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PRONAC 204328Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TrupeCali Projeto Intervenções Palhiare II - A Ressignificação do Olhar

MARCELA SAMPAIO RODRIGUES
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Caetano do Sul
Início
2021-01-13
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Projeto cultural com o desenvolvimento de intervenções cênicas conduzidas através da linguagem do palhaço, em São Paulo, Capital. A Contrapartida Social será uma atividade de ação formativa cultural com o tema " A finitude do ser", para a comunidade em geral. (Local ainda em fase de definição pelo proponente). O projeto não possui nenhum tipo de restrição etária, física ou mental possuindo acessibilidade total. Gratuidade de 100% em todas as atividades contempladas pelo mesmo.

Sinopse

Intervenções improvisadas realizadas por atrizes e/ou palhaças profissionais que se utilizarão de recursos do jogo, paródia, humor, música, contação de histórias, recursos das artes plásticas, previamente estudados, ensaiados e pesquisados para atuar no cotidiano hospitalar. Atividade de ação formativa cultural de sensibilização e integração através da arte com o tema " A finitude do ser", conduzida pela equipe TrupeCali através de jogos teatrais para abordagem da metodologia do projeto, e ministrado por palestrante da área da saúde ou pesquisadores/ jornalistas/ artistas que tenham um estudo voltado para o tema.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar projeto cultural a partir do desenvolvimento de intervenções cênicas conduzidas através da linguagem do palhaço, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), em São Paulo capital, promovendo através da arte, o acesso à sensibilização e acolhimento do ser multidimensional (mais do que um ser biológico, um ser espiritual, social e politico). Desta forma, pretende-se aplicar recursos da arte para promover efeitos benéficos para comunidade em geral através da linguagem do palhaço, oferecendo a experiência do humor, da poesia e dos sentimentos humanos, tornando a ambiência lúdica para as partes envolvidas no processo de cuidar. O palhaço será o mediador das linguagens artisticas, sendo elas a música, a contação de histórias, as artes plásticas, a poesia e a mediação de leitura. Objetivos especificos: • Introduzir a arte através da atuação profissional do palhaço, oferecendo ao ser multidimensional a possibilidade da experiência do humor, da poesia, dos sentimentos humanos. • 33 intervenções cênicas conduzidas através da linguagem do palhaço, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em São Paulo Capital, a partir do segundo semestre de 2020 e início de 2021, com duração total de 8 meses em ações que ocorrerão 1 vez na semana, com duração de 4 a 6 horas. O projeto contemplará setores do hospital e comunidade em geral. • Transformar as ações dentro do ambiente hospitalar em um espaço de interação, bem estar e convivência, tornando a ambiência lúdica e menos pesarosa para os pacientes, acompanhantes e comunidade em geral. • Por se tratar de um projeto em parceria com um hospital público, o mesmo não possui nenhum tipo de restrição etária, fisica ou mental possuindo acessibilidade total. • Gratuidade de 100% em todas as atividades contempladas pelo projeto. • 1 contrapartida social - atividade de ação formativa cultural gratuita de sensibilização e integração através da arte com o tema " A finitude do ser". Será realizada através de jogos teatrais e palestra, que será aberta para comunidade em geral interessada em conhecer a metodologia e abordagem do projeto. A medida beneficiará estudantes e professores da rede pública conforme § 2º Art. 22 da IN MinC 2/2019, bem como a maneira de registro e disponibilização na Internet conforme Art. 21. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Essa atividade será realizada ao longo do projeto, em local definido 'à posteriori'. A primeira hora será conduzida pela equipe TrupeCali através de jogos teatrais para abordagem da metodologia do projeto, e o segundo momento será ministrado por um palestrante da área da saúde ou pesquisadores/ jornalistas/ artistas que tenham um estudo voltado para o tema. A atividade contará com uma turma de até 400 pessoas maiores de 18 anos. O critério de seleção será realizado através de inscrição no dia do evento.

Justificativa

O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, é de extrema importância uma vez que todas as atividades serão oferecidas gratuitamente ao público. Público este que por suas condições físicas não possuem acesso a fontes de cultura. As ações planejadas no Palhiare, estão alinhadas e enquadradas nos termos da Lei 8.313/91, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. A partir da execução e avaliação das ações planejadas, pretendemos alcançar os seguintes objetivos, nos termos do artigo 3° da Lei 8.313/91, IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; o mesmo terá o acompanhamento de uma psicóloga desenvolvendo atividades de assistência aos artistas, e relatórios técnicos do projeto. Além da atividade de formação de plateia, que visa a troca de conhecimentos profissionais Partindo do princípio que a arte tem como objetivo estimular o interesse da consciência de um ou mais espectadores através de percepções, emoções e ideias, utilizaremos a figura do palhaço que agrega o humor e o lúdico, elementos que amenizam o sofrimento e confortam os pacientes enfermos, buscando assim a manutenção da autonomia de uma vida ativa enquanto for possível. O projeto se justifica dada a natureza cultural, social e humana, que serão temas das intervenções propostas. E sua importância se dá por, através da arte, possibilitar o uso dos sentidos para humanização e potencialização das necessidades do ser humano que está recebendo tratamento médico. Nosso compromisso é a realização das ações com vistas a excelência e que possam entreter, acolher e informar concomitantemente, utilizando o riso como instrumento para reflexão. O palhaço irá fomentar a produção cultural artística e será o mediador/interlocutor entre o paciente e as atividades artísticas propostas vindas das artes cênicas. O palhaço é a metáfora do ser, a representação da falibilidade humana, do fracasso, da inadequação. Ele é o encontro de uma pessoa consigo mesma. "Ele não representa. Ele é." Trazer o palhaço como mediador / interlocutor é reconhecer o ridículo que existe em cada um de nós, significa retirar as armaduras das representações cotidianas e deixar com que vejam o seu "lado frágil" e se deixar rir disso. O palhaço mostra o que tentamos esconder, mas não aponta defeitos, ele deixa com que os outros apontem e que se percebam dentro disso, de maneira sutil e sincera. No que tange à abordagem ao paciente, serão consideradas a funcionalidade, o planejamento terapêutico e a condição clínica que o paciente apresentar no momento da intervenção. Todas as expressões artísticas serão alternativas nas intervenções, em interface com a linguagem do palhaço, com o objetivo de criar um espaço de comunicação e acesso às necessidades do paciente. A contrapartida social - atividade de ação formativa cultural " A finitude do ser" será uma maneira de ampliar as discussões sobre ações artísticas que ocorrem com pacientes em estado de finitude, uma vez que a linguagem apresentada a essas pessoas podem ser suas últimas experiências estéticas e/ou sensoriais. As palestras e os jogos teatrais serão o meio de condução da atividade para que os participantes trabalhem a interação humana e o desenvolvimento de competências físicas, cognitivo-afetivas, sociais e linguísticas, exercitando a socialização e a integração, a valorização do coletivo e a troca, incentivando o respeito as diferenças e estimulando a empatia.

Estratégia de execução

Algumas rubricas orçamentárias do produto espetáculo de artes cênicas, contemplam também a execução do segundo produto do projeto, que será a atividade de contrapartida social de ação formativa cultural com o tema "A Finitude do Ser". Como exemplo, as rubricas de produção contemplam o projeto como um todo, tanto o produto espetáculo de artes cênicas, como o produto de atividade de contrapartida social - ação formativa cultural.

Especificação técnica

Especificações Técnicas Peças Gráficas: - Banner/faixa adesiva/faixa de lona/saia de palco/testeira/pórtico - Banner 340g Sem Verniz 90x180cm 4x0 cor(es) - 1 unidade - Folder formato até A4(21x29,7cm) - Folder Reciclato 90g Sem Verniz 21x29,7 4x4 cor(es) - Quantidade 5.000 unidades que serão distribuídas para a comunidade em geral atendida pelo projeto. Sítio da Internet: Site na web, incluindo o planejamento de interface, garantindo que a divulgação do projeto atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva. Aproximadamente 6 páginas responsivo em qualquer plataforma e sistema operacional. Plano de Execução – Atividade de ação formativa cultural “A Finitude do ser”1 atividade que ocorrerá no decorrer dos 8 oito meses do projeto PALHIARE com duração de 2 horas. Aberta a interessados maiores de 18 anos, 400 vagas, em local à definir. Conteúdo Programático da atividade de contrapartida social de ação formativa cultural " A finitude do ser": 1ª hora:- Apresentação do projeto, integração e sociabilização dos participantes- Abordagem da metodologia do projeto através de Jogos teatrais, Viola Spolin (o meio de condução para que os participantes trabalhem a interação humana e o desenvolvimento de competências físicas, cognitivo-afetivas, sociais e linguísticas, exercitando a socialização e a integração, a valorização do coletivo e a troca, incentivando o respeito as diferenças e estimulando a empatia) 2ª hora:- Palestra ministrada por palestrante da área da saúde ou pesquisadores/ jornalistas/ artistas que tenham um estudo voltado para o tema.

Acessibilidade

Garantindo a Lei nº 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018: Produto Principal Acessibilidade física:Por se tratar de um projeto em parceria com um hospital público (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) o mesmo não possui nenhum tipo de restrição etária, física ou mental, possuindo acessibilidade total, contemplando livre acesso da pessoa portadora de deficiência, e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. Gratuidade de 100% em todas as atividades contempladas pelo projeto, de ambos os produtos cadastrados. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos: A linguagem da palhaçaria chega a todo tipo de público. Por ser um personagem livre de julgamentos, ingênuo e curioso, ele se adapta ao tempo, espaço e pessoas. O ambiente hospitalar exige que esses personagens trabalhem muitas vezes buscando outras formas de comunicação com o seu público dadas as complexidades do ambiente em que estão. A comunicação gestual através da brincadeira dos palhaços é universal, fazendo com que essa arte seja acessível a qualquer indivíduo. Suas brincadeiras estão cercadas de estímulos diversos, visuais, auditivos e sensitivos. O estudo da palhaçaria hospitalar e o trabalho de parceria realizado com a equipe que recebe essas figuras, fazem a diferença também no momento do acolhimento do individuo. Contrapartida Social: Acessibilidade física: todos os ambientes onde a TrupeCali atua: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Teatro da Faculdade de Medicina da USP (ou local a definir a posteriori), serão e/ou já estão adaptados para receber com autonomia e segurança os portadores de necessidades especiais, nos termos do Decreto Nº 9.404, de 11 de junho de 2018. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos: a atividade de ação formativa cultural " A finitude do ser" contemplada pelo projeto, terá o acompanhamento de um intérprete de libras no dia do evento, e todo o registro de conteúdo artístico será disponibilizado de maneira virtual, gratuita e com legenda nas seguintes redes sociais: Facebook, Instagram e Youtube da TrupeCali, responsável pelo projeto Palhiare.

Democratização do acesso

Gratuidade de 100% em todas as atividades contempladas pelo projeto, de ambos os produtos cadastrados. O produto principal: são as 33 intervenções do projeto Palhiare que contemplam pacientes, acompanhantes, equipe do hospital e população em geral, não havendo qualquer restrição, etária, física ou mental, contemplando o acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. Atendendo ao Art.21 da IN 2/2019, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; todos os conteúdos artísticos serão disponibilizados de maneira virtual e gratuita nas seguintes redes sociais: Youtube, Facebook e Instagram da TrupeCali, responsável pelo projeto Palhiare. Parte dos vídeos produzidos serão legendados, para tornar acessível aos deficientes auditivos. A contrapartida social - atividade de ação formativa cultural " A finitude do ser" contemplada pelo projeto, terá restrição etária, onde somente maiores de 18 anos poderão participar, por ser a idade mínima constitucional de maturidade intelectual necessária para acompanhar as atividades. O critério de seleção será realizado através da disponibilização de 400 vagas por ordem de inscrição no dia do evento, onde 50% cinquenta por cento delas obrigatoriamente serão disponibilizadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, bem como a maneira de registro e disponibilização na internet conforme Artigo 22 da IN MinC 2/2019 § 1º e § 2º. Atendendo ao Art.21 da IN 2/2019, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; o registro artístico da atividade será disponibilizado de maneira virtual e gratuita nas seguintes redes sociais: Youtube, Facebook e Instagram da TrupeCali, responsável pelo projeto Palhiare. Os registros produzidos serão legendados, para tornar acessível aos deficientes auditivos.

Ficha técnica

PROPONENTE, ATRIZ/ ARTISTA: Marcela Sampaio (DRT: 22.843/SP) RUBRICAS QUE A PROPONENTE SERÁ REMUNERADA: Produto Espetáculo de Artes Cênicas - Etapa-Produção e Execução- Artista Criação Produto Contrapartida Social - Etapa produção - ações formativas culturais - Arte Educador * A Rubrica de captação de recursos é também uma possibilidade de remuneração a proponente, uma vez que ela capte investimentos ao projeto. Atriz, palhaça e professora de Corpo e Expressão Corporal para teatro. Formada em Educação Física pela Universidade USCS em 2.004, Pós-Graduação em Arte-Educação pela USP Maria Antônia em 2011, Pós-Graduação em Técnica Klauss Vianna em 2016 pela Universidade Pontifícia Católica de São Paulo – PUC e Formação em Constelação Familiar pela Faculdade de Conchas – FACON.Cursos de extensão em Programação Neurolinguística, Treinamento de Líderes, Produção Cultural, Pedagogia das Máscaras com Cida Almeida, Comedia Dell’arte com Tiche Vianna e Ésio Magalhães, e Arte do Brincante na Cultura Popular Brasileira para Educadores pelo Espaço Brincante e Antonio Nóbrega. Capacitada em “O Corpo Expressivo” – Rudolf Laban pelo Instituto Callis e Christina Trevisan. Estudou as artes cômicas dentro do Núcleo de Prática da Fundação das Artes durante 6 anos. Integrou o núcleo de máscaras da Escola Livre de Teatro de Santo André ministrado por Cuca Bolaffi. Orientadora de teatro desde 2000. Pesquisa em arte-educação para deficientes múltiplos desde 2006. Trabalhou como artista-educadora de teatro há 14 anos no Programa de Cidadania Artistica “Viva Arte Viva" da Prefeitura de São Caetano do Sul e Fundação das Artes. Realizou o trabalho de professora e diretora cênica dos cursos de Teatro do Projeto Palco EnCena, realizados em Guarulhos e Mauá e idealizados pelo Instituto Callis durante 3 anos. Atuou como professora do curso técnico de teatro nas disciplinas de Expressão Corporal, Improvisação e no curso livre de Desinibição e turmas de juvenil na Escola Nacional de Teatro (ENT) durante 3 anos. Ministrou aulas de Teatro e Contação de Histórias para UNIMAIS (Universidade Aberta da Terceira Idade), UNATI E UNISENIOR de 2013 a 2016. Professora do Curso Técnico em Teatro no Programa Mediotec de 2017 a 2019. Como preparadora corporal atua desde 2006, um dos trabalhos aconteceu junto ao Núcleo 48 de Formação Técnica em Arte Dramática da Fundação das Artes no Espetáculo IEPE, texto Luis Alberto de Abreu e direção Pedro Alcântara. Como atriz atuou no espetáculo “Cabelos ao Vento”, livre adaptação de Hair na direção de Kleber Di Lazzare pela Cia. GRITE e “O Martelo das Bruxas” sob direção de Cida Almeida e Sophia Papo. Assistência de direção e produtora cultural do espetáculo “Mauá-Pirituba, o expresso das contradições” Prêmio Regional do Mapa Cultural de São Paulo e FUNARTE de Rua do Núcleo 2 da Cia. Grite. Integrante das Cias. Teatrais, Asfalto de Poesia, TrupeCali e Navega Jangada. Assistente de direção da VideoMusiComédia Aipod com direção de Edu Berton. ATRIZ/ ARTISTA: Marina Rodrigues (DRT: 31.744/SP) Atriz, palhaça e produtora cultural. Formada em Administração de Empresas pela USCS Universidade de São Caetano do Sul em 1.999. Especialização em Programação Neurolinguistica, Treinamento de Líderes e Produção Artística. Cursos de Butô, Expressão Corporal, Oficinas de Teatro da USCS Universidade de São Caetano do Sul desde 1999, Oficina de Teatro Veloz do Grupo Sátyros, Teatro Físico pela Cia Luis Louis sob orientação de Silvana Abreu, Oficina de Palhaço com Grupo Esparrama e Técnicas de Criação com a Cia Estável de Teatro. Desde 1999, atua como produtora e operadora de iluminação, dos espetáculos do Núcleo Principal da Cia GRITE de Teatro, e desde 2004, como integrante e atriz do Núcleo de Pesquisa Teatral da Cia Grite, atuando em espetáculos de criação coletiva e adaptados, como Cabelos ao Vento (livremente inspirado no musical HAIR), Isso é só o Fim – Apocalipse cotidiano (criação coletiva), Mauá-Pirituba, o expresso das contradições, criação coletiva - vencedor do Mapa Cultural Paulista 2009/2010 e Prêmio FUNARTE Artes Cênicas Nas Ruas 2009, e A.N.T.Í.G.O.N.A. – Sófocles manda um Salve Geral. Desde 2013, atua como produtora e operadora de iluminação nos espetáculos da Cia Asfalto de Poesia: “O Martelo das Bruxas”, “TV Sem Controle” e “Merlim, Arthur e o Bobo”, com temporadas em SESCs de São Paulo Capital e Interior, teatros João Caetano e Cacilda Becker. Ainda com a Cia Asfalto de Poesia, desde 2019, participa como atriz/ palhaça em intervenções artísticas pelos SESCs de São Paulo Capital e Interior, com o agenciamento da produtora Sem Paredes Cultural.Em 2016, atuou como produtora executiva, no levantamento de campo e produção local do projeto “Esse Mosquito vai Dançar” da empresa OAK Educação e Cultura, que cumpriu temporada na Baixada Fluminense – Rio de Janeiro, atingindo mais de 20.000 crianças cariocas.Desde 2016, atua como coordenadora de criação, produtora e atriz/palhaça interventora do Projeto “Palhiare” da TrupeCali – São Paulo, atendendo a Enfermaria de Cuidados Paliativos do HCFMUSP, com o patrocínio da Unimed Seguros através da Lei Federal de Incentivo a Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania.Desde 2019, atua como produtora das atividades culturais da USCS – Universidade de São Caetano do Sul, sendo responsável por todas as ações culturais, sendo elas: oficinas de teatro, dança, coral, exposição de artes visuais, cinema, saraus e seminários, pelo projeto “Identidades – A Arte de Compreender que Cada Digital é Única”.Desde 2018, atua como produtora das Bandas de Música @moonwalkersoficial e @rodrigoregis_oficial em SESCs Capital e Interior, e em Casas Noturnas, como Bourbon Street Music Bar, entre outros. ATRIZ/ ARTISTA: Nicole Marangoni (DRT: 28.693 /SP) Atriz, dramaturga e diretora do solo EU|TELMA citado pela critica entre os melhores espetáculos de 2019, Nicole Marangoni foi introduzida ao método do ator no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho, em 2014. Em sua trajetória, estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e com os Doutores da Alegria. Fez diversos cursos de aperfeiçoamento com Isabel Teixeira, Felipe Hirsch, Helena Albergaria, Kiko Marques, Peader Kirk (Londres), entre outros. Integrou como atriz e produtora a Cia da M.A.T.I.L.D.E entre 2007 e 2012, com a qual produziu shows, espetáculos teatrais, saraus, exposições, leituras dramáticas, conferências e oficinas, além de ter integrado o elenco dos espetáculos e atividades do grupo nesse período. Estuda dramaturgia em cursos livres desde 2007 com diversos profissionais, como Cia do Latão, Cibele Forjaz e Michelle Ferreira. Em 2008, escreveu o espetáculo “Terra”, dirigido por Erike Busoni e encenado pela Cia da MATILDE, que ganhou o prêmio de dramaturgia no IX Festival de Guaçuí. Palhaça e gestora da TrupeCali desde 2016 que através do projeto Palhiare atua no Núcleo de Cuidados Paliativos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Atuou em 20 espetáculos, entre adultos e infantis, como “Depois da vida”, com direção de Juliana Galdino; “O Castelo”, de Fraz Kafka, com direção Pietro Floridia, uma parceria entre o Grupo XIX e o Teatro dell Argine (da Itália); “A Tempestade”, de William Shakespeare, com direção Marcelo Lazzarato; “Conheci uma Pessoa”, com direção Ronaldo Ventura; e “Dorotéia”, com direção de Denílson Biguete. Também foi performer na exposição “Xu Zhen’s March 6th in Art of Change: New directions from China”, que esteve em cartaz na Hayward Gallery, em Londres. Direcionamento e Orientação na área da saúde : Luciana CavalcantePsicóloga graduada pela Universidade Nove de Julho, especialista em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Cursou aperfeiçoamento multiprofissional em Cuidados Paliativos no Instituto Paliar. Atualmente é psicóloga do Núcleo de Cuidados Paliativos do Hospital das Clínicas da FMUSP, desenvolvendo atividades de assistência e ensino na Enfermaria de Cuidados Paliativos. É professora no Instituto Paliar.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.