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Constituição de um grupo de canto Coral com repertório baseado na obra do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos apresentado em concertos abertos ao público. A proposta é executar essa produção musical genuinamente brasileira focada em canto coral e trazê-la à prática musical, com a execução por cantores amadores. Em seu desenvolvimento estão previstas apresentações em salas de concertos, concertos didáticos e oficinas de qualificação vocal em canto coral, bem como preparação vocal voltados para a execução do repertório coral do compositor Villa-Lobos, abrangendo outras obras dele, que não somente aquelas relacionadas ao projeto educacional Canto Orfeônico.
As apresentações terão duração de 1h30min e serão compostas por 50 cantores + 5 solistas + 12 músicos + 3 regentes MÚSICOS: 2 violinos, 1 viola, 1 cello, 1 contrabaixo, 1 piano, 1 trompete, 1 trombone, 1 trompa, 1 bateria, 1 flauta, 1 sax, 1 violão, 1 percussão Mapa de palco em anexo. A pesquisa de repertório será realizada em base na sugestão apresentada abaixo. Sugestão de Repertório 1) Ave Maria (a escolher) 2) Trenzinho caipira 3) Invocação em defesa da pátria 4) Estrela é lua nova 5) Rosa Amarela 6) As costureiras (coro fem.) 7) Na Bahia tem (coro masc.) 8) Pout-pourri cantiga de roda 9) Canto do Pajé 10) Canide ioune - sabath 11) Canção do Marinheiro 12) solo 13) solo 14) solo 15) solo 16) solo
Objetivo Geral: O projeto tem por finalidade a formação de um grupo de canto coral para a execução de algumas obras do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos para canto coral, baseado na pesquisa histórica e desenvolvimento de técnica vocal aplicada a esse repertório. Objetivos específicos: a) Promover 2 apresentações em Salas de Concerto, para um público total de 1000 pessoas. b) Realizar como contrapartida social 3 concertos didáticos em escolas municipais, beneficiando um público total de 300 alunos. c) Promover oficinas de qualificação para 50 coralistas.
De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Justificativa aplicada O canto coral remonta de um passado muito distante e não se tem evidências claras de quando ele surgiu. Sabe-se que tribos primitivas já cantavam em grupos em rituais religiosos aos deuses e foi na Grécia antiga que se estabeleceu o que teriam sido os pilares do canto coral. O termo chorus se refere aos grupos de cantores e dançarinos que uniam suas vozes para formar melodias distintas entre si, cruzando os limites religiosos em direção às manifestações populares. No século XIX, período do Romantismo, surge uma corrente chamada música nacionalista. Marcada pela obra do russo Mikhail Glinka, a ópera Uma vida pelo Csar, que trazia o uso de melodias folclóricas que ele teria tido contato ainda na infância. Essa corrente se estendeu por diversos países do oriente ao ocidente e avançou do século XIX para o século XX. No Brasil, segundo Fonterrada (1991), "na década de 1920, Mário de Andrade, no bojo do movimento modernista, defendia a função social da música e a importância e o valor do folclore e da música popular. A identidade brasileira começava a ganhar espaço entre os educadores musicais. Na mesma época, surgia a figura de Villa-Lobos, companheiro de Mário e figura importante do movimento, junto a Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e tantos outros." Conforme o autor, Villa-Lobos teria se inspirado no trabalho do maestro Fabiano Lozano, o qual defendia e praticava o canto coral com seus alunos. Tal inspiração o levou a propor um projeto educacional de canto coral nas escolas para São Paulo, que mais tarde se estenderia por todo o país. Desse modo, Villa-Lobos tornou-se um dos mais importantes nomes da educação musical no Brasil ao instituir o canto coral orfeônico em todas as escolas públicas brasileiras. Fonterrada também menciona que experiências em viagens à Europa, levaram Villa-Lobos a um contato com a proposta de educação musical de Kodály, entendendo ser esta adequada para as escolas brasileiras. Foram elas: uso do material folclórico e popular da própria terra; agrupamentos corais, a serviço da identidade musical brasileira, conquistada pelas pesquisas de campo e transmitidas com agilidade às escolas. Assim nasceu o canto orfeônico. O canto orfeônico foi orientado por três finalidades: disciplina, civismo e educação artística e o repertório baseava-se principalmente no folclore nacional, reforçando o nacionalismo e a busca pela criação da identidade nacional vivida no século XX. A elaboração deste material resultou em 137 composições e arranjos para coral escritos por Villa-Lobos, dos quais suas fontes estão em canções folclóricas populares, como exemplo, Cai cai balão e outras cantigas de rodas e ainda outras obras. A grande maioria dos grupos corais é amador e são de natureza comunitária ligados a alguma instituição ou independentes. Contudo, festivais, encontros, seminários e painéis relativos ao movimento de música coral têm sido desenvolvidos em vários estados brasileiros em busca do fomento e da valorização desta modalidade artística-cultural. Diante disso, o projeto em questão faz-se necessário a medida que capacita coralistas e promove sua inserção no mercado musical por meio de apresentações abertas ao público.
PROJETO PEDAGÓGICO - OFICINAS DE CANTO CORAL *Carga Horária: 96h - 08 meses*(08 meses = 4 aulas/mês x 3h/aula = 96h) *Ementa:* A sonoridade e a expressão da voz através da vivência e da prática do canto coral. Noções de anatomia e psicologia do aparelho fonador. Técnicas de descontração e relaxamento, exercícios respiratórios, articulações e emissão de vogais e consoantes e suas combinações. Aquecimento e desaquecimento vocal. O reconhecimento de tessituras (grave, médio, agudo e vozes intermediárias) com suas respectivas extensões. Exercícios musicais e a interpretação da diversidade do repertório coral. Aprimoramento da prática da música vocal em conjunto. Questões de estilo na música vocal em grupo. Estudo de repertório coral a cappella e/ou com acompanhamento instrumental. *Objetivo:* Praticar a música vocal em conjunto; aperfeiçoar e desempenhar de um modo consciente os elementos do canto: respiração, afinação, qualidade sonora e expressividade; dominar técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal e compreender sua importância; estudar exercícios vocais; estudar o repertório coral a cappella e/ou com acompanhamento instrumental; realizar o repertório coral partindo de obras de épocas variadas. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO A seleção dos coralistas inscritos será feita por meio de testes vocais, com critérios previamente estabelecidos pelo regente do Coral, a saber: a) Afinação b) Percepção musical (melódica e rítmica) c) Extensão vocal d) Classificação vocal *Bibliografia Básica:* AIZPURUA, P. Teoria del conjunto coral. Madrid: Real Musical. 1986 CASCARDO, Ana. Aquecimento e manutenção da voz. Curitiba: Autores Paranaenses, 2018. COELHO, H. Técnica vocal para coros. Novo Hamburgo: Sinodal. 2001 COSTA, Edílson – Voz e Arte Lírica, técnica vocal ao alcance de todos, São Paulo, Lovise, 2001 DINVILLE, Claire – A Técnica da voz cantada, tradução de Marjorie Couvoisier Hasson da 2ª ediçãooriginal, Rio de Janeiro, Enelivros 1993 DOSCHER, Barbara. The Functional Unity of the Singing Boice. 2ndEd. Scarecrow Press, 1994 JUVARRA, Antonio –Il Canto e le sue Tecniche, Ricordi, 1987 ZANDER, Oscar. Regência coral. Porto Alegre: Movimento, 1979.
O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade do projeto APRESENTAÇÕES MUSICAIS O espaço destinado para receber as apresentações deverá dispor de acessibilidade física e capacidade compatíveis com a expectativa de público descrito no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. Auditiva: as apresentações trarão intérpretes de libras. Física: Entrada acessível, banheiros adaptados e autonomia de circulação nos ambientes. Lugares reservados para cadeirantes. Visual: audiodescrição AÇÕES DE CONTRAPARTIDA - CONCERTOS DIDÁTICOS Auditiva: as apresentações trarão intérpretes de libras. Física: Entrada acessível, banheiros adaptados e autonomia de circulação nos ambientes. Lugares reservados para cadeirantes. Visual: audiodescrição. OFICINAS Auditiva: as aulas trarão intérpretes de libras. Física: Entrada acessível, banheiros adaptados e autonomia de circulação nos ambientes. Visual: audiodescrição.
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, cumpridas nesse projeto, em todos os produtos apresentados no Plano de Distribuição, são: PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS 1. doar 20% (vinte por cento) dos ingressos a escolas públicas 2. disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3. permitir a captação de imagens dos espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 4. realizar, gratuitamente, ensaios abertos. PRODUTO: OFICINAS 1. doar 20% (vinte por cento) dos ingressos a escolas públicas2. disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das aulas, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3. realizar, gratuitamente, as oficinas. * plano pedagógico anexo. PRODUTO: CONCERTOS DIDÁTICOS 1. realizar gratuitamente concertos didáticos para estudantes e professores da rede pública de ensino. 2. disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3. permitir a captação de imagens dos espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Proponente - Ricardo Batista da Silva Função: será de responsabilidade do proponente toda a gestão do projeto, coordenando processos administrativos, executivos e artísticos. Atividade remunerada: rubrica Coordenação Geral Currículo: CORAL PE. PEDRO FUSSFunção: Regente, arranjador, preparador vocal, instrumentista e coordenador.Igreja São Cristóvão – SJP - PRPeríodo: de 01/04/2004 e atuandoRepertório: Sacro Litúrgico, Clássico e Gospel.CORAL DOS EDUCADORES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SJPFunção: Regente, arranjador, preparador vocal e instrumentista.Período: de 12/03/2008 a 24/12/2008.Repertório: Música Popular Brasileira.CORAL PE. CARLOS DWORACZEK (Coral da Colônia Murici – SJP)Função: Pianista/Organista correpetidor.Período: de 07/03/2011 a 24/08/2012.Repertório: Sacro Litúrgico, Clássico e Folclórico.CORAL DO CLUBE DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DO EXÉRCITO DECURITIBA/ Função: Regente, arranjador, preparador vocal e instrumentista.Período: de 08/06/2010 e atuandoRepertório: Música Popular Brasileira, Internacional, Clássico, Sacro Litúrgico e Gospel,Música Folclórica Gaúcha.CORAL BELVEDEREFunção: Regente, arranjador, preparador vocal e instrumentista.Período: de 03/03/2015 e atuandoRepertório: Música Folclórica Italiana, Música Sacra Litúrgica Italiana e Brasileira.CORAL MELODIAFunção: Regente, arranjador, preparador vocal e instrumentista.Período: de 01/02/2016 e atuandoRepertório: Música Popular Brasileira, Internacional, Clássico, Sacro Litúrgico e Gospel.CORAL SÃO PIO XFunção: Regente, arranjador, preparador vocal e instrumentista.Período: de 03/03/2016 e atuandoRepertório: Música Popular Brasileira, Internacional, Clássico, Ópera, Música PopularItaliana e Música Sacra Litúrgica Italiana e Brasileira. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Anderson Luís Ombrellino FORMAÇÃO ARTÍSTICA:- Em 2004 iniciei os estudos no Conservatório de Música Popular Brasileira (CMPB), com duração de três anos. - Em 2007 iniciei o curso de Bacharel em Canto Lírico na EMBAP. Atualmente sou maestro dos corais Itálico-CCI, Vox e Folclórico Italiano Santa Felicidade, além de ministrar aulas de canto e piano na Escola Cantabile.TRABALHOS REALIZADOS:- Em 2007 ingressei no coro do Teatro Guaira e apresentei a ópera La Traviata - Verdi, sob a regência do maestro Alessandro Sangiorgi.- Em 2008 apresentei novamente, no Teatro Scar (SC) sob direção de Neyde Thomaz, agregando conhecimento e técnicas para compor a formação acadêmica.- Em 2009 participei da ópera Chip and história Dog - Sullivan, The Mikado - Sullivan e Trial by Jury - Sullivan, sob a direção de Denise Sartori. Acompanhei também, no coro, a turnê do tenor italiano Andrea Bocelli, em sua passagem pelo RJ (Teatro Arena HSBC) e SP (Parque Ibirapuera e Programa Domingão do Fautão)- Em 2011 participei do Festival Singing World, na Rússia, com o coral Art&ncanto, sob a regência da maestrina Helena Moreno. No mesmo ano estreei como regente do Coral Itálico-CCI.- Em 2012 assumi a regência do Coral Escola de Cantores São Pio X (2012 a 2015) e Coral Folclórico Italiano Santa Felicidade.- Em 2013 fui aprovado no processo seletivo da REPAR - Petrobras e assumi a regência do coro, com duração de quatro anos. Nesse mesmo ano, iniciei o projeto Coral Vox, sem fins lucrativos.- Em 2014 em parceria com o Coral da Copel, fui solista na apresentação natalina, apresentada no Canal da Música.- Em 2015 em parceria com o Coral da Copel, levei os corais Itálico-CCI, Coral Vox e Folclórico Italiano Santa Felicidade, para formarem um grande coro no qual fui regente e solista na Cantata de Natal da Copel. Participei com os corais Itálico-CCI, Vox e Folclórico Italiano Santa Felicidade, dos programas Concertos para Evangelizar, realizado pela TV Evangelizar.- Em 2016, nova parceria com o Coral da Copel para a realização do Concerto Natalino, onde fui regente e solista.- Em 2017 fui solista do Concerto O melhor presente é o Amor, realizado no grande auditório do Teatro Positivo, sob direção artística de Jô Braska. E realizei o Natal do Vinhos Durigan com os corais Itálico-CCI, Vox e Folclórico Italiano Santa Felicidade.- Atuante desde 2012 na Festa da Uva e Festa da Polenta com o Coral Folclórico Italiano Santa Felicidade.- Encontros de corais Italianos em Santa Felicidade, atuando com os corais Itálico-CCI, Vox e Folclórico Italiano Santa Felicidade.- Encontro de Corais patrocinado pelo SESC - Água Verde.- Encontro de Corais Nacional e Regional com o coral da REPAR (2013/2015).- Encontro de Corais, De Coral para Coral, projeto que criei em 2015.- Encontro de Corais Duque de Caxias (2013).- Encontro Étnicos, realizado na Capela Santa Maria (2016/2017).- Semana de Etnias, realizado pelo Teatro Guaira (2017/2018).- Encontro de Corais realizado pela Sociedade Portuguesa (2012/2013)- Aniversário da 82 anos da Revista Insieme, realizado na Capela Santa Maria (2015).- Mia Cara Curitiba REGENTE: RUBENS ROSA Cantor, graduado em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Bacharelado em Canto pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP atual UNESPAR), sob orientação vocal e artística de Denise Sartori e Mestrado em Música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Algumas das produções nas quais atuou como solista: ‘Fantasia Coral op. 80’ de L. Beethoven, ‘Laudate Pueri’ de Pe. José Mauricio N. Garcia, ‘King Arthur’ de Purcell; ‘Bastien und Bastienne’, montada pelo Teatro Guaira, e ‘Cosi fan tutte’, ambas de W. A. Mozart, ‘The Mikado’ e ‘Trial by Jury’, ambas de Gilbert e Sullivan, na opereta infantil, ‘A Vovozinha’ de Emiliano Perneta e Benedito N. dos Santos, ‘M. Choufleuri’ de J. Offenbach, ‘Orfeo Dolente’ de Domenico Belli, ‘Ariadne et Bacchus’ de Marin Marais e Madama Butterfly de G. Puccini e Ópera Carmen de Bizet, na 36ª Oficina de Música de Curitiba Concomitante a carreira de cantor e educador musical, desenvolve trabalhos como preparador vocal e diretor musical. Alguns dos trabalhos realizados nestas áreas: Amor Barato (2019 – montagem acadêmica), A Madrinha Embriagada (2018 – versão acadêmica), Achados e Perdido (2018), A Animalesca fortunada Aventura de Reconto de Amor e Morte (2018), A Sapateira prodigiosa (2018), Vida frenética (2018), Optchá, um canto de liberdade (2017), Tropical melancolia (2017), Universo Disney (2017), Depois de tudo aquilo (2016), Terror das mulheres (2016 e 2017), Sucessos de Hollywood (2016), As quatro estações (2015), Tratado atual do sexo (2015), Essa idade da gente (2015), Nas paradas da boleia (2015), Grease (2015) e Gardel (2014). COORDENAÇÃO DAS OFICINAS: LETÍCIA BURTET Iniciou seus estudos de canto em 2011, com a professora Michele Coelho, e desde então participa anualmente da Oficina de Música de Curitiba, tendo realizado a “9ª Sinfonia” de Beethoven (2012), “BWV 131” sob regência de Juan Manuel Quintana (2013), “Domine ad Adjuvandum Me” de Vivaldi com o professor Jeffrey Skidmore (ING). Teve a oportunidade de aprimorar seus estudos de canto com os professores Daniele Oliveira, Alexandre Mousquer, Luciana Melamed, Thiago Montero, Paulo Mandarino, Juvenal de Moura, Márcia Kayser, Denise Sartori e Maria Cristina Kiehr (ARG). Também participou do Concerto de Natal da Universidade Positivo 2012 e 2018. Em 2013, cantou como coralista e solista o “Gloria” de Vivaldi, com a Orquestra e Coro da UTFPR e em 2019 com a Orquestra e coro da UFPR, além do concerto “Musicais”, junto à Orquestra e Coro da PUC/PR. Junto à UTPFR, realizou também concertos com a Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência de Keith Mccutchen (EUA), Andrew Clark (EUA) e Mara Campos. Na área operística, atuou nas montagens de “A Vovozinha” de Benedito Nicolau dos Santos, “Orfeo Dolente” de Domenico Belli e “Carmen” de Bizet. Participa regularmente do movimento coral em Curitiba, sendo cantora e coordenadora pedagógica do Illvminta - Grupo de Pesquisa e Performance em Música Antiga, sob direção artística de Daniele Oliveira. Atualmente cursa bacharelado em canto lírico na Unespar, sob orientação de Emerli Schlögl, e mestrado na linha de cognição/educação musical na Universidade Federal do Paraná, sob orientação da Profª Dra. Ana Paula Peters.
PROJETO ARQUIVADO.