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O livro "Brasil antártico" é um documentário fotográfico poético, a partir de três riquíssimas expedições ao continente gelado, a bordo de navios de pesquisa da Marinha do Brasil e de aviões da Força Aérea Brasileira. Acompanha a despedida do Rio de Janeiro, a descida pelo Atlântico Sul, a deslumbrante passagem pelos canais chilenos e a dura travessia do Mar de Drake. Na Antártica, retrata o dia-a-dia daqueles que passam meses longe de suas famílias, dedicados exclusivamente à pesquisa. O grande objetivo da produção é mostrar civis e militares, trabalhando lado-a-lado pelo progresso da ciência. A obra, sem precedentes em forma e extensão, será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e sobrecapa. Estão também previstas palestras ministradas pelo autor para jovens estudantes em vulnerabilidade social, além da produção de um audiobook, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas.
Epígrafes, Prefácio, Apresentação e Sumário Introdução Explanação fundamental sobre o continente antártico, sobre a história do Programa Antártico Brasileiro e valorizando a convivência harmônica entre civis e militares, trabalhando lado-a-lado pelo progresso da ciência. Capítulo 1 Despedida do Brasil e operações em alto mar Capítulo 2 Pesquisa oceânica Capítulo 3 Estreito de Magalhães Capítulo 4 Canal de Beagle Capítulo 5 Travessia do Mar de Drake Capítulo 6 Chegada à Antártida Capítulo 7 Desembarque de materiais Capítulo 8 Pesquisa antártica Capítulo 9 Homenagem às vítimas do incêndio Capítulo 10 Módulo Antártico Emergencial Capítulo 11 Estação Comandante Ferraz Capítulo 12 Base chilena Capítulo 13 Despedida a bordo do Hércules C-130 da FAB
Objetivo Geral Produzir um ensaio fotográfico autoral e poético, retratando brasileiros além de nossas fronteiras, num universo desconhecido por grande parte de nossa população; Afirmar a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética; Revelar ao grande público o exaustivo trabalho da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira, contribuindo para o entendimento do papel fundamental das forças armadas para a soberania nacional e o progresso do país; Pesquisar e divulgar a história do Programa Antártico Brasileiro, fundamental para o desenvolvimento da ciência antártica, incentivando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Salvaguardar os costumes locais de nosso povo, documentado a vida de profissionais de todo o Brasil (com seus distintos traços culturais) em um ambiente extremo; Desenvolver a consciência internacional dos brasileiros, retratando o riquíssimo universo antártico; Mostrar a importância do continente austral como regulador térmico do planeta, controlando as circulações atmosféricas e oceânicas e influenciando o clima e as condições de vida na Terra. Objetivos Específicos Produzir um livro de arte bilingue (português/inglês), formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares; Distribuir gratuitamente 600 exemplares para jovens em vulnerabilidade social, 600 exemplares para bibliotecas e escolas públicas e comercializar outros 300 exemplares a preços promocionais, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, tornando o conteúdo acessível a um número ainda maior de pessoas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar; Ministrar três palestras para jovens estudantes em vulnerabilidade social.
Continente Gelado A Antártida é um dos menores e o mais meridional dos continentes, com uma superfície de quatorze milhões de kilômetros quadrados. É o continente mais frio, mais seco, com a maior média de altitude e de maior índice de ventos fortes do planeta. A temperatura mais baixa da Terra (-89,2 ºC) foi registrada na Antártica, sendo a temperatura média durante o verão de -10 ºC na costa, de apenas -40 º C no interior do continente. Muitos autores o consideram um grande deserto polar, pela baixa taxa de precipitação no interior. Ventanias com velocidades de aproximadamente 100 km/h são comuns e podem durar vários dias. Ventos de até 320 km/h já foram registrados na área costeira. Exerce papel fundamental de regulador térmico do planeta, controlando as circulações atmosféricas e oceânicas, influenciando o clima e as condições de vida na Terra. Além dos incalculáveis recursos minerais e energéticos, possui as maiores reservas de gelo (90%) e água doce (70%) do planeta. Juridicamente, o continente está sujeito ao Tratado da Antártida, pelo qual as várias nações que reivindicam seu território (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender seus pleitos, abrindo este espaço a exploração científica. Por esse motivo e pela dureza das condições climáticas, o continente não tem população permanente, embora tenha uma população provisória de cientistas e pessoal de apoio às bases, que oscila em torno de mil (no inverno) e quatro mil pessoas (no verão). O Programa Antártico Brasileiro é uma parceria entre os Ministérios da Defesa, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Meio Ambiente, das Minas e Energia e das Relações Exteriores, criado em janeiro de 1982. Naquele mesmo ano, a Marinha do Brasil adquiriu o navio polar dinamarquês Thala Dan, apropriado para o trabalho nas regiões polares, recebendo o nome de Navio de Apoio Oceanográfico Barão de Tefé. O navio foi responsável por realizar um reconhecimento hidrográfico, oceanográfico e meteorológico de áreas do setor noroeste da Antártica e selecionar o local onde seria instalada a futura estação brasileira. O transporte, a escolha do local e a implantação da estação brasileira foram feitos na Operação Antártica II, realizada no verão de 1983. Em 06 de fevereiro de 1984, foi instalada a Estação Comandante Ferraz, na Península Keller, Baía do Almirantado, Ilha Rei George, Ilhas Shetlands do Sul. A primeira equipe, composta de doze homens, guarneceu os oito módulos da EACF durante 32 dias, no periodo de verão, deixando-a desativada até o início da próxima operação. A partir de 1986, a a Estação começou a ser permanentemente ocupada, representando o ápice de um esforço contínuo e progressivo, desenvolvido desde o início das atividades. Na madrugada do dia 25 de fevereiro, após 28 anos apoiando a comunidade científica, a Estação Comandante Ferraz sofreu um incêndio que causou a morte de dois militares e afetou 70% de suas instalações. Apesar do incidente, as pesquisas científicas prosseguiram com os recursos disponíveis: os navios de apoio oceanográfico e os laboratórios que não foram afetados pelo incidente. As manifestações de solidariedade da comunidade científica internacional também foram fundamentais para a manutenção de diversas linhas de pesquisa. Muitos países acolheram pesquisadores brasileiros em suas bases na Antártida. Com tecnologia canadense, o Módulo Antártico Emergencial foi montado, até que a nova base fosse construída. As novas instalações da Estação Comandante Ferraz só foram inauguradas em janeiro de 2020. É lá que vivem os cerca de 15 militares do Grupo Base, responsáveis pela ocupação permanente do Brasil no continente gelado. No inverno, "Ferraz" fica isolada pelo gelo, obrigando o Hércules C-130 da FAB a lançar os suprimentos necessários a eles de paraquedas. De outubro a março, o Grupo base divide a estação com outros militares, pesquisadores, jornalistas e autoridades. A Estação Comandante Ferraz completou 36 anos em fevereiro de 2020. Ao longo desse período, permitiu a formação de centenas de cientistas e um vasto acervo de estudos em diversas áreas do conhecimento. A presença brasileira na Antártica culminou, em 12 de setembro de 1983, com a inclusão do País no seleto grupo de Membros Consultivos, colocando-o em posição privilegiada no cenário global e em condições de participar ativamente das importantes decisões sobre o futuro do Continente Gelado. Nessas três décadas, o PROANTAR pôde realizar uma média anual de vinte projetos de pesquisas nas áreas de oceanografia, biologia, biologia marinha, glaciologia, geologia, meteorologia e arquitetura, além de permitir à Marinha do Brasil, com o apoio da Força Aérea Brasileira, realizar uma de suas maiores operações de apoio logístico, em termos de complexidade e distância. Incentivo à Cultura A Lei de Incentivo à Cultura foi criada em 1991, quando a cultura brasileira atravessava uma fase especialmente cinzenta de sua existência. Foi quando os bons ventos começaram a soprar, a oferta na área disparou e a lei se tornou o principal financiador da cultura do país. Agora, quase três décadas mais tarde, após o país mergulhar em uma das crises mais profundas de sua história, voltamos a viver tempos sombrios. Nossa população está se distanciando cada vez mais das livrarias, que vêm amargando prejuízos e fechando suas portas. É nesse contexto que, mais do que nunca, precisamos botar a locomotiva novamente nos trilhos e seguir publicando livros relevantes, a mais poderosa ferramenta de transformação da sociedade. "Brasil Antártico" é um desses projetos fundamentais. O livro tem o desafio de mostrar aos brasileiros o somatório de forças distintas, civis e militares, trabalhando lado-a-lado pelo progresso da ciência. Cada leitor irá embarcar no Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, percorrer o Atlântico Sul, encarar as ondas gigantes do Mar de Drake e chegar às águas antárticas, recepcionados por pinguins e leões marinhos. Acompanhará o carinhoso encontro do Grupo Base com os pesquisadores _ depois de um longo e difícil inverno de isolamento _ e o perigoso e extenuante desembarque de material, feito em condições meteorológicas instáveis. Por fim, depois de acopanhar a rotina de cooperação na Estação Comandante Ferraz, o leitor irá embarcar de volta para casa, nas asas do Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira. A primeira edição será bilingue (português/inglês), terá formato 28 x 28 cm, com 204 páginas, capa dura e tiragem inicial de 3.000 exemplares. Um produto de altíssima qualidade, digno e ao mesmo tempo distante da realidade da esmagadora maioria da população, não fosse pelas ferramentas de incentivo à cultura. Enquadramento O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91 da seguinte forma: Inciso I, ao distribuir gratuitamente 20% da tiragem para jovens estudantes em vulnerabilidade social, 20% para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e comercializar 10% da tiragem a R$ 36 - valor abaixo do valor do Vale-Cultura -, ministrar três palestras para jovens em vulnerabilidade social e produzir 1.000 cópias de um audiobook, com imagens áudio descritas, fazendo com que toda essa riqueza visual possa chegar a quem não pode enxergar. Incisos IV e V, ao retratar o dia-a-dia dos diversos profissionais brasileiros na Antártida, civis e militares, uma pequena amostra do diverso caldeirão étnico do nosso país. Inciso VII, ao retratar a convivência harmônica e a cooperação entre militares brasileiros e chilenos no Estreito de Magalhães e entre as bases de distintas nações no continente gelado. Inciso VIII, ao produzir um livro que afirma a fotografia como linguagem genuinamente artística, interpretando a realidade e recriando o mundo de forma estética. O projeto atenderá o Artigo 3º da Lei 8313/91, fomentando a produção cultural e artística, ao editar uma obra relativa às ciências humanas.
Impacto Ambiental Todo o trabalho na Antártida será fiscalizado pelo GAAm – Grupo de Avaliação Ambiental, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, assegurando que todas as ações terão o mínimo de impacto ambiental possível. O órgão é responsável pelo cumprimento das diretrizes estabelecidas no Protocolo de Madri - Protocolo ao Tratado da Antártica sobre Proteção do Meio Ambiente - ratificado pelo Governo Brasileiro em 06 de junho de 1995.
LIVRO Tiragem 3.000 unidades Idiomas Bilíngue (português / inglês) Páginas do miolo 204 (17 cadernos de 12) Formatos Miolo: fechado – 280 x 280 mm / aberto – 560 x 280 mm Capa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 620 x 320 mm Sobrecapa: fechado – 283 x 285 mm / aberto – 780 x 285 mm Papéis Miolo: couché fosco 150 g/m2 (BVS Plus Scheufelen ou similar) Revestimento da capa: couché brilho 115 g/m2 Sobrecapa: couché brilho 170 g/m2 Guardas: vergé 180 g/m2 Impressão Miolo: 4/4 cores (CMYK) + verniz de proteção à base d'água Capa e sobrecapa: 4/0 cores (CMYK) Guardas: 4/0 cores (CMYK) Acabamento Lombada costurada, capa dura e sobrecapa Laminação fosca na capa e na sobrecapa PALESTRAS Cada uma das três palestras será ministra para um público de aproximadamente 100 pessoas e terá duração de aproximadamente duas horas . O autor apresentará uma extensa seleção de fotos, convidando os jovens a "embarcar" nessa riquíssima expedição, do Rio de Janeiro à Antártica. Os eventos serão organizados pelo Instituto Ser+ (SP), uma organização sem fins lucrativos, com a proposta de desenvolver o potencial de jovens em vulnerabilidade social. AUDIOBOOKS Os audioserão produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais.
LIVRO Acessibilidade física: A seleção do espaço de lançamento do livro deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: Está prevista a produção de 1.000 audiobooks junto a Fundação Dorina Nowill (SP), referência sul-americana em atendimento a deficientes visuais. Com a ajuda de narradores especializados, as imagens sairão das páginas para as mentes de quem não pode enxergá-las. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: A seleção dos espaços das três palestras deverá obedecer a critérios rigorosos de acessibilidade, possibilitando a circulação de pessoas com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As três palestras serão interpretadas em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Estudantes com deficiência visual receberão gratuitamente cópias dos audiobooks produzidos pela Fundação Dorina Nowill (SP).
LIVRO Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para jovens estudantes em vulnerabilidade social, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão comercializados 300 livros (10% da tiragem) a R$ 36, valor abaixo do valor do Vale-Cultura, de acordo com o Inciso I, alínea "d" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Serão distribuídos gratuitamente 600 livros (20% da tiragem) para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, de acordo com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. Estão prevista três palestras ministradas pelo fotógrafo/autor para jovens estudantes, em escolas da rede pública, de acordo com o incisos V e VII do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. AUDIOBOOK Serão distribuídos gratuitamente 1.000 cópias do audiobook (100% da tiragem) para bibliotecas e instituições de apoio a deficientes visuais, de acordo com o Inciso I, alínea "a" do Artigo 20 da IN nº 2/2019 e com o inciso I do Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Três palestras serão ministradas pelo autor, em escolas da rede pública, de acordo com o Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.
PRODUÇÃO EXECUTIVA, FOTOGRAFIA E PALESTRAS – CESAR FRAGA / CLIPS (PROPONENTE) Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ, pós-graduado em marketing pelo Instituto COPPEAD/UFRJ e fotógrafo autodidata, atuou em projetos na América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia, África e Antártica. Colabora com diversos veículos de comunicação, tais como o Jornal Extra e as Revistas National Geographic, Courrier Internacional (Portugal), Gol e História Viva. É autor das quatro exposições “Pomeranos de Jetibá” (2012/2013), das mostras “Sankofa – Memória da Escravidão na África” (2016) e “MadurÁfrica” (2018) e dos livros “Do Outro Lado”/Editora Olhares (2014), “Empurrando Água”/Clips Editora (2014) e “Guerreiro”/Clips Editora (2018). Ganhou um Prêmio de Excelência da Society for News Design (SND) pelo conjunto de fotos do Caderno "Somos todos África", publicado no Jornal Extra em 2014. O fotógrafo é diretor da Clips Produções Culturais e Publicidade Ltda., proponente do projeto "Brasil Antártico". Como produtor executivo, será o responsável pela gestão do processo decisório. PESQUISA E REDAÇÃO – ALEXANDRE FREELAND Jornalista formado pela Escola de Comunicação/UFRJ e executivo de veículos de comunicação e agências no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi Diretor de Redação dos jornais “O DIA” e “Meia Hora” e Diretor Executivo do “Brasil Econômico”, da Ejesa. Ganhou os mais relevantes prêmios de jornalismo do País – entre eles, duas vezes, o Esso, o mais importante do setor, na categoria Primeira Página. Conquistou também quatro Prêmios de Excelência da Society for News Design (SND) e Menção Honrosa de Melhor Iniciativa Editorial para Jovens Leitores, da Associação Mundial de Jornais. Criou o serviço multimídia O DIA 24 Horas, de cobertura jornalística ininterrupta da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com atenção a trânsito e transporte, concessionárias de prestação de serviços, condições climáticas e utilidade pública. CURADORIA, COORDENAÇÃO EDITORIAL E PROJETO GRÁFICO – ALINE CARRER Designer formada pela Escola Superior de Desenho Industrial/UERJ e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/RJ, tem ampla experiência em design editorial e em exposições, com destaque para catálogos de arte e projetos na área cultural. Destacam-se, dentre outras, as publicações “Rio de Assis – Imagens Machadianas do Rio de Janeiro”/Editora Casa da Palavra (1999), “O Rio que eu piso”/Editora Memória Brasil (2007) e “Alair Gomes: a new sentimental journey”/Editora Cosac Naify (2009). Na área expográfica, foi responsável pela Identidade visual para o Museo del Carnaval de Barranquilla (Colômbia, 2019) e para a exposição Rio de Assims (Farol Santander, SP, 2019); desenvolveu o cenário para o Prêmio Trip Transformadores (SP, 2019) e participou como uma das curadoras da exposição Paisagem Carioca (MAM-RJ, 2000). TRATAMENTO DE IMAGENS E PRODUÇÃO GRÁFICA – CLÍCIO BARROSO FILHO Fotógrafo formado pela Nikon School of Photography e em Design de Multimídia pelo SENAC-SP, trabalhar alguns anos no Estúdio Abril. A frente de seu próprio estúdio, realizou trabalhos em São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha como impressor fineart e fotografa para agências nacionais e norte-americanas. Recebeu três menções honrosas do Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria Fotografia. Na área digital, ministrou cursos e palestras, no Brasil e no exterior, sendo dez sobre fotografia e tecnologia digital realizadas no Japão. É autor de 8 livros sobre tecnologia digital aplicada à fotografia. TRADUÇÃO – ANNABELLA BLYTH Tradutora pós-graduada pela Oficina de Tradução Literária/PUC-RJ e pelo Michigan Test of English Proficiency/IBEU-RJ, foi responsável pela tradução e pela versão de diversas publicações, tais como “Empurrando Água”/Clips Editora (2014), “Drama & Humor”/Editora Aeroplano (2013) e “Gênese da saúde global”/Editora Fiocruz (2013). É autora de “O tradutor como Leitor”/2006 e faz parte da ABRATES – Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes. REVISÃO DE TEXTOS – CAMILLA SAVOIA SODRÉ AZEVEDO Profissional de Comunicação Social, formada em Jornalismo e em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e pós-graduada em produção editorial pela FGV/RJ, é responsável pela revisão de todo o material direcionado ao Ensino Médio das escolas do Grupo Eleva, além de atuar no editorial da empresa. Foi roteirista da temporada 2018 do Programa “Amor e Sexo”, exibido pela Rede Globo. Sócia-diretora da Ginga Edições, foi responsável pela revisão de diversos projetos, tais como o livro “Ritos do nascer ao parir”, da artista plástica Mana Bernardes, e o livro Guerreiro, do fotógrafo Cesar Fraga. Audiodescrição – Fundação Dorina Nowill Há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição gratuita de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual e para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Também oferece, gratuitamente, programas de serviços especializados à pessoa com deficiência visual e sua família, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.
PROJETO ARQUIVADO.