| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 63554067000198 | Hapvida Assistência Médica Ltda. | 1900-01-01 | R$ 299,1 mil |
A partir da compreensão da história individual como parte do patrimônio cultural coletivo da sociedade, o projeto Histórias da Vida pretende registrar e compartilhar narrativas de indivíduos sobre a relação entre saúde, doença e o papel da arte e da cultura. O projeto trata-se da produção de um media-metragem, com duração de 25mim, com registros multilinguagem (vídeos, áudios, fotos, etc.) das histórias de vida coletadas, utilizando como referência o trabalho desenvolvido pelo Museu da Pessoa, criado em São Paulo em 1997.O média-metragem documentário será em formato Full HD.
Documentário em média metragem que conta histórias que envolvem saúde e artes. 10 personagens de diferentes gêneros, raças, idades, classes sociais compartilham suas vivências. Seja como pessoas acometidas por enfermidades, seus familiares ou profissionais da saúde eles e elas mostram o papel da música, literatura, dança, teatro, pintura, entre outros na ressignificação de suas vidas e na busca da saúde como bem estar físico e mental. Trata-se de um filme coletânea, com 10 narrativas em 10 capítulos, e em cada um deles conhecemos o universo de um personagem.
Objetivo Geral: Contribuir para a construção da memória social coletiva no Brasil, para a compreensão da arte e da cultura como elementos centrais na sociedade e para uma perspectiva mais ampla do conceito de saúde. Objetivos Específicos: Registrar e compartilhar a história e narrativas de indivíduos sobre saúde e doença e sobre papel da arte e da cultura em suas trajetórias. Produzir um media-metragem para difusão das narrativagem (vídeos, fotos, áudios, documentos). O média-metragem terá duração de 25 minutos. Mostrar como a prática, o consumo e o contato com a arte e a cultura podem contribuir para a saúde física e mental de indivíduos e destacar sua importância no debate sobre saúde pública no Brasil e em outros países. Oferecer, através das narrativas individuais disponibilizadas, do meio audiovisual auxílio e acolhimento para pacientes, ex-pacientes, profissionais da saúde e familiares que enfrentes desafios relativos à saúde.
Toda história é um pedaço da memória e do patrimônio cultural de uma sociedade. Sob essa perspectiva e em sintonia com o momento histórico em que vivemos, no qual as questões da saúde assumiram um papel central na vida e no debate público, o projeto Histórias da Vida pretende contribuir para as reflexões sobre cultura, saúde e memória no Brasil. A concepção deste projeto segue algumas premissas que nortearam a criação e atividade do Museu da Pessoa (https://museudapessoa.org/), um museu virtual e colaborativo de histórias de vida e que é um dos parceiros das ações do projeto. O Museu tem como um de seus objetivos difundir a importância de cada indivíduo para a construção das narrativas histórias e do patrimônio cultural do país. Inspirados na missão do Museu, propomos este projeto porque acreditamos que a história é uma narrativa e é feita por pessoas, em um processo vivo, permanente, e que toda história tem valor. Com o surgimento da pandemia, a saúde está mais do que nunca presente como pauta central na sociedade. E não apenas nos noticiários, mas sobretudo nas vidas e histórias de milhares de pessoas. Antes de ser uma questão social, o surgimento de qualquer doença é uma questão pessoal, que impacta em várias histórias de vida. Como essas histórias serão contadas para o futuro? E como essa narrativa histórica dará conta da perspectiva individual? Como pacientes, ex-pacientes, profissionais da saúde e familiares lidam com essas doenças que mudam suas biografias? E como se relacionam com a arte e com a cultura em suas vidas, antes, durante e depois das enfermidades? O projeto busca responder a algumas dessas perguntas, colocando as pessoas no centro da narrativa. Queremos criar um produto audiovisual de media-metragem para registrar os relatos pessoais e as histórias de sujeitos em diferentes ângulos da doença, da cura e da morte como fenômenos sociais. A relação entre arte e saúde será uma questão transversal em todo o projeto. Através das historias dos personagens o projeto pretende mostrar como a arte tem um papel como promotora e integrante de um conceito mais amplo de saúde. Neste sentido, o projeto está bastante conectado com o crescente debate internacional sobre os impactos da arte e da cultura no campo da saúde. A interseção das artes e os vários campos que constituem a ampla categoria de saúde e bem-estar abrange tudo, desde a prática clínica, a saúde mental e física, a saúde comunitária, os ambientes de saúde e o treinamento médico. À medida que nossa compreensão coletiva de cura, prevenção e práticas e terapias da próxima geração evolui, fica cada vez mais claro que as intervenções baseadas nas artes e na cultura oferecem promessas de maneiras novas e surpreendentes. Existem evidências cientificas de que as artes beneficiam pacientes, seus cuidadores e os sistemas que prestam os cuidados - economizando dinheiro, reduzindo as necessidades de medicamentos para dor e o tempo de hospitalização, fortalecendo os níveis imunológicos, diminuindo a depressão, aumentando a memória e a função cognitiva e melhorando as habilidades de comunicação e comportamento. De acordo com a instituição American for the Arts, que atua há 60 anos nas áreas de advocacy e fortalecimento do setor cultural nos EUA, 43% da equipe clínica da linha de frente acredita que as artes têm um efeito positivo na cura. Mais de 50% dos hospitais dos EUA agora oferecem atividades ou alguma programação artística - e esse número está aumentando à medida que se comprova que o uso das artes pode reduzir os custos com saúde. (Fonte: Social Impact Explorer/ American for the Arts https://www. americansforthearts.org/ socialimpact) Para que arte seja vista como parte integrante da saúde, em seu conceito amplo, é preciso construir essa narrativa. E para isso, o primeiro passo é humanizar e dar rostos e vozes a este debate. A realização do projeto Histórias da Vida compete para o desenvolvimento da cultura a partir de diferentes perspectivas, de acordo com o Art. 1º da Lei n° 8.313/91. Por propor a produção de uma obra audiovisual e por prever a participação de diferentes cidadãos como personagens principais do projeto, o projeto contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - compreendendo inclusive o direito à memória como direito cultural. Além disso, através do registro das narrativas de cidadãos e cidadãs brasileiros, o projeto estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto ainda dialoga com o Art. 3 da Lei Federal da Incentivo à cultura, visto que os produtos do projeto será um filme de media metragem _ com envolvimento e participação criativa e técnica de profissionais da cadeia do audiovisual. Por seu novo formato e ineditismo do tema, acreditamos ainda que o projeto se enquadra nos outros tipos de "ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes". Os tempos atuais mostram que para lidar com o impacto das novas tecnologias e com a própria amplitude do conceito de cultura, precisamos expandir nossos conceitos sobre o que é e quem participa da cultura e sobre o que é memória na nossa sociedade. E por fim, como beneficio complementar, ao associar os conceitos de arte e saúde, o projeto ainda contribui para o fortalecimento simbólico do setor cultural, para sua legitimidade junto à sociedade e para o seu desenvolvimento através de sua transversalidade.
Reafirmar o valor da arte como parte essencial da vida. Sob este mote nasceu o projeto ?Histórias da Vida’, que traz narrativas que evidenciam o impacto positivo da arte e da cultura na promoção da saúde física e mental.Em sintonia com o momento histórico em que vivemos, no qual as questões da saúde assumiram um papel central na vida e no debate público, o filme pretende contribuir para a compreensão da arte e da cultura como elementos centrais na sociedade. O projeto chama-se Histórias da Vida porque toda história é um pedaço da memória e do patrimônio cultural do nosso paísO filme retrata em 10 capítulos as histórias de pessoas de diferentes gêneros, raças, idades e classes sociais, que compartilham suas vivências com as artes. A partir de múltiplos pontos de vista, ex-pacientes, profissionais de saúde e pessoas que tiveram seus familiares acometidos por enfermidades mostram como a música, a literatura, a dança, a teatro e outras expressões culturais foram poderosas aliadas na ressignificação de suas vidas e na busca da saúde como bem-estar físico e mental.
O projeto possui as seguintes medidas de acessibilidade: O Média-metragem possui acessibilidade em libras, audiodescrição e legendagem descritiva.
PRODUTO PRINCIPAL: MEDIA-METRAGEM· Disponibilizar, na Internet o média-metragem na integra sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. O filme ficará disponível de 07 a 31 de abril para livre consumo na internet. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL –OFICINA DE FORMAÇÃO AUDIOVISUALOFICINA DE FORMAÇÃO AUDIOVISUAL Realização de uma oficina de introdução a formação audiovisual. A oficina será destinada a educadores e estudantes de projetos sociais, universitários e alunos de escola pública. O curso será ministrado pela diretora do média-metragem Dayse Porto, com duração total de 04h.Teremos o seguinte conteúdo programático Introdução aos Multiformatos do Audiovisual (Oficina de introdução a formação) Conteúdo: A atividade tem como objetivo desenvolver nos participantes uma noção geral de como trabalhar com as diversas possibilidades de formatos para audiovisual nas redes, a exemplo dos minidocumentários, webséries, vídeos para espetáculos, vídeos institucionais e para pós-venda. A ênfase será dada nas etapas de roteiro, produção e direção, partindo de uma metodologia geral em que o conteúdo ? escrita, conceito e roteiro ? tem grande importância. ? Etapas de realização de vídeos para redes (ênfase em roteiro, produção e direção): ? os principais formatos para rede e Modos de fazer:Beneficiários e forma de seleção: As ações gratuitas poderão ser virtuais, destinadas a alunos e professores de instituições públicas de ensino com idade a partir de 14 anos. A mobilização para participação destes estudantes será feita em parcerias com Ongs, Centros Universitários, secretarias e escolas da rede pública de ensino. O curso será gravado e disponibilizado na internet
Histórias da Vida: Ficha Técnica Atualizada.Dayse Porto – DIREÇÃO GERAL/ROTEIRISTA.Dayse Porto é diretora e roteirista em audiovisual com mais de 10 anos de experiência. Assina mais de 10 documentários, entre eles ?Caminhão da Alegria – 60 Anos de Trio Elétrico?, ?Percussivos?, ?Os Filmes que eu não Fiz? entre diversos outros. Jornalista de formação, atuou como editora de texto e diretora em televisão de diferentes programas no SBT e Mix TV em São Paulo, além da TVE Bahia em Salvador. Fez especialização em roteiro na EICTV em Cuba. À frente de sua empresa, Movida Produtora de Conteúdo, dirigiu e roteirizou novos formatos em audiovisual como a websérie Leituras na Pina – da Pinacoteca do Estado de São Paulo; Prêmio Braskem de Teatro, conteúdo para a Red Bull, um curta de animação especial, entre outros. Acaba de escrever o roteiro de um longa-metragem de ficção: Não Gosto de Gostar de Você, projeto vencedor de edital de Desenvolvimento de Roteiro do Prodav (2016) e contemplado também em edital de desenvolvimento do Fundo de Cultura da Bahia (2016). Não Gosto de Gostar de você será dirigido por Orlando Senna. Em 2019, Dayse também irá dirigir o documentário ?As Indígenas da Terra?, contemplado pelo edital IRDEB 01/ 2017, entre outros projetos, como a série documental ?Ritmos – Novos Sons da Bahia?, selecionado edital Natura Musical 2019. ANDRÉ UZÊDA: PESQUISAAndré Uzêda - Jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (Facom-Ufba), deu os primeiros passos no Jornalismo em 2009, como repórter de Esporte do A Tarde, onde participou ativamente da cobertura do processo de intervenção do Bahia, em 2013. Foi correspondente da Folha de S. Paulo no Ceará, editor da TV Aratu e editor-coordenador do Aratu Online. Cobriu uma Copa das Confederações (A Tarde), Copa do Mundo (Folha) e Olimpíada (Diário Lance!). Tem reportagens publicadas no portal UOL, site Impedimento, Puntero Izquierdo e Blog do Juca Kfouri. Atualmente é editor do Jornal da Manhã e do Bahia Meio Dia, na TV Bahia. Fernanda Bezerra – PRODUTORA EXECUTIVAFormada pela Universidade Federal da Bahia no curso de Comunicaçao com Habilitação em Produção Cultural. Em 2018, Fernanda completa 10 anos de atividade como produtora cultural. Nesta primeira década pode-se destacar a coordenação geral e produção dos seguintes projetos: I Festa Literária do Pelourinho - Flipelô, Festival Bahia em Cena -Ano I e Ano II, Mostra Possíveis Sexualidades, Caravana da Música - Ano I e ANo II e Festival Sangue Novo -I e II edição. Além da coordenação das mostras e festivais pontuados anteriormente, Fernanda já produziu diversos espetáculos teatrais, shows, lançamentos de livros e exposições realizadas na bahia e em outros estados brasileiros. Fernanda é considerada pela imprensa local como uma das mais ativas produtoras culturais da cena baiana. Elizabeth Ponte – DIRETORA DE PRODUÇÃO. Beth Ponte é gestora cultural, produtora e pesquisadora, com ampla experiência no terceiro setor e gestão pública. Autora e Curadora de Conteúdo do projeto 'Quality for Culture'. Foi German Chancellor Fellow da Fundação Alexander von Humboldt (2018/2019) e Pesquisadora Convidada do Instituto de Mídia e Gestão Cultural em Hamburgo (KMM Hamburg). De 2010 a 2018 foi Diretora do Programa NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia). É autora do livro? Por uma cultura pública: Organizações Sociais, OSCIPs e a gestão pública não estatal na área de Cultura? e membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Organizações Sociais da Cultura (ABRAOSC). Desde 2020 é membro do Observatório da Economia Criativa – Bahia (OBEC-BA), tendo participado da pesquisa nacional? Impactos da COVID-19 na Economia Criativa?.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.