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PRONAC 204286Apresentou prestação de contasMecenato

Monet À beira d`Água

Waleria Alexandrino Dias - ME
Solicitado
R$ 5,98 mi
Aprovado
R$ 8,31 mi
Captado
R$ 7,69 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (15)
CNPJ/CPFNomeDataValor
09346601000125B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO1900-01-01R$ 2,50 mi
18459628000115Bayer S/A1900-01-01R$ 2,00 mi
92754738000162LOJAS RENNER S.A.1900-01-01R$ 1,08 mi
89674782000158JOHN DEERE BRASIL LTDA1900-01-01R$ 1,00 mi
65697260000103REPOM S/A1900-01-01R$ 239,1 mil
03506307000157TICKET SOLUCOES HDFGT S/A1900-01-01R$ 237,0 mil
03341093000106AT & T Global Network Services Brasil Ltda.1900-01-01R$ 180,0 mil
31264770000175AUTOBARIGUI COMERCIO DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 150,0 mil
15401489000180CAB AGUAS DO AGRESTE S.A.1900-01-01R$ 82,0 mil
09538454000195CAB - SISTEMA PRODUTOR ALTO TIETE S/A1900-01-01R$ 70,0 mil
87547428000137VINICOLA SALTON S.A.1900-01-01R$ 50,0 mil
09602000000136AUTOMOVEIS BARIGUI LTDA1900-01-01R$ 50,0 mil
08159965000133COMPANHIA DE AGUAS DO BRASIL - CAB AMBIENTAL1900-01-01R$ 31,0 mil
17555263000160BARIGUI CAMINHOES LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
59158642000166EDENRED SOLUCOES E INSTITUICAO DE PAGAMENTO AHA S.A.1900-01-01R$ 6,4 mil

Eficiência de captação

92.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Guarulhos
Início
2021-01-04
Término

Resumo

"Van Gogh - Uma Experiência Imersiva (Van Gogh Immersive)" é uma exposição destinada ao grande público, para pessoas de todas as idades, que propõe um caminho impressionante, de aspecto imersivo, com conteúdo didático e trazendo uma grande variedade de informações sobre a vida do pintar e suas obras. Uma bela exposição em torno de Van Gogh que permite ao visitante descobrir a vida do artista e fazer uma imersão profunda no coração de sua arte através de projeções e realidade virtual. Com edições realizadas em países como Itália, Israel, Inglaterra, Bélgica e China, é uma oportunidade de apresentar ao público vida e obra de Van Gogh, considerado um dos artistas mais influentes e conhecidos do mundo.

Sinopse

"Monet À beira D`Água" é uma exposição destinada ao grande público, que propõe um mergulho na vida e obra do artista Claude Monet (1840-1926). Através de projeções mapeadas e realidade virtual, o público será convidado para uma experiência única em que os cenários das obras – e seus personagens – se transformam em animações, permitindo compreender ainda mais o imaginário do artista. Idealizada por uma equipe multidisciplinar, composta por designers, técnicos e artistas.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto ?Monet À beira d'Água? trata da produção da edição brasileira da exposição homônima, a qual será adaptada ao espaço expositivo. O projeto original já contemplava a itinerância da exposição, sendo este elaborado para ser adaptável e com o mínimo possível de equipamentos e materiais para transporte, sem prejudicar a experiência imersiva proposta.Diferente de uma exposição de arte ?tradicional?, o projeto propõe uma imersão na vida e obra do artista através de projeções e realidade virtual, onde o público poderá ?viajar? pelos cenários da história e de alguns dos principais quadros do artista. Desta forma, tem como principais objetivos, a formação de público e a democratização do acesso às artes plásticas.Será a maior exposição imersiva sobre Monet no mundo, com percurso imersivo de 63 min., 2000 metros de área de projeção, painéis com mais de 8 metros de altura, animações digitais 2d e 3d de + 300 pinturas, som imersivo e trilha sonora original. Objetivos EspecíficosMonet À beira d`Água (Monet By the Water)O público será convidado a adentrar no espaço expositivo em uma Tenda Imersiva com cerca de 30 painéis em grande formato _ 8 metros de altura _ e cenografia com arquibancada, duas piscinas cenográficas, um cubo, uma ponte, um Iglu e domo de teto nos quais serão projetados animações 2d e 3D que compondo a obras a partir do imaginário de Claude Monet sobre a água. Considerado um dos artistas mais influentes e conhecidos do mundo, Claude Monet é considerado um dos mais importantes pintores da Escola Impressionista. Produziu diversos trabalhos com temáticas recorrentes em paisagens diversas guiando-se pelo entusiasmo da pintura ao ar livre e materializando sempre as alterações da luz na passagem do tempo.Monet é conhecido como um ?pintor de paisagens?.Dividida em 8 narrativas, as projeções mapeadas ocuparão a superfícies de painéis, chão e teto, chegando a 8 m de altura e pé direito de 15 metros e com duração de 63 minutos.PARTE 1: PASSEIO I _ 4 NARRATIVAS1 _ Viagem de trem Retrato do tempo; o rastro do tempo.A viagem de Monet começa no vapor e segue pela água. Os trilhos que saem da Gare Saint-Lazare e o curso do Rio Sena são dois caminhos paralelos na rota impressionista. Na margem do rio, Monet observa paisagens e passagens para construir impressões. O tempo, que deixa vestígios na fumaça do trem que passa ?marcando as distâncias como o canto dos pássaros? (Proust), também arrasta seus passos pela lâmina d´água, deixando pegadas à luz do sol numa manhã de primavera. O rosto do tempo Monet não vê, mas o rastro fica pelo caminho como uma onda que corre. 2 - Campos e moinhosO tempo é como o vento; o tempo é selvagem como o vento. Seguindo viagem na direção do vento, a luz ideal se dispersa. Quando os relevos se afogam na atmosfera, o vento carrega a imagem na direção do tempo. O vento é uma forma de ser da água e também faz a imagem flutuar. Quando Monet pinta a beira d´água, o vento se revela o autor da onda. Quando ele pinta olhando o céu, a água aparece entre as massas de ar. Tudo flutua e sua pincelada vai turvando ao se aproximar da onda. A impermanência só pode ser vista de perto, e quando Monet se aproxima demais vê o tempo como o vento...selvagem como o vento. 3 - O mar e a luzA paisagem na flecha do tempo. Em suas viagens, Monet carregou na bagagem a lição de Rembrandt: ?sem atmosfera, uma pintura não é nada?. Ele leva nas costas os instrumentos de pintura, mas a matéria da criação é laçada pelo olho. Sem a atmosfera sua pintura não respira. Se a paisagem é como o rio do tempo (o rio de Heráclito), então é preciso se molhar para vê-la. No mar da Normandia, o sol chega em ondas para alimentar o movimento da água e do vento. Nesse encontro íntimo, visto através das manchas de luz, Monet percebe o espectro do seu destino: a pintura de impressão nunca vai lhe dar um quadro acabado, pois as ondas que quebram nos olhos nunca esperam a mão retocar. Na fúria com a tempestade que destrói suas telas, Monet se irrita: ?eu quero o impossível!?. Mas, mesmo quando é derrotado nesse corpo a corpo com a atmosfera, o pintor continua sua viagem a beira d´água em busca da paisagem na ponta da flecha do tempo. Pois, mesmo quando a noite avança, sempre existe uma estrela que doa sua vida para a imagem flutuante nascer.4-Horizonte nevadoO tempo num floco de neve.Monet continua seguindo impressões pelo caminho, seguindo ondas para acompanhar a passagem do tempo. Mas nas paisagens nevadas as ondas não se desenham nos braços do Sena. Elas descem do céu animando a luz congelada em flocos de neve. No inverno, onde o tempo é frio e a água é dura, o pintor precisa atravessar caminhos brancos em busca desse tempo que se cristaliza no ponto de orvalho. No inverno a água também é de vidro, e Monet encontra o rastro do tempo no espelho d´água, enquanto as nuvens caminham pela lâmina fria na forma de brumas púrpuras. Mas um horizonte nevado não completa sua lição sem deixar um degelo revelador. O pintor espera para ver a água se quebrar e o tempo caminhar sobre cacos afiados na lâmina do rio. Ele olha tudo com manchas de tinta nos olhos, pintando a luz no fim de um dia de inverno quando as ondas voltam a se desenhar nos braços do Sena. A água amolece, o tempo esquenta e Monet pinta tudo pelas margens. A paisagem é sempre uma impressão que passa, como um floco de neve na manhã de inverno. PARTE 2: PASSEIO II _ 4 NARRATIVAS5-Passeio pelo lago Um instante no mundo; o tempo anda sobre as águas. De passagem por Giverny, Monet parou e construiu um lago para chamar de lar. Plantou água para colher reflexos de luz, e flores para imprimir os passos do tempo. Uma delas se chamava ninfeia, batizada por Gaston Bachelard de ?a flor do impressionismo?, a flor que é ?um instante no mundo?. Na mitologia, a ninfeia foi o lírio do amor perdido. No impressionismo, era o instante de vida breve. Atraiu Monet para passear nas águas do lago e lá, entre o reflexo que flutua e a sombra que afoga, aflorou o tempo que se enraizava atrás de sua retina. A lâmina d´água, afiada pela luz do sol, agora abre os olhos de Monet para o tempo que passa entre a luz e a sombra, para o tempo que caminha como onda no corpo d´água. Tudo que ondula é silhueta do tempo que passa. Passeando pelo lago, a ninfeia ensinou para Monet que a vida breve não é fatalidade, mas o poder da intensidade. Ensinou também que a impressão não é pintura mal acabada, mas a própria pegada do tempo que seca na tinta à luz do sol. O tempo que anda sobre as águas, que atravessa a retina e flutua na luz, também caminha sobre a tela. 6 -Arquitetura do tempoO tempo como uma pedra de luz. Em suas viagens Monet seguia pela água, mas navegava pela luz. A água era o caminho, mas a luz foi o farol. Da combinação entre ambas, se traçavam os reflexos que ele deveria seguir para pintar o retrato do tempo. Em busca por efeitos luminosos específicos, o pintor atracou em Rouen, Londres e Veneza para ver as ondas de luz quebrando sobre os corpos de pedra. Quando seus olhos flutuavam pelo Sena, Tâmisa ou pelo Grande Canal, buscava sempre as construções nas margens para observar o modo como a rocha poderia marcar as passagens do tempo. Seja nas pinturas da Catedral, do Parlamento ou da Basílica, Monet pintou o tempo que se imprimia nas construções através de cada instante de luz. ?Tudo muda, até a rocha?, escreveu o pintor. E se a pedra se transforma com as ondas de luz, ela também imprime no seu corpo as pegadas do tempo. Nessas paisagens, Monet pinta o tempo como uma pedra de luz. 7 -Paisagens ?en vert?A fórmula da paisagem; o pacto com o tempo.As viagens pelo curso do Sena exigiram de Monet um pacto com o tempo, que foi escrito com luz na superfície de sua retina. A paisagem para ser pintada deveria ser elevada à potência do transitório. Ao longo dessa jornada, Monet parece ter extraído uma fórmula para essa pintura: p = (l + a)?. Paisagem é igual a luz mais água elevada ao tempo. A paisagem verde é o império da clorofila: pigmento que sintetiza luz com água para completar seu destino. Nessas paisagens, Monet teve que fazer da tinta a sua clorofila e dos próprios olhos uma pele fotossintética. Absorver e refletir é o movimento da folha verde e da ondulação da água, mas também é o odor que transpira na pele do tempo. A pele é uma cor, uma forma de estar no mundo, de reagir à luz e à água, absorvendo e refletindo para vestir de sedução um corpo que não é senão uma promessa de vida. O que é a vida senão uma impressão-reação? A impressão que se carrega do tempo que se perde, como queria Marcel Proust. A reação que se pinta da água que corre. Na aurora, Monet olha a paisagem mudar como Darwin viu a pele do lagarto trocar de cor. A vida é um pacto com o tempo. A vida é uma viagem sem volta. 8- Flores de tintaÀ flor dos olhos; O último por do sol. A vida pode ser explicada por uma flor e a pintura de Monet pode ser vista como uma onda de tinta. Se a flor é a imagem da vida passageira, a pintura é seu vestígio: a pegada do tempo que seca e forma pétalas de luz. No fim de sua viagem, Monet usou a flor nos olhos para pintar o retrato do tempo. As pétalas se tornaram sua paleta e seu caleidoscópio: um instrumento para olhar o tempo e pensar a vida. Se a água foi seu caminho, a flor aquática foi sua carruagem. E através dos olhos da ninfeia a face do tempo se revelou para o pintor: vários rostos que mudam como os reflexos na água através da velocidade da luz. Depois dessa visão, Monet entrou pela última vez no rio de Heráclito e esperou sua retina se despetalar no sol do meio dia. O segredo do tempo está agora selado com tinta à beira d´água. Monet pintou sua passagem num abismo de luz, mas deixou seu rastro na água flutuando como uma flor de tinta. É preciso se molhar para ver. Número de imagens: aproximadamente 300 obras/imagensExposição: Galpão com 3600 m² x 8m (h)Painéis: 30 painéis para projeção de textos e imagens (dimensões variadas:)Projetores: 50 projetores com 5000-8000-12000 lumensPainéis para selfies: 3 painéis c/ molduras para selfies (dimensões aproximadas: 3 m x 3 m)Cenografia (Entrada): Casa de Monet Um Passeio em Giverny _ Realidade VirtualEm uma sala especial, dentro da exposição, será realizada a experiência de Realidade Virtual, em que o público adentrará utilizando óculos específicos, e poderá ?caminhar? pelo famoso Jardim do Artista em Giverny. A ideia é que o público possa vivenciar uma experiência realista do contexto em que o artista estava inserido e aprofundar seu conhecimento. Em decorrência das limitações técnicas, esta atividade não poderá ser realizada por pessoas portadoras de deficiência visual.Experiência imersiva: Foyer de entrada com 100 m² x 8m (h)Equipamentos: 20 óculos para RVEquipe: 2 técnicos de RV + 2 monitores

Justificativa

O projeto ?Monet À beira d'Água? trata da produção da edição brasileira da exposição homônima. A partir de novas ferramentas, que permitem a imersão do público nos cenários das obras do artista, o projeto propõe um mergulho mais profundo na vida de Claude Monet, acompanhando acontecimentos importantes que definiram sua carreira até o final de sua vida. A exposição segue a linha de outras exposições imersivas internacionais realizadas nos últimos anos, como ?Exposição Lego: The Art of the Brick? (2015), ?Da Vinci? (2020), ?Castelo Rá-Tim-Bum? (2014) e ?Stanley Kubrick no MIS? (2013). Além de apresentar as principais obras dos artistas, este formato de exposição tem como principal foco contextualiza-las dentro da carreira e da conjuntura sócio-econômico e cultural em que foram produzidas, expondo uma nova visão sobre a arte, que permite a democratização da própria arte e da informação, e, consequentemente, atingindo um público mais amplo. Uma experiência apenas possível devido às novas tecnologias, que proporciona lazer e entretenimento para toda família através do conhecimento. No contexto atual, onde pessoas de todas as idades e classes sociais passam seus dias consumindo conteúdo, entende-se que existe espaço e interesse por conhecimento e informação. Além disso, nas últimas décadas, as exposições de artes plásticas têm se popularizado no país. Espaços como as unidades dos SESCs, a biblioteca pública Mario de Andrade, o MIS e o Farol Santander têm realizado exposições gratuitas que passaram a fazer parte do roteiro de muitos paulistanos e turistas, tornando São Paulo mundialmente conhecida como uma cidade cultural. Assim, a exposição ?Monet À beira d'Água? atende às alíneas ?c?, do capítulo II; alínea ?a?, do artigo IV; e alíneas ?b? e ?c?, do capítulo V, do artigo 3º, da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pela Secretaria da Cultura da Presidência da República - SEC/PR, ouvida a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC. c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Dentro deste cenário, torna-se relevante a realização da edição brasileira do projeto ?Monet À beira d'Água?, a qual tem como objetivo formar público e democratizar o acesso às artes plásticas. Ficha Técnica ?Monet À beira d'Água? Video mapping: 63 minutos de projeções Número de obras: aprox. 250 imagens Dimensões: Galpão com 3600 m² x 8m (h) Projetores (vídeo mapping): 50 projetores Sala de Realidade Virtual: 500m2 c/ 6/7 de altura (sala instalada dentro do galpão) Equipamentos: 30 óculos de RV Período de visitação: 5 meses Público estimado: aprox. 300 mil pessoas Valor do ingresso - A Experiência Imersiva: R$ 50,00 (meia entrada para estudantes, idosos e professores de escolas públicas) Valor do ingresso - Realidade Virtual: R$ 35,00 *Em decorrência da pandemia de COVID-19 e protocolos.

Estratégia de execução

O projeto “Van Gogh – A Experiência Imersiva (Van Gogh Immersive)” é a edição brasileira da exposição homônima, que já foi realizada em diversos países como Itália, Bélgica, Inglaterra, Israel e China. Idealizada pelas empresas Exhibition Hub e Dirty Monitor Estudio, o projeto foi desenvolvido visando a itinerância pelo mundo através de parcerias e licenciamento para produtoras locais renomadas. Tendo em vista a atual situação econômica mundial e, em especial, do Brasil, a empresa aceitou negociar o valor do licenciamento, estimado em US$ 1 milhão por edição, para um valor acessível ao mercado brasileiro, conforme orçamento anexado. Considerando-se a relevância do projeto para a população brasileira e o custo por pessoa, além da grande abrangência, a proponente entende que é de fundamental importância sua realização no Brasil.

Especificação técnica

Catálogo Capa - Papel/Acabamento: Couché 180g / verniz fosco / 4 x 4 cores Miolo - Papel/Acabamento: Couché 120g / verniz fosco / 4 x 4 cores Número de páginas: 16 páginas Dimensões aproximadas: 20 cm x 15 cm Tiragem (impressão): 2.000 exemplares Tiragem Digital: 200.000 exemplares Folders Papel/Acabamento: Couché 180g / verniz fosco / 4 x 4 cores Dimensões aproximadas: 15 cm x 15 cm Tiragem (impressão): 2.000 exemplares Tiragem Digital: 500.000 exemplares

Acessibilidade

De acordo com o artigo 18, da Instrução Normativa N. 2, de 23 de abril de 2019, regulamentado pela Lei 13.146/2015 e Decreto 9.404/2018, o projeto ?Monet À beira d'Água?, contempla as seguintes medidas de acessibilidade, referentes às exposições de artes visuais: - Equipe de monitores apta a auxiliar pessoas com deficiência e seus acompanhantes; - O evento contará com pessoas especializadas(o) em LIBRAS de modo a promover o acolhimento dos indivíduos com deficiência auditiva. - Mapa tátil da exposição; - Programação da exposição com dupla leitura (braile e audiodescrição); - Audiodescrição da exposição; - Material digital de divulgação com audiodescrição e descritivo ?Para Cego Ver?; - Material de divulgação impresso para o público em braile (folders/flyers). A natureza audiovisual da exposição permite várias formas de tradução de linguagem, incluindo o maior número de pessoas no que diz respeito ao espectro sensório- cognitivo do nosso espetáculo. No nosso espetáculo, as pessoas diferentes com níveis de necessidade especial de visão poderão acessar nosso textos via audioguia. Além desses dois recursos, as pessoas com necessidades especiais de visão e também audição, estamos prevendo a instalação de dois motores de vibração que ficarão conectados cada qual a um amplificador. Instalado embaixo de um assento, poderão sentar e sentir a vibração da música do espetáculo, já que esse aparelho vibratório estará sincronizado ao dispositivo que controla a linha do tempo audiovisual do nosso espetáculo, em outras palavras, teremos um dispositivo eletromecânico vibratório que permite que pessoas com necessidades especiais sintam a vibração sonora do nosso espetáculo. A riqueza sonora do nosso espetáculo – seja na trilha original e no desenho de som – vai permitir um tipo de acesso não convencional do nosso show. No programa educativo, como apoio ao guia teremos um material digital com infográfico ilustrado, vídeos e animações hospedados na plataforma ONLINE do projeto, toda ela acessível contando com audioguia e linguagem de sinais. Acesso totalmente gratuito. Experiência Imersiva e Experiência Realidade Virtual Acessibilidade física: rampas, elevadores, sanitários acessíveis, equipe capacitada Acessibilidade para deficientes visuais: mapa tátil da exposição; placas em duas leituras (braile e audiodescrição) Acessibilidade para deficientes auditivos: Contará com pessoa especializada(o) em LIBRAS. Material de divulgação (catálogo, material de imprensa e conteúdo para redes sociais) Acessibilidade física: N/A Acessibilidade para deficientes visuais: catálogo e material de divulgação em duas leituras (braile e audiodescrição) Acessibilidade para deficientes auditivos: catálogo e material de divulgação em duas leituras (braile e audiodescrição) Contrapartidas sociais (Capacitação de monitores, professores e estudantes) Acessibilidade física: rampas, elevadores, sanitários acessíveis, equipe capacitada Acessibilidade para deficientes visuais: placas e material educativo em duas leituras (braile e audiodescrição) Acessibilidade para deficientes auditivos: Contará com pessoa especializada(o) em LIBRAS.

Democratização do acesso

Em atendimento ao artigo 20, da Instrução Normativa N. 02, de 23 de abril de 2019, que visa a ampliação e democratização do acesso, o projeto ?Monet À beira d'Água? ? será realizado em um local de fácil acesso via transporte público, com venda e doação de ingressos da seguinte forma: - 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; - até 10% (dez por cento) para doação para patrocinadores; - até 10% (um por cento) para distribuição para divulgação; - 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; - 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 50,00 (cinquenta reais); - meia entrada para estudantes, portadores de deficiência e idosos; - meia entrada para professores de instituições públicas. Em consonância com o art. 21, da referida Instrução Normativa N. 02, a proposta contempla ações, conforme parágrafos I, III, IV, V, VII, VIII e X: - Autorização para os visitantes realizarem registro fotográfico e postagem em mídias sociais; - Registro da exposição por um fotógrafo profissional e um videomaker para postagem nas páginas oficiais do projeto com vista na ampliação da democratização de acesso; - Capacitação de equipe educativa da instituição em ações culturais e educativas, e em recursos de acessibilidade da exposição; - Realização de visitas monitoradas e atividades com visitantes, pessoas com deficiência, estudantes de escolas públicas e privadas, e estudantes universitários.

Ficha técnica

Curadoria e Direitos Autorais | EXHIBITION HUB E DIRTY MONITOR ESTUDIO WALÉRIA DIAS - Proponente do Projeto Diretora Geral e Produtora Executiva Produtora cultural de exposições de artes visuais, atuou como produtora e coordenadora de produção em diversas edições da Bienal de Arte de São Paulo durante o período de 2008 a 2019. Pela Base7 Produções, produziu as exposições “O Sonho de Voar” (2010) no Museu TAM (SP), “O Mundo Mágico de Marc Chagall – o sonho e a vida” (2009) na Casa Fiat de Cultura (MG) e no Museu Nacional de Belas Artes (RJ), e “Rodin do Ateliê ao Museu – fotografias e esculturas” (2009) no MASP (SP) e na Casa Fiat de Cultura (MG). Desde 2019, fundou a empresa Pink Pineapple, junto com Adelaide D’Esposito, responsáveis pela produção e montagem de exposições como “Entrevendo”, de Cildo Meireles, e “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do fotógrafo Sebastião Salgado. ADELAIDE D’ESPOSITO Diretora de Produção Formada em Arquitetura e Urbanismo, desde 1997 atua como produtora e coordenadora de produção de exposições de artes visuais como “Michelangelo e Portinari” (1997), no MASP (SP); Arte e Loucura” (1998), no SESC Pompeia (SP); e “Ron Mueck”, organizada pela Fondation Cartier pour l’art contemporain, MAM-RJ e Fundación Proa (Argentina). Durante o período de 2014 a 2017, integrou a equipe de produção da Bienal de Arte de São Paulo. Desde 2019, fundou a empresa Pink Pineapple, junto com Waleria Dias, responsáveis pela produção e montagem de exposições como “Entrevendo”, de Cildo Meireles, e “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do fotógrafo Sebastião Salgado. BRUNO MIRANDA LOPES Coordenador de Logística Formado em Administração, tem vasta experiência profissional em diversos projetos junto às instituições de arte, exercendo a função de Coordenação logística. Dentre os principais trabalhos, destaque para as exposições: “Aleijadinho” (MASP), “Pompidou” (Tomie Ohtake), “O Rio do Samba” (Museu de Arte do Rio), “33º Bienal de São Paulo” (Fundação Bienal de São Paulo), “O amor se faz revolucionário – Anna Maria Maiolino” (PAC Itália e itinerância para Londres), “Raízes AiWeiWei” (MON Curitiba), “Hélio Oiticica” (MASP e MAM Rio), dentre inúmeras outras. TANIA TÁPIAS Coordenador Administrativo Executiva na área de Comunicação, Marketing e Comercial atuando em ações e projetos de empresas como GMB, BMW e Baccarat no Brasil, na Espanha e em Frankfurt. Atuou durante 11 anos na T4F – Time For Fun, com experiência no planejamento, formatação, comercialização, gerenciamento e acompanhamento de projetos patrocinados. Em 2015, realizou a edição brasileira da exposição “Exposição Lego: The Art of The Brick”. LAVÍNIA MAGGITTI Coordenadora Internacional Atuou em grandes empresas como a rede Dia Supermercados e a Ambev. Na área de cultura e entretenimento, foi Gerente e Diretora Comercial da empresa T4F – Time For Fun, responsável por contas de empresas como Mastercard, Banco Bradesco, Citibank, Cielo, Ipiranga, Grupo Ometz, Dia% entre outros. Em 2015, realizou a produção da edição brasileira da exposição “Exposição Lego: The Art of the Brick”. Desde 2019, é gestora comercial da Live Nation Brasil, empresa de entretenimento detentora de eventos como Rock in Rio, Eletric Dayse Carnival, e gestora de artistas como Madonna e Lady Gaga.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-11-27
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo