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PRONAC 204343Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

História da medicina no Brasil

MESTER FOTOGRAFIA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 321,6 mil
Aprovado
R$ 321,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Brasil é o país dos grandes contrastes sociais, econômicos e culturais. Estes contrastes se revelam em diferentes áreas do conhecimento e na medicina isto não é diferente. A primeira escola médica no Brasil foi criada na Bahia em 1808, quando Dom João VI veio para o país. A primeira escola no interior, só foi implantada mais de um século depois, em 1950, em Sorocaba. Hoje o país tem 289 faculdades de medicina e quase meio milhão de médicos atuando. Mesmo assim, faltam médicos. Temos cidades que não contam com saneamento básico, tampouco com atendimento médico, mas a cidade de São Paulo tem dois hospitais na lista dos melhores do mundo. Este livro bilíngue (português e inglês), conta a história da atividade médica no país, dos curandeiros e pajés aos cientistas, dos médicos que trabalham em pequenos postos de saúde nos lugares mais remotos aos que trabalham na emergência de hospitais nas grandes cidades.

Sinopse

Com o relato de diversos médicos, cientistas, pesquisadores e estudiosos da saúde no Brasil, este livro conta a história da prática médica no Brasil, da colônia ao século XXI. Os grandes médicos e sanitaristas; as principais escolas, quando foram criadas e o esforço que foi desprendido por gerações de brasileiros para que fosse possível a realização de milhares de grandes feitos. Hoje, em que áreas de atuação médica estamos se destacando? Onde precisamos mudar radicalmente nossa estrutura e também, nossa postura em relação à saúde pública? A história do SUS, porque é fundamental fortalece-lo neste momento tão delicado por qual todos estamos passando?

Objetivos

Objetivo Geral Este livro, além de contar a história da prática da medicina no Brasil, mostrando as principais escolas e ainda, um pouco da vida dos nossos grandes pesquisadores, cientistas, sanitaristas e médicos de diversas especialidades, vai apresentar também as diferentes realidades da medicina no Brasil hoje em dia. Em um país de dimensões continentais, os cuidados com a vida adquirem contornos variados. Médicos embarcados em navios fluviais oferecem atendimento a comunidades ribeirinhas na Amazônia e no Pantanal, com a mesma desenvoltura que cirurgiões altamente especializados realizam transplantes de órgãos sintéticos produzidos em impressoras 3D com o auxílio de robôs. O avanço da medicina ocorre tanto pelo desenvolvimento tecnológico quanto com a ampliação do acesso a um serviço médico humanizado e próximo da população. E estar próximo da população, significa apoiar o SUS. E neste livro, mostraremos porque é de fundamental importância se salvaguardar nosso sistema público de saúde. Objetivo Específico a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "História da medicina no Brasil". b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso à cultura e o explicar o propósito do projeto. c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.

Justificativa

Se hoje, mesmo com todos os esforços realizados nas últimas décadas, os brasileiros ainda sofrem com a falta de médicos e de unidades de saúde, no passado, durante quase três séculos, só havia a possibilidade de se tratar com pajés, curandeiros e feiticeiros. Os cirurgiões-barbeiros eram os responsáveis pela prescrição de drogas, sangrias e atendimento aos partos difíceis. Não havia faculdade de medicina e quem podia, ia para Portugal, estudar em Coimbra. De modo geral, no Rio de Janeiro do século XIX, por exemplo, remédio era algo do "tipo caseiro": rodelinhas de limão nas frontes para enxaquecas, suadouros de sabugueiro e quina, para as febres: cataplasmas contra as asmas: antipirina para as dores de cabeça; banhos de malva para as dores nas cadeiras; um "cordial" contra a insônia e, para os loucos, o Hospício, na Praia Vermelha. Quando mudou com a corte de Lisboa para o Rio, Dom João VI fez muito mais do que abrir os portos do Brasil às nações amigas de Portugal. Em fevereiro de 1808, por influência e insistência do Cirurgião_mor do Reino, José Correia Picanço, mandou criar a Escola de Cirurgia da Bahia que deu início ao ensino da medicina no país. Meses depois foi criada a Faculdade de Medicina da UFRJ. Um século depois, Oswaldo Cruz precisava de ajuda policial para vacinar a população do Rio de Janeiro, cidade onde grassavam a febre amarela, a varíola, o tifo e a malária. Na década seguinte, sanitaristas importantes sairiam em caravana pelo país para traçar um primeiro levantamento da situação de saúde e higiene dos brasileiros. Em uma palestra que ficou famosa, o médico paulista Miguel Pereira não poderia ter sido mais verdadeiro: "O Brasil é um imenso hospital". E hoje, um século depois do desabafo de Miguel Pereira, o que mudou? É claro que muita coisa mudou, que o Brasil de 2020 não é o mesmo país de 1920. Podemos citar muitos médicos que desenvolveram trabalhos que se destacaram em todo o planeta. Médicos como José Eduardo de Souza, que 1999, introduziu uma prótese de metal na coronária: o stent. O procedimento logo se tornou o mais utilizado para o tratamento da Doença Arterial Coronariana (DAC) e de outros problemas cardiovasculares, uma vez que impede a obstrução das artérias por placas de gordura; ou de Carmen Valente Barbas, médica dos hospitais das Clínicas e Albert Einstein, pesquisadora e professora com 60 anos de idade e mais de 35 de carreira, ela é uma sumidade internacional em ventilação mecânica, usada no tratamento de casos graves de Covid-19. Curiosamente, ela que teve toda a sua carreira dedicada a salvar vidas e formar médicos, teve sua vida salva pelas técnicas que ajudou a criar - e pelos médicos que treinou. Estes são apenas dois, entre muitos exemplos e histórias fantásticas que contaremos neste livro. Histórias que sozinhas, já justificam sua realização. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os objetivos alcançados serão:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 20,5 cm x 20,5 cm Formato aberto: 41 cm x 20,5 cm Quantidade de imagens: 80 Quantidade de laudas de texto: 10 Quantidade de páginas: 120 Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores Logomarcas Formato: Policromia A logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 4.000,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012 Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais) Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.

Ficha técnica

Cristiano BurmesterCristiano Burmester dedica-se profissionalmente à fotografia desde 1993. Durante seu percurso, produziu intensamente reportagens nas áreas de natureza, ciência, meio ambiente, documentários sociais e viagem. Seus ensaios foram veiculados em diferentes publicações nacionais e estrangeiras, tais como: Horizonte Geográfico, Terra, Náutica, Mergulho, UnespCiência, National Geographic e Photo Techniques. Desde 1999, uniu a versatilidade e o conhecimento adquiridos no fotojornalismo ao rigor e a criatividade do trabalho publicitário. A partir de seu estúdio em São Paulo, realiza produções fotográficas para agências de publicidade, editoras e empresas, tais como: Competition, DM9DDB, Editora Abril, Editora SENAC, Louis Dreyfus CommoditiesReebok SmartFit, Sony, Terra. Sua formação acadêmica inclui um Bacharelado em Economia e Especialização, Mestrado e Doutorado na área de comunicação. Também é professor nos cursos de Jornalismo e Propaganda da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor dos livros, Himalaya - Editora Brasileira, Conhecendo o Mar do Brasil: fauna e flora e Conhecendo o Mar do Brasil: litoral e ilhas, ambos pela Editora SENAC. Realizou trabalhos e documentação para instituições como o Instituto Oceanográfico da USP, Museu de Arte de São Paulo - MASP, Pinacoteca de São Paulo e American Museum of Natural History. Expôs seu trabalho em diferentes instituições, museus e galerias no Brasil e no estrangeiro. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa ( Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro SaadCoordenação Editorial: Pedro SaadFotografia: Cristiano BurmesterPesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.