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PRONAC 204294Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Menina do Nariz Arrebitado

SANDRA VILLELA ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 52,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-12-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa realizar um curta-metragem com técnica mista de animação, finalizado em ambiente 3D, baseado na obra, "A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato. Inspirado na arte de contar histórias e no poder de comunicação das narrativas de tradição oral, o curta terá um contador, um narrador que apresentará a primeira história do Sitio do Picapau Amarelo: "A Menina do Narizinho Arrebitado", atualizada com uma visão contemporânea. Como contrapartida social uma cena do curta será feita em workshop com alunos da rede pública de ensino, durante a sua realização.

Sinopse

Sinopse do curta - classificação livre: Durante um dia comum no sítio, depois de Lúcia dar comida aos peixes, algo extraordinário acontece, ela conhece o Príncipe Escamado. Um príncipe peixe que a leva em uma incrível viagem pelo Reino das Águas Claras onde ela conhece o célebre Doutor Caramujo, um doutor que tem pílulas para tudo e, assim Narizinho consegue uma delas para enfim realizar o seu sonho; fazer sua boneca Emília falar. Seria tudo isto imaginação de Narizinho? Ou seu mundo mágico realmente começa a se tornar real quando Dona Benta e Tia Nastácia embarcam em suas histórias criativas? Emília agora realmente fala e somos todos capazes de conversar com ela e viajar pela rica biodiversidade do fundo do mar.

Objetivos

Objetivo geral O projeto visa realizar um curta-metragem com técnica mista de animação, finalizado em ambiente 3D, baseado na obra "A Menina do Narizinho Arrebitado" de Monteiro Lobato, com duração prevista de 15 minutos. Objetivos específicos: Realizar um curta-metragem baseado na obra de um dos maiores escritores brasileiros dedicados à infância, adaptando sua linguagem e narrativa à contemporaneidade e usando mão de obra inteiramente brasileiro. Difundir o curta-metragem e a obra de Monteiro Lobato através de festivais e eventos que o filme possa ser selecionado. Difundir o curta-metragem em streaming gratuito um ano após a sua estreia. Realizar um workshop de animação com estudantes da rede pública, no qual será desenvolvida uma das cenas do filme, trazendo o olhar criador da infância para a adaptação.

Justificativa

Inspirado na arte de contar histórias e no poder de comunicação das narrativas de tradição oral, o curta terá um contador, um narrador que apresentará a primeira história do Sitio do Picapau Amarelo: "A Menina do Narizinho Arrebitado", atualizada com uma visão contemporânea. Considerando que a obra de Monteiro Lobato está em domínio público desde o dia 1 de janeiro de 2019, e que a obra literária comemora 100 anos, pretendemos construir uma narrativa que atualize em linguagem animada o imaginário deste grande escritor. Monteiro Lobato é considerado um dos maiores escritores de literatura infantil do Brasil e do mundo e seu trabalho encanta os leitores de todas as idades. Uma das preocupações fundamentais da literatura de Monteiro Lobato é o resgate e a preservação do imaginário popular, contido no folclore, nas histórias orais e figuras mitológicas de nossa cultura. Os livros navegam pelo universo lúdico e trazem um material didático de grande valia, como já comprovado nestes 100 anos de história da literatura do autor. "A Menina do Narizinho Arrebitado" é a primeira história da série de livros infantis do escritor Monteiro Lobato, que tornou-se conhecido como o "Sítio do Picapau Amarelo", um best-seller. Este foi o primeiro livro infantil do escritor, publicado no Natal de 1920, sua primeira edição alcançou a tiragem de 20 mil exemplares, considerado um número extraordinário para a época. Logo no ano seguinte, em 1921, o escritor publica "Narizinho Arrebitado" com o subtítulo de segundo livro de leitura para uso das escolas primárias. Antes se tornar seriado na televisão, a série de livros infantis de Monteiro Lobato, conhecida como "Sitio do Picapau Amarelo", foi um marco para toda uma geração de brasileiros que cresceu lendo e ouvindo leituras das aventuras de Pedrinho e Narizinho no sítio. Mas, ainda não foi realizado nenhum filme em animação 3D sobre a obra de Monteiro Lobato. Vamos utilizar elementos visuais lúdicos e uma narração dinâmica e criativa para contar de forma atualizada a primeira história do Sitio do Picapau Amarelo: "A Menina do Narizinho Arrebitado", explorando profundamente os personagens, cenários, formas, cores e elementos visuais lúdicos propostos pelo autor. Por fim, queremos aproximar a criativa obra do autor Monteiro Lobato ao imaginário das crianças na Primeira Infância, alinhando a força imagética da animação em 3D ao tradicional hábito de contar histórias - pois só as narrativas organizam pensamentos e emoções. O curta-metragem pode ser viabilizado através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais e se adequa aos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3o da Lei 8.313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Além disso o projeto realiza ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil ações de acordo com o item VII art. 21 da IN 2/2019.

Estratégia de execução

Em resposta à diligencia anexamos Roteiro dividido por sequências, contendo o desenvolvimento dos diálogos Comprovantes de encaminhamento de solicitação de emissão de Certificado de registro de roteiro na Fundação Biblioteca Nacional; Termo de compromisso dos titulares da proposta e dos detentores dos direitos da obra cinematográfica, de entrega de um máster do produto resultante do projeto, para preservação no Centro Técnico Audiovisual (CTAV). Plano de direção Declaração de cessão de direitos do roteirista ao proponente Anexamos à proposta: Comprovante (captura de tela) de que a Biblioteca Nacional não está aceitando desde março de 2020 o registro de obras autorais a partir da visita à página https://www.bn.gov.br/servicos/direitos-autorais em 18/08/2020. Desta maneira não conseguimos protocolar ainda o argumento, que segue também como anexo nesta inscrição Argumento da obra Storyboards iniciais Portifólio do diretor e da empresa Última alteração do contrato social da empresa RG e CPF da dirigente CNH do sócio Certidão do FGTS Certidão da dívida ativa união Cartas de anuência dos principais membros da equipe

Especificação técnica

O projeto visa realizar um curta-metragem em animação em 3D, com duração prevista de até 15', baseado na obra, “A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato. Inspirado na arte de contar histórias e no poder de comunicação das narrativas de tradição oral, o curta terá um contador, um narrador que apresentará a primeira história do Sitio do Picapau Amarelo: "A Menina do Narizinho Arrebitado”, atualizada com uma visão contemporânea.

Acessibilidade

Acessibilidade de conteúdo: O curta-metragem contará com versão com acessibilidade de conteúdo: LIBRAS, legenda descritiva e audiodescrição. Acessibilidade física: Para exibições em salas de cinema, como festivais, os locais contarão com espaço reservado para cadeirantes, além de rampas de acesso e elevadores para pessoas com mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Após a sua realização o filme será inscrito para participar de festivais de cinema brasileiros e internacionais, eventos que costumam ter valor de ingresso reduzido ou mesmo gratuito. O filme também será exibido depois em VOD (streaming) a ser negociado, com a cláusula de que 12 meses após sua estreia será disponibilizado no Youtube ou canal similiar, com acesso gratuito para todo o Brasil.

Ficha técnica

Ficha técnica: Diretor: Mauro Heitor Produtora: Sandra Villela Autor - roteirista: Leonardo da Selva Consultora: Carla Esmeralda Outras funções: a definir Sandra Vilella (Produtora geral) Formada em jornalismo, na PUC-Rio, com pós-graduação em Marketing e Management na PUC-Rio e Database Marketing na UFRJ, atua como produtora e assessora de imprensa na área audiovisual há quase 30 anos. Como gerente da SV produziu os trabalhos de efeitos especiais e direção de arte da série de TV "Antony Knivet" com 2 episódios, em 2016, para a produtora Indiana Filmes que foi exibido na TV Escola; coordenou o trabalho de abertura e videografismo do documentário "As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana", de 2016, exibido nos cinemas e na TV; fez a coordenação de produção dos efeitos, animações e videografismo do documentário "São Sebastião a Formação de uma Cidade", de 2016, exibido nos cinemas e na TV; do programa "Índios em Movimento", da Sesc TV. Na série "Taru Ande" coordenou o trabalho de produção da abertura, programação visual e ilustrações animadas. Com direção de Marco Altberg a série ganhou como Melhor Série Ambiental de TV, o Troféu Bernardo Élis. Fez a produção e curadoria do Festival do Minuto no Rio de Janeiro durante quatro anos. Entre outras experiências profissionais no terceiro setor na ONG Actionaid, e como gerente de marketing na Vivo e na Bradesco Seguros. Como produtora e redatora na TV Rio programa Rio Hit Parade e WARNER BROS como Assessora de Imprensa. Mauro Heitor (diretor) Mauro Heitor tem uma história íntima com o Sítio do Picapau Amarelo. As histórias, que permearam sua imaginação na infância, se transformaram no projeto do filme “O Saci” (1998) pioneiro no país na técnica de animação 3D. Foram 6 os curta metragens de animação realizados por Mauro Heitor: “Antes da Explosão” (1987); “Don´t drink on the road” (1992); “O Saci” (1998); “Alba” (2003); “Adelaide” (2005) e Cartão Postal Inverno Verão (2008). Em 2001, Mauro Heitor entrou para a equipe do diretor Roberto Talma, na TV Globo, para realizar uma nova versão do "Sítio do Pica pau Amarelo". Depois de assistir ao curta “O Saci”, o diretor manifesta seu desejo de fazer todo o projeto em 3D, mas a técnica de animação ainda não permitia a realização de um produto diário em um canal de TV. Após alguns estudos, optaram então por um mix de live action e animação e, Mauro Heitor assumiu a supervisão dos efeitos visuais. Durante a série de episódios do “Reino das Águas Claras”, eles conseguiram trazer muitos elementos de animação para os episódios e a audiência respondeu muito bem. Mauro trabalhou como supervisor de efeitos do "Sítio", de 2001 a 2005, realizando um total de 900 episódios e depois seguiu em outros projetos na Globo, onde foi de supervisor de efeitos até 2019. Como supervisor de efeitos visuais da TV Globo trabalhou em mais de 20 produções de sucesso, com destaque para duas ganhadoras do Emmy Internacional: as novelas “Caminho das Índias” e “O Astro”, além “Jóia Rara”, indicada para a o prêmio Emmy Internacional de edição. Ao longo de sua carreira, Mauro Heitor realizou de inúmeras aberturas e conteúdo gráfico para filmes, vídeos, programas, mini séries e novelas no mercado audiovisual brasileiro, com destaque para “Confissões de Adolescente”, de Daniel Filho, “Veja esta Canção”, de Cacá Diegues, “Além Mar”, de Belisário Franca e “Embarque Imediato”, de Alan Fitterman entre várias outras obras audiovisuais. Artista Plástico de formação, Mauro Heitor trabalhou na construção de cenário para o filme “Cavalinho Azul”, de Eduardo Escorel, pintou o quadro referência do personagem de “O Homem da Capa Preta”, de Sergio Rezende e, reproduziu os quadros de Tarsila do Amaral para o filme “Eternamente Pagu”, de Norma Bengell. Hoje Mauro voltou a pintar e quer realizar o filme de curta metragem “A Menina do Narizinho Arrebitado” em animação 3D como um projeto de histórias narradas para crianças pequenas, que pode se tornar uma série de programas que reabilite o universo de Monteiro Lobato em sua potencialidade máxima, porque só a animação consegue exprimir um imaginário tão rico e profundo. Leonardo da Selva (roteirista) Leonardo da Selva iniciou sua carreira no teatro aos 12 anos no O Tablado, onde fez um curso de preparação de jovens atores com Cacá Mourthé. Em 2010 foi para os Estados Unidos para aprofundar‐se no conhecimento da arte de contar histórias, e trabalhou durante um ano na empresa “The Alchemists” na área de desenvolvimento de narrativas. Ao retornar ao Brasil Leonardo da Selva decidiu dedicar‐se a escrever para teatro e, em 2012, ingressou no curso de formação de atores na Casa das Artes de Laranjeiras, onde foi dirigido por diversos profissionais como Eduardo Vaccari, Fernando Bohrer e Marcelo Morato. Protagonizou a montagem de “Sorôco, sua mãe e sua filha”, de Guimarães Rosa, dirigida por Celina Sodré e atuou em outras montagens como “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, “Ralé” de Gorki, e "Maria Minhoca", de Maria Clara Machado. Leonardo assina a autoria da peça infantil “Amor de Fada” e também a direção e dramaturgia do espetáculo teatral Raulzito e Raul Seixas: da criação ao artista, sobre a vida do cantor Raul Seixas. Atualmente Leonardo integra a equipe de roteiristas dasérie infantojuvenil "Detetives do Prédio Azul" do canal Gloob. Carla Esmeralda (consultora) Carla Esmeralda é idealizadora e produtora dos laboratórios de roteiros no Brasil (Sundance Institute 1996/03, SESC Rio 2004/09 e Sesc / Senac SP 2010/2020). Atuou na área de patrocínio ao cinema como gerente cultural do Banco Nacional (1992/95) e do Unibanco (1996/97). Assessora internacional da Embrafilme e da Fundação do Cinema Brasileiro (1986/90). Organizadora de vários eventos de desenvolvimento do audiovisual brasileiro e aproximação com o mercado internacional, como a mostra Le Cinéma Brésilien em Paris (1987), o Brasil Documenta (2001/03), consultoria para a primeira Comissão de Projetos Interculturais das Fundações Rockfeller e MacArthur, coordenação da participação brasileira no INPUT por 5 anos; Supervisora artística da série Tecendo o Saber para a Fundação Roberto Marinho (FRM). Produtora do Novo Telecurso (FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO). Diretora do Festival Internacional de Cinema Infantil (desde 2003). Criou, em parceria com a Bravi, o RioContentMarket (de 2011 a 2017) e, após o licenciamento do evento, continuou como curadora do Rio2C (desde 2018). Começou no cinema como produtora do curta-metragem de animação “Planeta Terra”, promovido pela Embrafilme e pelo Centro de Informação da ONU para celebrar o Ano Internacional da Paz, em 1986, que reuniu 30 animadores. Carla desenvolveu, com Marcos Magalhães, o núcleo de animação do CTAv, fruto do acordo Brasil – Canadá entre a National Film Board do Canadá e a Embrafilme, para o desenvolvimento da animação brasileira, no qual coordenou e produziu 9 filmes de curta metragem. Em 2018, Carla co-produziu com a Gávea Filmes o documentário “A Última Abolição”, de Alice Gomes, em parceria com GloboNews, Globo Filmes e TV Escola.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.