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PRONAC 204366Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Folha Festival Internacional de Cinema Ambiental

CRISTOVAM MUNIZ THIAGO
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2021-11-03
Término
2021-12-31
Locais de realização (4)
Blumenau Santa CatarinaItajaí Santa CatarinaJaraguá do Sul Santa CatarinaJoinville Santa Catarina

Resumo

Realizar a primeira ediçao do Folha Festival Internacional De Cinema Ambiental nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Blumenau e Itajaí. Exibir gratuitamente cerca de 40 filmes de temática sócio-ambiental, distribuídos em aproximadamente 40 sessões, realizar atividades paralelas como exposições fotográficas, palestras, oficinas e promover um amplo debate com foco no desenvolvimento sustentável. Serão 10 (dez) dias de evento, no período de 03 a 13 de novembro de 2021. Cada uma das cidades receberá ao menos dois dias de exibições cinematográficas.

Sinopse

Não cabe.

Objetivos

Objetivo Geral: O Folha Festival tem como objetivo atrair público interessado e formar novas audiências, trazer cultura com informação de qualidade, gerando uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções e alternativas para um mundo mais sustentável. Promover debates entre cineastas, profissionais ligados à área ambiental e o público com intuito de aprofundar questões abordadas nos filmes apresentados. Incentivar a ainda incipiente produção de cinema ambiental no Brasil, oferecendo um novo canal de difusão, de trocas de informação e de divulgação. Incentivar a formação de público e a cultura com atividades em outras áreas da arte, sempre tratando de conteúdos sócio-ambientais.Engajar professores das redes públicas municipais, estadual e particular, assim como, professores universitários das Universidades públicas e particulares no projeto, de modo que os filmes, debates, e outras atividades possam subsidiar discussões posteriores em sala de aula. Criar espaços de inclusão social com a exibição de filmes e realizção de atividades paralelas para públicos normalmente alijados destes espaços, tais como, pessoas em situação de rua, e deficientes auditivos e visuais. Obejetivos específicos: Realizar 10 sessões de cinema na cidade de Joinville, 10 sessões de cinema na cidade de Jaraguá do Sul, 10 sessões de cinema na cidade de Blumenau e 10 sessões de cinema na cidade de Itajaí. Realizar uma atividade de educação embiental que promova engajamento da comunidade local, em cada um dos municípios, na busca de soluções para os problemas sócio-ambientais. Realizar uma exposição fotográfica itenerante (nas quatro cidades), com temática sócio-ambiental de um renomado fotógrafo brasileiro ou internacional, diversificando assim as expressões artísticas e atraindo desta forma o público. Realizar uma oficina de audiovisual em escola pública, visando estimular a produção local de cinema. Realizar quatro debates com especialistas de diferentes áreas do conhecimento sobre questões sócio-ambientais.

Justificativa

Apesar do Folha Festival buscar recursos através de outras fontes de financiamento, como editais de apoio a cultura, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento é de fundamental importância para a realização da proposta. Salientamos que a primeira edição do festival foi realizada exclusivamente através da Lei de Incentivo a Cultura do Ministério da Cidadania. A proposta apresentada atende a Lei 8313/91, de 23 de dezembro de 1991, Art 1, Itens I, III, IV, V, VI e VII, e no Art 3 Item IV a. No Brasil, a relevância e a urgência da questão ambiental ainda hoje não encontram correspondência na realização de grandes eventos que reúnam em sua programação manifestações artísticas de grande apelo popular, como o cinema e a música. Nos órgãos de comunicação de massa, a defesa do meio ambiente vem ganhando cada vez mais espaço, adquirindo importância e atingindo índices de audiência cada vez mais altos. No entanto, é preciso ampliar o alcance desta temática e estimular a opinião pública para que a sociedade possa contribuir para a reversão do quadro de destruição ambiental atual. Nessa linha o cinema, pode e deve desempenhar um papel relevante para essas mudanças. O Folha Festival se propõe a exibir gratuitamente filmes em escolas e universidades públicas, espaços culturais comunitários e lar de idosos, locais que geralmente não recebem este tipo de iniciativa, ficando as mesmas restritas a salas de cinema ou centros culturais. Através de oficina de audiovisual, o Festival visa estimular a incipiente produção local, incluindo filmes realizados durante a oficina, na programação oficial do evento. O Folha Festival Internacional de Cinema Ambiental surgiu para transformar a vida cultural de uma das mais importantes e de quatro dos mais importantes municípios do Estado de Santa Catarina, municípios que somados possuem uma população na ordem de 1,4 milhão de habitantes e tendo enorme importância na economia do Estado. Além disso as cidades apontadas contam com alguns importantes festivais artísticos, como o Fesival de Dança de Joinville e o Festival de Música de Itajaí, estando ainda o cinema sem nenhum grande Festival.

Especificação técnica

Não cabe.

Acessibilidade

As exibições de filmes e realização de debates acontecerão em salas que são adaptadas para receber portadores de necessidades especiais, como por exempo, cadeirantes. Esses mesmo espaços atendem as necessidades de idosos, contando com rampas e elevadores que facilitam o acesso às salas de exibição. Serão realizadas ao menos três sessões inclusivas, sendo uma em legendagem descritiva, uma em áudio descrição e uma em libras em cada uma das quatro cidades contempladas, totalizando 12 sessões inclusivas.

Democratização do acesso

O Folha Festival acontece gratuitamente em sua totalidade nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Blumenau e Itajaí. Nas sessões de cinema e nos debates, os ingressos estarão disponíveis nas salas de exibição e devem ser retirados com uma hora de antecedência. Para participação nas oficinas, serão sorteadas 60 vagas sendo 30 no município de Joinville e 30 no município de Blumenau, entre estudantes e professores das redes municipais e estaduais de educação. As contrapartidas visam a conscientização para a importância da arte e da cultura, e se darão através de oficinas com temas ligados ao meio ambiente e ao cinema, tais como: oficinas de vídeo ambiental, oficinas de compostagem, de trabalho com materiais recicláveis etc. Além das oficinas serão realizados ao menos quatro debates com profissionais convidados para tal, os debates serão precedidos de sessões de cinema ambiental, e terão como temas os assuntos discutidos nos respectivos filmes. Serão realizados um debate em cada uma das cidades participantes. Com perspectiva de público total na ordem de 300 pessoas. Os debates tem público estimado na seguinte forma: 100 pessoas na cidade de Jonville, 100 pessoas na cidade de Blumenau, 50 pessoas na cidade de Jaraguá do Sul e 50 pessoas na cidade de Itajái. O total de pessoas contempladas entre debates e oficinas será na ordem de 360. Essas medidas atendem aos incisos 1 e 2 do Art. 22 da Instrução Normativa n° 2, de 23 de abril de 2019.

Ficha técnica

Cristovam Muniz Thiago. Coordenador de Curadoria e Assistente de Diretor: Graduado em Ciências Biológicas pela Unirio, Mestre em Zoologia pelo Museu Nacional /UFRJ, Pesquisou Corais e Ambientes Recifais da Costa Brasileira, atua na área de Saneamento Ambiental. Curador, Coordenador de Curadoria e Assistente de Direção nas duas edições do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense, realizando a articulção com os produtores do filmes exibidos. Produtor Cultural com trabalhos realizados na área musical, tendo realizado a produção executiva dois CD's (Projeto Nosso Samba e Côro de Gato além de diversos shows no cenário catarinense trazendo artistas de outros locais do país, como Tião Carvalho, Moacyr Luz, Tunico da Vila, Moiséis Marques, Nelson Sargento, dentre outros. Joacir Luz Filho, Doty Luz (Nome artístico). Há mais de 15 anos vem atuando nas áreas de audiovisual, educação e meio ambiente. Diretor Geral do FICASC - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (2019/2020), Ministrante do Curso “Elaborando Projetos Culturais” na Fundação Cultural de Lages (2020). Consultor em Alfabetização Audiovisual e Realizador de Oficinas de Audiovisual nas Escolas Autonomia (2019) e Professor da Disciplina de Cinema e Educação na Escola Expressão (2019). Coordenação de Produção na Itinerância da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (2014). Atua como Embaixador da Plataforma VideoCamp organizando exibições de filmes de caráter socioambiental (2017 à 2020). Trabalha na produção executiva e direção de documentários de caráter cultural e educativo. Membro Fundador do Encontro de Realizadores de Cinema Ambiental do Brasil e da América Latina – SESC Santos (2017/2018), Realizador das Oficinas de Vídeo Ambiental – SESC Santos (2017), Produtor do Documentário “Histórias do Mar e da Terra” – ONG Gaiato (2016). Atualmente leciona cinema e ministra cursos de formação para educadores, realizou em 2019 o curso no Sesc Lages no uso do cinema como ferramenta pedagógica (2019). Coordenação de Produção do Planeta.Doc Festival Internacional de Cinema Ambiental Florianópolis-SC (2017), coordenador da oficina em Artes Visuais – Antônio Carlos – SC (2017),Diretor da Fósforo Produções (2011 – 2020), Coordenador de Oficina de Vídeo realizada no Município de Eldorado – SP. Oficinas Culturais do Estado de São Paulo - Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo de abril a julho de 2014, coordenador de Oficina de Vídeo e Imagem na Fundação Casa de Itanhaém de Abril a Julho de 2013, Produtor Cultural e Documentarista Audiovisual – Registro Ancine nº 18422, Projeto Cultural selecionado no curso de Documentários da Natureza da Escola Internacional de Cinema e TV Santo Antonio de los Baños - EICTV de Cuba - Programa de Intercâmbio Cultural – Fundo Nacional de Cultura (FNC) – Ministério da Cultura (Minc) – Julho 2012, Direção: “Estatuto dos Povos Indígenas – do jeito que a gente quer” (2009). “Aperreio” (2010) “Sociedade Maranhense de Direitos Humanos - SMDH – 32 Anos em Defesa da Vida” (2011), colaborador e consultor: Awá Ka’apará – À Vida Awá (2010), produtor em Audiovisual do Núcleo de Extensão e Pesquisa com Comunidades Rurais, Negras Quilombolas e Indígenas (NURUNI) – Universidade Federal do Maranhão. Oficina de Territorialidade e Controle Social de Políticas de Saúde em Comunidades Indígenas no Maranhão – Povos: Guajajara, Krikati e Gavião (2011). Produção Executiva: FLORA PETRI é produtora cultural, radicada em Paraty. Trabalha desde 2006 com receptivo, logística e produção executiva de festivais culturais, montagens e circulação de espetáculos, exposições e feiras. Desde 2009 integra os principais projetos e instituições culturais de Paraty como o Teatro Espaço (2009 a 2018), a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty (2013 e 2016), o Encontro de Ceramistas (2014 a 2019), a Folia Gastronômica (2017) e o Sesc Paraty, onde, produziu diversas exposições, inclusive de Francisco Brennand, com 32 obras trazidas do Recife. Co-criou o espaço Madame Duranga, reduto cultural que agitou a pequena cena alternativa da cidade com saraus, exposições e feiras de artistas independentes. Retorna ao Rio em 2018 para compor a equipe do XIV encontro internacional de palhaços Anjos do Picadeiro. Em 2020 vem se dedicando a novas formas de trabalho ligados a gestão de redes sociais para artistas e artesãos

Providência

PROJETO ARQUIVADO.