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PRONAC 204281Aguarda análise financeiraMecenato

Grupo Galpão - Manutenção e Programação 2021 - Plano Anual

ASSOCIACAO GALPAO
Solicitado
R$ 5,45 mi
Aprovado
R$ 5,91 mi
Captado
R$ 3,91 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 3,11 mi
18565382000166Anglo G. A. C. do Sítio de Mineração S/A1900-01-01R$ 800,0 mil

Eficiência de captação

66.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O projeto "Grupo Galpão - Manutenção e Programação 2021 _ Plano Anual" visa viabilizar a manutenção da estrutura básica de funcionamento do Grupo no período de 12 meses e viabilizar a realização de suas atividades culturais e artísticas de caráter continuado e permanente, por meio da criação e circulação de espetáculos, ações formativas e remontagem de espetáculo.

Sinopse

Espetáculos:QUER VER ESCUTAQuer ver escuta, nova montagem do Grupo Galpão, com direção de Marcelo Castro e Vinícius Souza, leva à cena a poesia viva do Brasil contemporâneo. Diversas poesias da nova geração de poetas, de várias partes do país, são encenadas pelo grupo, em uma mistura de teatro, literatura e performance.As pessoas todas morreram. Todas. Mas a poesia continua bem viva. Sobraram apenas vozes que dão testemunho do nosso tempo, uma época de fantasmas. São eles que realizam esse espetáculo. Apesar de tudo já ter sido dito, é preciso dizer que tudo ainda está por se dizer.DE TEMPO SOMOSUma cantoria de atores à beira do rio, em noite de lua cheia, durante uma das inúmeras turnês da companhia pelo Vale do Jequitinhonha, foi inspiração para a criação do espetáculo De Tempo Somos, do Grupo Galpão. Com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o experimento foge ao rótulo de um espetáculo, lançando aos atores do grupo o desafio de se reinventar, em cena e na relação com o público. Mais próximo de um sarau literário musical, De Tempo Somos traduz um antigo projeto do Galpão de celebrar, em formato prático e reduzido, o encontro da música com o teatro, que se tornou uma marca do grupo, em mais de 30 anos de história.TILL, A SAGA DE UM HERÓI TORTOUm dia, na eternidade, o Demônio aposta com Deus que se tirasse do homem algumas qualidades, ele cairia em perdição. Deus, aceitando o desafio, resolve trazer ao mundo a alma de Till. Ambientado na Idade Média e vivendo numa Alemanha miserável, povoada de personagens grotescos e espertalhões, logo de início nosso protagonista é abandonado em meio ao frio e a fome e descobre que a única maneira de sobreviver naquele lugar é se tornar ainda mais esperto e enganador. Assim começa sua saga cheia de presepadas e velhacarias. A montagem, que estreou em 2009 tem direção de Júlio Maciel, cenário e figurinos de Márcio Medina e direção musical de Ernani Maletta. NOVO ESPETÁCULO GRUPO GALPÃOO grupo Galpão projeta sua 26ª montagem com estreia prevista para o final do primeiro semestre de 2022.Com textos de Bertold Brecht, misturando referências que vão do teatro musical de Brecht até à linguagem popular de ?La Strada? e "Noites de Cabíria?, de Federico Fellini, e ?Bye-bye Brasil?, de Cacá Diegues, a peça pretende dar conta das inquietações e desejos artísticos dos atores do grupo Galpão, numa linguagem fiel a seu teatro de cunho popular, crítico e de forte comunicação com o público. Para este processo, inicia-se uma parceria luso-brasileira, com direção de Rui Madeira do Companhia de Teatro de Braga – CTB, que virá ao Brasil para orientar os primeiros passos para essa nova montagem do Grupo Galpão, em sua primeira coprodução.Nova ação virtual: DRAMATURGIAS VIRTUAIS"Dramaturgias virtuais? é uma proposta que busca adequar as ações do projeto ao novo contexto, em que convidamos dramaturgos e diretores nacionais de grande destaque para desenvolverem cenas curtas que serão filmadas, gravadas ou realizadas ao vivo pelos atores do grupo. Entre os artistas convidados estão nomes como Yara de Novaes, Newton Moreno, Marcio Abreu, Pedro Brício e Silvia Gomes. A escolha desses parceiros permitirá ao grupo compor um significativo painel das artes e da cultura brasileiras, explorando os mais diferentes tipos de expressão. Além dos artistas convidados, alguns integrantes do Galpão também assinam dramaturgias e direções. Paulo André é responsável por uma das dramaturgias em parceria com Marcio Abreu que assina a direção. O grupo também pretende filmar um curta-metragem com direção de Inês Peixoto e roteiro de Eduardo Moreira.A ideia do projeto surge, naturalmente, como continuidade aos novos diálogos virtuais do grupo com seus públicos, elaborados, desde o ano passado, em função da pandemia.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS:O projeto ?Grupo Galpão - Manutenção e Programação 2021 _ Plano Anual? tem como objetivos viabilizar a manutenção da estrutura básica de funcionamento do Grupo no período de 12 meses e viabilizar a realização de suas atividades culturais e artísticas de caráter continuado e permanente, além da criação e circulação de espetáculos, mostra de repertório, ações formativas e remontagem de espetáculo.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:· Finalização de pesquisa e estreia da nova montagem do Grupo Galpão, Quer Ver Escuta, com direção de Vinicius Souza e Marcelo Castro, processo iniciado em 2020 e interrompido pela pandemia do covid-19;· Realizar temporada de estreia de Quer Ver Escuta do Grupo Galpão em Belo Horizonte/MG, sendo 12 apresentações em teatro;· Realizar temporada de estreia de Quer Ver Escuta do Grupo Galpão em São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, sendo 12 apresentações em teatro;· Realizar a remontagem do espetáculo ?Till, a saga de um herói torto?, a saga de um herói torto? com a revisão técnica de cenário e equipamentos, além de figurino e ensaios com todo o elenco;· Realizar 04 apresentações dos espetáculos ?Till, a saga de um herói torto? ou ?De Tempo Somos _ Um Sarau do Grupo Galpão? e sendo 01 em cada localidade diferente a serem definidas posteriormente;· Realizar uma turnê por 04 (quatro) cidades do Vale do Jequitinhonha/MG _ a definir _ com o espetáculo ?De Tempo Somos _ Um Sarau do Grupo Galpão?, sendo 01 (uma) apresentação em cada localidade, totalizando 04 (quatro) apresentações em espaços públicos;· Realizar a montagem do 26º espetáculo do Grupo Galpão para estreia em 2022, com textos de Bertold Brecht e direção de Rui Madeira (CTB _ Portugal) - será feito um estudo preparatório, residência do diretor convidado e o desenvolvimento do roteiro dramatúrgico; · Realizar 04 mostras de processos pública do 26º espetáculo na sede do Grupo Galpão e/ou no formato online;· Realizar a oficina "História do teatro X História do Galpão" em Belo Horizonte/MG e São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, totalizando 04 oficinas presenciais e/ou online, no caso de manutenção do período de isolamento social na pandemia do COVID-19; · Realizar a oficina "Três cenas de amor de Shakespeare" em Belo Horizonte/MG e São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, totalizando 02 oficinas presenciais e/ou online, no caso de manutenção do período de isolamento social na pandemia do COVID-19; · Realizar a oficina "Jogos Teatrais " em Belo Horizonte/MG e São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, totalizando 04 oficinas presenciais e/ou online, no caso de manutenção do período de isolamento social na pandemia do COVID-19; · Realizar a oficina "A história do teatro de rua" em Belo Horizonte/MG e São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, totalizando 04 oficinas presenciais e/ou online, no caso de manutenção do período de isolamento social na pandemia do COVID-19; · Realizar 06 Conversas com o Galpão, programa de entrevistas online do grupo com artistas e parceiros do teatro sobre questões pertinentes ao teatro, disponibilizadas em plataforma online; · Realizar 10 Pausas para o café (vídeo), uma série de vídeos em que os atores e atrizes contam, um em cada vídeo, uma lembrança ou história que marcou a trajetória deles no grupo, como se estivessem batendo um papo com o público. A ideia é divulgar esses vídeos nas redes do grupo, assim como no canal no youtube;· Realizar 10 apresentações dos cadernos de espetáculos no formato online, onde o elenco do grupo (re)visita os cadernos de memória da circulação dos seus mais de 20 espetáculos já apresentados;· Realizar 10 ações online como lives, entrevistas ou produtos audiovisuais com artistas parceiros com temas diversos relacionados aos processos criativos nas artes cênicas.· Realizar 05 ações online de veiculação das Dramaturgias virtuais em formato virtual;· Realizar 10 debates em formato virtual e gratuito, em sala de reunião online para até 100 pessoas cada, com duração de 1 hora, que abordarão os processos de montagem dos espetáculos do grupo, promovendo o compartilhamento de técnicas e processos do Grupo Galpão. Público-alvo: contrapartida social voltada a professores e alunos universitários de graduação e pós-graduação, sendo 50% de universidades públicas, conforme art.22 da IN 02/2019.· Difundir as artes cênicas e constituir espaços de interlocução entre a arte, a educação e a cultura. Ao compartilhar com artistas, educadores e interessados, o conhecimento e a técnica adquiridos ao longo de seus 38 anos.· Prover a manutenção da estrutura básica de funcionamento do Grupo no período de 12 meses, mantendo assim a continuidade de sua produção nas artes cênicas;· Promover a troca de experiências com os grupos locais das cidades visitadas através dos bate-papos nas 08 cidades contempladas neste projeto;· Valorizar a prática de repertório cênico por grupos, ao apresentar espetáculos diferentes em cidades diversas;· Promover o teatro, a arte e a cultura como meio de desenvolvimento local, nos âmbitos social e econômico;· Impulsionar a profissionalização das artes cênicas nas cidades que receberão os espetáculos, oficinas e os bate-papos;· Fomentar a internacionalização do grupo e de suas produções cênicas, processos e trabalhos. No total, serão: 32 apresentações de espetáculo, 01 montagem de espetáculo, 14 oficinas, 41 ações virtuais, 01 mostra de processos e 10 debates virtuais.

Justificativa

Ao longo dos seus 38 anos de trajetória, o Grupo Galpão constituiu-se como um dos grupos de referência nas artes cênicas do Brasil. Até sua 24ª montagem, contabiliza mais de 8 mil apresentações realizadas, grande parte em locais abertos, e um público de mais de 1,8 milhões de espectadores. O grupo, através da grande diversidade de seus trabalhos, atinge, desde o início de sua trajetória, crianças e adultos em várias camadas sociais, mantendo o princípio condutor de seu trabalho, que é o de democratizar o acesso do público aos seus espetáculos. O Grupo Galpão reafirma sua posição de destaque no cenário cultural, figurando como um dos grupos de teatro mais representativos do país. Sua arte já foi levada para praças e teatros de mais de 300 cidades, projetando a nossa cultura em 18 países. Além disso, até o ano de 2019, o Grupo Galpão executou efetivamente mais de 30 projetos pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, desde 1996. Para se manter em atividade permanente, com dedicação exclusiva ao trabalho de pesquisa, criação e exercício da arte teatral, o Grupo, formado por 12 atores tem ao seu lado uma equipe fixa de profissionais, contratados por regime CLT e prestadores de serviços. A sede, um prédio de 200 m², abriga o escritório e espaço para ensaios, preparação corporal, preparação vocal e aulas de aperfeiçoamento para os atores, mais um imóvel alugado para guardar os cenários, adereços e figurinos das 24 peças montadas pelo grupo. O Galpão tem se dedicado intensamente ao seu trabalho de pesquisa de linguagem, conquistando plateias cada vez mais numerosas e heterogêneas. A repercussão de suas ações sobre públicos usualmente excluídos das casas de espetáculos é marcante. Seja nas apresentações do Grupo em praças públicas ou nas ações de fomento cultural que desenvolve nas cidades onde se apresenta, a marca da multiplicação de conhecimentos acerca das artes cênicas está sempre presente em suas ações. Em constante diálogo com o público e com outros artistas, o Galpão tem como premissa a realização de atividades de compartilhamento de experiências como oficinas e workshops abertos aos artistas nos diversos locais em que se apresenta, ou ainda ensaios abertos com bate-papos ao final, nos quais o público troca impressões sobre os processos de montagem. Em 2020, frente a pandemia global do Covid-19, manteve suas atividades e criou novos formatos de ações no formato audiovisual e online que prezam pela qualidade artística, a reflexão sobre as artes cênicas e a memória do teatro brasileiro. O projeto encontra guarida nos arts. 1°, incisos I a III, VIII e IX , art. 2° inciso I, letras "b", "c", "e", III, letra "a" e art. 18, parágrafo terceiro, letras "a" e "b" da Lei 8.313/1991. O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental para a manutenção das atividades artísticas e culturais permanentes do Grupo Galpão.

Estratégia de execução

Alteração do Plano de distribuição do produto Vídeo, conforme anexo:GratuitoPúblico previsto população: 5.000 CONTRAPARTIDA SOCIAL - AÇÕES FORMATIVAS- 10 debates, em formato virtual e gratuito, em sala de reunião online para até 100 pessoas cada, com duração de 1 hora, que abordarão os processos de montagem dos espetáculos do grupo, promovendo o compartilhamento de técnicas e processos do Grupo Galpão.- Sinopse: o Grupo Galpão irá abordar com os participantes os processos de montagem dos seus 24 espetáculos e técnicas utilizadas nestes, promovendo assim o compartilhamento da importância da criação artística para o desenvolvimento pessoal e social.- Público-alvo: contrapartida social voltada a professores e alunos universitários de graduação e pós-graduação, sendo 50% de universidades públicas, conforme art.22 da IN 02/2019.- Beneficiários: 1.000 pessoas- Outras informações: em ambiente virtual e totalmente gratuitaPara as apresentações de espetáculos em praças públicas são seguidas as normas necessárias para obtenção de alvarás junto aos órgãos de meio ambiente, corpo de bombeiros, prefeituras etc.A produção controla o volume do som das apresentações, respeitando os limites da legislação vigente, e contrata equipes para a limpeza dos espaços utilizados antes, durante e após os espetáculos.O Grupo também leva lixeiras de coleta seletiva para os locais das apresentações.

Especificação técnica

Neste campo, descreveremos apenas a oficina que será ministrada no projeto. Quanto aos outros detalhes do projeto, a especificação técnica não se aplica: DETALHAMENTO DAS OFICINAS: 14 oficinas no total, com os atores do Grupo nas cidades de Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP ou Rio de Janeiro/RJ, 08 cidades a definir, sendo 04 no Vale do Jequitinhonha/MG e 04 a decidir conforme as parcerias firmadas no ano de 2021. LOCAL: nas cidades informadas acima e/ou em plataformas virtuais no caso de não serem possíveis presencialmente, devido à pandemia do COVID-19. Carga Horária: 8h/a cada oficina Número de vagas por oficina: 25 alunos Público alvo: Estudantes de teatro e público em geral com alguma experiência em teatro. Forma de inscrição: Preenchimento de formulário a ser divulgado na época da oficina pelas redes do Grupo Galpão. OFICINA HISTÓRIA DO TEATRO X HISTÓRIA DO GALPÃO - Ação formativa através de palestra, exibição de vídeos e trechos de peças lidas ou encenadas pelos atores do grupo, em que alguns momentos mais significativos da história do teatro seriam visitados, numa interseção com montagens feitas pelo Galpão. - Carga horária: 8 horas - Público alvo: Estudantes do Ensino Médio e Professores. OFICINA TRÊS CENAS DE AMOR DE SHAKSPEARE - Segundo o crítico Harold Bloom, Shakespeare é o criador da subjetividade moderna. O indivíduo como herói da modernidade foi forjado por seu teatro. Suas peças traduzem de forma brilhante as relações do ser amoroso. A partir de diálogos pinçados de peças como Romeu e Julieta, Muito barulho por nada, Como Gostais e Megera domada, abordaremos a obra do bardo através de relações amorosas baseadas em jogos de poder, astúcia e desejo. Utilizando roupa neutra e alguns adereços, as cenas seriam apresentadas ilustrando a matéria da palestra. - Carga horária: 8 horas - Público alvo: Alunos do Ensino Médio e Professores. OFICINA JOGOS E EXPERIÊNCIAS TEATRAIS - A oficina propõe criar e desenvolver uma série de exercícios para estimular a sensibilidade, a concentração, a escuta e a percepção coletiva do jogo teatral por parte dos atores. Pensando a cena como espaço lúdico de jogo e de imaginação, a oficina faz um percurso sobre exercícios e processos desenvolvidos ao longo de 37 anos de encontros do Grupo Galpão com diferentes diretores e artistas. - Carga horária: 8 horas - Público alvo: Alunos do Ensino Médio e Professores. OFICINA A HISTÓRIA DO TEATRO DE RUA - Uma viagem através de alguns dos momentos mais expressivos da história do teatro de rua conduzidas pelos integrantes da mais conhecida companhia de teatro do Brasil. - Carga horária: 8 horas - Público alvo: Estudantes do Ensino Médio e Professores

Acessibilidade

Plano Anual? Acessibilidade física:O projeto do Grupo Galpão prevê apresentações em casas de espetáculos, onde normalmente já existem rampas de acesso para deficientes físicos. Quando não houver, a produção providenciará as adaptações necessárias. Além disso, será disponibilizada uma pessoa em cada local, para auxiliar o acesso destes à um lugar com conforto e de boa visualização do espetáculo.Caso as apresentações sejam em espaços públicos, serão demarcadas áreas reservadas para cadeirantes, portadores de necessidades especiais e idosos.? Acessibilidade para deficientes auditivos:Dentre as 32 apresentações que a proposta prevê, 04 contarão com alguma medida de acessibilidade auditiva, como a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) ou legenda descritiva. ? Acessibilidade para deficientes visuais - sem custos:Para efetivarmos o processo de inclusão e acesso à cultura, uma divulgação por cidade nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do grupo.Vídeo? Acessibilidade física: Não se aplica.? Acessibilidade para deficientes auditivos:10% das ações online contarão com legendagem descritiva para uma maior acessibilidade para deficientes auditivos.? Acessibilidade para deficientes visuais - sem custos:Utilização de linguagem oral.Para efetivarmos o processo de inclusão e acesso à cultura, uma divulgação por cidade nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do grupo.Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual? Acessibilidade física:O projeto do Grupo Galpão prevê oficinas em salas, onde normalmente já existem rampas de acesso para deficientes físicos. Quando não houver, a produção providenciará as adaptações necessárias. Além disso, será disponibilizada uma pessoa em cada local, para auxiliar o acesso destes à um lugar com conforto e de boa visualização do espetáculo.? Acessibilidade para deficientes auditivos:Não se aplica.? Acessibilidade para deficientes visuais - sem custos:Utilização de linguagem oral.Para efetivarmos o processo de inclusão e acesso à cultura, uma divulgação por cidade nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do grupo.Espetáculo de Artes Cênicas? Acessibilidade física:O projeto do Grupo Galpão prevê apresentações em casas de espetáculos, onde normalmente já existem rampas de acesso para deficientes físicos. Quando não houver, a produção providenciará as adaptações necessárias. Além disso, será disponibilizada uma pessoa em cada local, para auxiliar o acesso destes à um lugar com conforto e de boa visualização do espetáculo.Caso as apresentações sejam em espaços públicos, serão demarcadas áreas reservadas para cadeirantes, portadores de necessidades especiais e idosos.? Acessibilidade para deficientes auditivos:Dentre as 32 apresentações que a proposta prevê, 04 contarão com alguma medida de acessibilidade auditiva, como a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) ou legenda descritiva. ? Acessibilidade para deficientes visuais - sem custos:Utilização de linguagem oral.Para efetivarmos o processo de inclusão e acesso à cultura, uma divulgação por cidade nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do grupo.Contrapartidas Sociais? Acessibilidade física:Não se aplica – os debates serão virtuais.? Acessibilidade para deficientes auditivos:Dentre os 10 debates virtuais que a proposta prevê, 04 contarão com intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). ? Acessibilidade para deficientes visuais - sem custos:Utilização de linguagem oral.Para efetivarmos o processo de inclusão e acesso à cultura, a divulgação nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do grupo.

Democratização do acesso

As apresentações realizadas em teatro terão ingressos vendidos a R$ 100,00, sendo 50% a R$ 50,00, em São Paulo ou Rio de Janeiro; e a R$ 50,00, sendo 50% a R$ 25,00, em Belo Horizonte. Já nas cidades do Vale do Jequitinhonha e nas 04 cidades a serem definidas o ingresso será gratuito, com apresentações na rua ou em espaços públicos. O público estimado é de 21.800 pessoas. De acordo com o inciso I a do artigo 20 da IN MINC 02/2019, 20% dos ingressos serão doados para instituições de arte, ou associações carentes e/ou grupos de teatro. Até 10% serão destinados aos patrocinadores; até 10% serão destinados à divulgação; e mínimo de 10% será para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012. Os bate-papos previstos neste projeto serão ofertados de forma gratuita a todo o público, conforme Art. 21 da da IN MINC 02/2019. As apresentações em espaços públicos serão realizadas com livre acesso gratuito ao público em geral, nos termos do artigo 20 da IN MINC 02/2019. A estimativa de público, coerente com os locais de realização, estão no Plano de Distribuição deste projeto, como orientado no artigo 20 da IN MINC 02/2019.

Ficha técnica

1. Coordenação do Projeto e Captação de Recursos (não exclusiva): Associação Galpão 2. Equipe permanente da Associação Galpão: Gerente Executivo – Fernando Lara Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira Coordenadora de Comunicação – Bárbara Prado Coordenadora Administrativa – Wanilda D’Artagnan Coordenador de Planejamento – Vinícius Santos Coordenador Técnico – Rodrigo Marçal Produtora Executiva – Beatriz Radicchi Assistente Financeiro – Cláudio Augusto Serviços Gerais – Danielle Rodrigues Gestor Financeiro de Projetos – Artmanagers 3. Atores do Grupo Galpão: Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara. Breves currículos: Antonio Edson é ator, integrante e um dos fundadores do Grupo Galpão. Nascido em Leandro Ferreira (MG), em 1955, Antonio realizou diversas oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, estudando com nomes como Jerzy Grotowski, Ariane Mouchkine e Peter Brook. Em 1982, após oficinas com George Froscher e Kurt Bildstein, do Teatro Livre de Munique, participou da fundação do Grupo Galpão, no qual se mantém como ator até hoje. Em espetáculos de palco e rua, com o Galpão, viajou por todas as regiões do Brasil, além de Europa, América do Norte e América do Sul. Arildo de Barros é ator e integrante do Grupo Galpão. Sua estreia foi sob direção de Ítalo Mudado em “Agammêmnon”. Arildo foi professor de Teatro pelo Departamento de Comunicação da PUC-MG, dirigindo várias montagens estudantis. Colaborador do Grupo Giramundo, desde a sua fundação, participou de montagens dirigidas por Álvaro Apocalypse, dublando bonecos. Arildo chegou ao Galpão em 1992, a convite de Gabriel Villela, para ser assistente de direção em “Romeu e Julieta”. A partir de “A Rua da Amargura” (1994), o ator passou a integrar o elenco do Grupo, participando de diversos espetáculos de palco e rua. Com o Galpão, viajou por todas as regiões do Brasil, além de Europa, América do Norte e América do Sul. Eduardo Moreira é ator, diretor, integrante e um dos fundadores do Grupo Galpão. Eduardo começou sua carreira teatral na capital mineira, participando da montagem de “Murro em Ponta de Faca”, de Augusto Boal, realizada pelo curso de comunicação da PUC-MG, em 1979. Em 1982, depois de uma breve experiência como ator em alguns espetáculos realizados em BH, Eduardo participou das oficinas com George Froscher e Kurt Bildstein, do Teatro Livre de Munique, e integrou o conjunto de atores que fundaria o Grupo Galpão. Foi dirigido por profissionais como Eid Ribeiro, Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Paulo de Moraes, entre outros, além de ter, ele próprio, assinado a direção do elogiado “Um Molière Imaginário” (1997). Fora do Galpão, Eduardo também já dirigiu diversos outros grupos, como a Dell’ Arte Company (EUA, espetáculo “Shotgun Weddin”), o Grupo Clowns de Shakespeare (RN, “Muito Barulho por quase Nada”, de 2003, e “Casamento do Pequeno-burguês”, de 2005), o Grupo Maria Cutia (MG, Como a Gente Gosta, de 2011), entre outros. No cinema destacam-se sua participação como ator em “Batismo de Sangue” (de Helvécio Ratton), “O ano que meus pais saíram de férias” (de Cao Hamburguer), “Antes que o Mundo acabe” (de Ana Luiza Azevedo) e “Moscou” (de Eduardo Coutinho). Fernanda Vianna é bailarina, atriz e integrante do Grupo Galpão. Nascida em 1965, em Belo Horizonte, iniciou sua atividade profissional com o Grupo Transforma, em 1981, no espetáculo “Escolha seu Sonho”, direção de Dudude Hermann. Participou ainda do espetáculo “Bing”, baseado na obra de Samuel Beckett, com direção de Eid Ribeiro e Dudude Herrmann. Por “Carne Viva”, direção de Dudude Hermann e Arnaldo Alvarenga, recebeu o Prêmio Sesc/Sated de Melhor Bailarina em 1990. Em cinema e vídeo, trabalhou em “Pequenas Estórias” filme de Pedro Bial, “Vinho de Rosas” e “O Crime da Atriz” de Elza Cataldo, “5 Frações de uma Quase Estória”, da Camisa Listrada, “Hoje é dia de Maria”, de Luiz Fernanda Carvalho, “Moscou” de Eduardo Coutinho, “Transeuntes”de Erik Rocha, “O Pais do Desejo” de Paulo Caldas, “Meu Pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein e “O Que se Move”, de Caetano Gotardo. Por “O Que se Move” foi premiada no Festival Internacional de Gramado como Melhor Atriz. Trabalhou como Preparadora Corporal nos espetáculos “Um Molière Imaginário”, do Grupo Galpão. Chico Pelúcio é ator, diretor, gestor cultural e um dos integrantes do Grupo Galpão. Iniciou sua carreira artística atuando ao lado de Eduardo Moreira, sob orientação de João Machado em "Murro em ponta de faca", montagem do texto de Augusto Boal realizada pelo Curso de Comunicação da PUC-MG. Em 1981, Chico concebeu e produziu a Associação Galpão, que posteriormente seria utilizada na criação do Grupo Galpão. Além de atuar em diversos espetáculos marcantes, como “Álbum de Família”, “Romeu e Julieta”, “Um Molière Imaginário” e “Till, a saga de um herói torto”, Chico ainda dirigiu o Galpão no espetáculo “Um Trem Chamado Desejo”. No cinema, o ator já participou de trabalhos de diretores como Helvécio Ratton, Roberto Bontempo e Eduardo Coutinho. Também dirigiu dois documentários: “Uma Breve História de Viagem” e “Flor, Minha Flor”. Na área de produção e gestão cultural já esteve na coordenação geral do Grupo Galpão e também das primeiras edições do Festival Internacional de Teatro de Rua/ FIT-BH. Em 2005 e 2006, esteve à frente da presidência da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes. Desde 1998, Chico Pelúcio é diretor geral do Galpão Cine Horto. Inês Peixoto é atriz, diretora de teatro e cinema e integrante do Grupo Galpão. Em 1981, após uma rápida passagem pelo Teatro Universitário da UFMG, migrou para o curso de teatro do CEFAR, no Palácio das Artes. Em meados de 1985, integrou o elenco de "Foi Bom Meu Bem", peça de Luís Alberto de Abreu, dirigida por Márcio Machado, com a qual excursiona por quase três anos. Após essa experiência, foi dirigida por Walmir José na comédia musical "Cais do Corpo". Paralelamente, Inês produziu e atuou, com Amauri Reis e Dílson Mayron, em "Casablanca", espetáculo dirigido por Yara de Novaes. Em 1992, depois de uma participação em workshops promovidos pelo Grupo Galpão, foi convidada para participar de “Romeu e Julieta”. Tornou-se integrante do Grupo atuando em seus espetáculos posteriores. No cinema, destacam-se suas participações em “Vinho de Rosas”, “5 Frações de Uma Quase História”, “Outono”, “Tricoteios” e “Moscou”. Na televisão participou do especial “A Paixão Segundo Ouro Preto”, da minissérie “Hoje é Dia de Maria” (I e II), de Luiz Fernando Carvalho, e da minissérie “A Cura”, de Ricardo Waddington. Júlio Maciel é ator, diretor e integrante do Grupo Galpão. Formou-se como ator no curso técnico do Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1989, e participou de espetáculos como "A Noite das Mal Dormidas", com Ílvio Amaral, e "Noites Brancas", com Jorge Emil. Em 1992 integrou como ator substituto, o elenco de "Álbum de Família", do Grupo Galpão. Desde então, tornou-se definitivamente integrante do Grupo, atuando em diversos espetáculos marcantes como “Romeu e Julieta”, “Um Molière Imaginário” e “Um Homem é um Homem”. Em 1995, Júlio fundou a Cia. Cínica de Artes Cênicas, responsável pelas montagens dos espetáculos "Catavento" e "Don Perlimplin". Coordenou o projeto Oficinão Galpão Cine Horto, em 1999, 2001 e 2003 e, também no Centro Cultural do Grupo Galpão, dirigiu os espetáculos “Caixa Postal 1500”, “Cães de Palha”, “A Vida é Sonho”, “In Memorian” e “Bendita a Voz Entre as Mulheres”. Em 2009, Júlio Maciel dirigiu o Grupo Galpão com o espetáculo “Till, a saga de um herói torto”, enorme sucesso de público e crítica já assistido por cerca de 200 mil espectadores. Lydia Del Picchia é atriz, diretora, bailarina e integrante do Grupo Galpão. Nasceu em Belo Horizonte, em 3 de junho de 1962 e, filha de músicos, estudou música desde os seis anos de idade, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul (SP). Em 1975, entrou para o Trans-Forma Centro de Dança Contemporânea (BH -MG), fundado e dirigido por Marilene Martins. Ao longo de 10 anos exerceu funções de bailarina, professora, assistente de coreografia e coreógrafa. Estudou com Marilene Martins, Dudude Herrmann, Graciela Figueroa, Klauss Vianna, Freddy Romero, Angel Vianna, Rolf Gelewsky, Bettina Belomo e Sônia Mota, entre outros. Em 1985, começou a dar aulas de dança moderna na Escola de Dança do Palácio das Artes e, em seguida, na Cia de Dança de Minas Gerais, onde atuou também como assistente de coreografia, professora e bailarina, trabalhando com Tíndaro Silvano, Luis Arrieta, Oscar Arraiz, Antônio Carlos Cardoso, Carmen Paternostro. Em 1991, passou a integrar o Grupo de Dança 1º Ato, permanecendo por três anos como bailarina, professora e assistente de coreografia. Em 1994 participou como atriz substituta do espetáculo "A Rua da Amargura", do Grupo Galpão. Em 1995, se estabelece definitivamente dentro do Grupo e passa a integrar o elenco de diversas montagens posteriores como atriz e também como assistente do diretor Paulo José, em “Um Homem é um Homem”. Com Chico Pelúcio dirigiu “Horas possíveis”, do Camaleão Grupo de Dança, em 2011. Paulo André é ator, dramaturgo e integrante do Grupo Galpão. Nasceu em Itabirito, em 1963 e, em 1983, passou a cursar a Oficina de Teatro de Pedro Paulo Cava, em Belo Horizonte. Em 1991, estreou "Dois Idiotas Assentados Cada Qual no Seu Barril", com texto de Ruth Rocha e direção de Kalluh Araújo. Sucesso de crítica, a peça lhe deu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1994, Paulo André foi convidado pelo Grupo Galpão para fazer a assistência de direção na montagem de "A Rua da Amargura". A convite do diretor Gabriel Villela, porém, passou a integrar o elenco do espetáculo. Desde então, o artista é membro do Galpão, tendo participado de várias montagens, não apenas como ator, mas também como assistente de direção e figurino. No cinema, destacam-se suas participações em “A Fronteira”, longa-metragem de Rafael Conde (2006), “Moscou”, de Eduardo Coutinho (2009) e “O Homem das Multidões”, longa ainda inédito de Cao Guimarães e Marcelo Gomes em que é protagonista. Beto Franco é ator e integrante do Grupo Galpão. Sua relação com a música o levou ao Festival de Diamantina, promovido pela UFMG em 1981, onde acompanhou como observador a oficina dos alemães George Froscher e Kurt Bildstein. Esse trabalho acabaria dando origem ao Grupo Galpão. Em 1982, foi convidado pelos fundadores do Galpão a participar do primeiro espetáculo do Grupo, "E a Noiva Não Quer Casar". A partir das excursões de "A Comédia da Esposa Muda”, Beto assumiu integralmente a profissão de ator e tornou-se integrante do Grupo Galpão. Devido à própria complexidade da profissão, tanto sua formação musical quanto seus estudos de engenharia passaram a ser requeridos nas montagens, na cenotécnica e no cotidiano do Grupo. Beto participa das várias oficinas e cursos feitos pelo Galpão, tendo atuado na maioria dos espetáculos. Beto Franco é o Diretor-Presidente da Associação Galpão. Simone Ordones é atriz, diretora e integrante do Grupo Galpão. Em 1983 se mudou para Belo Horizonte onde se inscreveu na Oficina de Teatro, dirigida por Pedro Paulo Cava. Com a Oficina de Pedro Paulo Cava atuou em diversos espetáculos, destacando-se "Galileu Galilei", de Bertold Brecht. Estreou como atriz profissional em "Diretas, Onde Já Se Viu", de Luis Paixão e Luciano Luppi. Por sua atuação nesse trabalho foi convidada pela Cia. Sonho e Drama para substituir Cida Falabella em "A Metamorfose" e "O Processo", adaptações de Franz Kafka. Permaneceu por dez anos na Sonho e Drama, onde atuou em "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, "Vida de Cachorro", de Ivana Andrés, "A Casa do Girassol Vermelho", de Murilo Rubião e "Caminho da Roça", baseada em casos mineiros. Simone dirigiu, em 1993, "O Pastelão e a Torta" e, um ano depois, foi convidada por Gabriel Villela para compor o elenco de "A Rua da Amargura". Passou a integrar o Grupo Galpão, participando de várias montagens posteriores e marcantes na trajetória do Grupo, como “Um Molière Imaginário”, “Um Homem é um Homem” e “Till, a saga de um herói torto”. Teuda Bara é atriz, integrante e uma das fundadoras do Grupo Galpão. Iniciou sua carreira artística nos anos 70 quando, estudante do curso de Ciências Sociais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), participou de montagens de teatro-jornal promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (D.A.-FAFICH). Sua estreia profissional foi sob direção de Eid Ribeiro, no espetáculo “Viva Olegário!”, do qual participa ao lado de Antonio Grassi e Adyr Assumpção, entre outros. Com Adyr ajudou a fundar o grupo "Folias Bananas" (que se tornaria Sonho e Drama) e atua em “Triptolemo XVII” contracenando com atores como Carlos Rocha e Nelly Rosa. Em 1979, Teuda se muda para São Paulo para integrar o Teatro Oficina e, dirigida por José Celso Martinez Corrêa, atua em “Ensaio Geral do Carnaval do Povo”. De volta à BH, se inscreve na oficina de teatro dos alemães George Froscher e Kurt Bildstein, do Teatro Livre de Munique. Com os colegas da oficina, Teuda Bara ajuda a fundar, em 1982, o Grupo Galpão. Participa como atriz de todos os espetáculos do Grupo até 2004, quando se muda para o Canadá a convite do Cirque Du Soleil. Com a companhia circense, considerada a mais importante do mundo, atua no espetáculo “KÁ”, dirigido por Robert Lepage. De volta ao Brasil, retomou o trabalho com o Galpão, do qual nunca deixou de ser integrante. No cinema Teuda participou de trabalhos como “Moscou”, de Eduardo Coutinho, “O Palhaço”, de Selton Mello, e “Abrigo ao Sol”, de Emerson Evêncio. Teuda é reconhecida como personalidade de BH e do Teatro brasileiro, tendo recebido homenagens em todo o país, dentre elas, uma das mais importantes, a Comenda da Inconfidência.

Providência

Encaminhado para análise financeira anterior à análise técnica.

2022-08-16
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