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PRONAC 204292Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NICO, O PEQUENO GIGANTE

ESTUDIO TEREMIM FILMES E SERVIÇOS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-02-01
Término
2022-02-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Nico, o Pequeno Gigante" é um projeto de desenvolvimento, produção e distribuição de curta-metragem, em animação 2D, voltado para crianças de 3 a 6 anos de idade, com duração estimada de 10 minutos. Nico é um garoto negro, de 5 anos, que se assusta com a possibilidade de estar crescendo mais rápido do que gostaria. Diante do assombro, Nico recorre ao pai, fazendo milhares de perguntas. Frente a tantos questionamentos e suas infinitas possibilidades de respostas, Nico se sente minúsculo e ele se esconde dentro do bolso do avental do pai. Misteriosamente, esse bolso se transforma em um universo fantástico, onde Nico vive diversas aventuras, ao lado de sua irmã, Nina (8), e sua galinha de estimação, Cocó. Através das brincadeiras e com o acolhimento de sua família, Nico entende que crescer não é tão assustador assim. Pelo contrário, pode ser muito divertido. Mais do que isso, Nico se acalma ao descobrir que ainda terá muito tempo para aproveitar as delícias de ser criança.

Sinopse

Classificação indicativa etária: LIVRE Certa manhã, Nico está com sua irmã, Nina (8), e sua galinha de estimação, Cocó, brincando de se medir, no batente da parede. Com ajuda de sua mãe, Rê (35), eles percebem que Nico cresceu mais do que todo mundo. Nina, super inteligente, faz cálculos em sua cabeça e deduz logo que, se continuar assim, Nico virará um gigante logo logo. A teoria da irmã leva Nico ao desespero: “Mas eu não quero virar gigante.” “Eu gosto de ser pequeno.” “Como faz para gente parar de crescer?”. Encantada com a pergunta do filho, Rê sugere que seus filhos procurem respostas, enquanto ela vai ao trabalho. Nico corre até o ateliê de marcenaria do pai, Beto (36), pra ver se ele pode ajudar. Assim que o encontra, Nico interrompe o trabalho do pai, fazendo milhares de perguntas: “Se a gente crescer muito, dá para continuar sendo criança?”, “O que a gente faz quando fica grande?”, “Quando a gente cresce, dá para ir lá no alto perto do céu e voltar?”. A cada pergunta, o mundo cresce ao redor de Nico. Seu pai cresce mais e mais, e Nico, minúsculo, decide escalá-lo. Sem respostas para suas perguntas, Nico se esconde, frustrado, no bolso do avental do pai. Com seu dedo gigante, Beto faz um carinho em Nico. Mais calmo, o menino se dá conta que o avental do pai se tornou um lugar mágico, formado por linhas, tecidos, botões. Nesse ambiente, Nina surge dirigindo um carrinho de madeira. A mão enorme do pai pega o Nico no ar e o leva até carrinho onde está Nina. Nico, Nina e Cocó viajam pelas ruas de tecido. Um imensidão de cenários correm aos olhos dos 3. Nico pergunta: “será que crescer tem a ver com conhecer muitos lugares?” Surpreendentemente, Cocó começa a se falar. Fala sem parar, como uma guia turística, apresentando cada lugar que se apresenta. Aos poucos, ao ver os lugares por onde passa, Nico cresce mais e mais. De tanto crescer, Nico é ejetado do carro e voa pelos ares. Ele cai, sozinho, em meio a uma multidão de adultos que correm sei lá para onde, ou do quê. Ele caminha e tenta falar com as pessoas. Ninguém nem olha para Nico. Se crescer e virar adulto é ficar, assim, sozinho no meio da multidão, Nico não quer, não. Nico está completamente perdido, quando começa a ouvir o som de tambores. Seguindo os batuques o menino se distancia da multidão e encontra Bu, um grande búfalo misterioso, que toca seus tambores, gentilmente. Sentado em frente a uma ramificação de vários caminhos, Bu não se surpreende com a presença de Nico. O menino se aproxima do Búfalo, e diz a ele que quer crescer devagarinho, para poder crescer junto com Nina, com Cocó, e seus pais. O Grande Bu escuta Nico. Sem dizer nada, chacoalha uma bolsinha cheia de pedrinhas, junto ao ouvido de Nico. Com uma das mãos indica um caminho ao garoto. Nico hesita, mas o obedece. Depois de algum tempo caminhando, Nico reencontra a mãozona do pai. Ele fica muito feliz e corre para abraçá-la. Nico pergunta se as pessoas podem brincar quando viram adultos. Nico começa a brincar com a mão do Pai, até reencontrar Nina e Cocó. Todos brincam juntos pelos braços gigantes dos pais. Correm, escorregam, saltam. De repente, ouvem o barulho de Rê chegando em casa e correm para seu encontro. No ambiente do avental de Beto, Rê é gigante como o pai, e enrola todos os seus filhos com seus enormes braços e, em um único abraço, os retira desse ambiente fantástico. Na sala de estar, todos estão sentados no sofá. No colo da mãe, Nico diz que cresceu um centímetro, mas que vai demorar pra ficar grandão de verdade, e que quer curtir muito o colo da mãe até lá.

Objetivos

Objetivo Geral: - A produção de um curta metragem em animação 2D, voltado para o público infantil (3 a 6 anos de idade), com duração estimada de 10 minutos. Objetivos específicos: - Com a curta produzido, inscrevê-lo em pelo menos 30 Festivais e Mostras de cinema, com expectativa de ser exibido em no mínimo 5 eventos; - Realizar 2 oficinas gratuitas entre membros da equipe e educadores da rede pública de ensino, com o tema "produção audiovisual para primeira infância"; - Realizar 6 oficinas gratuitas entre membros da equipe e alunos da rede pública de ensino, com fabricação de brinquedos óticos, que ensinam de maneira lúdica os princípios da animação; - Disponibilizar o filme para acesso gratuito em plataformas de exibições (Youtube e Vimeo).

Justificativa

O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1 da Lei n 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas nos incisos citados acima do Art.1 da Lei n 8313/91, o projeto tem como objetivo o fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de obra cinematográfica de curta metragem, conforme o inciso II, alínea a do Art. 3 da mesma Lei. O filme se propõe a trabalhar com a audiência o tema do crescimento a partir de uma abordagem filosófica. Através de uma linguagem infantil, a partir dos processos investigativos e fantasiosos, o curta aposta que através da linguagem da animação _ pop, divertida e atraente _ seja possível despertar interesse e incentivar a prática da filosofia entre o nosso público-alvo e seus pares, colaborando para o desenvolvimento de visões de mundo mais sensíveis e plurais, estimulando a reflexão e o questionamento em relação à vida. O curta-metragem parte da premissa de que o exercício da filosofia, ou seja, o exercício de questionar, problematizar e discutir questões complexas, é tão natural quanto brincar. Nesse sentido, busca a valorização do discurso e da perspectiva infantil, entendendo que o exercício de reflexão acontece de forma natural no cotidiano da infância, em suas vivências e brincadeiras. Filosofia como experiência O filme se apoia numa concepção de filosofia como experiência. Não é raro nos depararmos com crianças, ainda muito novas, nos indagando sobre questões profundas. Muitas vezes, mais do que indagar, as crianças apresentam perspectivas inovadoras e perspicazes sobre assuntos complexos. Geralmente, essas colocações cheias de sentido, poesia e filosofia, nos são apresentadas através da brincadeira de procurar sentido nas coisas e interpretá-las no faz-de-conta e das fábulas que elas criam com questões e vivências cotidianas. Nesse sentido, a filosofia é vista mais como experiência filosófica do que como uma prática discursivo-argumentativa a partir de conteúdos específicos. Trata-se de entender que a filosofia será vista como movimento, o que significa assumir uma postura reflexiva que se baseia na vivência das questões e suas possíveis respostas através de brincadeiras de imaginar. Valorizando o pensar filosófico que se estrutura no diálogo com o outro, o curta buscará explorar múltiplas possibilidades reflexivas: verbal, visual, poéticas, lógicas e ilógicas, entendendo que o exercício da filosofia pode se estabelecer em grande diversidade de formas. Subjetividades raciais Além disso, o projeto pretende problematizar questões relacionadas à representação e a representatividade de raça e etnia em conteúdos infantis. Em um universo majoritariamente protagonizado por personagens brancos, "Nico, o Pequeno Gigante" apresenta um protagonista negro, tal qual todos os integrantes de sua família. Pretende-se com isso, propor uma alternativa aos padrões de representação tão exauridos e bastante excludentes. Acreditamos ser de extrema importância que uma ampla audiência de meninos e meninas negras possam ter mais personagens com os quais se identificar, acompanhados de seu repertório cultural e imaginário, buscando caminhos para narrar, pensar, estar no mundo de forma genuína, espontânea e autêntica. De uma maneira geral, o curta busca construir o protagonismo de personagens negros, sobretudo para que meninos e as meninas negros possam se reconhecer _ e serem reconhecidos - como sujeitos afirmativos, ricos em potência criativa, questionadores e atuantes no mundo, acolhidos em um registro de afeto e ternura. Outras subjetividades masculinas e femininas "Nico, o Pequeno Gigante" busca, ainda, oferecer uma abertura para que possam ser discutidas novas identidades e possibilidades de representação de masculinidade. Diferente do herói aventureiro que precisa enfrentar desafios em nome de uma grande causa, geralmente fantasiosa, Nico é um menino sensível e criativo, que procura compreender a si mesmo e ao mundo a sua volta através de relações afetivas, por meio das quais estabelece diálogos e reflexões. Para Nico, a aventura é justamente refletir sobre a vida. Uma aventura construída a partir das questões que vivencia no mundo, que são reformuladas em fantasia através da sua imaginação. E, para Nico, a aventura de pensar livre é sempre muito mais divertida quando vivenciada através do afeto compartilhado com as pessoas que ama e se sente seguro. E a sua curiosidade e interesse por todos de sua família e seus amigos faz com que eles sempre estejam presentes em suas reflexões, num movimento constante de aproximação e ternura em relação aos outros. Vivemos em um mundo em que os meninos são estimulados desde cedo a não conversar sobre seus sentimentos e fragilidades. O pai de Nico faz exatamente o contrário: está sempre aberto e presente para ouvir os dilemas do filho e, a partir deles, o estimula a se questionar sobre as questões da vida. Ao contrário da figura do provedor, ausente e funcional, o pai de Nico está sempre próximo do filho, cuidando com afeto e o estimulando para que se sinta seguro consigo mesmo e tenha autonomia de pensamento, sem fazer julgamentos ou impor seus pontos de vista ao filho. Da mesma forma, o filme busca valorizar uma ideia de feminino que se afasta da noção de fragilidade e passividade. Na figura de Nina, a irmã mais velha de Nico, apresentamos uma personagem assertiva, segura de suas convicções e que se sente confiante para apresentar suas perspectivas. Nico e Nina estão juntos o tempo todo, convivendo e colaborando um com o outro, em uma relação de afetividade, igualdade e admiração mútua. Encontram um no outro uma forma de questionar seus pontos de vista e, portanto, entendem-se como essenciais para amadurecer seus modos de compreender o mundo. Também a mãe aparece como personagem que contribui para desenvolver a autonomia das crianças. Mulher independente, exerce sua atividade profissional fora de casa, mas está sempre presente e atenta às necessidades dos filhos. Estimula-os a buscar suas próprias respostas para seus questionamentos e está sempre pronta a escutar sobre suas descobertas e pontos de vista. No curta, a personagem da mãe integra uma família que reconhece a autonomia da mulher e que, portanto, entende que os cuidados em relação às crianças devem ser compartilhados o tempo todo entre a figura paterna e materna.

Especificação técnica

Formato: Filme de curta-metragem Duração estimada: 10 min Técnica de animação: 2D cut-out Janela: HD (1920x1080 px) Masterização em arquivos digitais incluindo DCP

Acessibilidade

O filme contará com múltiplas versões acessíveis com recursos como linguagem de libras, closed captions e áudio descrição.

Democratização do acesso

- Festivais e Mostras: Distribuir o filme em festivais, mostras e sessões especiais no Brasil e no exterior, priorizando eventos com acesso gratuito ou a preços populares; - Disponibilizar o filme para acesso gratuito em plataformas de exibições online (Youtube e Vimeo) - (III – art 21 da IN 02/2019); - Ampla divulgação das sessões gratuitas, através de publicações em redes sociais e imprensa; - Organizar 5 exibições gratuitas em cineclubes e projetos como Clube do Professor e Escola no Cinema do Espaço Itaú de Cinema (São Paulo, Brasília, Curitiba, Porta Alegre, Rio de Janeiro, Salvador) e Cineduc (Rio de Janeiro) - Oferecer 1 (uma) vaga de estágio na área de produção, para estudantes de audiovisual (ou cursos correlatos) e 1 (uma) vaga de jovem aprendiz na equipe de produção, para estudante de ensino médio da rede pública (VI – art 21 da IN 02/2019)

Ficha técnica

Produção - Estúdio Teremim Co-produção - Vanessa Fort Produtores - Marcus Vinícius Vasconcelos e Vanessa Fort Roteiro - Vanessa Fort e Phelipe Caetano Direção: Marcus Vinícius Vasconcelos Direção de Arte: Shun Izumi Animação: Luiz Silva Animatic: Che Marchetti Biografia dos integrantes da equipe Estúdio Teremim - empresa produtora - proponente Produtora de animação paulistana, especializada em desenvolvimento e produção de conteúdo para TV e cinema. Produziu os curtas “Realejo”, “Pintas”, “Quando os dias eram eternos” e “Torre”. Esses filmes foram exibidos em centenas de festivais como Annecy, FID Marseille, Tampere, Melbourne e conquistou importantes prêmios nacionais e internacionais, tais como Melhor Animação em Havana, Melhor Curta-Metragem nos Festivais de Brasília, Rio de Janeiro e Gramado . Atualmente, a empresa dedica-se ao desenvolvimento e produção de diversos projetos, com destaque para a série de animação infantil, Lulina e a Lua (selecionada para a sessão de pitches do Festival Annecy (França) e Cinekid (Holanda)) e o longa-metragem “Todos os demônios estão mortos” (premiado no BrLab 2018 com o prêmio Cinéma en Développement do Festival de Toulouse). Marcus Vinícius Vasconcelos - produtor e diretor Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de São Paulo, é sócio e fundador do Estúdio Teremim, onde trabalha como produtor, diretor, roteirista e animador. Pelo estúdio, dirigiu os curtas “Realejo”, “Pintas” e “Quando os dias eram eternos”. É também criador da série “Lulina e a Lua” e do longa-metragem “Todos os demônios estão mortos”, ambos desenvolvidas com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual. Marcus também colaborou com diversos projetos, tais como o curta “Torre”, dirigido por Nádia Mangolini, e o “Menino e o Mundo”, longa-metragem dirigido por Alê Abreu (mais de 40 prêmios, incluindo uma indicação ao Oscar, prêmio de melhor longa em Annecy e melhor longa-metragem no Annie 2015). Atualmente, é também professor do curso do bacharelado britânico da Escola Britâncica de Artes Criativas - EBAC. Vanessa Fort - coprodução e roteiro Vanessa Fort é Roteirista, produtora e diretora que se dedica há mais de 10 anos às produções infantojuvenis. Tem formação em rádio e tv, dramaturgia e roteiro, com cursos na EICTV/Cuba, na Alemanha, e autores de teatro e cinema, como Jean Pierre Sarrazac, Luiz Alberto de Abreu, Paco Abreu, Miguel Machalski. É criadora, roteirista e coordenadora de roteiros do “Mundo Ripilica”, no ar atualmente pelo Discovery Kids, na Amazon Prime e no youtube com mais de 2 milhões de visualizações. É roteirista e produtora-associada do longa-metragem Eleições, dir. de Alice Riff, e tem desenvolvido dois projetos com Alice, e um deles, "O que está por vir", foi participante do Brlab 2019. Foi montadora do premiado curta-metragem Meninos e Reis.. É consultora de desenvolvimento e roteiro de diversos projetos como o longa-metragem de ficção, A Terra e os sonhos, de Cássio Pereira do Santos; Oráculo das Borboletas Amarelas, de Tatiana Nequete; Dó ré mi Fadas, da Carnaval Filmes; é consultora de roteiro do Núcleo Criativo do Estúdio 2Dlab, entre outros. E está desenvolvendo o seu longa de ficção "A menina do coração de sanfona" que foi contemplado com o Novas Histórias 2019. É da equipe fundadora do comKids, onde foi coordenadora geral durante 8 anos, além de ser curadora de mostras, jurada de festivais (Prix Jeunesse Internacional, Japan Prize, SpCine, Prêmio Tal, Editais do Ministério da cultura da Colômbia, entre outros) e mentora de laboratórios (Spcine e 11 mil pés, que é cofundadora e coordenadora, e é especializado em produções infantis e infantojuvenis). Shun Izumi - diretor de arte Ilustrador e artista plástico, transita entre técnicas e materiais tradicionais como o papel ou a tela e técnicas modernas digitais. Atua também em animações para o cinema e TV e publicações de histórias em quadrinhos.Autor das HQs Sonhonauta, Guga e Léo em Busca da Poção Fantástica e O Colhedor de Raios. Diretor de arte do curta Realejo e da série Lulina e a Lua. Luiz Fernando da Silva - diretor de animação É animador, supervisor e diretor de animação, autodidata, tendo trabalhado em empresas como HGN Produções, Coala Filmes, Alopra Studio, Filme de Papel, Tv Pinguim, Split Studio, Animatório, Akomotion, BugBite, Teremin, entre outras produtoras.Trabalhou como animador em diversas séries de TV como “Meu Amigãozão” (Discovery Kids), “Gemini 8” (Cartoon Network e Disney Channel), “Show da Luna” (Discovery Kids), “Sítio do Picapau Amarelo” (Cartoon Network e Rede Globo), “Os Under-Undergrounds” (Nickelodeon), “Lala” (TV Brasil), “Turma da Mônica” (Cartoon Network) e Bubu e as Corujinhas (Tv Cultura). Che Marchetti - Storyboard e animatic Formada em Design, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, assina storyboards e animatics para as séries Irmão do Jorel, Oswaldo, As aventuras de Tito e Muda, Super Drags, Gigablaster, Ico Bit Zip, Tuiga e o longa metragem Viajantes do Bosque Encantado, de Alê Abreu. Atualmente está participando de dois projetos de desenvolvimento de série, dando consultoria para o longa metragem Sonhos de Clarice e faz parte da equipe de storyboard do longa metragem Arca, de Sérgio Machado e Alois Di Leo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.