérgio Penna, Walter Lima Jr, Miwa Yanagizawa, Camila Amado, Daniel Herz e Delson Antunes. BIA - Natalia Lage Natalia atua em teatro desde 1991 e dentre seus principais trabalhos, podem-se destacar: Procura-se um Amigo, Namoro, Os Sete Gatinhos, Bonitinha mas Ordinária, Nó de Gravata, A Beira do Mar Aberto, Zastrozzi, Esse Alguém Maravilhoso que eu Amei, Qaundo se é Alguém, Comédia Russa, Trilhas Sonoras de Amor Perdidas, JT – Um Conto de Fadas Punk, Edukators e Jacqueline. CONRADO - J. Peter Com passagens pela Escola de Atores Wolf Maya e pela Pós-Graduação em Roteiro para Cinema e TV na FAAP, em São Paulo, Peter busca criar um catálogo de peças inteligentes que também tenham apelo comercial. “Outras Cidades Desertas”, sua primeira tradução, foi finalista do Pulitzer de Drama em 2012 e segue em processo de captação. Em 2019, coproduziu, junto com Eduardo Barata, o espetáculo “Minha vida daria um Bolero”, com Françoise Forton e texto de Artur Xexéo. Em seguida, veio a produção “O Marido do Daniel”, texto off Broadway de Michael McKeever, que teve uma temporada de sucesso no Teatro Petra Gold, no Rio de Janeiro, entre janeiro e fevereiro de 2020 – na qual atuou como realizador, tradutor e ator. A peça teve direção do premiado Gilberto Gawronski e um elenco talentoso com Bruno Cabrerizo, Alexandre Lino, Ciro Sales e Dedina Bernadeli. Outras peças de dramaturgos renomados já traduzidas por Peter são, “American Son” de Christopher Demos-Brown, “Mothers and Sons” de Terrence McNally, “Grand Horizons” e “Make Believe”, ambas de Bess Wohl. No momento, trabalha numa adaptação de “After”, outro sucesso off Broadway de Michael McKeever. Cenário e figurinos: Clívia Cohen Cenógrafa e figurinista, Clívia Cohen atua no mercado teatral há quase 30 anos. Dentre seus últimos trabalhos, podem-se destacar: Cócegas, Cosquinha, Estúpido Cupido, Minha Vida Daria um Bolero, Clementina, Cadê Você?, Pós-Hamlet, O Marido do Daniel, Luiz e Nazinha, O Menino das Marchinhas, Bituca e Raulzito Beleza. Iluminação: Renato Machado Renato Machado faz sua formação técnica como assistente de Aurélio de Simoni. Inicia a carreira no grupo Sobrevento, para o qual ilumina Mozart Moments (1991), Beckett (1992), O Theatro de Brinquedo (1993), Ubu! (1996), Cadê o meu Herói? (1998), O Anjo e a Princesa (1999), Submundo (2002), O Cabaré dos Quase-Vivos (2006) e O Copo de Leite (2007). Em 1992, faz seu primeiro trabalho com o diretor Jefferson Miranda, em Mann na Praia, da Companhia Teatro Autônomo, cujos espetáculos passa a iluminar. O Cemitério dos Vivos, 1993, e A Incrível História do Homem que Bebia Xixi, 1994, ambos de João Batista, marcam o início de seu vínculo, respectivamente, com a Companhia Ensaio Aberto e com a Companhia Dramática de Comédia, para as quais faz uma série de trabalhos. Em 1999, inicia sua parceria com a Companhia PeQuod, iluminando Sangue Bom, de Miguel Vellinho. Em 2000, faz Pequenos Trabalhos para Velhos Palhaços, de Matei Visniec, direção de André Paes Leme, com quem trabalha também no ano seguinte em Engraçadinha Seus Amores e Seus Pecados - dos 12 aos 18 Anos, de Nelson Rodrigues. Faz diversas turnês no exterior, tanto com espetáculos de dança - com companhias como Vacilou Dançou, Paula Nestorov, Companhia Aérea de Dança, Companhia Tanz Haus - quanto de ópera e teatro. De 1994 a 2002, Renato Machado recebe 13 indicações para prêmio de iluminação. Em 2002, recebe o Prêmio Shell de Teatro por Tereza d'Ávila, a Santa Descalça, de Fidélis Fraga. Em 2004, recebe o Prêmio Shell de Teatro por Filme Noir, da Companhia PeQuod. Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação A Barata Comunicação atua no mercado de produção teatral e assessoria de imprensa há mais de 30 anos. Dentre seus últimos trabalhos, podem-se destacar: O Marido do Daniel, Os Vilões de Shakespeare, Minha Vida Daria um Bolero, Fulaninha e Dona Coisa, Estúpido Cupido, Ivon Curi – O Ator da Canção, Jazz do Coração, A Vingança do Espelho – A História de Zezé Macedo, Nós Sempre Teremos Paris, Zé Trindade e Jim.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.